13.612 – Mega Almanaque – Orlando Duarte


orlando duarte
Orlando Duarte Figueiredo, nascido no dia 18 de fevereiro de 1932, em Rancharia (SP), é um dos mais completos cronistas esportivos do Brasil.
Hoje, ele é colunista de dezenas de jornais brasileiros que publicam sua coluna “O Informal” e apresenta o programa “Câmara Esporte Clube”, na TV Câmara-SP.
Além disso, Orlando Duarte é sempre convidado para dar palestras em universidades e eventos esportivos.
O consagrado cronista sempre é requisitado para falar de sua experiência em Jogos Pan-Americanos.

Ele cobriu oito Olimpíadas e todas as Copas do Mundo a partir de 1950. Escreveu 32 livros sobre esportes, conhece 50% do mundo, preencheu 17 passaportes.
Vestiu as camisas das rádios Bandeirantes (duas vezes), Jovem Pan, Trianon e Gazeta, além das TVs Cultura (que dirigiu), Jovem Pan UHF, SBT, Globo, Band e Gazeta.
Na mídia impressa, militou em A Gazeta Esportiva, A Gazeta, Mundo Esportivo, A Gazeta Esportiva Ilustrada, O Tempo, Última Hora e Diário da Noite.

Orlando Duarte, dois casamentos, tem seis filhos e seis netos.
Em 25 de abril de 2011, Orlando Duarte concedeu uma entrevista ao repórter Marcos Júnior, do Portal Terceiro Tempo na noite de lançamento do livro “São Paulo FC, o Supercampeão”, que ele escreveu em parceria com Mário Vilela. Ele falou sobre a obra, o São Paulo e outros assuntos do futebol.
Em 08 de novembro de 2011, Orlando Duarte compareceu à coletiva de Pelé, no lançamento do livro “Primeiro Tempo”, de Benedito Ruy Barbosa, sobre o Rei do Futebol.
No dia 4 de julho de 2017, após cirurgia no quadril, Orlando Duarte escreveu a seus amigos, através de seu perfil no Facebook, sobre o seu estado de saúde:

“Amigos!

Venho aqui depois muito tempo, para dizer que estou atento na medida do possível, para sempre estar ligado no esporte, que é a razão e a dedicação da minha vida. No entanto, em cima dos meus 85 anos de idade, me sinto evidentemente, mais cansado, mais exigente e ao mesmo tempo, mais descontraído.

A idade me deixa sensível às coisas que acontecem no nosso país, como esse caso da mulher que estava grávida e foi atingida por uma bala no Rio de Janeiro, causando um mal terrível ao neném, a ela e a nossa sociedade.

Observo um mundo extremamente desumano, interesseiro e violento. Me faz um mal danado esses ataques sem sentido, – terroristas, que matam apenas por matar, por fanatismo.

Apesar disso tudo, evidentemente tenho amor a vida, aos meus e tenho paixão pelas crianças, que enfeitam e alegram nosso mundo, sem dúvida.

Estou neste momento me recuperando de uma cirurgia de quadril. Não é nada fácil. Preciso aprender a andar novamente.

Não estou em nenhuma mídia, como costumam me perguntar.

Estou apenas na vida. Na vida, com os limites que ela impõe e o sistema também.

Boa tarde a todos e obrigado por estarem por aqui”.

11.491 – Para Quedas – Cachorro não é pra depois


Quem foi o primeiro praticante do pára-quedismo esportivo?

Foi um cachorro. A história não registrou o nome do herói. O bicho foi lançado pelo dono, que foi o primeiro homem a pular, pouco depois, mas mandou o totó na frente. André-Jacques Garnerin preparou seu projeto depois de assistir ao vôo de um balão sobre Paris. Em 1797, construiu seu próprio balão. No segundo vôo, soltou o cachorro, preso a um protótipo de pára-quedas. Funcionou. Em 20 de outubro de 1797, decidiu saltar com um pára-quedas de lona, a 1 000 metros de altitude. Também deu certo. O sucesso foi tanto que ele começou a convocar o público para assistir aos saltos e cobrar ingresso. Dois anos depois, a esposa, Jeanne Labrosse, decidiu seguir os pulos do marido. Foi a primeira pára-quedista. Antes de Garnerin haviam sido feitas outras tentativas. Algumas só na teoria, como a de Leonardo da Vinci, e outras na prática, como o do francês Louis-Sébastien Lenormand, que saltou de um muro de 4,3 metros em 1783.

10.668 – Esportes Radicais – Asa Delta


asa delta

Trata-se de um tipo de aeronave composta por tubos de alumínio, que proporcionam a sua rigidez estrutural, e uma vela feita de tecidos, que funciona como superfície que sofre forças aerodinâmicas, proporcionando a sustentação da asa-delta no ar. A origem deste nome, Asa-Delta, deu-se pela semelhança da letra grega, que tem forma de triângulo, como o formato da asa desta aeronave.
‘No final do século 6, os chineses construíram pipas gigantes com aerodinâmica suficiente para sustentar o peso de uma pessoa de 80 kg. Foi apenas questão de tempo para que alguém decidisse simplesmente remover as linhas e ver o que acontecia.
O alemão Otto Lilienthal é considerado o pioneiro, pois desde 1871 se dedicava a construção de planadores que ele mesmo testava em um monte construído por ele e sua equipe nas proximidades de Berlim.
O estadunidense Francis Rogallo participou de um programa pioneiro da NASA que pretendia criar um pára-quedas direcionável. Dos estudos que realizou, Rogallo criou uma aeronave que possuía uma estrutura metálica apoiada em um triciclo.
Os australianos John Dickenson, Bill Moyes e Bill Bennett foram os precursores da asa-delta na Austrália em 1969.
No Brasil, Luis Claudio Mattos é considerado o precursor.
O recorde mundial de distância em asa-delta foi alcançado pelo piloto norte-americano Dustin Martin, no dia 4 de Julho de 2012. Decolando rebocado por aeronave ultra-leve (aerotowing), pouco antes de dez horas da manhã, da remota cidade de Zapata (Texas, EUA), próximo à fronteira com o México e pousando às dezenove horas, nos arredores de Lubbock (Texas, EUA) para uma distância total em linha reta de 764 Km. Neste mesmo dia, John Durand Jr., piloto australiano, voou praticamente a mesma rota ao lado de Dustin Martin e, por ter pousado alguns minutos antes, obteve 761 Km, sendo detentor do recorde mundial durante poucos minutos. O recorde anterior era de 700,6 Km executado pelo piloto austríaco Manfred RUHMER do mesmo local, em 2001.
No Brasil a maior distância percorrida por uma asa-delta foi obtida pelo piloto brasiliense Eduardo Fernandes, em 15 de Outubro de 2013, decolando da cidade de Tacima (Paraíba) e pousando próximo à cidade de Santa Quitéria (Ceará) para uma distância total de 576 Km. O recorde brasileiro de Eduardo Fernandes também constituiu o novo recorde Sul-Americano da modalidade e, cabe destacar, é o voo mais longo já realizado de uma decolagem de montanha em todos os tempos, em nível mundial. Para dar uma melhor dimensão ao feito de Eduardo Fernandes, nota-se que, ao contrário dos recordes obtidos em voos a partir de Zapata, os quais sempre são realizados com ajuda de avião rebocador durante a decolagem até uma altitude inicial limite de 800 metros acima do solo, a rampa natural para decolagens de Tacima tem apenas cerca de 150 metros de desnível, o que faz do início do voo um momento crítico e muito difícil.
O Brasil foi campeão mundial de asa-delta por equipe em 1999 e continua sendo um dos países do mundo com maior nível técnico e de praticantes.
Os principais eventos e campeonatos de asa-delta estão listados no calendário da Federação Internacional de Aviação (FAI).

10.667 – Alpinismo – Um cemitério no Everest


Alpinismo é uma atividade desportiva de alta montanha, acima dos 2500 m, que exige uma muito boa condição física, um equipamento de montanha apropriado, uma técnica de progressão que lhe é própria, e geralmente necessita a presença de um guia de alta montanha com uma formação específica, para escolher o percurso e assegurar a cordada.
O alpinismo não deve confundido com o montanhismo que além de um termo genérico relacionado com a montanha, também se pode referir à prática da marcha em condições de baixa ou média montanha.
A palavra alpinismo deriva da atividade desportiva de alto nível realizada na cordilheira centro Europeia conhecida por Alpes. Este termo é no entanto atualmente utilizado como um termo genérico, para definir qualquer ascensão em qualquer zona montanhosa do globo. Prática com um risco elevado, que exige consideráveis conhecimentos, técnicos, físicos, psicológicos, de material e equipamento, e do conhecimento das características destas regiões.
Até recentemente, a escalada e o alpinismo eram entendidos como variantes do montanhismo. Atualmente, porém, considerando o grau de especificidade que estas modalidades atingiram, o montanhismo passou a designar apenas as atividades de marcha em condições de média montanha (até 2 500 aproximadamente), que não requerem materiais e técnicas típicas do alpinismo e da escalada, embora na realização de um percurso de média montanha também possa ser necessário o recurso a pequenas manobras de corda para ultrapassar pequenos obstáculos de rocha ou eventualmente ultrapassar zonas de neve e gelo.
As montanhas sempre fizeram parte da história humana por se tratarem de obstáculos a serem transpostos em viagens, explorações ou migrações, mas antigamente, até á Idade Média, os homens evitavam os cumes aos quais levantavam rumores e lendas, e em 1387 os magistrados de Lucerna fecharam o monge Niklaus Bruder e cinco outros religiosos que haviam tentado subir o Monte Pilatus da região.
Em 1492, Antoine de Ville escalou o Monte Aiguille, na França, apesar das inúmeras superstições existentes a respeito de seu cume. Em 1744 ocorre a chegada ao cume (chamada pelos montanhistas de “conquista”), do Monte Titlis, nos Alpes berneses; em 1770, a do Monte Buet, no Maciço do Giffre, Alpes Ocidentais, e em 1779 o Monte Vélan, nos Alpes Peninos, também é conquistado.
O alpinismo moderno, porém, nasceu em 8 de agosto de 1786, quando dois franceses, o médico Michel Paccard e o cristaleiro Jacques Balmat, motivados por um prémio oferecido por Horace-Bénédict de Saussure (considerado o fundador do alpinismo), venceram os 4 810 metros do Monte Branco, na fronteira entre França e Itália. O alpinismo toma um impulsão importante com os grandes nomes do alpinismo inglês como Edward Whymper , Albert F. Mummery, Frederick Gardiner, naquilo que ficou conhecido como a idade de ouro do alpinismo, no fim do século XIX e início do século XX quando se verifica uma verdadeira corrida à conquista de montanhas até então inexploradas.

E aí, vai encarar?

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7899 – Quantos quilos podem suportar as cordas de alpinismo?


As cordas usadas para escaladas, em perfeito estado de conservação, podem supor-tar até 2,3 toneladas. O equipamento é feito de um material chamado náilon 6, uma espécie de poliamida que recebe tratamento térmico específico com alta tecnologia, na qual as fibras são resfriadas e esticadas várias vezes. Cerca de sete a 12 feixes de milhares de filamentos retorcidos compõem a corda, cujo diâmetro é variável. “Alguns fabricantes compram as fibras prontas, pois poucos detêm a técnica necessária para o tratamento da poliamida”. As cordas dinâmicas usadas no esporte funcionam como um conjunto de molas e amortecedores que absorvem o impacto no caso de queda.
Além disso, quando esticadas, elas têm elasticidade de até 20% do seu com-primento total, sem acarretar danos à estrutura. “O risco no uso do equipamento está na pessoa. O escalador está exposto aos elementos da montanha e deve ser prudente com os riscos”. Por isso, os alpinistas sugerem alguns cuidados na conservação das cordas:
•Não as deixe em contato com cimento, solventes, querosene, gás e ácidos (como a bateria do carro, por exemplo);
•Depois do uso, lave-as com água e sabão neutro sem deixar resíduos;
• Mantenha-as secas;
•Guarde-as em local seco e com pouca luz – os raios ultravioleta queimam o náilon.

4744 – Esporte Radical – Asa Delta


É um tipo de aeronave composta por tubos de alumínio, que proporcionam a sua rigidez estrutural, e uma vela feita de tecidos, que funciona como superfície que sofre forças aerodinâmicas, proporcionando a sustentação da aeronave no ar. A origem deste nome, Asa-Delta, deu-se pela semelhança da letra grega, que tem forma de triângulo, com o fortado da asa desta aeronave.
O alemão Otto Lilienthal é considerado o pioneiro, pois desde 1871 se dedicava a construção de planadores que ele mesmo testava em um monte construído por ele e sua equipe nas proximidades de Berlim.
Francis Rogallo participou de um programa pioneiro da NASA que pretendia criar um pára-quedas direcionável. Dos estudos que realizou, Rogallo criou uma aeronave que possuía uma estrutura metálica apoiada em um triciclo.
Os australianos John Dickenson, Bill Moyes e Bill Bennett foram os precursores da asa-delta na Austrália em 1969.
No Brasil, Luis Claudio Mattos é considerado o precursor.
Francis Rogallo participou de um programa pioneiro da NASA que pretendia criar um pára-quedas direcionável. Dos estudos que realizou, Rogallo criou uma aeronave que possuía uma estrutura metálica apoiada em um triciclo.
Os australianos John Dickenson, Bill Moyes e Bill Bennett foram os precursores da asa-delta na Austrália em 1969.
No Brasil, Luis Claudio Mattos é considerado o precursor.
Existem duas categorias de asa deltas controladas manualmente.
Asa flexível com controle através do deslocamento de peso do piloto. Subdivididas em: asas com King Post, asas sem King Post (com mais performance).
Asa rígida com controle através de alterações aerodinâmicas feitas por spoilers acionados pelo piloto.
A asa delta – equipamento que dá o nome à própria modalidade – é constituída por uma estrutura rígida, com tubos de alumínio e cabos de aço, e por uma asa de tela. Devido ao seu volume e peso, cerca de 35 quilos, é de difícil transporte e demora algum tempo a montar e desmontar. Apesar destas dificuldades, tem a vantagem de não precisar de uma pista para descolar, bastando encontrar uma montanha com alguma altitude e ter o vento de feição para fazer um voo perfeito. A descolagem é, aliás, fundamental para que tudo corra da melhor maneira. Este tipo de voo livre pode atingir os 80 a 100 Km/hora. Apesar de o delta ser considerado um aparelho seguro, ao mínimo erro pode acontecer um acidente com consequências muito negativas. Para voar em segurança é necessário utilizar capacete, arnês (cinta que o piloto usa para se suspender da asa), roupa apropriada para a altura a que se vai estar e um paraquedas de emergência. Para se praticar esta modalidade é necessário primeiro tirar um curso de asa delta que dura várias semanas.
Neste tipo de voo livre, o corpo funciona como elemento estratégico, uma vez que são os seus movimentos que conseguem mudar a direção da asa, atacando as correntes ascendentes e evitando os poços de ar. O praticante, pela posição alongada em que fica (deitado de barriga para baixo, o que oferece muitas vantagens de conforto), tem uma visão ampla da paisagem e da área que sobrevoa.
O voo em asa delta é considerado o mais perfeito, pelo facto de se voar ao sabor do vento.

2987 – Quais os esportes radicais mais perigosos?


Emoções fortes
Esportes mais perigosos, por probabilidade de morte

1. Wing Walking
PRATICANTES: 200
MORTOS A CADA MIL – 5
O que é: mover-se sobre as asas de um avião durante o voo. Variações incluem plantar bananeira, pendurar-se pelos dentes, passar a outro avião (ou carro, barco, trem) e saltos em que se abre o paraquedas no último instante possível.
Por que é perigoso: o show vira suicídio sempre que alguém desrespeita a primeira lei do wing walking: “Nunca largue do que você está segurando até estar segurando em outra coisa”.

2. Big Wave Surf
PRATICANTES: 1 000
MORTOS A CADA MIL – 3
O que é: modalidade de surfe em que um surfista é rebocado ou pula de helicóptero no meio do oceano, onde se formam ondas gigantes – de 6 a 15 metros.
Por que é perigoso: as mortes geralmente envolvem saltos do helicóptero mal executados, em que o surfista cai de mau jeito e fica suscetível a afogamentos.

3. Free Style Motocross
PRATICANTES: 6 mil
MORTOS A CADA MIL – 1,8
O que é: também conhecido como FMX, não é uma corrida, mas um torneio de saltos ornamentais nos quais motoqueiros fazem manobras para um júri.
Por que é perigoso: bem, capacetes são feitos para proteger o motoqueiro no trânsito, não em piruetas com motos a 10 metros de altura.

4. Street Luge
PRATICANTES: 1 200
MORTOS A CADA MIL – 1,7
O que é: corrida ladeira abaixo em um skate gigante. O piloto, deitado de costas (padrão) ou de bruços (avançado), se inclina para controlar velocidade e direção.
Por que é perigoso: às vezes o controle fica só na tentativa mesmo, algo perigoso a 100 km/h. Custava botar um freio? Até carrinho de rolimã tem o seu.

5. Heli-Skiing
PRATICANTES: 7 mil
MORTOS A CADA MIL – 0,85
O que é: um helicóptero leva o esquiador até o topo inacessível de uma montanha. Sem pista, sem sinalização e sem conhecer o terreno, ele deve descer, esquiando.
Por que é perigoso: é deselegante recorrer a auto-citação, mas: “Sem pista, sem sinalização e sem conhecer o terreno, ele deve descer, esquiando”.

6. Base Jump
PRATICANTES: 12 mil
MORTOS A CADA MIL – 0,83
O que é: consiste em saltar de um ponto estático muito alto – prédios, antenas, pontes ou montanhas – usando apenas um paraquedas.
Por que é perigoso: o paraquedas costuma abrir – o problema é que o vento ou um salto fraco podem deixar o base jumper perto demais de onde pulou.

7. Sky Surfing
PRATICANTES: 10 mil
MORTOS A CADA MIL – 0,5
O que é: igual a paraquedismo, com o bônus de que o sujeito tem uma prancha (menor que a de surfe) presa aos pés, realizando acrobacias arrojadas.
Por que é perigoso: a tendência é que a prancha fique por cima e ele de cabeça para baixo, dificultando muito a abertura do paraquedas.

8. Montaria em Touro
PRATICANTES: 12 mil
MORTOS A CADA MIL – 0,25
O que é: é a maior atração dos rodeios – o peão precisa ficar 8 segundos no lombo do touro, conhecidos como “os 8 segundos mais perigosos do esporte”.
Por que é perigoso: ainda que muitos pensem nos direitos dos touros, quem corre risco de morte é o peão que cai dele e pode ser pisoteado e chifrado.

9. Paraquedismo
PRATICANTES: 1 milhão
MORTOS A CADA MIL – 0,12
O que é: perto das 8 loucuras anteriores, praticamente um passeio no parque – pular de um avião, ficar um tempo curtindo a queda livre, abrir o paraquedas.
Por que é perigoso: o bom senso manda que se pule com dois paraquedas, mas às vezes, mais precisamente uma em cada 8 mil vezes, nenhum deles se abre.

10. RAFTING
PRATICANTES: 2 milhões
MORTOS A CADA MIL – 0,001
O que é: passatempo comum em toda cidade que tem corredeiras, trata-se de descer um rio em bote.
Por que é perigoso: na verdade, só é perigoso nos percursos mais difíceis, os de Grau 6, em que a velocidade da corrente é muito forte e no meio da caminho há muitas pedras.