13.521 – Ufologia – Qual Seria de Fato a Aparência dos ETS?


ets2
Diversos astrobiólogos foram consultados com relação à fisionomia dos seres vivos que poderão existir em várias das luas do nosso sistema solar com possibilidades de abrigar vida microbiana.
Doug Vakoch, presidente do METI International, um projeto que procura sinais de rádio emitidos do espaço sideral, afirmou que ninguém deveria esperar se deparar com seres fisionomicamente similares aos seres humanos fora da Terra.
Ele acredita que em Encélado, uma das luas de Saturno, poderão ser encontradas formas de vida que se alimentam de hidrogênio, sob a crosta de gelo. No entanto, ele afirmou que “as águas de Encélado são tão frias que seria difícil imaginar uma vida maior que uma bactéria”.
Enquanto isso, Rocco Manicelli, astrobiólogo da NASA, concordou com seu colega ao afirmar que um meio-ambiente tão extremo não deixa muitas possibilidades a formas de vida multicelulares. Em vez disso, de acordo com sua opinião, seria um mundo bacteriano.
Se, por acaso, esse tipo de vida for encontrado, Seth Shostak, principal astrônomo do SETI, acredita que seria mais parecido aos insetos do nosso planeta.
Por último, Catlin Ahrens, astrofísica da Universidade do Arkansas, ressaltou que a vida extraterrestre não estaria necessariamente baseada ano carbono, como acontece na Terra, mas que poderia ser constituída por outros elementos, como o enxofre.

13.336 – Reino Unido torna públicos arquivos sobre ufologia


disco voador
Agora, 15 de um total de 18 que faltam ser disponibilizados para o público já podem ser acessados pela sociedade, mas há um empecilho: os documentos só podem ser encontrados no Arquivo Nacional, situado em Kew, distrito de Londres.
Esse fato criou um rebuliço e aumentou as suspeitas de que o Ministério da Defesa (MoD, na sigla em inglês) esteja escondendo algo, o que resultou em várias teorias da conspiração correndo entre os interessados por ufologia nos últimos dias.
Carl Mantell, do comando da Força Aérea Britânica, entretanto, disse em 2009 que não há provas de que sugiram ameaças de vida extraterrestre ao exército britânico. “Não há benefícios em gravar, agrupar, analisar e investigar ovnis”, afirmou em comunicado oficial.
Em 2013, a maior parte dos arquivos sobre ufologia do Reino Unidos foram liberados. Esses estão disponíveis na internet. Mas os 18 documentos restantes foram retidos para maiores avaliações do governo, que não queria liberar tudo ao público antes de uma última checagem.
“Acredito que é justo dizer que o programa tem sido bem sucedido para o MoD. Atingiu boa parte da publicidade nacional e internacional, na maioria das vezes positiva ou, na pior das hipóteses, neutra”, afirmou o escritório do Ministério em comunicado de 2009.
Além disso, o MoD crê que parte dos ufologistas nunca estarão convencidos de que tudo foi tornado público. “Francamente, não importa o que dissermos, eles escolherão acreditar no que querem e não vamos convencer todo mundo.”
Os arquivos mais interessantes mostram um grande número de comunicados feitos ao governo sobre o aparecimento de possíveis naves espaciais entre os anos de 2008 e 2009. Nesse período, foram 851 notificações — que, em várias vezes, foram provadas serem outras coisas que não ovnis.

Galileu

12.775 – Cientistas detectam sinal de rádio que pode vir de uma civilização alienígena


radio et
Uma equipe de cientistas do SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence, ou “Busca por Inteligência Extraterrestre”), divulgaram recentemente a descoberta de um estranho sinal de rádio vindo do espaço. Para muitos, existe a possibilidade de que esse sinal tenha vindo de uma civilização alienígena.
É claro que os cientistas ainda precisam investigar a fundo a origem deste sinal antes de confirmar sua procedência, mas a hipótese de contato com outros seres não está descartada. O sinal de 11Ghz vem de uma estrela catalogada como HD164595, localizada a 95 anos-luz da Terra.
A estrela em si é bem parecida com o nosso Sol e, segundo cálculos anteriores, tem cerca de 6,3 bilhões de anos – enquanto a nossa tem 4,5 bilhões de anos. Astrônomos sabem de apenas um planeta orbitando a HD164595, chamado de HD164595 b, que tem um diâmetro parecido com o de Netuno (muito maior do que a Terra) e completa uma volta em torno de sua estrela a cada 40 dias terrestres.
Com essas características, o HD164595 b nunca foi cogitado como um local onde fosse possível encontrar vida – pelo menos não como a da Terra. Isso não descarta a possibilidade de que haja outros planetas na órbita da mesma estrela que ainda não pudemos detectar.
Segundo Paul Gilster, o astrônomo que divulgou a descoberta do SETI, há muitas possíveis origens para o sinal de rádio, incluindo fenômenos naturais ou interferências nos telescópios dos pesquisadores. No entanto, as possibilidades mais óbvias – como FRBs (fast radio bursts, ou “rápidos estouros de rádio”, que acontecem a todo momento no espaço sem uma explicação definitiva encontrada pela ciência) – já foram descartadas.
“Se isso for de uma fonte astronômica real, e não de origem alienígena, seria bem estranho”, explicou Nick Suntzeff, astrônomo da Universidade A&M do Texas, nos EUA, ao site Ars Technica. Os FRBs, como ele explica, geralmente duram apenas 10 milissegundos, enquanto os sinais detectados pelo SETI são muito mais longos.
Como é o caso de toda descoberta curiosa feita pelo SETI, cientistas que participam do projeto ao redor do mundo já começaram a se concentrar em estudar este misterioso sinal de rádio, detectado por um telescópio na Rússia. Novas informações sobre a descoberta devem ser divulgadas nas próximas semanas.

12.643 – A Terra pode ser um zoológico criado por alienígenas, diz Neil deGrasse Tyson


Neil_DeGrasse_Tyson_0
Nosso planeta pode ser um Big Brother intergaláctico mantido por alienígenas. Parece ideia de maluco, mas pense bem: até que os ETs apareçam por aqui, não dá para provar o contrário. E não é teoria de bar – quem disse isso foi o astrofísico Neil DeGrasse Tyson, na conferência Starmus, na Espanha. Para ele, só há três certezas: a vida alienígena existe, é muito mais inteligente do que a nossa e não está nem aí para o nosso planetinha azul.
Em sua palestra, Tyson afirma não acreditar que a humanidade conseguirá entrar em contato com uma civilização alienígena – pelo menos, não como os filmes e livros de ficção científica profetizam. De acordo com o cientista, qualquer vida extraterrestre desenvolvida deve ser muito mais inteligente que os seres humanos, e, por isso, fazer contato seria uma perda de tempo para eles – nos destruir, então, deve dar até preguiça.
Para explicar, o astrofísico comparou: “Os alienígenas inteligentes devem nos ver do mesmo jeito que você vê uma lagarta”. É, ninguém quer parar o que está fazendo para bater um papo com uma lagarta sobre a tecnologia dela. O físico continua: “Mesmo que você quisesse matar todas as lagartas do mundo, você rapidamente ficaria entendiado e iria fazer outra coisa”. A mesma coisa seria verdade para os ETs, afirma Tyson: nos aniquilar seria, no máximo, chato para eles.
Então, a única coisa que os alienígenas fariam (se realmente nos encontrassem), seria nos transformar em uma espécie de zoológico, só para poderem nos observar e se divertir com isso. Para o cientista, pode ser que os ETs estejam fazendo a política terráquea ficar maluca só para dar umas risadas. Ele deu exemplos: a crise do Brexit e a eleição dos Estados Unidos (e também seria uma boa resposta para todas as coisas ruins que têm acontecido no Brasil…).
Mas o mais provável, diz Tyson, é que eles não tenham se esforçado tanto. É que, numa escala intergaláctica, podemos ser tão burros que os aliens talvez nem tenham notado que por aqui existe vida inteligente. É um tapa na cara, mas o cientista coloca em perspectiva: só nos achamos inteligentes porque nós é que decidimos o que é ser inteligente. “As bactérias que vivem em nossos intestinos veem os humanos apenas como um recipiente de matéria fecal a serviço delas. Esse é o propósito da vida humana para elas”, diz ele.
As bactérias são muito diferentes dos humanos, mas se nos compararmos aos nossos parentes mais próximos, os primatas, dá para ter uma ideia melhor de como os alienígenas nos veriam: “Nós não conseguiríamos compreender mesmo os pensamentos mais simples dessa raça evoluída. Da mesma forma que um macaco não consegue entender as nossas frases mais simples. Para uma raça hiper inteligente, a mente brilhante de Stephen Hawking poderia ser equivalente à de um bebê extraterrestre”, ele conclui.

12.632 – O silêncio dos aliens: teoria sugere que Universo não deu “chance” para eles


ETS
A lei da evolução da vida no cosmos é algo muito mais cruel do imaginamos e isso explicaria a dificuldade em encontrar vida alienígena.
Estariam todos mortos? Eles nunca existiram?
Não exatamente isso, mas a grosso modo talvez. O ambiente hostil do Universo impediria o desenvolvimento da vida e seu estabelecimento no longo prazo em outros planetas. Ao menos essa é a teoria de uma dupla de pesquisadores da Universidade Nacional da Austrália, de acordo com Joshua A. Krisch, do portal Vocativ.

Sem chances
Os pesquisadores defendem que a vida alienígena sequer teve chance de se desenvolver ou evoluir suficientemente ao ponto de se tornar organismos multicelulares. Partindo desse pressuposto, dificilmente conseguiremos encontrar uma civilização que consiga viajar pelo cosmos e estabelecer algum tipo de contato. Essa seria a razão pela qual até agora não encontramos qualquer outro tipo de vida inteligente diante dos inúmeros planetas potencialmente habitáveis em nossa galáxia que são descobertos.
E por que a vida não consegue persistir em outros locais do Universo a exemplo do que ocorreu aqui na Terra?

Hipótese de Gaia
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores se basearam em um conceito conhecido como Hipótese de Gaia. De acordo com essa teoria, os seres unicelulares são responsáveis por regular seus planetas e torná-los habitáveis. Esses micro-organismos regulam gases presentes na atmosfera, ajudam a controlar as temperaturas da superfície e contribuem para o equilíbrio de todo um sistema compatível, por exemplo, com a existência de água na sua forma líquida.
Será que essa teoria é capaz de convencer todo mundo de que estamos sozinhos no Universo?

12.254 – China desaloja milhares para produzir antena gigante para buscar ETs


ETS
ETs, eles seriam uma raça humanóide muito mais evoluída que a espécie humana, só falta a prova

 

Segundo a agência chinesa Xinhua, as pessoas serão retiradas do local para que o telescópio FAST não sofra problemas de interferência de sinal em suas buscas por civilizações avançadas pelo Universo. Todos que moram num raio de 5 quilômetros de Dawodang terão que sair e serão indenizados em, aproximadamente, 1.800 euros.
As obras do telescópio começaram em 2011 e sua inauguração deverá ocorrer no próximo mês de setembro. A enorme antena é composta por um disco de recepção de 500 metros, projetado para captar sinais de rádio emitidos a milhões de anos-luz da Terra. Até o momento, foram gastos 100 milhões de euros, de acordo com o governo chinês.
Além de sinais extraterrestres, o FAST fará uma catalogação da distribuição de hidrogênio atômico neutro no Universo, busca de matéria escura e energia escura e a identificação e observação de pulsares.

12.209 – Pesquisa aponta onde poderemos encontrar vida extraterrestre


Super Ets
O Livro dos ETs, para o ☻Mega

Em que lugar será encontrada, pela primeira vez, vida inteligente fora de nosso planeta? Dentro da nossa galáxia?
Essas perguntas que fascinam os cientistas e os aficionados pelo assunto do mundo todo poderão ter uma resposta certeira.
Dentro da Via Láctea, há zonas estranhas e apaixonantes nas quais se reúnem até um milhão de estrelas em um diâmetro de apenas cem anos-luz: são os aglomerados globulares. Os cientistas conhecem 150 deles, quase todos próximos da periferia galáctica e que, além disso, têm a particularidade de serem extremamente antigos.
Uma pesquisa recente do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics determinou que é em um desses aglomerados globulares onde possivelmente encontraremos vida inteligente. Para começar, os cientistas tiveram que responder a uma pergunta prévia: podem existir planetas em um aglomerado globular? Apesar de suas estrelas serem tão velhas que já não possuem os metais pesados necessários para a confirmação de planetas, os pesquisadores afirmam que foram encontrados planetas ao redor de estrelas com muito menos metais que o nosso Sol, por isso não podemos descartar que existam planetas em aglomerados globulares. E, uma vez que eles deveriam orbitar muito perto de suas estrelas, poderão ter uma sobrevida tão longa quanto a idade atual do universo.
Daí foi tirada a conclusão: uma vida surgida em um planeta de bilhões de anos teve o empo necessário para evoluir até desenvolver uma inteligência. Ao mesmo tempo, dada a proximidade entre as estrelas, um planeta com vida inteligente não demoraria muito para encontrar um modo de comunicação com outro do mesmo aglomerado. Achar planetas em aglomerados globulares, com a tecnologia atual, não é tão simples quanto se pensa, mas, no fim, poderá vir uma grande recompensa.

11.424 – NASA varre 100 mill galáxias em busca de extraterrestres


galaxia
O que seria mais assustador: saber que temos companhia ou que estamos sozinho no Universo? Uma primeira exploração sistemática, que fez uma varredura em 100 mill galáxias, indica que a última hipótese é a mais provável. De acordo com critérios usados na busca por supercivilizações extraterrestres conduzida o resultado é ZERO. Sim, teríamos que encarar de frente a solidão cósmica e tentar viver em harmonia por aqui mesmo de acordo com o experimento liderado pelo astrofísico Jason Wright, da Universidade do Estado da Pensilvânia.
Mas o que seria exatamente uma supercivilização e quais critérios foram usados para encontrar esse tipo de sociedade no Universo? Wright explica que se trataria de um povo extramamente avançado, muito mais do que nós. De acordo com o pesquisador, essas supercivilizações usariam alguma forma de energia que seria detectável no espectro infravermelho médio. Essa é a frequência que capta o calor produzido por toda tecnologia e que foi usada na varredura das 100 mil galáxias.
Wright, sua equipe da NASA e o Centro para Exoplanetas e Mundos Habitáveis da Universidade da Pensilvânia usaram um satélite da NASA para detectar essas frequências infravermelhas. Os resultados foram publicados na edição de abril do Astrophysical Journal.
Apesar do resultado, muitas vezes frustrante para alguns, existem diversas teorias de que, na verdade, as supercivilizações já estiveram na Terra há muito tempo.

11.319 – E Então, cadê o ET? II


Nave numa praça de Varginha MG
Nave numa praça de Varginha MG

Não há qualquer evidência amplamente aceita que corrobore a existência de vida extraterrestre; no entanto, várias reivindicações controversas já foram feitas. A crença de que alguns objetos voadores não identificados (OVNIs) podem ter origem extraterrestre e alegações de abdução alienígena são rejeitadas pela maior parte da comunidade científica. A grande maioria dos relatos de OVNIs podem ser explicados por avistamentos de aeronaves humanas, fenômenos atmosféricos ou objetos astronômicos conhecidos; ou são apenas hoaxes.

Após o Caso Roswell, ocorrido em 1947 na localidade de Roswell, no Novo México, Estados Unidos, várias teorias conspiratórias sobre a presença de seres extraterrestres no planeta Terra se tornaram um fenômeno cultural generalizado no país durante a década de 1940 e no início da era espacial na década de 1950, o que foi acompanhado por uma onda de relatos de avistamentos de OVNIs. A sigla “OVNI” foi criada em 1952, no contexto da enorme popularidade do conceito de “discos voadores”, logo após o avistamento de um OVNI pelo piloto Kenneth Arnold em 1947, em Washington. Os documentos Majestic 12, publicados em 1982, sugerem que houve um interesse genuíno em teorias da conspiração envolvendo OVNIs dentro do governo dos Estados Unidos durante os anos 1940.
No Brasil, casos envolvendo OVNIs ou supostas aparições de seres extraterrestres também tornaram-se mais frequentes depois de Roswell. Um dos casos mais famosos foi o da “Operação Prato”, o nome dado a uma operação realizada pela Força Aérea Brasileira (FAB) em 1977 e 1978, através do Comando Aéreo Regional em Belém, para verificar a ocorrência de fenômenos desconhecidos que envolviam luzes que supostamente tinham um comportamento hostil e que eram relatadas pela população do município de Colares, no norte do estado do Pará. Outro caso bastante conhecido no país é o do Incidente de Varginha, em 1996, quando moradores do município de Varginha, Minas Gerais, alegaram terem visto os corpos de três seres alienígenas. Três jovens da cidade ainda mantêm a versão de que teriam visto um dos seres ainda com vida.

11.268 – Espaço – Como impedir uma invasão alienígena?


invasão alienígena

Se viajar entre as estrelas está entre as possibilidades para o futuro da humanidade e há pelo menos algumas outras civilizações avançadas lá fora, o dois mais dois leva a uma inevitável conclusão: certamente há ETs por aí que já adquiriram a capacidade para nos visitar.
Quem disse que os ETs não virão até aqui para acabar com a gente, à la Independence Day?
Os entusiastas da busca por vida extraterrestre (conhecida pela sigla Seti) sempre dizem que isso não faria sentido para uma civilização – ir até um planeta vizinho simplesmente para brigar. Mas nem todo mundo pensa assim. O astrônomo Travis Taylor e o químico aeroespacial Bob Boan ousaram dar o primeiro passo na direção contrária ao escrever o livro An Introduction to Planetary Defense (“Uma Introdução à Defesa Planetária”). Trata-se de um esboço de manual de instruções para repelir uma eventual invasão alienígena.
Especulando que os recursos da Terra poderiam ser valiosos a uma outra civilização, e apostando que há pelo menos algumas civilizações na Via Láctea mais avançadas que nós, a dupla sugere que nos preparemos – e para já – contra uma potencial invasão. Portanto, saiba aqui como devemos fazer para nos defender dessa improvável, mas assustadora, possibilidade.

Seja discreto
Para evitar uma invasão, o primeiro passo é evitar ser descoberto. Com esse fim, deveríamos parar de transmitir sinais para o espaço a torto e a direito (abdicando das comunicações por satélite) e focarmos nossas telecomunicações em cabeamento físico. Transmissões capazes de ser detectadas por ETs já são feitas desde os anos 30.

Resposta à altura
No caso de uma hipotética invasão, estaremos enfrentando uma força superior, vinda de fora. Mas seremos mais numerosos. Para fazer uso disso, entretanto, precisaremos unir forças e ter um plano de reação elaborado antes mesmo que a invasão ocorra. Essa estratégia deve ser projetada contemplando coordenação de tantos países quanto for possível.

Confie e desconfie
Um ET desce em Nova York e decide bater um papo com o pessoal da ONU. E aí? Recebemos o homenzinho verde de braços abertos? Nã-nã-ni-nã-não. Não podemos ouvir tudo que ele tem a dizer sem desconfiar de intenções ocultas. Mesmo que ele ofereça a cura para o câncer ou alguma outra coisa muito valiosa. Para Taylor e Boan, há 4 tipos possíveis de civilizações, e não há razão lógica, no momento, para acreditar que algum desses tipos exista em maior número que os demais. Segundo a dupla, é fundamental que prestemos atenção a todos os movimentos do recém-chegado ET, a fim de categorizá-lo o mais rápido possível e preparar a resposta apropriada. E tomar cuidado com os que se venderem, de cara, como bonzinhos – pode ser um truque para nos pegar com as calças arriadas.

Traços mais comuns em extraterrestres

Benevolente:
Os bonzinhos que viriam para nos ensinar a curar o câncer.

Neutro:
Eles vêm, observam, interagem, mas não interferem conosco.

Pesquisador:
Eles vêm saber em que pé nós estamos. No fim, podem se converter em alguma das outras 3 categorias.

Hostil:
Eles vêm para o pau mesmo, e a gente que se lasque.

Tenha bombas atômicas sempre à mão
Caso tenhamos mesmo que ir para o pau com um ET, das armas de destruição em massa conhecidas, as biológicas e químicas seriam de pouco uso; nós sabemos o estrago que elas fazem em humanos, mas será que fariam algum mal a uma criatura de outro planeta? Provavelmente, a única arma realmente potente que teremos diante dos alienígenas será a boa e velha bomba atômica. Por isso, nada de desarmamento! Temos é de fabricar mais e mais bombas.

Aprenda com os terroristas
Humanos atacando alienígenas com tecnologia vastamente mais poderosa terão de agir de forma não muito diferente da usada pelos terroristas dos tempos atuais. Se a trupe de Osama bin Laden tentasse confrontar o Exército americano, por exemplo, tomaria uma surra. Mas, travando pequenos conflitos de surpresa, com táticas de guerrilha, o estrago passa a ser muito maior. Taylor e Boan acreditam que não haverá estratégia melhor para tentar repelir os ETs, ou, no mínimo, transformar a vida de nossos conquistadores num verdadeiro inferno na Terra.

11.119 – Sinais do Espaço – Blitzar, uma poderosa e desconhecida explosão eletromagnética, é captada a 5,5 milhões de anos-luz da Terra


radio-shutterstock-blitzar

Foi detectado um sinal estranho e poderosíssimo, vindo do espaço exterior profundo, a uma distância de 5.500 milhões de anos luz. Supõe-se tratar de uma explosão massiva de ondas de rádio, um fenômeno cósmico conhecido como blitzar.
Os chamados blitzar são uma explosão de radiação eletromagnética, que dura somente um milésimo de segundo, embora produzam uma energia equivalente à gerada pelo Sol durante milhões de anos. Segundo Emily Petroff, da Universidade Swinburne, na Austrália, e membro da equipe que monitorou o fenômeno através de radiotelescópios, a origem do clarão está localizada nas proximidades da constelação de Aquário. E essa informação permite aos especialistas descartar outras causas, como surtos de raios gama e supernovas.
Os dados obtidos no observatório tornaram possível a descoberta de novas propriedades sobre os blitzar. A onda de radiação eletromagnética é polarizada de forma circular, e não linear, como se acreditava anteriormente, o que prova que ela vibra em duas superfícies planas. A partir das fontes de energia dessas ondas, os astrônomos podem calcular a densidade do meio interestelar, o que lhes permitiria decifrar um dos maiores enigmas sobre a evolução do universo.

10.871 – Ficção – Livro defende que civilizações de Marte foram aniquiladas e que o mesmo acontecerá com a Terra


De acordo com algumas hipóteses científicas, se nem o Curiosity, o Opportunity ou nenhum outro engenho humano conseguem encontrar provas de vida em Marte, não é porque não tenha havido, mas porque uma civilização extraterrestre superior teria aniquilado a vida do planeta vermelho sem deixar rastros.
A respeito deste assunto, o doutor John Brandenburg escreveu um livro “Morte em Marte: A Descoberta de um Massacre Nuclear Planetário”, que será publicado em fevereiro de 2015, no qual ele afirma que um par de explosões teria causado o desaparecimento da vida marciana, e não teriam sido explosões acidentais ou fortuitas, mas deliberadas e com fins destrutivos. E Brandenburg não se detém a esse diagnóstico; ele avança com um prognóstico sombrio: a civilização que teria destruído Marte com armas nucleares estaria encarregada de, em algum momento, eliminar a vida inteligente da Terra.
O especialista está convencido de que Marte abrigou duas antigas civilizações de humanoides, extintas por duas poderosas explosões em regiões próximas, o que, em sua opinião, é impossível que tenha acontecido por acaso. “Por que esses dois desastres ocorreram em uma área tão pequena de Marte?”, ele se pergunta, retoricamente. Para Brandenburg, todas as perguntas a respeito da vida extraterrestre têm respostas, se pensarmos em uma civilização poderosa, dedicada a exterminar outras antes que estas possam se contatar. Isso significa que, cedo ou tarde, nós seríamos o alvo.

10.867 – Realidade ou Conspiração? O Caso Roswell


UFO_25Junho1997

É um dos casos mais famosos da ufologia mundial (em inglês:The Roswell UFO Incident), diz respeito a uma série de acontecimentos ocorridos em julho de 1947 na localidade de Roswell (Novo México, EUA), onde um OVNI teria caído.
No dia 8 de julho de 1947, em Roswell (Novo México, Estados Unidos), o jornal Roswell Daily Record publicou em primeira página a notícia de que o 509º Grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército dos EUA havia tomado posse dos destroços de um disco voador: RAAF (Roswell Army Air Field, Aeródromo Militar de Roswell) captura disco voador em rancho na região de Roswell, era o título da manchete.
A notícia causou rebuliço na cidade, mas já no dia seguinte o jornal desmentia a história: A notícia sobre os discos voadores perde o interesse. O disco do Novo México é apenas um balão meteorológico.
Os destroços haviam sido encontrados originalmente por um fazendeiro chamado William “Mac” Brazel, que deu uma entrevista ao Roswell Daily Record contando como foi o achado, publicada no dia 9 de julho. Ele disse que no dia 2 de julho, enquanto andava a cavalo com o seu filho Vernon de 8 anos, deparou-se, a cerca de 12 km do rancho em que vivia, com uma série de destroços. Acostumado a encontrar restos de balões meteorológicos, não lhes deu importância de início, só vindo a recolher o material no feriado do 4 de Julho, juntamente com a sua mulher e seu filho Victor de 14 anos. Nesse mesmo dia ele contou a sua história aos vizinhos Floyd e Loretta Proctor, que o informaram que alguns jornais ofereciam até 3.000 dólares por uma prova dos chamados “discos voadores”, assunto que estava causando furor na imprensa devido às declarações do piloto Kenneth Arnold feitas um mês antes.
Arnold relatou que, ao sobrevoar o Oregon, avistou o que seriam aeronaves voando em formação, e descreveu o seu movimento como o de pedras ou discos deslizando na superfície de um lago. A imprensa logo cunhou o termo “disco voador”, excitando as imaginações, o que estimulou quase mil relatos de avistamentos de ufos nas semanas seguintes (hoje acredita-se que o que Arnold viu foram, na verdade, pássaros migrando).
Em 7 de julho de 1947, Brazel dirigiu-se até delegacia do xerife George Wilcox, no condado de Chavez, informando-o de que teria talvez encontrado os restos de um disco voador. O xerife telefonou para a base aérea de Roswell, que enviou o Major Billyard Ray Cyrus, do 509º Grupo de Bombardeiros, juntamente com o Capitão Sheridan Cavitt, para analisarem os destroços.
Major Marcel recolheu o material e o transportou para a base de Fort Worth. Enquanto isso a história se espalhou, dando origem à manchete do Roswell Daily Record do dia 8. No dia seguinte, o Exército tratou de desmentir a versão do disco voador, afirmando que os destroços encontrados eram de um balão meteorológico.
Baseando-se em relatos de diversas testemunhas descobertas a partir da volta do Caso Roswell às manchetes, pesquisadores publicaram os primeiros livros defendendo a tese de que os destroços de 1947 eram de uma nave alienígena. São exemplos The Roswell Incident (1980), de Charles Berlitz e William Moore; UFO crash at Roswell (1991) e The truth about the UFO crash at Roswell (1994), de Kevin Randle e Donald Schmitt e Crash at Corona, de Don Berliner e Stanton Terry Friedman (1997).
Ainda que divergissem em alguns detalhes, as teorias apresentadas nesses livros seguiam a mesma lógica básica. Os destroços encontrados em Roswell seriam de uma nave alienígena que, por algum motivo desconhecido, teria se acidentado. Ao identificarem os destroços, os militares americanos teriam iniciado uma campanha de desinformação para acobertar a verdadeira origem do material, apresentando a versão oficial de que seriam restos de um balão meteorológico. O material teria sido, na verdade, encaminhado para análise em instalações secretas de pesquisa e escondido do público.
Variações encontradas nas teorias incluem os locais onde teriam sido encontrados destroços, o número de naves que teriam se acidentado, a quantidade de destroços encontrados, a existência ou não de corpos de alienígenas e seu número, bem como a descrição dos materiais.
Em 1994, Steven Schifft, congressista do Novo México, pediu à GAO (General Accounting Office – Escritório Geral de Auditoria) que buscasse a documentação referente ao Caso Roswell. Quando a USAF recebeu a petição da GAO, publicou dois relatórios conclusivos sobre o caso: o primeiro, de 25 páginas, intitulado O relatório Roswell: a verdade diante da ficção no deserto do Novo México, foi publicado ainda em 1994 e se concentra na origem dos destroços encontrados. Já o segundo, publicado três anos depois e denominado O incidente de Roswell: caso encerrado, aborda os relatos de corpos de alienígenas. No primeiro relatório a USAF afirmava que os restos encontrados eram de balões do Projeto Mogul, altamente secreto, projetado para detectar possíveis testes nucleares soviéticos (o primeiro teste nuclear soviético só aconteceria em 1949). Para isso, detectores acústicos de baixa frequência eram colocados em balões lançados a altas altitudes. Outros pesquisadores também chegaram, de forma independente, à relação entre Roswell e o Projeto Mogul.
A partir dos registros ainda disponíveis sobre o projeto, concluiu-se que os destroços encontrados em Roswell seriam provavelmente do quarto voo, ocorrido em 4 de junho de 1947. Este voo consistia em cerca de vinte e um balões meteorológicos de neoprene ligados entre si, um microfone sonda, explosivos para regular a altitude do aparelho, interruptores de pressão, baterias, anéis de lançamento e de alumínio, três pára-quedas de pergaminho reforçado de cor vermelha ou laranja e três alvos refletores de radar de um modelo não normalmente usado no continente dos Estados Unidos.
De acordo com o diário do Dr. Crary, um dos responsáveis do projeto, o voo NYU 4 foi acompanhado pelo radar até que desapareceu a cerca 27 km de distância do Rancho Foster. As cartas meteorológicas da época demonstram, contudo, que de acordo com os ventos prevalecentes de então, os balões podem ter sido levados exatamente para o local onde Mac Brazel os encontrou dez dias depois.
Já no relatório de 1997, a Força Aérea dos Estados Unidos afirmou que os estranhos corpos descritos por algumas das testemunhas eram na verdade bonecos de teste do Projeto High Dive. Concluiu-se que: diversas atividades da Força Aérea ocorridas ao longo de vários anos foram misturadas pelas testemunhas, que as lembraram erroneamente como tendo ocorrido em julho de 1947; os supostos corpos de alienígenas observados no Novo México se tratavam na verdade de bonecos de testes carregados por balões de alta altitude; as atividades militares suspeitas observadas na área eram as operações de lançamento e recuperação dos balões e dos bonecos de testes; e que os relatos envolvendo alienígenas mortos no hospital da base de Roswell provavelmente se originaram da combinação de dois acidentes, cujos feridos foram para aí transportados (a queda de um avião KC-97 em 1956, no qual onze militares morreram, e um incidente com um balão tripulado em 1959 em que dois pilotos ficaram feridos).
Atualmente, bonecos de teste são amplamente conhecidos pelo público em geral (principalmente por causa de seu uso em testes de segurança de automóveis), mas na década de 1950 eles eram desconhecidos fora dos círculos da pesquisa científica. No entanto, na década de 1920, a Força Aérea Americana já lançava esses bonecos de aviões como forma de testar modelos de paraquedas. Na década de 1940 eles foram usados para testar assentos de ejeção para caças (que haviam sido inventados pelos alemães). E na década de 1950, eles estavam sendo lançados de balões a alta altitude como parte do desenvolvimento de cápsulas de escape para os futuros veículos espaciais.
Entre junho de 1954 e fevereiro de 1959, sessenta e sete bonecos foram lançados de balões na região do Novo México, sendo que a maioria caiu fora dos limites das bases militares. Os bonecos eram transportados em grandes caixas de madeira, semelhantes a caixões, para evitar danos aos sensores montados em seu interior. Pelo mesmo motivo, quando retirados das caixas ou após recuperados no campo, os bonecos eram normalmente transportados dentro de sacos plásticos em macas. Em alguns lançamentos, os bonecos vestiam uma roupa de alumínio que protegia os sensores das baixas temperaturas das altas altitudes. Todos estes fatos, além de sua aparência, provavelmente contribuíram para sua identificação como corpos de alienígenas.
Em março de 2011 um documento de 22 de março de 1950, escrito pelo agente Guy Hottel, foi liberado pelo FBI em seu sistema de pesquisa (The Vault). O documento registra apenas o boato de que três discos voadores teriam sido recuperados no Novo Mexico (EUA), e que cada uma das espaçonaves seria ocupada por três corpos de forma humana, mas com apenas 3 pés (cerca de 1 metro) de altura, vestidos com roupa metalica de textura muito fina.

caso-roswell-1977

10.462 -Astronomia – Em busca das mega civilizações


A hipótese é a seguinte: supercivilizações precisam de megafontes de energia para alimentar seus hiperequipamentos, ultrafamintos por eletricidade – está pensando que teletransporte, viagens no tempo e outras supertecnologias são econômicas? Não sabemos, mas provavelmente não. A regra de que não existe almoço grátis fatalmente vale para o Cosmos todo: quanto maior o desenvolvimento, maior a demanda por energia. Aí que os gastos com energia vão mesmo para a estratosfera – se escoar soja do Mato Grosso já demanda um oceano de diesel, imagina transportar matéria-prima entre um planeta e outro.
Desnecessário dizer que diesel não resolve o problema num caso desses (nem no nosso, mas essa é outra história). O jeito mais racional de obter energia nessa escala absurda, imaginam os cientistas terráqueos, é apelar para o Sol. Ou seja, explorar ao máximo a radiação emitida pela estrela-mãe do planeta em questão. Mas não, painéis solares como os conhecemos não dariam nem para o começo. Os nossos amigos de uma hipercivilização com comércio interplanetário precisariam de painéis grandes. Grandes mesmo. Mastodônticos, com centenas de milhões de quilômetros de extensão. A coisa formaria anéis em torno da estrela, como esta mandala que vemos na figura.

esferadedyson

O conceito é conhecido como Esfera de Dyson, assim batizada em homenagem ao físico e matemático britânico que primeiro apresentou o conceito, Freeman Dyson, hoje com 90 anos. Ele partiu do pressuposto de que todas as civilizações tecnológicas constantemente aumentam sua demanda por energia. Pensando em termos terráqueos, se essa tendência (que existe hoje em nossa própria civilização) continuar por tempo suficiente, chegará o dia em que precisaremos de quase 100% da energia emitida pelo Sol para mantermos nossas máquinas funcionando.
Quando essa hora chegar, a melhor solução seria construir essas instalações espaciais cosmofaraônicas em torno de nossa estrela – daria para transmitir a energia via micro-ondas, sem fio, direto do espaço para os planetas em que houver colônias. Dyson apresentou a noção num artigo publicado em 1960 na revista Science, mas a inspiração original veio da ficção científica, que já na década de 1930 falava do assunto.
Se os escritores de ficção científica e Freeman Dyson estiverem certos, e alguém lá em cima já tiver construído uma superestrutura dessas, não seria tão difícil detectar a presença de uma delas hoje mesmo, usando os melhores telescópios disponíveis aqui na Terra.
É exatamente isso que Geoff Marcy, da Universidade da Califórnia, quer procurar. “Estamos buscando estrelas que fiquem completamente escuras por um tempo e depois brilhem de novo”, diz o americano. “Essa mudança drástica no brilho aconteceria se uma civilização cobrisse sua estrela com anéis para coletar sua luz. Esperamos detectar essas esferas Dyson ao procurar por estrelas que mudem de brilho dramaticamente.”
Marcy pode se dar ao luxo de propor coisas nessa linha. Ele construiu uma reputação de cientista de primeira grandeza a partir da década de 1990, quando começou a descobrir os primeiros planetas fora do Sistema Solar. Por pouco, ele não foi o astrônomo que encontrou o primeiro mundo extrassolar, descoberto pelo grupo rival de Michel Mayor, do Observatório de Genebra, em 1995.
Marcy, contudo, foi responsável pela descoberta do primeiro sistema com múltiplos planetas e já soma mais de 110 planetas descobertos. No momento, ele trabalha na equipe do satélite Kepler, da Nasa, que já encontrou milhares de planetas-candidatos durante sua missão de observação de apenas uma pequena parte do céu. E a proposta de procurar sinais de civilizações avançadas está sendo levada a sério. Marcy recebeu um financiamento de US$ 200 mil, que estão sendo pagos entre 2013 e 2014, para procurar por elas justamente nas estrelas observadas pelo Kepler. São cerca de 160 mil estrelas monitoradas constantemente pelo telescópio orbital, mas Marcy deve se concentrar em apenas mil delas, as que pareçam mais amigáveis à existência de planetas potencialmente habitáveis (ou seja: estrelas médias, como o Sol, nem muito ofuscantes, nem muito apagadas).
Mas e se os ETs estiverem usando pulsos de laser, em vez de ondas de rádio? Essa é a segunda grande aposta de Marcy. Ele aponta que os militares americanos já estão usando cada vez mais laser, em vez de rádio, para se comunicar com suas espaçonaves. “Lasers são mais eficientes do ponto de vista energético, e eles permitem que dois grupos se comuniquem com mais privacidade”, diz o astrônomo.
Até agora, houve um sinal esquisito de laser detectado em 2009 na Austrália, mas não tiveram como confirmar sua suposta natureza artificial, porque ela não se repetiu – a exemplo do que já tinha acontecido com as buscas por sinais de rádio. Em 1977, um radiossinal com cara de artificial, formando padrões aparentemente repetidos, foi detectado em Ohio, levando o operador do radiotelescópio a anotar “Uau!” em seus relatórios. Mas o fenômeno nunca mais aconteceu de novo.
Bom, a verdade é que, se somos ruins para prever o futuro da humanidade, calcule o desafio de especular sobre o que estão fazendo civilizações alienígenas bem mais avançadas do que nós. Marcy se dá conta do tamanho do problema. “Talvez eles não transmitam ondas de rádio ou qualquer outro comprimento de onda de luz”.

10.418 – Cientistas captam ondas de rádio vindas de fora do Planeta Terra


sinais-de-radio-externos-extraterrestres-planeta-terra-noticias-the-history-channel

Astrônomos conseguiram confirmar a procedência cósmica dos sinais de rádio detectados pelo radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico. Os misteriosos impulsos se repetem milhares de vezes durante o dia, ainda que com a duração de uma fração de segundo. Essa é a primeira leva de ondas detectada por um instrumento que não seja o radiotelescópio Parkes, na Austrália, segundo os pesquisadores. Até o momento, a falta de resultados similares por parte de outros centros de observação no mundo permitia acreditar que os sinais captados correspondiam a fontes terrestres, ou, pelo menos, próximas da Terra.
“Nosso resultado é importante porque elimina qualquer dúvida de que essas ondas de rádio não sejam realmente de origem cósmica”, garantiu Victoria Kaspi, professora de astrofísica da Universidade de McGill, Canadá. “As ondas de rádio mostram que todos os sinais têm origem muito além da nossa galáxia, o que é uma perspectiva muito emocionante”.
O grande desafio dos pesquisadores agora é determinar a origem exata das emissões. Entre a vasta gama de possibilidades, especula-se que as ondas poderiam ser originadas da evaporação de buracos negros, da fusão de estrelas de nêutrons ou de explosões de magnetars, estrelas de nêutrons com campos magnéticos extremamente fortes. Como as explosões duram apenas uma fração de segundo, detectá-las é difícil, mesmo acontecendo cerca de 10 mil vezes por dia.

10.388 – Os ETs vêm aí – Nasa acredita que encontrará alienígenas em 20 anos


Galáxia espiral, podem existir bilhões delas
Galáxia espiral, podem existir bilhões delas

Em 20 anos, a humanidade poderá descobrir que não está sozinha no universo, segundo pessoas da Nasa.
Recentemente, a agência espacial norte-americana promoveu uma discussão sobre a busca por vida alienígena e o astrônomo Kevin Hand fez a aposta de duas décadas – que parece fazer sentido para boa parte dos presentes.
Conforme noticiado pela CNET, Charles Bolden, um dos administradores da Nasa, afirmou que sempre procurou por alienígenas em seu tempo como astronauta mas nunca encontrou nada. Apesar disso, sua fé e o conhecimento que tem da ciência o fazem crer que há vida fora da Terra.
“Imagine o momento quando descobrirmos sinais de vida”, declarou Matt Mountain, diretor do Space Telescope Science Institute. “Imagine o momento quando o mundo acordar e a raça humana descobrir que sua longa solidão no tempo e no espaço pode ter acabado.”

9656 – Ufologia – O que é Tipologia Extraterrestre?


A Tipologia Extraterrestre define os diferentes tipos de raças alienígenas que são abordadas pela cultura popular.
Desde a década de 1950, os relatos sobre abduções, avistamentos e contatos com seres de fora do planeta Terra cresceram exponencialmente. Elementos como a corrida espacial, situações forjadas de invasão alienígena, literatura e produções cinematográficas contribuíram para o fortalecimento da crença na vida fora da Terra, gerando diversos relatos sobre aparência e comportamento desses seres. Cientificamente, ainda não há comprovação da existência desses seres, embora, hoje, já se conheça vários planetas fora do nosso sistema solar que são capazes de abrigar vida. Vida inteligente fora do nosso planeta ainda não é algo reconhecido oficialmente, mas há ufólogos que argumentam sobre um encobrimento da verdade promovido pelos governos terrestres, os quais buscam absorver as tecnologias extraterrestres.
Seja como for, a recorrência da vida extraterrestre na cultura popular é algo marcante e que se enriquece diariamente. A todo o momento, somos bombardeados por produções feitas pelos diversos tipos de mídia que abordam a vida alienígena. Mais do que isso, há, de fato, programas espaciais em desenvolvimento que se dedicam à descoberta e ao contato com seres de outros planetas. O programa SETI (search for extraterrestrial intelligence), analisa sinais de radiotelescópios em busca de vida inteligente no universo. Ou seja, os seres extraterrestres estão fortemente presentes no nosso cotidiano. Ainda que não comprovados ou apresentados, ao menos culturalmente. De tal forma que já se fala em três principais raças de seres alienígenas, os reptilianos, os greys e os pleiadianos.

Os Pleiadianos têm ganhado destaque na literatura, cinema e televisão. Eles seriam originários do grupo de estrelas Plêiades e seriam seres altamente evoluídos, incluídos no grupo dos alienígenas pacíficos, ajudando os humanos a atingir um novo estágio evolutivo. Sua aparência seria muito similar a dos humanos.

Os Reptilianos seriam membros de uma raça comumente citada em teorias da conspiração. São também identificados como Draconianos. Está no grupo dos seres alienígenas que não são pacíficos e são identificados pela pele verde e a aparência de lagarto em um corpo bípede de características humanas.

Já os Greys representam a tipologia extraterrestre mais tradicional nos relatos sobre vida alienígena. O nome é dado em função da cor da pele, que seria cinza. Além disso, eles teriam baixa estatura, olhos grandes e negros, boca fina e narinas mínimas e mãos com garras. Eles seriam oriundos do sistema Zeta Reticuli e também não estão no grupo dos seres pacíficos.
Importante destacar que nenhum desses tipos extraterrestres é reconhecido pela ciência, mas são recorrentes nos relatos de pessoas que alegam já terem vivido experiências com seres alienígenas, com destaque para os Greys.

E então, cadê o ET?
E então, cadê o ET?

9397 – ETs – Artefato de metal, de 300 milhões de anos, teria sido encontrado na Rússia


Um pedaço de alumínio trabalhado de 300 milhões de anos foi encontrado em Vladivostok, de acordo com notícia divulgada pelo “Voice of Russia”. Especialistas dizem que o artefato parece ser manufaturado, sem ter passado por processos naturais. O material, com formato de trilho de metal dentado, foi encontrado por um morador de Vladisvostok, que o achou incrustado em um dos pedaços de carvão. A peça chamou a atenção e foi levada para uma análise, conduzida por pesquisadores da região de Primorye. Exames teriam indicado que o metal trabalhado, supostamente, tinha 300 milhões. Como os depósitos de carvão desta região também datam de 300 milhões de anos, os peritos russos cogitam que o metal encontrado nestes depósitos deve ter a mesma idade do carvão. Este é o primeiro achado em carvão na Rússia, de acordo com a pesquisadora e bióloga Valery Brier. Uma análise de difração de raio-X indicou que se trata de alumínio puro com somente 2 a 4% de magnésio. Uma hipótese levantada é de que a liga de alumínio poderia ter origem terrestre, vinda de algum meteorito, por conta da presença de 2% de magnésio na liga. O artefato também poderia indicar a existência de alguma civilização desconhecida na Terra. Contudo, teste e mais testes serão necessários para comprovar esta ideia.

8862 – Há vida fora da Terra?


Há séculos o homem vem tentando responder tal pergunta, mas está longe de um consenso. Os cientistas costumam se dividir em dois grupos: os otimistas e os pessimistas. Os primeiros acreditam que, sim, o Universo está cheio de vida e, a qualquer momento, poderemos fazer contato com civilizações extraterrestres. Eles se apoiam na probabilidade estatística: somente em nossa galáxia, a Via Láctea, existem mais de 100 bilhões de estrelas – e ela é somente uma entre as 100 bilhões de galáxias que existem no Universo. Nessa imensidão de mundos, é difícil imaginar que sejamos os únicos seres abençoados com a vida. Já os pessimistas lembram que, apesar de todas as buscas realizadas, até hoje não foi encontrada uma evidência sólida sobre a existência de vida fora do nosso planeta. Em 2000, o paleontólogo Peter Ward e o astrônomo Donald Brownlee, ambos americanos e da Universidade de Washington, em Seattle, jogaram um balde de água fria nos otimistas ao publicar um livro chamado Rare Earth (lançado no Brasil como Sós no Universo), no qual defendem a hipótese de que a vida inteligente que existe na Terra é um fenômeno raríssimo, senão único. Para eles, o Universo provavelmente está repleto de criaturas vivas, só que unicelulares, como as bactérias, mais adaptáveis a situações extremas, como o excesso de calor e de frio. Já os seres mais complexos, feitos de muitas células, precisariam de lugares tranquilos e estáveis para evoluir, como a Terra. Polêmicas à parte, os otimistas e pessimistas concordam num ponto: ainda sabemos pouquíssimo – quase nada – sobre o Universo. Continuar investigando é o único meio de, algum dia, descobrir se somos ou não tão especiais assim.