13.948 – Explosão Demográfica – Os Países Mais Populosos do Mundo


1. China: 1.384.688.986 habitantes
2. Índia: 1.296.834.042 habitantes
3. Estados Unidos: 329.256.465 habitantes
4. Indonésia: 262.787.403 habitantes
5. Brasil: 208.846.892 habitantes
6. Paquistão: 207.862.518 habitantes
7. Nigéria: 195.300.34 habitantes
8. Bangladesh: 159.453.001 habitantes
9. Rússia: 142.122.776 habitantes
10. Japão: 126.168.156 habitantes

Nota: O Brasil é o 5º em população e também o 5º em extensão territorial.

china população

Dados da China:
A China possui, atualmente, a maior população do planeta, com mais de 1,3 bilhões de pessoas.
Em virtude dessa preocupação, o governo adotou um severo controle demográfico na China a partir dos anos 1970 chamado de política do filho único. Segundo essa lei, cada casal poderia ter apenas um filho, de modo que a geração de um segundo filho poderia acarretar severas punições por parte do Estado, incluindo o pagamento de multa.
Estima-se que esse controle da população chinesa tenha sido responsável por evitar um aumento de 400 milhões de pessoas no país ao longo dos últimos 25 anos. Todavia, esse modelo sofreu pesadas críticas no âmbito internacional. A principal delas envolve um conjunto de acusações contra o governo chinês, que estaria violando os direitos humanos ao suprimir, à força, o segundo filho dos casais por meio de infanticídios, abortos e esterilizações forçadas. Um documentário gravado pela BBC de Londres – chamado de China, os quartos da morte – também apresenta um quadro de denúncia com fortes imagens supostamente gravadas em orfanatos chineses onde bebês do sexo feminino eram abandonados e mortos.
Existem, no entanto, algumas exceções aplicadas à política do filho único na China. Na zona rural, por exemplo, é muitas vezes permitido o segundo filho de um casal, sobretudo quando o primeiro é uma mulher. Isso porque o país considera que o campo, acima de tudo, precisa suprir com sua força de trabalho as necessidades alimentares de toda a população do país. Algumas etnias específicas, como os tibetanos, também possuem exceções à política do filho único do país.
O crescimento demográfico chinês vem diminuindo consideravelmente. Tanto é que a Índia, segundo país mais populoso do mundo, com mais de um bilhão de pessoas, deverá ultrapassar a China em termos populacionais nas próximas décadas, a não ser que esse país também adote severas leis de controle populacional.
Por outro lado, o governo chinês vem encontrando problemas demográficos resultantes da desaceleração do crescimento vegetativo do país. O primeiro deles é a bomba demográfica do envelhecimento, que resultaria do aumento da proporção do número de idosos, o que acarreta sérios desequilíbrios previdenciários. Esse problema, atualmente vivido na Europa e no Japão, seria mais duramente sentido na China, que ainda se encontra em nível de subdesenvolvimento, com muitos problemas sociais.
Por essa razão, o governo, nos últimos anos, vem flexibilizando a política do filho único para conter o problema do envelhecimento populacional na China. Afinal, estima-se que a proporção de trabalhadores e aposentados caia de 5 por 1 para 2 por 1 até o ano de 2030 caso nenhuma medida seja tomada. Além dos problemas com a previdência social, o país também deve sofrer com a queda da mão de obra (um dos principais atrativos atuais do país para os investimentos estrangeiros) e a consequente queda do consumo, trazendo a perspectiva de desaceleração do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto).
Apesar desse cenário, as mudanças atuais ainda são tímidas, com a permissão de um segundo filho para os casais que assim o desejam. Além do mais, muitos analistas demográficos vêm apontando que as próprias famílias chinesas (sobretudo as que possuem melhores condições de vida) estão recusando-se a ter esse segundo filho. Caso isso continue, o governo chinês, contraditoriamente, deverá incentivar o crescimento demográfico a fim de evitar que sua população envelheça demasiadamente nas próximas décadas.

13.795 – ☻ Mega Curiosidades – Quantas pessoas morrem e nascem no mundo?


É difícil afirmar quantas pessoas nascem e morrem no mundo diariamente. Os dados, baseados em censos mundiais e estatísticas, podem não ser exatos. Ainda assim, a ONU estima que a população mundial cresça a um ritmo de 1,2 %, isto significa que aproximadamente 211.000 pessoas nascem por dia. Isso daria uma média de quase 3 nascimentos por segundo, ou 180 por minuto.
Já em relação ao número de mortos, a Organização das Nações Unidas estima que 102 pessoas morram por minuto.
Outras curiosidades apontam que: a Índia faz 33 partos por minuto e deve ultrapassar a população da China em 2035; e nascem mais homens que mulheres, são cerca de 105 homens para cada 100 mulheres.

12.734 – Explosão Demográfica – Quem são os Baby Boomers?


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Baby Boom é uma definição genérica para crianças nascidas durante uma explosão populacional – Baby Boom em inglês, ou, em uma tradução livre, Explosão de Bebês. Dessa forma, quando definimos uma geração como Baby Boomer é necessário definir a qual Baby Boom, ou explosão populacional estamos nos referindo. Acontecimento que ocorreu depois da 2°guerra mundial mudando a história. Em geral, a atual definição de Baby boomer refere-se aos filhos da Segunda Guerra Mundial, já que logo após a essa houve uma explosão populacional. Nascidos entre 1943 e 1960, hoje são indivíduos que foram jovens durante as décadas de 60 e 70 e acompanharam de perto as mudanças culturais e sociais dessas duas décadas, como exemplo a Música Disco.
O termo popularizou-se no pós Segunda Guerra Mundial, quando houve aumento importante da natalidade nos Estados Unidos. Muitos soldados estavam voltando para suas casas, e a natalidade reagiu positivamente a isso. Trata-se da manifestação no ser humano de um reflexo biológico muito comum em espécies que se encontram ameaçadas. Eventos hostis de curta ou longa duração provocam aumento na atividade reprodutiva e na prole.
O impacto sócio econômico de um evento de “baby boom” é causa de controvérsia entre os estudiosos da demografia sócioeconômica, pois gera alteração importante e complexa na composição da pirâmide etária populacional, com repercussões na organização das cidades, no mercado de trabalho e na população economicamente ativa, incluso que, economicamente, cada bebê que nasce é uma fonte de consumo (por parte de seus progenitores), cuja criança passa a consumir, mesmo que não tenha, inicialmente, noção de consumo; durante seu crescimento, continua a consumir e, quando chega à idade adulta, além de consumir, será mão de obra para o mercado, entrando para o mercado consumidor, que por sua vez, dá origem ao mercado de trabalho. Com isso, o consumo aquece a economia, permitindo a circulação de riquezas produzidas e consequente uma maior demanda de bens fez com que mais deles fossem produzidos.

12.079 – Mega Estatísticas – Números Chineses


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DADOS PRINCIPAIS

ÁREA: 9.536.499 km²

CAPITAL: Pequim

POPULAÇÃO: 1,4 bilhão de habitantes (estimativa dezembro de 2014)

MOEDA: Iuan

NOME OFICIAL: REPÚBLICA POPULAR DA CHINA (Zhonghua Renmin Gongheguo).

NACIONALIDADE: chinesa

DATA NACIONAL: 1 e 2 de outubro (Dia da Pátria, Proclamação da República Popular da China).

DIVISÃO ADMINISTRATIVA: 22 províncias, 5 regiões especiais (Hong Kong e Macau), 5 regiões autônomas e 4 municipalidades.

GOVERNO: Estado Unipartidário

PRESIDENTE: Xi Jinping
GEOGRAFIA DA CHINA:
MAPA DA CHINA

LOCALIZAÇÃO: leste da Ásia

FUSO HORÁRIO: + 11 horas em relação à Brasília

CLIMA DA CHINA: de montanha (O e SO), árido frio (N, NO e centro), de monção (litoral S)

CIDADES DA CHINA (PRINCIPAIS): Xangai, Pequim (Beijing), Tianjin; Shenyang, Wuhan, Guangzou (Cantão), Nanquim

REGIÃO ESPECIAL ADMINISTRATIVA: Hong Kong

COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO: chineses han 91,6%; grupos étnicos minoritários 5,1% (chuans, manchus, uigures, huis, yis, duias, tibetanos, mongóis, miaos, puyis, dongues, iaos, coreanos, bais, hanis, cazaques, dais, lis), outros 3,3% (dados de 2012).

IDIOMAS: mandarim (principal), dialetos regionais (principais: min, vu, cantonês).

RELIGIÕES: sem religião (40,1%), crenças populares chinesas (28,9%), budismo (8,6%), ateísmo (7,5%), cristianismo (9%), crenças tradicionais (4,3%), islamismo (1,6%) – dados do ano de 2013.

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 145,6 hab./km2 (estimativa dezembro de 2014)

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 0,6% por ano (entre 2010 e 2015)

TAXA DE ANALFABETISMO: 4,9% (dados de 2014).
RENDA PER CAPITA: US$ 7.428 (ano de 2014).

IDH: 0,727 (Pnud 2014) – índice de desenvolvimento humano alto

10.896 – Demografia – População da China, crescimento insustentável


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A República Popular da China é um país composto por 56 grupos étnicos diferentes, o povo Han responde por 91,02% do total da população, sendo que as outras 55 etnias minoritárias estão contidas no, 8,98% que restam. A lei chinesa garante a todas as etnias igualdade, o Estado protege seus direitos e interesses legítimos e aplica os direitos de igualdade, unidade, ajuda mútua e prosperidade comum nas relações entre os diversos grupos étnicos.
Em relação à distribuição geográfica, os integrantes da etnia Han estão espalhados por todo o país, concentrando-se principalmente nas bacias dos rios Amarelo, Yangtzé e Perla, bem como nas planícies dos rios Sonhua e Liaohe. Os Han desempenham papel de destaque na vida estatal. As áreas habitadas pelas minorias étnicas representam aproximadamente 55% do território nacional, apesar de sua escassa população, e possuem abundantes recursos naturais, fato que supõe um papel importante na construção e desenvolvimento de toda a China.
Segundo dados de julho de 2008, a população chinesa soma 1.330.044.605 habitantes. A distribuição de acordo com a idade se dá da seguinte forma: 0 a 14 anos – 20,1% (142.185.665 homens e 125.300.391 mulheres); 15 a 64 anos – 71,9% (491.513.378 homens e 465.020.030 mulheres) e 65 anos ou mais – 8% (50.652.480 homens e 55.472661 mulheres).
A taxa de crescimento da população (no mesmo ano) foi de 0,629%. A taxa de nascimento foi de 13,71/1000 hab. A taxa de mortalidade foi de 7,03/1000 hab. A taxa de mortalidade infantil é de 21,16 mortes/1000 hab., sendo que para os homens é de 19,43/1000 hab. e para as mulheres é de 23,08/1000 hab.
A distribuição por sexo ocorre da seguinte forma: no nascimento, 1,11 homens/mulher; menores de 15 anos, 1,13 homens/mulher; 15 a 64 anos, 1,06 homens/mulher; 65 anos ou mais, 0,91 homem/mulher e na população total a distribuição foi de 1,06 homens/mulher.
A expectativa geral de vida na população chinesa ao nascer foi de 73,18 anos, sendo que 71,37 anos para os homens e 75,18 para as mulheres. A taxa de fertilidade foi de 1,77 infantes/mulher.
O idioma mandarim é o utilizado pela maioria da população da China num país onde são faladas mais de 50 línguas diferentes e são usadas 23 maneiras diferentes de escrever.

10.888 – Cidades – As Mais Congestionadas do Mundo


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Brasil: o país ficou entre os 15 com o pior índice de trânsito. A conta leva em consideração questões infraestruturais, socioeconômicas, de serviços e segurança. Isso não é motivo para achar que tudo está perdido: no quesito tempo de deslocamento de casa até o trabalho (que, vale lembrar, se aplica apenas aos usuários do Waze, não à população como um todo) muitas cidades se saíram bem pior que o Rio de Janeiro e São Paulo. Confira aqui quais são esses lugares:

Manila – Filipinas

Jacarta – Indonésia

Londres- Inglaterra

Milão – Itália

San Francisco – EUA

New York – EUA

Rio de Janeiro

São Paulo (18ª do ranking)

11.197 – Demografia – Quantas pessoas já viveram no mundo?


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Gente pra burro!

Cerca de 107 bilhões – mais ou menos 16 vezes mais do que a população atual do planeta. O cálculo foi feito pelos pesquisadores do site Population Reference Bureau, que reúne dados sobre demografia. Os números obviamente são bem aproximados, a começar pelo primeiro ano de vida humana na Terra: por falta de opção melhor, eles assumem que no ano 50000 a.C. havia dois habitantes no planeta – o primeiro homem e a primeira mulher. Daí em diante, a conta é dividida por períodos e se baseia na média de natalidade de cada um. Por exemplo:de 50000 a.C. pulamos para 8000 a.C., quando o homem descobriu a agricultura e a natalidade explodiu. Nesse intervalo, a população passou de 2 para 5 milhões de habitantes, seguindo uma taxa média de natalidade de 80 nascimentos a cada mil habitantes. Nos períodos seguintes a taxa de natalidade foi caindo até chegar aos atuais 23 nascimentos por milhar. Somando todos os períodos o prb.org chegou, em 2002, ao resultado de 106,4 bilhões de pessoas. Acrescentamos a esse número os dados mais recentes da ONU, que dá conta de que, em 2007, atingimos a marca de 6,7 bilhões de habitantes, ou seja, 485 milhões de pessoas a mais do que os 6,215 bilhões que existiam em 2002. Assim, atualmente, chegamos ao total de 107 bilhões de habitantes.

Ao longo da história, o número de habitantes da Terra só foi aumentando, aumentando, aumentando…
População – 8000 a.C. 5 milhões
Expectativa de vida – 10 a 15 anos
Nascimentos (por ano a cada mil pessoas) – 80
Há escassez de alimentos, as técnicas medicinais são rústicas e não existe quase nenhum cuidado de higiene. Aos poucos, o domínio da agricultura ajuda na preservação da vida
População – 1 d.C. 300 milhões
Expectativa de vida – 25 a 30 anos
Nascimentos (por ano a cada mil pessoas) – 80
A organização da sociedade e da produção agrícola melhora o suprimento de comida. Mas a dependência da agricultura tem seu lado ruim: uma única falha na colheita pode levar à morte por fome
População – 1200 d.C. 450 milhões
Expectativa de vida – 25 a 30 anos
Nascimentos (por ano a cada mil pessoas) – 60
Durante a Idade Média, o índice de crescimento populacional é baixo, devido à peste negra. Estima-se que até 25% da população na Europa tenha morrido por causa da epidemia
População – 1750 d.C. 795 milhões
Expectativa de vida – 35 a 40 anos
Nascimentos (por ano a cada mil pessoas) – 50
A Revolução Industrial leva à riqueza, ao crescimento das áreas urbanas e a cuidados com o saneamento básico. Com isso, aumentam a expectativa de vida e a população
População – 1850 d.C. 1 bilhão e 265 milhões
Expectativa de vida – 50 anos
Nascimentos (por ano a cada mil pessoas) – 40
A ciência percebe que algumas doenças são causadas por microorganismos, que se reproduzem. É a chamada “teoria dos germes”, responsável por diversos avanços da medicina
População – 1950 d.C. 2 bilhões e 516 milhões
Expectativa de vida – 65 anos
Nascimentos (por ano a cada mil pessoas) – 38
Há um aumento nos cuidados com a saúde pública. A ONU, recém-criada, promove campanhas de vacinação em diversos países pobres, onde há uma explosão de crescimento populacional
População – 2005 d.C. 6 bilhões e 475 milhões
Expectativa de vida – 80 anos
Nascimentos (por ano a cada mil pessoas) – 21
Medicina preventiva, tratamentos eficazes e boas condições de saneamento aumentam a expectativa de vida. Do outro lado, métodos anticoncepcionais contêm o número de nascimentos em diversas partes do globo.

11.188 – Ecologia – Tratamento de Esgoto


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Esgoto, efluente ou águas servidas são todos os resíduos líquidos provenientes de indústrias e domicílios e que necessitam de tratamento adequado para que sejam removidas as impurezas e assim possam ser devolvidos à natureza sem causar danos ambientais e à saúde humana.
Geralmente a própria natureza possui a capacidade de decompor a matéria orgânica presente nos rios, lagos e no mar. No entanto, no caso dos efluentes essa matéria é em grande quantidade exigindo um tratamento mais eficaz em uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) que, basicamente, reproduz a ação da natureza de maneira mais rápida.
É importante destacar que o tratamento dos efluentes pode variar muito dependendo do tipo de efluente tratado e da classificação do corpo de água que irá receber esse efluente, de acordo com a Resolução CONAMA 20/86. Quanto ao tipo, o esgoto industrial costuma ser mais difícil e caro de tratar devido à grande quantidade de produtos químicos presentes.
Quanto à classificação, o efluente deve ser devolvido ao rio tão limpo ou mais limpo do ele próprio, de forma que não altere suas características físicas, químicas e biológicas. Em alguns casos, como por exemplo, quando a bacia hidrográfica está classificada como sendo de classe especial, nenhum tipo de efluente pode ser jogado ali, mesmo que tratado. Isso porque esse tipo de classe se refere aos corpos de água usados para abastecimento.
Pode-se então, separar o tratamento de esgoto domiciliar em 4 níveis básicos: nível preliminar, tratamento primário e tratamento secundário que tem quase a mesma função, e tratamento terciário ou pós-tratamento. Cada um deles têm, respectivamente, o objetivo de remover os sólidos suspensos (lixo, areia), remover os sólidos dissolvidos, a matéria orgânica, e os nutrientes e organismos patogênicos (causadores de doenças).
No nível preliminar são utilizadas grades, peneiras ou caixas de areia para reter os resíduos maiores e impedir que haja danos as próximas unidades de tratamento, ou até mesmo, para facilitar o transporte do efluente.
No tratamento primário são sedimentados (decantação) os sólidos em suspensão que vão se acumulando no fundo do decantador formando o lodo primário que depois é retirado para dar continuidade ao processo.
Em seguida, no tratamento secundário, os micro-organismos irão se alimentar da matéria orgânica convertendo-a em gás carbônico e água. E no terceiro e último processo, também chamado de fase de pós-tratamento, são removidos os poluentes específicos como os micronutrientes (nitrogênio, fósforo…) e patogênicos (bactérias, fungos). Isso quando se deseja que o efluente tenha qualidade superior, ou quando o tratamento não atingiu a qualidade desejada.
Quando se trata de efluentes industriais a própria empresa que faz o tratamento de esgoto exige que a indústria monitore a qualidade dos efluentes mandados para e estação. No caso de haver substâncias muito tóxicas ou que não podem ser removidas pelo tratamento oferecido pela ETE, a indústria é obrigada a construir a sua própria ETE para tratar seu próprio efluente.

9908 – Qual foi a primeira cidade a ter 1 milhão de habitantes?


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Segundo a maior parte dos historiadores, foi Roma, na Itália, cerca de 2 500 anos atrás. Eles divergem sobre a data exata, mas afirmam que Roma alcançou a marca de 1 milhão de moradores durante a República, período que durou de 509 a.C. a 27 a.C. O recorde “milionário” da cidade italiana até é contestado por alguns especialistas – há quem credite a façanha a Alexandria, no Egito, ou ainda a Bagdá, no Iraque -, mas a maioria dos historiadores fica mesmo com a antiga capital do Império Romano, que manteve a condição de maior cidade do mundo até o século 19. Com a Revolução Industrial e a urbanização, surgiram outros grandes centros que acabaram desbancando Roma desse posto – hoje, as cinco maiores regiões metropolitanas são Tóquio, Cidade do México, Nova York, Mumbai (na Índia) e São Paulo. Cidades com mais de 1 milhão de habitantes só se tornaram comuns mesmo no século 20. De acordo com um levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1950, havia apenas cem cidades com mais de 1 milhão de habitantes. Hoje, já são cerca de 300 e, de acordo com uma projeção da ONU, em 2025 existirão no planeta 527 cidades acima dessa marca milionária! Aqui no Brasil, segundo o IBGE, 13 municípios já ultrapassaram a barreira de 1 milhão de pessoas: além de São Paulo (com mais de 10 milhões), Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, Fortaleza, Manaus, Brasília, Curitiba, Belém, Goiânia e Guarulhos – na Grande São Paulo.

9330 – Demografia no Mundo


No século 19, a humanidade cresceu 70%, mas no século 20 os números explodiram.
No ano 2000 a população aumentou 270% em relação a 1900. Todos os dias 220 mil bebês vem ao mundo. Apesar disso, o ritmo de crescimento da população vem diminuindo, sobretudo por causa do planejamento familiar voluntário, já há tempos foi adotado como regra geral nos países ricos. Também pesa nessa conta, a severa política de controle de natalidade imposta pelo governo da China, mesmo antes de completar seu 1 bilhão de habitantes, onde até hoje a meta oficial é: uma família = um filho.

A revolução agrícola iniciada nos anos 60 e a revolução da engenharia genética que já desponta devem afugentar o fantasma da escassez alimentar, ficando por resolver a engenharia social da distribuição da fartura. Vista pelos inquietos olhos deste final de século, a questão populacional tem duas outras carrancas. A primeira assombra as combalidas relações do homem com a natureza. A segunda, as relações entre os próprios homens. Num caso, são os ecologistas que ficam de cabelo em pé. “A proliferação humana é a maior ameaça ao ambiente do planeta”, denuncia o biólogo americano Paul Ehrlich, da Universidade de Stanford, Califórnia, autor do best-seller The population bomb.

8810 – Geografia – O que é o bônus demográfico?


Trata-se de um período da história de um determinado país em que a força de trabalho na população ativa de 15 a 64 anos é maior do que a parcela dependente da população (crianças e idosos). Quando determinado país tem mais trabalhadores do que dependentes, aumenta a quantidade de dinheiro disponível para investimento em áreas econômicas e sociais.
Detectar se o bônus demográfico é positivo ou negativo numa população depende do cálculo do PIA (População com Idade Ativa) com o POT (População Total). No Brasil, entre os anos 1950 e 1980, a economia cresceu em média 7% ao ano, com crescimento populacional de 2,8%. A renda per capita cresceu 4,2% ao ano. Esse período significou como os melhores trinta anos da história brasileira, porém, a partir dos anos 1980, o Brasil não conseguiu colher essa “herança econômica” em virtude da queda da renda per capita e aumento do desemprego e da inflação.
Nos anos 1990, o Brasil conseguiu estabilizar a economia, iniciar um processo de melhoria da educação e de incentivos sociais para patrocinar a permanência da criança na escola. A partir dos anos 2000, o Brasil conseguiu equilibrar suas contas externas e voltar a crescer, gerando queda do desemprego; nesse novo cenário, o país conseguiu resgatar o seu bônus demográfico acumulado, mas abaixo do que poderia.
No ano de 2004, o Brasil voltou a apresentar números positivos em sua economia, amadureceu políticas sociais e se viu desafiado a aprimorar a sua educação básica, superior e profissionalizante. Porém, boa parte das vagas de trabalho geradas em áreas específicas no país foram ocupadas por estrangeiros, em virtude da falta de mão de obra brasileira qualificada.
O bônus demográfico é temporário, depende do processo de crescimento econômico e da presença de uma ampla e qualificada população economicamente ativa trabalhando e gerando renda no país. No mundo, países como EUA, Japão, Cingapura, Coreia do Sul, China, Taiwan e boa parte da Europa, conseguiram tirar bom proveito de seus bônus demográficos investindo bastante em educação e estimulando a economia.
Os números demográficos para a primeira metade do século XXI são favoráveis para o Brasil ter um novo bônus demográfico, porém, o pais depende de outros fatores como econômicos, sociológicos e culturais, além de redução das taxas de mortalidade e natalidade.

8455 – Demografia – Crescimento desafia o planeta


As previsões alarmistas de Thomas Malthus falharam, mas nem por isso a tarefa tem sido fácil. O avanço da população mundial – que chegou a 7 bilhões de pessoas – eleva a pressão por alimentos, infraestrutura e serviços essenciais como educação e saneamento. E, ao mesmo tempo em que tenta atender a essas demandas, o mundo encontra grandes dificuldades para reverter e minimizar os danos ao meio ambiente, diminuir as desigualdades econômicas e sociais e lidar com a falência dos grandes centros urbanos
Em 2011 a população mundial atingiu 7 bilhões de habitantes, o que representa um crescimento de 1 bilhão nos últimos 12 anos. Ainda que o ritmo do aumento tenha contrariado as projeções mais alarmistas, que supunham que esse número seria atingido dez anos antes, esse avanço impõe uma série de desafios de ordem econômica para os próximos anos. Em 2050, estima-se que a população mundial alcance a marca de 9 bilhões. A pressão por alimentos, infraestrutura, educação, saneamento e habitação e um movimento de forte migração de mão de obra devem se intensificar, principalmente a partir dos países em desenvolvimento, que lideram as taxas de crescimento populacional.
Segundo a organização norte-americana Population Reference Bureau (PRB), que produz relatórios sobre a população mundial desde os anos 40, esta será a segunda vez em que a população humana cresce 1 bilhão em apenas 12 anos – na ocasião anterior, o salto foi de 5 para 6 bilhões, entre 1987 e 1999.
As projeções do PRB indicam que o Brasil, hoje o quinto país mais populoso do mundo, com 191 milhões de habitantes, passará a oitavo em 2050, com 215 milhões. Até lá, a população brasileira terá sido superada pelas de Bangladesh, Nigéria e Paquistão. Hoje, são mais populosos que o Brasil – e ainda serão em 2050 – China, Índia, Estados Unidos e Indonésia.
O crescimento populacional, porém, tende a ocorrer em um ritmo mais lento nos próximos anos. A realidade tem contrariado o principal postulado do economista inglês Thomas Malthus, de que o ritmo de crescimento populacional seria mais acelerado que o ritmo de crescimento da produção de alimentos (progressão geométrica versus progressão aritmética). Para Malthus, a população alcançaria a marca dos 7 bilhões na virada de 1999 para 2000. Mas ele não contava com avanços tecnológicos na área de produção de alimentos e com o controle de natalidade, que vem reduzindo o número de filhos por mulher.

A escola malthusiana previa um cenário apocalíptico de fome e guerras, em que as possibilidades de aumento da área cultivada estariam esgotadas, pois todos os continentes estariam plenamente ocupados pela agropecuária e, no entanto, a população mundial ainda continuaria crescendo.
Uma das teorias mais recentes – a do demógrafo americano Joel E. Cohen, autor do livro Quantas pessoas a Terra pode abrigar (na tradução livre em português) – estima que o limite de habitantes no planeta estaria entre 8 e 16 bilhões. Para ele, a questão não é tanto o número, mas o tipo de vida que vamos querer para nossos filhos. O padrão de consumo, o nível de inovação tecnológica e as matrizes energéticas adotadas são escolhas que vão influenciar diretamente o cenário.
O grande desafio das próximas décadas será encontrar fórmulas para reverter e evitar novos danos ao meio ambiente, diminuir as disparidades econômicas, as desigualdades sociais e a falência dos grandes centros urbanos. Para o professor Barbieri, a fome vai continuar a assolar países com forte crescimento populacional e nos quais não se vislumbram mudanças institucionais. Ao mesmo tempo, novas tecnologias e a ciência têm se mostrado eficazes em apontar soluções para amenizar as pressões de demanda por alimentos, bens de consumo, infraestrutura e serviços.
A fome já atinge metade da população mundial, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mas não por falta de alimentos, e sim pela má distribuição e falta de recursos. Alterações climáticas, no entanto, podem reduzir a produção de alimentos no mundo. Pesquisadores têm buscado novas tecnologias para que se possa produzir com as temperaturas do planeta aumentando rapidamente. “Há estudos no Brasil, por exemplo, para produzir feijão resistente a um grau de temperatura a mais”, lembra Alisson Barbieri, professor do Departamento de Demografia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Redução de safras e um maior interesse por investimentos em ativos de energia também podem pressionar os preços das commodities agrícolas.
O mapa econômico mundial será profundamente alterado nas próximas décadas, com os grandes países emergentes se tornando potências econômicas. Os Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) vêm se consolidando como uma aposta de longo prazo entre os investidores. O Brasil, segundo projeções do Banco Mundial e de consultorias, deve se tornar a quarta maior economia mundial em 2050. Em 2011, de acordo com previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI), ocupará o sétimo lugar. A China deve continuar a medir forças com os Estados Unidos, segundo o economista Gilmar Mendes Lourenço, coordenador do Departamento de Economia do FAE Centro Universitário. “De maneira geral há um redesenho da economia mundial desde 1995, com a queda da inflação mundial e o aumento de poder da China.”

8350 – Demografia – Erro de Cálculo


No início dos anos 90, quando a ONU calculou a população mundial em 5 bilhões de habitantes, já viviam 5,1 bilhões. A conclusão fora de um estudo feito nos EUA e corrigiu a conta para mais. Demógrafos americanos acreditavam que a taxa de fertilidade na China, de 2,1 para 2,5 contribuíra para subverter as contas da ONU. Hoje, pouco mais de 2 décadas, estima-se em 6,4 bilhões a população do planeta.
Mas o crescimento está em declínio, segundo cálculos atuais.
Dificilmente se encontrará metamorfose comparável a tamanha irrupção em qualquer outro capítulo da acidentada aventura do homem. Os números não são apenas espantosos. Constituem o caroço de uma realidade cada vez mais difícil de digerir. Servem para desenhar os contornos de um labirinto aparentemente sem saída ou sem saída até onde a vista alcança. Porque a crise da superpopulação humana e do ongestionamento urbano já não se pesa na balança ingênua dos bons velhos tempos em que se lotava um dos pratos com pessoas enquanto se polvilhava o outro com grãos para, ao fim e ao cabo, provar judiciosamente que a oferta de comida, em escala planetária, não conseguiria crescer tanto e tão depressa como o número de bocas famintas. O buraco agora é mais profundo.

8313 – Mega Sampa – Onde fica Balbinos?


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É um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 21º53’59” sul e a uma longitude 49º21’24” oeste, estando a uma altitude de 460 metros. Sua população estimada em 2010 era de 3 932 habitantes.
Possui uma área de 90,9 km².

O município foi fundado em 31 de dezembro de 1954 pelos seus habitantes e pela família Balbino que se instalou na região no início do século XX. Já foi distrito de Pirajuí que antigamente era o maior produtor de café de todo o planeta. Ultimamente tem uma das melhores quermesses de toda a região realizada em meados de junho e julho

Dados do Censo – 2010 Balbinos (SP) tinha cerca de 1.313 habitantes para 3.932. Apresentando crescimento populacional de 199,47%, sendo então o município brasileiro com o maior índice de crescimento. Dados do Censo – 2000

População Total: 1.313

Urbana: 1.062
Rural: 251
Homens: 676
Mulheres: 637
Densidade demográfica (hab./km²): 14,44

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 16,67

Expectativa de vida (anos): 70,79

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,31

Taxa de Alfabetização: 89,07%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,761

IDH-M Renda: 0,666
IDH-M Longevidade: 0,763
IDH-M Educação: 0,854
(Fonte: IPEADATA)

Hidrografia
Rio Dourado
Rio Batalha

Rodovias
SP-331
SP-300

balbinos_

Um Pouco +
Do dia para a noite, a pequena e pacata cidade de Balbinos, a 400 km de São Paulo, ganhou destaque na mídia por ter a maior população masculina do Brasil (82,2% dos 3.932 moradores, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas –IBGE). Pouco acostumada às lentes das filmadoras e aos flashes das câmeras, a população balbinense recebeu a notícia com certa desconfiança.
“A proporção aqui na cidade é igual, não tem muita diferença, não”, garante o comerciante Ailton Carlos Rigoto, de 47 anos. De fato, o número de mulheres e de homens é equilibrado na área urbana: segundo dados da prefeitura, 51% dos 1.191 moradores que vivem lá são mulheres. O que inflaciona o número, resultado do Censo 2010, é a presença de penitenciárias na zona rural. As duas unidades abrigam 2.556 detentos (quase o dobro dos 1.376 moradores em liberdade).
Os presídios começaram a funcionar em 2006. O que no início foi visto com receio e medo agora é celebrado pelos moradores –principalmente os comerciantes. Carlos Roberto Pereira, por exemplo, espera com ansiedade a chegada do fim de semana. “É quando tem visita nos presídios”, afirmou o homem de 46 anos, que é dono de um dos poucos restaurantes do município.
Às sextas-feiras e aos sábados, ele, sua esposa, a filha, o cunhado e mais uma funcionária se revezam no pequeno estabelecimento para cozinhar, arrumar mesas e atender a clientela – majoritariamente feminina. “Tem vez que recebo 50 fregueses. O normal são 15”, contou Pereira. “Muitas mulheres de presos vêm aqui e pedem para a gente fazer ‘quentinha’ para seus maridos.”
Esse turismo de fim de semana fez com que a economia do município (que é baseada em serviços e na indústria) esquentasse. “Antes, você conseguia alugar uma casa por R$ 80. Agora, não encontra imóvel com valor inferior a R$ 300”, disse a chefe de gabinete da Prefeitura, Flora Rosilene Carvalho.
Atualmente, os grandes empregadores do município são a Prefeitura, onde trabalham cerca de 170 pessoas, e uma fábrica de condimentos, responsável pelo sustento de ao menos uma centena de moradores e por deixar o Centro da cidade com o cheiro de temperos variados (nesta terça, o ar tinha aroma de sal com alho). O restante dos habitantes vive do comércio e uma pequena parcela trabalha no campo.
Antes, a maior parte da população trabalhava em plantações de café. Com a crise do setor, na década de 1950, houve um êxodo de balbinenses. “Tínhamos quase 5 mil moradores. Depois dessa crise, a maior parte foi trabalhar em outras lavouras, principalmente no Paraná”, revelou Flora.
O novo crescimento populacional veio justamente com os presídios, que, apesar de fortalecerem a economia, trouxeram problemas para a Polícia Civil.
BOs
Os quatro policiais do único Distrito Policial balbinense tiveram um aumento considerável no volume de trabalho. Dados da Polícia Civil indicam que antes das penitenciárias o número de boletins de ocorrência registrados era muito pequeno. Em 2005, por exemplo, foram feitos apenas 70 BOs; no ano seguinte, o esse número mais que dobrou, saltando para 181.
Em 2010, 72 das 181 ocorrências registradas na delegacia ocorreram nos presídios. “Aqui fora acontecem só discussões, no máximo”, afirmou o investigador Carlos Eduardo Labriolla, de 50 anos. “Nas prisões tem muita apreensão de drogas, ameaças e brigas”, acrescentou. E foi justamente em uma das unidades que foi registrado o único homicídio da história da cidade. “Foi em março desse ano. Um condenado estrangulou a mulher que foi visitá-lo”, lembrou, com pesar, o policial.
Fofocas
As dimensões da cidade facilitam o contato entre os moradores. Pode-se dizer que a maioria se conhece por nome ou apenas de vista. Isso faz com que notícias – sejam elas verdadeiras ou falsas – se espalhem como rastilho de pólvora. “É um boato novo por dia. É impressionante. Tem muita fofoqueira aqui”, disse a dona de casa Paula da Silva Cunha, de 26 anos.
Um exemplo: mal a informação sobre o número de homens na cidade foi divulgada e pessoas de todos os cantos do município já comentavam os dados do IBGE. Resultado: quando a reportagem visitou a cidade, nesta terça, todos os entrevistados sabiam o porcentual de pessoas do sexo masculino e já tinham opinião formada sobre o levantamento.
A vendedora Natália Cristina Ferreira, de 21 anos, acredita que, na prática, o número de mulheres é superior. “Aqui a mulherada fica em cima dos homens. Inclusive dos que já têm dona”, afirmou. “Eu fui vítima. Uma amiga roubou meu namorado e eu roubei ele de volta, depois de brigar com ela”. Apesar da confusão, hoje Natália está feliz e casada com esse rapaz.

O ponto de encontro dos jovens é um posto de gasolina no Centro. Além da lanchonete que funciona até tarde, o lugar serve de palco para apresentações musicais em alguns fins de semana. Além do posto há a praça central, onde nos dias ensolarados o pessoal se reúne para tomar sorvete e ouvir música.
Baladas, shopping centers e cinema, só nas cidades próximas. “Quando quero sair, vou para Lins, Pirajuí e Bauru”, contou Ailton Rigoto Júnior, de 18 anos. E é fora de Balbinos que ele procura as garotas. “Aqui não dá para namorar ou ficar. Aqui qualquer pingo d’água se torna tempestade”, brincou.

8018 – Demografia e Urbanismo – Sufoco nas megalópoles


poluição

Esses gigantes urbanos estão crescendo, atraindo milhões que chegam em busca de trabalho, moradia e conveniências da vida urbana. Mas o preço é alto: respirar nestas cidades em expansão está se tornando cada vez mais perigoso à saúde. Os habitantes da Cidade do México são os mais afetados nesse respeito, mas quem mora em cidades como Bancoc, Beijing, Cairo e São Paulo não estão em situação muito melhor. Suas consequências são problemas cardiológicos, respiratórios, neurológicos e até mesmo enfermidades na medula óssea, fígado e rins. O número total de veículos no mundo passa de 1 bilhão e está subindo e medidas preventivas saem muito lentamente do papel. Quem mora nestas cidades se defronta com um sufocamento lento.

7809 – Demografia – Estamos livres da superpopulação?


Cidades se agigantam em países pobres, com populações famélicas tomadas por epidemias velhas e novas. Democracias são ameaçadas de extinção. Governos nacionais se enfraquecem – e em alguns casos são substituídos por uma combinação de feudalismo e tribalismo. E por fim a humanidade volta à Idade Média. Era o que previa o biólogo americano Paul Ehrlich. Economistas faziam previsões ainda mais sinistras.
A expectativa era de que a população mundial, então de 5,5 bilhões, aumentaria em 1 bilhão em 11 anos. A aids era só um sinal do fim dos tempos.
Em 2011, chegamos a 7 bilhões de habitantes. Mas, apesar de sermos tantos, nosso cenário é bastante diferente do previsto por Ehrlich. Desde 1950, a taxa mundial de fertilidade só cai – 5 crianças por mulher para 2,5 -, o que deve estabilizar a população mundial em 9 bilhões em 2050, 70% dela em cidades. Para garantir que não passemos fome, será necessário aumentar em 70% a produção de alimentos, segundo a FAO, agência da ONU para agricultura e alimentação. E recursos naturais para isso não faltarão, desde que 3 problemas sejam resolvidos: a mudança climática, a degradação ambiental das áreas cultivadas e a expansão do cultivo de biocombustíveis no lugar de alimentos.
O problema por vir é exatamente a baixa taxa de fertilidade. Já temos 80 países abaixo da taxa de reposição demográfica, de 2,1 bebês por mulher. Isso significa que essas nações estão envelhecendo e terão dificuldade para arranjar mão de obra ativa para sustentar seus aposentados. E o problema não será apenas na Europa, cuja população cairá de 730 milhões para 664 milhões na metade do século. Faltará gente na China. Ou, pelo menos, gente jovem. Lá, mulheres têm em média 1,4 filho, segundo o censo de 2010. Somando a isso o aumento de expectativa de vida, em 2050 o país terá 30% de seu 1,3 bilhão de habitantes acima de 65 anos. O risco é de que o país fique velho antes de ficar rico.

7124 – No mundo nascem mais mulheres ou homens?


Em média, nascem cerca de 105 homens para cada 100 mulheres. A explicação para esse desequilíbrio está na maior mobilidade dos espermatozóides que carregam o cromossomo Y, que define o sexo masculino. O curioso é que estudos científicos recentes revelaram que, numa ejaculação média, existem mais espermatozóides com o cromossomo X, que determina o nascimento de meninas, do que com o Y. Mas, como os espermatozóides “fêmeas” são mais lerdos, suas chances de fertilizar o óvulo são menores, abrindo caminho para o nascimento de mais homens. Esse descompasso inicial, no entanto, é amenizado ao longo da vida. “Existe maior mortalidade de homens em relação a mulheres desde o nascimento, principalmente entre os 18 e os 35 anos”, explica uma demógrafa, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A conseqüência disso é que a média da população global é de 101 homens para 100 mulheres. E, em muitos países, inclusive no Brasil, há mais mulheres do que homens, mas a desproporção também é baixa, algo em torno de 1%.

7035 – Demografia no Futuro – Explosão ou Estabilização?


Cidades se agigantam em países pobres, com populações famélicas tomadas por epidemias velhas e novas. Democracias são ameaçadas de extinção. Governos nacionais se enfraquecem – e em alguns casos são substituídos por uma combinação de feudalismo e tribalismo. E por fim a humanidade volta à Idade Média. Era o que previa o biólogo americano Paul Ehrlich.
A expectativa era de que a população mundial, então de 5,5 bilhões, aumentaria em 1 bilhão em 11 anos. A aids era só um sinal do fim dos tempos.
Em 2011, chegamos a 7 bilhões de habitantes. Mas, apesar de sermos tantos, nosso cenário é bastante diferente do previsto por Ehrlich. Desde 1950, a taxa mundial de fertilidade só cai – 5 crianças por mulher para 2,5 -, o que deve estabilizar a população mundial em 9 bilhões em 2050, 70% dela em cidades. Para garantir que não passemos fome, será necessário aumentar em 70% a produção de alimentos, segundo a FAO, agência da ONU para agricultura e alimentação. E recursos naturais para isso não faltarão, desde que 3 problemas sejam resolvidos: a mudança climática, a degradação ambiental das áreas cultivadas e a expansão do cultivo de biocombustíveis no lugar de alimentos.
O problema por vir é exatamente a baixa taxa de fertilidade. Já temos 80 países abaixo da taxa de reposição demográfica, de 2,1 bebês por mulher. Isso significa que essas nações estão envelhecendo e terão dificuldade para arranjar mão de obra ativa para sustentar seus aposentados. E o problema não será apenas na Europa, cuja população cairá de 730 milhões para 664 milhões na metade do século. Faltará gente na China. Ou, pelo menos, gente jovem. Lá, mulheres têm em média 1,4 filho, segundo o censo de 2010. Somando a isso o aumento de expectativa de vida, em 2050 o país terá 30% de seu 1,3 bilhão de habitantes acima de 65 anos. O risco é de que o país fique velho antes de ficar rico (o que também vale para o Brasil, que tem 1,9 filhos por mulher, segundo o censo de 2010).
Com a política de filho único, o país estimulou o infanticídio e o aborto de meninas. Hoje já há 118 meninos para cada 100 meninas. Quando virarem adultos, haverá um batalhão de homens solteiros, o que não é uma receita para estabilidade social.
A solução pode vir do continente mais pobre do mundo. Na virada do século, a população africana deve subir de 1 bilhão para 3,6 bilhões. Será o continente mais jovem num mundo envelhecido. Com isso, países populosos como Nigéria, Etiópia, Tanzânia e Quênia podem seguir um caminho semelhante ao de China, Vietnã, Indonésia e de outros países asiáticos: sua população urbana jovem servir de combustível para a industrialização e o enriquecimento. Só que a história não é movida apenas pela demografia. O futuro do mundo vai depender de como os países africanos serão governados.

4471 – Planeta Terra – Fome e Devastação Barram o Crescimento da População


Apesar dos 7 Bilhões de Habitantes…
Comida mal distribuída – Em 1798, o economista inglês Thomas Maltus previa que o crescimento populacional seria limitado pela baixa produção de alimentos. Mas errou: pelos cálculos da ONU, há 10 anos já havia comida para 12 bilhões, mas mesmo assim, 830 milhões passavam fome, 95% em países subdesenvolvidos, vítimas da desigualdade.
Apagão Mundial – A quantidade de riquezas produzidas no planeta aumentou 8 vezes nos últimos 50 anos, mas como o bolo fica concentrado nos países com alto poder de consumo, o resto do mundo sai perdendo.
Poluição – Ninguém duvida que a degradação ambiental pode impedir o crescimento da população e a própria vida na Terra. Alguns exemplos: desde o século 18, a concentração de gás carbônico na atmosfera aumentou em 30%. A cada ano, 200 mil km² de terrenos agricultáveis tornam-se imprestáveis e 120 mil km² de florestas desaparecem. Os efeitos de tais agressões no futuro do planeta são imprevisíveis.

4024 – Demografia – Qual o máximo de habitantes que o planeta suporta?


Foi previsto em 1679, que nosso planeta poderia acolher 13,4 bilhão. Mas, estimativas tem variado de 1 bilhão a 1 trilhão de habitantes.
Entretando, a maioria das previsões se situam entre 4 e 16 bilhões. A população da Terra cresceu mais de 40 vezes desde o início da era cristã. No ano 1 havia cerca de 150 milhões de pessoas. O número dobrou em 1350 , quadruplicou em 1700 e chegou ao 1° bilhão em 1804. O grande salto aconteceu no século 20, quando a urbanização e os avanços da medicina fizeram a população saltar de 1,6 para 6,2 bilhões. Guerras e epidemias não estancaram o crescimento. A queda de nascimentos vem ocorrendo, mesmo assim, o mundo recebe 77 milhões de pessoas a mais; 97% em países subdesenvolvolvidos.Tudo dependerá agora da quantidade de alimento que o homem possa produzir, do pradrão de vida e da preservação do meio ambiente, temas já amplamente expostos aqui no Mega Arquivo.
Segundo a ONU, o mais provável é que tenhamos em 2050; 9,3 bilhões.
O planeta tem regiões com formigueiros humanos e áreas desertas
A cada ano, um milhão de imigrantes aporta nos EUA. O país suporta porque é desenvolvido e possui apenas 29 hab por km². Mas a ameaça de terrorismo é constante e a tensão entre os nativos e imigrantes fazem das suas fronteiras as mais vigiadas do planeta.
Brasil – Com 17 hab por km², nosso país é candidato a receber mais gente, no norte, mas há obstáculos: desigualdade social e risco ambiental. Detém 27% das terras férteis do mundo, mas se forem ocupadas será o fim da Amazônia.
Inviável – Áreas polares, desertos e montanhasocupam 1/3 do planeta, mas são quase inabitábeis. Em áreas geladas, gastos com energia impedem a ocupação. A Antártida. com 8,9% de terras emersas do planeta, só tem 4 mil habitantes.
Europa – Com baixas taxas de natalidade, a população envelhece e até 2050, deve perder 124 milhões de pessoas. É um continente muito povoado. Bélgica e Holanda tem mais de 300 hab por km². Mas pode receber imigrantes na parte ocidental.
Mega População – O sudeste asiático e a Ásia Oriental são um formigueiro humano. Somado Índia, China, Indonésia, Bangladesh e Paquistão, são apenas 11% da superfície, mas correspondem a mais de 40% da população.
África – Abaixo do Deserto do Saara o problema é a alta natalidade. Mesmo com guerras, fome e AIDs ceifando vidas, o continente deve ganhar mais de 1,2 bilhão de pessoas até 2050.
Austrália – 9 em cada 10 habitantes vivem em cidades da costa leste, porque 66% do território do país é desértico. Eles tem limitado o número de imigrantes.