13.188 – Veterinária – Gatos: Por que tanto barulho no acasalamento?


gatos-acasalamento_01
As gatas começam a miar em alto volume já quando entram no cio para chamar atenção dos machos.Mas, essa gritaria toda tem um motivo. Alguns gatos que não foram castrados possuem o órgão genital espinhoso e isso acaba fazendo com que a gata sinta muita dor.
A função desses espinhos ainda não é muito clara, mas pensa-se que sirvam para estimular a ovulação de suas parceiras.Portanto, os espinhos podem desempenhar um papel importante na fecundação e reprodução desses animais. Quando acontece de um gato ser castrado ainda muito jovem os espinhos não se desenvolvem completamente, pois eles se formam a partir de estímulos hormonais.

12.197 – As 10 raças de gatos mais populares no mundo


racas-de-gatos-mais-populares
Persa
Coloração: diversas cores de pelo, sendo as mais tradicionais o preto, vermelho (ruivo), azul, creme e escama, com variações de bicolores e tricolores.
Expectativa de vida: de 15 a 20 anos.
Olhos: grandes e brilhantes.
Nível de energia: baixo.
Pelagem: comprida e grossa.
Qualidades principais: sociabilidade e gentileza.
Tamanho/Peso: porte médio a grande, com 3,5 a 6 kg.
Preço: média de $900, mas filhotes Persas variam de $400 a $2.000.
Apesar de ser um gato muito dócil, o Persa tem instinto caçador, assim, e não se espante se ele aparecer com alguma ave em casa.
Seu miado é baixo e ele se apega muito ao dono: é uma ótima companhia para apartamentos. Como odeia solidão, precisa sempre de alguém por perto, sendo bom até mesmo ter mais de um Persa para que não se sintam sozinhos.
Por ser uma raça querida e popular, é importante comprar em um gatil de confiança para garantir a linhagem, já que a variação grande de preços do gato Persa pode relacionar-se a misturas indesejadas da raça.

Maine Coon
Coloração: o marrom predomina, mas diversas cores são possíveis, menos chocolate, lavanda, pontilhado e o padrão Siamês.
Expectativa de vida: de 12 a 15 anos;
Olhos: verdes ou dourados.
Nível de energia: baixo.
Pelagem: grande.
Qualidades principais: companheirismo e docilidade.
Tamanho/Peso: porte grande, de 5 a 7 kg (fêmeas) e de 7 a 11,5 kg (machos).
Preço: média de $1.500, e filhotes custam entre $800 e $2.500.
É uma das mais famosas raças de gatos gigantes. Teve sua origem na região do Maine e, por isso, ganhou esse nome. Ele se dá muito bem com outros animais e é muito amigo dos cachorros.
Companheirismo é uma de suas principais qualidades, mas ele gosta de dormir bastante também, não ficando sempre perto do dono.
O miado do Maine Coon é diferente e parece com um barulho de grilo, você pode estranhar no começo.
Seu pelo necessita de escovação duas vezes por semana.

Exótico
Coloração: diversas cores são possíveis, como as sólidas branco, preto, azul, chocolate, lilás, vermelho e creme, com marcações.
Expectativa de vida: de 12 a 14 anos.
Olhos: grandes e redondos.
Nível de energia: médio.
Pelagem: curta.
Qualidades principais: bom humor e afetuosidade.
Tamanho/Peso: porte médio, de 4 a 6 kg.
Preço: média de $1.900, mas filhotes custam entre $1.000 e $2.500.
Essa raça lembra bastante o Persa, então quem gosta de gatos Persas vai amar o Exótico. A semelhança não está somente na aparência, mas também no temperamento.
A diferença é que o Exótico é conhecido como um Persa de pelos curtos e também mais ativo.
A raça é bastante brincalhona e carinhosa, sendo uma ótima companhia. Para que ele possa brincar bastante, compre arranhadores de gatos, pois isso facilita para ele gastar energia.
Mesmo que os pelos sejam curtos, eles são grossos, o que exige escovação duas vezes por semana e um banho por mês.

Siamês
Coloração: lilás, chocolate e azul, misturados.
Expectativa de vida: acima de 15 anos.
Olhos: na maioria das vezes, azuis.
Nível de energia: alto.
Pelagem: fina e curta;
Qualidades principais: imprevisíbilidade e inteligência.
Tamanho/Peso: porte médio, de 2 a 5 kg.
Preço: média de $150, mas filhotes variam de $100 a $220.
Como deu para perceber, . Devido a isso, a raça também é muito famosa no Brasil.
Eles são bastante ativos e brincalhões, além de serem imprevisíveis. Para acabar com toda a energia dos Siameses, nada melhor do que ter em casa arranhadores para gatos, já que ele pode se distrair e gastar sua energia com o brinquedo.
Estão entre as raças de gatos mais inteligentes e se apegam bastante ao dono, além de serem bastante amorosos.

Abssínio
Coloração: vermelho, rosado, azul e castanho-amarelado.
Expectativa de vida: 12 a 15 anos.
Olhos: verdes, ouro, avelãs ou cobre.
Nível de energia: alto.
Pelagem: média.
Qualidades principais: bom humor e independência.
Tamanho/Peso: 4,5 a 8 kg.
Preço: varia de $1.500 a $2.000.
São inteligentes, independentes e gostam sempre de brincar. Assim, se ficarem presos em algum local, é imprescindível que tenham brinquedos e arranhadores para gatos, senão podem entrar em depressão por falta de atividade.
Adaptam-se facilmente à presença de outras pessoas e animais.
A escovação dos pelos do Abissínio deve ser feita duas vezes por semana e, devido às suas brincadeiras constantes, o corte das unhas deve ser realizado a cada três ou quatro semanas.

Ragdoll
Coloração: cinza, chocolate, marrom e azul-acinzentado em diversos tons.
Expectativa de vida: 15 a 25 anos.
Olhos: azuis.
Nível de energia: baixo.
Pelagem: longa e lisa.
Qualidades principais: docilidade e inteligência.
Tamanho/Peso: grande porte, fêmeas variam de 4 a 6 kg e machos de 7 até 10 kg.
Preço: $2.500.
Sabe quando você pega uma boneca de pano e ela fica largada em seu colo? Pois esse é o nome que leva esta raça, que “se joga em seus braços”.
Devido à sua beleza e essa característica tão interessante, o , mas se você conhecer melhor a raça, verá que vale a pena adquiri-lo.
O Ragdoll gosta de estranhos e é um dos gatos gigantes que mais gostam de ficar em casa curtindo a companhia do dono ao invés de fazer bagunça.
A escovação deve ser feita diariamente, mas o banho pode ser mensal ou a cada 15 dias.

Birmanês
Coloração: são 17 cores reconhecidas, entre elas vermelho, chocolate, lilás e creme.
Expectativa de vida: 15 a 20 anos.
Olhos: azul intenso.
Nível de energia: médio.
Pelagem: semi-longa.
Qualidades principais: afetuosidade e tranquilidade.
Tamanho/Peso: porte médio, de 3.6 kg a 5.5 kg.
Apesar do nome, sua origem é na França e nos Estados Unidos. Dedica-se a uma única pessoa, que é escolhida por ele. Tranquilo e afetuoso, não suporta solidão e pode até mesmo ficar doente devido a ela.
Seu miado é doce e seu porte é forte. Mesmo que se apegue demais a seu dono, ele não é sociável com estranhos e não se deve forçá-lo, pois pode até mesmo atacar a pessoa.
O Birmanês precisa de escovação diária e banhos quinzenais.

American Shorthair
Coloração: diversas cores, sendo as mais comuns a branca, preta, vermelha, creme e azul.
Expectativa de vida: de 15 a 18 anos.
Olhos: um com cor diferente do outro, com variações entre azul, cobre, ouro, verde e avelã.
Nível de energia: médio.
Pelagem: curta.
Qualidades principais: inteligência e bom humor.
Tamanho/Peso: porte médio, de 3,5 a 7 kg.
Preço: média de $1.800.
O American Shorthair é bem humorado e se dá muito bem com crianças. É uma das raças de felinos que se adapta mais facilmente em qualquer ambiente, explicando um pouco o porquê de fazer parte do grupo dos gatos mais populares do mundo.
É bastante inteligente e repara em tudo que está a sua volta, gostando de brincar muito. Ter arranhadores para gatos é uma ótima forma de mantê-lo feliz e ocupado.
Podem viver facilmente em apartamentos e a escovação é semanal.

Oriental
Coloração: diversas cores são admitidas.
Expectativa de vida: de 15 a 20 anos.
Olhos: médios e verdes ou azuis.
Nível de energia: alto.
Pelagem: pode ser curta ou longa.
Qualidades principais: alegria e imprevisíbilidade.
Tamanho/Peso: porte médio, 4 a 7 kg.
Preço: pode variar de $250 a $600.
Com visual exótico, o gato Oriental descende do Siamês e é bastante esguio. Costuma ter um temperamento calmo, mas pode ficar nervoso se alguma coisa não acontecer do jeito que ele esperava.
É curioso e alegre, mas imprevisível, e gosta muito de atenção. Uma escovação semanal já é suficiente para essa raça.

Sphynx
Coloração: todas são possíveis.
Expectativa de vida: média de 14 anos.
Olhos: grandes.
Nível de energia: baixo;
Pelagem: quase sem pelos, com leve penugem.
Qualidades principais: afetuosidade e inteligência.
Tamanho/Peso: porte médio, de 3 a 7 kg.
Preço: $2.500, em média, mas filhotes variam de $1.700 a $3.300.
Ele é famoso por não possuir pelos iguais aos dos demais gatos. Na realidade, ele possui uma leve penugem, que mais lembra camurça.
O Sphynx é bastante apegado ao seu dono e escolhe uma pessoa para se afeiçoar. É brincalhão, mas se desequilibra facilmente devido ao fato de não ter bigodes para orientá-lo.
Os cuidados com o animal devem ser devido à pele sensível, que não pode ser exposta diretamente ao sol, para evitar queimaduras, e deve ser limpa com lenços umedecidos para bebê.
Antes de adotar ou comprar um gato popular, lembre-se que cada raça precisa de cuidados especiais e que não importa se ele é popular ou não, deve sempre receber a sua atenção.
Agora você já pode escolher entre as 10 raças de gatos mais populares no mundo e comprar o seu bichinho.

10.397 – ☻Mega Pets – Oito alimentos perigosos para gatos


cuidado, seu tigrinho pode passar mal
cuidado, seu tigrinho pode passar mal

Muitos donos de gatos agradam seus pets com pedaços de comida humana. Mas esses petiscos podem fazer mal ao bichano. Alguns alimentos inofensivos ao homem são tóxicos aos felinos. Anemia, lesões intestinais e doenças renais são algumas das complicações causadas por comidas como cebola, leite e osso. “O gato é carnívoro e precisa basicamente de proteína em sua dieta”, diz um veterinário, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
A ração, seca ou molhada, é a melhor opção à alimentação do gato. “Comidas ingeridas por humanos dificilmente oferecem todos os aminoácidos que o gato precisa, como a taurina, essencial à saúde cardíaca do bicho”, explica Ferreira. “Mas agradar o gato de vez em quando com petiscos inofensivos, como iogurte e atum, não faz mal”, afirma o veterinário Marcio Antônio Brunetto, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP) e especialista em nutrologia de cães e gatos.
O alho e a cebola são alimentos altamente tóxicos para os gatos. “Eles têm, respectivamente, dissulfeto de alipropila e alicina, substâncias que desintegram os glóbulos vermelhos dos felinos e, assim, causam anemia”, diz o veterinário Marcio Antônio Brunetto, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/USP) e especialista em nutrologia de cães e gatos.
Ao roer ossos, gatos podem sofrer lesões nas mucosas do trato gastrintestinal, inclusive perfurações. O osso é um alimento mineral que eleva a concentração de sais mineirais, como o cálcio, na urina. “Por ser um animal de deserto, o gato bebe pouca água. Por isso, costuma ter complicações no trato urinário. A dieta rica em minerais pode piorar esse problema”.
Agradar o felino com a gordura aparada da carne não é uma boa prática. A gordura animal é altamente calórica — 1 grama tem 9 calorias — e, por isso, favorece a obesidade, problema que afeta muitos bichanos. Além disso, ela pode causar vômito e diarreia. Em excesso, leva à pancreatite, um distúrbio gastrointestinal.
Nada de uvas
“Trata-se da fruta mais perigosa para os gatos”, diz o veterinário Wagner Luis Ferreira, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Se ingerida em grandes quantidade, ela pode causar lesão renal aguda nos felinos. Os veterinários ainda não sabem qual é o componente da uva que prejudica os bichanos.
A azeitona em si não é prejudicial ao pet. O sódio de seu tempero, no entanto, é perigoso para os animais hipertensos e portadores de doença renal crônica.
Leite é perigoso
O gato pode ser alimentado com leite de vaca até os 45 dias de vida. Depois disso, a lactase, enzima que digere a lactose do leite, se torna inativa. Em adultos, o leite pode desencadear diarreia e vômito, e, por ser rico em cálcio, contribuir para a formação de pedra no rim.
Já o iogurte não ameaça a saúde do bichano. Ao contrário, suas bactérias probióticas são benéficas ao intestino do animal. “Mas o iogurte deve ser dado ao gato apenas como um agrado, e não fazer parte da dieta habitual dele”.
Pão
Para humanos, o carboidrato, encontrado em alimentos como pães, massas e arroz, é um alimento que fornece energia. Já para os felinos esse nutriente é dispensável. Os bichanos obtêm energia por meio de um processo chamado neoglicogênese, que consiste na formação de aminoácidos a partir da quebra de moléculas de proteína. Oferecer comidas ricas em carboidrato para gatos favorece a obesidade.
Café
O café estimula o sistema nervoso central tanto de humanos, quanto de gatos. A bebida acelera o metabolismo e, assim, pode causar taquicardia em felinos hipertensos.

9794 – Cuidado com o bichano – Mordidas de gato podem ser fatais


gato preto

A raiva e a toxoplasmose são enfermidades conhecidas que podem ser transmitidas de gatos a humanos. Mas uma terceira merece atenção: a doença da mordida do gato. Causada pela bactéria Pasteurella multocida, encontrada na saliva de quase 90% dos felinos, a infecção precisa ser tratada com antibióticos. Em casos extremos, ela pode ser fatal.
Mordidas de gato na mão podem levar a infecções sérias, que exigem internação, causadas pela bactéria Pasteurella multocida.
Um estudo feito por uma equipe de pesquisadores da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, e publicado na edição de fevereiro do Journal of Hand Surgery (JHS), acompanhou 193 pacientes que chegaram ao pronto-socorro com mordidas de felinos entre 2009 e 2011. Trinta por cento deles foram hospitalizados e permaneceram no hospital por três dias. A outra parte foi tratada com antibióticos. No total, oito desses pacientes tiveram de passar por mais de uma cirurgia na mão. As complicações envolviam problemas de circulação e até perda parcial da mobilidade.

A causa da maior parte das infecções foi a bactéria Pasteurella multocida, normalmente tratada com amoxicilina. “Vermelhidão, inchaço, dor e dificuldades para mover a mão são sinais de que pode existir uma infecção e é preciso buscar tratamento”, afirma Brian T. Carlsen, principal autor do estudo e cirurgião na Clínica Mayo. “A mordida de gato penetra facilmente na pele. As bactérias se multiplicam rapidamente e a cirurgia é normalmente necessária”.
As mordidas dos bichanos correspondem a cerca de 15% das tratadas em hospitais nos Estados Unidos — e elas carregam mais Pasteurella que a dos cachorros. A bactéria, que faz parte da flora presente na boca de cães e gatos em todo o mundo, não provoca nenhum tipo de doença para eles. E também não causam problemas quando entram em contato com a pele humana por meio das lambidas. Mas, se penetram no corpo humano – com mordidas ou, mais raramente, arranhaduras – podem causar infecções na pele, no tecido subcutâneo e até no músculo. Sem tratamento, pode levar a complicações como necrose da pele, osteomielite (infecção dos ossos), pneumonia ou até septicemia, conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por infecção.
Mesmo sem sinais claros de infecção é necessário o acompanhamento médico e o tratamento com antibióticos, como a amoxilina”, diz o especialista. Barbosa lembra que, além da Pasteurella, é também necessária a prevenção contra raiva (que pode estar presente no organismo de felinos se, eventualmente, ele tiver contato com animais como morcegos) e contra bactérias presentes em nossa pele, que, por meio da mordida, têm acesso ao sangue. “As mordidas são ainda mais agressivas em pessoas com o sistema imunológico enfraquecido, como idosos ou pessoas tratadas com imunossupressores”.
Além das dentadas, Barbosa alerta para a doença conhecida como da “arranhadura” do gato, causada por bactérias do gênero Bartonella. Ela está presente nas unhas do bichano e pode causar infecção dos gânglios linfáticos. É menos agressiva, pois essas bactérias se multiplicam lentamente, mas pode provocar inchaço e febre. “É comum atendermos casos graves de infecções de pele por negligência. Por isso, é bom ficar atento a arranhões e mordidas de animais e sempre procurar um hospital”.

9793 – Gato e Homem – Uma história antiga


ciencia-lista-gatos-na-historia

Um bom caçador
Há 10 000 anos, quando surgiu a agricultura, os humanos que começaram a armazenar grãos, que atraíram ratos. Predadores naturais dos roedores, os gatos selvagens se aproximaram dos acampamentos e foram a melhor forma de controlar a praga. A primeira evidência da relação mais próxima entre homens e gatos veio em 2001, quando uma equipe de arqueólogos do Museu de História Natural de Paris descobriu no Chipre um esqueleto de gato (semelhante ao gato selvagem africano, à dir.), enterrado há 9 500 anos em um túmulo perto ao de um humano. O enterro em locais próximos sugere que a relação entre os dois era estreita. Ainda levaria milênios, no entanto, para os gatos serem considerados animais de estimação.
Gatos se tornaram animais de estimação provavelmente no Egito, há cerca de 4 000 anos. Nessa época, pinturas e uma série de hieróglifos – chamados “Miw” – foram criadas para representar gatos domésticos. Pouco depois, “Miw” foi adotado como nome para mulheres, indicando que o gato estava integrado à sociedade egípcia. Enterros de gatos com seus donos começaram a ser frequentes, no Egito, há cerca de 3 000 anos.

Gatos divinos
Os nobres egípcios tinham muito apreço por seus bichanos. Quando a gata Osiris, do filho mais velho do faraó Amenhotep III, morreu, seu dono mandou embalsamá-la e ordenou que fosse feito um sarcófago especial para ela. Múmias de gatos eram frequentes, não só como maneira de assegurar a vida após a morte de bichanos especiais, mas também como oferendas a deuses-gato, como a divindade Bastet, que tem a cabeça de um gato e é associada à fertilidade e à sexualidade feminina. A produção dessas múmias sagradas transformou-se uma indústria no Egito Antigo há 2 400 anos e algumas das técnicas de mumificação eram as mesmas utilizadas em corpos humanos.

ciencia-lista-gatos-na-historia-19800101-020-size-620

Adoração felina
Por serem associados a deuses, os gatos se tornaram sagrados no Egito Antigo, homenageados com estátuas e sarcófagos. O grego Heródoto conta em seu livro “Histórias” que, há cerca de 2 600 anos, quando um gato morria de morte natural, todos os membros da casa raspavam suas sobrancelhas em sinal de respeito. Os relatos do romano Diodorus Siculus mostram que, quando o Egito passou a ser parte do Império Romano, a população era capaz de linchar qualquer pessoa que tivesse matado um gato – acidentalmente ou não.

Gatos em rituais pagãos
A adoração a divindades como a egípcia Bastet (em escultura, na foto) ou a romana Diana, ligadas a gatos, eram rituais pagãos populares no sul da Europa entre os séculos II a VI. Na cidade de Ypres, na Bélgica, as cerimônias dedicadas aos gatos foram banidas apenas no ano de 962 e, em algumas cidades italianas o culto à deusa Diana perdurou até o século XVI. Identificados a essas cerimônias, os gatos logo se tornaram símbolo de superstição. Uma tradição celta mandava enterrar gatos em casas ou campos de cereais para trazer boa sorte. Algumas cidades europeias tinham o costume de colocar vários gatos em uma cesta e suspendê-los sobre uma fogueira: os miados serviriam para espantar maus espíritos.

gato preto

Gatos pretos banidos da Europa
Em 391, o imperador Teodósio I baniu na Europa todos os rituais pagãos e, em 13 de junho de 1233, o papa Gregório IX publicou uma bula papal em que relacionava os gatos pretos ao demônio. Pelos próximos 300 anos, milhares de gatos foram torturados e mortos – junto a suas proprietárias, acusadas de bruxaria.

Peste negra, culpa dos bichanos?
A perseguição dos gatos na Europa pode ser relacionada à peste negra que matou um terço da população europeia entre 1340 e 1350. A doença, transmitida pelas pulgas dos ratos, também matou um número considerável de gatos. O último surto da peste aconteceu em Londres, entre os anos de 1665 e 1666 e, dessa vez, os gatos foram culpados. O governo britânico mandou matar 200 000 animais.

O melhor amigo das mulheres
Na metade do século XVIII, os gatos voltam a ser considerados bons animais de estimação. Luís XV permitia gatos na corte e os animais começaram a aparecer em pinturas, ao lado das nobres francesas. Na Inglaterra, no fim do século XIX, a rainha Vitória mantinha seus gatos sempre próximos a ela e o escritor americano Mark Twain adorava o bichano, afirmando que “se um homem ama gatos, sou seu amigo e camarada, sem precisar de nenhuma outra informação”.

O animal do século XXI
O gato é o animal de estimação mais numeroso em países ricos como Estados Unidos, França e Alemanha. No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), há 21 milhões de gatos, 16,3% a mais que em 2010, quando o número era de 18 milhões. No mesmo período, a população de cães cresceu 8,1% – passou de 34 milhões para 37 milhões. A associação estima que, em dez anos, a população de gatos seja maior do que a de cães.

9628 – Sem chance pros ratos…Tashirojima, a aldeia onde há mais gatos que pessoas


cats-of-tashirojima-island-10

Os gatos habitam a ilha há séculos e são tantos que ninguém nunca se atreveu a contá-los.
A ilha possui 100 habitantes permanentes.
Tal ilha no Japão é também conhecida como a ilha dos gatos, e é uma atração turística para os admiradores desse felino.
Não há cães na ilha, cuja entrada é proibida.
Originalmente, os gatos foram introduzidos com o intuito de controlar a população dos ratos, uma praga que atacava as fazendas de bicho-da-seda, mas a atividade foi suspensa, aí sobraram os gatos.
Encontra-se no Oceano Pacífico ao largo da península de Oshika , a oeste de Ajishima. É uma ilha habitada, embora a população é muito pequena (cerca de 100 pessoas, abaixo dos cerca de 1000 pessoas na década de 1950 ). Tornou-se conhecido como “Cat Island”, devido à grande população gato de rua que vive, como resultado da crença local que alimenta os gatos vão trazer riqueza e boa sorte. A população gato é agora maior do que a população humana na ilha.
Desde de 83% da população é classificada como idosos, aldeias da ilha ter sido designado como uma ” aldeia de terminal “o que significa que, com 50% ou mais da população sendo mais de 65 anos de idade, a sobrevivência das aldeias está ameaçada.
Há um pequeno santuário gato, conhecido como Neko-Jinja (猫神社 ?), no meio da ilha, aproximadamente situado entre as duas aldeias. No passado, os habitantes da ilha criavam bichos de seda, e os gatos foram mantidos, a fim de manter a população dos ratos baixa (porque os ratos são um predador natural dos bichos). Pesca fixa era popular na ilha após o Período e pescadores de outras áreas vinham ficar na ilha durante a noite. Os gatos iam para as pousadas onde os pescadores estavam hospedados e implorar por migalhas. Com o tempo, os pescadores desenvolveram um carinho para os gatos e foram observando os gatos de perto, interpretando suas ações como previsões dos padrões climáticos e gosto por peixe. Um dia, quando os pescadores estavam coletando pedras para usar com as redes fixas, uma rocha perdida caiu e matou um dos gatos. Os pescadores, sentindo pena da perda do gato, enterrou-o e consagrou-o neste local na ilha.

gatos da ilha

8960 – Biologia & Genética – Tigre compartilha 95,6% de seu genoma com o gato


Tigre, habitat restrito
Tigre, habitat restrito

Gato Gigante:

O tigre, maior felino do mundo, compartilha 95,6% de seu genoma com o gato doméstico, do qual se diferenciou há aproximadamente 10,8 milhões de anos. É o que mostra um estudo liderado por Yun Sung Cho, da Fundação de Pesquisa do Genoma de Suwon, na Coreia do Sul, que traçou pela primeira vez a sequência genética dos grandes felinos do planeta.
Os especialistas compararam o genoma do tigre-siberiano, sequenciado a partir de um macho de nove anos e meio do zoológico de Everland, na Coreia do Sul, com os do tigre-de-bengala branco, do leão africano, do leão branco e do leopardo-das-neves. Em seguida, contrastaram estes genomas com o do gato doméstico. A pesquisa foi publicada nesta terça-feira, no periódico Nature Communications.
Adaptações ao meio – O estudo mostrou que o genoma do tigre-siberiano tem similaridade de 95,6% com o do gato. Já a análise comparativa entre o tigre e os outros grandes felinos revelou características genéticas que podem ser responsáveis pela adaptação desses animais à dieta carnívora e ao desenvolvimento da força muscular necessária para caçar suas presas.
Os autores descobriram também genes no leopardo-das-neves relacionados com a adaptação à vida em altitude, onde há pouco oxigênio. No leão branco, foi encontrada uma mutação responsável pela cor de sua pelagem.
Até agora, o único felino que tinha o genoma sequenciado era o gato doméstico. Segundo os especialistas, o estudo vai ajudar também na conservação dessas espécies, permitindo, por exemplo, estudar a melhor maneira de trata-los nos zoológicos e centros de proteção. Calcula-se que atualmente existem entre 3.050 e 3.950 tigres em liberdade, sendo ele uma das espécies mais ameaçadas de extinção.

8677 – Mega Curiosidades – Esses gatos valem ouro


Gatos-valiosos-size-598

O neozelandês Gareth Morgan defende a castração de gatos, mas como economista pensaria duas vezes antes de esterilizar os felinos da raça Ashera. O motivo: cada filhote pode custar até 125.000 dólares, valor suficiente para comprar uma Ferrari.

Russian Blue
A pelagem cinza, os olhos verdes e o corpo longilíneo dos elegantes gatos da raça Russian Blue fazem seu preço variar entre 400 e 3.000 dólares. Apesar da pose e nome aristocratas, são, como todo gato, brincalhões, curiosos e inteligentes.

Persa-size-620

Persa
O persa é uma das raças mais dóceis e preguiçosas do mundo. Os felinos têm pêlo longo e necessitam de escovação diária. Segundo pesquisadores, o gene da pelagem surgiu em gatos de regiões montanhosas e geladas da Persia – onde hoje é o Irã. Custo: entre 500 e 5.500 dólares.

Ragdoll
Os gatos da raça Ragdoll são ótimos companheiros. Eles têm personalidade doce e são muito tranquilos. Brincam, mas com moderação. Miam pouco e convivem bem com crianças e cachorros. Os filhotes custam entre 500 e 1.000 dólares.

Maine Coon
Conhecido como gigante gentil, o Maine Coon é nativo do continente americano. Os gatos da raça são de grande porte e podem pesar mais de oito quilos. Possuem pêlo longo, são inteligentes e muito devotos aos seus donos. Seus filhotes custam entre 1.000 e 2.000 dólares.

Bengal

Bengal tigrinho

Cheio de energia, o Bengal surgiu a partir do cruzamento dos gatos-leopardos da Ásia com os felinos domésticos. São muito curiosos e apegados a seus donos. Possuem corpo alongado e músculos robustos. Seu preço pode variar entre 1.000 e 25.000 dólares.

Savannah

Savannah-gato

Outro híbrido, desta vez entre o serval africano e o gato doméstico, o Savannah é bastante fiel e frequentemente comparado aos cães. A despeito de sua aparência selvagem, o Savannah é um gatinho sociável e bastante brincalhão. Seu preço varia entre 1.500 e 50.000 dólares.

Ashera
O exótico Ashera é resultado do cruzamento entre três espécies de felinos: o serval africano, o gato-leopardo da Ásia e o gato doméstico. O tamanho assusta, pode pesar até 15 quilos, mas ele é sociável. Seu preço varia entre 22.000 e 125.000 dólares.

8674 – Pesquisa pode originar a cura para alergia a gatos


Uma descoberta científica pode levar à cura da alergia a gatos. Isso porque uma equipe internacional de pesquisadores identificou o receptor celular responsável por reconhecer as substâncias microscópicas que se desprendem da pele e saliva desses animais e, assim, desencadeiam uma reação alérgica do organismo. E, em testes feitos em laboratórios, os especialistas observaram que uma droga que inibe esse receptor é capaz de evitar episódios de alergia.
Os pesquisadores identificaram a parte do sistema imunológico (o receptor TLR4) responsável pela reação a uma proteína presente em partículas que se desprendem da pele dos gatos, provocando assim uma reação alérgica.
Os sintomas característicos da alergia – espirros, coceira e dificuldade para respirar – são causados por uma resposta exagerada do sistema imunológico a alguma substância externa ao corpo. O sistema de defesa do organismo acaba causando a alergia quando identifica perigo em um elemento, como as partículas da pele dos animais, e inicia uma resposta contra ele.
Sabe-se que a causa mais comum da alergia a gatos é uma proteína denominada Fel d 1, encontrada em partículas microscópicas que se desprendem da pele e saliva desses animais, uma espécie de caspa invisível a olho nu.
No novo estudo, os pesquisadores identificaram que um receptor chamado TLR4 é a parte do sistema imunológico responsável por reconhecer essa proteína. O organismo de algumas pessoas, porém, possui um sistema imunológico mais sensível à proteína do gato. Nesses casos, o corpo, depois de reconhecer a proteína, desencadeia uma resposta imunológica exagerada.
Solução
A partir desse achado, os autores da pesquisa resolveram fazer um teste de laboratório. Em células humanas, a equipe utilizou um medicamento que limita a resposta do TLR4 e, com isso, conseguiu bloquear os efeitos da proteína Fel d 1 nas células, evitando uma reação do sistema imunológico. Para os pesquisadores, essa descoberta pode abrir caminho para novos tratamentos para pessoas alérgicas a gatos e, possivelmente, também a cachorros.

7887 – Gatos – Cruzamento e Domesticação


gatos-2

Tudo sobre gatos
Ninguém sabe exatamente quando os gatos deixaram de ser animais selvagens e passaram a viver entre nós. “As mudanças pelas quais o gato passou ao ser domesticado são sutis, como a cor da pelagem e o comportamento, coisas que não são possíveis de descobrir nos vestígios arqueológicos”, explica Melinda Zeder, arqueobióloga do Museu Nacional de História Natural dos EUA. “Já o esqueleto do cachorro é bastante diferente do esqueleto do lobo. Assim dá para saber exatamente quando essa transição aconteceu.
O que se sabe é que a domesticação ocorreu apenas uma vez. Pode ter acontecido no norte África, na região do Egito, 9 mil anos atrás. Ou, segundo uma pesquisa da Universidade de Oxford, na Inglaterra, que em 2007 analisou o DNA mitocondrial de quase mil gatos, essa transição entre a selva e a vida doméstica pode ter acontecido há 10 mil anos no Crescente Fértil, região entre Israel e Iraque, local das primeiras aldeias fixas. E então, na companhia dos humanos, os gatos foram parar no resto do mundo.
A maior diferença entre os gatos selvagens e os domésticos é o intestino mais longo, que permite uma dieta menos carnívora. E a pelagem, provavelmente associada a uma seleção natural pelos animais menos agressivos – há suspeitas de que os gatos rajados (pelagem chamada “agouti”) seriam mais ariscos.
Do cerca de 1 bilhão de gatos domésticos no mundo, 97% são vira-latas, o que significa que eles se reproduzem sem nenhuma seleção de parceiros feita pelos humanos. E a maior parte deles não depende dos humanos para conseguir abrigo ou comida.
Por isso, vez ou outra um deles resolve voltar para o mato e viver por conta própria – os chamados gatos ferais, que costumam perder também a docilidade.
De volta à natureza, mas a ambientes que nunca tinham habitados, os gatos se diversificaram pelo bom e velho processo de seleção natural. Aqueles de lugares frios, por exemplo, se tornaram maiores e corpulentos, como o pelo-curto-britânico, enquanto os que foram para lugares quentes se tornaram longilíneos, como o siamês. “Os gatos conhecidos como orientais maximizam a superfície do corpo para dissipar o calor, ao contrário do que acontece com o norueguês-da-floresta, que precisa retê-lo o máximo possível”, afirma o veterinário inglês Bruce Fogle em seu guia ilustrado de gatos. Outras características foram perpetuadas por indivíduos isolados em certas regiões. A ausência de rabo, por exemplo, é resultado de uma mutação genética que aparece de vez em quando entre gatos e acaba se perdendo à medida que eles cruzam com gatos normais. Mas, na população isolada da ilha de Man, no mar da Irlanda, a mutação foi mantida, se disseminou e ficou famosa. Nasciam assim os manx. Da mesma forma, na Nova Zelândia, gatos com um dedo a mais em cada pata deram origem à raça antipodean clippercat.
Ainda que as primeiras raças de gato tenham surgido naturalmente, nos últimos 200 anos essa seleção passou a ser artificial e bem cuidadosa. Virou um hobby e um negócio lucrativo. Em alguns casos, a seleção artificial acentua características como uma cor ou um padrão de pelo, ou faz o gato ficar mais longilíneo, por exemplo. Em outros, o cruzamento serve para transformar uma mutação genética em raça, como a orelha “dobrada” do scottish fold, o pelo crespo dos rex e a total falta deles nos sphynx. Na natureza, essas mutações provavelmente desapareceriam sozinhas – seriam diluídas em cruzamentos com gatos normais. Mas os homens perceberam como dar uma mãozinha para que elas se perpetuem. Basta identificar aquele gatinho que nasceu diferentão da ninhada e cruzá-lo com outros com características parecidas – ou com gatos normais – e torcer para que os genes que as conferem sejam dominantes.
O máximo que se conseguiu no sentido de criar um minigato foi o polêmico munchkin, que na verdade é um gato anão, com os ossos das pernas encurtados por uma mutação. Já os bichinhos vendidos como teacups, que supostamente são gatos em miniatura, não são mutações nem resultado de cruzamentos. Na maioria dos casos, não passam de gatinhos prematuros ou com problemas de desenvolvimento e por isso não são reconhecidos por nenhuma associação de criadores de gatos.

Esses cruzamentos, aliás, também podem perpetuar traços perigosos à saúde dos bichos. É o caso da raça mais popular do mundo, o persa. A cara bem achatada, conquistada depois de milhares de cruzamentos, atrapalha sua respiração – na Europa, certos criadores estão “voltando atrás” no padrão da raça e criando persas com focinhos um pouco mais longos. O gene que causa essa mudança anatômica pode ainda trazer danos sérios à saúde. Como acontece com o gene que faz a orelha do scottish fold ficar daquele jeito. Ele aumenta as chances de malformações ósseas, problemas renais e inclusive cardíacos. Gatos da raça manx, sem rabo, também têm uma alta ocorrência de artrite, problemas digestivos e ainda intercorrências na córnea.
Alguns cruzamentos foram feitos em busca de gatos com temperamento atípico – mais uma vez, como acontece com os cães. Como a controversa história do ragdoll. A raça nasceu em 1960 nos Estados Unidos depois que uma gata branca e felpuda chamada Josephine foi atropelada por um carro. Sua dona, a americana Ann Baker, passou a jurar que seus filhotes nasciam diferentes: demonstravam poucos instintos felinos.
Curiosidades – Gatos ilustres
Jock a herança de Churchill Ele era só um gato laranja, mas seu dono, o primeiro-ministro britânico Winston Churchill. Jock sempre o acompanhava. Estava até em sua cama na hora da morte. Em testamento, o político britânico deixou sua casa em Chartwell para o governo, com uma exigência: sempre ter um gato laranja morando nela.

Tee Cee o vidente
O americano Michael Edmonds sofre de epilepsia, doença com ataques imprevisíveis – pelo menos para nós, humanos. Em 2009, percebeu que seu gato Tee Cee passa a lhe encarar pouco antes de cada ataque e corre para os pés de sua mulher, tentando avisar algo. Ninguém sabe como ele faz isso.

Tommy o socorrista
Em 2006, o deficiente físico americano Gary Rosheisen caiu de sua cadeira de rodas e ficou imóvel no chão de casa. Mesmo assim, minutos depois os bombeiros receberam uma ligação silenciosa. Quem discou foi Tommy. Treinado pelo dono, o gato aprendeu a apertar o botão de emergência do telefone.
Tamanho e formato de corpo variam pouco. Mas a seleção natural deu aos gatos cores que vão do azul ao pêssego
Russian Blue
Origem: Rússia, antes do séc. 18
Apesar do nome, eles são prateados e não azuis. Esses bichos brilhantes, que mais parecem um desenho animado, eram apenas gatos comuns na Rússia. Quando foram levados para a Inglaterra no século 19, fizeram tanto sucesso que se tornaram uma raça.
A força dos mutantes
Eles têm genes excêntricos, que sobreviveram naturalmente ou encontraram alguém disposto a criar uma nova raça.
Sphynx
Origem: Canadá, 1978
Alguém resolveu pegar um gato com uma mutação que o fazia ficar pelado e cruzar com outros até criar uma raça nova. Mas, ao contrário do que parece, o sphynx não é totalmente careca. Ele na verdade tem pelos bem finos e curtos – mais ou menos como a pele de um pêssego.
Unchkin
Origem: EUA, anos 1980
O nome é uma referência aos anões do filme O Mágico de Oz. Esses gatinhos são na verdade anões e sofrem de acondroplasia. Há quem considere antiético o cruzamento de gatos para a manutenção de um problema genético, podendo causar problemas de coluna e quadris (como acontece com algumas raças de cães, como o dachshund). Por isso, vários países não reconhecem o munchkin como raça.

6953 – Por que o gato cai de pé?


Os gatos nem sempre caem de pé. Eles precisam de uma altura mínima para ter tempo de virar o corpo. E “altura mínima”, nesse caso, quer dizer “mínima” mesmo: apenas 30 centímetros são suficientes. Acima disso, a maioria dos bichanos já é capaz de corrigir a postura e cair sobre as próprias patas. O segredo está em seu apurado sistema vestibular – um conjunto de órgãos do ouvido interno que cuida do equilíbrio.
Isso não significa, contudo, que os gatos saiam sempre ilesos de uma queda. Na verdade, eles se machucam menos quando despencam de lugares mais altos – a janela de um apartamento no 7º andar, por exemplo. Quedas de uma altura entre o 2º e o 6º andares de um prédio costumam ser as piores, ainda que o impacto contra o solo seja aparentemente mais leve.

Eis a explicação para esse fenômeno. Quando cai de uma altura entre o 2º e o 6º andares, o gato normalmente não atinge sua velocidade máxima em queda livre (média de 96 km/h). E isso faz toda a diferença. Até atingi-la, o animal se ajeita para o impacto corrigindo a postura e estendendo as patas para baixo. Resultado: ao se chocar contra o solo, ele está com a musculatura rígida, o que aumenta o risco de fratura.
Em quedas do 7º andar para cima, no entanto, os 96 km/h costumam ser alcançados. Quando isso acontece, o gato instintivamente alinha seus membros na horizontal e relaxa a musculatura. “Nessa posição, aumenta o atrito com o ar e o animal tende a desacelerar”.
No final da década de 1980, dois veterinários da clínica Animal Medical Center, em Nova York, examinaram 132 gatos que haviam caído do 2º ao 32º andares. Notaram que 90% deles tinham sobrevivido, embora muitos com lesões sérias. Mas continuaram vivos – graças, sobretudo, à tal síndrome do paraquedas.

Uma limitação desse estudo é que os pesquisadores avaliaram apenas os gatos levados à clínica. Aqueles que morreram no tombo ficaram de fora das estatísticas. Por isso, não custa prevenir. Se você tem um gatinho e mora nos primeiros andares de um prédio, cuide bem para que ele não despenque da janela ou da varanda. O estrago pode ser pior que uma queda do último, pois o bichano não terá o mesmo tempo para se habituar ao tombo.
Ao cair, os olhos e os ouvidos internos do gato enviam sinais ao cérebro, avisando que seu corpo está desalinhado em relação ao solo.
Rapidamente, o cérebro aciona a musculatura do animal, que corrige sua postura em plena queda. Primeiro, ele vira a cabeça. Depois, o corpo todo – tudo numa fração de segundo.
E um gato gordão, conseguiria virar o corpo durante uma queda? Segundo os veterinários, sim. Mas lembre-se da lei da física: quanto maior a massa do bichano, maior a força do impacto contra o solo.

5721 – AIDs ataca gatos no Japão


Três em cada dez gatos internados em clínicas veterinárias de Tóquio estão com AIDS. Até o início do ano, os sintomas da doença eram associados à leucemia. A confusão cessou quando cientistas americanos isolaram o vírus da imunodeficiência felina (FIV). Assim como nos seres humanos, a AIDS de gatos pode demorar anos até se manifestar. Mas a semelhança entre o FIV e o HIV – o vírus da imunodeficiência humana – termina aí. Tanto que os anticorpos de um não reconhecem a presença do outro. E a AIDS felina não contagia seres humanos.
A forma de transmissão também não é a mesma. Experiências de laboratório mostraram que o vírus da AIDS felina não se transmite sexualmente, mas pela sdliva. Isso talvez explique o fato de que, em Tóquio, para cada gato doméstico doente existam dezenove gatos de rua com AIDS: soltos, os gatos convivem mais com outros gatos, o que inclui sempre dentadas e arranhões. Não se conhece, por enquanto, a incidência da AIDS felina em outros países. A única pesquisa a respeito é do Japão.

5479 – Nutrição – Os tabus alimentares


Várias religiões proíbem o consumo de certos tipos de carne. Por exemplo, o judaísmo prescreve um conjunto estrito de normas, chamadas cashrut, declarando o que pode e não pode ser ingerido. Certos grupos cristãos também obedecem a essas regras ou a similares. Na prática islâmica, as leis do halal ditam, entre outras coisas, os tipos de alimento que não podem ser comidos. Hindus, jainistas e budistas freqüentemente seguem as recomendações quanto à prática do vegetarianismo e evitar o consumo de carne.
Os tabus culturais contra o consumo de alguns animais podem ser creditados à sua função de animal de estimação. Dentro de qualquer sociedade, alguns tipos de carne serão considerados tabu simplesmente porque estão fora da definição aceita como gênero alimentício, não necessariamente porque sejam consideradas repulsivas, no que diz respeito ao sabor, ao aroma, à textura ou à aparência.
Algumas autoridades impõem tabus alimentares culturais na forma da lei. Isto pode ser classificado como perseguição e infringir direitos. Por exemplo, mesmo depois da retomada do domínio chinês sobre Hong Kong, lá não houve a revogação do banimento das carnes de cães e gatos, imposta nos tempos coloniais.
Razões creditadas à saúde também contribuem para a criação e manutenção de um tabu. Comer carne de porco malcozida pode levar à teníase, enquanto muitos tipos de frutos do mar podem levar à intoxicação ou ao envenenamento alimentares.
Alguns tabus alimentares são atribuídos a efeitos de alimentos sobre pessoas em estado de saúde fragilizado, principalmente tratando-se de processos infecciosos. A ingestão desses alimentos, ditos carregados ou reimosos, dificultaria ou impediria o tratamento, podendo causar complicações sérias. Embora essa idéia tenha suporte de alguns profissionais de saúde, ainda continua controversa, carecendo de estudos.
Coelhos
Coelhos, tais como o coelho europeu ou lebres foram transformados em animais de estimação por muitos. Sem embargo, são alimento na Europa, América do Sul, América do Norte, China e Oriente Médio, entre outros. O consumo de carne de coelho, é muito anterior à sua função de animal de estimação, não sendo o consumo desse tipo de carne tabu para muitas pessoas.
O filme Roger and Me (“Roger e eu!), de Michael Moore, mostra um senhora pobre vendendo coelhos para “animais de estimação ou alimento”. A lebre é declarada especificamente como impura no livro do Levítico na Bíblia, fazendo-a um tabu para os judeus e os cristãos que seguem o Levítico.
Cães da pradaria’ e Esquilos
Cães da pradaria e esquilos foram caçados para alimentação nos Estados Unidos até a metade do século XX, mas recentemente adquiriram o status de animais de estimação exóticos. O atrativo desses animais como alimento era sua abundância e a facilidade em capturá-los. Esquilos ainda são comidos, especialmente no sul daquele país. Cães da pradaria, assim como outros roedores, podem servir de transmissores de doenças.
Cães
Em alguns países, à parte do fato de serem mantidos como animais de estimação, certas raças de cães são abatidas como fonte de carne e criadas em fazendas com este propósito em alguns países, como China e Coreia do Sul.
Gatos
Gatos são comumente comidos em partes da China. Em Cantão, a imprensa revelou o consumo de um prato com carne de gato e de cobra, chamado O Tigre e o Dragão. Em tempos de desespero, as pessoas lançam mão desse tipo de carne, como aconteceu em uma favela em Rosario, Argentina, em 1996 (embora haja informações desmentindo esse fato).
Gatos também são usados para produzir poções medicinais, como o gato líquido coreano, um remédio para as articulações feito com carne de gato cozida misturada a temperos e por sua pele.
Cavalos
A carne de cavalo não pode ser comida pelos judeus e por alguns grupos de cristãos porque, segundo a Lei Mosaica, não têm a pata fendida. Entretanto, os muçulmanos podem comer, dado que é considerada halal.
Em 732 d.C., o Papa Gregório III começou um esforço com o objetivo de impedir a prática pagã de comer carne de cavalo – com os mesmos fundamentos bíblicos dos judeus – denominando-a abominável, sendo que o povo da Islândia alegadamente expressou relutância em fazê-lo e em função disso recusou-se a adotar o Cristianismo por algum tempo.
Camelos
Outro animal não utilizado como alimento em boa parte do Ocidente é o camelo, embora seu consumo não seja incomum no Oriente Médio, no Norte da África e na Ásia Central. O consumo da carne de camelo é proibido pela Lei Mosaica, porque embora os camelos sejam ruminantes, não têm a pata fendida. Mesmo não tendo cascos, há uma explicação para a proibição: a pata do camelo é dividida em duas estruturas semelhantes a dedos e pela fisiologia – sua gordura fica nas suas corcovas. Isto faz sua carne ser muito magra. Mesmo que isto seja o ideal para a remoção do calor corporal, não o é para a alimentação.
No Quênia, bebe-se leite de camelo.
Renas
Embora as renas sejam um alimento popular em lugares como Alasca, Noruega, Suécia, Finlândia, Rússia e Canadá, muitas pessoas nos Estados Unidos e na Irlanda são enjoadiças com a idéia de comer carne de rena. Isto vem do mito popular da rena como ajudante de Papai Noel, completamente oposta à visão de vacas do norte dos países setentrionais.
Sangue
Beber sangue é um tabu social muito forte em vários países, freqüentemente envolvido com a idéia de vampirismo (o consumo de sangue humano).
Embora o chouriço ou as tortas com sangue entre seus ingredientes sejam comuns em várias partes do mundo, também há muita repulsão. Na China e no Vietnã come-se sangue coagulado de porco, pato ou ganso com macarrão, sozinho ou com outros acompanhamentos.
Seguidores do judaísmo, do islamismo, os adventistas do sétimo dia e as Testemunhas de Jeová são proibidos de beber sangue ou ingerir produtos feitos com sangue.
Os povos masai e batemi da Tanzânia bebem sangue de vaca com leite como parte importante de sua dieta diária. Os masai coletam o sangue de gado fazendo uma pequena incisão no pescoço do animal, mas sem abatê-lo no processo.
Um prato especial chamado Dinguan (literalmente, “de sangue”) é servido nas Filipinas. Consiste de tripas de porco ou boi, fígado e outros órgãos cozidos em sangue de boi ou de porco.
Vacas
Muitos hindus se abstêm completamente de carne, principalmente a de origem bovina, dado que a vaca é um animal sagrado; mas não há impedimento ao uso do leite e dos laticínios em geral. Algumas castas inferiores podem comer carne de búfalo. Atualmente, o consumo da carne de vaca está ganhando popularidade na Índia.
A carne de vaca também é rejeitada pelos mais velhos em Taiwan. A razão para isso está na crença de que seja errado comer um animal tão útil na agricultura.
Insetos
Não é incomum entre culturas nativas de regiões tropicais o consumo de larvas coletadas de troncos de coqueiros e de outras árvores.
Exceto para certos tipos de gafanhoto, os insetos em geral são proibidos pelo judaísmo, mas no Ocidente em geral considera-se o consumo de insetos mais repulsivo do que propriamente imoral. Certos insetos e larvas são associados à comida estragada.
Mas muitos tipos de insetos e invertebrados são consumidos em culturas não-européias: gafanhotos, grilos, lagartas e formigas, principalmente no Extremo Oriente.
No Brasil há a tradição rural de se comer a parte traseira da içá ou tanajura, rainha das formigas típicas do Novo Mundo chamadas saúvas.
O consumo de certos insetos faz parte íntegra da cultura gastronômica do México.
Carne de porco
O consumo da carne de porco é proibido entre os muçulmanos, os judeus e os adventistas do sétimo dia. Entretanto, muitas pessoas não consomem carne de porco, em função da associação com sujeira e outras questões – como o fato de o porco reter sujeira no corpo, ser onívoro, chafurdar na lama para se refrescar à medida que não possuem glândulas sudoríparas, e nas fezes, sem contar a possibilidade da presença de vermes. A última questão pode ser resolvida com um cozimento adequado da carne. Apesar deste fato, o consumo da carne de porco está disseminado pelo mundo.
Primatas
Alguns consideram o consumo da carne de macaco e outros primatas como algo próximo ao canibalismo, em função da similaridade entre nossas espécies. Tal similaridade aumente o perigo de contaminações virais. Ainda se come carne de macaco na Indonésia e na África subsariana. Uma das principais teorias para o surgimento do vírus da imunodeficiência humana (VIH ou HIV) é o consumo da carne de primatas com um vírus similar que sofreu mutação.
Ratos
Nas culturas ocidentais, ratos são considerados sujos e inadequados para consumo humano. Entretanto, são consumidos em Gana, nas regiões rurais da Tailândia, no Vietnã, no Laos e no Camboja. Historicamente, isto não impediu seu consumo no Ocidente durante tempos de fome ou de emergência durante as guerras (como os cercos), assim como em prisões.
Baleias
A caça às baleias não é proibida somente na Noruega, na Islândia e no Japão. Nesse países, a carne de baleia é comida, mas sofre um declínio na popularidade em função da pressão internacional e da sua proteção ecológica.
Apesar do banimento da caça à baleia nos Estados Unidos e no Canadá, certos povos indígenas podem fazê-lo por razões culturais, sob restrições quanto à época e à quantidade. Por exemplo, o povo ameríndio Makah, da região costeira do noroeste do país, na localidade de Neah Bay, no estado de Washington, tem o direito garantido por tratado federal à sua longa tradição de caçar baleias. Apesar de várias décadas sem o abate desse animal, recentemente membros da tribo decidiram reativar tal costume, causando profundas controvérsias na mídia e entre a população em geral.
Carne humana
De todas as carnes objetos de tabus, a carne humana figura como a mais proibida. Historicamente, o ser humano cedeu ao uso dessa carne em rituais (como o de certas tribos brasileiras, como os tupinambá, que comiam a carne de inimigos vencidos e valentes, como forma de obter sua valentia), em acessos de loucura, ódio ou fome. Já o povo ameríndio Makah, natural do noroeste dos Estados Unidos, praticavam um canibalismo ritualístico simbólico em seus festivais de potlatch, conforme documentado durante os primeiros contatos com os exploradores europeus. Acredita-se que o canibalismo ainda é praticado em algumas culturas, muito embora o assunto seja muito debatido, questionado e, de acordo com muitos, sem provas concretas.
Ovos de galinha com embrião
Nas Filipinas, no Oriente, existe o costume de se comer ovos de galinha chocados, cozidos, que são chamados especificamente de balut, algumas pessoas apreciam mais o sabor e textura dos ovos contendo um pintinho menos ou mais desenvolvido, dependendo do gosto individual.

5422 – Gato escaldado tem medo da água fria – Por que os gatos tem medo de água?


O ancestral do gato doméstico (uma espécie selvagem conhecida como Felis lybica) veio do norte da África, região dominada pelo deserto do Saara. “A aridez do seu hábitat não permitiu que ele desenvolvesse habilidade para o contato com a água, por isso seus descendentes têm menos afinidade com esse meio do que outros felinos. A onça, por exemplo, caça jacarés até dentro d’água”, afirma um veterinário. Caçadores noturnos, os gatos têm que confiar a todos os sentidos o sucesso da sua caça, porque – mesmo com a visão especialmente adaptada à escuridão – a baixa luminosidade atrapalha na identificação da presa. “Quando molhados, os gatos sentem frio e perdem sensibilidade, principalmente no tato, um incômodo que atrapalha sua concentração na hora de buscar alimento.
Apesar da falta de intimidade entre os bichanos e a água, o famoso banho de gato – que ele mesmo se aplica, lambendo-se cuidadosamente – pode ser complementado com banhos convencionais quando necessário, contanto que o animal seja acostumado ao contato com a água desde filhote.

5132 – Gatos – Ronron e Outros Mitos


O bichano produz um ruído baixo e regular, trata-se do ronron, um mistério científico. Relaxando ou com dor eles utilizam esse som.
Também não se sabe se o som vem da garganta, nariz ou peito. Supõe-se que seria produzido pela passagem de ar nos brônquios, ou por certos vasos do coração. Outra lenda famosa é a de que gatos tem 7 vidas e ainda que o gato não é amigo do dono e sim da casa. Invenções provavelmente de quem só gosta de cachorro.
A oposição entre cães e gatos é criação humana. Eles não são inimigos naturais. Cães são animais gregários. Seus equivalentes selvagens, os lobos, vivem e caçam em grupo. Em situação doméstica, o cão tende a ver o dono como uma especie de chefe da matilha. Gatos, porém, são individualistas; a maioria dos felídeos caçam sozinhos, exceto o leão. os comandos, portanto, são diferentes: com o cão você manda, com o gato você pede.

☻Derrubando 7 Mitos:

Gatos são carinhosos

Se 7 vidas eu tivesse, 7 vidas eu daria… – Tal lenda deve ter surgido por causa de suas habilidades especiais. Ágil e elástico, não é uma presa fácil. Grande senso de equilíbrio e gira o corpo no ar para não cair de costas. Mas não se engane: uma queda da janela pode ser fatal.

Gatos não precisam de cuidados – Embora mais independentes que os cães, precisam de alimentação regular, instalações limpas, visitas ao veterinário e muito carinho.

São cruéis – Falso. Agem pelo instinto.

Não aprendem nada – Com paciência, carinho e alguma técnica se ensina um gato a atender quando chamado.

Tem ou transmitem asma – Balela, asma não é transmitida por gato ou qualquer outro animal. Quem não está acostumado com o ronron imagina que o gato tem problemas respiratórios. Mas quem já tem asma. Mas quem já tem asma pode ter crises compartilhando ambientes com gatos. A substância que detona a crise está na saliva do gato.

Gostam da casa e não do dono – Gatos são afetivos e gostam dos donos. Há inclusive casos em que sofrem de ansiedade com a separaçao e até destroem a casa.

São inimigos dos cães – Cães não são predadores naturais dos gatos. Criados juntos, aprendem a viver socialmente.