13.889 – Hubble Antes e Depois do Reparo


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O Telescópio Espacial Hubble fez diversos registros fantásticos do que está escondido no espaço sideral. Por algum tempo, porém, essas imagens foram feitas com uma qualidade embaçada, o que acabava prejudicando os cenários. Mas depois de uma manutenção a visão do dispositivo ficou praticamente perfeita. Para provar isso, a NASA divulgou imagens que comparam a foto de uma galáxia localizada a 55 milhões de anos-luz.
Em 1993, a NASA iniciou o processo de correção da visão embaçada do Hubble devido a uma falha de fabricação em seu espelho primário. Na época, foram selecionados vários objetos astronômicos que o telescópio deveria registrar. A magnífica galáxia espiral M100 parecia um alvo ideal para o campo de visão do Hubble, mesmo que “seus olhos” ainda estivessem com uma visão turva.
Após a missão de manutenção, o telescópio fotografou a galáxia novamente — dessa vez focalizada. Para comemorar o 25º aniversário da missão de manutenção, a NASA divulgou as duas imagens lado a lado para compará-las.
No final de novembro, a NASA revelou a primeira foto depois que o Hubble desde que entrou em modo de segurança no início de outubro. Trata-se de uma imagem que mostra um agrupamento de galáxias próximo da constelação de Pegasus. O clique foi feito pela Wide Field Camera 3 do telescópio no dia 27 de outubro.
O Hubble passou mais de vinte dias em modo de segurança após a NASA identificar uma falha no funcionamento de um dos giroscópios, equipamentos que ajudam o telescópio a se manter focado em determinadas partes do céu por longos períodos.

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11.091 – O que acelera a expansão do universo?


Que o Universo se expande, já sabemos desde 1929, quando o astrônomo norte-americano Edwin Hubble estudou o movimento de galáxias distantes. Mas faz apenas 7 anos que o Hubble – não o astrônomo, e sim o telescópio espacial batizado em sua homenagem – provou que essa expansão está acelerando. Que estranha força antigravidade seria essa? Alguns modelos foram propostos, incluindo nomes aparentemente saídos de Star Wars, como energia fantasma e quintáxion. Essas alternativas receberam o nome genérico de “energia escura”, pela dificuldade de detectá-la e por analogia com a também indecifrável “matéria escura” (veja na pág. 64). A “energia escura”, seja o que for, poderia contribuir com até 70% da densidade necessária para que o Universo tenha a forma que tem. Sem ela, o Universo – e nosso conhecimento sobre ele – ficam com um imenso vazio a preencher.

11.086 – Astrofísica – O que explica a rotação das galáxias?


Imagem galática do Hubble
Imagem galática do Hubble

Galáxias apresentam um movimento de rotação que pressupõe certa quantidade de matéria, para que a gravidade mantenha o conjunto coeso. No final dos anos 70, porém, a astrônoma Vera Rubin, do Instituto Carnegie, dos EUA, descobriu que a quantidade de matéria visível nas galáxias não chegava nem perto da necessária para produzir essa gravidade. Uma explicação proposta foi a existência de uma esquisitíssima e invisível “matéria escura”. Partículas chamadas neutrinos contariam como “matéria escura”, mas seriam apenas parte dela. O resto, especula-se sobre o que possa ser. Por mais que os cientistas ajeitem a conta, faltam uns bons 30% de matéria nas galáxias. Ou estão erradas nossas idéias sobre como funcionam a gravitação e a aceleração em escala galáctica. Essa é a proposta da teoria Mond, sigla em inglês para dinâmica newtoniana modificada. Seu autor, o israelense Mordechai Milgron, acha mais razoável esquecermos a tal “matéria escura” e revermos as leis de Newton.

8852 -Astronomia-De ☻lho no Hubble


telescópio hubble

Para publicar todas as fotos batidas por tal telescópio, seriam precisos quase 2 milhões de edições de uma revista.
Como prolongar a vida útil de um telescópio sem enviar astronautas para consertá-lo? É o que os engenheiros da Nasa se perguntam atualmente. Desde o acidente com o ônibus espacial Columbia as viagens tripuladas para o Hubble estão vetadas. E o futuro do telescópio é incerto.
• Sem ajustes, é impossível manter o Hubble em órbita. As baterias do telescópio acabarão em breve. Se até lá não for desenvolvido um substituto para o trabalho dos astronautas, o Hubble irá despencar em alguma parte da Terra – sem comando, não será possível nem mesmo dirigi-lo para o oceano.
• As mais de 14 mil formações observadas pelo Hubble revolucionaram o que sabemos sobre o Universo. Há quem dê ao telescópio importância maior que os trabalhos de Galileu. Mas falta muito a descobrir: a Omega Centauri é tão grande que tem apenas um pequeno pedaço no campo de visão do Hubble.
Orbitando a 600 km da Terra, o Hubble tira fotos imunes às distorções provocadas pela atmosfera. São as imagens mais nítidas que o homem já viu do espaço. Graças a essa resolução astrônomos conseguem analisar formações como os glóbulos de Thackeray, que estão constantemente em choque.
• 130 milhões de vezes a distância que a luz percorre num ano. É esse o endereço da galáxia NGC 4650A. Achou longe? Pois isso é pouco para o Hubble, que captou fotos a 12,6 bilhões de anos-luz da Terra. Ou seja, o telescópio flagrou imagens quase tão antigas quanto o Universo, um vovô de 13 a 14 bilhões de anos.
• Um exemplo da importância científica do Hubble: antigamente, acreditava-se que galáxias eram estáveis e pouco dinâmicas. Nesta imagem, duas delas aparecem interagindo. O Hubble nos fez entender que galáxias são como pessoas: normais à primeira vista, mas surpreendentes e estranhas à medida que nos aproximamos.
• Desde o lançamento, em 1990, astronautas faziam atualizações tecnológicas no Hubble. A foto da galáxia NGC 604 foi tirada por câmeras instaladas em 2002. Agora, a Nasa estuda a utilização de robôs para substituir o trabalho dos homens. Parece ser a última chance de manter o telescópio em funcionamento
A Hubble é capaz de absorver 118 mil vezes mais luz do que o olho humano
A Nasa estuda enviar robôs ao espaço para substituir os astronautas.

8604 – Hubble vê criação de ouro e elementos pesados após colisão de estrelas mortas


big bang
A análise de uma explosão de raios gama –fenômeno do tipo mais energético que se conhece no Universo– confirmou indício de que esse evento pode ser provocado pela colisão de dois núcleos de estrelas mortas. A descoberta, feita a partir de imagens do Telescópio Espacial Hubble, dá apoio a uma teoria sobre com surgem os elementos naturais mais pesados da tabela periódica.
Os astrônomos dizem ter observado no mês passado a fusão de duas estrelas de nêutrons –essencialmente, astros que pararam de brilhar após esgotarem seu combustível de fusão nuclear. Estrelas como o Sol, quando explodem em eventos chamados supernovas, produzem apenas elementos com peso até a região do ferro (com número atômico 26). Cientistas ainda debatiam como elementos tais quais o ouro (número atômico 47) surgiriam no Universo.
Ao analisar a explosão de raios gama catalogada com a sigla GRB 130603B, Edo Berger e dois de seus colegas do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, de Boston, viram algo atípico. Nos momentos que se seguiram à explosão, ocorrida 3,9 bilhões de anos-luz de distância da Terra, a região onde o evento ocorreu passou a emitir um tipo de luz infravermelha associada ao decaimento de átomos radiativos. O espectro daquela luminosidade era o de núcleos dos elementos pesados emitindo nêutrons e revelando sua presença.

“Estimamos que a quantidade de ouro produzida e espalhada pelo encontro das estrelas seja dez vezes maior que a massa da Lua”, disse Berger em comunicado à imprensa.
A descoberta foi feita graças à precisão do Hubble, que foi apontado para a região da explosão nove dias após o evento. A emissão de raios gama, em si, durou apenas 0,2 segundo, e não pode ser detectada por telescópios ópticos –havia sido captada por satélites de pesquisa. Com a observação do Hubble, porém, ficou claro para os cientistas que devia se tratar de um evento como a colisão de estrelas de nêutrons, pois o padrão de emissão de luz visível e infravermelha estava de acordo com simulações feitas em computador.

7131 – Astronomia – Monstro Cósmico


O Telescópio Espacial Hubble obteve a mais reveladora imagem já feita de um buraco negro, objeto cósmico tão denso que, a partir de certa distância, nada escapa à sua gravidade, nem mesmo a luz. Invisíveis em si mesmos, os buracos negros podem ser denunciados por sua própria força. É o que se vê no coração da galáxia M87, onde o Hubble flagrou um foco de gás e poeira que parece conter a incrível massa de 2,6 bilhões de sóis. As imagens têm sabor histórico, já que a galáxia M87, desde 1978, tornou-se uma das primeiras evidências de que os buracos negros realmente existem. Um dos sinais disso é o imenso jato de matéria que espirra do núcleo da galáxia. Importante, porém, é a tremenda concentração e velocidade das estrelas na direção do núcleo — possivelmente arrastadas pelo monstro cósmico. Foi isso que o Hubble permitiu avaliar ao ampliar uma região relativamente pequena e confirmar observações anteriores da M87, bem próxima, em termos astronômicos. Ela se situa na direção da Constelação de Virgem e dista 70 milhões de anos-luz (um ano-luz mede 9,5 trilhões de quilômetros). Foi a primeira vez que se teve evidência de um buraco negro influenciando toda a estrutura de uma galáxia.

6326 – Telescópio Hubble descobre nova lua ao redor de Plutão


O telescópio espacial Hubble descobriu uma quinta lua que orbita ao redor de Plutão, anunciou a Nasa recentemente.
Nomeada P5, a quinta lua conhecida de Plutão tem forma irregular e dimensão de 10 a 25 km com uma órbita circular de aproximadamente 93 mil km ao redor do astro.
Os cientistas ficaram surpresos com a complexidade do sistema de um planeta anão e gelado como Plutão, com órbitas “cuidadosamente dispostas, um pouco como se fossem bonecas russas”.
A teoria que prevalece é que as cinco luas de Plutão seriam resultado de um impacto entre o planeta anão e um corpo celeste do cinturão de Kuiper há bilhões de anos.
A descoberta permitirá um melhor uso dos instrumentos da sonda New Horizons quando ela passar pelo sistema de satélites de Plutão em 2015. O achado também sinaliza que pode haver uma nuvem de pequenas partículas orbitando Plutão, o que poderia pôr em perigo a missão da New Horizons, que a Nasa lançou em 2006.

6181 – Astronomia – Um anel desvia a Lua do bom caminho


Tal descoberta foi feita pelo telescópio espacial Hubble; Prometeu, um dos satélites de Saturno, está atrasado em sua viagem em torno do planeta. Como se estivesse mais lento que o normal, não completou a órbita no tempo previsto:
Ao ser fotografado, só tinha feito 82% do percurso.Os astrônomos explicaram que em 1994 ele deve ter se enfiado no núcleo do anel F, onde há uma grande concentração de partículas de poeira de até alguns centímetros de diâmetro. O choque com os grãos é suficiente para brecar o satélite. Os cientistas concluíram que a trombada acontece a cada 19 anos.

6062 – Colisão entre Via Láctea e Andrômeda mudará Sol do lugar


Folha Ciência

Colisão entre Via Láctea e Andrômeda mudará Sol do lugar
Os astrônomos da Nasa (agência espacial dos Estados Unidos) anunciaram que agora podem prever com mais precisão um dos maiores eventos cósmicos do futuro, a colisão da Via Láctea –onde vivemos– e uma galáxia vizinha, Andrômeda.
Os cálculos da Nasa se tornaram mais precisos graças ao telescópio espacial Hubble, que dimensionou a velocidade com que Andrômeda, também conhecida como M31, tem se movido.
Os astrônomos da Nasa (agência espacial dos Estados Unidos) anunciaram que agora podem prever com mais precisão um dos maiores eventos cósmicos do futuro, a colisão da Via Láctea –onde vivemos– e uma galáxia vizinha, Andrômeda.

Segundo as novas contas, embora Andrômeda esteja se aproximando muito mais rápido –463 mil quilômetros por hora ou o mesmo que uma viagem da Terra até a Lua em uma hora–, a colisão deve ocorrer somente daqui a 4 bilhões de anos –e não 2 bilhões.
A Terra e o sistema solar não correm o risco de serem destruídos, porém, o Sol será “empurrado” de sua posição para uma outra nova e a Via Láctea deve provavelmente perder sua forma achatada de panqueca.

A aproximação das galáxias ocorre devido à ação da gravidade das duas e da matéria escura que as rodeiam. Hoje, a Andrômeda se encontra a 2,5 milhões de anos-luz da Via Láctea.
“Depois de aproximadamente um século de especulações sobre o futuro de Andrômeda e da nossa Via Láctea, nós finalmente temos uma melhor visão de como esses eventos ocorrerão nos próximos bilhões de anos”, disse o pesquisador Sangmo Tony Sohn, do STCsci (Instituto Científico de Telescópio Internacional), que fica em Baltimore, nos Estados Unidos.
As observações do Hubble indicam que as duas galáxias vão colidir, mas não vai acontecer o mesmo com as as estrelas mais distantes das duas. Neste último caso, elas vão ser “jogadas” para diferentes órbitas ao redor do novo centro galáctico que será formado.
Para tornar as coisas mais complicadas, uma galáxia menor, a M33, participará da colisão como ator secundário. As chances são pequenas, mas a M33 pode, inclusive, “bater” na Via Láctea primeiro.

Veja como seria a colisão das 2 galáxias vizinhas

5677 – Europa tem atmosfera de oxigênio


O 4 maior satélite de Júpiter, Europa, é envolvido por uma tênue camada de oxigênio, coisa raríssimano Sistema Solar. A atmosfera foi detectada por astrônomos americanos através do Hubble. O oxigênio pode ter sido arrancado do solo de Europa, que é coberto de gelo. Isso porque Júpiter lançaao espaço um jato de poeira e partículas. Ao se chocar com Europa, tais partículas quebram as moléculas de gelo e liberam oxigênio e hidrogênio.
Apesar do oxigênio, a vida está descartada. Com uma temperatura de -145°C isso é impossível.

Um pouco +

Júpiter possui 66 satélites confirmados, o maior número “seguro” de satélites entre os oito planetas do Sistema Solar.
Os quatro satélites mais massivos, os satélites de Galileu, foram descobertos em 1610 por Galileu Galilei, e foram os primeiros objetos descobertos pela humanidade em órbita de outro corpo que não a Terra ou o Sol. Desde o final do século XX, vários satélites menores foram descobertos, todos recebendo nomes de amantes, conquistas ou filhas do Deus romano Júpiter, ou do equivalente grego, Zeus. Os quatro satélites de Galileu são facilmente os maiores satélites em órbita do planeta, com os outros 62 satélites, mais os anéis de Júpiter, sendo responsáveis por apenas 0,003% da massa em torno do planeta.
Oito dos satélites de Júpiter são regulares, com órbitas prógradas e quase circulares, de baixa inclinação em respeito ao plano equatorial de Júpiter. Os satélites de Galileu estão em equilíbrio hidrostático, e seriam considerados planetas anões se estivessem em órbita em torno do Sol. Os outros quatro satélites regulares são muito menores e mais próximos do planeta, e servem como fonte de poeira dos anéis jupiterianos.
Os outros satélites de Júpiter são “irregulares”, cujas órbitas, prógradas ou retrógradas, estão significantemente mais longe do planeta, e possuem maiores inclinações e excentricidades orbitais. Estes satélites eram provavelmente corpos menores que foram capturados pelo planeta. Outros 13 satélites recentemente descobertos que nao foram nomeados, mais um 14o, cuja órbita não foi ainda estabelecida.
Acredita-se que os satélites regulares de Júpiter tenham sido formados através de um disco circumplanetário, este sendo um disco de gás e poeira em acreção, um processo análogo ao de um disco protoplanetário. Os satélites podem ser os remanescentes de um número de satélites similares que formaram-se no início da história do planeta

3433 – Telescópio: A um passo da eternidade


Hubble vasculha o espaço

Telescópio mais famoso de todos os tempos, o Hubble pode estar próximo de encerrar a carreira de paparazzo do Universo
• Como prolongar a vida útil de um telescópio sem enviar astronautas para consertá-lo? É o que os engenheiros da Nasa se perguntam atualmente. Desde o acidente com o ônibus espacial Columbia as viagens tripuladas para o Hubble estão vetadas. E o futuro do telescópio é incerto
• Sem ajustes, é impossível manter o Hubble em órbita. As baterias do telescópio duram até 2007 ou 2008. Se até lá não for desenvolvido um substituto para o trabalho dos astronautas, o Hubble irá despencar em alguma parte da Terra – sem comando, não será possível nem mesmo dirigi-lo para o oceano
• As mais de 14 mil formações observadas pelo Hubble revolucionaram o que sabemos sobre o Universo. Há quem dê ao telescópio importância maior que os trabalhos de Galileu. Mas falta muito a descobrir: a Omega Centauri (foto) é tão grande que tem apenas um pequeno pedaço no campo de visão do Hubble
• Orbitando a 600 km da Terra, o Hubble tira fotos imunes às distorções provocadas pela atmosfera. São as imagens mais nítidas que o homem já viu do espaço. Graças a essa resolução astrônomos conseguem analisar formações como os glóbulos de Thackeray, que estão constantemente em choque
• 130 milhões de vezes a distância que a luz percorre num ano. É esse o endereço da galáxia NGC 4650A. Achou longe? Pois isso é pouco para o Hubble, que captou fotos a 12,6 bilhões de anos-luz da Terra. Ou seja, o telescópio flagrou imagens quase tão antigas quanto o Universo, um vovô de 13 a 14 bilhões de anos
• Para chegar a imagens coloridas, como essa da galáxia Hoag, filtros são aplicados às fotos enviadas pelo Hubble em branco-e-preto. Assim é possível reproduzir as colorações naturais, capazes de distinguir calor, radiação e gases – algo que o olho humano não faz
• O segredo do Hubble não é aumentar o tamanho das coisas, mas deixá-las mais claras. Comparado com o olho humano, o telescópio absorve 118 mil vezes mais luminosidade. Para tirar uma foto, ele é capaz de passar semanas focalizando e recebendo luz de um único ponto
• Um exemplo da importância científica do Hubble: antigamente, acreditava-se que galáxias eram estáveis e pouco dinâmicas. Nesta imagem, duas delas aparecem interagindo. O Hubble nos fez entender que galáxias são como pessoas: normais à primeira vista, mas surpreendentes e estranhas à medida que nos aproximamos
• Desde o lançamento, em 1990, astronautas faziam atualizações tecnológicas no Hubble. A foto da galáxia NGC 604 foi tirada por câmeras instaladas em 2002. Agora, a Nasa estuda a utilização de robôs para substituir o trabalho dos homens. Parece ser a última chance de manter o telescópio em funcionamento
A Hubble é capaz de absorver 118 mil vezes mais luz do que o olho humano
A Nasa estuda enviar robôs ao espaço para substituir os astronautas