13.151 – Desabamento – Prédio antigo desaba e atinge carros no centro de Teresina


desabamento Teresina
Um casarão antigo desabou no cruzamento das ruas Areolino de Abreu com a rua Barroso, no centro de Teresina. O local está congestionado e o trecho foi interditado desde a rua 13 de maio. O Corpo de Bombeiros foi acionado e está no local fazendo a vistoria do prédio, pois há risco de novos desabamentos.
As paredes do imóvel atingiram dois carros que estavam parados no sinal de trânsito. Um dos veículos é um Sandero, que ficou bastante destruído e com o teto amassado. O outro, um Pálio, foi atingido principalmente na lateral. Em cada um dos carros havia apenas os motoristas, que sofreram ferimentos leves.
Para evitar que um prédio antigo desabasse, seria necessário fazer manutenção e análise periódica na estrutura – de dois em dois anos.
A Prefeitura de Teresina informou que o imóvel está contemplado num decreto de preservação do município, e ressaltou que a realização de vistorias e de reformas nos imóveis é de responsabilidade exclusiva dos proprietários.
Ainda segundo a PMT, os prédios históricos, que devem ser preservados, são isentos do pagamento de IPTU e da taxa de construção, que é cobrada sempre que se realizam reformas em imóveis. A medida é uma espécie de incentivo para que os proprietários façam periodicamente os reparos necessários à conservação dos prédios.
Quanto à fiscalização, a Prefeitura informou que ela é dificultada em casos de imóveis particulares que não estão sendo utilizados e permanecem fechados, uma vez que só é possível entrar em propriedades privadas com a autorização do dono ou com uma ordem judicial.

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12.762 – Em construção: o maior arranha-céu de madeira do mundo


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Os três porquinhos ficariam boquiabertos: madeira tem sido cada vez mais usada para construir prédios em várias cidades do mundo. Londres, Estocolmo, Vancouver e Bourdeaux – todas têm arranha-céus com a estrutura feita parcial ou completamente de grandes blocos do material. Agora, um novo projeto vem aí para deixar os porquinhos (e até o lobo) ainda mais espantados: o maior edifício de madeira do mundo está para ser erguido em Amsterdã, na Holanda.
O projeto é um prédio residencial de 21 andares. Batizado de Haut – que significa “topo”, em francês -, ele deve ficar pronto no segundo semestre do ano que vem, com seus 55 apartamentos que vão se destacar entre as construções baixas de Amsterdã.
Ao contrário do que os três porquinhos ensinam na história, o material é poderoso. Para começar, dependendo da montagem da construção, pode ser tão resistente quanto aço e concreto: é só pensar na altura que algumas árvores atingem – um exemplo é a sequoia, que pode chegar a 115 m (o que dá, mais ou menos, a altura de um prédio de 38 andares).
Madeira também é flexível, o que ajuda a manter a construção em pé em caso de terremoto, e (pasme) é um material que resiste bem ao fogo. Isso porque a que é usada nas construções é tão grossa que custa a queimar, igual a quando você vai acender uma fogueira – você precisa de muito esforço para botar fogo numa pilha de lenha, e ainda mais para mantê-la queimando.
Além disso, a produção de aço e concreto é responsável por 8% das emissões de carbono do mundo, enquanto a madeira é produzida naturalmente, apenas com energia solar – sem emissão de carbono nessa fase. Enquanto crescem, as árvores também consomem CO2 e liberam oxigênio na fotossíntese, o que equilibra um pouquinho mais a emissão da construção do prédio.
Tá, mas e o desmatamento? Isso também tem jeito: as árvores usadas para a extração de madeira para a construção são cortadas de forma sustentável: são sempre as mais jovens, que são replantadas logo em seguida – depois do solo ganhar um tempinho para se regenerar.
No caso do Haut, o cuidado com o meio ambiente vai além do material usado na construção: o prédio foi pensado para ser sustentável, com fachadas de alumínio que transformam a luz solar em energia, caixas para captar água da chuva e garagens onde há tomadas para carregar carros elétricos. Além disso, o térreo do edifício será uma horta comunitária, onde os moradores poderão plantar seus próprios alimentos.
E o prédio não é só sustentável: ele também é muito legal. Quem comprar um apê no Haut vai poder planejá-lo como quiser – isso inclui o número de quartos, andares, mezaninos e varandas.

11.679 – A obra faraônica de ampliação do Canal do Panamá


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Há mais de cem anos atrás, uma das maiores e desafiadoras obras de engenharia da Historia entrava em funcionamento: o Canal do Panamá, ponto estratégico da navegação e do comércio mundial. Com pouco menos de 80 quilômetros de extensão, o Canal é peça chave para a navegação mundial, realizando a conexão entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Antes da realização desta gigantesca obra, os navios precisavam fazer o contorno pela América do Sul, o que elevava o tempo de transporte e também os preços dos produtos. Atualmente, um sistema de bloqueios e eclusas, em cada extremidade da travessia, conduz os navios até o Lago Gatún, um lago artificial localizado 26 metros acima do nível do mar.
Com o passar do tempo, a importância do Canal cresceu em progressão geométrica e surgiu a necessidade de uma ampliação. Já está em andamento o Projeto do Terceiro Grupo de Eclusas, que vai criar uma terceira via de passagem para grandes navios. No primeiro ano de operações do canal ampliado, por onde poderão passar navios com 12 mil – o triplo da capacidade atual -, calcula-se que o rendimento será de US$ 300 milhões adicionais aos cerca de US$ 1 bilhão atuais.
Contudo, atrasos no cronograma e greves dos trabalhadores provocaram um atraso de, aproximadamente, um ano e a estimativa é que as obras se encerrem apenas em 2015. Um consórcio multinacional está encarregado do projeto de ampliação do Canal. Segundo uma das empresas envolvidas, a espanhola Sacyr, já passam pelo Canal 30 mil empregados, com um pico de 10 mil empregos diretos.
O investimento em equipamentos foi de cerca de US$ 400 milhões. Houve, ainda, um grande investimento nas usinas, que tiveram que ser refeitas por conta de problemas com o basalto, o que gerou um gasto extra de US$ 40 milhões. Além disso, duas centrais elétricas de 24 megawatts tiveram que ser adicionadas, fora uma outra para o tratamento do aço.
Apesar do imenso reforço na armação da base de concreto, existe sempre o risco de corrosão do aço, causado pela presença da água salgada. Esse reforço de impermeabilidade ajuda também a estrutura que há cem anos está em funcionamento. A técnica utilizada no processo de impermeabilização envolve a redução da temperatura do material utilizado, com uso de gelo para tratar o basalto e impedir possíveis rachaduras. Sem dúvida, a ampliação do Canal, mais uma vez, coloca a obra no patamar de uma das maiores construções feitas pelo homem.

6043 – Construção é Arte – Truques que os pintores de parede não contam


Mix de cores

Calcule a quantidade de latas de tinta que você vai usar. Se elas forem de lotes diferentes, pode haver uma diferença no tom da cor. Aí faça como os profissionais: misture tudo em um recipiente para igualar os tons e só então pinte.
Para cobrir o chão, jamais use plástico. Você vai acabar pisando na tinta úmida e sujando a casa. Quem conhece o assunto usa papelão ondulado, que é barato, absorve a tinta que cai e faz com que ela seque mais rapidamente.
Confira a previsão do tempo. Se o clima estiver muito úmido, a tinta não seca. Já se o ar estiver seco ou quente, a tinta não se espalha e a parede fica manchada. Por isso, evite dias com umidade menor de 10%.
Limpeza é fundamental para evitar manchas na nova pintura. Se a parede estiver somente suja, água e detergente nela. Se estiver com mofo, use água sanitária. O desenho lindo que aquela criança pintou na parede com caneta colorida pode ser apagado com álcool. Já os rabiscos de caneta esferográfica só saem mesmo lixando.
Compre a fita crepe mais grossa que você encontrar para cobrir o rodapé. Tire o pó para que a fita grude melhor, e passe uma régua para garantir a aderência. E nada de lambança: comece pintando o centro da parede para então puxar a tinta em direção ao rodapé. Assim o pincel chega mais “seco” no chão.
Vai pintar a porta? Preste atenção nas dobradiças! Para protegê-las, passe vaselina líquida, que vai deixálas oleosas e impedir que a tinta grude.
Proteja a moldura da janela com fita crepe, mas nem perca tempo cobrindo os vidros. Eles só sujam com os pingos da tintura do teto. Para evitar isso, não passe o rolo em direção à janela, role no sentido contrário. Se mesmo assim caírem gotas, é simples: passe uma espátula de plástico para remover a tinta quando já estiver seca.
Primeiro passe um pincel nos limites da parede. Antes de deixar a tinta secar, já complete a área com o rolo. Espere 3 horas e repita a aplicação. A segunda demão elimina as diferenças entre os cantos, que foram pintados com pincel, e o centro, pintado com rolo.

Veja os truques aqui no ☻Mega

5393 – Quais são os maiores prédios do mundo?


Depois do atentado contra o World Trade Center, alguém vai querer erguer um prédio com mais de 451,9 metros? É essa a altura das Petronas Towers, o edifício mais alto do mundo, erguidas na, Malásia, em 1966. Até 11 de setembro, americanos e asiáticos disputavam palmo a palmo esse título, mas o atentado desvalorizou os escritórios localizados em arranha-céus. Se a tendência for mantida, as Petronas Towers, projetadas pelo arquiteto argentino-americano César Pelli, podem restar imbatíveis. De formato circular, elas têm 88 andares cada uma e estão ligadas por um corredor a 170 metros do chão. Mais que uma passarela, a ponte foi planejada como um “portão visionário” para o século XXI. Para garantir uma bela vista a todos os seus usuários, as torres têm 65 000 metros de janelas e cada uma conta com 29 elevadores panorâmicos.

• Projetado para ser o maior arranha-céu do planeta, com 460 metros de altura, o Shangai World Financial Centre, na China, deveria ficar pronto no ano passado, mas só será inaugurado mesmo em 2005.
• A mesquita de Djenné, no Mali, é o maior edifício de barro do mundo. Completada em 1907, ela é um imenso castelo de areia que precisa ser restaurado todos os anos, no final do período de chuvas.
Empire State – Nova York – 373 m (1931)
World Trade Center – Nova York – 417 m (1973) e derrubado em 2001
Sears Tower – Chicago – 443 m (1974)
Petronas Towers – Kuala Lumpur – 452 m (1997)

O Empire State Building, em Nova York, que inaugurou o conceito de arranha-céu, continua a ser o edifício mais famoso do mundo. Foi construído em apenas 14 meses e sua inauguração ocorreu em 1º de maio de 1931. Do alto de seus 120 andares (373 metros) pode-se admirar a cidade. No total são 10 milhões de tijolos, 6 500 janelas e 73 elevadores. As escadas entre o térreo e o último andar têm 1 860 degraus.

5392 – Mega Construções – Uma ilha artificial


Literalmente uma ilha artificial

Quando os japoneses encomendaram ao italiano Renzo Piano – o mesmo que projetou o festejado centro George Pompidou, em Paris – o projeto do novo Aeroporto Internacional de Kansai, em Osaka, disseram-lhe que podia gastar o quanto quisesse desde que solucionasse dois probleminhas: Osaka não tinha espaço para o aeroporto e seus moradores não queriam aviões sobrevoando suas casas 24 horas por dia. A solução apresentada: criar uma ilha artificial no meio da baía de Osaka para sustentar o novo aeroporto. Foi preciso eliminar três montanhas vizinhas para conseguir terra suficiente para preencher um aterro com 4 quilômetros de extensão por 2 de largura. Além disso, uma ponte de 5 quilômetros teve de ser construída para ligar a ilha artificial ao continente. Inaugurado em 1994, o projeto consumiu impressionantes 25 bilhões de dólares, mas pode estar condenado a naufragar. Desde que foi iniciada a obra, em 1990, a ilha artificial afundou 11 metros. Foi preciso o reforço de poderosos macacos hidráulicos para sustentá-la acima do nível do mar. Construir tal ilha foi quase a mesma coisa que tentar construir uma casa em cima da areia movediça.

5391 – Mega Construções – As maiores pontes do mundo


Ela parece não ter fim

A Second Lake Pontchartrain Causeway, que liga as cidades de Mandeville a Metairie, no Estado americano da Louisiana, é a ponte mais longa do mundo com 38,42 quilômetros de extensão. Suas duas pistas são sustentadas por 9 000 estacas de concreto. A primeira delas foi iniciada em 1955 e levou apenas 14 meses para ser concluída. A segunda pista teve seus trabalhos iniciados em 1967 e foi aberta oficialmente em maio de 1969. No total, a ponte custou 60 milhões de dólares aos cofres da Louisiana. As duas pistas estão separadas por um vão de 2,4 metros e conectadas por sete ligações que funcionam como acostamento em situações de emergência. Só no ano de 1992, mais de oito milhões de carros cruzaram a Second Lake Pontchartrain Causeway, que atravessa uma das regiões mais bonitas do sul dos Estados Unidos.
• A maior ponte pênsil ou suspensa é a Akashi Kaikyo no Japão, que liga a cidade de Kobe à Ilha de Awaji, a sudoeste de Tóquio. Tem 1 990 metros de vão central e mede 3 911 metros de comprimento.
• A ponte mais larga é a Sydney Harbour, que liga o norte ao sul da cidade de Sydney, na Austrália. Ela mede 48,8 metros de largura e 503 metros de comprimento.

5228 – Engenharia – Como funciona uma eclusa?


Trata-se de uma construção que permite que uma embarcação passe da parte mais alta de um rio para a mais baixa, ou vice-versa. É formada por uma câmara de concreto com um sistema hidráulico que enche ou esvazia. Há 2 grandes portas: quando uma embarcação pretende subir o rio, abre-se a entrada inferior da câmara onde o nível da água é igual ao do rio. A embarcação entra e a câmara é fechada, iniciando-se seu enchimento. Quando a água sobe até a parte mais alta do rio, abre-se a saída, permitindo que a embarcação vá embora. A operação descida é o inverso: a porta superior é aberta, a embracação entra e então esvazia-se a câmara, até a água chegar a paret mais baixa do rio.
Eclusas funcionam como degraus ou elevadores para navios: há duas comportas separando os dois níveis do rio. Quando a embarcação precisa subir o rio ela entra pela comporta da eclusa à jusante e fica no reservatório (ou caldeira), que é, então, enchido com água elevando a embarcação para que possa atingir o nível mais alto, à montante. Quando a embarcação precisa descer o rio ela entra pela comporta da eclusa a montante e permanece no reservatório enquanto ele é esvaziado, descendo a embarcação até o nível mais baixo do rio As comportas abrem-se para a entrada do navio. Observe que a água está ao mesmo nível do lado do navio. Após a entrada, a câmara da eclusa será esvaziada e o navio estará ao nível das águas da comporta ao fundo. Seu objetivo é, portanto, permitir a navegação. Um dos processos de enchimento do reservatório pode ser gravitacional, de modo que não é necessário o uso bombas d’água e motores.

Eclusa do Canal do Panamá

4323 – Engenharia – A Construção do Eurotúnel


Escavando numa camada calcárea que ficava em média 50 metros abaixo do leito do mar do Norte. Sonares, radares, perfurações, explosões de dinamite procuraram o trajeto mais seguro.
A escavação foi feita com uma máquina chamada TBM, uma monstruosa toupeira robótica com 8 metros de diâmetro.Podem se encolher ou estender. Totalmente estendidas têm 200 metros de comprimento.
3 Túneis foram ferfurados. O do meio é para operações de manutençãoe saída de emergência. A cada 375 metros passagens ligam os 3 túneis. Os trens podem mudar de túnel, se necessário.
A cada 1,5 M de escavação eram revestidos com um anel pré-moldado, de concreto, montado na hora. Em algumas partes, era revestido com cimento líquido. A montagem de 1 só anel levava 50 minutos.
Dutos foram construídos para aliviar a pressão do ar, que é proiduzida pelo deslocamento dos trens.
Foi feita então a montagem dos sistemas elétrico e de segurança. As bombas retiram a água que vem de infiltrações e encanamentos de água fria, que controlam o calor e o atrito. Tudopronto; o Eurostar é um trem-bala especial de passageiros e outro trem transporta motoristas com autos.
35 Minutos é o tempo gasto entre os 2 países. É a forma mais rápida,pois em aviões se perde tempo em aeroportos.

3704 – Mega Construções – A Ponte Rio-Niterói


A bela vista panorâmica da ponte

Nome oficial Ponte Presidente Costa e Silva
Via 8 vias, parte da BR 101
Cruza Baía de Guanabara
Localização Rio de Janeiro
Mantida por Concessionária privada Ponte S/A
Maior pilar 72 metros
Comprimento total 13,29 Km
Tráfego 140 mil veículos/dia
Início da construção janeiro de 1969
Data de abertura 4 de março de 1974
Pedágio Sim
Coordenadas 22° 52′ S 43° 09′ W
A Ponte Presidente Costa e Silva, popularmente conhecida como Ponte Rio-Niterói, localiza-se na baía de Guanabara, estado do Rio de Janeiro, no Brasil, e liga o município do Rio de Janeiro ao município de Niterói.
O conceito de seu projeto remonta a 1875, visando a ligação entre os dois centros urbanos vizinhos, separados pela baía de Guanabara ou por uma viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé. À época havia sido concebida a construção de uma ponte e, posteriormente, de um túnel.
Entretanto, somente no século XX, em 1963, foi criado um grupo de trabalho para estudar um projeto para a construção de uma via rodoviária. Em 29 de dezembro de 1965, uma comissão executiva foi formada para cuidar do projeto definitivo de construção de uma ponte.
O Presidente Costa e Silva assinou decreto em 23 de agosto de 1968, autorizando o projeto de construção da ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes, sob a gestão de quem a ponte foi iniciada e concluída.
O banco responsável por parte do financiamento da obra foi M. Rothschild & Sons. Não foi permitida a participação única de empresas inglesas no processo de licitação da fabricação dos vãos principais de aço. Para concretizar a realização da obra, o Ministro da Fazenda, Delfim Neto, o engenheiro Eliseu Resende e a Rotschild & Sons assinaram, em Londres, um documento que assegurava o fornecimento de estruturas de aço, com um comprimento de 848m, incluindo os vãos de 200m+300m+200m e dois trechos adicionais de 74m, e um empréstimo de, aproximadamente, US$ 22 milhões com bancos britânicos. O valor destinava-se a despesas com outros serviços da ponte, totalizando NCr$ 113.951.370,00. O preço final da obra foi avaliado em NCr$ 289.683.970,00, com a diferença paga pela emissão de Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional. Em 1971, o contrato de licitação para construção da obra foi rescindido devido a atraso nas obras, e a construção passou a ser feita por um novo consórcio das construtoras Camargo Correa, Mendes Junior e Construtora Rabello designado Consórcio Construtor Guanabara, sendo concluído três anos depois.
Atualmente é considerada a maior ponte, em concreto protendido, do hemisfério sul e atualmente é a sexta maior ponte do mundo. No ano em que foi concluída, era a segunda maior ponte do mundo, perdendo apenas para a Causeway do lago Pontchartrain nos Estados Unidos. Ela continuou no posto de segunda maior ponte do mundo até 1985 quando foi concluída a Ponte Penang na Malásia. Na época de sua construção a sua travessia era gratuita, não existindo a cobrança de pedágio, implantado anos depois. a promessa era que o investimento fosse quitado por recursos obtidos do pedágio num prazo de oito anos, mas que o usuário deveria continuar a pagar o valor após a liquidação da dívida do Estado. Ao ser inaugurada, o pedágio da ponte custava Cr$ 2,00 para motocicletas; Cr$ 10,00 para carros de passeio, Cr$ 20,00 para caminhões, ônibus e caminhões com três eixos e rodagem dupla Cr$ 40,00, e Cr$ 70,00 para os caminhões com seis eixos e rodagem dupla.
Em 1995 foi feita uma concorrência para concessão da administração da ponte para a iniciativa privada, que foi vencida pelo consórcio Ponte S/A, atualmente, empresa do Sistema CCR.
Cinco operários morreram durante a construção do vão central da ponte, devido à altura em relação ao nível do mar.
Construção
O canteiro principal da Ponte Rio de Niterói do Consórcio Construtor Guanabara se localizava na Ilha do Fundão, pertencente à Universidade Federal do Rio de Janeiro. Havia, também, canteiros secundários em Niterói.
As firmas executoras da superestrutura em aço foram Dormann & Long, Cleveland Bridge e Montreal Engenharia. A estrutura foi toda fabricada na Inglaterra em módulos, que chegaram ao Brasil por transporte marítimo.
A fabricação final da ponte de aço, com os elementos pré-soldados da Inglaterra, foi feita na Ilha do Caju, na Baia de Guanabara. A montagem das vigas de aço também foi feita pelas mesmas firmas fabricantes da estrutura.
A importância da Rio-Niterói na Região Metropolitana do Rio de Janeiro tomou tais proporções, que é comum que seus habitantes se refiram à obra como “a Ponte”, tal é a importância da via.
Segundo a concessionária Ponte S/A, em fluxos normais, o movimento médio atinge 140 mil veículos/dia. O tráfego da Rio-Niterói tem um acréscimo considerável em vésperas e finais de feriados prolongados, uma vez que ela é o caminho para ir da cidade do Rio de Janeiro para as rodovias que dão acesso às praias da Região dos Lagos, região turística do estado do Rio de Janeiro. Faz parte da BR 101 e está sob a circunscrição da 2ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Em 2009 foi realizada obra na qual a Ponte passou de 3 para 4 faixas de rolamento em cada sentido. Porém, tal obra é considerada apenas um paliativo, visto que a capacidade de tráfego da Ponte Rio-Niterói encontra-se à beira do esgotamento, havendo congestionamentos em grande parte do dia.
O Estado analisa outras opções viárias de ligação entre o Rio e Niterói. A principal opção parece ser a construção da Linha 3 do Metrô Rio, ligará o Parque do Flamengo ou Centro do Rio ao Gragoatá. Outra opção metroviária a continuação da Linha 2 do Metrô Rio, atravessando a Baía da Guanabara embaixo d’água até Niterói, fazendo uma ligação com a Cruz Vermelha, no Rio, passando pelo Largo da Carioca, a Praça XV e a Baía da Guanabara, debaixo d’água, até Niterói, próximo à Estação das Barcas, no Centro.
Embora, as autoridades apontem que a ligação prioritária é a metroviária, com a Linha 3 do Metrô Rio, que é uma ligação de massa, mas não descartar a hipótese de uma ligação rodoviária, que pode ser feita em conjunto. Defende-se uma ligação submarina mista (metro e carros) como uma alternativa viável para a solução do problema com construção de uma nova ligação entre as duas cidades, entre o Monumento do Estácio de Sá, no Parque do Flamengo, e o Gragoatá.

3680 – A Casa Mais Cara do Mundo


Eis a cara e esdrúxula construção

É grande, cara e feia.

Trata-se de um monstrengo de 27 andares construído pelo homem mais rico da Índia para sua família de 5 pessoas e é avaliado em 1 bilhão de dólares.
Com 27 andares e 37 mil m² de área construída, tem o triplo do Copacabana Palace. Entre as exigências na construção era a de que cada andar da casa tivesse um estilo poróprio e fosse totalmente diferente dos demais. A casa tem um salão de baile, 2 escadas rolantes revestidas de prata, 3 andares de garagem com capacidade para 160 veículos, 3 heliportos para uso dos amigos endinheirados que se deslocam pelo ar e 4 andares de jardins. Lá o pé direito é duplo para acomodar árvores de grande porte. Há também uma academia de ginástica, um estúdio de ioga, uma sala de cinema para 50 pessoas e um quarto de gelo com produção de neve artificial. A construção dispões de 9 elevadores. Para a manutenção da torre é necessário 600 empregados, nada que alguém com 29 bilhões de dólares não possa pagar. O nome da mansão é Torre Antilla, por causa da ilha mística da Europa medieval, mas, os moradores de Mumbai, espantados com o monstrengo, preferem chama-lo de Castelo de Lego.

2986 – Os Maiores prédios do Brasil


Edifício Itália, o 2° mais alto

Não temos um Empire State ou torres gêmeas – nosso edifício mais alto é um anônimo no Centro de São Paulo. Mas atenção, fãs de arranha-ceús: este ano começa a construção do Company Business Towers, que, se tiver 189 metros, será o novo e envidraçado líder

NEA (Novo Edifício Abril)
149 metros

26 andares

Inauguração: 1997.

Local: Marginal do Pinheiros, bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Como o edifício em que a gente trabalha (14º andar) é cercado por construções baixas, a gente nem imaginava que ele fosse um dos mais altos do Brasil, mas quem diria.

Torre Norte
158 metros

34 andares

Inauguração: 1999.

Local: Marginal do Pinheiros, bairro do Brooklin em São Paulo.

É o edifício central do Centro Empresarial Nações Unidas, ocupado por escritórios e multinacionais. Todos são ligados por um longo corredor ao vizinho World Trade Center (o daqui continua em pé).

Edifício Altino Arantes (Banespa)
161 metros

34 andares

Inauguração: 1947.

Local: Centro de São Paulo.

Mais alto de São Paulo por quase 20 anos, o prédio que homenageia o primeiro presidente do Banespa teve o projeto modificado para se parecer com o Empire State Building, de Nova York.


Edifício Torre Rio Sul Center

164 metros

44 andares

Inauguração: 1982.

Local: Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro.

O mais alto do Rio está construído sobre o shopping mais antigo da cidade, o Rio Sul Center. De lá se avistam dois dos principais cartões-postais do Rio de Janeiro: o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar.

Edifício Itália
165 metros

46 andares

Inauguração: 1965.

Local: Centro de São Paulo.

Ponto turístico, tem a fama injusta de mais alto – na verdade, ele perde por 5 metros. Seu restaurante de luxo, construído nos dois últimos andares, é inspirado nos da Torre Eiffel e do Empire State.

Mirante do Vale
170 metros

51 andares

Inauguração: 1966.

Local: Centro de São Paulo.

Situado em um terreno baixo perto do viaduto Santa Efigênia, nem parece o maior prédio do Brasil – além do quê, sua fachada desfigurada, com muitas janelas de cores diferentes, pede uma reforma.
Company Business Towers – Torre A
189 metros

47 andares

Construção: 2010 a 2013.

Local: Marginal do Pinheiros, bairro do Brooklin, em São Paulo.

O complexo, ainda com nome provisório, compreende duas torres, A e B. Foi aprovada e até parcialmente vendida a torre B, de 124 metros. Já a A está passando por readaptação – pode ser que ela fique com “apenas” 159 metros, caindo para o 5º lugar do ranking.