14.108 – Morre Andrada o Ex Goleiro do Vasco da Gama


Andrada-boca
O goleiro começou a carreira em 1960, no seu país, defendendo o Rosario Central. Em 1969, o Vasco da Gama comprou o seu passe e ele mudou-se para o Brasil. Foi no clube carioca que Andrada viveu a melhor fase da sua carreira, conquistando títulos e prêmios pessoais.

Após seis anos no clube, Andrada mudou-se para a Bahia para defender o Vitória. A sua passagem pelo rubro-negro baiano durou apenas um ano e, em 1977, o goleiro regressou ao seu país natal para defender o Colón onde ficou até 1982, quando encerrou a carreira.
Numa quarta-feira, 19 de novembro de 1969 (ano em que chegou ao Vasco da Gama), Andrada teve à sua frente Pelé que perseguia a marca de 1000 gols na carreira. O estádio do Maracanã recebeu 65.157 pessoas que queriam ver o jogador alcançar a marca histórica, mas Andrada não queria entrar para história como o goleiro que sofreu o milésimo gol de Pelé. Ou como o “Goleiro do Rei” como foi chamado pela mídia, mas, provavelmente, não muito propalado pela maneira não muito agradável como Andrada encarou na época essa situação.

O argentino esforçou-se para não sofrer o gol, mas ao 33 minutos do segundo tempo houve um pênalti a favor do Santos e era a grande oportunidade de Pelé marcar. Todos no estádio gritavam o nome de Pelé. Andrada saltou para o lado certo e tocou na bola, mas não foi suficiente para evitar que Pelé marcasse o milésimo gol.


Pelé cobrou. Eu bati na bola, mas não consegui defender. Depois, com o tempo, as coisas foram mudando. Eu me acostumei com o fato e hoje convivo de uma forma muito gostosa com aquele milésimo gol.”
Em 2008 o goleiro foi acusado de ter sido um agente do serviço de inteligência da ditadura militar argentina entre 1976 e 1983
Morreu, nesta quarta-feira,04 de setembro de 2019, o ex-goleiro argentino Andrada, ídolo do Rosario Central e com passagem marcante no Vasco entre 1969 e 1975. O ex-jogador ficou mundialmente conhecido por ter sofrido o milésimo gol de Pelé, em 19 de novembro de 1969. A causa da morte não foi divulgada. Andrada tinha 80 anos.
Andrada foi destaque do Vasco nas conquistas do Campeonato Carioca de 1970 e do Campeonato Brasileiro de 1974. Dois anos após o título nacional pelo time cruz-maltino defendeu o Vitória da Bahia. Ele atuou por 10 anos no Rosario Central, clube onde se formou e ganhou o apelido de “El Gato” e é o goleiro com mais jogos pelos Canallas: 284 partidas. Chegou a atuar na seleção argentina durante a Copa América de 1963 e foi pré-relacionado para o Mundial de 1966 na Inglaterra, mas acabou cortado devido a uma lesão.

13.978 – História da Fórmula 1 – Copersucar quase leva os Fittipaldi à Falência


Escuderia de Fórmula 1 brasileira fundada em 1975 pelos irmãos Emerson e Wilson Fittipaldi Jr. (não confundir com Wilson Fittipaldi, o “Barão”, que chegou a cortar a ajuda financeira aos filhos para tentar desencorajá-los da ideia). Competiu num total de 104 grandes prêmios. Sua estreia ocorreu no GP da Argentina de 1975, com Wilson Fittipaldi Jr. Após trinta anos de sua apresentação oficial em Brasília, em 16 de outubro de 1974, o modelo FD01, o Copersucar pilotado por Wilson Fittipaldi Jr. – primeiro carro brasileiro a disputar uma prova de Fórmula 1 – voltou em 10 de novembro de 2004 à pista do Autódromo de Interlagos, totalmente restaurado.
No começo Wilson Fittipaldi Jr. queria fundar a primeira equipe sul-americana na Fórmula 1 e conseguiu após aproximadamente um ano de trabalho, tendo seu bólido projetado pelo brasileiro Ricardo Divila, o FD01. Em 1980 visando internacionalizar a equipe e após o fracasso do modelo F6/F6A, os Fittipaldi compram a Wolf, equipe que disputava o Campeonato de F1 e pertencia ao milionário canadense Walter Wolf.
Na sua história, a Copersucar-Fittipaldi teve diversos pilotos, como Ingo Hoffmann e Chico Serra, e até ajudou a formar um campeão mundial, o finlandês Keke Rosberg, que defendeu a equipe em 1980 e 1981.
“As pessoas diziam que o carro era muito fraquinho, que F1 no Brasil era uma piada e que a equipe não servia para nada. E a equipe foi perdendo seus patrocinadores”, explica Luciano Pires, diretor de Comunicação Corporativa da Dana, fabricante de autopeças, responsável pela restauração do FD01, primeiro modelo da escuderia brasileira, vários anos após o encerramento da equipe.
A equipe fechou em 1982 de uma forma melancólica. Os irmãos Fittipaldi deixaram os carros de lado e não quiseram mais mexer. O modelo FD01 ficou guardado em um galpão na fazenda da família em Araraquara, interior de São Paulo. Além de deixarem a equipe de lado, restou uma dívida de 7 milhões de dólares. “Mas o que mais nos magoou foi o fato de falarem da nossa equipe como um motivo de vergonha porque nunca vencemos uma prova”, disse Wilson.
Christian Fittipaldi, filho de Wilson, foi prestigiar o pai em Interlagos: “Não lembro do primeiro modelo. Tinha apenas três anos. Mas tenho uma foto em que estou empurrando a roda traseira, do Fittipaldi número 3, em 1976”, falou Christian. E matou a vontade do pai e deu uma volta com o carro. “Ele está que nem uma criança, como se estivesse me dando um brinquedo novo. Esse brinquedo faz parte da história da vida dele”, disse.
Nas oito temporadas que disputou, a Copersucar-Fittipaldi acumulou 44 pontos em 104 GPs. Foram três pódios, o mais comemorado deles em 1978, o segundo lugar de Emerson no Rio de Janeiro com o modelo F5A. Nenhuma vitória, mas dezenove presenças nos pontos, numa época em que apenas os seis primeiros pontuavam.
Para comparar: a Jaguar encerrou suas atividades em 2004 com 49 pontos e dois pódios em 85 GPs. Era a equipe oficial da Ford. A Prost somou 35 pontos em 83 corridas, também com três pódios. A Sauber, em 206 largadas, conseguiu apenas seis pódios. Pelos padrões vigentes, pois, a Copersucar-Fittipaldi, hoje, se mantivesse o mesmo desempenho de sua época, estaria ranqueada facilmente entre as chamadas equipes intermediárias.
Nos seus oito anos de vida, a Copersucar-Fittipaldi teve na sua folha de pagamento, além do bicampeão Emerson, o projetista Adrian Newey, hoje na Red Bull e com passagens na Williams e McLaren, Keke Rosberg, que seria campeão pela Williams em 1982, Harvey Postlethwaite, projetista que depois trabalhou na Ferrari e na Tyrrell, e Jo Ramirez, uma espécie de faz-tudo que teve papel importante na logística da McLaren nos anos 80 e 90.
O FD01, restaurado pela Dana, gigante multinacional de autopeças e sistemas automotivos, poderá participar do Festival de Goodwood, na Inglaterra, em um futuro próximo. É a mais importante exibição de carros clássicos de corrida do mundo. A empresa também restaurou o FD04, primeiro carro da equipe pilotado por Emerson.
Melhores resultados
Segundo lugar de Emerson Fittipaldi no Grande Prêmio do Brasil de 1978 e dois terceiros lugares: Keke Rosberg no GP da Argentina e Emerson Fittipaldi no GP do Oeste dos Estados Unidos, ambos na temporada de 1980.
Junto com a empolgação de ter Emerson Fittipaldi, o primeiro brasileiro bicampeão mundial de Fórmula 1, veio o sonho de ter uma equipe brasileira na competição, com um carro projetado e construído no Brasil. A cristalização do sonho foi apresentada ao público em 16 de outubro de 1974 em cerimônia no Palácio do Planalto com a presença do presidente, Ernesto Geisel. O Copersucar-Fittipaldi desenvolvido pelos irmãos Fittipaldi, Wilson e Emerson, foi projetado por Ricardo Divilla. O Fitti-1 prateado causou boa impressão por causa de seu desenho. Ao contrário dos outros carros de Fórmula 1, o motor e os outros componentes do Fitti-1 estavam envolvidos pela carroceria prateada.
A carroceria do carro contou com a ajuda da Embraer que fez os estudos aerodinâmicos. Boa parte das peças do Copersucar foram feitas no Brasil. A aerodinâmica da carroceria seria o diferencial porque, “as zonas de turbulência aerodinâmica são tão poucas que o F-1 brasileiro poderá ser o mais veloz de todos nas retas”, relatou a reportagem do Estado no dia do lançamento do carro.
O projeto de um carro de Fórmula 1 brasileiro começou em agosto de 1973 e estreou nas pistas (Interlagos) em novembro de 1974. No ano seguinte, a equipe estreou na Fórmula 1 no grande prêmio da Argentina. O carro pilotado por Wilson Fittipaldi não chegou ao final, ele pegou fogo. Quem ganhou o GP foi Emerson Fittipaldi que corria pela Mc Laren. Na temporada de 1975 o Copersucar participou de 14 provras e foi pilotado por Wilson Fittipaldi, e no segundo carro tinha o italiano Arturo Merzario como piloto.
Em 1976 o bicampeão mundial de Fórmula 1, Emerson Fittipaldi assume o volante do Copersucar tendo como segundo piloto outro brasileiro, Ingo Hoffmann. Naquela temporada, a equipe marcou seu primeiros pontos, 3, e participou de 16 corridas.
O ponto alto da equipe foi no GP do Brasil quando Emerson Fittipaldi chegou em 2º lugar, atrás de Carlos Reutemann, da Ferrari.
A parceria com a Copersucar foi até a temporada de 1979. Depois teve o patrocínio da Skol. A equipe competiu até a temporada de 1982. No total foram 104 corridas, e do primeiro carro de 1974 até o último de 1982, foram 11 modelos. Além dos irmãos Fittipaldi e Ingo Hoffmann, também correram pela equipe os brasileiros Alex Ribeiro e Chico Serra e o finlandês Keke Rosberg.

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13.862 – Futebol – Josef Bican, o maior artilheiro de todos os tempos


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Josef Bican, também conhecido como Pepi (Viena, 25 de setembro de 1913 — Praga, 12 de dezembro de 2001), foi um futebolista tcheco. Segundo o RSSSF, Bican (pronuncia-se Bítsan) teria sido o maior artilheiro da história do futebol com 1.468 gols marcados incluindo jogos amistosos que disputou, porém, tal informação nunca foi oficialmente comprovada, sabendo que os números de Josef que se tenha conhecimento de documentação sejam insuficientes para chegar a uma conclusão final. Apesar da carência de dados sobre seus números, ele ainda é considerado um dos maiores artilheiros da história do futebol.
Filho de jogador, rápido (corria 100 metros em 10,8 segundos, grande marca na época), bom chutador com as duas pernas, cinco vezes maior artilheiro da Europa, Bican fez parte da grande equipe da Seleção Austríaca dos anos 30, conhecida como Wunderteam (“Time Maravilha”), repleta de austro-tchecos: para a Copa do Mundo de 1934, a Áustria chamou, além dele e da estrela Matthias Sindelar, Franz Cisar, Anton Janda, Mathias Kaburek, Josef Smistik, Johann Urbanek e Karl Zischek. Apenas um dos 7 gols marcados pela equipe no torneio fora de um austríaco germânico, Anton Schall. Bican marcou o seu contra a França, nas oitavas-de-final.
A Áustria chegou às semifinais, onde foi sorteada para enfrentar o país-sede, a Itália, adversário vencido meses antes, em casa, em um amistoso entre as duas equipes. Desta vez, com uma pressão muito maior de Il Duce Benito Mussolini, que usava o mundial como propaganda de seu regime fascista, os italianos venceram por 1 a 0, com o gol de Enrique Guaita marcado em clamoroso impedimento. A Áustria ainda perderia para a Alemanha o terceiro lugar. O Wunderteam seria extinto de vez com a anexação austríaca pela Alemanha Nazista em 1938, no Anschluß, às vésperas da Copa do Mundo daquele ano.
Desde o ano anterior, Bican já estava na terra de suas raízes, onde se transferira para Slavia Praga, após quatro anos liderando o Rapid Viena. No Rapid, Bican marcara 68 gols em 61 jogos oficiais. Antes de chegar ao Slavia, ainda na Áustria, havia passado pelo Admira Viena, onde deixou 21 gols em 31 partidas.
Ficaria no futebol tchecoslovaco até o final da carreira, tendo seu melhor momento os onze anos de sua primeira passagem pelo Slavia, período em que marcou pelo clube incríveis 534 gols em 274 jogos – 54 em 27 em um dos anos. O campeonato nacional, entretanto, fora interrompido em 1938, ano em que a Alemanha, após anexar primeiramente a região dos Sudetos, avançou sobre toda a Tchecoslováquia.
O torneio só retornaria em 1945, após a Segunda Guerra Mundial, e Bican acabou conquistando apenas uma edição pelo Slavia, saindo do clube uma temporada depois, em 1948. Retornaria em 1952, quando a equipe chamava-se Dínamo Praga, e lá encerrou a carreira, em 1955, aos 42 anos, ainda com gás para marcar 22 gols em 29 jogos.
Começou a defender a Tchecoslováquia, pela qual marcaria 12 vezes em 14 jogos, em 1938, já após a Copa do Mundo daquele ano. Durante a Guerra, quando o país foi desmembrado, jogaria ainda pela “metade tcheca”, uma Seleção do Protetorado da Boêmia e Morávia, marcando 3 gols. Seu sucesso chegou a provocar a inveja de alguns colegas de seleção, que se refeririam a ele como “bastardo austríaco”.
Em seus últimos meses de vida, Bican começou a sofrer problemas cardíacos. Desejava passar o natal de 2001 com a família, mas acabou falecendo duas semanas antes da data.
Data de nasc. 25 de setembro de 1913
Local de nasc. Viena, Flag of Austria-Hungary (1869-1918).svg Áustria-Hungria
Falecido em 12 de dezembro de 2001 (88 anos)
Local da morte Praga, República Checa República Tcheca

Reza a lenda que em toda a sua carreira, o jogador fez 5 mil gols. O atacante estreou aos 17 anos no Rapid Viena, em 1931, com um hat-trick contra o grande rival de sua equipe, o Austria Vienna.
Após a passagem pelo Rapid, Bican foi jogar no Admira Vienna, e em 1937 chegou ao Slavia Praga, clube no qual se aposentou em 1955, quando o clube tcheco já havia sido rebatizado como “Dínamo” por conta do regime comunista.
Relatos da época diziam que o jogador corria 100 metros em 10s80, era dotado de uma técnica apurada com ambos os pés e ótima finalização, e só errava uma a cada 20 oportunidades.
Bican era, ao lado do meia Mattias Sindelar, o grande nome da seleção austríaca dos anos 30, uma das melhores do mundo, conhecida por um futebol de passes curtos.
Sindelar, chamado de “Mozart do futebol”, “flutuava” sobre o gramado por conta de sua elegância com a bola.
Os dois levaram a seleção austríaca à semifinal da Copa do Mundo de 1934, mas a equipe foi derrotada por 1 a 0 pela Itália em partida que contou com muitos lances polêmicos.
Momentos após a eliminação, foi descoberto que o árbitro do jogo havia jantado na noite anterior à partida com o então ditador italiano Benito Mussolini.
Após a anexação da Áustria pelo Terceiro Reich em março de 1938, Bican se negou a jogar pela Alemanha nazista e pediu nacionalidade tchecoslovaca.
Em novembro de 1939, já em plena Segunda Guerra Mundial, um hat-trick seu evitou a vitória da Alemanha contra a seleção do Protetorado de Boêmia e Morávia, em jogo que acabou empatado em 4 a 4.
“Bican era bilíngue e foi educado em duas culturas, não podia propagar os princípios ideológicos do nazismo”.

13.729 – Copa de 2018 – Seleção da Croácia já faz História


camisa da croacia
A Croácia precisou da sua terceira prorrogação na Copa do Mundo para bater a Inglaterra e garantir a classificação para a final. A vitória por 2 a 1 com um gol do atacante Mandzukic a cinco minutos do fim. É a primeira vez que a seleção europeia chega até a decisão da competição.
Não faltaram as piadas em referência ao cantor cantor Mick Jagger tido como torcedor pé frio.
Um pequeno pedaço de um quebra cabeças desconjuntado chamado Iogoslávia, a Croácia evoluiu após o desmembramento.

Bom no futebol, ruim no “frescobol”
O meia Ivan Perisic marcou um gol e uma assistência na vitória da Croácia por 2 a 1 contra a Inglaterra, pela semifinal da Copa do Mundo de 2018, e foi eleito o melhor jogador da partida. No entanto, o talento do jogador da Inter de Milão também foi posto a prova no Circuito Mundial de vôlei de praia, no ano passado.
Perisic foi convidado para promover a etapa do Mundial de vôlei de praia em Porec, na Croácia. O meia, de 29 anos, disputou três partidas com o compatriota Niksa Dellorco, mas não teve tanto sucesso quanto na Copa da Rússia e perdeu todos os jogos, sem vencer nenhum set, terminando o torneio na 25ª colocação. Os brasileiros Guto e Pedro Solberg foram os campeões daquele edição do evento.
Se nas areais do vôlei de praia o croata não teve tanto sucesso, dentro dos gramados de futebol ele tem tido destaque na seleção da Croácia, maior surpresa desta edição do Mundial. Pela primeira vez na final, os croatas vão encarar a tradicional seleção francesa no próximo domingo, às 12h (de Brasília), no Estádio Lujniki, em Moscou.

Camisa quadriculada azul tá dando sorte
Quadriculada como uma colça de retalhos
Desde 1998, quando a Croácia se apresentou ao mundo do futebol com a boa campanha na Copa da França (terminou em terceiro em seu primeiro Mundial), seu primeiro uniforme, xadrez em vermelho em branco, se tornou um ícone da moda esportiva. Na Copa da Rússia, no entanto, a equipe dos Bálcãs atuou em cinco de suas seis partidas com sua segunda camisa, mais escura, em dois tons de azul. O êxito do time de Luka Modric e companhia, que no domingo decidirá o título com a França, transformou o uniforme em sonho de consumo de muitos torcedores. Só há um problema: onde encontrá-lo?
Pelas ruas de Moscou, há croatas orgulhosos a cada esquina, camisas quadriculadas em vermelho e branco por toda parte. Mas nada da azul. Nem mesmo na enorme loja da fornecedora da seleção, a poucos quilômetros da Praça Vermelha. “Sold out” repete o vendedor russo, num dos poucos termos que domina em inglês, para dizer que o produto está esgotado. Com a ajuda de um aplicativo de tradução, ele explica que os uniformes 1 e 2 da Croácia até chegaram às prateleiras, em número reduzido se comparado ao de Brasil, França e Inglaterra, por exemplo, e rapidamente esgotaram. O mesmo ocorreu com a extravagante camisa da Nigéria. O vendedor disse não saber se chegará uma nova remessa.
Um torcedor croata, que, confiante no título inédito, já planejava bordar uma estrela em sua camisa vermelha e branca, afirmou que a melhor forma de encontrar o modelo azul seria a loja oficial no site da federação croata. Mas o item tampouco está disponível por lá. Nem nas lojas virtuais da fornecedora nos Estados Unidos, na Inglaterra e na Rússia, onde o preço do item esgotado variava de 345 a 380 reais segundo a cotação de cada moeda.

13.715 – A Seleção da Sérvia


servia
Sucessora natural da Seleção Servo-Montenegrina de Futebol, que, por sua vez, já era sucessora da Seleção Iugoslava de Futebol. Na Copa de 2010, primeira copa disputada como nação independente, não correspondeu às expectativas e foi eliminada na primeira fase.Mas o time surpreendeu a todos quando aplicou uma vitória de 1 a 0 na forte Seleção Alemã de Futebol. Em 2014,durante as Eliminatórias para a Eurocopa 2016,a Sérvia e a Seleção Albanesa de Futebol protagonizaram um episódio controverso de violência no futebol.O jogo teve que ser cancelado enquanto a Sérvia fazia 3 a 0 na Albânia.No dia seguinte,a FIFA concedeu três pontos a Albânia.Como forma de punição,o jogo seguinte entre as duas equipes (Sérvia 2X1 Albânia)teve estádio fechado e sem público.
Sua maior vitória foi contra a Alemanha na Copa do Mundo FIFA de 2010 por 1×0 na fase de grupos, com gol de Milan Jovanovic. Mas, como havia perdido para a Gana por 1×0 e para a Austrália por 2×1, a seleção foi eliminada.

Jogador Famoso

petcovic

Dejan Petković, mais conhecido como Petković
Especialista em cobranças de faltas, escanteios, lançamentos, passes e chutes precisos, foi reconhecido como um dos jogadores mais técnicos atuando no Brasil nos últimos anos e um dos melhores jogadores estrangeiros que já jogaram no país. Um raro exemplo de jogador europeu a vir jogar no Brasil, virou ídolo no Vitória e destacou-se também em três rivais cariocas: Flamengo, Vasco da Gama e Fluminense.

Porém, esse sucesso não seria reconhecido pelas diversas comissões técnicas que foram se passando pelas Seleções Iugoslava, Servo-Montenegrina e Sérvia – sucesso este que, todavia, acabaria reconhecido pelo próprio governo da Sérvia em junho de 2010, quando o Ministro das Relações Exteriores de sua terra natal, Vuk Jeremić, anunciou Petković como cônsul honorário da Sérvia no Brasil.
Atualmente, é comentarista do canal SporTV.
Deu seu grande salto ao transferir-se em 1991 para o poderoso Estrela Vermelha de Belgrado, da capital da então Iugoslávia e recém-campeão da Copa dos Campeões da UEFA, atuando por lá até 1995. Em sua primeira temporada, a de 1991/92, o clube foi campeão iugoslavo e faturou também a Copa Intercontinental, mas Petković não chegou a ter participação relevante nos dois títulos; ainda não conseguira espaço no elenco, repleto de jogadores de renome inclusive internacional, como Dejan Savićević, Darko Pančev, Siniša Mihajlović, Vladimir Jugović e Miodrag Belodedici.
Passou por vários clubes espanhois mas não obteve sucesso.

Chegada ao Brasil: Vitória
O rubro-negro baiano, em parceria com o Banco Excel.
Desconhecido no Brasil, poucas eram as expectativas em cima do iugoslavo, que, logo na sua estreia, contra o União São João, marcou um gol de falta e deu passe para Túlio também marcar no empate por 2 a 2 contra o time paulista. Em oito partidas em 1997, marcou duas vezes.
Em 1998, começou o ano em ritmo devagar, marcando poucos gols, mas ainda assim se destacando, principalmente na goleada do Leão por 5 a 2 sobre o Santa Cruz, em jogo válida pela Copa do Nordeste, em que marcou seu primeiro hat-trick.
No Brasileirão de 1998, veio a consagração. Com quatorze gols em 21 partidas, destacou-se nacionalmente, encantando a torcida com um estilo clássico e certeiras cobranças de falta.
Paulo Roberto Falcão chegou a declarar que “É um jogador de rara habilidade, veloz e de muita visão de gol. Não hesita em tentar a jogada individual quando percebe que tem chance de concluir com êxito. Também participa da organização das jogadas de ataque e ajuda a combater. É um craque.”
“Pet” definiu ainda no fim de dezembro de 1999 sua transferência a outro rubronegro, desta vez o Flamengo. O clube carioca aproveitava o bom dinheiro recebido com prêmio da Copa Mercosul de 1999, recém-conquistada. Seu reforço foi anunciado inclusive em meio à carreata nas comemorações deste título, pelo então presidente flamenguista Edmundo dos Santos Silva, chegando por 7 milhões de dólares. Ganhou vário títulos pelo rubro negro carioca.

13.711 – Copa de 2018 – Seleção da Suíça


Seleção Suiça
Em 2006, a Suíça conseguiu um recorde na história das Copas do Mundo, ao ser eliminada da competição sem sofrer nenhum gol, perdendo para a Ucrânia nos pênaltis, sem converter sequer um único pênalti – tornando-se a primeira seleção na história das Copas a registrar tal feito. Eles não sofreram gols até a segunda partida da fase de grupos da Copa do Mundo 2010 (incluindo a vitória por 1×0 na primeira partida da competição contra a eventual campeã Espanha), quando sofreram gol aos 29 minutos do segundo tempo contra o Chile, estabelecendo um recorde em Copas do Mundo de minutos consecutivos sem sofrer gols.
A Suíça sediou a Eurocopa 2008 juntamente com a Áustria, participando pela terceira vez da competição. Tal como aconteceu nas duas exibições anteriores, o país não passou da fase de grupos.
O maior artilheiro da seleção é o ex-atacante Alexander Frei.
A 5ª edição da Copa do Mundo, em 1954, foi sediada pela Suíça, e foi vencida pela Alemanha Ocidental por 3-2 contra a Hungria. Na disputa pelo 3º lugar, a Áustria superou o Uruguai por 3-1. A Suíça foi eliminada pelos austríacos nas quartas-de-final, por 7×5.
O melhor resultado da Suíça em Copas do Mundo foi um 6º lugar no mundial de 1950.
Nas Olimpíadas, conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 1924.
Classificação: A Copa do Mundo de 2006 na Alemanha foi o primeiro mundial para a Suíça desde a sua participação em 1994. Depois de terminar em segundo lugar no grupo 4, atrás da França na fase de classificação, derrotou a Turquia nas rodadas decisivas por 2-0 e por 4-2 para se classificar para o mundial.
Fase de grupos: Na fase de grupos, eles jogaram novamente contra a França. A partida, disputada em Stuttgart, terminou com um empate sem gols. Após derrotar o Togo por 2-0 em Dortmund e a Coreia do Sul por 2-0 em Hanôver, terminou em primeiro lugar no grupo G, com atuações marcantes do goleiro Zuberbühler, a seleção suíça acabou obtendo a classificação para a fase eliminatória.
Oitavas-de-final: Na segunda fase do torneio, a Suíça enfrentou a Ucrânia em Colônia. A partida teve que ser decidida nos pênaltis, já que nenhum gol foi marcado no tempo normal e na prorrogação. A Ucrânia venceu por 3-0.
Curiosidade: A Suíça é a única equipe da história das Copas a não sofrer nenhum gol durante o tempo regulamentar das suas partidas durante uma primeira fase de uma Copa. O artilheiro suíço na competição foi Alexander Frei, com 2 gols.
Curiosidade: A Suíça se tornou em 2010 a seleção recordista com o maior tempo sem sofrer gols em Copas, com mais de 551 minutos, tendo a invencibilidade quebrada com um gol de Mark González na derrota para o Chile.
2014
Classificação: A Suíça jogou no grupo 5 das Eliminatórias Européias para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Terminou invicta com 7 Vitória e 3 Empates, num grupo que tinha Islândia, Eslovênia, Noruega, Albânia e Chipre. Ainda foi escolhida para ser cabeça de chave do Grupo E da copa de 2014.
Fase de Grupos: Está no grupo E da copa, juntamente com Equador, França e Honduras. Sua primeira partida foi contra o Equador no dia 15 de Junho no Estádio Nacional de Brasília, (também conhecido como Estádio Mané Garrincha), quando venceu pelo placar de 2-1. No dia 20 perdeu para a França de 5 a 2 no Estádio Octávio Mangabeira (também conhecido como Estádio Fonte Nova). No dia 25 venceu Honduras por 3 a 0, todos eles feitos por Xherdan Shaqiri.
Oitavas De Final: A Suíça enfrentou a Argentina nas oitavas de final e segurou o placar em 0-0 até os 118 minutos, quando a Argentina abriu o placar com um gol de Ángel Di María e eliminou a Suíça.

Copa do Mundo 2018
Classificação: A Suíça jogou no grupo B das Eliminatórias Européias para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. Terminou com a grande campanha de 9 vitórias e somente uma única derrota. O grupo contou com Portugal, Hungria, Ilhas Faroe, Letônia e Andorra. Acabou ficando em 2ª colocada, empatada em pontos com a seleção portuguesa, mas perdendo no saldo de gols. Pela repescagem enfrentou a Irlanda do Norte, vencendo o primeiro jogo por 1×0 e mantendo o 0x0 no 2º jogo.
Fase de Grupos: Está no grupo E da copa, juntamente com Brasil, Costa Rica e Sérvia. A estreia é contra a Seleção Brasileira, no dia 17/06/18.
Uma das grandes dificuldades da torcida suíça está em elaborar cantos para apoiar a seleção nacional, já que no país existem quatro idiomas oficiais: alemão, francês, italiano e romanche. A maior parte da população tem como idioma primário o suíço-alemão (variante não-oficial do alemão, com inúmeros dialetos diferentes espalhados pelo pequeno país) ou o francês. E com base nisso, o grito mais tradicional nos estádios é o “Hopp Schwiiz/Hop Suisse”[4], que pode ser traduzido como “vai, Suíça”, soando semelhante quando falado nos dois idiomas. Em alemão, o nome do país é Schweiz, mas os cantos utilizam o nome do país em suíço-alemão, Schwiiz (pronuncia-se “Schvíts”). Antes do início das partidas disputadas em território suíço pode-se ouvir os torcedores gritando em coro a referida frase.
É também bastante comum ouvir os torcedores tocando sinos de vacas durante as partidas (e não é raro vê-los vestidos com fantasias de vacas, também), uma maneira bem-humorada de brincar com a tradição do país em produzir laticínios e chocolates apreciados no mundo todo (alguns chapéus em formato de queijo também costumam ser vistos no meio da torcida durante os jogos).
Os torcedores costumam se orgulhar do forte sistema defensivo característico da equipe, que já garantiu inclusive quebra de recorde durante Copas do Mundo, mas ao mesmo tempo fazem piadas com a grande dificuldade da equipe em vencer partidas que seguem para prorrogações e/ou decisões por pênaltis, situações que culminaram em recentes fracassos (inclusive em uma eliminação sem converter um pênalti sequer).
lgo que chama a atenção sobre a seleção suíça é a grande quantidade de jogadores nascidos em outros países, ou então com descendência direta de outros países (principalmente nações dos Bálcãs e nações africanas). O grande número de imigrantes e filhos de imigrantes atuando pela equipe teve influência positiva e trouxe um novo status para os helvéticos, que passaram a figurar em posições elevadas no Ranking da FIFA. Grandes nomes da seleção suíça e que já não atuam mais pelo time nacional, como Philippe Senderos (pai espanhol, mãe sérvia), os irmãos Hakan Yakin e Murat Yakin (ambos filhos de pais turcos), Ciriaco Sforza (filho de italianos) e Kubilay Türkyılmaz (filho de turcos que, inclusive, pediu para não enfrentar a Turquia por medo de ser chamado de traidor), se incluíam nessa estatística.
Há também o inverso: jogadores nascidos na Suíça, mas que optaram por defender outras nações (geralmente, filhos de imigrantes que optam por defender a nação de seus pais), com um grande número de jogadores optando por jogar em seleções dos Bálcãs (muitos dos nomes chegaram a defender as cores suíças nas categorias de base, mas acabaram aceitando convites de outras seleções na categoria adulta). O nome de maior peso na lista talvez seja o de Ivan Rakitić, craque da seleção croata, que apesar de ter nascido na Suíça e ter atuado nas categorias de base dos helvéticos, optou por defender a seleção principal da nação de seus pais. Zdravko Kuzmanović e Taulant Xhaka também são nomes de destaque.
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Quando a FIFA reconheceu a Seleção Kosovar de Futebol e a autorizou a disputar competições oficiais (como as eliminatórias para a Eurocopa e Copa do Mundo), uma certa apreensão se instalou nos bastidores da seleção da Suíça. Como a equipe do Kosovo era recém-criada, lhes foi permitido convocar jogadores lá nascidos ou que tivessem origem kosovar, mesmo que já tivessem atuado por outras seleções. Então a Suíça se viu ameaçada de perder alguns de seus maiores talentos, como Xherdan Shaqiri, Granit Xhaka, Valon Behrami, Blerim Džemaili e Shani Tarashaj. Mas mesmo após o convite, todos os jogadores citados optaram por continuar a defender a Suíça, apesar de suas raízes kosovares.
Durante a Eurocopa de 2016, quis o destino que Suíça e Albânia caíssem no mesmo grupo e se enfrentassem, acontecendo assim pela primeira vez na história da Eurocopa uma partida com irmãos defendendo equipes rivais, com Granit Xhaka atuando pela Suíça e Taulant Xhaka em campo pela Albânia. Além dos dois irmãos se enfrentando, tivemos muitos jogadores com descendência albanesa atuando pela seleção suíça e também jogadores nascidos na Suíça vestindo as cores da Albânia. A partida foi vencida pela Suíça por 1×0, com gol de Schär (que não tem raízes albanesas).
Muitos suíços encaram a Alemanha como um rival, mesmo com toda a disparidade técnica e de tradição entre as equipes. Os alemães são vistos pelos suíços como um rival muito superior a ser batido, algo como “Davi vs. Golias”, e qualquer resultado diferente de uma derrota contra é visto com bons olhos, especialmente quando levado em conta o retrospecto amplamente favorável para os alemães. Também não é incomum ver a torcida suíça se alegrar com derrotas ou tropeços dos vizinhos da Alemanha. Os alemães se sagraram campeões na Copa do Mundo FIFA de 1954, sediada pela Suíça.
Os suíços descrevem a rivalidade com a Áustria como um adversário do mesmo patamar, que pode ser encarado de igual para igual. Alguns, inclusive se referem aos jogos contra os austríacos como se fosse uma “briga entre irmãos” (algo semelhante aos brasileiros, que chamam os argentinos de “hermanos”). Parte da rivalidade vem das disputas históricas entre os países vizinhos. Áustria e Suíça sediaram em conjunto a Euro 2008, mas ambas acabaram eliminadas ainda na 1ª fase da competição. A Suíça sediou a Copa do Mundo FIFA de 1954 e foi eliminada nas quartas-de-final exatamente pelos austríacos por 7×5 (que foram eliminados na rodada seguinte pelos alemães). Os últimos 3 confrontos foram vencidos pelos suíços (o último disputado em 2015).
A rivalidade com os turcos se intensificou bastante após recentes embates, principalmente após a briga generalizada que aconteceu em 2005[5], ao fim da partida válida pela repescagem das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006, em Istambul. Os turcos chegaram perto de conseguir a vaga, mas inconformados com a derrota partiram para cima dos suíços (juntamente com policiais e agentes de seguranças turcos). Uma imagem que veiculou bastante foi do chute desferido por Benjamin Huggel no assistente-técnico turco Mehmet Özdilek e um soco em Alpay Özalan (que acabara de chutar Marco Streller), que foi tratado pela imprensa turca como uma “covardia”. O fato, porém, é que a imprensa turca omitiu a parte da imagem onde Özdilek agride um suíço primeiro, causando assim o revide de Huggel (que foi suspenso por 6 jogos por conta do chute), fato amplamente condenado pelos suíços (tanto o vídeo editado quanto o vídeo completo podem ser encontrados na internet). O incidente provocou a suspensão de alguns jogadores turcos e em hospitalização do zagueiro suíço Stéphane Grichting[6], além de acender uma grande rivalidade entre as duas seleções. A equipe da Suíça conta com alguns jogadores de descendência turca e já aconteceu de um de seus jogadores (Kubilay Türkyılmaz, filho de turcos) pedir para não entrar em campo contra a Turquia por receio de ser chamado de traidor.

13.708 – Copa 2018 – A Seleção do Egito


sel egito
O Egito é um dos cinco países da África classificados para Copa do Mundo de 2018 , na Rússia. Na primeira etapa das Eliminatórias do continente, a equipe eliminou Chade em jogos de ida e volta (perdeu de 1 a 0 fora e goleou por 4 a 0 em casa), se classificando para fase de grupos. Sob o comando de Salah, o time egípcio ficou na liderança da sua chave com 13 pontos e garantiu vaga no Mundial – o grupo ainda tinha Gana, Congo e Uganda.
O Egito não participava de uma Copa do Mundo há 28 anos, desde 1990, quando esteve no torneio realizado na Itália. A seleção africana tem jogadores com experiência no futebol europeu, como Salah, Elneny e Hegazi, almejando, pelo menos, chegar às oitavas de final na Rússia, já que a sua chave não é das mais complicadas. O apelido do time é “Faraós”.
Rivais na 1ª fase da Copa 2018
Grupo A, ao lado de Rússia, Uruguai e Arábia Saudita
Os convocados para Copa 2018
O técnico argentino Héctor Cúper divulgou na data limite a lista dos convocados para a Copa com 23 nomes. Veja a abaixo:

Goleiros: Essam El Hadary (Al Taawoun), Mohamed El-Shennawy (Al Ahly) e Sherif Ekramy (Al Ahly)

Defensores: Ahmed Fathi, Saad Samir, Ayman Ashraf (Al Ahly), Mahmoud Hamdy (Zamalek), Mohamed Abdel-Shafy (Al Fateh), Ahmed Hegazi (West Bromwich-ING), Ali Gabr (West Bromwich-ING), Ahmed Elmohamady (Aston Villa-ING) e Omar Gaber (Los Angeles FC-EUA)
Meio-campistas: Tarek Hamed (Al Raed), Shikabala (Zamalek), Abdallah Said (Al Ahli), Sam Morsy (Wiga-ING), Mohamed Elneny (Arsenal-ING), Mahmoud Kahraba (Ittihad Jeddah), Ramadan Sobhi (Stoke City-ING), Mahmoud Hassan (Kasimpasa) e Amr Warda (Atromitos Athens-GRE)

Atacantes: Marwan Mohsen (Al Ahly) e Mohamed Salah (Liverpool-ING)

Nome oficial : República Árabe do Egito
População : 95,7 milhões de habitantes
Área : 1.002.450 km²
Densidade demográfica : 90 hab/km²
Capital : Cairo
Língua oficial : Árabe
Moeda : Libra egípcia
Por iG São Paulo | 13/03/2018 10:29 – Atualizada às 09/06/2018 14:24
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Sob o comando do atacante Salah, Egito volta a uma Copa do Mundo após 28 anos de ausência
Sob o comando de Salah, o time egípcio ficou na liderança da sua chave com 13 pontos e garantiu vaga no Mundial – o grupo ainda tinha Gana, Congo e Uganda.
Grupo A, ao lado de Rússia, Uruguai e Arábia Saudita
Os convocados para Copa 2018
O técnico argentino Héctor Cúper divulgou na data limite a lista dos convocados para a Copa com 23 nomes. Veja a abaixo:
Goleiros: Essam El Hadary (Al Taawoun), Mohamed El-Shennawy (Al Ahly) e Sherif Ekramy (Al Ahly)

Defensores: Ahmed Fathi, Saad Samir, Ayman Ashraf (Al Ahly), Mahmoud Hamdy (Zamalek), Mohamed Abdel-Shafy (Al Fateh), Ahmed Hegazi (West Bromwich-ING), Ali Gabr (West Bromwich-ING), Ahmed Elmohamady (Aston Villa-ING) e Omar Gaber (Los Angeles FC-EUA)

Meio-campistas: Tarek Hamed (Al Raed), Shikabala (Zamalek), Abdallah Said (Al Ahli), Sam Morsy (Wiga-ING), Mohamed Elneny (Arsenal-ING), Mahmoud Kahraba (Ittihad Jeddah), Ramadan Sobhi (Stoke City-ING), Mahmoud Hassan (Kasimpasa) e Amr Warda (Atromitos Athens-GRE)

Atacantes: Marwan Mohsen (Al Ahly) e Mohamed Salah (Liverpool-ING)

sel egito logo

Nome oficial : República Árabe do Egito
População : 95,7 milhões de habitantes
Área : 1.002.450 km²
Densidade demográfica : 90 hab/km²
Capital : Cairo
Língua oficial : Árabe
Moeda : Libra egípcia
Nome da Federação : Federação Egípcia de Futebol
Fundação : 03 de dezembro de 1921
Filiação à Fifa : 1923
Uniforme 1 : Camisa vermelha, calção branco e meias vermelhas
Uniforme 2 : Camisa branca, calção preto e meias pretas
Participações em Copas : 2 vezes
Melhor campanha em Copas : Oitavas de Final, 13º lugar (1934)
Performance na Copa de 2014 : Não disputou
Outros títulos : Copa das Nações Africanas (1957, 1959, 1986, 1998, 2006, 2008 e 2010)

13.707 – Copa 2018 – A Seleção da Arábia Saudita


arabia saudita
Eles aparecem como novatos no cenário mundial, tendo feito sua primeira Copa do Mundo em 1994 e derrotando a Bélgica na primeira fase antes de ser eliminado pela Suécia na fase seguinte. O time foi eliminado na primeira fase das duas Copas seguintes, incluindo um sonoro 8 a 0 da Alemanha em 2002.
A Arábia Saudita ganhou a Copa da Ásia três vezes, em 1984, 1988 e 1996. Eles ganharam o Campeonato Mundial Sub-17 em 1989.
Desempenho em Copas do Mundo
1930 a 1974 – Não disputou
1978 a 1990 – Não se classificou
1994 – Oitavas-de-Final (12º lugar)
1998 – Primeira Fase (28° lugar)
2002 – Primeira Fase (32º lugar)
2006 – Primeira Fase (28º lugar)
2010 – Não se classificou
2014 – Não se classificou
2018 – Classificado
Copa de 2018 – Estreou apanhando de 5X0 da anfitriã Rússia.

13.706 – Copa 2018 – A Seleção da Rússia


time-da-russia-posa-antes-de-jogo-das-eliminatorias-Surgiu após a dissolução da Seleção da CEI, criada apenas para disputar a Eurocopa de 1992, para a qual a seleção da URSS, extinta juntamente com o país no ano anterior, já estava classificada. Desde o colapso do comunismo, os russos não conseguem obter os mesmos resultados da antiga URSS no futebol: foram eliminados na primeira fase nas três Copas que disputaram em (1994, 2002 e 2014) e não se classificaram para nenhuma Olimpíada.
Foi eliminada na primeira fase em três das 4 Eurocopas disputadas como país independente (1996, 2004 e 2012), mas se classificou como quarto colocado em 2008, sendo derrotada apenas nas semifinais pela Espanha, que se sagraria campeã.
Sob o comando do técnico neerlandês Guus Hiddink, criou-se um otimismo entre a torcida russa, especialmente depois da classificação dramática para a Eurocopa de 2008.
Na Universíada, obtiveram uma medalha de bronze em 1995. A Rússia sedia a Copa do Mundo de 2018.
Na Copa de 1994, o primeiro torneio oficial disputado como Rússia, figuraram nada menos que 9 jogadores estrangeiros no time: os ucranianos Yuri Nikiforov, Vladyslav Ternavs’kyi, Illya Tsymbalar, Viktor Onopko e Serhiy Yuran; o bielorrusso Syarhey Harlukovich (o único, ao lado do russo Alexander Borodyuk, a ter disputado Copas pela URSS e pela Rússia); Andrey Pyatnitskiy (nascido no Uzbequistão); o georgiano Omar Tetradze; e Valeriy Karpin (nascido na Estônia). Além deles, figurantes de minorias étnicas na Rússia, como Oleg Salenko (russo de origem ucraniana) e Stanislav Cherchesty (osseta), na competição a Seleção Russa caiu no grupo B, ao lado de Brasil, Suécia e Camarões, sendo eliminada na primeira fase, porém como consolo teve Oleg Salenko como artilheiro do torneio ao lado de Hristo Stoichkov ambos com 6 gols.
Na edição de 2002, a história se repetiu: Nikiforov e Onopko tiveram a companhia de outro compatriota, Serhiy Semak; Karpin e Cherchesty foram novamente convocados; e outra minoria étnica, os tártaros, foram representados por Ruslan Niğmätullin e Marat İzmailev e mais uma vez a seleção é eliminada na primeira fase, começando com uma vitória sobre a Tunísia, porém sendo derrotada pelo Japão e Bélgica.
Nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2006 a Rússia, esteve presente no Grupo 3 sendo considerada uma das favoritas da chave ao lado de Portugal, porém acabou ficando em terceiro, perdendo a vaga para a Eslováquia e Portugal, além de sofrer uma humilhante goleada de 7×1 pelos Lusos. Depois do sucesso na Eurocopa de 2008 a Seleção Russa esteve prestes a conseguir a vaga para a Copa do Mundo FIFA de 2010, mas a regra do gol fora de casa colocou fim às chances russas contra a Eslovênia: derrota por 1 a 0 em Maribor e vitória por 2 a 1 em Moscou (por ter marcado dois gols fora, enquanto a Rússia não marcou nenhum em Maribor, a Eslovênia garantiu a vaga). Em junho de 2010, Hiddink é substituído por seu compatriota Dick Advocaat.
Eurocopa de 2016
Sob o comando de Leonid Slutsky, a seleção russa foi eliminada da fase de grupos, após empatar com a Inglaterra por 1×1, perder para a Eslováquia por 2×1 e perder para o País de Gales por 3×0.
Copa de 2018
Estreia em casa goleando a fraca seleção da Arábia Saudita por 5X0

13.705 – Mega Almanaque – Uruguai, a Celeste Olímpica


futebol-uruguai-copa-mundo-1930
Medalhas nos anos 20 justificam apelido

Ballesteros; Gestido, Mascheroni, Nasazzi e Scarone; Andrade e Fernandez; Dorado, Cea, Castro e Iriarte (Anselmo). Técnico: Alberto Suppici. Esta é a primeira grande equipe de futebol da história. Trata-se da seleção uruguaia, que foi bicampeã olímpica e campeã mundial. Por uma década, não houve um adversário que pudesse fazer frente à “Celeste Olímpica”, apelido que o esquadrão recebeu por causa das duas medalhas de ouro conquistadas na Olimpíada de Paris-1924 e Amsterdã-1928.
O técnico Alberto Suppici adotava uma postura bastante ofensiva, muito diferente dos sistemas da atualidade. Era o sistema 2-3-5. Mascheroni e Nasazzi eram os zagueiros, que praticamente não ultrapassavam a linha de meio-campo.
Gestido, Fernandez e Andrade eram o “motor” do time. Responsáveis pela marcação, atuavam no espaço entre as duas intermediárias, ajudando a proteção da dupla de zaga. Além disso, levavam a bola para o quinteto de ataque, formado por Dorado, Scarone, Castro, Cea e Iriarte.
Este time aliava muita técnica, conjunto e também uma raça, que se tornou a principal característica do futebol uruguaio. Ao mesmo tempo que tinha a classe de Andrade, o primeiro grande jogador negro da história do futebol, reunia a garra inesgotável de Fernandez, o “Brabo” no meio-campo. No ataque, o destaque ficava por conta de Cea, que ao lado de Scarone e Nasazzi, esteve em todas as conquistas da Celeste.
Na primeira conquista do ouro olímpico, em 1924, foram cinco vitórias em campos ingleses. Estreia inesquecível com 7 a 0 sobre a Iugoslávia. Depois somou 3 a 0 nos Estados Unidos; 5 a 1 nos anfitriões franceses; 2 a 1 na Holanda na semifinal e um 3 a 0 tranquilo na final sobre a Suíça.
Quatro anos depois, com a mesma base, outro ouro em Amsterdã. Os anfitriões foram superados por 2 a 0. Goleada por 4 a 1 na Alemanha e 3 a 2 diante da Itália. Na decisão, dois jogos com a rival Argentina: 1 a 1 e 2 a 1. Para completar a hegemonia, o título da Copa do Mundo de 1930, em casa.

13.703 – Mega de Olho na Copa – As 32 seleções classificadas para a Copa do Mundo de 2018


Russia 2018
A Partir de 14 de junho de 2018, em Moscou, e vários países já haviam garantido presença no evento mais importante do futebol. Com uma campanha irretocável sob o comando de Tite, a seleção brasileira foi a primeira a se classificar por meio das Eliminatórias (antes apenas a Rússia estava garantida, por ser o país-sede). Na sequência, outras equipes acostumadas a disputar o Mundial também carimbaram o passaporte rumo à Rússia.

Tabela completa de jogos da Copa do Mundo 2018
Confira, abaixo, todas as seleções classificadas para a Copa 2018:
Rússia (Europa/país-sede)
11ª participação (incluindo a União Soviética)
Melhor resultado: 4° lugar (1966)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada na primeira fase)
Brasil (América do Sul)
21ª participação
Melhor resultado: Campeã (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002)
Última participação e resultado: 2014 (4ª colocada)

Irã (Ásia)
5ª participação
Melhor resultado: Primeira fase (1978, 1998, 2006 e 2014)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada na primeira fase)

Japão (Ásia)
6ª participação
Melhor resultado: Oitavas de final (2002 e 2010)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada na primeira fase)

México (América Central e do Norte)
16ª participação
Melhor resultado: Quartas de final (1970 e 1986)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada nas oitavas de final)

Bélgica (Europa)
13ª participação
Melhor resultado: 4° lugar (1986)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada nas quartas de final)

Coreia do Sul (Ásia)
10ª participação
Melhor resultado: 4° lugar (2002)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada nas quartas de final)

Arábia Saudita (Ásia)
5ª participação
Melhor resultado: Oitavas de final (1994)
Última participação e resultado: 2006 (eliminada na primeira fase)

Alemanha (Europa)
19ª participação
Melhor resultado: Campeã (1954, 1974, 1990 e 2014)
Última participação e resultado: 2014 (campeã)

Inglaterra (Europa)
15ª participação
Melhor resultado: Campeã (1966)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada na primeira fase)

Espanha (Europa)
15ª participação
Melhor resultado: Campeã (2010)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada na primeira fase)

Nigéria (África)
6ª participação
Melhor resultado: Oitavas de final (1994, 1998 e 2014)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada nas oitavas de final)

Costa Rica (América Central e do Norte)
5ª participação
Melhor resultado: Quartas de final (2014)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada nas quartas de final)

Polônia (Europa)
8ª participação
Melhor resultado: 3° lugar (1974 e 1982)
Última participação e resultado: 2006 (eliminada na primeira fase)

Egito (África)
3ª participação
Melhor resultado: 1ª fase (1934 e 1990)
Última participação e resultado: 1990 (eliminada na primeira fase)

Sérvia (Europa)
12ª participação (incluindo a Iugoslávia)
Melhor resultado: 4° lugar (1930 e 1962)
Última participação e resultado: 2010 (eliminada na primeira fase)

Islândia (Europa)
1ª participação
Melhor resultado: estreante
Última participação e resultado: estreante

França (Europa)
15ª participação
Melhor resultado: Campeã (1998)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada nas quartas de final)

Portugal (Europa)
7ª participação
Melhor resultado: 3° lugar (1966)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada na primeira fase)

Uruguai (América do Sul)
13ª participação
Melhor resultado: Campeã (1930 e 1950)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada nas oitavas de final)

Argentina (América do Sul)
17ª participação
Melhor resultado: Campeã (1978 e 1986)
Última participação e resultado: 2014 (vice-campeã)

Colômbia (América do Sul)
6ª participação
Melhor resultado: Quartas de final (2014)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada nas quartas de final)

Panamá (América Central e do Norte)
1ª participação
Melhor resultado: estreante
Última participação e resultado: estreante

Senegal (África)
2ª participação
Melhor resultado: Quartas de final (2002)
Última participação e resultado: 2002 (eliminada nas quartas de final)

Marrocos (África)
5ª participação
Melhor resultado: Oitavas de final (1986)
Última participação e resultado: 1998 (eliminada na primeira fase)

Tunísia (África)
5ª participação
Melhor resultado: Primeira fase (1978, 1998, 2002 e 2006)
Última participação e resultado: 2006 (eliminada na primeira fase)

Croácia (Europa)
5ª participação
Melhor resultado: 3° lugar (1998)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada na fase de grupos)

Suíça (Europa)
11ª participação
Melhor resultado: Quartas de final (1934, 1938 e 1954)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada nas oitavas de final)

Suécia (Europa)
12ª participação
Melhor resultado: Vice-campeã (1958)
Última participação e resultado: 2006 (eliminada nas oitavas de final)

Dinamarca (Europa)
5ª participação
Melhor resultado: Quartas de final (1998)
Última participação e resultado: 2010 (eliminada na primeira fase)

Austrália (Ásia)
5ª participação
Melhor resultado: Oitavas de final (2006)
Última participação e resultado: 2014 (eliminada na primeira fase)

Peru (América do Sul)
5ª participação
Melhor resultado: Quartas de final (1970 e 1978 – 2ª fase)
Última participação e resultado: 1982 (eliminada na primeira fase)

13.688 – Copa 2018 – Moscou a capital do futebol


esporte-copa-russia
A capital russa, com pouco mais de 12 milhões de habitantes, maior cidade da Europa depois de Istambul (Turquia), reafirmará na Copa do Mundo sua total abertura para o turismo, 27 anos após o fim da União Soviética. Moscou é a única sede do Mundial com dois estádios (o Luzkniki, que abrigará a abertura e a final, e a Arena Spartak) e receberá 12 jogos do torneio – ao menos um deles da seleção brasileira, contra a Sérvia, no dia 27 de junho, na Arena Spartak. Enquanto a bola não estiver rolando, os visitantes terão uma infinidade de opções de cultura e lazer.
A cidade foi fundada em meados de 1140 e, durante o Império Russo, perdeu o status de capital para a recém-criada São Petersburgo, em 1712. A sede do governo federal só voltou a Moscou em 1918, quando o país estava sob comando do exército bolchevique e logo após a Revolução Russa, permanecendo como capital mesmo com o fim da União Soviética.
Patrimônio da Unesco, a Praça Vermelha é o principal ponto turístico da capital. No local, estão reunidos o Kremlin, residência oficial da presidência, e a Catedral de São Basílio, icônica igreja da arquitetura renascentista russa. E também o mausoléu de Vladimir Lenin, que costuma ter grandes filas.
O Teatro Bolshoi e a Galeria Tretyakov são outros locais de grande interesse cultural na capital russa, assim como o Museu da Cosmonáutica, onde os russos celebram suas façanhas na corrida espacial dos tempos da Guerra Fria. Para quem busca mais diversão, os bares às margens do Rio Moscou, em pleno verão moscovita, são uma boa opção. Dica para quem vai à capital russa: evite táxis (os preços costumam ser abusivos, e, além disso, as viagens nas imponentes estações de metrô são uma imperdível viagem no tempo).

Os jogos em Moscou na Copa do Mundo:

Estádio Luzhniki:
Rússia x Arábia Saudita – 14/06
Alemanha x México – 17/06
Portugal x Marrocos – 20/06
Dinamarca x França – 26/06
Oitavas de final – 3/7
Semifinal
Final

Estádio Spartak:
Argentina x Islândia – 16/06
Polônia x Senegal – 19/06
Bélgica x Tunísia – 23/06
Sérvia x Brasil – 27/06
Oitavas de final – 1/7

13.590 – Automobilismo – Mistério sobre estado de Schumacher só aumenta


shumaker

Em dezembro de 2013 que o maior vencedor da história da categoria, Michael Schumacher, sofreu um grave acidente de esqui.
O alemão teve uma lesão traumática cerebral ao bater a cabeça em uma rocha enquanto esquiava com o filho Mick e um grupo de amigos, na região de Grenoble, perto da fronteira entre a França e a Suíça.
Schumacher ficou em coma induzido por seis meses, até ser liberado para voltar para casa, em setembro de 2014. Desde então, está em tratamento em sua casa nos arredores de Genebra, na Suíça.
Apenas os amigos mais próximos estiveram com Schumacher nestes quatro anos, e eles evitam falar sobre o assunto. Mesmo nos bastidores da Fórmula 1 não se comenta sobre a situação médica do ex-piloto.
Embora seja grande o esforço da família e da agente de Schumacher, Sabine Kehm, para manter o sigilo sobre a situação do alemão, muito já foi dito -e uma das tentativas de furar este bloqueio acabou até em morte, quando um homem acusado de ter roubado o prontuário médico e tentado vendê-lo a publicações europeias cometeu suicídio na prisão.
A última informação falsa é da existência de um vídeo que teria registrado o momento do acidente. As imagens foram postadas nas mídias sociais e estão sendo usadas para direcionar os usuários a anúncios virais.
Na imprensa, cada vez menos boatos sobre Schumacher são ventilados, até em função do cerco fechado da família, que processou publicações especialmente na Alemanha. Na última onda de notícias, comentava-se sobre uma possível transferência para os Estados Unidos, em um centro especializado em traumas cerebrais no Texas, o que nunca foi confirmado.
Tentando manter-se longe das especulações, a família oficializou recentemente a criação de uma iniciativa sem fins lucrativos para “usar o espírito de luta de Michael para inspirar pessoas”. Para começar, os fãs podem escolher imagens para criar um mosaico de uma foto do GP do Japão de 2001, quando o alemão conquistou seu primeiro título pela Ferrari.
A fundação tem como base uma frase do próprio Schumacher, de 2007. “Sempre acreditei que você jamais deveria desistir e que deveria continuar lutando mesmo que houvesse apenas uma chance mínima”.
Aos poucos, enquanto progride em sua carreira no automobilismo, seu filho Mick também tem aparecido com mais frequência na mídia. Ele marcou presença no paddock da Fórmula 1 no GP da Bélgica deste ano, em uma homenagem ao pai, dando uma volta no circuito de Spa-Francorchamps com a Benetton com a qual Michael conquistou sua primeira vitória na categoria, em 1992. (Folhapress)

13.582 – Mega Curiosidades – Quem inventou o pebolim?


pebolim
Um espanhol e um alemão disputam a paternidade do jogo. O espanhol que jura ter inventado o pebolim é Alejandro Campos Ramirez, hoje com 86 anos. Em 1936, após ser ferido por uma bomba na Guerra Civil Espanhola, Alejandro teria criado o jogo num hospital, inspirado no tênis de mesa. Já os alemães sustentam que o inventor é Broto Wachter, que comercializou a mesa pioneira de pebolim nos anos 1930. A criação do alemão tinha quase o mesmo tamanho da atual. A diferença é que tudo era de madeira: as barras, a bola e os “jogadores”, pequenos retângulos sem a forma de bonequinhos. Atrás do gol, ficava um saco para não deixar as bolas caírem. Só para comparar, hoje os jogadores são de plástico e as mesas mais iradas têm barras de titânio e até placar eletrônico! Ao Brasil, o esporte chegou na década de 1950, provavelmente trazido por imigrantes espanhóis. Difícil mesmo foi encontrar um nome único para a coisa: em São Paulo, o jogo é chamado de pebolim. No Rio Grande do Sul, de fla-flu. No Rio de Janeiro e em outros estados, é o famoso totó. No resto do mundo, é a mesma confusão: nos Estados Unidos, o esporte é chamado foosball. Na Espanha, futbolín. Na Argentina, metegol. E em Portugal, matraquilhos. Não existe um campeonato mundial de pebolim, mas alguns torneios americanos reúnem participantes de todo o mundo, pagando até 130 mil dólares em prêmios. O Brasil nunca venceu um desses grandes torneios internacionais. No futebol de pauzinhos, quem dá a bola são Estados Unidos, Alemanha, França e Japão.

Regras
SAÍDA COM EFEITO VALE?
Não. Aliás, nas regras oficiais, a saída no meio nem existe. Quando acontece um gol, o jogo recomeça com a bola na defesa do time que levou o tento. No início de jogo, é a mesma coisa. A diferença é que os dois times decidem a posse de bola no cara-ou-coroa.

GOL QUE ENTRA E SAI VALE?
Sim, pelo menos no Brasil. Devido à forma das mesas brasileiras, é comum o cara enfiar um petardo, a bola bater no fundo do gol e voltar. Nos Estados Unidos e em outros países, o fundo do gol é mais distante e a bola raramente volta depois de uma bicuda

PODE GIRAR A BARRA?
Em jogos oficiais, não. A mão do jogador não pode sair da manopla. Ou seja, só é possível dar um giro de 360 graus. Quando ocorre a irregularidade, a bola passa para o adversário. Ele pode colocá-la na sua defesa ou no pé de um de seus jogadores na região da falta;

Gol de placa
“PUXA TIRO”

1. Para começar essa jogada clássica, pare a bola do lado do atacante central, de frente para o gol adversário

2. Para tirar o zagueiro e o goleiro da jogada, puxe a bola com um movimento rápido para o lado e chute com força com o mesmo jogador

13.505 – Mega Memória Futebol – Há 40 anos, Corinthians era campeão paulista depois de 23 anos


palhinha
Palhinha, contratado por causa da Libertadores, carregaria o time nas costas

O dia 13 de outubro de 1977 está na cabeça de todo torcedor do Corinthians, seja aquele que viveu aquele momento, seja aquela que nasceu depois. A data marcou o fim de um sofrimento corintiano que durou 23 anos: desde 1954 a equipe não conquistava um título de expressão, o Campeonato Paulista. Com Oswaldo Brandão de técnico em 1977 e um gol de Basílio, a vitória sobre a Ponte Preta colocou fim à falta de títulos.

O Corinthians fez um primeiro turno fraco e foi eliminado no fase de grupos. No segundo turno, se recuperou e garantiu vaga no turno decisivo. Com o primeiro lugar em um grupo com São Paulo, Portuguesa e Guarani, fez a final contra a Ponte Preta, campeã do outro grupo.
A decisão seria em duas ou três partidas no Morumbi. Na primeira, vitória de 1 a 0 para o Corinthians (gol de Palhinha). Na segunda, com 138.032 pagantes, recorde de público no estádio até hoje, um empate daria o título aos corintianos, por terem um ponto extra pela melhor campanha geral. A Ponte Preta venceu por 2 a 1 (gols de Dicá e Rui Rei, e Vaguinho, pelo Corinthians), adiando a decisão para a terceira e decisiva partida, no dia 13 de outubro. O título veio com gol de Basílio, aos 37 minutos do segundo tempo, colocando fim ao doloroso jejum.
Basílio jogou no Corinthians de 1975 a 1981. Atuou em 253 jogos e marcou 29 gols. Foi campeão paulista também em 1979, ao lado de Sócrates e Palhinha. Assumiu o cargo de técnico em 1987, 1989, 1990 e 1992.

Curiosidades: Um ex santista, o ponta esquerda Edu, que esteva na seleção brasileira na Copa de 70 e jogava no Santos ao lado de Pelé ajudou com seus dribles desconcertantes na campanha do Corínthians para o título de 1977. Outro grande nome da campanha foi o atacante Palhinha vindo do Cruzeiro e comprado com a ajuda de um multirão da torcida. Ele veio para reforçar o time na sua primeira participação na Copa Libetadores da América.

13.303 – Futebol – Números do “Majestoso”


CAMPEONATO BRASILEIRO 2015: CORINTHIANS X SÃO PAULO FC

Majestoso é um clássico de futebol disputado entre as equipes paulistas do Sport Club Corinthians Paulista e do São Paulo Futebol Clube desde 1930.Atualmente, é o clássico estadual brasileiro que reúne o maior número de torcedores, já que conta, respectivamente, com a segunda e a terceira maiores torcidas do Brasil e as duas maiores do Estado de São Paulo, de acordo com institutos de pesquisa. O único clássico que supera o “Majestoso” neste sentido é o interestadual Flamengo versus Corinthians, que conta com as duas maiores torcidas do País.Corinthians e São Paulo já decidiram inúmeros Campeonatos Paulistas, um Torneio Rio-São Paulo, um Campeonato Brasileiro e até um título internacional, a Recopa Sul-Americana de 2013, além de terem se enfrentado pela Copa do Brasil, Copa Conmebol e Copa Libertadores.Segundo o próprio São Paulo Futebol Clube, a agremiação tem como data de fundação o dia 25 de janeiro de 1930.

Estatística do Majestoso Número de jogos 332

Vitórias do Corinthians 124

Vitórias do São Paulo 102

Empates 106

Número de gols 935

Gols marcados pelo Corinthians 481

Gols marcados pelo São Paulo 454
Algumas goleadas

São Paulo 6×1 10 de setembro 1933

Corinthians 6×1 22 de novembro 2015

Corinthians 5×0 10 de março 1996

Corinthians 5×0 26 de junho 2011

São Paulo 5×1 1 de janeiro 1946

Corinthians 5×1 16 de abril 1947

Corinthians 5×1 3 de junho 1962

São Paulo 5×1 8 de maio 2005

Curiosidades:

O primeiro clássico entre o então bicampeão paulista Corinthians e o recém-fundado São Paulo ocorreu em 25 de maio de 1930, no Parque São Jorge, jogo válido pelo Campeonato Paulista de 1930. O Corinthians ganhou por 2 a 1.O São Paulo chegou à última rodada do Paulista de 1931 disputando o título com Palmeiras e Santos. Enfrentaria o Corinthians, já eliminado, no Parque São Jorge, precisando vencer para ganhar seu primeiro título. Goleou por 4 a 1 e conquistou a primeira taça de sua história em 10 de janeiro de 1932. Em 1933, São Paulo e Corinthians fizeram um jogo válido pelo Campeonato Paulista e pelo Torneio Rio-São Paulo, na Chácara da Floresta, e o Tricolor venceu por 6 a 1, registrando a maior goleada da história do clássico, que seria igualada pelo Alvinegro em 2015.Final do Campeonato Paulista de Futebol de 1957. O Corinthians liderava o campeonato e havia sido alcançado pelo São Paulo uma semana antes, depois de uma inesperada derrota para o Santos. Às três e meia da tarde, o São Paulo entrou no gramado do Pacaembu com Poy, De Sordi e Mauro Ramos de Oliveira; Sarará, Vítor e Riberto; Maurinho, Amauri, Gino Orlando, Zizinho e Canhoteiro. O Corinthians veio com Gilmar, Olavo e Oreco; Idário, Valmir e Benedito; Cláudio, Luisinho, Índio, Rafael e Zague. Aos cinco minutos, Gino e Luizinho se estranharam (já haviam brigado no clássico do primeiro turno). O jogo foi equilibrado, e o primeiro tempo terminou sem gols. Na etapa final, o Corinthians veio com tudo para cima do São Paulo. Mas, aos dezessete minutos, o Tricolor abriu o placar, com Amauri. Logo em seguida, Canhoteiro ampliou: 2 a 0. Mas o Corinthians reagiu e descontou, com Rafael. Três gols em apenas cinco minutos. Veio o terceiro gol tricolor, com Maurinho, que entrou com bola e tudo no gol de Gilmar. Gilmar saiu correndo atrás do ponta do São Paulo. O jogo ficou parado por dez minutos. Ao final do jogo, a Fiel começou a arremessar garrafas no gramado. Esse Majestoso ficou conhecido como “Tarde das Garrafadas”.O São Paulo, liderado por Pedro Rocha, eliminou o Corinthians na fase semifinal do Campeonato Paulista de 1975 com uma vitória por 2 a 1, dois gols de Serginho, em 10 de agosto. Na final, o São Paulo foi campeão sobre a Portuguesa. Em 19 de outubro de 1975, o clássico terminou com vitória corintiana pelo placar mínimo, dando início ao tabu mais longo do Majestoso, que terminaria apenas em 13 de julho de 1980, quando o Tricolor venceu o Corinthians pelo mesmo placar. Foram quatro anos e nove meses, com dez vitórias corintianas e quatro empates, totalizando catorze partidas sem derrotas.No Campeonato Paulista de 1977, o Corinthians estava no mesmo grupo que o Tricolor do Morumbi na semifinal. Em 2 de outubro, o Corinthians eliminou o São Paulo com um 2 a 1, e acabaria campeão, dando fim a 23 anos de fila.Em 12 de dezembro de 1982, o time da Democracia Corintiana iria enfrentar o Tricolor, então bicampeão paulista, na finalíssima, após ter vencido a primeira final por 1 a 0. Jogando pelo empate, o Corinthians de Wladimir, Sócrates e Zenon, empatou por 0 a 0 no primeiro tempo com o Tricolor de Oscar e Serginho Chulapa, mas Biro-Biro abriu o placar e marcou o segundo gol alvinegro após o empate de Dario Pereyra; Casagrande determinou os 3 a 1 que valeram a taça ao Corinthians, impedindo o que seria o primeiro tricampeonato da história do São Paulo. Esse ano também foi um marco na história do Majestoso: até então, tinha havido poucas decisões, o que deixava o Majestoso com uma rivalidade menor que a do Choque Rei e a do Derby Paulista. Após essa final, São Paulo e Corinthians passaram a dominar o futebol paulista, aumentando em muito a rivalidade e tensão no clássico.No Campeonato Paulista de 1983, Corinthians e São Paulo se enfrentaram pela decisão do título do segundo turno e o Tricolor venceu o Timão por 3 a 2 , garantindo presença na final do campeonato contra o mesmo rival. Na decisão entre tricolor e alvinegro, após uma vitória por 1 a 0 na primeira final, em 11 de dezembro, o Corinthians jogava pelo empate em 14 de dezembro. A Democracia Corintiana levou o 0 a 0 até os 46 do segundo tempo, quando Sócrates abriu o placar. O tricolor ainda empataria aos 48 minutos, mas o título já estava ganho. O Corinthians passava a ser o maior ganhador do Campeonato Paulista de Futebol, com dezenove taças, contra dezoito do Palmeiras.De lanterna a disputa do título. No Campeonato Paulista de 1987, o tricolor eliminou o Palmeiras numa semifinal enquanto o Corinthians eliminou o Santos, que tinha a melhor campanha do campeonato, na outra. Na primeira final, em 26 de agosto, vitória são-paulina por 2 a 1. Em 30 de agosto um empate em 0 a 0 garantiu a taça para o São Paulo. O corínthians havia sido lanterna no primeiro turno, mas depois da contratação do técnico Formiga, teve uma incrível arrancada, chegando a disputar o título contra o São Paulo.Em 16 de dezembro de 1990, segundo jogo da decisão do Campeonato Brasileiro de 1990, entre Corinthians e São Paulo. No primeiro jogo, em 13 de dezembro, Wilson Mano, de joelho, fizera o tento que invertera a vantagem são-paulina, dando ao Corinthians o direito de jogar pelo empate. Aos nove minutos do segundo tempo, Tupãzinho marcou o gol que daria ao Corinthians seu primeiro título brasileiro.No Campeonato Paulista de 1991, o Tricolor venceu a primeira final contra o Corinthians por 3 a 0, com três gols de Raí. O empate por 0 a 0 no segundo jogo garantiu o título tricolor.Em 10 de março de 1996, o alvinegro goleou por 5 a 0, com três gols de Edmundo, no Estádio Santa Cruz, em Ribeirão Preto. O jogo foi válido pelo Campeonato Paulista de 1996. Aquela foi a maior vitória corintiana no Majestoso até 2015.Na última rodada do quadrangular final do Campeonato Paulista de 1997, o Corinthians jogou com a vantagem do empate diante do São Paulo, que precisava vencer para levar a taça. Com a presença do imperador japonês Akihito no Morumbi, o time do São Paulo pressionou, mas foi o ex-são-paulino André, do Corinthians que marcou 1 a 0. No segundo tempo, Fábio Aurélio empatou, mas o Corinthians segurou o 1 a 1 e levantou o caneco, ultrapassando o Palmeiras novamente em número de taças estaduais, com 22 títulos.Novo encontro nas semifinais do Campeonato Brasileiro de 1999. Disputada em melhor de três jogos, com vantagem de três empates para o Corinthians. Na primeira semifinal, vitória do alvinegro por 3 a 2. O jogo ficou marcado pelo fato de o goleiro Dida ter defendido dois pênaltis batidos por Raí. Na semifinal seguinte, em 5 de dezembro, o elenco corintiano conseguiu uma vitória por 2 a 1 e se classificou para a final, onde seria tricampeão brasileiro.Em 2000 o São Paulo eliminou o Corinthians nas semifinais do Campeonato Paulista de 2000 com duas vitórias (2 a 1 e 2 a 0) e acabou campeão.No Campeonato Brasileiro de 2007, o Corinthians pôs fim ao tabu, vencendo o São Paulo por 1 a 0, com gol de cabeça de Betão. Apesar disso, o São Paulo foi campeão e o Corinthians, rebaixado.Em 2013, os rivais se encontraram seis vezes. No primeiro confronto, pelo Campeonato Paulista, vitória do Corinthians por 2 a 1, de virada em pleno Morumbi, onde o São Paulo não perdia havia oito meses. Na semifinal da mesma competição, em jogo único, o Alvinegro eliminou o Tricolor nos pênaltis, após empate sem gols, novamente no Morumbi. Em julho, pela Recopa Sul-Americana, duas vitórias do Corinthians valeram-lhe o título: por 2 a 1, no Morumbi, no dia 3, e por 2 a 0, no Pacaembu, duas semanas depois.
Perda de títulosO Corinthians já foi dez vezes campeão em torneios que tiveram o São Paulo como vice: sete em Campeonatos Paulistas (1938, 1941, 1952, 1982, 1983, 1997 e 2003), uma no Campeonato Brasileiro (1990), uma no Torneio Rio-São Paulo (2002) e uma na Recopa Sul-Americana (2013). Destas, o Corinthians foi campeão em uma decisão direta contra o São Paulo oito vezes: nos Paulistões de 1938, 1982, 1983, 1997 e 2003; no Campeonato Brasileiro de 1990; no Rio-São Paulo de 2002 e na Recopa Sul-Americana de 2013. O Corinthians já eliminou o São Paulo por oito vezes em mata-matas: nas quartas de final da Taça São Paulo de 1962, nas semifinais dos Paulistas de 1999, 2009, 2013 e 2017; na semifinal do segundo turno do Paulista de 1977, na semifinal da Copa do Brasil de 2002 e na semifinal do Brasileiro de 1999.O São Paulo já foi sete vezes campeão de torneios em que o Corinthians terminou como vice, todas em Campeonatos Paulistas: (1931, 1943, 1945, 1946, 1987, 1991, 1998 e 2005). O São Paulo foi campeão em uma decisão direta contra o Corinthians em cinco oportunidades: 1931, 1957, 1987, 1991 e 1998. O São Paulo já eliminou o Corinthians por duas vezes em mata-matas, nas semifinais do Campeonato Paulista de 2000 e da

Copa Conmebol de 1994.
No começo, o Corinthians mandava seus jogos no Estádio Alfredo Schürig, e o São Paulo, na Chácara da Floresta. Mais tarde, o Estádio do Pacaembu passou a ser a casa do Majestoso. A partir da década de 1970, o Estádio do Morumbi passou a ser a nova casa do clássico.O Corinthians costumava mandar os jogos do Majestoso no Morumbi, mas, por motivo de desavenças entre as diretorias dos clubes, a partir de 2009 o clássico passou a ter como palco o Estádio do Pacaembu quando o mando fosse do alvinegro.Com a inauguração da Arena Corinthians, em 2014, o Majestoso, passou a ser disputado ali quando o mando de jogo é do Corinthians.

13.302 – Mega Almanaque Futebol – A Fundação do Palmeiras


palestra_italia_1920
26-08-1914
O Palmeiras, um dos clubes de futebol mais conhecidos e vitoriosos do Brasil, era fundado no dia 26 de agosto de 1914 em São Paulo. Imigrantes italianos fundaram o clube, que teve como primeiro nome Società Sportiva Palestra Italia. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, a equipe foi forçada a mudar o nome para Sociedade Esportiva Palmeiras por pressão do governo brasileiro.
O time, apelidado de Verdão, já venceu todas as competições de futebol criadas no país e, entre seus títulos, destaque para a Copa Libertadores da América de 1999. Uma das equipes mais famosas da história do clube alviverde foi a chamada “Academia de Futebol”, nos anos 60 e 70, que era liderada por Ademir da Guia – um dos poucos elencos que encaravam de frente o Santos de Pelé.
Na década de 90, o clube selou a famosa parceira com a multinacional Parmalat, que trouxe muitos títulos ao clube. Um elenco memorável foi formado sob comando do técnico Vanderlei Luxemburgo, em que jogavam Evair, Edmundo, Roberto Carlos, César Sampaio, Mazinho, Edílson e Zinho. Mais tarde, o craque Rivaldo entrou para o time.
Depois, com Luis Felipe Scolari, o time brilhou com jogadores como Arce, Alex, Cléber, Oséas, Paulo Nunes, Júnior, Euller e os goleiros Velloso e Marcos, este último tornou-se um dos maiores ídolos alviverdes.
No ano do seu centenário, o clube reformou o seu estádio, o Palestra Itália (popularmente conhecido como Parque Antárctica), que foi modernizado e renomeado para Allianz Parque.

13.142 – Saúde – Descoberto gene que causa morte súbita em jovens e atletas


esporte
As vítimas de Displasia Arritmogênica do Ventrículo Direito (DAVD) possuem duas características em comum. Elas 1) costumam morrer praticamente na hora e 2) são extremamente jovens e saudáveis, geralmente não passam dos 35 anos. Essa soma de fatores aterrorizantes motivou pesquisadores de três países a se unirem para tentar entender o que está por trás da patologia. A resposta está em 3 letras e dois números: CDH2 – o nome do gene responsável pela doença.
A música já dizia que o coração não é tão simples quanto pensa, e é justamente ele que o DAVD ataca. Quem tem a doença não possui os músculos comuns no órgão. No lugar, os pacientes contém um tecido gorduroso e cheio de fibras. Isso faz com que os corações doentes não aguentem o tranco. Ao longo da vida, o órgão acaba desenvolvendo fibrilhação ventricular (um coração que bate sem ritmo) e taquicardia (um coração que acelera sem motivos aparentes). Isso acaba afetando principalmente quem faz o órgão se esforçar mais: jovens e atletas, que geralmente nem sabem que têm um coração especial. Às vezes, esse esforço começa a ter efeitos colaterais; você pode perder a consciência e ter uma parada cardíaca – e, se não houver um desfibrilador por perto, você morre em poucos minutos.
Para entender melhor a doença, os pesquisadores levaram tempo: duas décadas inteiras. Durante todo esse tempo, estudiosos da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, acompanharam uma família que tinha alta incidência de mortes por DAVD. Dois membros dela, então, tiveram todo seu DNA dissecado. Encontraram 13 mil variantes genéticas comuns entre as duas pessoas e começaram a estudar uma a uma. Depois de cinco anos cuidando disso, os sul-africanos pediram ajuda internacional. Faculdades do Canadá e da Itália começaram a auxiliar na pesquisa e, mesmo assim, levaram outros 15 anos para que uma resposta fosse encontrada.
Eis que o CDH2 se mostrou o culpado da doença. De acordo com o estudo, essa é a pecinha do DNA responsável pela produção de N-Cadherin, uma proteína que define a adesão entre as células cardíacas. Quando uma mutação aparece no CDH2, as células do órgão não são normais, e a DAVD aparece. Para não restar dúvidas, os pesquisadores ainda procuraram um paciente diagnosticado com a doença, dessa vez de outra família. Ao olharem com atenção para o DNA, não deu outra: o CDH2 também era mutante.
Agora, cientistas querem que a descoberta ajude a detectar pacientes antes que eles tenham, de fato, uma parada cardíaca. Uma análise em parentes de pessoas que morreram jovens pode fazer com que a mutação (e a doença) sejam encontradas, iniciando o tratamento com antecedência. Poupando, literalmente, o coração de jovens mundo a fora.

13.108 – Arquivo Mega – Pelé


pele
Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, completou 76 anos no fim de 2016. Os cabelos sem um fio branco (sim, ele pinta, “pra manter a forma”) ajudam a disfarçar a idade, mas as quatro operações por que passou nos últimos dois anos limitaram sua mobilidade e hoje ele precisa do auxílio de uma bengala para caminhar.
Em entrevista a uma revista de circulação nacional, contou como encarava a velhice, falou da ausência de legado da Copa e diz que gostaria de ser lembrado pelo que fez pelas crianças – as mesmas que homenageou quando marcou seu milésimo gol, há quase cinquenta anos. O raciocínio, no entanto, segue intacto.

Museu Pelé
Instalado no Largo Marquês de Monte Alegre, colado ao Porto de Santos, o Museu Pelé traz a história do craque em 470 objetos e relíquias. O espaço, de mais de 4 000 metros quadrados, foi inaugurado em 2014 justamente na cidade onde o rei do futebol surgiu e se consagrou.
Instalado nos Casarões do Valongo, imóvel do século XIX que sofreu dois incêndios e foi totalmente reconstruído, o Museu Pelé apresenta camisas, chuteiras, bolas, condecorações, troféus, bola de meia e a caixa de engraxate, entre muitos outros itens do acervo pessoal do ‘Atleta do século XX’ – ao todo, são 2.354 peças, a serem expostas em sistema de rodízio, de acordo com o tema da mostra (a primeira é ‘4 Copas e 1 Rei’). Nos 4.134m² do museu, o público também aprecia áudios, filmes, fotos e textos sobre a história do ‘Rei’.
Largo Marquês de Monte Alegre nº 1 – Valongo
Info.: (13) 3233-9670

Aberto de terça a domingo, das 10h às 18h – a bilheteria fecha 1h antes.
Ingresso: R$10. Gratuito para crianças de até 10 anos e estudantes dos ensinos Fundamental e Médio da rede pública (municipal, estadual e federal); 50% de desconto para estudantes, pessoas com deficiência e acompanhante, professores da rede pública de ensino e pessoas com mais de 60 anos. Aos domingos, a entrada custa R$5 para todos os visitantes.

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13.019 – Ciclismo – Cuidados na Alta Temperatura


ciclismo-no-calor
No Brasil, nem precisa ser verão para as temperaturas subirem em muitas regiões do país.
O calor seco é um dos primeiros indicativos para o ciclista tomar uma série de cuidados para prolongar sua pedalada com eficiência.
É preciso estar preparado e entender os sinais do superaquecimento do corpo. Quando isso acontece existe o risco de choque térmico e até morte nos casos mais graves.
Numa Ultramaratona de Mountain Bike, uma prova ciclística por etapas ou até mesmo numa cicloviagem, com diversos dias consecutivos de pedal, o desafio para encarar o calor é o mesmo.
Por isso, consultamos o preparador físico Cadu Polazzo, Mestre em Fisiologia do Exercício e Treinamento Esportivo e atualmente, técnico da Seleção Brasileira de Mountain Bike, para compartilhar algumas dicas para enfrentar as altas temperaturas.

Atenção aos seus limites
A desidratação e o aquecimento do corpo vão acontecer durante a prova, não tem jeito. O corpo pode perder até 3 litros de água por hora nesses ambientes e somos capazes de absorver apenas 1 litro de água por hora. Quando a desidratação é mais grave, a consequência será um superaquecimento do corpo. Os sinais comuns nesses casos são distúrbios visuais, sede, cansaço, tonteira, cãibras, pulso fraco e rápido, queda de pressão arterial, cefaleia e vertigens. Se isso acontecer, pare de pedalar imediatamente, vá para uma sombra e, se possível, mergulhe na água fria para diminuir a temperatura corporal. Nos casos mais graves procure ajuda médica.

Hidratação antes da prova
Hidrate-se antes de todas as largadas, durante as sete etapas do Brasil Ride. O recomendado é que você beba de 400 a 600 ml de água gelada cerca de 20 minutos antes do início de cada prova.

Hidrate-se durante o pedal
É importante manter o seu corpo hidratado durante todo o percurso. O ideal é ingerir de 500 ml a 1 litro de água por hora, de preferência misturado com eletrólitos e entre 50 e 80 gramas de carboidrato, isso varia de acordo com o seu peso. Os carboidratos podem ser maltodextrina, gel ou algo do tipo. Mas fique atento: muita água pura pode dar hiponatremia (intoxicação por água) e deve ser evitada. Ingira eletrólitos junto com a água, para recuperar os sais minerais. Uma conta simples: a ingestão ideal é de 10-12 ml de água por quilo a cada hora. Funciona assim: se o seu peso for de 70 kg, multiplique por 10 ou 12 (referente ao ml): são de 700 a 840 ml de água por hora.

Hidrate-se após cada etapa
O tempo de reidratação pode levar 6 horas ou mais – e deve continuar até a hora de dormir. Além disso, logo após a prova é importante beber água com um carboidrato simples (maltodextrina, por exemplo) ou suco de frutas doce. Afinal, além da água é necessário recuperar a energia dos músculos e fígado, e sais minerais. Nos primeiros 30min pós-prova temos a janela de recuperação de glicogênio (energia para a contração muscular), que fica aberta por até 1 hora, embora o pico sejam os 30 minutos seguintes. Ingira mesmo que estiver “embrulhado” por causa do esforço da prova. Apenas depois dessa 1 hora que vai ingerir alimentos sólidos e ricos em carboidratos complexos (arroz, pão, macarrão etc).

Aclimate-se ao calor
É normal que os atletas de localidades mais frias, como o sul e o sudeste do país, sintam mais os efeitos do calor durante o Brasil Ride. O formato ideal de aclimatação é com 10 dias seguidos de treinos no calor, entre 20 minutos e 1 hora nas primeiras sessões e de 2 a 4 horas para que as adaptações ocorram com eficiência.
O corpo humano é capaz de se adaptar ao calor e controlar a temperatura corporal de forma efetiva. O importante é fazer a aclimatação ao calor antes da competição e se hidratar adequadamente antes, durante e depois de cada etapa da prova. Se mesmo assim perceber os sinais de superaquecimento durante o exercício, seja prudente e tome medidas necessárias para abaixar a temperatura corporal e evitar um choque térmico.
Importante: consulte sempre um nutricionista para ter uma dieta e ingestão de líquidos e carboidratos equilibrada com seu treinamento e a sua individualidade.