9361- Instituições Científicas – A National Geographic Society


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Criada em 1888 nos Estados Unidos por meio de uma ação conjunta entre 33 pessoas interessadas na organização de uma sociedade que difundiria o conhecimento geográfico, a National Geographic Society (Sociedade Geográfica Nacional) teve como primeiro presidente o filantropo e advogado Gardnier Greene Hubbard. Ele foi sucedido por Alexander Graham Bell, que fundou e inventou a companhia telefônica Bell. O objetivo inicial da organização era tornar mais acessível e ampliar o conhecimento de geografia no mundo, organizando expedições de exploração e iniciando a publicação da The National Geographic Magazine, uma das revistas mais importantes do segmento.
A publicação da National Geographic ocorreu após nove meses de funcionamento da sociedade. Notavelmente, a revista é conhecida no mundo todo por apresentar uma moldura na cor amarela enquadrando suas capas. Distribuída mensalmente, com a realização esporádica de edições específicas, a publicação contempla diversos temas como histórias sobre locais inóspitos da Terra e curiosidades sobre a geografia de cada região do globo, além das grandes reportagens realizadas pelos experientes e renomados profissionais e fotógrafos de seu corpo editorial. As fotografias, aliás, são um dos pontos altos do periódico, sendo que muitas se tornaram ícones das respectivas regiões que representam e da diversidade de etnias ao redor do mundo.
Essa característica da revista ganhou notoriedade na edição de 1984, quando foi publicada na capa a fotografia do rosto de uma jovem com olhos marcantes e bonitos, que era uma das refugiadas do Afeganistão. A imagem tornou-se tão famosa quanto a foto de Che Guevara (Guerrilheiro Heroico) e a de Marilyn Monroe com as saias levantadas pelo vento. Após a fama internacional, descobriu-se em 2002, após a invasão dos Estados Unidos ao Afeganistão, que a garota da foto chama-se Sharbat Gula. A história da vida da jovem foi apresentada em grande reportagem em uma edição de março de 2003 da National Geographic.
Entre outros elementos marcantes da National Geographic estão os minuciosos mapas publicados pelos exploradores de diversas regiões do planeta e a sua utilização pelo governo norte-americano, ajudando a ampliar os recursos de cartografia do país, que antes da revista apresentavam sérias limitações. Com milhares de assinantes e a tradição de ser uma publicação do final do século XIX, o periódico tornou-se um item de colecionador e suas edições mais antigas tem alto valor em sebos e lojas de antiguidades. Uma curiosidade é que, até 1960, as capas da revista apresentavam somente textos, sendo que as fotos começaram as ser estampadas na capa naquele mesmo ano.

6940 – Mega Documentário – Veneno na sua mesa


Muita gente se depara com o dilema do preço. É fato que, na maior parte das cidades brasileiras, ainda é mais caro comer alimentos orgânicos. Este é, no entanto, o típico caso do barato que sai caro para o país. Nosso sistema agrícola dominante não leva em conta questões como:
1. O custo social representado pelo abandono do campo pelos pequenos produtores e inchaço das periferias urbanas;
2. O custo em saúde pública que tem origem no enorme número de pessoas intoxicadas pelos agrotóxicos, seja de forma aguda ou crônica (câncer, doenças neurológicas e endócrinas entre outras);
3. O custo ambiental devido à contaminação química do ar, da água e do solo, à perda da fertilidade do solo e da biodiversidade.

Nossas faculdades de agronomia formam cada vez mais profissionais que vão reproduzir essa forma de tratar a terra e a produção de alimentos. “Nas faculdades de agronomia predomina o ensino da agricultura baseada em insumos químicos, gerando carência de profissionais que sabem cultivar a terra sem apelar para eles. Para complicar de vez a situação, entidades como a FAPESP, o CNPQ e a CAPES não costumam liberar bolsas de estudos para quem se propõe a estudar agricultura orgânica e familiar.
O pesquisador Joel Cohen, chefe de Laboratório de Populações da Universidade Rockefeller, nos EUA, segue a mesma linha: “Em 2009-2010, o mundo cultivou 2,3 bilhões de toneladas de cereais. Do total, 46% foi para a boca de pessoas, 34% para animais e 18% para máquinas (biocombustível e plásticos). 90% da soja cultivada no mundo serve para alimentar animais. Nosso sistema econômico não precifica gente que passa fome. A fome é economicamente invisível. Com o que se planta agora, poderíamos alimentar de 9 bilhões a 11 bilhões, mas 1 bilhão passa fome”.
Ao entender que a qualidade do que vai diretamente para dentro do corpo de cada um de nós foi profundamente afetada por uma indústria que objetiva a produtividade acima da saúde da população, o primeiro passo foi dado. Os próximos abrem um caminho longo de busca por mais saúde no prato, no planeta e na sociedade, com espaço para tentativas e aprendizados.

Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a lavagem dos alimentos apenas contribui para a que uma parte dos agrotóxicos seja retirada, mas não resolve o problema por completo.
A explicação está nos tipos de ação. Os chamados sistêmicos são absorvidos e circulam pelos tecidos vegetais – dessa forma, a distribuição é uniforme e o tempo de ação é maior. De acordo com a Empraba, a movimentação do produto dentro das plantas “permite agir em locais dificilmente alcançáveis pelos produtos de contato”. Este é o segundo tipo, quando o agrotóxico age externamente, por contato mesmo. Ainda assim, alguns podem entrar nos alimentos por meio de porosidades.
Uma boa lavagem remove parte dos resíduos que estão na superfície. Mas os que foram absorvidos continuam lá e são ingeridos junto com o morango, a maça, a cenoura, a beringela…
O que pode ser feito?
– Escolha alimentos certificados, cujos produtores se comprometam com boas práticas agrícolas;
– Procure saber a origem das verduras e frutas que você compra no supermercado;
– Quando possível, dê preferência às opções orgânicas, que não usam agrotóxicos, e escolha produtos “da época”, que não precisaram ser conservados por tanto tempo;
– Mesmo que o resultado não seja 100%, lave bem os alimentos. De acordo com a Anvisa, não é comprovado que o uso de água sanitária na lavagem remove resíduos de agrotóxicos. A finalidade é matar agentes microbiológicos que podem estar presentes no alimento (essa higienização deve ser na proporção de uma colher de sopa de água sanitária para um litro de água).

6906 – Mídia – O Mega Canal Discovery


É um conglomerado de empresas de mídia norte-americano. A empresa começou com apenas um canal em 1985, The Discovery Channel. Hoje, a DCI possui operações globais oferecendo 28 marcas de canais de enteterimento e operando mais de 100 canais em 180 países e em 39 línguas para uma população de quase 1.5 bilhão de pessoas em todo o mundo. Discovery Communications está localizada em is based in Silver Spring, Maryland. O slogan da empresa é: “The number-one nonfiction media company.”
DCI produz programação original e adquire conteudos de demais produtoras mundo afora. Essa sua programmação sem ser de ficção é ofercida em seus 28 canais, incluindo Discovery Channel, Military Channel, TLC, Animal Planet, Discovery Home & Health, Discovery Turbo, Discovery Kids e uma familia de canais digitais. A DCI também distribui a BBC America e a BBC World News as operadoras norte-americanas de cabo e de satélite.
Em 13 de Dezembro de 2007, a Discovery Holding Company anunciou um plano de restruturação. Com esse plano, Discovery Holding’s Ascent Media business seria desmembrada, e os demais proprietários, Discovery Communications, LLC and Advance/Newhouse Communications, seriam combinados para iniciar uma nova empresa. A reorganização foi completada em 17 de Setembro de 2008. A nova empresa Discovery Communications, Inc. é agora pública e possui negócios na bolsa de valores NASDAQ.

5805 – Veja no ☻ Mega – Furacão


A mais gigantesca tempestade da Terra, com até 1600 km de diâmetro e ventos com velocidade superior a 300 km por hora. Chega a liberar num só dia a energia equivalente a 8 bombas de hidrogênio de 1 megaton cada uma.
Apenas 1 desses monstros demoliu 60 mil casas nos EUA. Outro matou mais de 300 mil pessoas na Ásia.
Nascimento, crescimento e ataque de um predador invencível, o furacão. Ele é uma catástrofe que atravessa oceanos levando tempestades avassaladoras, ventos implacáveis, ondas gigantescas, destruição e morte.
Nada pode detê-lo em sua ferocidade. Veja-o em ação aqui no Mega.

4834 – Mega Documentário – Ilha das Flores


Filme de curta-metragem brasileiro, do gênero documentário, escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989, com produção da Casa de Cinema de Porto Alegre. O filme foi realizado com o apoio de Kodak do Brasil, Curt-Alex Laboratórios e Álamo Estúdios de Som.
De forma ácida e com uma linguagem quase científica, o curta mostra como a economia gera relações desiguais entre os seres humanos. O próprio roteirista/diretor já afirmou em entrevista que o texto do filme é inspirado em suas leituras de Kurt Vonnegut (“Almoço de Campeões”/ “Breakfast of Champions”) e nos filmes de Alain Resnais (“Meu Tio da América”/ “Mon Oncle d’Amérique”), entre outros.
O filme já foi acusado de “materialista” por ter, em uma de suas cartelas iniciais, a inscrição “Deus não existe”. No entanto, o crítico Jean-Claude Bernardet (em “O Cinema no século”, org. Ismail Xavier, Imago Editora, 1996) definiu Ilha das Flores como “um filme religioso” e a CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) concedeu ao filme o Prêmio Margarida de Prata, como o “melhor filme brasileiro do ano” em 1990. Em 1995, Ilha das Flores foi eleito pela crítica européia como um dos 100 mais importantes curtas-metragens do século.
O curta está listado no livro “1001 Filmes para Ver Antes de Morrer”, organizado por Steven Jay Schneider.
O filme fala de uma avalanche de assuntos, no entanto, o foco principal é a desigualdade social.

2328-Mega Documentários-Explorador dos Oceanos


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Jacques-Yves Cousteau (Saint André de Cubzac, 11 de Junho de 1910 — Paris, 25 de Junho de 1997) foi um oficial da marinha francesa, oceanógrafo mundialmente conhecido por suas viagens de pesquisa, a bordo do Calypso.
Conhecido no Brasil por causa de sua série de TV ” O Mundo Submerino”, que foi ao ar na década de 70 e por suas expedições,incluindo uma no Rio Amazonas, ele explorava os mares com recursos próprios.
Cousteau foi um dos inventores, juntamente com Émile Gagnan, do aqualung, o equipamento de mergulho autônomo que substituiu os pesados escafandros, e também participou como piloto de testes da criação de aparelhos de ultra-som para levantamentos geológicos do relevo submarino e de equipamentos fotocinematográficos para trabalhos em grandes profundidades.
Jacques Cousteau consquistou o Oscar em 1956 com o documentário O mundo silencioso, filmado no Mediterrâneo e no Mar Vermelho. Mas o próprio Cousteau confessa que, em seus primeiros filmes, não tinha nenhum tipo de preocupação ecológica. No total, foram quatro longas-metragens e setenta documentários para a televisão.
Em 1965, Cousteau criou uma casa submarina onde seis pessoas viveram por um mês, a cem metros de profundidade.