5266 – Museu do Som – A Gradiente


Gradiente é uma empresa brasileira de eletroeletrônicos. A empresa, fundada em 1964 no bairro Pinheiros em São Paulo, cresceu fortemente durante a década de 1970 devido principalmente a três fatores:
a proibição da importação de equipamentos eletrônicos; (protecionismo)
o crescimento econômico brasileiro conhecido como milagre econômico;
a implantação do polo manufatureiro da Zona Franca de Manaus.
De uma uma fábrica de pequeno porte, a Gradiente transformou-se em um poderoso grupo do setor de eletroeletrônicos.
A Gradiente encontrou em problemas financeiros de 2007 até 2008. Além da concorrência mais acirrada, o que derrubou a empresa, segundo o próprio Eugênio Staub, foram dois outros fatores: a primeira foi a compra da Philco em 2005 por 60 milhões de reais. Dois anos depois, a empresa foi vendida por 22 milhões de reais, a fim de reduzir o rombo financeiro. Outro problema foram falhas administrativas que, em 2007, praticamente paralisaram a companhia.
Boa notícia:
Desde 2007 a empresa entrou em processo de recuperação e voltará ao mercado brasileiro no primeiro semestre de 2012.

O projeto da linha compo era da inglesa Garrard

O Nome Gradiente
No cálculo vectorial o gradiente é a alteração no valor de uma quantidade por unidade de espaço.
Por exemplo, o gradiente do potencial eléctrico é o campo eléctrico. O gradiente da energia de campo é a força de campo.
Os gradientes de tensão em redes elétricas são, depois dos transientes, os maiores causadores de danos em circuitos eletro-eletrônicos.
O retorno da energia elétrica numa linha de transmissão longa, após uma interrupção da mesma, faz-se acompanhar por transientes de tensão elevada até à estabilização do circuito. Simultaneamente, manifesta-se na rede um movimento oscilatório de baixa frequência, composto por gradientes positivos e negativos, denominados harmônicos, que fazem elevar e reduzir a tensão, acima e abaixo do seu valor nominal.

Amplificadores compo, a famosa linha de amplificadores dos anos 80