14.414 – Cinema – O Gordo e o Magro



Foram 96 filmes de 1927 a 1951 do inglês Stan Laurel, (1890-1965) e o americano Oliver Hard (1892-1957).
Uma famosa dupla de comediantes e uma das equipes cômicas mais populares do cinema dos Estados Unidos, em atividade desde o cinema mudo até meados da Era de Ouro de Hollywood. Composta por um magro, o inglês Stan Laurel (1890 – 1965) e um gordo, o americano Oliver Hardy (1892 – 1957),como já dissemos. A dupla tornou-se conhecida durante as décadas de 1920 e 1930 pelo seu trabalho em filmes de comédia e também apareceram em apresentações teatrais na América e na Europa.
Os dois comediantes trabalharam juntos pela primeira vez no filme mudo The Lucky Dog (1917). Após um período aparecendo separadamente em vários curta-metragens no Hal Roach Studios durante a década de 1920, eles começaram a atuar juntos em 1926. Laurel e Hardy tornaram-se oficialmente uma dupla no ano seguinte, e logo se tornaram as estrelas mais lucrativas de Hal Roach. Entre seus filmes mais populares e bem sucedidos estão os longa-metragens Filhos do Deserto (1933), Dois Caipiras Ladinos (1937), e A Ceia dos Veteranos (1938) e os curtas Negócio de Arromba (1929), Liberdade e Seus Perigos (1929) e Caixa de Música (1932), este último vencedor do Oscar de Melhor Curta-Metragem (Comédia).
A dupla deixou o Hal Roach Studios em 1940, e apareceram em oito comédias “B” da 20th Century Fox e Metro-Goldwyn-Mayer de 1941 até 1944. Decepcionados com os filmes em que tinham pouco controle criativo, de 1945 a 1950, a dupla não apareceu em nenhuma produção cinematográfica e se concentrou em suas apresentações teatrais, embarcando em uma turnê pela Inglaterra, Irlanda e Escócia. O último filme da dupla O Gordo e o Magro foi Atoll K (Utopia) (1951), e depois se aposentaram das telonas. No total, eles apareceram juntos em 106 filmes, sendo 40 curtas sonoros, 32 curtas mudos e 23 longa-metragens, e nos outros 11 filmes fizeram pequenas pontas.
Os dois comediantes iniciaram sua carreira trabalhando separadamente, e a primeira vez que atuaram juntos, casualmente, foi no filme The Lucky Dog. Após um período em que trabalhavam separados em vários curta-metragens do Hal Roach Studios durante os anos 20, começaram a atuar juntos em 1926.

Em 1926, Hardy fora chamado para o filme Get’Em Young, mas foi hospitalizado após uma queimadura, e Laurel foi recrutado para o filme[1]. Posteriormente, Laurel e Hardy apareceram num mesmo filme, 45 Minutes from Hollywood, interagindo em algumas cenas.
Em 1927, Laurel e Hardy apareceram juntos em Slipping Wives, Duck Soup e With Love and Hisses. O diretor supervisor do Roach Studios, Leo McCarey, observou em uma apresentação a reação da audiência, e começou a colocá-los juntos, criando assim a mais famosa dupla de humoristas da história do cinema.
Laurel e Hardy também atuaram para o USO, suporte das Forças Aliadas durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1940, a dupla deixou o Roach Studio, aparecendo em oito comédias “B” da 20th Century Fox e Metro-Goldwyn-Mayer, entre 1941 e 1944. A partir de 1941, os filmes da dupla foram perdendo a qualidade.
De 1945 a 1950, ao invés do cinema, a dupla se concentrou mais nas apresentações teatrais. Em 1947, planejaram ficar durante 6 semanas na Grã-Bretanha; o biógrafo John McCabe relata que eles continuaram no Reino Unido e França até 1954.
Fizeram seu último filme, Atoll K, na França entre 1950 e 1951, e retiraram-se do cinema. Ao todo, fizeram cerca de 106 filmes juntos, sendo 40 curta-metragens sonoros, 32 curta-metragens no cinema-mudo, 23 longa-metragens, e 11 filmes como convidados.
Morte de Oliver Hardy
Em maio de 1954, Hardy teve um infarto do miocárdio; em 1955, a dupla foi contratada, juntamente com Hal Roach, Jr., para uma série de TV baseada na fábula da Mother Goose (“Mamãe Ganso”), Laurel and Hardy’s Fabulous Fables. Laurel, porém, sofreu um AVC, com uma lenta convalescença. Hardy teve um AVC em 15 de setembro de 1956, ficando paralisado e acamado por vários meses, sem falar e se mover.
Em 7 de agosto de 1957, Oliver Hardy morreu, aos 65 anos. Laurel não compareceu ao seu funeral, pois entrara em severa depressão com a morte do amigo e parceiro, e disse que Babe (apelido carinhoso que dera a Hardy) compreenderia. Laurel decidiu, a partir de então, não mais trabalhar sem o seu amigo de tanto tempo, e passou a escrever para comédias. Os amigos diziam que Laurel ficara totalmente arrasado após a morte de Hardy, sem nunca ter se recuperado.
Morte de Stan Laurel
Stan viveu seus últimos anos em um apartamento no Oceana Hotel, em Santa Mônica. Jerry Lewis era um dos muitos comediantes que o visitavam, aproveitando suas sugestões para a produção de The Bellboy (1960).
Faleceu vítima de um ataque cardíaco em 23 de fevereiro de 1965 aos 74 anos. Seu corpo está enterrado no Forest Lawn Memorial Park, em Los Angeles.

14.366 – Cinema – Filmes de Viagem no Tempo


viagem no tempo cinema
O viajante
Tim (Domhnall Gleeson)
Como é a viagem no tempo?
Tim vai a algum lugar escuro e se concentra no período de tempo e no local para onde deseja ir

O que você faria se tivesse o dom de viajar no tempo sempre que desejasse? Para Tim, a descoberta deve ser usada para arranjar uma namorada! Esta é sua meta inicial após ser informado pelo pai de que pertence a uma longa dinastia familiar de viajantes pelo tempo. Só que, à medida que os anos passam, ele percebe que o dom pode ser usado por motivos bem mais importantes.
Dirigido por Richard Curtis (Simplesmente Amor), Questão de Tempo usa as idas e vindas pela história de Tim para contar de forma bem afetuosa o romance entre ele e Mary (Rachel McAdams).
Como é a viagem no tempo?
A bordo do carro Delorean, transformado em máquina do tempo pelo dr. Emmett “Doc” Brown (Christopher Lloyd)

Se você pensar em viagens no tempo no cinema, fatalmente chegará a De Volta para o Futuro! A trilogia dirigida por Robert Zemeckis é um ícone sobre o assunto, sendo até hoje idolatrada pelos cinéfilos.

A história acompanha as aventuras de Marty McFly, que acidentalmente viaja para o passado ao tentar fugir de bandidos que perseguiam o dr. Brown. Sem querer ele acaba se intrometendo na vida de seus próprios pais quando jovens, o que coloca em risco sua própria existência. Nas continuações Marty precisa lidar com as alterações no presente causadas por mudanças no passado, o que faz com que visite o futuro (De Volta Para o Futuro 2) e também o Velho Oeste (De Volta Para o Futuro 3).
Em Algum Lugar do Passado
Através da auto-hipnose, convencendo sua mente de que a matéria de seu corpo havia se transferido para determinado espaço no tempo
Extremamente romântico e com uma trilha sonora linda, Em Algum Lugar do Passado é daqueles filmes que já fizeram muita gente chorar. O longa acompanha o inusitado romance entre Richard e Elise (Jane Seymour), que viveram com uma distância de quase 100 anos. Um dia, já idosa, ela entrega um relógio antigo e lhe diz: “volte para mim”. Sem entender o que está acontecendo, Richard pesquisa sobre o passado daquela senhora e decide convencer a si mesmo que pode visitá-la. É o que acontece e, é claro, eles acabam vivendo uma grande história de amor.

em algum lugar do passado

14.348 – Música – Da Escandinávia para o Mundo – Ace Of Base


Ace of Base
Os Sucessores do Abba

Uma banda dance e pop da Suécia constituída por Ulf Gunnar Ekberg (Buddha), e os irmãos Jonas Berggren (Joker), Malin Sofia Katarina Berggren (Linn) e Jenny Cecilia Berggren. Muitas vezes são comparados com o ABBA, outra banda do mesmo país. Ace Of Base é considerado um dos maiores fenômenos da música européia e também mundial em todos os tempos.
A história da banda teve início quando os três irmãos Jonas, Jenny e Linn Berggren formaram uma banda chamada “Tech Noir”. Jonas conheceu o Ulf Ekberg e juntos começaram a compor e produzir músicas, criando assim o Ace of Base.

Após gravar uma fita demo, onde entre outras estava “All That She Wants”, eles foram para Estocolmo procurar pelas grandes Gravadoras. Nenhuma delas se mostrou interessada (Jonas ainda se lembra de alguém falando que as músicas eram “Obvias demais, simples demais”). O próximo passo foi Copenhaga, onde a Mega Records imediatamente viu que eles tinham potencial e adorou o estilo pop-reggae das músicas.
O primeiro single do Ace of Base foi “Wheel of Fortune”, seguido então pelo conhecidíssimo hit “All That She Wants”. “The Sign” e “Don’t Turn Around” também se tornaram sucessos internacionais.
A banda primeiramente teve sucesso na Dinamarca, depois Alemanha, o resto da Europa, Ásia, antes de conquistar a América.
No total, o primeiro álbum, chamado Happy Nation, vendeu 23 milhões de cópias e mantém a marca de Album de Estréia Mais Vendido no Guiness Book. Além de alcançar vários prémios, como seis WMA, três Billboard Awards, três America Music Awards, vários Grammy Awards da Europa e duas nomeações ao Grammy.
Em 1994 gravaram aquele que seria o melhor house single da década de 1990, Living Danger

14.337 – Cidades da DC Gotham e Metrópolis


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As cidades de Batman e Superman são seriam próximas.
Gotham já não é mais uma cidade dominada pelo crime e pela corrupção, mas que graças aos esforços filantrópicos de Bruce Wayne, a cidade foi trazida de volta à sua antiga glória.
Claro que o Batman também tem sua parcela de crédito pelo desaparecimento dos vilões.

Gotham: Química Ace
Então, temos um vislumbre do prédio da Química Ace, o local de “nascimento” do Coringa. Aqui, o breve comercial faz uma ponte com o Esquadrão Suicida, exaltando a ligação entre os filmes da DC, uma vez que todos fazem parte do mesmo universo.
Como visto no trailer de Esquadrão Suicida, a origem da Arlequina será mostrada, e pelo seu processo de transformação ser muito similar ao do Coringa, ela estará conectada nos mínimos detalhes com a Química Ace.

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Gotham em vida
A cidade brilha ainda mais ao visitarmos a aba especial de Gotham no site da Turkish Airlines. Se você jogou Batman Arkham Kinight sabe que Gotham possui seus bairros temáticos com suas peculiaridade. Isso está presente em peso na versão cinematográfica da cidade. “Os edifícios do centro da cidade de Gotham, incluindo a Torre Wayne, o edifício Ellsworth, a Torre Davenport, e a Torre do Relógio, lançam sombras profundas ao meio-dia, e criam uma corte arquitetônica de reis.” Diz o site. “A Gotham City Opera House e o Teatro Rosemont são pilares gêmeos dos intelectuais, e sua arquitetura chama até mesmo aqueles que não se importam em ver as apresentações”. Um desses dois lugares deve estar relacionado a morte dos pais de Bruce.

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Metrópolis e Gotham: Atrações
No fim ainda temos uma visão panorâmica de Gotham, e o símbolo de uma celebridade local brilhando no céu. Bruce termina convidando a todos a visitarem sua “grandiosa cidade”.
Esta visão mais pessoal, meio celebridade dos super-heróis foi uma sacada muito inteligente da equipe de publicidade do filme, fazendo com que Batman e Superman sejam tratados como atrações. Uma abordagem simples, mas incrivelmente realista e palpável.
Metrópolis e Gotham: Contrastes
Nesta versão, Gotham e Metrópolis são retratadas cidades vizinhas para enaltecer o contraste entre elas.
De acordo com o diretor Zack Snyder, a ideia é mostrar duas cidades irmãs separadas por uma grande baia, como Oakland e San Francisco. Ben Affleck, por sua vez, vê “Metrópolis como uma cidade bem sucedida e saudável, e Gotham como um lugar onde pessoas oprimidas vivem”.
Está claro que Bruce tentou levar Gotham ao mesmo nível da Metrópolis pré-kryptonianos, algo que ele aparentemente conseguiu.

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Metrópolis: Reconstrução
Entretanto, Metrópolis não foi salva apenas pelo Superman. Após a cidade quase ser varrida do mapa, Lex Luthor investiu em sua reconstrução e se tornou uma espécie de símbolo. O comercial trata de deixar bem claro isso, falando da cidade como um local renascido e reconstruído.
Isso tudo tendo acontecido em apenas 18 meses traz à tona o complexo de Deus de Lex. Mas é claro que o símbolo de Lex não é maior que o do Superman, que até ganhou uma estátua em sua homenagem e em homenagem às vítimas da invasão kryptoniana.
Lex possui seus complexos e desejos maquiavélicos de se tornar a pessoa mais poderosa do mundo. O que o diferencia é que ele tem os meios para se tornar o que almeja, mas existe alguém em seu caminho. Lex pôde reconstruir Metrópolis a sua imagem e semelhança, transformando-a na Cidade do Futuro.

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14.335 – Imagem e Semelhança – Coringa X Duende Verde


 

Se você é atento, deve ter notado a incrível semelhança entre os dois vilões
Alex Ross divulgou um vídeo onde compara dois de seus desenhos mais conhecidos envolvendo vilões: o Duende Verde e o Coringa. O desenhista falou sobre a similaridade dos personagens e suas inspirações para criar os desenhos.
A imagem do Duende Verde foi criada especialmente para seu estande em uma SDCC, onde o público veria o Coringa de um lado e o rival do Homem-Aranha do outro. “Foi muito divertido ver as similaridades entre os dois personagens e contrastá-las”.

14.331 – Mega Séries – Gotham


Gotham
Série de televisão americana criada por Bruno Heller, baseada em personagens que aparecem em publicações da DC Comics em sua franquia Batman, principalmente o Detetive James Gordon e Bruce Wayne. A série é estrelada por Ben McKenzie como o jovem Gordon. Heller serve como produtor executivo da série, juntamente com Danny Cannon, que também dirigiu o piloto. Gotham foi anunciada em 5 de maio de 2014, e estreou em 22 de setembro de 2014 na Fox Broadcasting Company (FOX). Em 13 de maio de 2018, a Fox renovou a série para uma quinta e última temporada.
Como originalmente concebida, a série teria servido como uma história simples sobre os primeiros dias de Gordon na polícia de Gotham City. A ideia evoluiu, não só para incluir o personagem Bruce Wayne, mas também para contar as histórias de origem de vários vilões do Batman, incluindo Coringa (Joker), Pinguim, Mulher-Gato, Charada, Duas-Caras, Hera Venenosa, Senhor Frio, Espantalho, Ra’s al Ghul, Chapeleiro Louco e Hugo Strange. A primeira temporada teria originalmente 16 episódios, que depois foi estendido para um total de 22.
No Brasil, a série é transmitida pela Warner Channel na (TV Paga) desde o dia 29 de setembro de 2014, exibindo episódios inéditos apenas às segundas na faixa das 22h30.
Em agosto de 2015, a série estreou também no Netflix do Brasil.
Temporadas
Na primeira temporada, James Gordon, um novo recruta do Departamento de Polícia de Gotham City, está emparelhado com o veterano detetive Harvey Bullock para solucionar os assassinatos de Thomas e Martha Wayne. Gordon conhece o filho dos Wayne, Bruce, que agora está aos cuidados do mordomo Alfred Pennyworth. Além disso, ele também encontra o membro de gangue Oswald Cobblepot, o inteligente Edward Nygma, o agente recruta Jerome Valeska, as órfãs de rua Selina Kyle e Pamela “Ivy” Pepper, o promotor público assistente Harvey Dent e a médica Leslie Thompkins. Gordon se envolve com as famílias criminosas de Gotham, incluindo a gangster Fish Mooney e os senhores do crime Carmine Falcone e Salvatore Maroni.
2ª Temporada
Na segunda temporada, Gordon lida com uma série de eventos que estão sendo orquestrados por Theo Galavan e sua irmã Tabitha, que libertam os lunáticos Jerome Valeska e Barbara Kean de Arkham como parte de um plano para assumir Gotham como o novo Prefeito de Gotham City e exigindo vingança contra a Família Wayne. Depois que Galavan é assassinado em sua campanha para prefeito, o Departamento de Polícia de Gotham City lida com as ações de Victor Fries. O enigmático Hugo Strange e sua assistente Ethel Peabody realizam uma série de experiências bizarras sob o Asilo Arkham, nas instalações subterrâneas de Indian Hill, que é de propriedade secreta da Wayne Enterprises e supervisionadas pela Corte das Corujas.
3ª Temporada
Na terceira temporada, seis meses depois, Gordon tornou-se um caçador de recompensas enquanto trabalha para rastrear experimentos em Indian Hill que escaparam tão bem quanto uma Fish Mooney revivida. Enquanto planejava recuperar Leslie (Lee) Thompkins, que planeja se casar com o filho de Carmine Falcone, Mario Calvi. O hipnotizador Jervis Tetch chega na cidade em busca de sua irmã Alice, sendo que ela possui sangue venenoso que enlouquece de várias maneiras. Enquanto isso, Ivy é envelhecida até uma mulher adulta após um encontro com um dos seguidores de Fish Mooney vindos de Indian Hill. Jerome Valeska é revivido para retomar sua vingança anterior contra a cidade. Tetch usa o vírus de sua irmã para se vingar da cidade e de James Gordon, considerado culpado pelo Chapeleiro Maluco pela morte de sua irmã. Gordon se junta a Bruce e Selina para lidar com a Corte das Corujas que trabalham em nome de Ra’s al Ghul e da Liga das Sombras, Pinguim e Ivy se unem para formar um exército, e Edward Nygma abraça sua nova identidade como “O Charada”.
4ª Temporada
Na quarta temporada, Bruce Wayne é um vigilante mascarado, patrulhando as ruas de Gotham à noite, vestindo roupas escuras e uma balaclava preta com capuz. Cobblepot inicia uma campanha para dominar o submundo da cidade lucrando com crimes licenciados, Nygma descobre que suas ideias mentais diminuíram como um efeito colateral de ter sido congelado, Jonathan Crane é visto abraçando seu papel como o Espantalho, a Liga das Sombras começa seu próximo lote envolvendo uma antiga faca de embalsamamento, considerada a única faca capaz de deter Ra’s al Ghul. Ivy Pepper toma drogas de um farmacêutico que a transformam novamente, Butch Gilzean se torna Solomon Grundy depois que seu corpo comatoso foi jogado em um pântano, e acaba se juntando ao Charada para dominar o bairro do Narrows. Sofia Falcone, filha de Carmine Falcone, retorna á Gotham para ajudar Gordon em impedir Cobblepot de continuar sendo o “rei de Gotham”. Sofia consegue a confiança de Cobblepot, enquanto reergue o império criminal de seu pai. Enquanto isso, Jerome orquestra uma fuga maestral em Arkham com seus novos aliados Jervis Tetch e Jonathan Crane, essa aliança depois evoluiria na Legião dos Horríveis, que tinham Oswald Cobblepot, Victor Fries, Bridgit Pike e Solomon Grundy como membros também, que tinha como objetivo enlouquecer Gotham. Barbara Kean, Tabitha Galavan e Selina Kyle se juntam a Bruce Wayne e Alfred Pennyworth para derrotar Ra’s al Ghul. Jerome reencontra seu irmão gêmeo Jeremiah Valeska, que é contaminado pelo Gás do Riso de Jerome, fazendo com que Jeremiah torne-se o Coringa. Após a morte de Jerome, Jeremiah continua com os planos de seu irmão, atirando contra Selina Kyle que é levada para o hospital. Jeremiah se junta ao Ra’s para destruir a cidade, explodindo as pontes de Gotham, isolando a cidade de todo o mundo, causando o caos na cidade e transformando Gotham na “Terra de Ninguém”.
5ª Temporada
Na quinta temporada, após a explosão das pontes que ligavam Gotham ao resto do continente, a nova ilha vira uma “terra de ninguém”, que é controlada pelo Espantalho, Barbara Kean, Pinguim, e a “zona negra” que ninguém a controla. Mesmo com Jim pedindo suprimentos ao resto do Continente, ele é sempre ignorado pelos seus superiores. Selina Kyle, após de levar um tiro de Jeremiah, entra em coma, e, com Bruce preocupado, decide procurar a “Bruxa”, que na verdade é Ivy Pepper, que decide ajudar pela sua amizade com Selina. Após Jim Gordon fazer o ataque ao grupo que planejava fazer um túnel para chegar ao continente, ele cria o “Paraíso”, um refúgio seguro com moradores necessitados e outros que eram perseguidos. Mas, no fim das contas, o Charada causa uma explosão com um tiro de bazuca em um tanque de óleo, o que causa uma perseguição de todas as facções atrás de Edward Nygma. Após o seu tratamento com Ivy Pepper, Selina descobre a localização de Jeremiah, ao norte da “zona negra”. Então, decide se unir com Bruce para procura-lo. Bruce e Selina descobrem algo como um culto “Valeska” para procurar os mais fiéis. Selina finge querer trabalhar para Jeremiah invadir sua sede, mas depois de um confronto, Ecco escapa e Selina trai Bruce para ir atrás de Jeremiah. Jeremiah é esfaqueado por Selina, fazendo com que todos acreditassem que ele foi morto, sendo que ele conseguiu sobreviver.

14.321 – ☻Mega Personalidades – Barbra Streisand


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Barbara Joan Streisand, (Brooklyn, Nova Iorque, 24 de abril de 1942), conhecida como Barbra Streisand, é uma cantora, compositora, atriz, diretora e produtora cinematográfica norte-americana, de origem judaica, vencedora de 2 Oscars, tendo sido indicada para mais três estatuetas.
Ela ganhou dois Oscar, quinze Grammy, seis Prêmios Emmy, um prémio Tony especial, um American Film Institute.
Barbra é uma das artistas mais bem sucedidas, tanto comercialmente como de crítica, na história do entretenimento norte-americano, com mais de 72,5 milhões de álbuns vendidos nos Estados Unidos e 152,5 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo.
Barbra Streisand é uma das poucas estrelas do show business a conquistar prémios em diversas áreas da arte – Oscar (cinema; 2), Grammy (música; 15), Tony (teatro; 1) e Emmy (televisão; 6). Ela foi também a primeira mulher a, simultaneamente, produzir, dirigir, escrever e atuar em um filme (“Yentl”, de 1983).

Ela iniciou a sua carreira em 1962 com a peça da Broadway “I Can get it For you Wholesale”. O seu primeiro disco, The Barbra Streisand Album, foi lançado em 1963 e premiou-a com dois Prémios Grammy. Barbra possui uma voz poderosa e imprime uma interpretação dramática às músicas que grava, especialmente nas baladas românticas. Fez duetos com artistas como Neil Diamond, Donna Summer, Frank Sinatra, Celine Dion, Bryan Adams, Burt Bacharach e Barry Gibb.
A sua estreia no cinema foi em 1968, com o musical Funny Girl e sua atuação rendeu-lhe o Oscar de melhor atriz. Foi indicada também pelo filme Nosso Amor de Ontem, em 1973. Também ganhou o Oscar de melhor canção original pelo filme Nasce uma Estrela em 1976. Em 1964, casou-se com o ator Elliot Gouldy com quem teve o seu único filho, Jason, mas o divórcio veio logo após conquistar o Oscar de melhor atriz. Depois de vários romances, Barbra casou-se em 1998 com o ator e diretor James Brolin.
A RIAA e a Billboard reconhecem Streisand como detentora do recorde de artista feminina que conquistou mais álbuns Top10 da história: um total de 34 desde 1963.
A Billboard também reconhece Streisand como a maior mulher de todos os tempos em sua tabela Billboard 200 e um dos maiores artistas de todos os tempos em sua tabela Hot 100.
Um pouco mais
Barbara Joan Streisand nasceu em 24 de abril de 1942, em Brooklyn, Nova York, numa família de judeus, filha de Emmanuel e Diana Streisand. É a segunda de dois filhos por parte do pai Emmanuel, um professor de uma escola respeitada. Quinze meses após o nascimento de Streisand, Emmanuel morreu de uma hemorragia cerebral e a família quase foi a falência.
A carreira de Barbra Streisand começou quando ela se tornou uma cantora de boate, durante a sua adolescência. Ela queria ser atriz e apareceu em várias produções teatrais, incluindo Driftwood em 1959, com a então desconhecida Joan Rivers. Driftwood durou apenas seis semanas.
Streisand voltou à Broadway em 1964 com uma atuação aclamada como Fanny Brice em Funny Girl. Por causa do sucesso da peça, ela apareceu na capa da Time, e em 1968 apareceu na adaptação cinematográfica de Funny Girl que lhe deu o Oscar de melhor atriz.
Streisand gravou 35 álbuns de estúdio, quase todos com a Columbia Records. Os seus trabalhos mais conhecidos no início da década de 1960 são The Barbra Streisand Album, People, Stoney End, The Way We Were, Guilty, The Broadway Album e Higher Ground. Os discos de Streisand foram nomeados para mais de 44 prémios Grammy, ganhando 15 desses, incluindo todos os especiais.
Durante os anos 1970, ela também teve grande sucesso nas paradas pop, com músicas Top 10 na Hot100 como The Way We Were (EUA Nº. 1), Evergreen (EUA Nº. 1), No More Tears (Enough Is Enough) (1979, com Donna Summer), que até hoje é considerado o dueto de maior sucesso comercial, (EUA Nº. 1), You Don’t Bring Me Flowers (com Neil Diamond) (EUA Nº. 1), Stoney End (EUA Nº. 5), My Heart Belongs To Me (EUA Nº. 4) e The Main Event (EUA Nº. 3). Como o fim da década de 1970, Streisand foi nomeada o artista mais bem sucedido nos EUA atrás somente de Elvis Presley e The Beatles.
Em 1980, Barbra lançou o seu álbum de maior sucesso comercial: Guilty, tendo vendido até hoje mais de 20 milhões de cópias e foi produzido por Barry Gibb dos Bee Gees junto com a equipa de produção de Albhy Galuten e Karl Richardson.

A faixa-título, um dueto entre Streisand e Gibb, ganhou o Prémio Grammy de Melhor Performance Pop por um Duo ou Grupo com Vocal em 1981, e foi o # 3 da Billboard Hot 100 hit. O primeiro single Woman in Love tornou-se uma das canções de maior sucesso da carreira de Streisand. A música passou um total de três semanas na posição # 1 da parada da Billboard. Além desses dois hits, o álbum também trouxe mais dois outros sucessos: What Kind Of Fool, outro dueto entre Streisand e Gibb e Promises. Em 2005, Barry Gibb propôs lançar uma sequência para este álbum, Guilty Pleasures. Não gerou tanto êxito como o álbum de 1980, mas possui músicas notáveis como Stranger In A Stranger Land e Above The Law, dueto entre ambos. Também em 2005 Barbra relançou o álbum remasterizado com novas entrevistas dela com Gibb, duas performances ao vivo de 1986 e uma galeria de fotos.
Depois de anos fora da Broadway, trabalhando apenas em música pop em favor de um material mais contemporâneo, Streisand voltou ao seu teatro-musical com The Broadway, que foi um sucesso inesperado, segurando o cobiçado 1 º lugar da Billboard por três semanas seguidas, e ser certificado quádruplo de platina. O álbum contou com músicas de Rodgers & Hammerstein, George Gershwin, Jerome Kern, e Stephen Sondheim, que foi persuadido a reformular algumas de suas músicas especialmente para esta gravação. The Broadway Album foi recebido com aclamação, incluindo uma indicação ao Grammy de álbum do ano, e finalmente, entregou a Streisand o seu oitavo Grammy de Melhor Cantora. Depois de lançar o álbum ao vivo One Voice em 1986, Streisand criou Great White Way em 1988. No início da década de 1990, Streisand passou a concentrar-se nos esforços como diretora de filmes e se tornou quase inativa no estúdio de gravação. Em 1991, um conjunto de caixa de quatro discos, foi apresentado.
Atualmente Streisand ja vendeu 140 milhões de álbuns mundialmente, e 71.5 milhões de álbuns nos Estados Unidos e é a artista feminina que mais vendeu discos nos Estados Unidos, ocupando a oitava colocação na lista geral.
Seu primeiro filme foi uma reprise do seu sucesso da Broadway, Funny Girl (1968), um sucesso artístico e comercial dirigido pelo veterano William Wyler . Streisand ganhou o Oscar de Melhor Atriz para o papel, compartilhando-o com Katharine Hepburn ( O Leão no Inverno ), foi a única vez que houve um empate nesta categoria do Oscar. Seu próximo filme também foi baseado um musicail, Hello, Dolly! , dirigido por Gene Kelly (1969) e Alan Jay Lerner. E depois On a Clear Day You Can See Forever outro musical dirigido por Vincente Minnelli.
Streisand iniciou seu trabalho como diretora, produtora e roteirista com o filme Yentl pelo qual ela se tornou a primeira mulher da historia a atuar, dirigir, produzir e escrever um filme, e também se tornou a primeira mulher a vencer um Globo de Ouro de Melhor Diretor, mas apesar de ter vencido o globo de ouro o filme nem sequer foi indicado ao Óscar de melhor filme e Óscar de melhor diretor o que causou muita discussão.
Após 8 anos afastado do cinema, Streisand retornou ao cinema em 2004 com o filme Meet the Fockers (e na sequencia Meet the Parents ), atuando ao lado de Dustin Hoffman , Ben Stiller , Blythe Danner e Robert De Niro . Em 2005 a Barwood Streisand Films, empresa de Streisand, comprou os direitos do livro Anão de Mendel,[25] onde ela futuramente dirigiria e atuaria em uma adaptação do livro para o cinema. Em dezembro de 2008, ela declarou que ela estava pensando em dirigir uma adaptação do livro de Larry Kramer Coração Normal , um projeto que ela tem trabalhado desde os meados da década de 1990.
Streisand pessoalmente reuniu 25 milhões dólares para as organizações através de suas performances ao vivo. A Fundação Streisand, criada em 1986, contribuiu com mais de 16 milhões dólares por cerca de 1.000 bolsas para organizações nacionais que trabalham na preservação do meio ambiente, a proteção das liberdades civis e dos direitos civis, aos direitos da mulher.
Em 2008, Streisand levantou 5 milhões para dólares de Pesquisa Cardiovascular da Barbra Streisand para o Centro do Coração da Mulher.

14.310 – Cinema – Charles Bronson


Bronson
Nome artístico de Charles Dennis Buchinsky, (Ehrenfeld, 3 de novembro de 1921 — Los Angeles, 30 de agosto de 2003) foi um ator norte-americano.
Foi no cinema que ele se projetou e, apesar da longa carreira, que teve início nos anos 50, somente ganhou popularidade na década de 1970. Nessa fase, ficou conhecido como “o homem de poucas palavras e muita ação”, pelas características de seus personagens.
Antes mesmo de participar de qualquer filme, Bronson somente pôde conhecer o mundo, além do local onde cresceu, quando serviu no exército dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial, quando foi artilheiro de cauda do bombardeiro B-29, ele voou 25 missões no teatro de operações do Oceano Pacífico, tendo recebido a medalha de condecoração militar Purple Heart, por ferimentos em combate.
Bronson se casou três vezes: a primeira foi Harriet Tendler, com quem ficou casado de 1949 a 1967 e com quem teve dois filhos; a segunda foi a atriz Jill Ireland, de 5 de outubro de 1968 a 18 de maio de 1990, até a morte dela, e com quem teve uma filha; a terceira esposa foi Kim Weeks, e o casamento durou de 22 de dezembro de 1998 até a morte dele, em 2003. Bronson mencionou que em seu retorno do exército, teve um breve romance com uma loira espanhola chamada Esther, cuja história acabou quando ela voltou para seu país, deixando uma lembrança na memória do ator como ele disse certa vez, ter sido seu primeiro amor.
Bronson sofria do Mal de Alzheimer e morreu em consequência de uma pneumonia aos 81 anos. Encontra-se sepultado em Brownsville Cemetery, West Windsor, Condado de Windsor, Vermont nos Estados Unidos.

Carreira
Iniciou a fase de sucesso nos anos 1960. Apesar da relativamente pequena participação no filme Sete homens e um destino, ficou conhecido quando esse western passou a ser considerado um dos melhores da década. Depois de atuar em filmes de aventura como Robur, o conquistador, de 1961, Fugindo do Inferno (1963) e Os doze condenados, de 1967, Bronson foi para a Europa em 1968, onde atores de filmes de ação estavam obtendo melhores oportunidades. Neste ano, ele filmou Os canhões de San Sebastian, Era uma vez no oeste e Adeus, amigo, este último com Alain Delon. Seguiram-se O Passageiro da Chuva, de 1969, Os visitantes da noite, de 1970, Sol vermelho, de 1971, novamente parceria com o francês Delon, e por fim O segredo da Cosa Nostra, de 1972, os três últimos dirigidos por Terence Young.
Nos anos 1970, Bronson voltaria aos Estados Unidos e faria sucesso como o maior astro dos filmes de ação. Seu primeiro grande filme nesse nova fase foi ‘The Mechanic’, de 1972, no qual interpretou o assassino profissional Arthur Bishop, revivido por Jason Statham no filme homônimo em 2011.
No filme Fuga audaciosa, de 1975, é mostrado um plano de fuga de uma prisão, utilizando-se um helicóptero que, pilotado por Bronson, pousa no pátio de um presídio e resgata o prisioneiro interpretado por Robert Duvall. A cena se tornou famosa no Brasil, pois teria inspirado a fuga do bandido Escadinha, que usou o mesmo estratagema para fugir do presídio carioca da Ilha Grande, em 1985.
Nos anos 80 Bronson protagoniza diversos filmes de baixo orçamento e muita ação com a produtora Cannon Films de 1981 a 1994, boa parte deles dirigidos pelo Cineasta Inglês J. Lee Thompson, entre os de mais de destaque estão: Death Wish II, Death Wish III, 10 to Midnight e Kinjite: Jogos Proibidos.
Mas, o maior “empurrão” em sua carreira foi com o clássico Desejo de Matar, de 1974, que o consagrou na pele de Paul Kersey, um pacato arquiteto da cidade de Nova Iorque, que tem sua mulher morta e sua filha estuprada por três bandidos e passa a agir como um “vigilante”, perseguindo os criminosos nas ruas à noite.
Desejo de matar teve mais quatro sequências: Desejo de Matar 2 (1982), Desejo de Matar 3 (1985), Desejo de Matar 4 – Operação Crackdown (1987) e Desejo de Matar 5: A Face da Morte (1994).

14.308 – Cinema – Bud Spencer


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Nome artístico de Carlo Pedersoli (Nápoles, 31 de outubro de 1929 — Roma, 27 de junho de 2016), foi um ator, nadador olímpico e jogador de polo aquático italiano.
Como ator, Bud Spencer estrelou diversos filmes de comédia e do chamado western spaguetti. Seus trabalhos mais famosos foram em comédias de ação ao lado de seu parceiro de longa data Terence Hill. A dupla “foi aclamada mundialmente e atraiu milhões de pessoas aos cinemas”. Spencer e Hill estrelaram, produziram e dirigiram mais de 20 filmes juntos.
O nome Bud Spencer foi uma homenagem a sua cerveja favorita, Budweiser, e ao ator Spencer Tracy.
Graduado em Direito e falante de seis línguas (inclusive o português, no qual disse frases em alguns filmes tais como em “Charleston” de 1977, quando se faz passar por um milionário brasileiro), também foi autor do registro de diversas patentes.
Morou no Brasil entre 1947 e 1949, quando foi funcionário do consulado da Itália em Recife.
Em 1949, com apenas 20 anos, começa competir com as cores do SS Lazio, proclamando-se campeão italiano de natação nos 100 metros livres, título este que ele viria a conquistar por 7 vezes consecutivas (1949 a 1956). Além disso, ele foi o primeiro italiano a nadar 100 metros, em estilo livre, em menos de um minuto.
As boas performances valeram a Pedersoli a convocação para disputar o Campeonato Europeu de natação em 1950, disputado em Viena (Áustria). Não foi campeão, mas permaneceu no time para disputar em 1951 a primeira edição dos Jogos do Mediterrâneo, onde conquistou a medalha de prata nos 100m livres.
Estes resultados lhe credenciaram a defender as cores da Itália nas Olimpíadas de 1952 e 1956.
Também foi jogador de Pólo aquático e jogando pela Lázio, foi campeão italiano em 1954. Em 1955, foi medalha de ouro nos Jogos do Mediterrâneo (pelo pólo aquático).
Em Helsinque-1952, parou nas semifinais dos 100 livre marcando 58.9 além de integrar o revezamento 4×200 livre da Itália que parou nas eliminatórias.
Quatro anos depois, nos Jogos de Melbourne, Pedersoli já alternava a carreira de nadador com o polo aquático onde se sagrou campeão italiano pela Lazio em 1954. Nos Jogos de 56, parou novamente nas semifinais dos 100 livre, desta vez nadando para 59.0. No ano seguinte deixava o esporte.

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Iniciou sua carreira de ator em 1949, na comédia Quel fantasma di mio marito e em Hollywood, no filme Quo Vadis, com um papel de guarda do Império Romano. Mas ficou famoso com o parceiro de atuação, Terence Hill, em filmes do gênero western spaghetti, como o primeiro grande êxito Meu nome é Trinity, de 1970, repetido com a sequência de 1971 …continuavano a chiamarlo Trinità. Outros sucessos foram Altrimenti ci arrabbiamo, Due superpiedi quasi piatti e Io sto con gli ippopotami. No filme Anche gli angeli mangiano fagioli o parceiro de Bud Spencer foi Giuliano Gemma. Também teve êxito sem Terence Hill, como: Lo chiamavano Bulldozer, Piedone lo Sbirro e Banana Joe dentre outros.
Morreu aos 86 anos de idade, em Roma, em 27 de junho de 2016. A causa da morte não foi revelada, mas o filho declarou que o ator ficou com a saúde debilitada após ter sofrido uma queda em casa.

14.306 – A Indústria do Cinema Afetada pelo Coronavírus


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Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica, o mais recente filme da Pixar, estreou no início de março e fez US$ 39 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA, além de arrecadar US$ 28 milhões ao redor do mundo. Parece muito, mas a bilheteria ficou bem abaixo do esperado.
Dois Irmãos teve o pior final de semana de estreia de todos os filmes da Pixar. Mas isso não é culpa da qualidade da animação (que é boa, por sinal). Quem prejudicou o longa foi o novo coronavírus. Graças à pandemia, o filme ficou engavetado na China (o segundo maior mercado de cinema do mundo) e na Itália, dois dos países mais afetados pela Covid-19. Salas de cinema de vários outros países – inclusive do Brasil – também não estão funcionando.
Que o coronavírus afetou a indústria do entretenimento, você já sabe. Estreias foram adiadas e gravações foram interrompidas. Além disso, os cinemas fecharam as portas. Shows, eventos e festivais foram postergados ou, em alguns casos, cancelados.
Até agora, o mercado da sétima arte já deixou de arrecadar US$ 5 bilhões. Metade desse valor corresponde ao fato de a China ter fechado, desde janeiro, suas 60 mil salas de cinema. Mas o prejuízo pode ser ainda maior e chegar aos US$ 15 bilhões, segundo alguns analistas, dependendo de quanto a pandemia irá durar. Isso sem falar em demissões: só nos EUA, foram 120 mil funcionários do setor audiovisual foram mandados embora.
Sem uma previsão exata de quando as coisas voltarão, resta saber: como ficará o mundo do cinema pós-coronavírus?

“Netflix & chill”
Sem poder sair de casa, a alternativa é recorrer ao streaming. Um levantamento da Nielsen estima que a procura por serviços on demand crescerá 60% durante essa crise (isso sem falar nos games, cujo crescimento poderá ser de 75%, aponta a Verizon).
Na última terça-feira (24), a Netflix superou a Disney em valor de mercado. Enquanto as ações da empresa do Mickey despencaram 40%, as da plataforma de streaming cresceram 9%. A Netflix ficou valendo US$ 158 bilhões; a Disney, US$154,8 bilhões.
Diante desse cenário, os analistas do setor se perguntam como ficará o hábito do público quando o surto de coronavírus. Muitos acreditam que o streaming se consolidará ainda mais – aumentando a distância entre serviços modernos e os mais tradicionais. E as mudanças, pelo menos para a maioria dos estúdios, já começaram.
A Universal foi a primeira a modificar sua estratégia diante da crise: seus filmes de suspense The Hunt e O Homem Invisível, que estrearam em março, já estão disponíveis nos EUA para serem alugados online. E a continuação da animação Trolls, prevista para estrear em 10 de abril, passará longe das telonas: vai sair direto na internet.
Depois dessa decisão, outros estúdios seguiram o mesmo caminho. A Sony disponibilizou,Bloodshot, estrelado por Vin Diesel, para aluguel online – inclusive no Brasil, onde o filme havia sido lançado há poucas semanas. A Paramount colocará a comédia romântica The Lovebirds na Netflix. A Warner Bros. irá antecipar o lançamento on demand de Aves de Rapina, e a Disney já colocou Dois Irmãos disponível para compra online nos EUA – no streaming Disney+, o filme chega dia 3 de abril.

No escurinho do cinema
Com isso, os estúdios anteciparam, em muitas semanas, a chamada janela de exibição – o período entre o filme estar em cartaz e ficar disponível na internet. Mas uma parcela do setor não ficou contente com isso.
A janela de exibição, em geral, dura três meses. Com o avanço do streaming, muita gente argumenta que ela tem se tornado cada vez mais irrelevante. Mas esse intervalo existe por um motivo: ele é um grande acordo entre as distribuidores e as donas das salas de cinema pelo mundo.
Dessa forma, as exibidoras têm tempo suficiente para lucrar em cima do lançamento do filme. Em contrapartida, os estúdios faturam em um mercado que, mesmo com o streaming, ainda é altamente rentável. “Vingadores: Ultimato fez US$ 2,7 bilhões. Será que ele atingiria esse valor apenas em formato digital?”, questiona Paul Dergarabedian, da empresa de análise Comscore, em entrevista ao Hollywood Reporter.
E azar de quem ousasse quebrar esse acordo. Em 2011, por exemplo, a Universal decidiu fazer um experimento com a comédia Roubo nas Alturas, estrelado por Ben Stiller e Eddie Murphy. O aluguel do filme estaria disponível para meio milhão de pessoas nas cidades de Atlanta e Portland, nos EUA, apenas três semanas depois de sua estreia nos cinemas. As exibidoras não gostaram nem um pouco da ideia, e ameaçaram boicotar o filme. O projeto do estúdio, então, foi cancelado.
A coisa está tão enraizada no setor que, no ano passado, quase nenhum exibidor topou lançar O Irlandês. Motivo: a Netflix havia oferecido uma janela de apenas um mês para o drama de Martin Scorsese.
A Associação Nacional dos Proprietários de Cinema dos EUA (NATO), por sinal, não gostou nem um pouco das recentes decisões da Universal. De acordo com ela, outros estúdios demonstraram parceria e confiança no modelo de negócios das salas de cinema – sim, ao melhor estilo “não vamos esquecer o que vocês fizeram”.
E o que vai mudar?
Tom Rothman, presidente da Sony, não quis briga. Ele disse que a decisão em lançar Bloodshot na internet é uma exceção dada a situação atual. “Nós apoiamos a janela de exibição”, defendeu em um comunicado. Apesar disso, a verdade é que os exibidores não têm mesma força de antes. No dia 18 de março, a NATO pediu ao Congresso uma ajuda financeira para atravessar a crise provocada pelo coronavírus.
Outra consequência da pandemia é que, assim que a situação se estabilizar, estúdios e distribuidoras terão a difícil tarefa de refazer o calendário de estreias. Afinal, tudo é combinado de antemão para que um filme tenha mais chances de sucesso – não deve ser muito bom estrear no mesmo fim de semana que um filme da Marvel, certo?
Além dos filmes, diversos shows, eventos e festivais importantes precisarão ser reagendados – as alterações no calendário poderão ser sentidas pelos próximos dois anos. Os reagendamentos implicam também em mudar toda a estratégia de divulgação dos filmes – o marketing, vale dizer, é uma grande fatia do orçamento de um longa. Com menos grana em caixa após a crise, é possível que essa cultura também se modifique.
Se tivéssemos que apostar em uma mudança de hábito mais perceptiva, seria a da diminuição da janela de exibição. Mas quase ninguém acredita que será o fim do cinema como o conhecemos. “Depois do coronavírus, haverá uma grande onda de apreciação emocional por experiências coletivas”, disse Rothman ao Hollywood Reporter. “Esse é o tipo de experiência que nos torna o que somos, desde o tempo das rodas de história ao redor da fogueira”, complementa.
Talvez seja por esse motivo que a Disney não desistiu de Mulan. O estúdio aposta todas as suas fichas que o remake em live-action será um sucesso na China e, por isso, adiou a sua estreia, e não tem planos de lançá-lo na internet. “Nós acreditamos de verdade na experiência de ir ao cinema”, disse um porta-voz do estúdio à BBC. Na experiência ou na receita que eles ainda geram?

14.305 – Cinema – Rutger Hauer


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(Breukelen, 23 de janeiro de 1944 – Beetsterzwaag, 19 de julho de 2019)
Começou a carreira de ator como o protagonista da série de TV holandesa Floris. Ficou conhecido com o filme de 1982, Blade Runner, dirigido por Ridley Scott.
Apesar as críticas favoráveis, Rutger era ignorado pela indústria de Hollywood e por isso seu nome ficou restrito ao cenário holandês por vários anos. Neste período, trabalhou em várias produções, como Katie Tippel (1975), ‘Soldier of Orange (1977) com Verhoeven novamente, e Spetters (1980).
Sua estreia no cinema norte-americano aconteceu em 1981, junto de Sylvester Stallone, no filme Nighthawks, no papel de um terrorista chamado Wulfgar. No ano seguinte fez o seu papel mais famoso, o do androide (replicante) violento em busca de seu criador, Roy Batty, no filme cult de ficção científica Blade Runner. Hauer improvisou suas falas finais, que eternizaram o monólogo do personagem, lágrimas na chuva, como uma das falas mais icônicas do cinema.
No mesmo ano estreou Flesh & Blood, no papel de um mercenário. Em 1986, estreou em The Hitcher. Hauer chegou a ser escalado para o papel de RoboCop, mas o papel ficou com Peter Weller. No mesmo ano estreou em Wanted: Dead or Alive, descendente do personagem de Steve McQueen na série de televisão de mesmo nome. Deixando um pouco de lado os personagens violentos e psicóticos, ele estrelou em 1989 no filme franco-italiano La leggenda del santo bevitore e no mesmo ano trabalhou em Blind Fury (1989). Em 1990, ele voltou à ficção científica em The Blood of Heroes.
No filme de 2003, Confissões de uma Mente Perigosa, Hauer interpretou um assassino. No filme de 2005, interpretou o vilão em Sin City – A Cidade do Pecado e depois o executivo das empresas Wayne, em Batman Begins (2005). Interpretou o Conde Drácula, protagonista do filme de 2005 Dracula III: Legacy. Em 2009, apareceu no filme holandês Dazzle, tido como um dos mais relevantes filmes do ano no país. No mesmo ano, trabalhou com o diretor italiano Renzo Martinelli em Barbarossa. Em abril de 2010, foi escalado para trabalhar no filme Grindhouse.
Rutger Hauer era ambientalista, sendo um dos patrocinadores do Greenpeace.
Em 2013 foi nomeado Cavaleiro da Ordem do Leão Neerlandês por serviços prestados à dramaturgia.
Hauer foi casado com Heidi Merz, de quem se divorciou. Hauer então se casou com Ineke ten Cate, em 1985, com quem teve uma filha, a atriz Aysha Hauer.
Rutger Hauer morreu em 19 de julho de 2019, em sua casa em Beetsterzwaag, uma vila no município de Opsterland, no leste da Frísia, nos Países Baixos, seguida de uma breve doença, aos 75 anos. Sua morte só foi divulgada cinco dias depois.

14.304 – Cinema – BLADE RUNNER, O CAÇADOR DE ANDROIDES


caçador de androides
Blade Runner
Distribuidor Warner Home Video (Brazil)
Ano de produção 1982
Tipo de filme longa-metragem
O ator Dustin Hoffman chegou a ser convidado para interpretar Deckard, mas recusou o papel.
Detalhe secreto
O comerciante de cobras que aparece em uma das ruas de Blade Runner possui em sua testa uma tatuagem da nave Millenium Falcon, da série Star Wars. Como a tatuagem é bem pequena, apenas é possível vê-la utilizando o zoom do vídeo/dvd.
Surpresa do diretor
Em julho de 2000, o diretor Ridley Scott declarou, em entrevista à tv britânica, que o personagem Deckard também era um replicante.
Versão do diretor
Em 1992, dez anos após o lançamento de Blade Runner, o diretor Ridley Scott lançou uma versão pessoal para o filme, que contém cenas extras e tem um final bem diferente do exibido na versão original do filme.
Nova edição
No Festival de Veneza de 2007 o diretor Ridley Scott lançou mais uma versão do filme, chamada Blade Runner: The Final Cut.
OSCAR
1983
Indicações
Melhor Direção de Arte
Melhores Efeitos Especiais

GLOBO DE OURO
1983
Indicação
Melhor Trilha Sonora

BAFTA
1983
Ganhou
Melhor Direção de Fotografia
Melhor Figurino
Melhor Direção de Arte/Design de Produção

Indicações
Melhor Edição
Melhor Maquiador
Melhor Composição
Melhor Som
Melhores Efeitos Visuais
Enredo
No início do século XXI, uma grande corporação desenvolve um robô que é mais forte e ágil que o ser humano e se equiparando em inteligência. São conhecidos como replicantes e utilizados como escravos na colonização e exploração de outros planetas. Mas, quando um grupo dos robôs mais evoluídos provoca um motim, em uma colônia fora da Terra, este incidente faz os replicantes serem considerados ilegais na Terra, sob pena de morte. A partir de então, policiais de um esquadrão de elite, conhecidos como Blade Runner, têm ordem de atirar para matar em replicantes encontrados na Terra, mas tal ato não é chamado de execução e sim de remoção. Até que, em novembro de 2019, em Los Angeles, quando cinco replicantes chegam à Terra, um ex-Blade Runner (Harrison Ford) é encarregado de caçá-los.

O filme se passa em novembro de 2019 numa decadente e futurista cidade de Los Angeles decaída com a poluição, o consumismo exacerbado e a consequente busca de novas formas de colonização em outros planetas, para a qual as pessoas são convidadas a aventurarem-se em face do colapso da civilização humana, tanto material quanto moralmente. Destaca-se o quão visionário foi o diretor Ridley Scott, na medida em que a globalização tão amplamente difundida nas últimas décadas, encontra nesta película, um final catastrófico, melancólico e deprimente — animais extintos são clonados e replicados a exemplo do principal quinhão no filme — replicantes humanos; a existência de uma profusão de culturas, etnias, credos e costumes. Com efeito, mexicanos, chineses, árabes e toda uma gama de culturas convivem neste ambiente sombrio e desanimador. Neste contexto, seres humanos artificiais, chamados replicantes, são criados e usados nas mais nocivas atividades, na Terra e, principalmente fora dela. A empresa responsável se chama Tyrell Corporation. Após um motim, os replicantes são banidos na Terra, passando a ser usados para trabalhos perigosos, servis e de prazer nas colônias extraterrenas da Terra. Replicantes que desafiam esse banimento e retornam para a Terra são caçados e “aposentados” pelos operativos especiais da polícia conhecidos como “caçadores de replicantes”. O enredo se foca em um brutal e astuto grupo de replicantes que recentemente escapou e está se escondendo em Los Angeles, e no aposentado caçador de replicantes Rick Deckard, que relutantemente concorda em realizar mais um trabalho para caçá-los.
O filme é uma fina ironia acerca das questões fundamentais que afligem a espécie humana e, é exatamente neste ponto, sob o espectro da moral, da ética e da busca do sentido para a vida, é que as pessoas acabam fazendo com os replicantes tudo aquilo que as fazem sofrer e o que lhe acarretam as mazelas e vicissitudes da vida.
Blade Runner inicialmente polarizou a crítica especializada: alguns não gostaram de seu ritmo, enquanto outros gostaram de sua temática complexa. O filme foi muito mal nas bilheterias da América do Norte; apesar do fracasso comercial, ele desde então se tornou um clássico cult.
e é atualmente considerado um dos melhores filmes já feitos. Blade Runner foi elogiado por seu desenho de produção, mostrando um futuro “retrofit”, e permanece como um dos principais exemplos do gênero neo-noir. Blade Runner chamou a atenção de Hollywood para o trabalho do escritor Philip K. Dick, com vários filmes posteriores tendo sido baseados por suas obras. Ridley Scott considera Blade Runner como “provavelmente” o seu filme mais completo e pessoal. Em 1993, o filme foi selecionado para preservação no National Film Registry da Biblioteca do Congresso como sendo “cultural, histórica ou esteticamente significante”.
Sete versões diferentes do filme já foram exibidas em vários mercados como resultados de mudanças controversas feitas pelos executivos do filme. Um apressado Director’s Cut foi lançado em 1992 depois de fortes reações a exibições testes. Isso, em conjunto com a popularidade do aluguel de vídeo, fez este ser um dos primeiros filmes a ser lançado em DVD, resultando em um disco básico com uma qualidade medíocre de vídeo e áudio. Em 2007, a Warner Bros. lançou o The Final Cut, uma versão digitalmente remasterizada de 25 anos feita por Scott, em cinemas selecionados e posteriormente em DVD, HD DVD e Blu-ray.
A sequência, intitulada Blade Runner 2049, foi lançada em 6 de outubro de 2017.
Elenco
Harrison Ford como Rick Deckard
Rutger Hauer como Roy Batty
Sean Young como Rachael
Edward James Olmos como Gaff
M. Emmet Walsh como Capitão Bryant
Daryl Hannah como Pris
William Sanderson como J.F. Sebastian
Brion James como Leon Kowalski
Joe Turkell como Dr. Eldon Tyrell
Joanna Cassidy como Zhora Salome
James Hong como Hannibal Crew
Morgan Paull como Dave Holden
Kevin Thompson como Bear
John Edward Allen como Kaiser
Hy Pyke como Taffey Lewis
Kimiko Hiroshige como Moça Cambojana
Robert Okazaki como Mestre Sushi
Carolyn DeMirjian como Vendedora
Ben Astar como Abdul Ben Hassan
É um filme literário de ficção científica, envolvendo tematicamente a filosofia da religião e implicações morais do domínio humano da engenharia genética no contexto do drama e da húbris grega clássica.
Blade Runner aprofunda as implicações da tecnologia no ambiente e na sociedade ao chegar ao passado, usando literatura, simbolismo religioso, temas dramáticos clássicos e cinema noir. Essa tensão entre passado, presente e futuro é refletida no futuro reestruturado de Blade Runner, que possui alta-tecnologia e lugares reluzentes, mas decadente e velho em outros lugares. Ridley Scott descreveu o filme como: “extremamente escuro, literalmente e metaforicamente, com uma sensação estranhamente masoquista”, em uma entrevista de Lynn Barber para o jornal britânico The Observer em 2002. Scott “gostou da ideia de explorar a dor” e comentou na sequência a respeito da morte de seu irmão por um câncer de pele: “Quando ele estava doente, eu costumava visitá-lo em Londres, e isso foi realmente traumático para mim
Escolha do elenco
A escalação para o elenco do filme demonstrou-se bastante problemática, particularmente para o papel principal de Deckard. O roteirista Hampton Fancher imaginou Robert Mitchum como Deckard tendo escrito o diálogo do personagem com Mitchum em mente.O diretor Ridley Scott e os produtores do filme passaram meses se reunindo e discutindo o papel com Dustin Hoffman, que eventualmente desistiu do papel devido a algumas discrepâncias de visão. Harrison Ford foi finalmente escolhido por várias razões, incluindo seu desempenho nos filmes da franquia Star Wars, o interesse de Ford pela história de Blade Runner e algumas discussões com Steven Spielberg que estava terminando Os Caçadores da Arca Perdida na época e elogiou fortemente o trabalho de Ford no filme.Depois de seu sucesso em filmes como Star Wars (1977) e Os Caçadores da Arca Perdida (1981), Ford estava procurando um papel com profundidade dramática. De acordo com os documentos de produção, vários atores foram considerados para o papel, incluindo Gene Hackman, Sean Connery, Jack Nicholson, Paul Newman, Clint Eastwood e Al Pacino.
Um papel que não foi difícil de escalar foi o de Rutger Hauer como Roy Batty, o violento mas ainda pensativo líder dos replicantes. Scott colocou Hauer no elenco sem conhecê-lo, tendo unicamente como base as performances de Hauer nos filmes de Paul Verhoeven que Scott tinha visto (Katie Tippel, Soldaat van Oranje e Turkish Delight). A interpretação de Hauer para o personagem Batty foi considerado por Philip K. Dick como “o Batty perfeito e frio, ariano, impecável”. Dos muitos filmes que Hauer fez, Blade Runner é o seu favorito. Como explicou em um bate-papo ao vivo em 2001, “Blade Runner não precisa de explicação, é apenas o melhor, não há nada parecido, fazer parte de uma verdadeira obra-prima que mudou o pensamento do mundo.” Hauer reescreveu o discurso “lágrimas na chuva” do seu personagem e o apresentou para Scott no set antes da filmagem.
Blade Runner utilizou um número de atores até então pouco conhecidos: Sean Young interpretou Rachael, uma replicante experimental com memórias da sobrinha de Tyrell implantadas, fazendo-a acreditar que ela é humana; Nina Axelrod fez uma audição para o papel. Daryl Hannah interpretou Pris, uma “modelo de prazer básico” replicante; Stacey Nelkin fez testes para o papel, mas lhes foi dada uma outra parte no filme, que foi cortada em última instância antes da filmagem.[36] A escalação para os papéis de Pris e Rachael foi desafiador, exigindo vários testes de tela, com Morgan Paull desempenhando o papel de Deckard. Paull foi escolhido como Dave Holden o caçador de recompensas e colega de Deckard, que é baleado na primeira cena, baseado em suas performances nos testes. Brion James interpretou Leon Kowalski, um replicante de combate, e Joanna Cassidy interpretou Zhora, uma replicante assassina.
Edward James Olmos interpretou Gaff. Olmos usou sua diversidade étnica e pesquisa pessoal para ajudar a criar a linguagem ficcional “cityspeak” que seu personagem usa no filme.
A máquina de Voight-Kampff é uma ferramenta fictícia utilizada em interrogatórios, originado no romance onde é soletrada como Voigt-Kampff. O Voight-Kampff é uma máquina semelhante a um polígrafo usada pelos Blade Runners para determinar se um indivíduo é um replicante. Ele mede as funções corporais, como respiração, modo de respostas, frequência cardíaca e movimento dos olhos em resposta a questões relacionadas com a empatia.
A trilha sonora de Blade Runner composta por Vangelis é uma combinação melódica sombria de composição clássica e sintetizadores futuristas que espelha o filme noir retro-futurístico imaginado por Ridley Scott. Vangelis, que recentemente havia ganhado um Óscar de melhor trilha sonora por Carruagens de Fogo, compôs e executou a música em seus sintetizadores.
Efeitos especiais
Blade Runner foi lançado em 1.290 cinemas no dia 25 de junho de 1982. Essa data foi escolhida pelo produtor Alan Ladd, Jr. porque seus filmes anteriores de maior bilheteria (Star Wars e Alien) tiveram uma data de abertura semelhante (25 de maio) em 1977 e 1979, tornando esta data seu “dia de sorte”. Blade Runner arrecadou vendas de ingressos razoavelmente boas segundo relatórios contemporâneos; Faturando US$ 6,1 milhões durante o seu primeiro fim de semana nos cinemas. O filme foi lançado próximo de outros grandes lançamentos de ficção científica/fantasia, tais como O Enigma de Outro Mundo, Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan, Conan, o Bárbaro e E.T. – O Extraterrestre.
Crítica
As reações iniciais entre os críticos de cinema foram misturadas. Alguns escreveram que a trama tomou um assento traseiro para efeitos especiais do filme, e não coube o marketing do estúdio como um filme de ação/aventura. Outros aclamaram sua complexidade e previram que resistiria ao teste do tempo.
Blade Runner detém uma classificação de 89% no Rotten Tomatoes, um site que classifica os filmes com base em críticas publicadas por críticos, obtendo uma média de 8,5 de 10 em 104 comentários.

14.293 – Ficção – Outra Vida Série


OV série
Série original Netflix, escrita por Aaron Martin (Being Erica), traz a história da astronauta Nick Breckenridge (Katee Sackhoff) – que precisa se reunir a uma equipe jovem para retornar ao espaço em busca de respostas sobre um artefato que pousou na Terra há seis meses e até então não realizou nenhum tipo de contato com os humanos.
A dramaturgia recheada de ficção científica e teorias conspiratórias possui um roteiro que a princípio convence o telespectador a continuar querendo saber o que mais vem por aí. Entretanto, com o passar dos primeiros episódios, fica evidente que a história não apresenta nada essencialmente novo e não se encaminha para lugar algum. É como se estivéssemos vendo o mesmo plot em que a protagonista e sua equipe se desentendem e encontram algum problema que pode acabar com a missão como um todo. É a mesma sequência de fatos repetidas por capítulos seguidos apenas mudando o motivo da briga e a situação.
A produção, por um tempo, irá prender sua atenção, contudo, ao longo do capítulos, a trama se torna cansativa, repetitiva, sendo os cliffhangers ao final de cada episódio o único motivo para alguém continuar assistindo. É um looping que somente finaliza ao final do décimo capítulo da primeira temporada, que também termina com um gancho numa tentativa frustrada de prender o espectador para a próxima etapa, se é que ainda terá uma.
Outro ponto prejudicial para a série de TV está na construção dos personagens, afinal, somente a protagonista e o holograma William (Samuel Anderson) possuem uma relação convincente, além de serem interessantes e transmitirem realismo devido a suas complexidades. Entretanto, o restante da equipe a bordo da nave é tipicamente boring, além de mostrarem somente camadas superficiais como se não existisse mais para ver deles, inclusive, é tão forte essa parte de não criarem empatia com o público que se torna difícil memorizar os nomes e saber quem é quem.
August Catawnee (Blu Hunt), Bernie Martinez (A.J. Rivera), Sasha Harrison (Jake Abel), Oliver Sokolov (Alex Ozerov), Javier Almanzar (Alexander Eling), entre outros, são todos parte deste pacote de personagens entediantes. Quanto ao marido de Nick, Erik Wallace (Justin Chatwin), cujo papel é fundamental nos avanços das descobertas na Terra, entra também no meio desses que não acrescentam muito nem em atuação, nem em construção do mesmo. Só para ter uma ideia, William, que é um holograma, tem mais química com a personagem de Katee e mais camadas que o mesmo.
No quesito técnico a produção não apresenta grandes transformações em direção, somente o básico que o telespectador já está acostumado a conferir em séries de ficção científica. A trilha sonora não acrescenta em nada, muito menos é marcante, e a arte trabalha com aquilo que o roteiro pede, nada muito surpreendente. Não vá esperando grandes transformações e diferenciais.
No geral, Outra Vida é uma série mediana, sem muito a acrescentar na vida do espectador e sustentada pela construção e atuação da protagonista e do holograma William. É uma história que te fará passar raiva depois de conferir dez episódios.

A Protagonista:
Kathryn Ann Sackhoff, mais conhecida como Katee Sackhoff (Portland, 8 de abril de 1980), é uma atriz norte-americana conhecida sobretudo por estrelar a série de televisão do Sci Fi Channel Battlestar Galactica, interpretando Kara “Starbuck” Thrace. Em 2004, ela foi indicada ao Saturn Award na categoria de melhor atriz coadjuvante em séries de televisão, por seu papel como Kara. Em maio de 2006, ela ganhou o Saturn Award pelo mesmo papel na série semanal.
Katee começou com pequenos papéis em filmes como Halloween: Resurrection e no programa de televisão The Education of Max Bickford, além de aparições especiais em diversas séries como E.R. e Cold Case. Katee Sackhoff também protagonizou papéis no filme de ação/ficção científica The Last Sentinel e no thriller psicológico White Noise 2: The Light.

outra vida

14.285 – Cinema – Os Filmes mais esperados de 2020


Viúva Negra

A saga Vingadores acabou, mas a personagem Viúva Negra, felizmente, volta aos cinemas no ano que vem. O filme, que leva o nome “de trabalho” de Natasha Romanoff, vai contar a história da espiã internacional mostrando como que ela se tornou a super-heroína que conhecemos hoje.
Além da própria Viúva Negra, o filme terá a presença dos personagens Treinador, Guardião Vermelho, Thunderbolt Ross, entre outros. O elenco conta com atores como Scarlett Johansson, claro, David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O-T Fagbenle.

Mulher-Maravilha 1984
Diana Prince (Gal Gadot), a Mulher-Maravilha, estará de volta às telas do cinema em 2020 com Mulher-Maravilha 1984. A sequência ainda não teve a sua sinopse divulgada, mas o que sabemos até então é que Patty Jenkis estará na direção mais uma vez e que a trama vai contar com a vilã Mulher Leopardo, interpretada pela atriz Kristen Wig, e que Chris Pine estará de volta como Steve Trevor.
Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa
Chegou a hora de Arlequina brilhar sozinha. Em 2020, vamos finalmente conferir o lançamento do filme Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa, derivado de Esquadrão Suicida, de 2016. Na trama, a personagem de Margot Robbie se une a Canário Negro (Jurnee Smollett), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Cassandra Cain (Ella Jay Basco) e Renée Montoya (Rosie Perez) para defender a cidade de Gotham.
King’s Man: A Origem
Para quem gosta de ação e espionagem, o filme que está deixando todo mundo ansioso para ir aos cinemas em 2020 é Kingsman: A Origem, terceiro da saga Kingsman e comandado pelo diretor Matthew Vaughn. Desta vez, os acontecimentos da trama precedem a história dos anteriores, quando os criminosos mais perigosos do mundo se unem para roubar milhões de dólares.
O elenco da trama conta com Harris Dickinson, Gemma Arteton, Ralph Fiennes, entre outros. A estreia acontece no dia 12 de fevereiro de 2020.
Um Lugar Silencioso – Parte II
O filme Um Lugar Silencioso, lançado em 2018, ganhará uma continuação em 2020. Um Lugar Silencioso – Parte II vai mostrar os desafios enfrentados pela família Abbott neste mundo pós-apocalíptico em que a regra de sobrevivência é ficar em silêncio.
A sequência continua sob direção de John Krasinski e o elenco conta com Emily Blunt, Millicent Simmonds, Noah Jupe, Djimon Hounsou e Cillian Murphy. A estreia acontece no dia 19 de março de 2020.
Bond 25
Mais um filme da saga 007 está chegando em 2020: Bond Sob direção de Cary Fukunaga, o ator Daniel Craig assume o papel de James Bond mais uma vez, precisando voltar à função depois de um tempo vivendo uma vida tranquila e afastado. Tudo começa quando Felix Leiter, um antigo amigo da CIA, pede ajuda no resgate de um cientista sequestrado.
O elenco conta com nomes como Rami Malek (Dr. Robot), Ana de Armas, Billy Magnussen, David Dencik, Dali Benssalah e Lashana Lynch.

14.210 – Mega Curiosidades – Qual foi o 1º Filme?


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A história considera que foram as fitas exibidas pelos irmãos Auguste e Louis Lumière na primeira sessão pública do cinematógrafo, em 1895, em Paris. Durante cerca de 20 minutos, o público se maravilhou com o aparelho assistindo a imagens de Empregados Deixando a Fábrica Lumière e de Chegada de um Trem à Estação de la Ciotat. Mas, se estamos falando de longas-metragens, a honra pertence à Austrália. The Story of the Kelly Gang, de 1906, conta, em 70 minutos, a história de Ned Kelly, fora da lei que desafiou a preconceituosa Austrália colonial, transformando-se em herói nacional. O personagem foi tema de outra produção mais recente, de 2003, com Heath Ledger.

14.128 – Cinema – Ponha um Sorriso Nessa Cara!


coringa no cinema
Se Beber, Não Case; Escola de Idiotas; Um Parto de Viagem. À primeira vista, é difícil imaginar que Todd Phillips, diretor de todas essas produções, um dia estaria envolvido em um filme como Coringa – dramático, tenso e violento.
Joaquin Phoenix, por outro lado, é conhecido por interpretar papéis excêntricos – o que combina muito com sua personalidade. Quando ele foi confirmado como o vilão, muita gente comemorou: a opinião geral era que o palhaço cairia como uma luva para ele.
O começo da ideia
Phillips foi o idealizador de Coringa. Em 2016, ele apresentou o projeto para os executivos da Warner, mas revela que não foi nada fácil convencê-los. “Não foi algo da noite para o dia”, disse ele. “Basicamente, eu estava dizendo para pegar um personagem com 75 anos de legado consolidado e criar uma história de origem a ele.”
A ideia do diretor era usar o mundo das histórias em quadrinhos como pano de fundo para fazer o que ele chama de “filmes de estudo de personagem”: histórias como Um Estranho no Ninho, Serpico e O Rei da Comédia, este último uma das grandes inspirações para Coringa.
“Nos últimos cinco, dez anos, os filmes de super-heróis dominaram o cinema. Eles são ótimos, mas não permitem uma abordagem profunda do personagem principal.” Phillips cita A Rede Social, sobre a história de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, como um exemplo recente do tipo de produção que ele queria fazer.
Phillips conta que, nas primeiras conversas com o pessoal da Warner, sua sugestão era que a DC Comics criasse um selo de filmes independentes. O “DC Black”, como ele mesmo chamou, serviria para que diretores criassem histórias originais, sem a necessidade de estarem amarradas com o universo cinematográfico de Liga da Justiça, Esquadrão Suicida e cia.
“Claro que, para a Warner, filmes independentes são aqueles cujo orçamento é de US$ 50 milhões, mas o legal dessas histórias é que elas não precisariam ter grandes efeitos especiais, explosões ou prédios caindo.” A ideia não vingou, mas Phillips conseguiu que Coringa saísse do papel.

Dupla dinâmica
Phoenix foi a primeira escolha para o personagem principal. Na verdade, Phillips escreveu o roteiro com ele em mente. “É um dos grandes dessa geração”, elogia o diretor. Mas a primeira reação do ator não foi bem nessa linha.
“Quando recebi o convite, pensei: ‘De jeito nenhum vou fazer isso!’”, disse o ator. Phoenix estava relutante pois não fazia ideia de qual seria a abordagem ideal. Mas assim que Phillips apresentou suas ideias para o filme, ele mudou de opinião.
“O fato desse Coringa dar risadas quase que de forma dolorosa me deixou bastante interessado”, conta Phoenix. “Nunca havia pensado nisso.” Joaquin disse que foi a visão de Phillips sobre o personagem que o fez encarar o papel. “Todd sabia o que estava fazendo. Era o cara certo para dirigir esse filme.”
A dupla dinâmica, então, estava formada. Os dois mergulharam de cabeça na produção. “Nós íamos para o set duas horas antes do início das filmagens e, depois que o dia terminava, conversávamos por mais duas horas sobre o filme”, lembra Phoenix.

Quadrinhos? Hoje não
Tanto Phillips quanto Phoenix bateram na mesma tecla durante a conversa: Coringa não é uma adaptação dos quadrinhos. “É claro que consultamos algo aqui e ali, afinal, não criamos o personagem nem Gotham City”, esclarece o diretor, que cita A Piada Mortal, de 1989, como uma dessas fontes de consulta esporádica. “Mas nós tivemos liberdade para fazer o que quiséssemos.”
Todd se baseou, principalmente, nas lembranças que tinha das histórias que lia quando criança. Ele defende que a ideia, desde o começo, era fazer algo com o máximo de originalidade – opinião compartilhada por Phoenix. “Eu não quis fazer algo baseado em algum quadrinho ou performance anterior”, disse o ator. “Era importante que seguíssemos nosso próprio caminho.”
Ora, se as páginas dos gibis não foram o foco da inspiração, o que seria? Resposta: anos 1970. “Foi nessa época que, na minha opinião, foram feitos os maiores filmes de estudo de personagem”, confessa Phillips. O diretor, então, revisitou os longas da época, como os dirigidos por Martin Scorsese: Taxi Driver, Touro Indomável, O Rei da Comédia…Todos eles, veja só, estrelados por Robert De Niro, que, não por acaso, está em Coringa.
Sem as versões do vilão dos quadrinhos como base, Phoenix e Phillips tentaram criar uma versão mais humana para o personagem. Fleck é um cara desajustado, que sofreu bullying e tem traumas de infância. O desafio da dupla era grande: como transformar uma pessoa vulnerável (e que gera empatia no público) em um vilão enlouquecido?
Phoenix conta que as primeiras cenas gravadas foram as que ele está totalmente vestido como o Coringa. Para ele, apesar da dificuldade inicial em achar o tom do personagem, o processo inverso o ajudou na composição de Fleck. “Dessa maneira, pude entender melhor como o palhaço vivia dentro daquele cara, e como ele foi lentamente evoluindo até chegar no Coringa.”
Para a maquiagem, a produção elaborou mais de 100 versões de rostos de palhaço, até que Todd definiu qual seria. Outra parte difícil de definir foi a risada do Coringa. Phoenix confessou que demorou até encontrar uma versão que o agradasse, e disse só resolveu esse problema quando as filmagens já tinham começado.
Há um futuro para Coringa?
Quando perguntados sobre uma possível sequência, ambos desconversaram. “Acho que vai depender da audiência”, disse Phoenix. “Isso é com o estúdio, mas eu topo fazer qualquer coisa que envolva o Joaquin”, falou Phillips.
O ponto é que Coringa não precisa de uma continuação. “A ideia do ‘DC Black’ foi pensada justamente para proteger esse filme.” Phillips também negou que o próximo Batman, dirigido por Matt Reeves, vá se conectar de alguma forma com o longa. Mas não escondeu o desejo de comandar outra história independente. “Meu herói favorito é o Demolidor, mas se pudesse, adoraria fazer um filme sobre o Rorschach [personagem de Watchmen] nessa mesma pegada intimista.”

A recente controvérsia
Nas últimas semanas, criou-se uma discussão em torno da violência do filme – e o que ela poderia incitar. Para alguns críticos, Coringa pode ser potencialmente perigoso por, de certa forma, enaltecer um personagem mau, fazendo com que pessoas se identificassem com ele da maneira errada.
Nos EUA, por exemplo, o Exército tem tomado cuidado para que ataques não aconteçam durante a estreia do longa. A polêmica chegou até Phoenix: recentemente, ele abandonou uma entrevista após ser questionado se o filme poderia inspirar pessoas com os mesmos problemas do Coringa a fazer o mesmo que o vilão.
O papo com Phoenix e Phillips, porém, aconteceu antes de tudo isso. Mas ambos defendem que o personagem nunca foi pensado como alguém com distúrbios mentais ou com o qual as pessoas se identificariam (e defenderiam). “Eu sempre acreditei que, de um jeito ou de outro, filmes funcionam como um espelho, que reflete o que está acontecendo com a sociedade naquele momento”, disse Todd. “Nosso objetivo era que a história funcionasse de maneiras diferentes para cada pessoa que assistir. (…) E se elas começarem a discutir a partir do filme, é uma coisa boa.”

14.119 – Cinema – A Volta do Homem de Ferro


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Quando Homem de Ferro estreou em 2008 o público não tinha ideia que era o início de um fenômeno da cultura pop que o mundo do entretenimento nunca havia visto antes. Desde então, o MCU ganhou vários novos personagens, expandiu para as vastidões do espaço e se espalhou nas diferentes plataformas de mídia.
Agora que o mundo aguarda a chegada da altamente antecipada “Fase 3” dos estúdios Marvel e Capitão América: Guerra Civil, o homem que começou tudo poderá retornar para Homem de Ferro 4.
Robert Downey Jr., conhecido como Tony Stark, é a base para o MCU, e sem dúvida, o ator mais popular em todo o Universo, então não é de se admirar que o estúdio o traga de volta mais uma vez.
Infelizmente, está quarta filmagem não acontecera tão cedo.
A super programação original dos estúdios Marvel apresenta três filmes sem nome depois das duas grandes partes de Vingadores: Guerra Infinita, e enquanto os Inumanos, aparentemente, ficaram com o local remanescente de 2019, Mr. Stark pode ter que se apossar de uma das outras vagas. Isso significa que o público não veja outro filme solo do Homem de Ferro até 2020.
Enquanto certamente não faltarão filmes da Marvel, entretanto, isso será em quatro anos a partir de agora, e muito pode acontecer em quatro anos.
Incluindo uma potencial reformulação de elenco.
O contrato de Downey com os estúdios Marvel acaba após a Guerra infinita, então os fãs não precisam se preocupar em perder o verdadeiro Tony Stark por enquanto. Mas o que acontece depois que Thanos é derrotado? Existem milhares de heróis no grande Universo da Marvel, de modo que o estúdio poderia aposentar o personagem e seguir com outros personagens.
A “Fase 3” deve introduzir novos heróis as telonas, então a Guerra Infinita talvez sirva para inaugurar a “nova geração” de heróis nos cinemas. No entanto, alguns têm especulado que, em vez de se desfazer do personagem, o estúdio possa fazer um recasting do elenco ou um reboot.
Após sua última aparição em Vingadores: A Era de Ultron, Downey pediu um belo aumento de salário que iria aumentar potencialmente seu salário em Homem de Ferro 4 para a gritante quantia de $ 150 milhões. Apenas isso é motivo suficiente para o estúdio considerar outra pessoa para a roupa de ferro.
Nada foi confirmado ainda, então temos que esperar e ver o que acontece.
Os fãs podem ver Robert vestir seu traje icônico pela sexta vez para enfrentar Chris Evans em Capitão América: Guerra Civil, que estreia nos cinemas 6 de maio deste ano.

14.102 – Cinema – Um Dia de Fúria


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Falling Down é um filme de drama policial de 1993 dirigido por Joel Schumacher e escrito por Ebbe Roe Smith. O filme é estrelado por Michael Douglas no papel principal de William Foster, um divorciado e desempregado de uma firma de defesa. O filme gira em torno de Foster como ele provoca uma agitação violenta em toda a cidade de Los Angeles, tentando alcançar a casa de sua ex-mulher a tempo para a festa de aniversário de sua filha. Ao longo do caminho, uma série de encontros, tanto trivial e provocante, o levam a reagir com violência e fazer observações sarcásticas sobre a vida, a pobreza, a economia, e capitalismo. Robert Duvall co-estrela como Martin Prendergast, um envelhecido sargento da LAPD no dia de sua aposentadoria, que enfrenta suas próprias frustrações, assim como ele rastreia Foster.
O título do filme, referindo-se ao colapso mental de Foster, é retirado da canção de ninar “London Bridge Is Falling Down”, que é um motivo recorrente ao longo do filme.
Enredo
Martin Prendergast (Robert Duvall) é um policial no seu último dia de trabalho antes de se aposentar, e que arrisca a sua própria vida para tentar impedir William Foster (Michael Douglas), um homem que está emocionalmente perturbado porque perdeu o seu emprego e vai encontrar-se com Beth (Barbara Hershey), a sua ex-mulher, e de sua filha, sem querer reconhecer que o seu casamento já terminou há muito tempo.

No seu caminho que percorre, William vai matando todos os que forem aparecendo no seu caminho e abusam de uma boa vontade que ele já perdera há muito tempo, como comerciantes estrangeiros, membros de uma gangue, trabalhadores que fecham uma rua, trabalhando sem razão apenas para não ter seus salários reduzidos, e um neonazista dono de uma loja que oferece artigos bélicos, que destrói o presente que William pretendia entregar à filha em seu aniversário, justamente nesse dia.

Elenco
Michael Douglas (William Foster)
Robert Duvall (Martin Prendergast)
Barbara Hershey (Beth)
Tuesday Weld (Amanda Prendergast)
Rachel Ticotin (Sandra Torres)
Frederic Forrest (Dono da loja)
Lois Smith (Mãe de William)
Joey Hope Singer (Adele)
Raymond J. Barry (Capitão Yardley)
D.W. Moffet (Detetive Lydecker)
Steve Park (Detetive Brian)
Kimberly Scott (Detetive Jones)
James Keane (Detetive Keene)
O que é fascinante sobre o personagem de Douglas, como está escrito e interpretado, é o núcleo de tristeza em sua alma. Sim, no momento em que encontrá-lo, ele tem ido sobre a borda. Mas não há nenhuma alegria em sua fúria, não há liberação. Ele parece cansado e confuso, e em suas ações, ele inconscientemente segue os scripts que ele pode ter aprendido com os filmes, ou no noticiário, onde outros desajustados frustrados desabafam sua raiva em pessoas inocentes.

Controvérsia
A Korean American Coalition protestou sobre o filme pelo seu tratamento das minorias, especialmente o dono da mercearia coreana. A Warner Brothers da Coreia cancelou o lançamento de Falling Down na Coreia do Sul após ameaças de boicote.Trabalhadores desempregados da defesa também ficaram irritados com seu retrato no filme. Falling Down tem sido descrita como uma exploração definitiva da noção de “homem branco com raiva”; o personagem D-FENS foi destaque nas capas de revistas, incluindo a revista Time, e relatado como uma forma de realização do estereótipo

14.096 – Cinema – O novo Exterminador do Futuro


O trailer do novo longa da série iniciada em 1984, O Exterminador do Futuro, traz uma novidade interessante além daquela que é mais difundida, a presença de Linda Hamilton como Sarah Connor e Arnold Schwarzenegger como Terminator. Trata-se de uma continuação do filme mais famoso da série, O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (1991), de James Cameron.

Essa volta a uma sequência interrompida em 2003, com o ótimo O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas, de Jonathan Mostow, e não mais retomada nos dois longas seguintes, o bom O Exterminador do Futuro: A Salvação (McG, 2009) e o sofrível O Exterminador do Futuro: Genesis (Alan Taylor, 2015), é a desculpa para continuar a franquia que não precisava de desculpa para continuar, já que a própria premissa (uma volta ao passado para impedir um acontecimento futuro) permite qualquer tipo de desenvolvimento nos próximos longas.
Mas é certo que essa volta ganha um novo e poderoso estatuto: está mais próxima de um desenvolvimento “oficial” ou fidedigno da trama que se desenrolou nos dois primeiros longas (excelência do terceiro à parte). A presença de James Cameron como produtor, após quase 30 anos, é um ótimo exemplo dessa ligação mais forte com as origens.

Este sexto longa da série, terceiro com o selo de qualidade de Cameron (também diretor nos dois primeiros), é dirigido por Tim Miller, cineasta de pouca experiência que estreou com Deadpool (2016) e chega agora ao segundo longa. Cameron seria o nome ideal para a empreitada, mas ele está concentrado nas continuações de Avatar (2009), previstas para lançamento a partir de 2021.

Uma coisa é (quase) certa. Cameron não produziria uma continuação da sua série consagrada se não confiasse naquele que estará atrás das câmeras. Se Tim Miller não mostrou muita força em seu Deadpool, principalmente por causa de muitas ideias desiguais, a força da franquia Terminator deve mantê-lo comportado o suficiente para fazer valer o trabalho dos normalmente bons roteiristas David S. Goyer e Billy Ray, que estreiam na escrita da série acompanhados de Justin Rhodes.
Em certas produções, o melhor a se fazer na direção é o feijão com arroz, sob o risco de afundar um bom roteiro e boas atuações. A não ser que o diretor se chame James Cameron ou Jonathan Mostow.

14.083 – Cinema – Chuck Norris


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Carlos Ray “Chuck” Norris (Ryan, 10 de março de 1940) é um artista de artes marciais, ator, produtor de cinema, argumentista americano. Depois de servir na United States Air Force (Força Aérea Americana), começou a tornar-se conhecido como artista de artes marciais. Em 1990, fundou a sua escola de artes marciais, Chun Kuk Do, e em 2005, a World Combat League (WCL), uma competição de combate por equipas.

Norris apareceu em numerosos filmes de acção, como Way of the Dragon (1972), em que contracena com Bruce Lee, Lone Wolf McQuade (1983) com David Carradine, na trilogia Missing in Action e em The Delta Force (1986) com Lee Marvin. Foi a estrela maior da empresa The Cannon Group,[2][3] e o actor principal da série de televisão Walker, Texas Ranger, exibida de 1993 a 2001.

Norris é um cristão devoto e politicamente conservador. Escreveu vários livros sobre o Cristianismo e doou a várias causas e candidatos republicanos. Também já participou em vários anúncios televisivos para promover o estudo da Bíblia e a oração nas escolas publicas. Entre 2007 e 2008, fez campanha para o ex-governador do Arkansas, Mike Huckabee, que participou também para a nomeação de candidato a presidente em 2008.[4] Norris é também um cronista para o website conservador WorldNetDaily.

Também é conhecido pelas suas contribuições a várias organizações não-governamentais, tanto na forma de doações como em actividades para recolha de fundos. Em 1990 criou a United Fighting Arts Federation (UFAF) e a KickStart, programas que promovem o estudo das artes marciais entre as crianças em risco, como táctica para as afastar do mundo da droga. Desde 2005 que Chuck Norris é amplamente associado a um meme da Internet que documenta características e proezas fictícias, muitas vezes absurdas, associadas a ele.
Alistou-se na Força Aérea dos Estados Unidos em 1958, e foi enviado para a base aérea de Osan, na Coreia do Sul. Foi lá que ganhou o apelido “Chuck” e começou a treinar Tang Soo Do (tangsudo), um interesse que o levou a atingir o cinturão negro naquela arte, e a fundar a forma chun kuk do (“Caminho Universal”).
Quando regressou aos Estados Unidos, continuou a servir como policia militar (AP) na Base March Air Reserve, Califórnia.
Norris foi dispensado do serviço militar em 1962. Trabalhou para a empresa Northrop Corporation e abriu uma cadeia de escolas de Karaté, incluindo uma em Torrance. A sua página oficial tem uma lista de celebridades que foram alunos das suas escolas; entre eles Steve McQueen, Chad McQueen, Bob Barker, Priscilla Presley, Donny Osmond e Marie Osmond.
Norris começou a sua carreira em 1964, num pequeno torneio em Salt Lake City, Utah. Foi derrotado nos seus dois primeiros torneios, com as decisões a cair para Joe Lewis e Allen Steen, e três combates no Campeonato Internacional de Karate, para Tony Tulleners. Em 1967, Norris já tinha melhorado consideravelmente e venceu combates contra Lewis, Skipper Mullins, Arnold Urquidez, Vic Moore, Ron Marchini e Steve Sanders. Norris tornou-se então duas vezes consecutivas vencedor do Torneio All American’s. Henry Cho, em 1967 e 1968. Em 1968, Norris sofreu a décima e última derrota da carreira, perdendo uma decisão virada para Louis Delgado. A 24 de Novembro de 1968, vinga-se da derrota de Delgado e ao fazê-lo ganhou o titulo mundial de Campeão Profissional de Karatê de Pesos-Médios, estatuto que manteve por seis anos consecutivos.
A revista Black Belt, que cobre artes marciais e desportos de combate, atribuiu a Norris os prêmios de ‘Lutador do Ano’ em 1968, ‘Instrutor do Ano’ em 1975, ‘Homem do Ano’ em 1977 e ‘Fighting Stars Editor’s Award’ em 1979.
A carreira competitiva de Chuck Norris acabou em 1974. Apesar de várias opiniões divergentes, o seu recorde em torneios está estimado em 183 vitórias, 10 derrotas e 2 empates. Ganhou pelo menos trinta torneios.
Norris fez história em 1990, quando foi o primeiro ocidental descrito na história documentada do Tae Kwon Do a quem foi dado o Cinturão Preto de Grande Mestre de 8º Grau.
Em 1999, Norris foi introduzido na Martial Arts History Museum’s Hall of Fame.
Em 1990 Norris criou a Chun Kuk Do, uma arte marcial que é baseada principalmente em Tang Soo Do e inclui elementos de todos os estilos de combate que ele conhece. Como muitas outras artes marcias, Chun Kuk Do inclui um código de honra, regras de conduta e um sistema de oito cinturões. Tais regras são do código pessoal de Norris.
Chun Kuk Do inclui as formas hyung da Coreia e a kata japonesa. A maioria das formas são adaptadas a partir do Tang Soo Do e do Karaté tradicional.
Norris conheceu Bruce Lee, numa demonstração de artes marciais em Long Beach. Em 1972, participou como o nemesis de Lee em Way of the Dragon, filme que é amplamente reconhecido como o responsável por o ter lançado para o estrelato. Na Ásia, Norris é ainda conhecido principalmente pelo papel que desempenhou nesse filme.
A estreia como actor principal foi em 1977 no filme Breaker! Breaker!, e em filmes subsequentes como Good Guys Wear Black (1978), The Octagon (1980), Ajuste de Contas (1981) e Lone Wolf McQuade, provando a sua crescente receita de bilheteira. Em 1984, Norris fez Missing in Action, o primeiro de uma série de filmes inspirados em fantasias de salvamento de prisioneiros de guerra estilo-Rambo: First Blood Part II, baseado nos desaparecidos em combate da guerra do Vietname. Missing in Action foi realizado por Joseph Zito e produzido pelos primos israelitas Menahem Golan e Yoram Globus, lançado sobre a marca Cannon Films. No entanto, foi muito criticado, principalmente por tentar agarrar dinheiro devido à popularidade dos filmes Rambo.
Norris é conhecido pelas suas contribuições a várias organizações como a Funds for Kids, Veteran’s Administration National Salute to Hospitalized Veterans, a United Way, e a Fundação Make-A-Wish, tanto na forma de doações como em atividades para recolha de fundos.
Em 1990 Norris fundou a United Fighting Arts Federation (UFAF) e a KickStart (ex-“Kick Drugs Out of America”). Como parte significante das suas contribuições filantrópicas, a organização foi criada para melhorar a auto-estima e o foco das crianças e jovens em risco treinando-os nas artes marciais, como táctica para as afastar do mundo da droga. Norris espera que com este esforço positivo e de fortalecimento, estas crianças tenham a oportunidade de construir um futuro melhor para si.

Fimografia
1968 The Wrecking Crew Homem na casa dos 7 Joys não creditado
1970 Room 222 Como si próprio/Instrutor de Karate ep. 2×10
1972 Way of the Dragon Colt
1973 The Student Teachers Instrutor de Karate papel pequeno
1974 Slaughter in San Francisco Chuck Slaughter
1977 Breaker! Breaker! John David “J.D.” Dawes
1978 Good Guys Wear Black John T. Booker
1979 A Force of One Matt Logan
1980 The Octagon Scott James
1981 Ajuste de Contas Sean Kane
1982 Silent Rage Sheriff Dan Stevens
1982 Forced Vengeance Josh Randall
1983 Lone Wolf McQuade Ranger J.J. McQuade
1984 Missing in Action Col. James Braddock
1985 Missing in Action 2: The Beginning
1985 Code of Silence Eddie Cusack
1985 Invasion U.S.A. Matt Hunter
1986 The Delta Force Major Scott McCoy
1986 The Karate Kommandos Como ele próprio/Lider dos Karate Kommandos série de animação televisiva
1986 Firewalker Max Donigan
1988 Hero and the Terror Danny O’Brien
1988 Braddock: Missing in Action III Col. James Braddock
1990 Delta Force 2: The Colombian Connection Col. Scott McCoy
1991 The Hitman Cliff Garret/Danny Grogan
1992 Sidekicks Como ele prórpio
1993-2001 Walker, Texas Ranger Ranger Cordell Walker Série de TV
1994 Hellbound Frank Shatter
1995 Top Dog Jake Wilder
1996 Forest Warrior Jedidiah McKenna
1998 Logan’s War: Bound by Honor Jake Fallon Filme de TV
1999 Sons of Thunder Cordell Walker Série de TV / estrela convidada
2000 Martial Law Cordell Walker ep. 2×16 (estrela convidada)
2000 The President’s Man Joshua McCord Filme de TV
2002 The President’s Man: A Line in the Sand Joshua McCord Filme de TV
2003 Bells of Innocence Matthew (um Anjo)
2003 Yes, Dear Como ele prórpio/Cordell Walker 4×09 (estrela convidada)
2004 Dodgeball: A True Underdog Story Como ele próprio Breve aparição
2005 Walker, Texas Ranger: Trial by Fire Ranger Cordell Walker Filme de TV
2005 The Cutter John Shepherd
2009 Birdie & Bogey produtor
2012 The Expendables 2 Booker
2015 The Finisher pré-produção