9680 – Medicina – O que é Catalepsia?


É um distúrbio que impede o doente de se movimentar, apesar de continuarem funcionando os sentidos e as funções vitais (só um pouco desaceleradas). “A pessoa fica parecendo uma estátua de cera. Se ela estiver sentada e alguém posicionar seu braço para cima, ela permanecerá assim enquanto durar o surto”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O ataque cataléptico pode durar de minutos a alguns dias e o que mais aflige quem sofre da doença é ver e ouvir tudo o que acontece em volta, sem poder reagir fisicamente. As causas, porém, ainda são um mistério, apesar de não faltarem hipóteses e especulações. “A origem do problema pode ser tanto externa – como um traumatismo craniano – , quanto congênita – má formação em alguma região cerebral”, diz um neurologista do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Já o psiquiatra Marcio Versiani, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), afirma que se trata de “uma manifestação de esquizofrenia ou histeria, no segundo caso geralmente ligada a choques emocionais. Além disso, ocorre em pacientes com distúrbios do sono e pode, ainda, ser um tipo de manifestação de epilepsia, em que a pessoa fica imóvel em vez de ter convulsões”. Todo mundo já ouviu lendas tenebrosas sobre pessoas que teriam sido dadas como mortas e enterradas vivas durante um surto de catalepsia, mas isso é altamente improvável. “Se, de fato, ocorreu algo parecido, só pode ter sido em um passado muito remoto. Hoje em dia existem exames e equipamentos que confirmam o óbito sem margem de dúvida.

8124 – Mega Mitos – Gatos transmitem asma?


O gato leva essa fama sem merecer. A asma é uma doença alérgica e portanto não é transmitida por nenhum ser vivo, seja vírus, bactéria ou gato. Mas, como a alergia é disparada por um fator externo, o pelo do gato ou mesmo de outros animais pode ser irritante. Ao respirar, o asmático inala microfibrilas que fazem parte do pelo. O organismo, ao perceber a presença de um agente estranho, liga o sistema imunológico. As células de defesa do organismo lançam um ataque ao corpo intruso. Esse ataque é sempre muito mais forte do que a ameaça realmente oferecida. É isso que caracteriza uma reação alérgica. O resultado é a produção de várias substâncias que irritam os brônquios, provocando a asma.
A reação pode ser disparada também por outros agentes como poeira e perfumes. “Mas isso tudo só vai ocorrer se o doente já sofrer de asma”, afirma um pneumologista do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Do contrário, o gato ou qualquer outro animal de pêlo não oferecem nenhum risco.

7821 – Robôs a serviço da medicina


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Problemas cardíacos, cerebrais e urológicos são tratados com ajuda de braços robóticos, que levam câmeras e instrumentos para dentro do paciente.
Operar com precisão a retirada de tumores em uma região de difícil acesso e liderar, em número, as cirurgias para retirada da próstata nos Estados Unidos (mais de 80% dos procedimentos) são alguns dos destaques do doutor “Da Vinci”. Com quatro braços e possibilidade de realizar cirurgia com mais de um instrumento, por meio de incisões de poucos milímetros, o robô é hoje a tecnologia mais avançada existente no Brasil, importada da empresa Intuitive Surgical, dos Estados Unidos, fabricante mundial do produto.
No Brasil, desde 2008 o Da Vinci pode ser visto em ação em três hospitais privados de São Paulo (Hospital Albert Einstein, Hospital Sírio Libanês e Hospital Alemão Oswaldo Cruz). Até hoje já foram cerca de 200 procedimentos com o equipamento em cada hospital. No segundo semestre, Curitiba deverá ter o seu primeiro Da Vinci, adquirido pelo Hospital Erasto Gaertner.
O robô não opera sozinho: é guiado por um cirurgião (sentado em um console) e acompanhado por mais dois médicos e um anestesista. O equipamento permite uma visão ampliada em 15 vezes e com imagens em três dimensões do local da cirurgia. “O equipamento foi criado para operar durante a Guerra do Golfo, ocorrida em 1990. Mas, como o sistema é frágil, não elimina a presença do cirurgião. Sem utilidade para a guerra, os Estados Unidos aperfeiçoaram e começaram a utilizar o robô na mesma década”, explica o coordenador do Centro de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica do Hospital Israelita Albert Einstein, Robinson Poffo.
A tecnologia une o comando robótico à laparoscopia, um procedimento minimamente invasivo. São feitas incisões de oito milímetros para introduzir os “braços” do Da Vinci e para levar uma microcâmera e instrumentos como bisturi, tesoura, afastador e pinça (que varia de tamanho) ao local da cirurgia. O instrumento é introduzido por meio de um tubo, chamado “trocar”. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE), Maurício Simões Abrão, nas cirurgias para endometriose, com o uso do robô a tendência é fazer apenas uma incisão (de cerca de 20 milímetros) para introdução dos instrumentos.
Procedimentos feitos por meio de orifícios naturais do corpo – chamado de notes –, também são possíveis com o Da Vinci, e são ainda menos invasivos que a laparoscopia. “Uma cirurgia de retirada de vesícula pela vagina, por exemplo, não causa dor pós-operatória e deixa o paciente pronto para fazer atividades físicas em poucos dias”, diz o cirurgião e professor adjunto da Universidade de Strasburgo (França), Ricardo Zorron. Em 2003, o médico realizou estudo em hospitais públicos do Rio de Janeiro como parte de sua especialização em robótica na Universidade de Humboldt (Ale­manha). Foram feitas 30 cirurgias para retirada de vesícula utilizando robótica, com equipamento emprestado do exterior.
Nos Estados Unidos, o robô sai por US$ 3 milhões; no Brasil, pelo triplo do valor. A manutenção e as pinças utilizadas também não são baratas. Planos de saúde não costumam fazer a cobertura deste tipo de intervenção também. Mesmo assim, apesar do alto custo, tanto para o hospital , quanto para quem é operado, o custo-funcionalidade compensa na maior parte dos procedimentos. Ou seja: o paciente se recupera mais rápido, gasta menos com internação, remédios e diminui a chance de ter infecção hospitalar. “Uma cirurgia para retirada de um tumor no cérebro, que antes levava quase quatro horas e eram necessários cortes na mandíbula e pescoço, hoje é feita em 40 minutos, e com tempo de internação de apenas dois dias”, diz o gerente médico do Centro Cirúrgico do Hospital Sírio-Libanês e cirurgião de cabeça e pescoço do Hospital das Clínicas de São Paulo.

7185 – Medicina – O Aneurisma Intracraniano


É uma dilatação que ocorre em alguma artéria do cérebro em função do enfraquecimento das paredes. O risco e a ruptura e a consequente hemorragia.
Trata-se de uma ocorrência grave, fatal para quase a metade dos pacientes. Com novos exames têm aumentado o numero de pessoas que descobrem por acaso ter aneurisma intracraniano. Estima-se que entre 2 e 3% da população tenha auneurisma, no entanto, a maioria vai conviver com ele e morrer de outras causas. Uma pequena parcela vai ter que se submeter a uma cirurgia de cateterismo cerebral. Tal cirurgia envolve riscos, por isso, a opção deve ser criteriosa. O procedimento convencional consiste em uma pequena abertura no cranio para a colocação de um clipe que fecha o aneurisma. Outra técnica é introduzir um cateter na arteria femoral e a colocação de uma pequena mola para obstruir o aneurisma. Nao requer a abertura do crânio, mas envolve riscos.

Hospital Albert Einstein

6899 – Saúde – Médicos de São Paulo devem incluir atividade física na prescrição médica


Um programa norte-americano que treina os médicos para que eles recomendem e prescrevam exercícios físicos a seus pacientes será lançado nesta quarta no Brasil.
O projeto “Exercise is Medicine” foi criado em 2007 pelo American College of Sports Medicine e pela American Medical Association e visa capacitar profissionais da área da saúde para a adição da atividade física aos tratamentos convencionais.
“Queremos que os profissionais entendam os benefícios da atividade física. A maioria ainda tem receio, acha que o paciente pode quebrar algo, ter um infarto, mas ele tem muito a ganhar com a inserção da atividade moderada no dia a dia”, diz Sandra Mahecha Matsudo, médica e diretora-geral do Celafiscs (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul).

O centro é parceiro do American College of Sports Medicine há anos e foi o escolhido para liderar o “Exercise is Medicine” no Brasil.
A ideia é que o médico aprenda a prescrever a atividade física para o paciente, de acordo com sua condição, e o indique para um profissional de educação física.
O programa americano tem “prescrições” de exercícios para diferentes doenças, como câncer, alzheimer, hipertensão e esclerose múltipla.
O projeto começará em São Paulo, numa parceria do Celafiscs com a Secretaria de Estado da Saúde e o apoio da Associação Médica Brasileira e da Associação Paulista de Medicina.
Nesta semana, 150 profissionais receberão treinamento, incluindo médicos, enfermeiros, educadores físicos e fisioterapeutas de 14 instituições –entre elas, Hospital das Clínicas da USP, hospital Albert Einstein, Instituto do Câncer do Estado de São Paulo e as sociedades brasileiras de diabetes e cardiologia.
O programa deve ter seu acesso ampliado para o Estado por meio de uma rede virtual de capacitação. No futuro, haverá também uma discussão com o Ministério da Saúde sobre como levar o curso para todo o país.

6821 – Mega Personalidades – A Morte de Hebe Camargo


Hebe piorou muito do câncer há uma semana e preferiu ficar em casa
A morte da apresentadora Hebe Camargo ocorreu depois de ela ter piorado muito há uma semana de um câncer, descoberto em 2010. Ela preferiu ficar em casa em vez de enfrentar mais uma internação, segundo o oncologista Sérgio Simon, um dos médicos que a acompanhava.
O tumor piorou muito nos últimos três meses. Ela não conseguia mais se alimentar, estava vivendo à base de soro. Há uma semana ficou pior, o rim estava parando. Foi uma opção dela e da família ficar em casa.
Hebe morreu em sua casa de uma parada cardíaca que ocorreu por causa das complicações de um tumor no peritônio (membrana que envolve os órgãos digestivos) que estava obstruindo o intestino.
Ele afirma que, nas cirurgias pelas quais Hebe passou, não foi possível retirar todo o tumor. Como a apresentadora não respondia mais à quimioterapia, o tratamento foi suspenso pelos médicos.
O cirurgião oncológico e diretor do núcleo de tumores colorretais do A.C. Camargo Samuel Aguiar Júnior, que não integrava a equipe de médicos de Hebe, afirma que é comum que, em pacientes de idade avançada como Hebe, nem todos os tumores sejam removidos para evitar uma cirurgia de grande porte.
Aguiar Júnior disse ainda que, em uma pessoa com a idade de Hebe, com um tumor avançado e um histórico recente de cirurgias e tratamentos, um problema cardiovascular é esperado.
Hebe foi internada em janeiro de 2010 para remover nódulos do peritônio (membrana que envolve os órgãos digestivos). Ela também fez tratamento com químio.
Em março deste ano (2012), ela voltou ao hospital Albert Einstein para fazer uma cirurgia de emergência, já que o mesmo tumor estava obstruindo o intestino. A quimioterapia foi recomendada, mas a apresentadora não respondia mais ao tratamento.
Poucos meses depois, em junho, Hebe teve que ser operada novamente, dessa vez para a retirada da vesícula.

Trechos da última entrevista
“Quero mais é trabalhar, viver, viajar, ver meus amigos”, disse ela ao jornal Folha de São Paulo. “Não sinto ter a idade que tenho. Sinto ter 52, 53 anos”, brinca, gargalhando. “Tenho meu público fiel, que não me abandona. Tenho as pessoas queridas que sempre me cercam. Para que vou querer ficar quietinha no meu canto?”
Hebe retornou ao trabalho na emissora após enfrentar a segunda rodada de uma luta contra o câncer.
Em 11 de março, foi internada no hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde passou por uma cirurgia para a remoção de um tumor que causava obstrução intestinal.
Hebe teve um câncer no peritônio, membrana que envolve o aparelho digestivo, detectado no início de 2010.
A apresentadora teve alta no dia 22 de março e ficou descansando em casa até se restabelecer por completo.
“Recebi tanto carinho, tantas flores e telefonemas…”, conta ela. “O pessoal da Record foi muito carinhoso comigo, parecia que eu era funcionária deles.”
Mas ela não pensava em trocar de emissora. Estava contente na RedeTV!, onde dizia ser tratada como rainha.
“Estou muito feliz lá. O duro é que andaram vendendo muitos horários para os pastores, isso atrapalha a audiência”, comentou.
“Ai, eu falo demais, né? Mas sempre fui assim, viu? Não é coisa da idade, não.”

Roberto Carlos nos funerais de Hebe

Funerais
O corpo de Hebe Camargo, morta no sábado (29-09-2012), foi enterrado no cemitério Gethsemani, no Morumbi, sob aplausos de amigos, familiares e admiradores.
Havia cerca de 600 pessoas no local, muitas com rosas colombianas de cor vermelha, as preferidas da apresentadora, além de quase uma centena de coroas de flores. Pétalas foram jogadas em cima do caixão.
Durante o enterro, admiradores cantavam “Como É Grande o meu Amor por Você”. Também eram ouvidos gritos de “Hebe maravilhosa” e “Hebe gracinha”.
O filho da apresentadora, Marcelo, não foi visto nas primeiras fila durante a cerimônia.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse algumas palavras antes do sepultamento. Diversas personalidades acompanharam a cerimônia, entre elas Luciana Gimenez, Serginho Groisman, Maria Paula, Ticiane Pinheiro e Mônica Serra.
O caixão com a apresentadora estava coberto por uma bandeira do Brasil e saiu em um carro dos Bombeiros por volta de 10h do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de São Paulo, onde o corpo foi velado. De acordo com a assessoria do palácio, 8.000 pessoas passaram pelo velório.

Um Pouco +
Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani, mais conhecida como Hebe Camargo ou simplesmente Hebe (Taubaté, 8 de março de 1929 — São Paulo, 29 de setembro de 2012) foi uma apresentadora de televisão, atriz, humorísta e cantora brasileira, tida como a “rainha da televisão brasileira”. Ravagnani é seu sobrenome de casada. Morreu no dia 29 de setembro de 2012 por uma parada cardíaca em São Paulo.
Nascida em Taubaté, filha de Esther Magalhães Camargo e Segesfredo Monteiro Camargo, Hebe teve uma infância humilde. Na década de 1940, formou, com sua irmã Stella Monteiro de Camargo Reis, a dupla caipira “Rosalinda e Florisbela”. Seguiu na carreira de cantora com apresentações de sambas e boleros em boates, quando abandonou a carreira musical para se dedicar mais ao rádio e à televisão.
Hebe ajudou o grupo que foi ao porto da cidade de Santos pegar os equipamentos para dar início a primeira rede de televisão brasileira, a Rede Tupi. Foi convidada por Assis Chateaubriand para participar da primeira transmissão ao vivo da televisão brasileira, no bairro do Sumaré, na cidade de São Paulo, em 1950. No primeiro dia de transmissões da Rede Tupi, Hebe Camargo viria a cantar no início do TV na Taba (que representava o início das trasmissões) o “Hino da Televisão”, mas teve que faltar ao evento e sendo substituída por Lolita Rodrigues.
O programa Rancho Alegre (1950) foi um dos primeiros programas em que Hebe participou na TV Tupi de São Paulo: sentada em um balanço de parquinho infantil Hebe fez um dueto com o cantor Ivon Curi. Tal apresentação está gravada em filme e é considerada uma relíquia da televisão brasileira, uma vez que o videotape ainda não existia e na época não se guardava a programação em acervos, como atualmente.
Em 1955 Hebe deu início ao primeiro programa feminino da TV brasileira, O Mundo é das Mulheres, onde chegou a apresentar cinco programas por semana. Em 1957, Hebe, originalmente com os cabelos escuros passou a se apresentar com os cabelos tingidos de louro, os quais tornaram-se uma de suas marcas registradas. Em 1964 a apresentadora abandonou o programa para casar-se com o empresário Décio Cupuano, união da qual nasceu Marcello.
Em 1960 é contratada pela TV Continental para apresentar Hebe Comanda o Espetáculo, cuja edição especial em 1961 é lançada em disco.
Em 10 de abril de 1966, vai ao ar pela primeira vez o seu programa dominical homônimo Hebe Camargo, acompanhada do músico Caçulinha e seu regional TV Record; o programa a consagrou como entrevistadora e a tornou líder absoluta de audiência da época.
Durante a Jovem Guarda muitas personalidades e novos talentos passaram pelo “sofá da Hebe”, no qual eram entrevistados em um papo descontraído. Seus temas preferidos na época eram separações, erotismo, fofoca e macumba.
Logo depois, a apresentadora Cidinha Campos veio ajudá-la nas entrevistas. Hebe também arranjava tempo para o seu programa diário na Jovem Pan – Rádio Panamericana.
Hebe passou por quase todas as emissoras de TV do Brasil, entre elas a Record e a Bandeirantes, nas décadas de 1970 e 1980. Na Bandeirantes, ficou até 1985, quando foi contratada pelo SBT.
Em 1986, Hebe foi para o SBT, onde apresentou três programas: Hebe, no ar até 2010, Hebe por Elas e Fora do Ar, além de participar do Teleton e em especiais humorísticos, como um quadro do espetáculo da entrega do Troféu Roquette Pinto, Romeu e Julieta, em que contracenou com Ronald Golias e Nair Bello, já falecidos, artistas que foram grandes amigos da apresentadora.
O programa Hebe entrou no ar em 4 de março de 1986. Entre 1986 e 1993, o programa foi ao ar nas terças-feiras. Em 1993, migrou para as tardes de domingo. No ano seguinte, foi para a segunda. Durante um período, foi exibido aos sábados. A apresentadora recebe convidados para pequenos debates e apresentações musicais: todos se sentam em um confortável sofá, que é quase uma instituição da televisão brasileira.
Em 1995, a gravadora EMI lançou um CD com os maiores sucessos de Hebe. Em 1999 voltou a lançar um CD. Em 22 de abril de 2006 comemorou o 1 000º programa pelo SBT.

Doença
Em 8 de janeiro de 2010, Hebe foi internada no hospital Albert Einstein, na Cidade de São Paulo. Informações preliminares adiantavam que ela passaria por uma cirurgia para a retirada de um tumor no estômago. Um boletim emitido posteriormente pelo hospital divulgou que Hebe foi submetida a uma laparoscopia diagnóstica, que encontrou nódulos, atestando ser um tipo raro e de difícil tratamento do câncer no peritônio. O resultado da análise confirmou a existência de um tumor primário na região. Em junho de 2012, Hebe foi internada para ser submetida a uma cirurgia de retirada da vesícula biliar.
Dois dias antes de anunciar a saída do SBT, no dia 11 de dezembro, Hebe, com permissão do SBT, gravou com o apresentador Fausto Silva o Domingão do Faustão, da Rede Globo, onde recebeu uma homenagem (este programa foi ao ar no dia 26 de dezembro de 2010). Após sua saída do SBT, ela assinou contrato com a RedeTV! em 15 de dezembro de 2010 para receber 500 mil reais por mês mais 50% de todos os merchandisings.
A confirmação da rescisão do contrato com a RedeTV! saiu em 17 de setembro. A última exibição do programa Hebe na RedeTV! ocorreu no dia 25 de setembro de 2012 em uma edição especial de despedida da emissora.
Hebe morreu em 29 de setembro de 2012, em São Paulo aos 83 anos após sofrer uma parada cardíaca de madrugada, enquanto dormia.

“Eu queria dizer que Silvio Santos é um ‘pai’ que respeita seus empregados. Jamais atrasou os pagamentos um dia sequer, é um grande empresário.”

5045 – Falso Milagre – Aparelhos de eletroestimulação não funcionam


O efeito é mínimo e só faz sentido no tratamento de músculos deficientes, em clínicas de fisioterapia, afirmou um especialista do Hospital Albert Einstein. No caso de uma pessoa saudável, mas de vida sedentária, as contrações aplicadas nos músculos os deixam um pouco mais tonificados após algumas sessões, mas é só. A partir daí, só o esforço físico poderá desenvolvê-los. Para a perda de peso, de nada adianta. Fabricantes de tais aparelhos são alvo de ações nos EUA, sob a acusação de propaganda enganosa. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária está de olho.
Não se iluda com as curvas da Feiticeira. Não existe tecnologia capaz de deixar ninguém sarado sem malhar.

4995 – Por que damos risada quando alguém nos faz cócegas?


Nem todo mundo ri. A sensação provocada pela cócega geralmente é prazerosa, principalmente para as crianças, que a associam a uma brincadeira. Por isso, o mais comum é rir ao senti-las. Mas, muitas vezes, trata-se de um riso sem controle, um reflexo disparado pelo cérebro em resposta a um estímulo externo. Regiões como axilas e sola dos pés têm mais sensores de tato e pressão, por isso são estimuladas mais facilmente.
Muitas vezes a risada pode também ser disparada pelo nervosismo do sujeito, que não acha tanta graça assim nas apalpadinhas. “Nesses casos o riso é curto e logo o indivíduo tenta se livrar”, diz o neurologista Saul Cypel, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Então, os risos se transformam em gritos ou mesmo numa reação mais violenta, como um tabefe no engraçadinho provocador. “Isso é mais comum em adultos, que já tiveram mais tempo de acumular experiências ruins, do que em crianças”.