8735 – Ecossistema – Lagos e Pântanos


lagoa dos patos

Possuem uma particularidade: Vida Breve.
Mas na verdade, trata-se de milhares de anos, um período muito extenso quando comparado ao da vida humana, porém, muito curto em confronto por exemplo, com os milhões de anos necessários para que a água e outros agentes naturais posssam erodir completamente uma montanha. Um lago começa a envelhecer quando suergem vestígios de plantas aquáticas em sua superfície. A difusão destas provoca o aparecimento de lodo e detritos, que rompem o equilíbrio natural do lago, acabando por transforma-lo num pântano. Após outros ciclos evolutivos, chega ao estado de mata ou floresta. A maioria dos lagos não supera os 300 km² de área e apenas 30 alcançam mais de 5 mil km²; entre estes, figuram os grandes lagos norte-americanos (Huron, Michigan, Ontário) e alguns asiáticos (Cáspio,Aral,Baikal) e africanos (Vitória, Tanganica,Niassa); o recorde pertence ao Mar Cáspio, na fronteira da Rússia com o Irã, com 371 mil km². No Brasil, os maiores lagos são chamados de lagoas:
Patos, 9850 km², Mirin,2847 km². Quase todos acima do nível do mar, alguns a mais de mil metros, como o Vitória e o Tama na África. Excessões ficam por conta do Macaraíbo, no nível do mar e o Mar Morto, a 392 metros abaixo do nível do mar.

Pântano é uma área plana de abundante vegetação herbácea e/ou arbustiva que permanece grande parte do tempo inundada. Os pântanos surgem geralmente em áreas onde o escoamento das águas é lento. Desta forma, a massa orgânica presente nas águas se decompõe no próprio local.
No litoral brasileiro, em toda a planície costeira, existem pântanos chamados de mangues. Têm fauna e flora peculiares adaptados à salinidade e ao fluxo das marés, com grande biodiversidade devido à mata atlântica contígua.
No interior do Brasil, o chamado Pantanal Mato-grossense se estende pelos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de países vizinhos, como o Paraguai, onde é chamado de Chaco. Esta região, apesar da nomenclatura, não é exatamente um pântano, pois fica inundada apenas durante alguns meses. Nos outros, com o solo mais seco, se permite ao pastoreio, pois a água da região pantaneira retorna aos leitos normais dos rios da região e às lagoas, nas suas margens.
A Bacia Amazônica e sua imensa planície, maior bacia hidrográfica do planeta, também é um imenso caudal pantaneiro, devido à grande concentração de rios, cuja biodiversidade é gigantesca.

8657 – Planeta Verde – Floresta e cerrado sob risco de extinção


Planeta Verde
As projeções são alarmantes. Segundo estudos recentes, o cerrado corre sérios riscos de desaparecer até 2030, enquanto a Amazônia não veria o alvorecer do próximo século.
Dois dos maiores biomas (nome dado a regiões onde predomina um conjunto de espécies de fauna e flora) do país, o cerrado ocupa 2,04 milhões de km2 (22% do território brasileiro), enquanto a floresta Amazônica responde por 3,4 milhões de km2 (mais de 40% do Brasil).
Coincidentemente os dois alertas foram dados em julho passado. Primeiro, a revista Nature publicou nota sobre um estudo feito pela ONG Conservação Internacional (CI) revelando que cerca de 20 mil km2 de cerrado são destruídos todos os anos para dar lugar ao cultivo de soja, trigo e algodão. “É o equivalente a 2,6 campos de futebol por minuto”, diz o biólogo Ricardo Machado, um dos autores do estudo. Os pesquisadores compararam imagens de satélites de 2002 com dados de 1993. Naquele ano, 49% da área total do cerrado havia sido destruída. Em 2002, a devastação chegou a 54%. Nesse ritmo o cerrado poderá acabar em 2030, dando lugar a áreas agrícolas e urbanas.
O mais irônico dessa história é que, se o cerrado sumir, ele poderá ressurgir em outra região do país, como fruto de mais um desastre ecológico: a devastação da floresta Amazônica. Em estudo recente, o meteorologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Carlos Nobre analisou como a floresta tem interagido com o clima nos últimos 20 mil anos e fez uma projeção. “O aquecimento global e o crescente desmatamento podem trazer mudanças climáticas importantes, principalmente com a diminuição de chuvas”, afirma. Com isso, ele prevê que a densa floresta possa dar lugar a uma vegetação típica do cerrado.
Para evitar que isso aconteça, é preciso agir em duas frentes. “A primeira é acabar com a exploração ilegal de madeira, que responde por até 80% dos desmatamentos. A outra é lutar para que a emissão de poluentes, que provoca a elevação da temperatura, seja reduzida”.

Glossário:
A FLORESTA AMAZÔNICA É…
• Principal bioma do país, ocupa uma área de 3,4 milhões de km2 (mais de 40% do Brasil, nove Estados) e tem um quinto da disponibilidade mundial de água doce
• Abriga cerca de 30 mil espécies de plantas, o que corresponde a 10% de todo o planeta. Só em árvores há cerca de 5 mil espécies
• Conta com, no mínimo, 1 300 espécies de peixes. Mas esse número pode ser 40% maior, já que nem todos são conhecidos.
O CERRADO É…
• Segundo maior bioma do Brasil, estende-se continuamente por 11 estados, contabilizando 2,04 milhões de km2 (22% do território nacional)
• Reúne 112 espécies animais ameaçadas de extinção
• Espécie de “caixa-d’água” da América do Sul, abriga nascentes e cursos de água que escoam para as bacias dos rios Amazonas, Tocantins, Parnaíba, São Francisco, Paraná e Paraguai.

8059 – Planeta Terra – A Desertificação


deserto

É o fenômeno que corresponde à transformação de uma área num deserto. Segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, a desertificação é “a degradação da terra nas regiões áridas, semiáridas e subúmidas secas, resultante de vários fatores, entre eles as variações climáticas e as atividades humanas”. Considera as áreas suscetíveis aquelas com índice de aridez entre 0,05 e 0,65. A ONU adotou o dia 17 de Junho como o Dia Mundial de Combate à Desertificação.
O termo desertificação tem sido muito utilizado para a perda da capacidade produtiva dos ecossistemas causada pela atividade humana. Devido às condições ambientais, as atividades econômicas desenvolvidas em uma região podem ultrapassar a capacidade de suporte e de sustentabilidade. O processo é pouco perceptível a curto prazo pelas populações locais. Há também erosão genética da fauna e flora, extinção de espécies e proliferação eventual de espécies exóticas.
O que acontece é um processo em que o solo de determinados lugares começa a ficar cada vez mais estéril. Isso quer dizer que a terra perde seus nutrientes e a capacidade de fazer nascer qualquer tipo de vegetação, seja florestas naturais ou plantações feitas pelo ser humano.
Sem vegetação, as chuvas vão rareando, o solo vai ficando árido e sem vida, e a sobrevivência fica muito difícil. Os moradores, agricultores e pecuaristas geralmente abandonam essas terras e vão procurar outro lugar para viver.
No caso de desertos arenosos, origina-se a partir do empobrecimento do solo e consequente morte da vegetação, sendo substituída por terreno arenoso. No caso dos desertos polares, a causa evidente é a temperatura extremamente baixa daquelas regiões.
Nas regiões semiáridas e semiúmidas secas, a ação humana intensifica os processos de desertificação. As atividades agropecuárias insustentáveis são responsáveis pelos principais processos: a salinização de solos por irrigação, o sobrepastoreio e o esgotamento do solo pela utilização intensiva e insustentável dos recursos hídricos por procedimentos intensivos e não adaptados às condições ambientais, além do manejo inadequado na agropecuária.
O crescimento demográfico e a consequente demanda por energia e recursos naturais também exerce pressão pela utilização intensiva do solo e dos recursos hídricos.
As consequências deste processo geram grandes problemas sociais, econômicos e culturais. Em primeiro lugar, reduz a oferta de alimentos. Além disto, há o custo de recuperação da área ambiental degradada. Do ponto de vista ambiental, a perda de espécies nativas vegetal e animal é uma consequência funesta. Isso se caracteriza pelo próprio nome segundo o entendimento da Organização das Nações Unidas, uma vez que o clima se transforma em deserto, somente algumas espécies conseguem se adaptar, como as Cobras e Ratos. Onde temos noites invernais de baixa temperatura e dias de verão rigorosos de mais de 40 graus centígrados, ou seja, no deserto não existe a chamada meia estação. O outono e a primavera. note-se, atualmente o tempo de primavera e outono está diminuindo e o tempo de verão e inverno está aumentando no mundo inteiro, segundo estatísticas nas obras de renomados especialistas em climatologia.
Finalmente, os problemas sociais: a migração das populações para os centros urbanos, gerando a pobreza, o desemprego e a violência. Isto estabelece um desequilíbrio entre as diversas regiões mundiais, uma vez que as áreas suscetíveis à desertificação encontram-se em regiões pobres onde existe a ignorância com relação ao uso do solo e também onde já há uma desigualdade social na educação ambiental a ser vencida.
O risco de desertificação atinge 40% da superfície terrestre, considerando regiões urbanas e rurais nesse processo, segundo os climatologistas, envolvendo uma população de 2,6 bilhões de pessoas pelo menos, tendendo ao crescimento. Na África, estima-se que sejam 200 milhões de pessoas atingidas pelo processo somente na região subsaariana. A degradação nos vários países subsaarianos varia de 20% a 50% do território.

desertificação

Na Ásia e na América Latina, são mais de 357 milhões de hectares afetados. A cada ano, perde-se 2,7 bilhões de toneladas de solo.
As adaptações a estas mudanças provocam mais pressões sobre o uso do solo, aumentando sua degradação pelo manejo inadequado.
Em agosto de 2010, a ONU está lançando a Década da ONU sobre Desertos e de Combate à Desertificação, a fim de fortalecer o combate ao processo e conscientizar sobre a questão.
No Brasil, as áreas susceptíveis à desertificação são as regiões de clima semiárido ou subúmido seco, encontrados no Nordeste brasileiro e norte de Minas Gerais. Situam-se nesta região suscetível 1201 municípios, numa área de 1.130.790,53 km², 710.437,30 km² (62,8 %) de clima semiárido e 420.258,80 km² (37,2 %) de clima subúmidos secos.
As queimadas são um sério agravante desse processo. Comumente utilizadas nessas regiões para “limpeza” do solo, as queimadas destroem a microfauna do solo, micro-organismos que interagem e participam de diversos ciclos inorgânicos, como o ciclo do nitrogênio. A destruição desses micro-organismos prejudica a fertilidade do solo e diminúi a quantidade de nutrientes disponíveis. As consequências das queimadas permanecem por diversos anos.
São quatro os núcleos de desertificação intensa, que abrangem uma área de 18.743,5 km²: Gilbués-PI, Irauçuba-CE, Seridó-RN e Cabrobó-PE. O semi-árido brasileiro também apresenta em 10% de sua área processos graves de desertificação.
Para combater estes efeitos foi criado o Programa de Ação Nacional de combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAN), sob coordenação da Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente. O programa envolve poderes públicos e a sociedade civil para definir diretrizes e ações para combater e prevenir a desertificação no país.
Em julho de 2008 foi criada a Comissão Nacional de Combate à Desertificação,6 coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente, com a função de estabelecer estratégias de combate à desertificação e mitigar os efeitos da seca, bem como implementar os compromissos assumidos pelo Brasil na Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, promulgada pelo Decreto nº 2.741, de 20 de agosto de 1998. A Comissão é de caráter interministerial e conta com membros do Ministério da Integração Nacional, do [[Ministério do Planejalol ], Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Educação e Ministério das Cidades.

7432 – Planeta Verde – Reserva Ecológica de Jacarenema


Jacare vista aérea

É uma área de proteção ambiental situada na Barra do Rio Jucu, no estado do Espírito Santo. Localizada próxima a Barra do Rio Jucu em Vila Velha – ES possui uma vegetação de restinga de Mata Atlântica que é considerada estar em bom estado de conservação. Possui rica em fauna e flora, cortada pelo rio Jucu, que deságua no mar, provocando o fenômeno das Pororocas em pequenas proporções. Excelente local para pesca, banho e passeios de barco. Possui recantos maravilhosos e escombros jesuíticos. O principal acesso à reserva é o atrativo do Balneário da Baía, próximo à Ponte da Madalena, onde o visitante pode desfrutar de uma belíssima paisagem de todo o rio Jucu, podendo também observar a revoada das garças nos finais de tarde, um belíssimo espetáculo da natureza. Toda a reserva ecológica de Jacarenema é conhecida como Reserva Ecológica Estadual de Jacarenema, conforme Decreto Municipal N º 056/83. A lei estadual 5.427/1997 que criou a Reserva Ecológica de Jacarenema é de iniciativa do deputado Claudio Vereza e foi sancionada pelo então governador Vitor Buaiz. A lei tem anexo com a delimitação prevista na época. Hoje essa lei está em desacordo com o SNUC – Sistema Nacional de Unidades de Conservação, que não previu o tipo de unidade “Reserva Ecológica Estadual”, mas isto pode ser corrigido.

021

Subindo o Morro da Concha, dentro do Parque, é possível observar grande parte do litoral do município, o parque e a foz do rio.Da ponte da Madalena avista-se todo o rio, adequado para passeios de barco, e a revoada das garças. Construída em 1896, a ponte liga a reserva ao bairro. O nome é uma homenagem à Banda de Congo da Barra, famosa pela música “Madalena do Jucu”, eternizada pelo cantor Martinho da Vila. O acesso é livre em todos os horários.
Onde
Acesso pela Ponte da Madalena, na Barra do Jucu, ou a pé pela praia de Itaparica. Saindo do Centro siga pela Av. Luciano das Neves, depois Rodovia do Sol. Na altura da Barra do Jucu retorne e acesse a Rua Joaquim Lyra até a Rua Antonio dos Santos Leão, seguindo até a ponte.

Atividades
Mar agitado
Passear de barco
Caminhar
Restinga
Mata Atlântica
Contemplar
Fotografar
Pescar

Meus Momentos Inesquecíveis:

Momentos inesquecíveis
Exclusiva para o ☻Mega
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7251 – Qual é a praia mais bela do mundo?


É o arquipélago de Seychelles, na costa africana. O conjunto de 115 ilhas, banhadas pelo oceano Índico, liderou o ranking da revista Forbes e do site CNN Global Experiences, além de aparecer no The 10 Best of Everything, da National Geographic Society, no Top 100 Places of the World, da Traveller’s World Magazine, e ganhar títulos de patrimônio da humanidade pela Unesco. Com apenas 87 mil habitantes, o arquipélago de 455 km² reúne todos os pré-requisitos para ser o mais belo do mundo: areia branca, mar azul e fauna e flora exóticas. Cada ilha tem sua particularidade: Mahé tem os resorts mais luxuosos; Anse Source d’Argent é conhecida por suas rochas graníticas; em Aldabra é possível encontrar tartarugas-gigantes; e Valle de Mai mantém uma floresta tropical conhecida como Jardim do Éden. E, para manter esse cenário, o local tem uma política ambiental rigorosa e só permite o turismo sustentável. O arquipélago foi escolhido pelo casal real príncipe William e a duquesa Kate Middleton para a lua de mel.

O Paraíso é aqui – As mais bonitas do Brasil

Baía do Sancho
Menina dos olhos do arquipélago de Fernando de Noronha, a praia pernambucana tem águas cristalinas com coloridos bancos de corais, perfeitas para o mergulho.

Porto de Galinhas
Praia pernambucana top of mind, a vila de Ipojuca oferece bons hotéis e pousadas, além do melhor da cozinha nordestina

Bombinhas
Fica a 70 km de Florianópolis e abriga uma das praias mais lindas do país, com matas nativas. As águas límpidas são muito procuradas por mergulhadores.

Jericoacoara
A vila de pescadores conquista pela simplicidade, com dunas de areia e tranquilidade. O Washington Post já indicou o local como uma das mais belas praias do mundo.

Praia da Pipa
Balneário no litoral potiguar, a praia moderninha tem bons bares e restaurantes. Ponta do Madeiro e Praia do Amor dão um toque especial, com falésias, lagoas e dunas.

Nota: Pode haver muitos que discordem, mas o ranking foi feito por especialistas

5098 – Edifício para abrigar vida selvagem


Em vez de usar o espaço urbano para construir estruturas apenas para os seres humanos, um arquiteto holandês resolveu pensar em projetos urbanísticos também para a vida selvagem.
Daí a ideia de construir algo destinado apenas a animais e plantas. “Há pouco espaço nas cidades grandes, mas ainda podemos aproveitar a água”, disse à BBC Brasil.
Assim surgiu a Sea Tree (“árvore marinha”, em tradução livre), uma construção de cerca de 30 metros de altura (mais seis a oito metros sob a superfície) que tem como objetivo servir de refúgio para plantas, animais marinhos e pássaros, por exemplo.
A estrutura do projeto é semelhante à de uma usada para construir plataformas de petróleo no mar, mas serve para grandes rios e lagos urbanos.
O custo, estima, é de cerca de US$ 9 milhões (R$ 16 milhões). “Mas estamos tentando barateá-lo”, acrescenta o arquiteto.
Olthuis argumenta que projetos como esse podem aumentar a fauna e flora das cidades grandes, ajudar a limpar rios poluídos e absorver a água da chuva.
Talvez, mas o projeto deve gerar críticas. Afinal animais não foram feitos para viver em prédios. Eles iriam se adaptar?