12.663 – Sem Saída – Cientistas descobrem por que adoçantes engordam


Adocante_engorda_0
Como é possível que adoçantes artificiais engordem, se eles não possuem caloria nenhuma? Parece improvável, mas, nos últimos anos, surgiu uma porção de estudos surpreendentes mostrando que essas substâncias inventadas para nos ajudar a emagrecer acabam causando o efeito oposto, pelo menos em animais (as pesquisas com humanos ainda são inconclusivas).
Uma equipe de neurocientistas australianos contou que usou moscas de fruta para entender por que algo tão inusitado acontece. Ao final de um bem bolado experimento, eles chegaram à conclusão de que adoçantes fazem o cérebro acreditar que está morrendo de fome. Aí, fica difícil emagrecer.
O que os cientistas fizeram, para começar, foi dar adoçante para algumas moscas e açúcar para outras, de maneira a poder comparar. O resultado: as do adoçante consumiram 30% mais calorias que as do açúcar. A conclusão clara foi que consumir adoçante faz aumentar o consumo calórico. Para confirmar, os cientistas cortaram os adoçantes da dieta do primeiro grupo de moscas – e rapidamente o consumo de calorias voltou a cair.
Mas a pesquisa não parou aí. O passo seguinte foi tentar descobrir por quê. Os pesquisadores monitoraram a atividade das sensillas, que são pelinhos que as moscas têm na boca e que contém os receptores de paladar do animal. As sensillas ficam mais ouriçadas quanto maior for o apetite do inseto, e elas se agitam especialmente quando entram em contato com açúcar, prato preferido das simpáticas mosquinhas. Pois então: a pesquisa revelou que bichinhos que comem adoçantes artificiais ficam com as sensillas muito mais excitadas quando comem açúcar. Ou seja, o apetite delas por açúcar aumenta quando elas comem muito adoçante.
Em seguida, a equipe deu açúcar para todas as moscas e monitorou a atividade elétrica nas sensillas. Descobriu então que, nas moscas que comem adoçante, a atividade elétrica é maior, mesmo com pequenas quantidades de açúcar. Isso quer dizer que o adoçante deixa as moscas mais sensíveis ao açúcar.
Não terminou ainda: foi a partir daí que o experimento ficou realmente sofisticado. Os pesquisadores então vasculharam as enzimas e os neurotransmissores das mosquinhas para tentar decifrar o mecanismo molecular que estava em ação. Foi aí que eles perceberam que comer adoçante ativa uma rede neural que é exatamente a mesma que é ligada quando os animais passam fome. A lógica é a seguinte: quando passamos fome, nossos neurônios que transmitem o sabor doce ficam mais ativos e mais sensíveis. É por isso que fome é o melhor tempero – nossas redes neurais interpretam qualquer micro-estímulo como uma explosão de sabor para nos incentivar a comer mais. Acontece que adoçantes ativam esses neurônios, mas não nos dão nenhuma caloria. Por isso, deixam o corpo todo mais desejoso de comida, como se estivéssemos passando fome. Adoçante não engorda, mas ativa um sistema fisiológico que nos faz comer mais. E comer mais engorda, é óbvio.
Por mais que o raciocínio faça sentido, isso não quer dizer que o mesmo que acontece em moscas de fruta vá acontecer em humanos. Pessoas, ao contrário de moscas, são capazes de reprimir impulsos usando a razão. Talvez os usuários de adoçante sejam tão disciplinados que consigam resistir à fome que o adoçante causa. Mas, no mínimo, a pesquisa serve para mostrar que dieta é muito mais complexo do que imagina nossa indústria de alimentos.

9287 – Mega Curiosidades – Gelatina


gelatina2

Trata-se de uma substância translúcida, incolor ou amarelada, praticamente insípida e inodora, que se pode obter fervendo certos produtos animais, como ossos, pele e outras partes com tecido conectivo. É muito utilizada em alimentos, medicina e certas indústrias.
É uma proteína derivada da hidrólise parcial do colágeno, em que as ligações moleculares naturais entre fibras separadas de colageno são quebradas, permitindo o seu rearranjo. A gelatina funde com o calor e solidifica quando o calor cessa. Misturada com água a gelatina forma uma solução coloidal.
Exemplos de alimentos com gelatina são as sobremesas de gelatina, o aspic, as gomas. A gelatina pode também ser usada como estabilizante ou espessante de sorvete, geleia, iogurte, queijo, margarina, etc.
Algumas utilizações industriais da gelatina incluem:
A cobertura das cápsulas de produtos farmacêuticos;
A emulsão fotográfica (apesar de se terem tentado outros produtos sintéticos, ainda não foi encontrado um substituto com a estabilidade e baixo preço da gelatina),
No fabrico de cabeças de fósforos e de lixa;
Alguns cosméticos contêm uma variedade de gelatina que não gelifica.
Em alternativa à gelatina de origem animal, existem gelatinas vegetais, à base de polissacarídeos extraídos de algas. O ágar-ágar é a forma mais simples de venda destas gelatinas e pode ser preparado com sumos de fruta, resultando numa gelatina parecida com as de supermercado. Mas existem gelatinas de supermercado, algumas com base em ágar-ágar, outras com base em carragenina, que se preparam de forma idêntica às de origem animal, sem necessidade de adição de mais ingredientes.

9286 – Mega Memória – Cadê a minha geleia de mocotó?


geleia-de-mocoto

A marca Colombo pertencia a Arisco. Quem não se lembra da conhecida Geleia de Mocotó?
Com o fechamento das empresas a tradicional geleia de mocotó acabou ficando na saudade.
O Colágeno
É produzido naturalmente no nosso organismo, entretanto com o passar da idade a deficiência de colágeno começa a ser notada. Percebemos assim a diminuição da elasticidade da pele e o aumento da fragilidade de articulações e ossos.
O envelhecimento da pele é notado graças a perda de elasticidade e luminosidade, surgindo as rugas e a flacidez. Varios são os fatores que levam ao envelhecimento desse órgão. O estresse, o fumo, a radiação solar, influenciam e aceleram o envelhecimento da pele, dando-lhe um aspecto manchado, aspero e rugoso.
As principais alterações sofrida na pele são quanto ao tecido conjuntivo, que atua como alicerce estrutural para epiderme. As modificações na estrutura do colágeno ao longo da vida, levando a alterações na espessura da pele e suas propriedade viscoelásticas (firmeza). As fibras elasticas constituintes da pele se rompem ou afrouxam-se com o passar da idade, ainda há diminuição das fibras colágeno.
Para retarda os efeitos do envelhecimento alguams pessoas se utilizam da alimentação. Consomem, então, produtos que acreditam ter o poder de reestabelecer o colágeno perido com o tempo.
Alimentos que contém o colágeno podem ser hidrolisados de formar a ser precursor de novo colágeno. Entretanto, o colágeno não é uma boa fonte de proteínas, uma vez que não oferece todos os aminoácidos essenciais para uma boa nutrição de acordo com o padrão FAO.

Arisco é uma marca brasileira de produtos alimentícios, pertencente à multinacional anglo-holandesa Unilever.
Entre os anos de 1969 e 2000, a Arisco foi uma grande empresa brasileira atuante no setor de gêneros alimentícios, produtos de higiene pessoal e limpeza.
Foi fundada em 1969, com uma produção de tempero em pasta (sal temperado). Desde então, no início da década de 1970, além da pasta, a Arisco entrou em franca expansão, comprando outras empresas da área de alimentos.
Nas décadas de 1980 e 1990, a marca já em visão nacional, passou a fabricar atomatados, caldos e sopas, amido de milho, pó para refresco, achocolatado, maionese, mostarda, catchup e macarrão instantâneo. Nesta época, a linha Arisco começou a ser exportada para vários países.
Neste período, a Arisco Industrial, seu nome empresarial na época, realizou as seguintes aquisições:
• 1992 – Colombo (indústria e marca de geléias de mocotó).
 • 1993 – Rabechi & Cia (produtos de limpeza Biju).
 • 1993 – Beira Alta (marca de molhos e conservas).
 • 1994 – Kinoko (marca de conservas finas).
 • 1995 – Inbasa (marca de geléias de mocotó).
 • 1996 – Pardelli & Cia (fabricante e então detentora das marcas Assolan e Pertuto).
 • 1997 – Copisi (Argentina, possuia três fábricas de alimentos no seu país).
A Arisco, enquanto empresa (1969 – 2000), foi dona de várias marcas de bens de consumo, como Mágico (achocolatado), Frisco (refrescos em pó), Assolan (esponjas de aço e de limpeza) e Biju (Lava roupas e produtos de limpeza). Devido ao desinteresse de sua nova controladora, Unilever, pelos tais mercados, a primeira foi revendida para a Pepsico, fabricante de Toddy. A segunda, foi vendida em 2009 ao grupo potiguar Santa Clara, fabricante dos cafés Santa Clara e Três Corações. Já a terceira foi revendida para João Alves de Queiroz Filho, antigo controlador da extinta empresa Arisco, no ano de 2002, o que tornou-se o embrião da atual Hypermarcas, que foi até o final de 2011 uma das maiores concorrentes da Unilever no país, e a quarta marca foi extinta.

5229 – Zoologia e Nutrição – A Crueldade do Predador Humano


Nas granjas avícolas, os frangos são confinados em lugares apertados, sem espaço. As galinhas ficam espremidas em gaiolas e frequentemente têm o bico cortado. A União Européia quer abolir o usa das gaiolas.
Na Inglaterra vitoriana se proibiu a tosquia de ovelhas arrancando o pelo com as mãos. Hoje o movimento em defesa dos animais é mundial. A criação industrial de aves, bovinos e suínos se iniciou em meados do século 20 com o advento de novas tecnologias e vacinas.
Gansos – Antes do abate, durante 20 dias, são alimentados à força, com 2 quilos de grãos diários, para que seu fígado adquira 10 vezes o tamanho original. Eles se transformarão em patê.
Vitelos – Até o abate, vivem confinados em cercados exatamente do seu tamanho, com a cabeça presa. Isso para que não se exercitem e sua carne permaneça macia. Há alguns anos, um órgão americano anunciou o fim de tal confinamento cruel para 2017.
Bois – A lei brasileira manda que sejam sedados com tiros penumáticos antes do abate. Na prática, só os grandes abatedouros o fazem. A maioria é sedada ao estilo antigo: com marretadas na cabeça.
Porcos – Para diminuir o risco de perder as crias, as porcas gestantes são colocadas em cercados de 2 metros por 60 cm. Tal espaço permite que elas se deitem, mas não que mudem de posição.
A população mundial está aumentando, em 2050 serermos 9 bilhões, contra os 7 de hoje. Para resolver a equação que envolve menos sofrimento animal sem prejuízos seria rever os métodos de produção.
Prega-se a proibição dos animais no uso de pesquisas científicas, mas isso é quase impossível, sob pena de deter os avanços.

Inteligência Animal

Seriam os bichos capazes de desenvolver algum tipo de sentimento ou inteligência?
Estudos recentes revelaram que o cérebro de alguns animais processa tarefas antes atribuídas apenas a seres humanos. Elefantes adotam um comportamento semelhante ao luto, quando um integrante da manada morre. Pássaros como o corvo sabem confeccionar e ferramentas para construir ninho. Ratos tendem a imitar o movimento de outros membros da espécie ao vê-los se contorcer de dor. Cientistas americanos conseguiram que um exemplar d e chimpanzé desenvolvesse um sistema complexo de comunicação. Ele compreende cerca de 380 palavras e por meio de um tabuleiro com cartões coloridos, as ordena de modo a compor frases. Quando o homem perbecer que os animnais tem alguma característica semelhante à sua, talvez os submetam a menos sofrimento.

5194 – Qual é a diferença entre presunto, apresuntado, mortadela, salame e copa?


É um pouco nojento, mas não tem mistério. A diferença entre os vários preparados de carne de porco depende basicamente das partes do bicho que são usadas e da quantidade de gordura de cada um. O delicioso presunto é feito só com o pernil, uma parte nobre e pouco gordurosa do porco. O apresuntado tem mais gordura e até 2% de amido para dar volume. Daí ser mais barato. A mortadela é outro departamento. “Trata-se de uma maçaroca de carnes de boi e porco moídas misturadas com gordura, água e alho”, explica Tarcísio Moura, gerente de pesquisa e desenvolvimento da Perdigão, em Santa Catarina. O salame também é uma mistureba de carne de porco e toucinho. Só que mumificada. Isso mesmo. Depois de enfiado numa tripa, ele é guardado 35 dias numa estufa até perder quase toda a água. Desidratado, demora para estragar. Para finalizar o cardápio, há a copa, feita com fatias de um músculo do pescoço do porco. Também é mumificada, mas leva quase o dobro do tempo para ficar pronta.