14.128 – Cinema – Ponha um Sorriso Nessa Cara!


coringa no cinema
Se Beber, Não Case; Escola de Idiotas; Um Parto de Viagem. À primeira vista, é difícil imaginar que Todd Phillips, diretor de todas essas produções, um dia estaria envolvido em um filme como Coringa – dramático, tenso e violento.
Joaquin Phoenix, por outro lado, é conhecido por interpretar papéis excêntricos – o que combina muito com sua personalidade. Quando ele foi confirmado como o vilão, muita gente comemorou: a opinião geral era que o palhaço cairia como uma luva para ele.
O começo da ideia
Phillips foi o idealizador de Coringa. Em 2016, ele apresentou o projeto para os executivos da Warner, mas revela que não foi nada fácil convencê-los. “Não foi algo da noite para o dia”, disse ele. “Basicamente, eu estava dizendo para pegar um personagem com 75 anos de legado consolidado e criar uma história de origem a ele.”
A ideia do diretor era usar o mundo das histórias em quadrinhos como pano de fundo para fazer o que ele chama de “filmes de estudo de personagem”: histórias como Um Estranho no Ninho, Serpico e O Rei da Comédia, este último uma das grandes inspirações para Coringa.
“Nos últimos cinco, dez anos, os filmes de super-heróis dominaram o cinema. Eles são ótimos, mas não permitem uma abordagem profunda do personagem principal.” Phillips cita A Rede Social, sobre a história de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, como um exemplo recente do tipo de produção que ele queria fazer.
Phillips conta que, nas primeiras conversas com o pessoal da Warner, sua sugestão era que a DC Comics criasse um selo de filmes independentes. O “DC Black”, como ele mesmo chamou, serviria para que diretores criassem histórias originais, sem a necessidade de estarem amarradas com o universo cinematográfico de Liga da Justiça, Esquadrão Suicida e cia.
“Claro que, para a Warner, filmes independentes são aqueles cujo orçamento é de US$ 50 milhões, mas o legal dessas histórias é que elas não precisariam ter grandes efeitos especiais, explosões ou prédios caindo.” A ideia não vingou, mas Phillips conseguiu que Coringa saísse do papel.

Dupla dinâmica
Phoenix foi a primeira escolha para o personagem principal. Na verdade, Phillips escreveu o roteiro com ele em mente. “É um dos grandes dessa geração”, elogia o diretor. Mas a primeira reação do ator não foi bem nessa linha.
“Quando recebi o convite, pensei: ‘De jeito nenhum vou fazer isso!’”, disse o ator. Phoenix estava relutante pois não fazia ideia de qual seria a abordagem ideal. Mas assim que Phillips apresentou suas ideias para o filme, ele mudou de opinião.
“O fato desse Coringa dar risadas quase que de forma dolorosa me deixou bastante interessado”, conta Phoenix. “Nunca havia pensado nisso.” Joaquin disse que foi a visão de Phillips sobre o personagem que o fez encarar o papel. “Todd sabia o que estava fazendo. Era o cara certo para dirigir esse filme.”
A dupla dinâmica, então, estava formada. Os dois mergulharam de cabeça na produção. “Nós íamos para o set duas horas antes do início das filmagens e, depois que o dia terminava, conversávamos por mais duas horas sobre o filme”, lembra Phoenix.

Quadrinhos? Hoje não
Tanto Phillips quanto Phoenix bateram na mesma tecla durante a conversa: Coringa não é uma adaptação dos quadrinhos. “É claro que consultamos algo aqui e ali, afinal, não criamos o personagem nem Gotham City”, esclarece o diretor, que cita A Piada Mortal, de 1989, como uma dessas fontes de consulta esporádica. “Mas nós tivemos liberdade para fazer o que quiséssemos.”
Todd se baseou, principalmente, nas lembranças que tinha das histórias que lia quando criança. Ele defende que a ideia, desde o começo, era fazer algo com o máximo de originalidade – opinião compartilhada por Phoenix. “Eu não quis fazer algo baseado em algum quadrinho ou performance anterior”, disse o ator. “Era importante que seguíssemos nosso próprio caminho.”
Ora, se as páginas dos gibis não foram o foco da inspiração, o que seria? Resposta: anos 1970. “Foi nessa época que, na minha opinião, foram feitos os maiores filmes de estudo de personagem”, confessa Phillips. O diretor, então, revisitou os longas da época, como os dirigidos por Martin Scorsese: Taxi Driver, Touro Indomável, O Rei da Comédia…Todos eles, veja só, estrelados por Robert De Niro, que, não por acaso, está em Coringa.
Sem as versões do vilão dos quadrinhos como base, Phoenix e Phillips tentaram criar uma versão mais humana para o personagem. Fleck é um cara desajustado, que sofreu bullying e tem traumas de infância. O desafio da dupla era grande: como transformar uma pessoa vulnerável (e que gera empatia no público) em um vilão enlouquecido?
Phoenix conta que as primeiras cenas gravadas foram as que ele está totalmente vestido como o Coringa. Para ele, apesar da dificuldade inicial em achar o tom do personagem, o processo inverso o ajudou na composição de Fleck. “Dessa maneira, pude entender melhor como o palhaço vivia dentro daquele cara, e como ele foi lentamente evoluindo até chegar no Coringa.”
Para a maquiagem, a produção elaborou mais de 100 versões de rostos de palhaço, até que Todd definiu qual seria. Outra parte difícil de definir foi a risada do Coringa. Phoenix confessou que demorou até encontrar uma versão que o agradasse, e disse só resolveu esse problema quando as filmagens já tinham começado.
Há um futuro para Coringa?
Quando perguntados sobre uma possível sequência, ambos desconversaram. “Acho que vai depender da audiência”, disse Phoenix. “Isso é com o estúdio, mas eu topo fazer qualquer coisa que envolva o Joaquin”, falou Phillips.
O ponto é que Coringa não precisa de uma continuação. “A ideia do ‘DC Black’ foi pensada justamente para proteger esse filme.” Phillips também negou que o próximo Batman, dirigido por Matt Reeves, vá se conectar de alguma forma com o longa. Mas não escondeu o desejo de comandar outra história independente. “Meu herói favorito é o Demolidor, mas se pudesse, adoraria fazer um filme sobre o Rorschach [personagem de Watchmen] nessa mesma pegada intimista.”

A recente controvérsia
Nas últimas semanas, criou-se uma discussão em torno da violência do filme – e o que ela poderia incitar. Para alguns críticos, Coringa pode ser potencialmente perigoso por, de certa forma, enaltecer um personagem mau, fazendo com que pessoas se identificassem com ele da maneira errada.
Nos EUA, por exemplo, o Exército tem tomado cuidado para que ataques não aconteçam durante a estreia do longa. A polêmica chegou até Phoenix: recentemente, ele abandonou uma entrevista após ser questionado se o filme poderia inspirar pessoas com os mesmos problemas do Coringa a fazer o mesmo que o vilão.
O papo com Phoenix e Phillips, porém, aconteceu antes de tudo isso. Mas ambos defendem que o personagem nunca foi pensado como alguém com distúrbios mentais ou com o qual as pessoas se identificariam (e defenderiam). “Eu sempre acreditei que, de um jeito ou de outro, filmes funcionam como um espelho, que reflete o que está acontecendo com a sociedade naquele momento”, disse Todd. “Nosso objetivo era que a história funcionasse de maneiras diferentes para cada pessoa que assistir. (…) E se elas começarem a discutir a partir do filme, é uma coisa boa.”

14.119 – Cinema – A Volta do Homem de Ferro


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Quando Homem de Ferro estreou em 2008 o público não tinha ideia que era o início de um fenômeno da cultura pop que o mundo do entretenimento nunca havia visto antes. Desde então, o MCU ganhou vários novos personagens, expandiu para as vastidões do espaço e se espalhou nas diferentes plataformas de mídia.
Agora que o mundo aguarda a chegada da altamente antecipada “Fase 3” dos estúdios Marvel e Capitão América: Guerra Civil, o homem que começou tudo poderá retornar para Homem de Ferro 4.
Robert Downey Jr., conhecido como Tony Stark, é a base para o MCU, e sem dúvida, o ator mais popular em todo o Universo, então não é de se admirar que o estúdio o traga de volta mais uma vez.
Infelizmente, está quarta filmagem não acontecera tão cedo.
A super programação original dos estúdios Marvel apresenta três filmes sem nome depois das duas grandes partes de Vingadores: Guerra Infinita, e enquanto os Inumanos, aparentemente, ficaram com o local remanescente de 2019, Mr. Stark pode ter que se apossar de uma das outras vagas. Isso significa que o público não veja outro filme solo do Homem de Ferro até 2020.
Enquanto certamente não faltarão filmes da Marvel, entretanto, isso será em quatro anos a partir de agora, e muito pode acontecer em quatro anos.
Incluindo uma potencial reformulação de elenco.
O contrato de Downey com os estúdios Marvel acaba após a Guerra infinita, então os fãs não precisam se preocupar em perder o verdadeiro Tony Stark por enquanto. Mas o que acontece depois que Thanos é derrotado? Existem milhares de heróis no grande Universo da Marvel, de modo que o estúdio poderia aposentar o personagem e seguir com outros personagens.
A “Fase 3” deve introduzir novos heróis as telonas, então a Guerra Infinita talvez sirva para inaugurar a “nova geração” de heróis nos cinemas. No entanto, alguns têm especulado que, em vez de se desfazer do personagem, o estúdio possa fazer um recasting do elenco ou um reboot.
Após sua última aparição em Vingadores: A Era de Ultron, Downey pediu um belo aumento de salário que iria aumentar potencialmente seu salário em Homem de Ferro 4 para a gritante quantia de $ 150 milhões. Apenas isso é motivo suficiente para o estúdio considerar outra pessoa para a roupa de ferro.
Nada foi confirmado ainda, então temos que esperar e ver o que acontece.
Os fãs podem ver Robert vestir seu traje icônico pela sexta vez para enfrentar Chris Evans em Capitão América: Guerra Civil, que estreia nos cinemas 6 de maio deste ano.

14.102 – Cinema – Um Dia de Fúria


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Falling Down é um filme de drama policial de 1993 dirigido por Joel Schumacher e escrito por Ebbe Roe Smith. O filme é estrelado por Michael Douglas no papel principal de William Foster, um divorciado e desempregado de uma firma de defesa. O filme gira em torno de Foster como ele provoca uma agitação violenta em toda a cidade de Los Angeles, tentando alcançar a casa de sua ex-mulher a tempo para a festa de aniversário de sua filha. Ao longo do caminho, uma série de encontros, tanto trivial e provocante, o levam a reagir com violência e fazer observações sarcásticas sobre a vida, a pobreza, a economia, e capitalismo. Robert Duvall co-estrela como Martin Prendergast, um envelhecido sargento da LAPD no dia de sua aposentadoria, que enfrenta suas próprias frustrações, assim como ele rastreia Foster.
O título do filme, referindo-se ao colapso mental de Foster, é retirado da canção de ninar “London Bridge Is Falling Down”, que é um motivo recorrente ao longo do filme.
Enredo
Martin Prendergast (Robert Duvall) é um policial no seu último dia de trabalho antes de se aposentar, e que arrisca a sua própria vida para tentar impedir William Foster (Michael Douglas), um homem que está emocionalmente perturbado porque perdeu o seu emprego e vai encontrar-se com Beth (Barbara Hershey), a sua ex-mulher, e de sua filha, sem querer reconhecer que o seu casamento já terminou há muito tempo.

No seu caminho que percorre, William vai matando todos os que forem aparecendo no seu caminho e abusam de uma boa vontade que ele já perdera há muito tempo, como comerciantes estrangeiros, membros de uma gangue, trabalhadores que fecham uma rua, trabalhando sem razão apenas para não ter seus salários reduzidos, e um neonazista dono de uma loja que oferece artigos bélicos, que destrói o presente que William pretendia entregar à filha em seu aniversário, justamente nesse dia.

Elenco
Michael Douglas (William Foster)
Robert Duvall (Martin Prendergast)
Barbara Hershey (Beth)
Tuesday Weld (Amanda Prendergast)
Rachel Ticotin (Sandra Torres)
Frederic Forrest (Dono da loja)
Lois Smith (Mãe de William)
Joey Hope Singer (Adele)
Raymond J. Barry (Capitão Yardley)
D.W. Moffet (Detetive Lydecker)
Steve Park (Detetive Brian)
Kimberly Scott (Detetive Jones)
James Keane (Detetive Keene)
O que é fascinante sobre o personagem de Douglas, como está escrito e interpretado, é o núcleo de tristeza em sua alma. Sim, no momento em que encontrá-lo, ele tem ido sobre a borda. Mas não há nenhuma alegria em sua fúria, não há liberação. Ele parece cansado e confuso, e em suas ações, ele inconscientemente segue os scripts que ele pode ter aprendido com os filmes, ou no noticiário, onde outros desajustados frustrados desabafam sua raiva em pessoas inocentes.

Controvérsia
A Korean American Coalition protestou sobre o filme pelo seu tratamento das minorias, especialmente o dono da mercearia coreana. A Warner Brothers da Coreia cancelou o lançamento de Falling Down na Coreia do Sul após ameaças de boicote.Trabalhadores desempregados da defesa também ficaram irritados com seu retrato no filme. Falling Down tem sido descrita como uma exploração definitiva da noção de “homem branco com raiva”; o personagem D-FENS foi destaque nas capas de revistas, incluindo a revista Time, e relatado como uma forma de realização do estereótipo

14.096 – Cinema – O novo Exterminador do Futuro


O trailer do novo longa da série iniciada em 1984, O Exterminador do Futuro, traz uma novidade interessante além daquela que é mais difundida, a presença de Linda Hamilton como Sarah Connor e Arnold Schwarzenegger como Terminator. Trata-se de uma continuação do filme mais famoso da série, O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991), de James Cameron.

Essa volta a uma sequência interrompida em 2003, com o ótimo O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas, de Jonathan Mostow, e não mais retomada nos dois longas seguintes, o bom O Exterminador do Futuro: A Salvação (McG, 2009) e o sofrível O Exterminador do Futuro: Genesis (Alan Taylor, 2015), é a desculpa para continuar a franquia que não precisava de desculpa para continuar, já que a própria premissa (uma volta ao passado para impedir um acontecimento futuro) permite qualquer tipo de desenvolvimento nos próximos longas.
Mas é certo que essa volta ganha um novo e poderoso estatuto: está mais próxima de um desenvolvimento “oficial” ou fidedigno da trama que se desenrolou nos dois primeiros longas (excelência do terceiro à parte). A presença de James Cameron como produtor, após quase 30 anos, é um ótimo exemplo dessa ligação mais forte com as origens.

Este sexto longa da série, terceiro com o selo de qualidade de Cameron (também diretor nos dois primeiros), é dirigido por Tim Miller, cineasta de pouca experiência que estreou com Deadpool (2016) e chega agora ao segundo longa. Cameron seria o nome ideal para a empreitada, mas ele está concentrado nas continuações de Avatar (2009), previstas para lançamento a partir de 2021.

Uma coisa é (quase) certa. Cameron não produziria uma continuação da sua série consagrada se não confiasse naquele que estará atrás das câmeras. Se Tim Miller não mostrou muita força em seu Deadpool, principalmente por causa de muitas ideias desiguais, a força da franquia Terminator deve mantê-lo comportado o suficiente para fazer valer o trabalho dos normalmente bons roteiristas David S. Goyer e Billy Ray, que estreiam na escrita da série acompanhados de Justin Rhodes.
Em certas produções, o melhor a se fazer na direção é o feijão com arroz, sob o risco de afundar um bom roteiro e boas atuações. A não ser que o diretor se chame James Cameron ou Jonathan Mostow.

14.083 – Cinema – Chuck Norris


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Carlos Ray “Chuck” Norris (Ryan, 10 de março de 1940) é um artista de artes marciais, ator, produtor de cinema, argumentista americano. Depois de servir na United States Air Force (Força Aérea Americana), começou a tornar-se conhecido como artista de artes marciais. Em 1990, fundou a sua escola de artes marciais, Chun Kuk Do, e em 2005, a World Combat League (WCL), uma competição de combate por equipas.

Norris apareceu em numerosos filmes de acção, como Way of the Dragon (1972), em que contracena com Bruce Lee, Lone Wolf McQuade (1983) com David Carradine, na trilogia Missing in Action e em The Delta Force (1986) com Lee Marvin. Foi a estrela maior da empresa The Cannon Group,[2][3] e o actor principal da série de televisão Walker, Texas Ranger, exibida de 1993 a 2001.

Norris é um cristão devoto e politicamente conservador. Escreveu vários livros sobre o Cristianismo e doou a várias causas e candidatos republicanos. Também já participou em vários anúncios televisivos para promover o estudo da Bíblia e a oração nas escolas publicas. Entre 2007 e 2008, fez campanha para o ex-governador do Arkansas, Mike Huckabee, que participou também para a nomeação de candidato a presidente em 2008.[4] Norris é também um cronista para o website conservador WorldNetDaily.

Também é conhecido pelas suas contribuições a várias organizações não-governamentais, tanto na forma de doações como em actividades para recolha de fundos. Em 1990 criou a United Fighting Arts Federation (UFAF) e a KickStart, programas que promovem o estudo das artes marciais entre as crianças em risco, como táctica para as afastar do mundo da droga. Desde 2005 que Chuck Norris é amplamente associado a um meme da Internet que documenta características e proezas fictícias, muitas vezes absurdas, associadas a ele.
Alistou-se na Força Aérea dos Estados Unidos em 1958, e foi enviado para a base aérea de Osan, na Coreia do Sul. Foi lá que ganhou o apelido “Chuck” e começou a treinar Tang Soo Do (tangsudo), um interesse que o levou a atingir o cinturão negro naquela arte, e a fundar a forma chun kuk do (“Caminho Universal”).
Quando regressou aos Estados Unidos, continuou a servir como policia militar (AP) na Base March Air Reserve, Califórnia.
Norris foi dispensado do serviço militar em 1962. Trabalhou para a empresa Northrop Corporation e abriu uma cadeia de escolas de Karaté, incluindo uma em Torrance. A sua página oficial tem uma lista de celebridades que foram alunos das suas escolas; entre eles Steve McQueen, Chad McQueen, Bob Barker, Priscilla Presley, Donny Osmond e Marie Osmond.
Norris começou a sua carreira em 1964, num pequeno torneio em Salt Lake City, Utah. Foi derrotado nos seus dois primeiros torneios, com as decisões a cair para Joe Lewis e Allen Steen, e três combates no Campeonato Internacional de Karate, para Tony Tulleners. Em 1967, Norris já tinha melhorado consideravelmente e venceu combates contra Lewis, Skipper Mullins, Arnold Urquidez, Vic Moore, Ron Marchini e Steve Sanders. Norris tornou-se então duas vezes consecutivas vencedor do Torneio All American’s. Henry Cho, em 1967 e 1968. Em 1968, Norris sofreu a décima e última derrota da carreira, perdendo uma decisão virada para Louis Delgado. A 24 de Novembro de 1968, vinga-se da derrota de Delgado e ao fazê-lo ganhou o titulo mundial de Campeão Profissional de Karatê de Pesos-Médios, estatuto que manteve por seis anos consecutivos.
A revista Black Belt, que cobre artes marciais e desportos de combate, atribuiu a Norris os prêmios de ‘Lutador do Ano’ em 1968, ‘Instrutor do Ano’ em 1975, ‘Homem do Ano’ em 1977 e ‘Fighting Stars Editor’s Award’ em 1979.
A carreira competitiva de Chuck Norris acabou em 1974. Apesar de várias opiniões divergentes, o seu recorde em torneios está estimado em 183 vitórias, 10 derrotas e 2 empates. Ganhou pelo menos trinta torneios.
Norris fez história em 1990, quando foi o primeiro ocidental descrito na história documentada do Tae Kwon Do a quem foi dado o Cinturão Preto de Grande Mestre de 8º Grau.
Em 1999, Norris foi introduzido na Martial Arts History Museum’s Hall of Fame.
Em 1990 Norris criou a Chun Kuk Do, uma arte marcial que é baseada principalmente em Tang Soo Do e inclui elementos de todos os estilos de combate que ele conhece. Como muitas outras artes marcias, Chun Kuk Do inclui um código de honra, regras de conduta e um sistema de oito cinturões. Tais regras são do código pessoal de Norris.
Chun Kuk Do inclui as formas hyung da Coreia e a kata japonesa. A maioria das formas são adaptadas a partir do Tang Soo Do e do Karaté tradicional.
Norris conheceu Bruce Lee, numa demonstração de artes marciais em Long Beach. Em 1972, participou como o nemesis de Lee em Way of the Dragon, filme que é amplamente reconhecido como o responsável por o ter lançado para o estrelato. Na Ásia, Norris é ainda conhecido principalmente pelo papel que desempenhou nesse filme.
A estreia como actor principal foi em 1977 no filme Breaker! Breaker!, e em filmes subsequentes como Good Guys Wear Black (1978), The Octagon (1980), Ajuste de Contas (1981) e Lone Wolf McQuade, provando a sua crescente receita de bilheteira. Em 1984, Norris fez Missing in Action, o primeiro de uma série de filmes inspirados em fantasias de salvamento de prisioneiros de guerra estilo-Rambo: First Blood Part II, baseado nos desaparecidos em combate da guerra do Vietname. Missing in Action foi realizado por Joseph Zito e produzido pelos primos israelitas Menahem Golan e Yoram Globus, lançado sobre a marca Cannon Films. No entanto, foi muito criticado, principalmente por tentar agarrar dinheiro devido à popularidade dos filmes Rambo.
Norris é conhecido pelas suas contribuições a várias organizações como a Funds for Kids, Veteran’s Administration National Salute to Hospitalized Veterans, a United Way, e a Fundação Make-A-Wish, tanto na forma de doações como em atividades para recolha de fundos.
Em 1990 Norris fundou a United Fighting Arts Federation (UFAF) e a KickStart (ex-“Kick Drugs Out of America”). Como parte significante das suas contribuições filantrópicas, a organização foi criada para melhorar a auto-estima e o foco das crianças e jovens em risco treinando-os nas artes marciais, como táctica para as afastar do mundo da droga. Norris espera que com este esforço positivo e de fortalecimento, estas crianças tenham a oportunidade de construir um futuro melhor para si.

Fimografia
1968 The Wrecking Crew Homem na casa dos 7 Joys não creditado
1970 Room 222 Como si próprio/Instrutor de Karate ep. 2×10
1972 Way of the Dragon Colt
1973 The Student Teachers Instrutor de Karate papel pequeno
1974 Slaughter in San Francisco Chuck Slaughter
1977 Breaker! Breaker! John David “J.D.” Dawes
1978 Good Guys Wear Black John T. Booker
1979 A Force of One Matt Logan
1980 The Octagon Scott James
1981 Ajuste de Contas Sean Kane
1982 Silent Rage Sheriff Dan Stevens
1982 Forced Vengeance Josh Randall
1983 Lone Wolf McQuade Ranger J.J. McQuade
1984 Missing in Action Col. James Braddock
1985 Missing in Action 2: The Beginning
1985 Code of Silence Eddie Cusack
1985 Invasion U.S.A. Matt Hunter
1986 The Delta Force Major Scott McCoy
1986 The Karate Kommandos Como ele próprio/Lider dos Karate Kommandos série de animação televisiva
1986 Firewalker Max Donigan
1988 Hero and the Terror Danny O’Brien
1988 Braddock: Missing in Action III Col. James Braddock
1990 Delta Force 2: The Colombian Connection Col. Scott McCoy
1991 The Hitman Cliff Garret/Danny Grogan
1992 Sidekicks Como ele prórpio
1993-2001 Walker, Texas Ranger Ranger Cordell Walker Série de TV
1994 Hellbound Frank Shatter
1995 Top Dog Jake Wilder
1996 Forest Warrior Jedidiah McKenna
1998 Logan’s War: Bound by Honor Jake Fallon Filme de TV
1999 Sons of Thunder Cordell Walker Série de TV / estrela convidada
2000 Martial Law Cordell Walker ep. 2×16 (estrela convidada)
2000 The President’s Man Joshua McCord Filme de TV
2002 The President’s Man: A Line in the Sand Joshua McCord Filme de TV
2003 Bells of Innocence Matthew (um Anjo)
2003 Yes, Dear Como ele prórpio/Cordell Walker 4×09 (estrela convidada)
2004 Dodgeball: A True Underdog Story Como ele próprio Breve aparição
2005 Walker, Texas Ranger: Trial by Fire Ranger Cordell Walker Filme de TV
2005 The Cutter John Shepherd
2009 Birdie & Bogey produtor
2012 The Expendables 2 Booker
2015 The Finisher pré-produção

14.072 – Música – Ilustre Injustiçado no Dueto com Donna Summer


summer e bricks
“Heaven Knows” é uma canção da já falecida cantora e compositora americana Donna Summer, com os vocais convidados da banda Brooklyn Dreams lançada no auge de sua fama durante a década de 1970.
Se passou despercebido a atuação brilhante da segunda voz para a maioria das pessoas não para nós.
A música faz parte do álbum MacArthur Park Suite, lançada em março de 1979. A segunda voz do ilustre desconhecido é do vocalista do Brooklyn Dreams Joe “Bean” Esposito.
Na versão single lançada por Summer (creditada como Donna Summer com Brooklyn Dreams), o cantor Joe “Bean” Esposito canta a segunda faixa para Summer, enquanto Summer.
No entanto, na versão que aparece no álbum de 1979 do Brooklyn Dreams, Sleepless Nights, é Esposito quem canta o vocal principal com Summer cantando a segunda posição, com Summer e o grupo oferecendo backing vocals. No álbum do grupo, esta versão é creditada como Brooklyn Dreams com Donna Summer.
Uma versão single de 12 “, às 6:45, foi lançada, o primeiro verso cantado por Summer solo, o restante com Summer e Esposito.
Ouça todas as versões e compare a magnífica performance de nosso ilustre desconhecido que embora injustiçada não passou despercebida para nós do Mega.

 

14.044 – Ficção e Animação – Speed Racer e o Match 5


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Speed Racer nasceu em 1966 na forma de mangá, e tinha outro nome: Mach Go Go Go. Um ano depois, virou uma série animada na TV japonesa, com 52 episódios.

O nome original do piloto é “Go Mifune” – uma homenagem ao ator japonês Toshiro Mifune, protagonista de Os Sete Samurais (1954). Mifune é, de longe, o ator mais importante da história do cinema japonês.

O nome Speed Racer, que passou a batizar tanto o piloto do Mach 5 quanto o próprio desenho, surgiu quando a produtora americana Trans-Lux comprou os direitos do desenho, ainda em 1967. O projeto foi conduzido pelo ator americano Peter Fernandez, que dublou as vozes de Speed e do Corredor X para o inglês. No Brasil, o desenho estreou na TV Tupi, nos anos 1970.
Era um V12 de 1.700 cavalos que atiçou a imaginação de algumas gerações, e que tem um lugar cativo no pódio de carros mais emblemáticos da ficção.
Vamos começar pelo acessório mais emblemático do Mach 5: as serras frontais, acionadas pelo botão “C”. Elas nunca eram usadas contra competidores. Speed Racer só ativava elas para atravessar florestas – criando a cena clássica das toras voando pelos ares enquanto Speed acelera (socorro, chamem o Ibama!).
O carro tinha seu “drone” antes da invenção dos drones. Ele tinha formato de pombo-correio e saía de uma abertura no capô. O passarinho robótico tinha uma câmera que transmitia imagens aéreas para o painel do carro. Mas sua grande função era como WhatsApp do piloto: ele transportava mensagens.
O carro tinha um botão extra, fora do volante, que ficava entre os assentos e enviava o drone para locais previamente programados (como num GPS). A tecla H (home) mandava o drone para onde ele se dirigia na maioria das vezes: a casa da família Racer.
A carroceria tinha macacos hidráulicos embutidos. Eles acionavam quatro pernas mecânicas que serviam de molas – e, graças às leis da física dos desenhos animados, permitiam ao Mach 5 saltar obstáculos. Dava para ativar cada uma das pernas hidráulicas individualmente.
Os faróis tinham lâmpadas que se movimentam independentemente, como os olhos de um camaleão, e como alguns carros de hoje. Para dar uma força nas corridas noturnas, o capacete de Speed tinha visor infravermelho. Mais tarde na série de desenhos, o botão E passou a ativar asinhas laterais, que davam uma força nos voos do carro (de novo, graças à física da ficção).
Esse botão acionava um vidro blindado, que selava o cockpit. A cúpula de proteção aguentava disparos de armas de fogo, explosões e o escambau. Ah, claro: também vedava o carro para viagens submarinas.
Acionava uma camada superaderente de borracha que colava o Mach 5 em paredes, como uma lagartixa.
Speed pressionava esse botão e o carro virava um submarino. Além do cockpit vedado, havia um tanque de oxigênio embutido atrás do assento com a autonomia de 30 minutos. Um periscópio ligado a um sistema de vídeo permitia que Speed visse tudo o que se passava na superfície.
Para finalizar, um acessório mundano: o porta-malas (que devia abrir só com chave mesmo, já que não há registro de um botão reservado para abrir a tampa, rs). Seja como for, o compartimento tinha uma finalidade dramática: servia de esconderijo para Gorducho, o irmão mais novo de Speed, e para o chimpanzé Zequinha, já que a dupla sempre se infiltrava no compartimento de carga do Mach 5 para participar furtivamente das corridas.

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14.037 – Mega Personalidades – Patrick Swayze


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(Houston, 18 de agosto de 1952 — Los Angeles, 14 de setembro de 2009) foi um ator, dançarino, cantor e compositor norte-americano.
Começou sua carreira como dançarino clássico, interrompendo-a por problemas recorrentes de lesões originadas na juventude pelo futebol americano. Decidiu então priorizar sua carreira como ator.
Estrelou filmes de sucesso como Ghost, Dirty Dancing, Donnie Darko, Point Break e Steel Dawn . Seu último trabalho foi como Charles Barker, um agente do FBI, na série The Beast. Foi nomeado em 1991, pela revista norte-americana People, como o “Homem mais sexy do mundo”.
Em Dirty Dancing desempenhou o papel de Johnny Castle, um instrutor de dança e dançarino num hotel, contracenando com Jennifer Grey. Este e Ghost foram os filmes pelos quais o ator ficou mais conhecido.
Patrick Swayze nasceu em Houston, Texas, filho de Patricia Yvonne Helen, apelidada de Patsy, uma coreógrafa e dançarina, e Jesse Wayne Swayze. Embora o sobrenome “Swayze” seja de origem francesa, é oriundo da ascendência irlandesa do artista. O irmão dele, Don Swayze, também é ator.

Até os vinte anos, Swayze vivia no bairro de Oak Forest, Houston, onde estudou em Santa Rosa de Lima, uma escola católica. Durante este tempo, desenvolveu múltiplas habilidades artísticas e desportivas, como patinação no gelo, balé clássico, e representação. Estudou ginástica na vizinha San Jacinto College, por dois anos. Em 1972, mudou-se para Nova York para completar sua formação formal de dança no Ballet Harkness e Joffrey Ballet. A escola de dança da mãe de Patrick Swayze realmente foi o amuleto da sorte do ator. Além de ter dado uma carreira de sucesso para o filho, a professora Patsy Swayze também foi a cupido da relação de Patrick com uma das suas alunas, na época com 15 anos de idade, Lisa Niemi. Casados desde o dia 12 de Junho de 1975, o casal não teve filhos. Lisa fez diversos tratamentos para engravidar, mas sofreu dois abortos espontâneos, um em 1990 e outro em 2005.
Swayze morreu em 14 de setembro de 2009, aos 57 anos, após sofrer por dois anos com um câncer pancreático. Antes de saber da doença, o ator disse que num primeiro momento pensou estar sofrendo de indigestão crônica. Quando os sintomas pioraram, procurou seu médico tendo sido feita uma biópsia e o diagnóstico foi câncer. Seu alcoolismo e excesso de consumo de cigarros, mesmo após o diagnóstico, foi apontado como causas do desenvolvimento de tumores no pâncreas, que criaram metástase para o fígado.
Sua assessora de imprensa confirmou a morte, afirmando que ele estava ao lado da família.
O seu corpo foi cremado e suas cinzas dispersas no seu rancho no Novo México.

13.973 – Arquivo Mega – TV Tupi, a 1ª Emissora de TV do Brasil


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Operava no canal 4 VHF e era uma emissora própria e geradora da Rede Tupi. Foi inaugurada pelo empresário Assis Chateaubriand em 18 de setembro de 1950, sendo a primeira emissora de televisão do país e a quarta do mundo. Pertencia aos Diários Associados, que na época era um grande conglomerado de mídia, do qual faziam parte vários jornais, revistas e rádios. A partir de 1951, passou a gerar a programação juntamente com a TV Tupi Rio de Janeiro, servindo como embrião para a formação de um rede. Devido a problemas administrativos e financeiros, além de atrasos nos pagamentos e greves de seus funcionários, teve sua concessão cassada, juntamente com outras emissoras próprias, em julho de 1980.
Foi substituída pelo atual SBT.
Em 1949, os Diários Associados iniciaram a expectativa para a montagem de uma emissora de televisão na cidade de São Paulo. A direção técnica do projeto ficou a cargo de Mário Alderighi, com a assistência de Jorge Edo, que viajaram aos Estados Unidos para conhecer a estrutura de um canal de TV junto aos técnicos da RCA. Já Dermival Costa Lima foi convidado a ser o diretor artístico da futura emissora, tendo como assistente Cassiano Gabus Mendes.
Quase dois anos depois da experiência pioneira de Olavo Bastos Freire, Assis Chateaubriand, o Chatô, presidente dos Diários Associados, e alguns radialistas escolhidos treinaram e decidiram se aventurar no mundo da televisão. Foi então que em 18 de setembro de 1950, com equipamentos trazidos do Porto de Santos, era inaugurada exatamente às 22h00, a PRF-3, que logo ganharia o nome TV Tupi-Difusora. Os estúdios eram pequenos, o equipamento precário, mas o nascimento da emissora foi solene. Chateaubriand presidiu a cerimonia que contou com a participação de um cantor mexicano, Frei José Mojica, que entoou “A canção da TV”, hino composto pelo poeta Guilherme de Almeida, que contou também com a atriz Lolita Rodrigues, especialmente para a ocasião. Um balé de Lia Marques e declamação da poetisa Rosalina Coelho, nomeada madrinha do “moderno equipamento” fizeram parte do show. A jovem atriz Yara Lins foi convocada especialmente para dizer o prefixo da emissora — PRF-3 — e o de uma série de rádios que transmitiam em cadeia o acontecimento. A seguir entrou a programação na tela dos cinco aparelhos instalados no saguão do prédio dos Diários Associados.
Foi fundada em 18 de setembro de 1950 por Assis Chateaubriand, sendo a única emissora de televisão em todo o Brasil até o início de 1951, quando foi inaugurada a TV Tupi Rio de Janeiro, outra emissora própria dos Diários Associados. O monopólio como única emissora de São Paulo foi quebrado em 1952 com a inauguração da TV Paulista, canal 5 VHF. A Tupi SP operou no canal 3 até 1960, quando deixou o canal após interferências de sinal com a TV Cultura, passando a operar no canal 4 com os prefixos ZYE 439 (1970-1977) e ZYB 855 (1977-1980) até seu fechamento, em 18 de julho de 1980, quando a Tupi SP e mais seis concessões da Rede Tupi foram cassadas.
Desde 1981, um pouco mais de um ano do fechamento da Rede Tupi, o empresário Sílvio Santos adquiriu a concessão pelo Governo Federal, daí o canal 4 de São Paulo passou a ser SBT São Paulo, emissora própria, geradora e cabeça-de-rede do SBT. O prédio construído por Assis no alto do Sumaré, também foi sede da MTV Brasil, sob domínio do Grupo Abril até setembro de 2013.
O dia 18 de junho de 1980, marcou o fim da emissora, com funcionários lutando até o último minuto para manter a Tupi no ar. Apesar de pouco conhecida pelas gerações mais novas, a TV Tupi formou grande parte dos atores, roteiristas, produtores, diretores e técnicos que hoje estão espalhados pelas mais variadas emissoras de todo o Brasil.

Relembre aqui no Arquivo ☻ Mega

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13.790 – Cinema – O Predador Está de Volta


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Data de lançamento 13 de setembro de 2018 (1h 47min)
Direção: Shane Black
Elenco: Boyd Holbrook, Sterling K. Brown, Keegan-Michael Key mais
Gêneros Ação, Ficção científica
Nacionalidade EUA
Enredo:
Um menino ativa o retorno dos predadores, agora mais fortes e inteligentes do que nunca, para a Terra. Ex-soldados e um professor de ciências se juntam para lutar contra essa ameaça e proteger o futuro da raça humana.
Pouco tempo depois de fazer sucesso como O Exterminador do Futuro, Arnold Schwarzenegger enfrentou um guerreiro alienígena no meio de uma floresta em Predador.
Agora, a franquia Predador vai ganhar um reboot e o ator foi novamente convidado para fazer parte do elenco. Infelizmente, as negociações não aconteceram como era esperado e, em entrevista ao Yahoo, o ator explicou os motivos para a recusa:
Eles me procuraram, e eu li, e não gostei daquilo que ofereceram. Então eu não vou fazer isso, não. Exceto se tiver uma chance de eles reescreverem, ou fazerem um papel mais significativo. Mas do jeito que está agora, não, eu não vou fazer isso.
O mais provável que o papel oferecido tenha sido um cameo ou uma aparição menor e Arnold Schwarzenegger não ficou satisfeito com a proposta.
O site norte-americano “Den of Geek” visitou o set do filme no ano passado e deu alguns detalhes sobre como a criatura está ganhando toques diferentes e modernos para o cinema atual. Outrora revolucionário para a cultura pop, tanto que continua relevante até hoje, o alienígena vai aparecer em três modelos clássicos, contando também com uma versão gigantesca com mais de três metros de altura.
Mais sobre a trilogia do Predador
Pouco tempo depois de fazer sucesso como O Exterminador do Futuro, Arnold Schwarzenegger enfrentou um guerreiro alienígena no meio de uma floresta em Predador.

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Agora, a franquia Predador vai ganhar um reboot e o ator foi novamente convidado para fazer parte do elenco. Infelizmente, as negociações não aconteceram como era esperado e, em entrevista ao Yahoo, o ator explicou os motivos para a recusa:
Eles me procuraram, e eu li, e não gostei daquilo que ofereceram. Então eu não vou fazer isso, não. Exceto se tiver uma chance de eles reescreverem, ou fazerem um papel mais significativo. Mas do jeito que está agora, não, eu não vou fazer isso.
O mais provável que o papel oferecido tenha sido um cameo ou uma aparição menor e Arnold Schwarzenegger não ficou satisfeito com a proposta.
“Desde os confins do espaço até as ruas de pequenas cidades dos subúrbios, os caçadores estão chegando nesta explosiva reinvenção de Shane Black da franquia Predador. Agora, os caçadores mais letais do universo são mais fortes, mais inteligentes e mais mortais do que nunca, tendo se aprimorado geneticamente com o DNA de outras espécies. Contudo, quando um menino acidentalmente descobre do seu retorno à Terra, apenas uma tripulação bagunçada de ex-soldados e um professor de ciências descontente podem impedir o fim da raça humana”.

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13.738 – Cinema – Mega Crítica para o Filme O Último Imperador


 

Apesar da cena grotesca onde cheiram o cocô do imperador, o filme ganhou todos os prêmios que disputou.
A saga de Pu Yi (John Lone), o último imperador da China, que foi declarado imperador com apenas três anos e viveu enclausurado na Cidade Proibida até ser deposto pelo governo revolucionário, enfrentando então o mundo pela primeira vez quando tinha 24 anos. Neste período se tornou um playboy, mas logo teria um papel político quando se tornou um pseudo-imperador da Manchúria, quando esta foi invadida pelo Japão. Aprisionado pelos soviéticos, foi devolvido à China como prisioneiro político em 1950. É exatamente neste período que o filme começa, mas logo retorna a 1908, o ano em que se tornou imperador.

Data de lançamento para filmes online (2h 25min)
Direção: Bernardo Bertolucci
Elenco: John Lone, Joan Chen, Peter O’Toole mais
Gêneros Histórico, Biografia
Nacionalidades França, Hong Kong, Itália, Reino Unido
Mais sobre o filme
O Último Imperador
foi o primeiro filme que recebeu autorização do governo chinês para filmar na Cidade Proibida.
– Ganhou os Oscars de todas as categorias as quais foi indicado.
– A versão original de
O Último Imperador
contém 224 minutos, sendo que a versão lançada nos Estados Unidos contém apenas 164 minutos. Anos mais tarde foi lançada uma versão sem cortes do filme, com sua duração original, sendo que a maior parte das cenas incluídas se referem ao período em que Pu Yi esteve em um campo de concentração chinês.
Prêmios OSCAR Ganhou 1988
Melhor Filme
Melhor Diretor – Bernardo Bertolucci
Melhor Roteiro Adaptado
Melhor Direção de Fotografia
Melhor Direção de Arte
Melhor Edição
Melhor Trilha Sonora Original
Melhor Som
Melhor Figurino

GLOBO DE OURO
Ganhou
1988
Melhor Filme – Drama
Melhor Diretor – Bernardo Bertolucci
Melhor Roteiro
Melhor Trilha Sonora Original

Indicado
Melhor Ator em Drama – John Lone

Longa premiado
Ganhou prêmios em todas as categorias do Oscar as quais foi indicado.
Versão original
A versão original de O Último Imperador contém 224 minutos, sendo que a versão lançada nos Estados Unidos contém apenas 164 minutos. Anos mais tarde foi lançada uma versão sem cortes do filme, com sua duração original, sendo que a maior parte das cenas incluídas se referem ao período em que Pu Yi esteve em um campo de concentração chinês.

Mega Crítica:
Não entendo como um filme chato, sonolento e longo e que mostra um cara cheirando cocô possa ter sido tão premiado.

13.688 – Copa 2018 – Moscou a capital do futebol


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A capital russa, com pouco mais de 12 milhões de habitantes, maior cidade da Europa depois de Istambul (Turquia), reafirmará na Copa do Mundo sua total abertura para o turismo, 27 anos após o fim da União Soviética. Moscou é a única sede do Mundial com dois estádios (o Luzkniki, que abrigará a abertura e a final, e a Arena Spartak) e receberá 12 jogos do torneio – ao menos um deles da seleção brasileira, contra a Sérvia, no dia 27 de junho, na Arena Spartak. Enquanto a bola não estiver rolando, os visitantes terão uma infinidade de opções de cultura e lazer.
A cidade foi fundada em meados de 1140 e, durante o Império Russo, perdeu o status de capital para a recém-criada São Petersburgo, em 1712. A sede do governo federal só voltou a Moscou em 1918, quando o país estava sob comando do exército bolchevique e logo após a Revolução Russa, permanecendo como capital mesmo com o fim da União Soviética.
Patrimônio da Unesco, a Praça Vermelha é o principal ponto turístico da capital. No local, estão reunidos o Kremlin, residência oficial da presidência, e a Catedral de São Basílio, icônica igreja da arquitetura renascentista russa. E também o mausoléu de Vladimir Lenin, que costuma ter grandes filas.
O Teatro Bolshoi e a Galeria Tretyakov são outros locais de grande interesse cultural na capital russa, assim como o Museu da Cosmonáutica, onde os russos celebram suas façanhas na corrida espacial dos tempos da Guerra Fria. Para quem busca mais diversão, os bares às margens do Rio Moscou, em pleno verão moscovita, são uma boa opção. Dica para quem vai à capital russa: evite táxis (os preços costumam ser abusivos, e, além disso, as viagens nas imponentes estações de metrô são uma imperdível viagem no tempo).

Os jogos em Moscou na Copa do Mundo:

Estádio Luzhniki:
Rússia x Arábia Saudita – 14/06
Alemanha x México – 17/06
Portugal x Marrocos – 20/06
Dinamarca x França – 26/06
Oitavas de final – 3/7
Semifinal
Final

Estádio Spartak:
Argentina x Islândia – 16/06
Polônia x Senegal – 19/06
Bélgica x Tunísia – 23/06
Sérvia x Brasil – 27/06
Oitavas de final – 1/7

13.647 – Quadrinhos – A Morte do Super Homem


A Morte do Super-Homem capa
É um arco de histórias em quadrinhos que serviu como catalisador para o evento crossover da DC Comics de 1993. O arco de histórias completo é chamado de A Morte e o Retorno do Superman.
A premissa é tão simples quanto o título: Superman entra em combate com um aparentemente imbatível monstro chamado Apocalypse nas ruas de Metrópolis. Como desfecho da batalha, ambos combatentes morrem.
Funeral para um amigo”, o surgimento de quatro indivíduos clamando-se como o “novo” Superman, e o eventual retorno do Superman original em “O Retorno do Super-homem”
A história, planejada pelo editor Mike Carlin e a equipe criativa de Superman de Dan Jurgens, Roger Stern, Louise Simonson, Jerry Ordway, e Karl Kesel, atingiu enorme sucesso: os títulos do Superman ganharam exposição internacional, alcançando o topo das vendas de quadrinhos. O evento foi amplamente coberto pela mídia jornalística americana e mundial.
No retorno, 4 Supermans
Durante o período que esteve morto, quatro indivíduos clamaram o manto de Superman:

Super-Homem - Funeral para um Amigo - 02 de 04-CAPA_PhotoRedukto

“O Homem de Aço”, um Superman usando uma armadura de resistência incrível que esconde John Henry Irons, identidade de “Aço”, antes criador de armas poderosas para o exército. Irons abandonou a proteção de Superman para morar em Washington e adotar sua própria identidade como “Aço”.
“O Último filho de Krypton”, um Superman violento, foi revelado ser a reencarnação de O Erradicador, vivo graças ter usado sua energia para formar um corpo a imagem de Kal-El, o último filho do planeta Krypton. Ainda hoje o Erradicador existe, mas pela energia viva de um cientista terrestre e compartilha recordações humanas e kryptonianas.
“A maravilha de Metrópolis”, um adolescente, supostamente um clone de Superman, liberado das garras dos criadores antes de alcançar a idade madura, recusava aceitar para si o nome de Superboy. Finalmente ele aceitou e fixou residência na ilha do Havaí. Mais tarde foi descoberto que de fato era um clone melhorado de um ser humano, seu criador, Paul Westfield, diretor do Projeto Cadmus, agora morto.
“O Homem do Amanhã” (posteriormente conhecido como Superciborgue), um ciborgue valente, foi proclamado como reconstruído de Superman, mas suas verdadeiras intenções eram o fim quando em aliança com Mongul, arrasou uma cidade de 7 milhões de habitantes, Coast City, casa do Lanterna Verde, Hal Jordan!
A primeira vez que uma morte de Superman ocorreu foi numa história imaginária, a morte secreta do Superman, de 1961.
Nos anos 70, Superman descobriu-se infectado por um vírus consciente alien que não tinha cura conhecida, e estava destinado a morrer em pouco tempo. O mundo já antecipava a morte do Superman e se lamentava que seu maior herói se iria. Felizmente, o herói conseguiu enganar o vírus consciente de modo que forjou sua morte usando conhecimentos tibetanos a fim de parar seus batimentos cardíacos. Quando o vírus sentiu que ele estava “morto”, saiu do corpo para achar outros corpos, mas Superman já estava precavido e prendeu o vírus numa duplicata de si.
Outra história imaginária, escrita por Alan Moore para ser a última história do Superman Pré-Crise (O que aconteceu com o Super-homem?), narra o que aconteceu ao Superman ter sua mais dramática batalha. Entretanto, na verdade o herói aparece vivo na última página, mas adotou uma falsa identidade como marido de Lois Lane.
Em 86, John Byrne escreveu uma história onde a vilã Banshee Prateada, usando de magia, pôs o Homem de aço num torpor semelhante a morte clínica. Foi realizado o funeral, e antecedendo muitos anos a morte do Superman por Apocalypse, o mundo e vários heróis tinham suas reflexões sobre a perda do maior herói do mundo. Lex Luthor também estava irado, pois não admitia que outra pessoa tivesse destruído o Superman sem ser ele (comportamento que seria repetido durante a Morte do Superman, onde Luthor esmurrava o corpo de Apocalypse).

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13.422 – Capitalismo Selvagem no Cinema – O Mercador de Veneza


O mercador

Enredo:
Na cidade de Veneza, no século XVI, Bassanio (Joseph Fiennes) pede a Antonio (Jeremy Irons) o empréstimo de três mil ducados para que possa cortejar Portia (Lynn Collins), herdeira do rico Belmont. Antonio é rico, mas todo seu dinheiro está comprometido em empreendimentos no exterior. Assim ele recorre ao judeu Shylock (Al Pacino), que vinha esperando uma oportunidade para se vingar de Antonio. O agiota impõe uma condição absurda: se o empréstimo não for pago em três meses, Antonio dará um pedaço de sua própria carne a Shylock. A notícia de que seus navios naufragaram deixa Antonio em uma situação complicada, com o caso sendo levado à corte para que se defina se a condição será mesmo executada.

Direção: Michael Radford
Elenco: Al Pacino, Jeremy Irons, Joseph Fiennes mais
Gêneros Drama, Romance
Nacionalidades EUA, Itália, Luxemburgo, Reino Unido
– Exibido na mostra Panorama do Cinema Mundial, no Festival do Rio 2004.
– O orçamento de
O Mercador de Veneza
foi de US$ 30 milhões.

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Al Pacino Atividades > Ator, Diretor, Produtor
Nome de nascimento > Alfredo James Pacino
Nacionalidade > Americano
Nascimento > 25 de abril de 1940 (Cidade de Nova York, Nova York, EUA)
Idade > 77 anos

13.420 – Você é Manipulado – Entenda como funciona o Jabá nas rádios


JOVEM PAN 2 - 1977_
O dono do Pânico é um homem de difícil trato. E uma máquina de fazer dinheiro. Proprietário da rádio Jovem Pan, de um portal de internet, de uma empresa de telefonia e de vários outros negócios (incluindo uma pequena gravadora, a Bacana Records, e a Rádio Daslu, que toca na loja de madames), Antonio Augusto Amaral de Carvalho Filho, ou simplesmente Tutinha Amaral, é um sujeito durão, insone e hipocondríaco. Do tipo que vai à farmácia e pergunta quais as novidades do mercado. Ou que, ao deparar com uma funcionária que aparente estar tranqüila, solicita a ela que elabore, em meia hora, um relatório com todas as suas atividades e resultados obtidos. Não é à toa que ele inspirou um ex-funcionário, o comediante Felipe Xavier, a criar o Dr. Pimpolho, personagem que encarna o estereótipo do chefe irritado, mal-educado e explorador – apresentado diariamente na Rádio Mix, concorrente de Tutinha.

Os desafetos não são novidade na vida deste paulistano que não tem papas na língua. O curioso é que quase ninguém fala mal dele publicamente. “Sou o homem mais temido da indústria fonográfica nacional”, afirma. Faz sentido. Aos 20 anos, em 1976, quando foi para a Jovem Pan, Tutinha adotou o conceito de FM falada e acabou com o marasmo da programação de sala de espera de dentista. Sua rádio foi responsável pelo lançamento de boa parte das bandas de rock dos anos 80. Hoje ela tem 50 afiliadas no Brasil inteiro e influencia inúmeras rádios pequenas no interior. Junto com as rádios Mix, Transamérica e 89, domina o segmento que mais forma opinião – os jovens das classes A e B. Ou seja, influi decisivamente no que “pega” no mundo da música. Por isso é tão escandalosa a crítica mais recorrente a Tutinha: de que ele cobra jabá (presentes, dinheiro ou vantagens) para que artistas toquem em sua rádio. Ele não nega, embora não goste do termo – prefere falar que é um “acordo comercial”. Sem constrangimento, Tutinha diz ter ganhado 1 milhão de dólares por ter lançado a cantora colombiana Shakira no Brasil. Também afirma ter conhecido vários países graças aos pacotes pagos pelas gravadoras de artistas internacionais. Nesta entrevista, ele revela candidamente seu método de escolha dos músicos que tocam na Jovem Pan: “Recebo 30 artistas novos por dia na rádio. Seleciono dez, vou à gravadora e, para aquela que me dá alguma vantagem, eu dou preferência”. Além de músicos, Tutinha lançou apresentadores. Luciano Huck começou na Jovem Pan. Adriane Galisteu fez sucesso por lá antes de ir para a televisão. Emílio Surita iniciou sua carreira ao lado de Tutinha, e com ele criou o programa Pânico, inspirado nos talk shows do radialista americano Howard Stern. A lógica: metralhadora giratória que não poupa ninguém, desde o ouvinte até a celebridade mais badalada. A fórmula deu certo. O programa foi campeão de audiência e Tutinha resolveu levá-lo para a televisão. Bateu na porta da Gazeta, do SBT, da Bandeirantes, até que conseguiu um patrocínio da operadora de telefonia Vivo e emplacou na Rede TV!. O programa fez sucesso e foi cobiçado por Silvio Santos. As negociações com o SBT não prosperaram, mas o contrato com a Rede TV! termina em 2007. Tutinha pensa em montar sua própria rede. “Aos poucos, estou colocando o pezinho na televisão”, revela. Seria uma espécie de volta à infância. Ele praticamente nasceu dentro de uma emissora. Seu avô, Paulo Machado de Carvalho, foi dono da TV Record. O pai, Tuta, era diretor da rede no auge dos festivais da canção. Ainda criança, assistiu de camarote aos primeiros acordes da turma da Jovem Guarda. Suas lembranças são as de um típico filhinho de papai. Levava os amigos da escola para assistir a Perdidos no Espaço no cineminha da Record.

Trechos de uma entrevista com a Revista Playboy:

TUTINHA> Sou o mais temido, lógico. Sou assim mesmo. Se não tocar na minha rádio, a Jovem Pan, o artista não estoura. E não sou bonzinho. Se a música é ruim, digo para o artista: “Não vou tocar, seu disco é uma porcaria. Tchau e não me amola”.

TUTINHA> Se você tem um produto novo, você paga pra lançar. Era isso o que eu fazia. Eu tocava, mas queria alguma coisa. Promoção, dinheiro. Ah, bota aí 100 mil reais de anúncio na rádio. Me dá um carro pra sortear para o ouvinte. Mas hoje não tem mais isso. As gravadoras não têm mais dinheiro. O que pode existir é o empresário fazer acordo. Ah, toca aí meu artista e eu te dou três shows. Ou uma porcentagem da venda dos discos.
Na Jovem Pan nunca teve jabá. Antigamente as rádios tinham. Quando eu comecei a trabalhar, até me assustava. A Rádio Record ficava junto com a Jovem Pan. Na época, chegava o cara da gravadora e dava dinheiro, walkman, relógio para o radialista. Quando eu entrei, eu pegava essas coisas para a Jovem Pan. Nas outras rádios, os donos não estavam. Eu não tinha interesse em roubar a Jovem Pan. Queria fazer negócio. Antes o rádio era muito amador. Então a gravadora dava uma coisa pro cara, dava mulher.

PLAYBOY> Com quem mais você brigou?
TUTINHA> Com o Roger, do Ultraje a Rigor. A Jovem Pan foi a primeira a tocar aquela música deles, “quem quer dinheiro, índio quer dinheiro”, uma coisa assim. E eu combinei com o empresário de me dar três shows. Muito bem, você quer tocar o Roger? Eu quero três shows de graça e vou fazer promoção para a Jovem Pan. Pois ele estourou e não me deu os shows.

PLAYBOY> Tocou É o Tchan?
TUTINHA> Não, mas tocamos Netinho, Ivete, Banda Eva e Banda Mel. Depois a gente achou que a rádio caiu e podia ser o axé. É que essa rádio é conceito, sabe? Por exemplo, a molecada gosta de samba. Mas a gente acha que conceitualmente tocar Inimigos da HP, por exemplo, atrapalha a rádio. Então a gente prefere tocar rock, house e música brasileira e não arriscar a audiência.

13.360 – Mega Clássicos – Kung Fu Fighting


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É uma famosa canção do jamaicano Carl Douglas. Douglas foi o primeiro artista jamaicano a chegar ao topo das paradas musicais note americanas, o que ocorreu em 1974.Na época o Kung Fu e seus filmes eram muito populares mundialmente, tanto que foi lançada uma famosa série de TV com o ator David Caradine

Ano: 1974

Formato(s) VinilGênero(s)

Disco, funk rock

Duração 6:18

Gravadora(s) Pye Records

Composição Carl Douglas

Produção     Biddu

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Bruce Lee

13.356 – Cinema – A Procura da (Tal) Felicidade


Enredo
Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.

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Will Smith Will Smith: Atividades
Ator, Produtor, Compositor da música-tema
Nome de nascimento: Willard Christopher Smith Jr.
Nacionalidade: Americano
Nascimento: 25 de setembro de 1968 (Filadélfia, Pensilvânia, EUA)
Idade: 48 anos

 

Curiosidades
Diretor
A contratação de Gabriele Muccino foi indicação de Will Smith. O ator havia assistido O Último Beijo (2001) e Ricordati di Me (2003), ambos dirigidos por Muccino.
Início da parceria
Este é o 1º de dois filmes em que o diretor Gabriele Muccino e o ator Will Smith trabalham juntos. O posterior foi Sete Vidas (2008).
Título
O título original contém a grafia incorreta da palavra happiness, substituindo a letra I por Y. Este erro foi intencional, sendo uma referência a uma cena importante do filme.

a procura da tal felicidade

13.347 – Cinema – Cegos, Surdos e Loucos


LOUCOS
Comédia

Enredo
O dono de uma banca de jornais, Dave Lyons (Gene Wilder), que é surdo, dá um emprego para Wallace “Wally” Karue (Richard Pryor), que é cego. Perto da banca há um assassinato cometido por Eve (Joan Severance), uma matadora profissional, mas a vítima conseguiu se livrar de uma aparente moeda (na verdade um supercondutor de energia) misturando com outras moedas, que haviam na banca. Wally ouviu um tiro e Dave só viu as pernas de Eve, mas quando a polícia chega os dois são presos como suspeitos. Como Eve e seu cúmplice inglês, Kirgo (Kevin Spacey), não encontram na valise da vítima o material “encomendado” pelo mandante, Sutherland (Anthony Zerbe), então Eve e Kirgo se passam por advogados que querem libertar os acusados, pois têm certeza que a “moeda” está com eles. Mas Wally e Dave fogem e são perseguidos, pela polícia e pelos bandidos.

Elenco:
Gene Wilder
Nome de nascimento: Jerry Silberman
Nacionalidade: Americano
Nascimento: 11 de junho de 1933 (Milwaukee, Wisconsin, EUA)
Falecimento: 28 de agosto de 2016 com a idade de 83 anos

Gene Wilder

Richard Pryor
Nacionalidade: Americano
Nascimento: 1 de dezembro de 1940 (Peoria, Illinois, EUA)
Falecimento: 10 de dezembro de 2005 com a idade de 65 anos

Superman III
1983
real : Richard Lester
Richard Pryor
COLLECTION CHRISTOPHEL

Parceria
Este foi o 3º de 4 filmes em que Gene Wilder e Richard Pryor (ambos já falecidos) atuaram juntos. Os demais foram O Expresso de Chicago (1976), Loucos de Dar Nó (1980) e Um Sem Juízo, Outro Sem Razão (1991).
Estudo
Gene Wilder foi à Liga de Deficientes Auditivos de Nova York, como forma de estudar para seu personagem. Foi lá que conheceu sua futura esposa, Karen Boyer.

13.334 – Heroínas no Cinema


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O último dos grandes super-heróis finalmente realizou o sonho do filme próprio: a Mulher-Maravilha, que chegou às telas depois de 75 anos. Nos últimos 40 anos, os estúdios filmaram mais de 150 longas adaptados de HQs – e apenas 13 são protagonizados por mulheres. (E olha que contamos quadrinhos mais alternativos, como Annie e Azul é a Cor Mais Quente).

1982 A Annie

1984 B Supergirl + C Sheena, a Rainha das Selvas

1985 D Guerreiros do Fogo

1989 E Brenda Starr

1995 F Tank Girl

1996 G Bela e Perigosa

2001 H Josie e as Gatinhas

2004 I Mulher Gato

2005 J Elektra

2013 K Azul é a Cor Mais Quente

2017 L A Vigilante do Amanhã + M Mulher-Maravilha + N Valerian e a Cidade dos Mil Planetas*

*Filmes que serão lançados em 2017

Resident evil 5

13.325 – Cinema – O Fugitivo


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Direção: Andrew Davis
Elenco: Harrison Ford, Tommy Lee Jones, Sela Ward mais
Gêneros Suspense, Drama, Ação
Nacionalidade EUA

SINOPSE E DETALHES
Richard Kimble (Harrison Ford), um eminente cirurgião, é condenado à morte injustamente pelo assassinato de Helen Kimble (Sela Ward), sua esposa, mas consegue escapar devido a um acidente quando rumava para o presídio, onde ficaria até ser executado. Mas é implacavelmente perseguido por Samuel Gerard (Tommy Lee Jones), um dos agentes que tentam recapturá-lo, forçando-o a não ter nenhum contato com amigos. No entanto, Kimble está determinado a encontrar provas que determinem sua inocência.

Mega Curiosidades sobe o filme
Da TV para o cinema
Baseado no seriado de TV O Fugitivo.
O protagonista
Alec Baldwin era a primeira escolha para representar o Dr. Richard Kimble. Quando ele deixou o projeto, Andy Garcia estava cotado para assumir o posto. O ator Kevin Costner também foi considerado para o personagem principal.
Antes de rodar O Fugitivo o ator Harrison Ford nunca tinha visto um episódio da série de TV.
O filme foi dirigido por Andrew Davis, escrito por Jeb Stuart e David Twohy, e estrelado por Harrison Ford e Tommy Lee Jones. Na história, depois do Dr. Richard Kimble ser erroneamente condenado pelo assassinato da esposa, ele escapa da prisão e é declarado um fugitivo. Kimble parte para provar sua inocência e levar os verdadeiros responsáveis para a justiça enquanto é perseguido por uma equipe do Serviço de Delegados dos Estados Unidos, liderados pelo delegado Samuel Gerard.
Vários atores foram considerados para os papéis de Kimble e Gerard antes de Ford e Jones serem contratados. The Fugitive foi gravado principalmente em locações no interior da Carolina do Norte e na cidade de Chicago, Illinois. O filme estreou nos cinemas dos Estados Unidos em 6 de agosto e arrecadou mais de 350 milhões de dólares mundialmente na bilheteria. Considerando seu custo de 44 milhões e sua divulgação, ele foi considerado um sucesso comercial. The Fugitive foi indicado a sete Oscars, incluindo Melhor Filme, com Jones vencendo em Melhor Ator Coadjuvante. O filme também foi muito aclamado pela crítica especializada.

Elenco
Harrison Ford como Dr. Richard Kimble
Tommy Lee Jones como Delegado Federal Samuel Gerard
Joe Pantoliano como Delegado Federal Cosmo Renfro
Andreas Katsulas como Frederick Sykes
Jeroen Krabbé como Dr. Charles Nichols
Sela Ward como Helen Kimble
Daniel Roebuck como Delegado Federal Robert Biggs
Tom Wood como Delegado Federal Noah Newman
L. Scott Caldwell como Delegada Federal Erin Poole
Julianne Moore como Dra. Anne Eastman
Ron Dean como Detetive Kelly
Joseph F. Kosala como Detetive Rosetti
Jane Lynch como Dra. Kathy Wahlund

Harrison Ford não era a primeira escolha para interpretar o dr. Richard Kimble. Antes dele, vários outros atores fizeram testes para o papel, incluindo Alec Baldwin, Nick Nolte, Andy Garcia, Kevin Costner e Michael Douglas. Nolte, particularmente, acreditava ser muito velho para o papel, mesmo sendo apenas um ano mais velho que Ford. Gene Hackman e Jon Voight foram considerados para o papel de Samuel Gerard antes de Tommy Lee Jones ser escolhido; Jones improvisou boa parte de seus diálogos, incluindo a famosa frase “Eu não me importo”. Para o dr. Charles Nichols, a equipe tinha contratado o ator Richard Jordan, porém ele adoeceu e morreu nos estágios iniciais de produção e foi substituido por Jeroen Krabbé. Julianne Moore foi contratada originalmente para interpretar um interesse romântico de Kimble, a dra. Anne Eastman, porém a maioria de suas cenas foram cortadas por os cineastas acreditarem que não era correto um homem que procurava vingança pela morte da esposa se interessar por outra mulher.
The Fugitive foi filmado em locações na cidade de Chicago, Illinois, e em Cherokee e Dillsboro, ambas na Carolina do Norte. Apesar de quase metade do filme se passar no interior de Illinois, as gravações centraram-se na área do Condado de Jackson, Carolina do Norte, e nas Montanhas Great Smoky. A cena do ônibus de transporte de prisioneiros e o acidente de trem foram feitas na Great Smoky Mountains Railroad, perto de Dillsboro. A cena em si do acidente de trem custou um milhão de dólares e foi feita apenas uma vez, com o diretor Andrew Davis usando treze câmeras para capturar o evento; três acabaram sendo destruídas. Turistas em excursão pela ferrovia ainda conseguem ver parte dos destroços do trem e do ônibus. As cenas no hospital logo após a fuga de Kimble foram filmadas no Hospital Regional Harris em Sylva, Carolina do Norte. A Represa de Cheoah serviu de locação para a cena em que Kimble pula de uma barragem.
The Fugitive foi lançado nos Estados Unidos em 6 de agosto de 1993, arrecadando US$ 23.758.855 em seu primeiro fim de semana e ficando na primeira posição nas bilheterias, mantendo o lugar nas seis semanas seguintes. O filme acabou arrecadando um total de US$ 183.875.760 nos EUA e US$ 185.000.000 em outros países, chegando a um valor absoluto de US$ 368.875.760 mundialmente.

Oscar 1994 (EUA)
Vencedor na categoria de melhor ator coadjuvante (Tommy Lee Jones).
Indicado em outras seis categorias: melhor filme, melhor fotografia, melhores efeitos sonoros, melhor edição, melhor trilha sonora e melhor som.
Globo de Ouro 1994 (EUA)
Vencedor na categoria de melhor ator coadjuvante (Tommy Lee Jones).
Indicado ao Globo de Ouro em outras duas categorias: melhor diretor e melhor ator – drama (Harrison Ford).
Academia Japonesa de Cinema 1994 (Japão)
Indicado na categoria de melhor filme.
BAFTA 1994 (Reino Unido)
Venceu na categoria de melhor som.
Indicado nas categorias de melhor ator coadjuvante (Tommy Lee Jones), melhor edição, melhores efeitos especiais.
MTV Movie Awards 1994 (EUA)
Venceu na categoria de melhor sequência de ação e melhor dupla (Harrison Ford e Tommy Lee Jones)
Indicado na categoria de melhor atuação masculina (Harrison Ford) e melhor filme.