13.184 – Cinema – ALIEN: COVENANT


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2104. Viajando pela galáxia, os tripulantes da nave colonizadora Covenant encontram um planeta remoto com ares de paraíso inexplorado. Encantados, eles acreditam na sorte e ignoram a realidade do local: uma terra sombria que guarda terríveis segredos e tem o sobrevivente David (Michael Fassbender) como habitante solitário.
O filme será realizado por Ridley Scott, responsável pelo filme anterior e pelo primeiro da saga, Alien, de 1979. Do elenco fazem parte atores como Michael Fassbender, James Franco e Danny McBride.
Alien: Covenant deve marcar a volta da criatura xenomorfa conhecida desde o primeiro Alien e funcionará tanto como um prelúdio do longa de 1979 quanto como uma continuação de Prometheus. Michael Fassbender, Katherine Waterston, Danny McBride são alguns dos destaques do elenco dirigido por Ridley Scott.
A estreia é prevista para 11 de maio.

 

Atividade – Atriz
Nome de nascimento – Katherine Boyer Waterston
Nacionalidade – Americana
Nascimento – 3 de março de 1980 (Westminster, Londres, Inglaterra, Reino Unido)
Idade – 37 anos

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9613 – Projeções – A ficção prevê o futuro?


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Computadores inteligentes
Em 1951, o inglês Arthur C. Clarke publicou A Sentinela, conto que daria origem a 2001: Uma Odisséia no Espaço, filme de Stanley Kubrick sobre um supercomputador, HAL, que comanda uma espaçonave e adquire vontade própria (na foto, a imagem de um astronauta aparece refletida no HAL). Hoje, a capacidade de processamento do cérebro humano já foi igualada, talvez até superada, por máquinas. Em 1997, por exemplo, um supercomputador da IBM bateu o campeão de xadrez Gari Kasparov em um tira-teima.

Submarinos
Em 1869, o escritor francês Julio Verne (1828-1905) imaginou um submarino que utilizava um combustível eficiente e praticamente inesgotável. A história do capitão Nemo e dos tripulantes do submarino Nautilus (foto), em Vinte Mil Léguas Submarinas, inspirou um filme homônimo dos estúdios Walt Disney, em 1954. Um ano depois, surgiu o primeiro submarino de verdade movido por propulsão nuclear – que foi batizado de Nautilus em homenagem ao veículo descrito por Verne.

Viagem no tempo
Em 1895, H.G. Wells (1866-1946) publicou A Máquina do Tempo. O livro teve duas adaptações para o cinema. A mais recente delas, de 2000, com o ator Guy Pearce (foto), foi dirigida por Simon Wells, bisneto do escritor inglês. Só no início do século 20, com a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, a ciência passou a encarar com seriedade esse tema. Hoje se sabe que um corpo que se move a uma velocidade próxima à da luz pode atravessar uma galáxia em poucos segundos, mesmo que, para quem olha da Terra, essa travessia pareça levar milhares de anos.

Animais híbridos
No romance Frankenstein (1816), da inglesa Mary Shelley (1797-1851), o personagem principal é criado da união de partes retiradas de diversos corpos humanos. Ainda não chegamos a tanto, mas os cientistas já conseguem produzir bizarrices como Rama, resultante do cruzamento de um camelo e de uma lhama, nascida em 1998. A história de Shelley teve inúmeras adaptações para o cinema, como a versão de 1994 dirigida por Kenneth Branagh, com o ator Robert de Niro (foto) na pele da Criatura.

Viagem à Lua
Ao descrever uma viagem à Lua, o escritor Julio Verne incluiu pormenores impressionantes. Em tom profético, os livros Da Terra à Lua (1865) e Viagem ao Redor da Lua (1869) apresentam muito do que, de fato, ocorreria com o projeto americano Apollo, quase um século depois. A forma cilíndrico-cônica do foguete, o tempo da viagem e os efeitos da falta de gravidade foram alguns detalhes antecipados por Verne. Seus livros inspiraram o clássico Uma Viagem à Lua (1902), de George Méliès, o primeiro filme de ficção científica da história.

9358 – A Mãe das Conspirações – Deuses Astronautas?


Capa do livro
Capa do livro

A Teoria dos Astronautas Antigos é usada para explicar que a Terra teria sido visitada por seres extraterrestres há muitos milênios.
A existência de seres alienígenas ou extraterrestres se tornou especialmente presente na cultura popular a partir da segunda metade do século XX. Foram muitas as teorias, muitos os relatos e muitas associações humanas que surgiram para dar mais amplitude ao tema na sociedade. Claro, não se pode deixar de citar também as muitas teorias da conspiração que permearam e ainda permeiam o assunto. De todo modo, a Astronomia evoluiu muito também nas últimas décadas e a ciência nos revelou muitas verdades sobre o universo. Todavia, algumas teorias não foram comprovadas, mas possuem muitos defensores importantes e famosos.
Na década de 1960, o escritor suíço Erich von Däniken ajudou a popularizar a Teoria dos Astronautas Antigos através de seu muito bem sucedido livro “Eram os Deuses Astronautas?”. A obra foi publicada em 1968 e se tornou um best seller com suas teorias sobre o paleocontato, ou seja, o contato de civilizações extraterrestres com nosso planeta muito tempo atrás. O argumento de Däniken se baseava em artefatos e construções monumentais de origem e propósitos desconhecidos encontrados na Terra, em iconografias antigas que permitem interpretações sobre criaturas não-humanas e suas tecnologias, e em possíveis contatos com seres extraterrestres na origem de muitas religiões. Apesar do sucesso comercial do livro, não foram encontradas provas para comprovar suas alegações no livro e o suíço foi julgado como pseudocientista por muitos.
A Teoria dos Astronautas Antigos alega que os humanos são fruto de seres que visitaram nosso planeta muito tempo atrás, transferindo conhecimento, cultura e religião. Depois de Erich von Däniken, Zecharia Sitchin também ajudou a difundir o tema através de sua interpretação que deu a textos antigos do Oriente Médio, embora não com o mesmo sucesso. Atualmente, Grahan Hancock é quem dá continuidade ao tema seguindo a linha de argumentação de Erich von Däniken, embora a considere incompleta.
Em geral, as supostas provas da Teoria dos Astronautas Antigos são as máquinas voadoras que aparecem em textos antigos, “aeromodelos” antigos descobertos no Egito e na América do Sul e monumentos como Stonehenge, as pirâmides do Egito, Macchu Picchu no Peru, Baalbek no Líbano, que não se sabe explicar como poderiam ter sido construídos pelos homens.

9357 – Teletransporte: Ficção ou Realidade?


Em teoria, o primeiro teletransporte de partículas ocorreu em 1993, sendo realizado pela primeira vez em 1997, nos EUA. Na época, ocorreu o teletransporte de fótons (partículas de luz) de um ponto ao outro.
Conseguiram teletransportar uma partícula de matéria, graças a um “emaranhamento”, uma ligação instantânea entre duas partículas distanciadas. Neste processo, quando uma partícula é manipulada em determinado ponto, a outra teletransportada também sofre alteração devido a manipulação da primeira.
Albert Einstein não aceitava a ideia de “telepatia” entre partículas, considerava uma “ação fantasma à distância. Os atuais experimentos comprovam que o teletransporte é possível, mesmo que não esteja no nível fictício dos filmes da série “Jornada nas Estrelas”.
A grande dificuldade ainda é de manipular as partículas sem perder as informações por ela transmitida. A pesquisa tem sido desenvolvida arduamente por pesquisadores norte-americanos da Universidade de Maryland, e publicada, quando encontram-se novidades, na revista Science.
A técnica já havia dado certo no teletransporte de luz; em 2009, conseguiram teletransportar matéria entre dois locais. A matéria era um íon de um metal itérbio, que fora teletransportada num espaço de um metro.

8697 – Literatura Fictícia – Escritores do Gênero Sobrenatural


Embora o sobrenatural seja, originalmente, uma vertente da literatura de horror, pois enfoca os pretensos poderes transcendentais do Homem, atualmente ganhou um status especial e arrisco até a dizer que se tornou um gênero à parte, por conta da onda que invadiu especialmente o mercado editorial direcionado ao jovem leitor. A princípio ele estava presente no universo fantástico, o qual experimentou um ‘boom’ repentino; depois esta esfera destacou-se da fantasia e ganhou uma autonomia singular. Geralmente adota uma linguagem mais leve, dinâmica e viva, no que se distingue do terror e do horror, por ter como objetivo atingir outro público. O estilo sobrenatural apresenta como temas anjos rebeldes, demônios, jovens que descobrem ter poderes excepcionais, imortais, vampiros, lobisomens, entre outros seres sobre-humanos. Não há fronteiras rígidas entre estes gêneros; é possível encontrar as mesmas obras figurando em listas de livros fantásticos, sobrenaturais e de horror.
Autores e Obras do gênero Sobrenatural
Allison Nöel: Os Imortais; Riley; Saving Zoë; Sonhos.
Eduardo Spohr: A Batalha do Apocalipse; Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida; Filhos do Éden: Anjos da Morte.
André Vianco: Saga ‘Os Sete’: Os Sete; Sétimo; O Senhor da Chuva; O Turno da Noite; Saga O Vampiro-Rei: Bento; A Bruxa Tereza; Cantarzo; Série As Crônicas do Fim do Mundo: A Noite Maldita; A Casa; O Caso Laura.
Stephenie Meyer: Crepúsculo; Lua Nova, Eclipse; Amanhecer; Formaturas Infernais; A Hospedeira; A Breve Segunda Vida de Bree Tanner.
Lauren Kate: Série Fallen: Fallen; Tormenta; Paixão; Fallen in Love (spin-off); Rapture.
P C Cast e Kristin Cast: Série Morada da Noite: Marcada; Traída; Escolhida; Indomada; Caçada; Tentada; Queimada; Despertada; Destinada; Escondida; Revelada; Resgatada; O Juramento do Dragão; O Voto de Lenóbia; A Maldição de Neferet; A Queda de Kalona.
Leandro Schulai: O Vale dos Anjos; Revista Fantástica – Edição 1 e Revista Fantástica – Edição 2 ( participações).
C. C. Hunter: Série Acampamento Shadow Falls: Nascida à Meia-Noite; Desperta ao Amanhecer; Levada ao Entardecer; Whispers at Moonrise; Chosen at Nightfall.
Maggie Stiefvater: Série Os Lobos de Mercy Falls: Calafrio; Espera; Sempre.
Richelle Mead: Série A Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras; Aura Negra; Tocada pelas Sombras; Promessa de Sangue; Laços do Espírito; Last Sacrifice; Série Bloodlines: Laços de Sangue; O Lírio Dourado; A Canção do Súcubo (Série Georgina Kincaid).
Gena Showalter: Série Interligados: Aden Stone e a Batalha contra as Sombras; Aden Stone contra o Reino das Bruxas; Aden Stone, o Rei dos Vampiros; Série Senhores do Mundo Subterrâneo: A Noite mais Sombria; O Beijo mais Sombrio; O Prazer Mais Sombrio; Série Atlantis: Heart of the Dragon; Jewel of Atlantis; The Nymph King.

8189 – Tecnologia ou Ficção? – O Teletransporte


Desde que a roda foi inventada, há mais de 5 mil anos, as pessoas têm criado novas maneiras de viajar mais rápido de um lugar para o outro. A carruagem, a bicicleta, o automóvel, o avião e o foguete foram inventados para diminuir o tempo que se gasta para chegar aos destinos. Mesmo assim, todas essas formas de transporte têm o mesmo defeito e elas requerem que você percorra uma distância física, o que pode levar de alguns minutos a muitas horas, dependendo dos pontos iniciais e finais.
Mas, e se existisse uma maneira de ir da sua casa ao supermercado sem ter que usar um carro ou do seu quintal para a estação espacial internacional sem ter de usar uma espaçonave? Existem cientistas trabalhando neste tipo de viagem. Ela combina propriedades das telecomunicações e dos transportes para criar um sistema chamado teletransporte.
O teletransporte envolve a desmaterialização de um objeto em um ponto e o envio das configurações atômicas deste objeto para outra localidade, onde ele será reconstruído. Isso significa que o tempo e o espaço pode ser eliminado na viagem. Podemos nos transportar para qualquer lugar de forma instantânea, sem precisar percorrer uma distância física.
Muitos já conhecem a idéia do teletransporte e de outras tecnologias futuristas através da série de televisão Star Trek (1968-69), baseada em contos escritos por Gene Roddenberry. Os espectadores ficaram maravilhados com as viagens interestelares do Capitão Kirk, Spock e Dr. McCoy, e como eles se teletransportavam pelo universo.
Em 1993, a idéia do teletransporte saiu do campo da ficção científica e entrou para o mundo da possibilidade teórica. O físico Charles Bennett e um grupo de pesquisadores da IBM (em inglês) confirmaram que o teletransporte quântico era possível, mas somente se o objeto transportado fosse destruído. Esta revelação, anunciada em março de 1993 por Bennet, no encontro anual da American Physical Society (em inglês), aconteceu um pouco antes da publicação do relatório das suas descobertas na edição de 29 de março de 1993, da Physical Review Letters (em inglês). Desde aquela época, experiências utilizando fótons mostraram que o teletransporte quântico era, de fato, possível.
Em 1998, físicos do California Institute of Technology (Caltech) (em inglês), junto com dois grupos europeus, transformam as idéias da IBM em realidade ao transportar com sucesso um fóton, uma partícula de energia que carrega luz. O grupo Caltech conseguiu ler a estrutura atômica de um fóton e enviou esta informação em 1 m de cabo coaxial para criar uma réplica deste fóton. Como tinha sido previsto, o fóton original não existia mais depois que a réplica foi feita.
Durante o experimento, o grupo Caltech conseguiu contornar o princípio da incerteza de Heisenberg, a principal barreira para o teletransporte de objetos maiores que um fóton. Este princípio diz que você não pode saber, simultaneamente, o local e a velocidade de uma partícula. Mas se você não sabe a posição da partícula, como pode teletransportá-la? Para teletransportar um fóton sem violar o princípio de Heisenber, os físicos da Caltech utilizaram um fenômeno conhecido como entrelaçamento. No entrelaçamento, pelo menos três fótons são necessários para realizar o teletransporte quântico.

Fóton A: o fóton a ser teletransportado
Fóton B: o fóton de transporte
Fóton C: o fóton entrelaçado com o fóton B
Se os pesquisadores tentassem olhar o fóton A de perto sem o entrelaçamento, eles poderiam provocar uma colisão e, conseqüentemente, modificá-lo. Ao entrelaçar os fótons B e C, os pesquisadores podem extrair informação sobre o fóton A. O restante da informação seria transferida para o fóton B por meio do entrelaçamento e depois para o fóton C. Quando os pesquisadores aplicam a informação do fóton A no fóton C, eles podem criar uma réplica exata do fóton A, porém, este fóton deixa de existir da maneira como existia antes da informação ser enviada para o fóton C.
Em outras palavras, quando o capitão Kirk se teletransporta para um planeta alienígena, uma análise da sua estrutura atômica passa pela sala de transporte para o destino desejado, onde a réplica do Kirk é criada e o original é destruído.
Um experimento de sucesso foi realizado na Universidade Nacional da Austrália, quando os pesquisadores teletransportaram um raio laser.
O mais recente experimento de sucesso em teletransporte ocorreu em 4 de outubro de 2006, no Instituto Niels Bohr, em Copenhagen, Dinamarca. O Dr Eugene Polzik e sua equipe teletransportaram informações armazenadas em um raio laser, em uma nuvem de átomos. De acordo com Polzik: “é um passo adiante, pois pela primeira vez envolveu o teletransporte entre luz e matéria, dois objetos distintos. Um é o portador da informação e o outro é o meio de armazenamento” (CBC). A informação foi teletransportada por 0,5m.
A idéia de criar réplicas e destruir originais ainda não é atrativa para as pessoas, mas o teletransporte quântico pode ajudar a computação quântica. Estes experimentos com os fótons são importantes para o desenvolvimento das redes que distribuem informação quântica. O professor Samuel Braunstein, da universidade de Wales, em Bangor, criou uma rede chamada “internet quântica”. Esta tecnologia pode ser usada um dia para construir um computador quântico que tem taxas de transmissão de dados muitas vezes mais rápidas que o computador mais moderno.
Teletransporte de pessoas
Ainda estamos longe do desenvolvimento de uma máquina de teletransporte como a que aparece na série Star Trek. As leis da física podem até impedir que exista um teletransportador que envie uma pessoa, instantaneamente, para outro lugar. Isso precisaria ser feito na velocidade da luz.
Para uma pessoa ser teletransportada, uma máquina teria que ser construída para identificar e analisar todos os 1028 átomos que formam um corpo humano, o que significa mais de um trilhão de átomos. Esta máquina teria que enviar essa informação para outro lugar, onde o corpo da pessoa seria reconstruído com precisão. As moléculas não poderiam estar 1 mm fora do lugar, já que isso poderia deixar a pessoa com graves defeitos neurológicos ou fisiológicos.
Nos episódios de Star Trek (Jornada na estrelas) e nas outras séries que surgiram depois, o teletransporte era feito por uma máquina chamada transportador. Esta máquina era, basicamente, uma plataforma onde ficavam os personagens, enquanto Scotty operava os controles. A máquina analisava cada átomo da pessoa na plataforma e usava uma onda transportadora para transmitir estas moléculas para onde a tripulação quisesse ir. Os telespectadores testemunhavam o Capitão Kirk e sua tripulação desaparecerem e reaparecerem instantamente em um planeta distante.
Se essa máquina existisse, seria improvável que a pessoa transportada fosse realmente “transportada”. Funcionaria mais ou menos como uma aparelho de fax. Uma réplica da pessoa apareceria do outro lado da transmissão. Mas o que aconteceria com o original? Uma teoria sugere que o teletransporte deveria combinar clonagem genética com digitalização.
Nesta clonagem biodigital, os tele-viajantes teriam que morrer. Seus corpos e mentes originais deixariam de existir. A sua estrutura atômica seria copiada para outra localidade e a digitalização recriaria as memórias, emoções, esperanças e sonhos dos viajantes. Então eles ainda iriam existir, mas em um novo corpo, com a mesma estrutura atômica do corpo original e programado com a mesma informação.
Como todas as outras tecnologias, os cientistas continuam a melhorar a ideia do teletransporte até que se torne possível utilizá-la sem métodos tão agressivos. Um dia, um dos seus descendentes vai terminar um dia de trabalho num escritório espacial situado a milhões de anos-luz da Terra e falar para o seu relógio de pulso transportá-lo para casa, no planeta X. Quando ele terminar de pronunciar estas palavras, já vai estar sentado à mesa de jantar.

8180 – Cinema – O Exterminador do Futuro – A Salvação


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Lançamento
5 de junho de 2009 (1h 55min)
Dirigido por
McG
Com
Christian Bale, Sam Worthington, Anton Yelchin mais
Gênero
Ficção científica , Aventura , Ação
Nacionalidade
EUA , Reino Unido , Alemanha

Sinopse
2018. John Connor (Christian Bale) é designado para liderar a resistência humana ao domínio das máquinas, coordenadas pela Skynet e seu exército de exterminadores. Um dia surge Marcus Wright (Sam Worthington), cuja última memória que possui é de estar no corredor da morte. Connor precisa descobrir se Wright foi enviado do futuro ou resgatado do passado, ao mesmo tempo em que a Skynet prepara seu ataque definitivo.
É o quarto filme da franquia The Terminator, com o ator Christian Bale como John Connor o futuro líder da resistência e Sam Worthington como o ciborgue Marcus Wright. O filme também apresenta um Kyle Reese do primeiro The Terminator (br: O Exterminador do Futuro) como um adolescente, interpretado por Anton Yelchin, além de mostrar a origem do T-800. Terminator Salvation é ambientado no ano de 2018 e foca na guerra entre a humanidade e a Skynet. O filme foi lançado em 21 de Maio de 2009 no Estados Unidos e 5 de junho no Brasil.
Em 2003, a Dra. Serena Kogan (Helena Bonham Carter) de Cyberdyne Systems convence o prisioneiro no Corredor da morte Marcus Wright (Sam Worthington) a assinar um consentimento, doando seu corpo para pesquisas médicas após a execução por Injeção letal. Um ano depois, os sistemas da Skynet são ativados, e ao se tornar autoconscientes passa a encarar os humanos como uma ameaça a sua própria existência, e erradica a maioria dos humanos em um evento chamado de Dia do Julgamento (veja Terminator 3: Rise of the Machines). Em 2018, John Connor (Christian Bale) lidera um ataque da Resistência a uma base da Skynet. John encontra prisioneiros humanos e descobre os planos para o desenvolvimento de um novo tipo de exterminador com tecido vivo incorporado, mas após a destruição por uma explosão nuclear, John Connor aparentemente é o único sobrevivente. Porém, Marcus levanta em meio aos destroços da base e segue a pé para Los Angeles.

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John retorna ao quartel general da Resistência localizada a bordo de um submarino nuclear e revela ao General Ashdown (Michael Ironside) sua descoberta. Nesse meio tempo, a resistência descobriu uma freqüência de radio capaz de desativar qualquer máquina da Skynet. Eles planejam lançar uma ofensiva contra a base da Skynet em San Francisco em quatro dias, em resposta a uma lista interceptada com os nomes das pessoas a serem mortas, indicando que a Skynet planeja matar os líderes da Resistência em quatro dias. John descobre que seu nome é o segundo na lista, seguido por Kyle Reese. Os líderes da Resistência estão indiferentes a importância de Kyle para a Skynet, mas John, por saber que Kyle se tornará mais tarde seu pai (veja The Terminator), está atento a este fato. John se encontra com o oficial Barnes e com sua esposa Kate (Bryce Dallas Howard)e inicia uma transmissão por radio para todos os membros da Resistência e civis sobreviventes ao redor do mundo.
Ao chegar às ruínas de Los Angeles, Marcus é salvo de um Exterminador T-600 por Kyle Reese (Anton Yelchin) e sua companheira muda Star (Jadagrace Berry). Kyle relata a Marcus os eventos do Dia do Julgamento e da subseqüente guerra entre humanos e máquinas. Ao ouvirem a transmissão de radio de John, os três deixam Los Angeles e partem em busca da Resistência. Eles sobrevivem a um ataque das máquinas, mas Kyle, Star, e inúmeros outros humanos são levados como prisioneiros, enquanto dois aviões A-10 da Resistência são abatidos. Marcus localiza a piloto do avião abatido Blair Williams (Moon Bloodgood) e os dois retornam a base de John, mas Marcus é ferido por uma mina terrestre. Tentando salvar sua vida, a Resistência descobre que Marcus é na realidade um ciborgue com órgãos humanos, um endosqueleto mecânico, circuitos, e um córtex cerebral parcialmente artificial. Marcus que acredita piamente ser um humano, exige que seja solto para que possa resgatar Kyle da Skynet, mas John ordena sua destruição. Porém, Blair desobedecendo as ordens de John decide ajudá-lo a escapar da base. Resultando em uma perseguição, durante a qual Marcus salva a vida de John dos hidrobots da Skynet, e os dois formam uma aliança – Marcus entrará no quartel general da Skynet e tentará desabilitar as defesas para que John possa resgatar Kyle.

Em vista disso John exige que Ashdown adie o ataque para que ele possa resgatar Kyle e outros prisioneiros, mas Ashdown se recusa e destitui John de seu comando. Porém, os soldados de John continuam leais a ele, e ele inicia uma transmissão de rádio pedindo que os outros membros da Resistência não ataquem a Skynet. Nesse meio tempo, Marcus entra na base da Skynet e acessa o computador, desabilitando as defesas de perímetro, permitindo que John se infiltre e liberte os prisioneiros humanos. Nesse meio tempo descobre-se que o sinal de desligamento descoberto pela Resistência mostrou ser uma armadilha, e o submarino de comando com os líderes da Resistência a bordo foi destruído por um Hunter-Killer.
Marcus descobre que foi criado pela Skynet e que inconscientemente cumpriu com a missão programada de atrair John para a base para ser morto. Ele destrói o hardware que o ligava a Skynet e parte para ajudar John na batalha contra o T-800. Durante a luta John é mortalmente ferido, mas é bem sucedido em destruir a base da Skynet por ligar várias células de combustível a um explosivo, após ele, Marcus, Kyle, e Star decolarem, John detona o explosivo. Kate tenta salvar a vida de John, mas seu coração está ferido demais. Marcus oferece seu coração para transplante, sacrificando-se para salvar a vida de John. Recuperando-se, John faz uma transmissão de radio para a Resistência dizendo que apesar de terem vencido a batalha, a guerra estava longe do final.

Um Pouco Antes
Terminator 3: Rise of the Machines (O Exterminador do Futuro 3 – A Rebelião das Máquinas).A primeira batalha entre os humanos e a inteligência artificial da empresa SkyNet está prestes a ocorrer. Na intenção de eliminar John Connor (Nick Stahl), um dos líderes dos humanos, as máquinas enviam um novo ciborgue exterminador em seu encalço: T-X (Kristanna Loken). Para protegê-lo, desta vez é enviado um ciborgue mais moderno, modelo T-850. John Connor e Kate Brewster se encontram, ou melhor, se reencontram, pois ao longo do filme Kate diz para John que seu primeiro beijo foi com ele um dia antes de ele conhecer o Exterminador. Apesar de ter criado os personagens e o universo da série O Exterminador do Futuro, o diretor James Cameron nada tem a ver com o 3º filme. O papel do Exterminador ainda é feito por Schwarzenegger. O orçamento de O Exterminador do Futuro 3 foi de US$ 170 milhões, o maior já aprovado até o momento para um único filme. Porém é considerado o filme mais fraco da franquia até então.

Terminator 2: Judgment Day (O Exterminador do Futuro 2 – O dia do julgamento final). considerado o melhor filme da trilogia, neste 2º filme da série John Connor com dez anos de idade conhece o Exterminador, que foi enviado por ele mesmo 45 anos antes, para protegê-lo da ameaça de um novo exterminador, o T-1000, que pode se transformar em quase tudo que toca. Sarah Connor está presa em um hospício, pois ninguém acredita na história dela: Que exterminadores do futuro vem para matá-la, pois seu filho será o líder da resistencia humana depois do holocausto nuclear que as máquinas provocarão. No final do filme são destruidos todos os chips de memória que possibiilitam a pesquisa sobre uma rede global, sendo o Exterminador descido para um poço de metal liquido de modo a destruir o seu próprio chip interno, um verdadeiro sucesso de bilheria, que só nos EUA arrecadou mais de 200 milhões de dolares, e James Cameron realmente fez o que quis nesta película contando, mais uma vez, com o auxílio do já falecido mago da maquiagem e das criaturas Stan Winston. No entanto, Winston não foi a única arma de Cameron, que recrutou a Industrial Light & Magic para criar os fabulosos efeitos de metal líquido para o T-1000, criando perfeitamente o maleável, cromado e implacável perseguidor deste longa. Mesmo se utilizando da computação gráfica para como parte do novo vilão, o diretor jamais se furta de se utilizar efeitos práticos e explosões reais nas cenas de ação do longa, ressaltando-se ainda o espetacular trabalho da equipe de dublês da fita, altamente competentes. A trilha sonora de Brad Fiedel, que havia sido um dos pontos fracos do primeiro episódio, finalmente encontra o tom certo. Em sua parte musical, o longa ainda conta o bom e velho rock, representados por “Bad to The Bone” de George Thorogood and The Destroyers e “You Could Be Mine” da banda Guns N’ Roses, que chega até a ser referenciada no filme em uma sequência de ação que conta com… armas e rosas!

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The Terminator: (O Exterminador do Futuro)A trama mostra o andróide assassino Exterminador, modelo T-800 (Arnold Schwarzenegger), vindo do futuro para os anos 1980 com o objetivo de assassinar Sarah Connor (Linda Hamilton). O motivo: ela será a mãe de John Connor, futuro líder da resistência humana em sua luta contra o exército de máquinas que dominará o planeta após um holocausto nuclear, com Connor sendo aquele que irá liderar a humanidade na virada da guerra. Para proteger Sarah, o soldado Kyle Reese (Michael Biehn) também volta ao passado, mesmo com poucas chances de vencer a máquina, já que conta apenas com as primitivas armas deste tempo que consegue encontrar. Além disso, Reese tem de lutar contra seus próprios demônios e sentimentos, além de encarar o cetisimo de Sarah que, inicialmente, o vê como um louco. Mesmo com Reese afirmando que o futuro de onde ele vem é apenas “um futuro possível”, a mensagem que o roteiro, na medida em que se desenvolve, passa é de que o destino é imutável. No entanto, a interessante discussão homem/máquina e a relação de destino é apenas uma fração do que fez este longa de 1984 se tornar um clássico de seu tempo. O visual e o ritmo que o diretor James Cameron impôs ao filme foram o que o tornaram único. No primeiro ato do filme, o diretor não foge da regra básica de alternar cenas bucólicas com outras de tensão ao criar contrapontos narrativos do paradoxo e a lógica da viagem do tempo aqui mostrados que acontecem durante a trama principal do filme tinham de realmente acontecer para que o futuro ali mostrado existisse.

8117 – Cinema – O Segredo do Abismo


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Um filme norte-americano de 1989 de ficção e suspense de James Cameron, para este filme foram necessárias oito semanas de filmagens subaquáticas. Os efeitos especiais inovadores, usados para dar forma aos alienígenas subaquáticos, foram depois reutilizados pelo diretor em seu filme seguinte, Terminator 2: Judgment Day, para criar o fabuloso andróide T 1000.
Este thriller de primeira classe, filmado debaixo de água, conta a história do inexplicável naufrágio de um submarino americano.
Uma equipe de cientistas em uma platorma civil de exploração de petróleo se vê repentinamente com a missão de tentar resgatar o USS Montana, um submarino nuclear que afundou misteriosamente com 156 tripulantes e, após o ocorrido, não houve mais contato. A plataforma é usada para a “Operação Salvo”, a operação de resgate que visa resgatar a tripulação do Montana, pois apesar de saberem onde está o submarino um furacão se aproxima e, assim, a Marinha não terá tempo hábil de chegar ao local. Com isso, a equipe da plataforma se torna a melhor opção para realizar o salvamento, ficando acertado que o tenente Coffey (Michael Biehn) supervisionará as operações. Entretanto, Bud Brigman (Ed Harris), um mergulhador que chefia a plataforma, diz à operação que acaba de pressentir que sua equipe corre perigo, mas Brigman não poderia imaginar que iria se deparar com algo totalmente surpreendente.

James Cameron, dirigiu também Titanic e a saga O Exterminador do Futuro
James Cameron, dirigiu também Titanic e a saga O Exterminador do Futuro

7632 – O Cinema Viaja no Tempo


SUPER-HOMEM
Richard Donner, 1978

– Volta o tempo em alguns minutos em 1978
Para evitar o ataque nuclear que mata Lois Lane, o Super-Homem voa em torno da Terra numa velocidade tão alta que inverte sua rotação. Assim, regride o tempo em alguns minutos e salva sua amada. Foi o método mais tosco já criado no cinema: o tempo não voltaria e um megaterremoto destruiria a superfície terrestre, que seria ainda lavada por um tsunami inimaginável.

DE VOLTA PARA O FUTURO 1
Robert Zemeckis, 1985

– De 1985 para 1955
O cientista Doc Brown cria em 1985 uma máquina do tempo ao instalar um “capacitor de fluxo”, movido a plutônio, num esportivo DeLorean. Basta passar dos 140 km/h para o equipamento transportar o passageiro ao tempo desejado. O problema começa quando o adolescente Marty McFly chega por acidente ao ano de 1955 e estraga o momento em que seus pais se conheceriam.

FEITIÇO DO TEMPO
Harold Ramis, 1993

– O dia 2 de fevereiro de 1993 se repete.
O repórter Phil Connors precisa cobrir um evento enfadonho: a aparição de um roedor capaz de prever a duração do inverno. Mas eis que Phil acorda, e o dia se repete. Ao perceber que isso continuará a acontecer, Phil passa a se dedicar a atividades como aprender francês e a esculpir. Segundo o diretor, o repórter passou ao menos 10 anos vivendo o mesmo dia.

O EXTERMINADOR DO FUTURO 1
James Cameron, 1984

– De 2029 para 12 de maio de 1984
Em 2029, a Terra é dominada pelo computador Skynet. Sua única ameaça é John Connor, líder da resistência humana. Para evitar que Connor nasça, Skynet envia a 1984 o ciborgue T-101, com objetivo de matar sua mãe. A máquina é o Time Displacement Equipment, capaz de transportar só tecidos vivos e o material do qual são feitos os exterminadores.

MEIA-NOITE EM PARIS
Woody Allen, 2011

– De 2011 para 1920 e de 1920 para 1890
Sozinho e bêbado numa esquina parisiense enquanto sua noiva se diverte com outros, o escritor americano Gil Pender pega carona num antigo Peugeot Landaulet 184 que o transporta para a Paris da década de 1920 – e encontra ídolos como Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway e Salvador Dalí. Mais tarde, pega uma carruagem que o leva à Belle Époque, na década de 1890.

A MÁQUINA DO TEMPO
George Pal, 1960

– De 1899 para 802 701, e de volta
No fim do século 19, um aventureiro inventa uma máquina capaz de levá-lo ao passado e ao futuro. De 1899 ele parte para o século 20, mas, para fugir da bomba nuclear que eliminará a humanidade, avança 800 milênios e encontra na Terra seres chamados Elois, que servem de alimento para Morlocks subterrâneos. É baseado no livro de H. G. Wells de 1895.

STAR TREK 4
Leonard Nimoy, 1986

– De 2286 para 1986
Para catapultar a espaçonave Ave de Rapina do ano de 2286 para 1986 com uma supervelocidade, o capitão Kirk aproveita a força gravitacional do Sol, fazendo uma manobra em torno do astro – é o chamado de Efeito Estilingue. Seu objetivo é resgatar uma baleia jubarte, único ser capaz de decifrar as mensagens emitidas por uma sonda prestes a destruir a vida na Terra.


PLANETA DOS MACACOS

Franklin Schaffner, 1968

– De 1972 a 3978
Uma equipe de astronautas é posta em hibernação induzida em 1972 a bordo de uma espaçonave quase tão rápida quanto a luz. Eles viajam por 2006 anos – que parecem apenas 18 meses por conta da dilatação do tempo – até que um acidente os faz chegar num planeta onde humanos vivem primitivamente, subjugados por outros primatas civilizados. Esse planeta é a Terra.

 

7151 – Cinema – Max, Fidelidade Assassina


Título no Brasil: Max – Fidelidade Assassina
Título Original: Man’s Best Friend
País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento: 1993
Elenco
Ally Sheedy … Lori Tanner
Lance Henriksen … Dr. Jarret
Robert Costanzo … Detective Kovacs
Fredric Lehne … Perry
John Cassini … Detective Bendetti
J.D. Daniels … Rudy
William Sanderson … Ray
Trula M. Marcus … Annie
Robin Frates … Judy Sanders
Rick Barker … Mailman
Bradley Pierce … Chet
Robert Arentz … EMAX Security Guard
Cameron Arnett … Dog Catcher #1

Um jornalista se dedica a campanhas para salvar animais vítimas de experiências cruéis em laboratório. Um dia, consegue soltar Max, um cão transformado em cobaia. No entanto, o repórter não sabe que o animal é superdotado, fruto de uma experiência genética, e se transforma numa ameaça para a população. Com auxílio da polícia, o cientista inicia uma perseguição ao cão, antes que comece os seus ataques.

Trilha Sonora – Observe o clássico da Disco como trilha sonora, na íntegra El Coco – Cocomotion

6202 – Cinema – A Guerra dos Mundos


Ray Ferrier (Tom Cruise) é um homem divorciado que trabalha nas docas. Ele não se sente à vontade no papel de pai, mas precisa cuidar de seus filhos, Robbie (Justin Chatwin) e Rachel (Dakota Fanning), quando eles lhe fazem uma de suas raras visitas. Pouco após eles chegarem Ray presencia um evento que mudará para sempre sua vida: o surgimento de uma gigantesca máquina de guerra, que emerge do chão e incinera tudo o que encontra. Trata-se do primeiro golpe de um devastador ataque alienígena à Terra, que faz com que Ray pegue seus filhos e tente protegê-los, levando-os o mais longe possível das armas extra-terrestres.
O filme custou 132 milhões de dólares e foi um dos maiores sucessos de bilheteria de 2005, ao lado de Star Wars Episódio III: A Vingança dos Sith, Harry Potter e o Cálice de Fogo e As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa
O filme é baseado num livro de H.G. Wells que já havia sido adaptado para o cinema em 1953; tanto o filme antigo quanto o livro também recebem o nome de Guerra dos Mundos.
Tudo começa com algumas imagens e a voz de um narrador (voz esta que pertence a Morgan Freeman), que falam do ser humano|homem e seu domínio sobre a Terra, e sobre seres intelectualmente superiores a nós que vêm nos estudando há muito tempo, e que agora decidiram traçar seus planos contra nós.
A história começa em um dia comum em que Ray(Tom Cruise) volta para casa para receber os filhos, Rachel(Dakota Fanning) e Robbie(Justin Chatwin), que atualmente moram com a mãe, Mary(Miranda Otto), e o padrasto, Tim. Coisas como a falta de leite e Rachel e Robbie terem que dividir o quarto apesar da grande diferença de idade e de sexo mostram que Ray certamente não estava preparado para receber os filhos. Apesar disso, outras coisas chamam a atenção de Ray, como a estranha tempestade que se forma perto de sua residência. A tempestade primeiramente gera fortes ventos que estranhamente sopram na direção dela. E depois, ela libera uma série de estranhos raios que, além de serem desacompanhados de trovões, atingem sempre o mesmo lugar.

Cartaz do filme baseado no clássico de ficção

6178 – Como captar energia das estrelas


Tal ideia pertence à fronteira entre a ficção e a pesquisa de verdade, mas foi proposta pela primeira vez numa das mais importantes revistas científicas do mundo, a americana Science, há 50 anos. Seu principal mentor, o físico e matemático britânico Freeman Dyson, empresta seu nome ao conceito, que é conhecido como “esfera Dyson”.
Ao longo da história, a humanidade tem aumentado exponencialmente seu consumo de energia, da queima de poucas toneladas de gravetos por ano na Pré-História à construção de gigantescas usinas elétricas no século 20. Ora, se os seres humanos realmente se espalharem pelo sistema solar e pelos sistemas estelares vizinhos no futuro, vão precisar de quantidades ainda mais alucinadas de energia para sobreviver. Portanto, nada melhor do que organizar sistemas que captem diretamente a radiação estelar para o nosso uso.
O ponto em comum em todas as variantes já imaginadas é o uso de um grande conjunto de painéis solares, voltados na direção da estrela-tomada, os quais, de preferência, cobririam a totalidade, ou pelo menos a maior parte, do astro. Fora isso, o desacordo impera entre os teóricos.
O que parece quase certo é que seria absurdamente complicado construir uma esfera sólida em torno da coitada da estrela. O problema não é nem o calor, já que os proponentes dessa versão falam numa casca com raio de 1 UA (uma unidade astronômica, ou seja, a distância atual entre a Terra e o Sol). O que acontece é que uma estrutura desse naipe não teria interação gravitacional significativa com a estrela em seu interior – ou seja, precisaria de motores que a mantivessem no lugar o tempo todo, senão correria o risco de trombar com o astro. Por essas e outras, acredita-se que o melhor jeito de realizar o sonho da estrela-tomada envolva o uso de um arquipélago de satélites e estações espaciais, cobertos com sofisticados coletores de energia solar. Uma vez obtida a energia, ela poderia ser transmitida de um satélite para outro, e também para pontos distantes do espaço, por meio de potentes emissões de laser, digamos. Essa versão da ideia é conhecida como “enxame de Dyson”, mas ela tem outra desvantagem séria. A interação gravitacional entre o grande número de satélites poderia levar a frequentes trombadas, difíceis de evitar. Por isso, um terceiro conceito, a “bolha de Dyson”, propõe equipar os satélites em torno da estrela com gigantescas velas (isso mesmo, como as de barcos), as quais seriam impulsionadas pelo “vento” de partículas que a estrela sopra através do espaço. Com isso, os coletores de energia ficariam sempre na mesma posição. Se você está achando Dyson doidão, saiba que ele propôs a ideia, originalmente, como forma de buscar civilizações ETs avançadas, que já teriam feito suas esferas Universo afora.

6145 – Marte – Cenário de Ficção


Marte é um planeta árido, cheio de crateras e nunca esteve a menos de 56 milhões de quilômetros da Terra. Como é que um lugar sem graça desses inspirou tantas histórias de ficção científica? A explicação talvez remonte a 1877, quando o astrônomo italiano Giovanni Schiaparelli observou uma rede de canais na superfície marciana, que foi interpretada por alguns cientistas como estruturas artificiais de irrigação. Com teorias desse tipo, que outro lugar poderia alimentar tanto a imaginação dos escritores? H. G. Wells não ficou indiferente e também brincou com os marcianos. Em 1897, quando publicou A Guerra dos Mundos na forma de folhetim, o planeta fervia com as recentes invenções do homem: o telefone (1876), a lâmpada elétrica (1879), o automóvel (1885), o rádio (1896). Wells era um sujeito antenado. Tudo o que os marcianos do seu livro possuíam na fictícia invasão da Terra seria inventado pelo homem nos anos seguintes: o segredo de voar (avião, em 1906), o raio de calor (raio laser, em 1960) e a máquina de manipular (robôs, em 1961). Mas Wells temia o uso destrutivo das novas invenções e viveu o suficiente para descobrir que tinha razão. Em 1915, a Alemanha usou armas químicas contra os franceses na Primeira Guerra Mundial. Em 1945, os Estados Unidos jogaram duas bombas atômicas sobre o Japão, no lance final da Segunda Guerra. A primeira frase do capítulo 6 do livro de Wells soa profética: “Ainda é motivo de espanto o modo como os marcianos são capazes de matar gente tão rápida e silenciosamente”. Quando morreu, em 1946, Wells já tinha perdido a confiança no ser humano.

3358 – Cinema – O Sexto Dia


Poster do Filme

Num futuro não muito distante um piloto de helicóptero chamado Adam Gibson (Arnold Schwarzenegger), descobre que há uma pessoa em seu lugar de trabalho e o mais estranho é que esta pessoa é ele mesmo, e ele sabe que neste futuro é proibida a clonagem de seres humanos. Neste momento ele pensa em descobrir quem esta por trás desta operação em que clonaram seu genótipo, ele acaba descobrindo que um famoso empresário da área médica está envolvido nesta estranha trama.
Personagem Ator/Atriz
Adam Gibson Arnold Schwarzenegger
Hank Morgan Michael Rapaport
Michael Drucker Tony Goldwyn
Robert Marshall Michael Rooker
Talia Elsworth Sarah Wynter
Natalie Gibson Wendy Crewson
P. Wiley Rodney Rowland
Vincent Bansworth Terry Crews
Dr. Griffin Weir Robert Duvall
Tripp Colin Cunningham
Namorada virtual do Hank Jennifer Gareis

3307 – Física – O que são raios gama?


Se você é fã de quadrinhos, a resposta está na ponta da língua. Ou melhor, na força sobre-humana, enorme irritação e cor esverdeada do Hulk. Fora da ficção, o raio gama deixa seus poderes de lado e volta a ser só radiação eletromagnética. Isto é, transmite energia pelo espaço na forma de ondas, com emissão de partículas ou componentes magnéticos. São como os raios X e de luz, com pequena diferença. “A radiação gama vem sempre de um material radioativo – como cobalto 60 ou urânio – e os raios X, de uma máquina elétrica. O raio X você desliga; a radiação gama, não”, afirma um diretor científico da Embrarad (Empresa Brasileira de Radiações). Há também diferença no comprimento das ondas e na quantidade de energia emitida. Quanto menor o comprimento, mais energia é irradiada. Isso faz o gama a fonte mais potente do espectro eletromagnético. Sua partícula, por exemplo, transporta 10 mil vezes mais energia que a partícula de luz. E sua radiação consegue atravessar camadas e mais camadas de concreto pelos espaços reais que existem entre os átomos e moléculas. A radiação gama funciona provocando ionizações. Ao encontrar um elétron, ela o retira da órbita, obrigando o restante do átomo a se rearranjar. Esse processo gera fótons de radiação gama. Provoca, assim, uma reação em cadeia, que pode afetar a estrutura química das células do corpo. Uma exposição muito prolongada traria, então, muitos problemas: de dores de cabeça, passando por mutações nos órgãos e membros, até chegar à morte. Os poderes ficam mesmo só no personagem e na imaginação de Stan Lee, criador do Hulk.

Raios gama no espaço

Os raios gama também conhecidos por Radiação gama e simbolizados por (γ), é um tipo de radiação eletromagnética produzida geralmente por elementos radioativos. As explosões cósmicas de raios gama são os fenômenos que emitem a maior quantidade de energia por unidade de tempo no universo.
Os raios gama, devido à alta energia que possuem, são capazes de penetrar profundamente na matéria, e em consequência dessa propriedade o processo de irradiação de diferentes produtos com raios gama cresce significativamente no mundo.
Processos que utilizam raios gama:
– Esterilização de equipamentos médicos: Devido à sua elevada energia, a radiação gama pode causar danos no núcleo das células, por isso é usada para esterilizar.
– Descontaminação de produtos alimentícios: a irradiação com raios gama permite através da eliminação de microrganismos patogênicos, tais como a Salmonella Typhimurium, descontaminar alimentos. Além disso, eleva a vida útil do produto, aumentando assim o seu tempo na prateleira.
Por causa das altas energias que possuem, os raios gama constituem um tipo de radiação ionizante capaz de penetrar na matéria mais profundamente que a radiação alfa ou beta. Devido à sua elevada energia, podem causar danos no núcleo das células, por isso usados para esterilizar equipamentos médicos e alimentos.
A energia deste tipo de radiação é medida em Megaelétron-volts (MeV). Um Mev corresponde a fótons gama de comprimentos de onda inferiores a 10 – 11 metros ou frequências superiores a 1019 Hz.
Os raios gama são produzidos na passagem de um núcleon de um nível excitado para outro de menor energia, e na desintegração de isótopos radioativos. Estão geralmente associados com a energia nuclear e aos reatores nucleares. A radioatividade se encontra no nosso meio natural, desde os raios cósmicos que bombardeiam a Terra provenientes do Sol, das estrelas e das galáxias fora do nosso sistema solar, até alguns isótopos radioativos que fazem parte do nosso meio natural.
Os raios gama produzidos no espaço não chegam à superfície da Terra, pois são absorvidos na parte mais alta da atmosfera. Para observar o universo nestas frequências, é necessária a utilização de balões de grande altitude ou observatórios espaciais. Em ambos os casos se utiliza o efeito Compton para detectar os raios gama. Estes raios são produzidos em fenômenos astrofísicos de alta energia como em explosões de supernovas ou núcleos de galáxias ativas.

3306 – Cinema – Avatar


É um filme épico americano de ficção científica de 2009, escrito e dirigido por James Cameron, e estrelado por Sam Worthington, Zoë Saldaña, Michelle Rodriguez, Sigourney Weaver e Stephen Lang. O filme, que foi produzido pela Lightstorm Entertainment e distribuído pela 20th Century Fox, tem seu enredo localizado no ano 2154 e é baseado em um conflito em Pandora, uma das luas de Polifemo, um dos três planetas gasosos fictícios que orbitam o sistema Alpha Centauri. Em Pandora, os colonizadores humanos e os Na’vi, nativos humanoides, entram em guerra pelos recursos do planeta e a continuação da existência da espécie nativa. O título do filme refere-se aos corpos Na’vi-humanos híbridos, criados por um grupo de cientistas através de engenharia genética, para interagir com os nativos de Pandora.
O desenvolvimento de Avatar começou a ser trabalhado por James Cameron em 1994, tendo escrito o rascunho de um roteiro, com cerca de 80 páginas, sendo esse seu primeiro filme após Titanic. As filmagens deveriam ter sido iniciadas logo após esse filme, e Avatar seria lançado em 1999, mas, de acordo com Cameron, a tecnologia necessária para produzir o filme a partir de sua visão ainda não estava disponível. A língua na’vi utilizada durante o filme começou a ser criada em 2005 pelo linguista Paul Frommer, e Cameron iniciou a finalização do seu roteiro e universo ficcional no início de 2006.
O orçamento oficial de Avatar foi de 237 milhões de dólares. Porém, foi estimado um custo entre US$280 milhões e US$310 milhões para a produção e US$150 milhões para divulgação. O filme foi lançado em 2D, 3D – usando os formatos RealD 3D, Dolby 3D, XpanD 3D e IMAX 3D – e também em 4D, na Coréia. A crítica diz que Avatar é uma inovação em termos de tecnologia cinematográfica devido ao seu desenvolvimento com visualização 3D e gravação com câmeras que foram feitas especialmente para a produção do filme.
O filme teve sua première em Londres, no dia 10 de dezembro de 2009. Os lançamentos em Portugal e no Brasil ocorreram nos dias 17 e 18 do mesmo mês, respectivamente. Arrecadou US$232 milhões mundialmente em seu primeiro final de semana de lançamento, a sétima maior arrecadação em um primeiro final de semana da história do cinema e a maior para um filme original, que não é adaptação ou sequência. Em menos de um mês, Avatar superou um bilhão de dólares de faturamento – o quinto filme a alcançar essa cifra – e é atualmente o filme com a maior bilheteria da história, superando Titanic. Também tornou-se o primeiro filme a alcançar mais de dois bilhões em bilheteria. Depois desse faturamento, James Cameron confirmou que seria lançada uma sequência do filme, e, possivelmente, uma segunda. Avatar foi nomeado para nove Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor, e foi premiado nas categorias Melhor Fotografia, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Direção de Arte.
Os humanos têm o objetivo de explorar em Pandora as reservas de um precioso minério chamado Unobtainium. Parker Selfridge (Giovanni Ribisi), chefe da operação mineradora, emprega ex-soldados e ex-fuzileiros como mercenários.
Pandora é habitado por uma espécie de humanóides chamada Na’vi. Medindo quase 3 metros de altura, com cauda, ossos naturalmente reforçados com fibra de carbono e pelo bioluminescente, os Na’vi vivem em harmonia com a natureza e são considerados primitivos pelos humanos. Eles veneram uma deusa chamada Eywa. Os humanos não são capazes de respirar na atmosfera de Pandora, a qual é rica em dióxido de carbono, metano e amônia. Além disso, não têm uma convivência pacífica com os Na’vi por não entenderem sua cultura de venerar a natureza.
Banshee: São animais alados nativos de Pandora. Eles representam um rito de passagem na vida dos aspirantes a guerreiro Na’vi que devem escolher um animal para domá-lo e montá-lo. São extremamente difíceis de montar, por isso, conseguir domá-lo representa assumir uma posição de prestígio no clã. Acredita-se que exista uma conexão “cerebral” entre o animal e seu cavaleiro que permite que os movimentos do animal durante o voo sejam precisos e a montaria fique aparentemente fácil. O banshee é altamente adaptado ao voo e ao ambiente de Pandora, que tem gravidade menor que a da Terra. O ar do planeta também é mais denso, e o animal precisa de muita força para se deslocar nos céus. O Banshee das montanhas é altamente adaptado para voos. Seus ossos são ocos e cheios de ar. Possuem músculos bem desenvolvidos e ligados especialmente ao externo, permitindo movimentos poderosos e necessários para subir cada vez mais alto, e com a fusão na espinha dorsal o seu tronco é fortalecido dando suporte para as asas. E apesar de se parecere com um reptil, sua anatomia é muito próxima dos pássaros. Seu nome Na’vi é ikran.

2847 – Cinema – Alienígenas querem procriar – A Experiência


Poster

Em 1974, cientistas enviam mensagens para o espaço esperando respostas de possíveis ets; 20 anos depois recebem instruções para combinar DNA humano com alienígena. Quando isso é feito nasce uma garotinha que cresce numa velocidade espantosa e se transforma num estranho ser. Misturando realidade com ficção, o filme Species ( A experiência em português), fez sucesso na década de 1990 com grandes efeitos especiais, produzido pelos experientes criadores da série Aliens, outro sucesso de bilheteria, vale a pena rever.
Um ser alienígena, que aparenta ser uma menina, é o resultado de um código genético desconhecido enviado do espaço e recebido por cientistas. Após o nascimento da criança e seu rápido desenvolvimento há uma ordem para matar esta “criança”, que é meio humana e meio extraterrestre, mas ela foge do laboratório onde é mantida. Porém, enquanto procuram por uma criança ela se transforma em uma atraente mulher (Natasha Henstridge), que deseja acasalar rapidamente para proliferar a sua espécie.
Ficha Técnica
título original:Species
gênero:Ficção Científica
duração:1 hr 49 min
ano de lançamento: 1995
site oficial: http://www.mgmua.com/species/index.html
estúdio: MGM
distribuidora: MGM / UIP
direção: Roger Donaldson
roteiro: Dennis Feldman
produção: Dennis Feldman e Frank Mancuso Jr.
música: Christopher Young
fotografia: Andrzej Bartwokiak
direção de arte: Dan Webster

2133-Cinema – Gravidade artificial


Poster de 20001, Uma Odisséia no Espaço

A estação espacial em forma de roda de 2001, uma odisséia no espaço de 1968, é mostrada como tendo um ambiente com gravidade semelhante á da Terra. Isso é possível. Um objeto girando em torno do seu próprio eixo a uma velocidade adequada, reproduz no seu interior um efeito próximo ao da gravidade terrestre. Em outra cena, a ausência de peso dentro de uma espaçonave que não gira como a estação espacial também faz sentido. Portanto, a espaçomoça poderia andar pelas paredes, desde que use sapato equipado com material aderente.
Alienígenas querem procriar
Em 1974, cientistas enviam mensagens para o espaço esperando respostas de possíveis ets; 20 anos depois recebem instruções para combinar DNA humano com alienígena. Quando isso é feito nasce uma garotinha que cresce numa velocidade espantosa e se transforma num estranho ser. Misturando realidade com ficção, o filme Species ( A experiência em português), fez sucesso na década de 1990 com grandes efeitos especiais, produzido pelos experientes criadores da série Aliens, outro sucesso de bilheteria, vale a pena rever.
Fantasia coerente
Exceção á regra, o filme “O Enigma de Andrômeda” de 1971 prima pelo rigor científico. Num laboratório subterrâneo, pesquisadores tentaram identificar um misterioso microorganismo vindo do espaço. Eles usaram corretamente filtros para checar o tamanho das partículas e microscópios para estudar sua estrutura. Também fizeram análises químicas para verificar se havia material genético ou proteínas semelhantes as existentes na Terra. Concluíram que o bicho parecida com a dos vírus, mas é capaz de se reproduzir sem parasitar uma célula. Pode ser que em alguma parte do universo exista algo assim, pode ser que não, mas as informações do filme são coerentes com fatos conhecidos pela ciência.

Seriam os deuses astronautas?


Capa do livro

Seriam os deuses astronautas? Uns desenhos enigmáticos espalhados pelo deserto de Atacama no Chile desafiam os arqueólogos há décadas. Alguns com mais de 200 metros de comprimento e já foram atribuídas a ETS, mas segundo especialistas eram sinais de trânsito de povos antigos. Em 1968, um conjunto de geoglífos do deserto peruano deixou de ser sítio arqueológico para virar centro de peregrinação de esotéricos. O suíço Erich Von Daniken, na época gerente de um hotel nos Alpes, lançou o livro “Eram os deuses astronautas?” , onde relacionava mistérios do passado a presença de extraterrestres entre civilizações antigas. Daniken, que não tinha formação científica, fez um estrago enorme em uma página e meia dizendo que os desenhos eram um acampo para aterrissagem de naves alienígenas e que haviam sido feitas a mando de deuses ets. Como os arqueólogos tinham pouco a dizer sobre tais geoglifos, a tese colou. Ele voltou então ao assunto no livro “Arrival of the gods” ( a chegada dos deuses), reafirmando. Mas para a comunidade científica, as linhas geométricas sinalizavam a água e nada tinham a ver com Ets.