13.518 – Cidade islandesa possui faixa de pedestre em 3D que evita excesso de velocidade


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Na pequena cidade de Ísafjörður, na Islândia, uma faixa de pedestres acabou de ganhar um toque de segurança inovador: foi pintada em 3D por meio de uma ilusão de ótica.
Tal design ilusionista dá aos pedestres a sensação de andar no ar, mas seu ponto forte vem na verdade do resultado que gera nos motoristas: eles certamente diminuem a velocidade para passar pela faixa, uma vez que suas listras parecem flutuantes.
O comissário ambiental da Islândia, Ralf Trylla, apelou para tal solução em Ísafjörður depois de ver um projeto semelhante ser realizado em Nova Deli, na Índia. Com a ajuda da empresa de pintura de rua Vegmálun GÍH, sua visão tornou-se realidade.
Abaixo, você pode conferir imagens dessa divertida e segura faixa de pedestre, feitas por Ágúst G. Atlason da Gústi Productions: [BoredPanda]

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13.504 – Transporte Urbano – Prefeitura de SP anuncia app de táxi para enfrentar Uber e 99


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A Prefeitura de São Paulo anunciou que criará o seu próprio aplicativo de táxi. Segundo o governo, o “objetivo é atrair os usuários que passaram ao longo do ano a utilizar aplicativos de transporte de passageiros”.
O “Táxi SP” permitirá pagamentos em dinheiro, cartões de crédito e de débito. Além disso, o taxista tem a opção de escolher o percentual de desconto que deseja oferecer ao passageiro, dentre algumas opções. A expectativa é que o aplicativo comece a operar em 90 dias a operar, em caráter experimental.
Com a plataforma, a Prefeitura terá a geolocalização de todos os táxis em operação, cadastrados no aplicativo, e poderá gerar dados para a administração municipal conhecer melhor o serviço de táxi na capital, sendo possível analisar a distribuição dos carros por região da cidade, por dia da semana e por horário. Os taxistas também poderão contribuir com a gestão da cidade, informando, por meio do aplicativo, os problemas encontrados pelo trajeto, como buracos, falta de sinalização e lixo.
Segundo o secretário municipal de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda, o app “oferece ao usuário a garantia que o taxista está cadastrado no sistema da Prefeitura, oferecendo mais segurança. Além disso, o aplicativo permite um controle maior da qualidade do serviço, segurança quanto aos valores cobrados, evitando abusos, e a previsão do preço da corrida antes do início da viagem”.
Essa é uma parceria das de São Paulo e do Rio de Janeiro, uma vez que a capital carioca iniciou a fase piloto de um projeto semelhante em junho deste ano.
Já há algum tempo, a prefeitura de SP já havia anunciado medidas restritivas, que podem inviabilizar o uso dos aplicativos. O serviço de taxis nas cidades sempre foi controlado por um cartel e a chegada de tais aplicativos contraria seus interesses.

13.496 – Cenários da Desolação


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Picher, Oklahoma, Estados Unidos: Esta cidade fantasma era o epicentro da mineração de chumbo. Aos poucos, a má administração de resíduos a transformou em um lugar inabitável. Várias pessoas morreram de envenenamento por chumbo, o que deu início a um êxodo que desencadeou no fechamento da cidade, em 2009.

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Mar de Aral, Ásia Central: Este mar interior, ou lago endorreico, localizado na fronteira do Cazaquistão com o Uzbequistão, foi, até algumas décadas atrás, uma região próspera para ambas as nações. Atualmente, seu volume diminuiu 90% devido à mudança climática, o que transformou o lugar em um deserto altamente contaminado.

Centralia, Pensilvânia, Estados Unidos: Em 1981, o vilarejo tinha uma população de mais de mil habitantes, mas, por causa do incêndio de uma antiga mina de carvão subterrânea, que ainda queima debaixo da terra, seus habitantes fugiram precipitadamente. Atualmente, ainda se conservam as casas e os negócios, mas o clima torna o lugar inabitável.

Wittenoom, Austrália: Esta cidade paradisíaca da Austrália Ocidental foi fechada em 2016 por causa do alto nível de contaminação do ar. Lá, funcionava uma grande fábrica de amianto e as partículas contaminantes desse material tornaram seu território perigosamente tóxico.

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13.384 – Mega Tour – Ilha Bela


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Um dos únicos municípios–arquipélagos marinhos brasileiros e é localizado no litoral norte do estado de São Paulo, microrregião de Caraguatatuba. A população aferida pelo IBGE no Censo de 2010 era de 28 196 habitantes, e a área é de 347,5 km², resultando numa densidade demográfica de 81,13 hab/km². A população estimada pelo IBGE para 1 de julho 2015 era de 32 197 habitantes, resultando numa densidade estimada de 92,65 hab/km².
Possui uma das mais acidentadas paisagens da região costeira brasileira, com todas as características de relevo jovem. Com o aspecto geral de um conjunto montanhoso – formado pelo Maciço de São Sebastião e Maciço da Serraria, além da acidentada Península do Boi –, a Ilha de São Sebastião se destaca como um dos acidentes geográficos mais elevados e salientes do litoral paulista, tendo como pontos culminantes o Pico de São Sebastião, com 1379 metros de altitude; o Morro do Papagaio, com 1307 metros; e o Morro da Serraria, com 1285 metros.
Banhado pelo oceano Atlântico, o município está localizado a 135 quilômetros da capital e a 140 quilômetros da divisa com o estado do Rio de Janeiro. Está situada um pouco ao sul do Trópico de Capricórnio, que passa sobre a cidade vizinha de Ubatuba.
Ilhabela é um dos 15 municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto ao seu nome o título de Estância Balneária, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.
Pesquisas arqueológicas realizadas desde o final da década de 1990 mostram que pelo menos quatro das ilhas do arquipélago de Ilhabela foram habitadas muito antes da chegada dos europeus ao Brasil. Isso foi possível graças à descoberta de sítios arqueológicos pré-coloniais denominados “concheiros”, “abrigos sob rocha” e “aldeias indígenas”. Os “concheiros” permitiram aos arqueólogos concluírem que os primeiros habitantes do arquipélago foram os chamados “homens pescadores-coletores do litoral”, indígenas que não dominavam a agricultura e nem a produção de cerâmica, sobrevivendo apenas do que encontravam na natureza, especialmente animais marinhos. Não existe ainda a datação de nenhum desses “concheiros”. Também foi encontrada na Ilha de São Sebastião grande quantidade de cerâmica indígena da tradição Itararé, possivelmente produzida por indígenas do tronco linguístico macro-jê. Não há, até o momento, nenhuma evidência arqueológica de que tenha existido no arquipélago alguma aldeia do tronco linguístico tupi.
Em 20 de janeiro de 1502 a primeira expedição exploradora enviada ao Brasil pelos portugueses, comandada pelo navegador português Gonçalo Coelho e trazendo a bordo o cosmógrafo italiano Américo Vespúcio, encontrou uma grande ilha que, segundo o aventureiro alemão Hans Staden, era chamada pelos tupis de Maembipe (“lugar de troca de mercadorias e resgate de prisioneiros”). Essa ilha, assim como fora feito em outros acidentes geográficos importantes, foi batizada pelos membros da expedição com o nome do santo do dia, São Sebastião. Também se diz que era chamada pelos indígenas por Ciribaí (lugar tranquilo).
O município arquipélago de Ilhabela possui um território de 348,3 km² (IBGE) e suas principais ilhas são, pela ordem em termos de área, a de São Sebastião, a dos Búzios, a da Vitória e a dos Pescadores – todas habitadas. Fazem parte ainda do arquipélago os ilhotes das Cabras, da Sumítica, da Serraria, dos Castelhanos, da Lagoa, da Figueira e das Enchovas.

As ilhas de búzios e Vitória ficam, respectivamente, a 28 e 40 quilômetros de Ilhabela. Canoas são as únicas embarcações capazes de atracar no píer precário. Ambas possuem resquícios de cemitérios indígenas pré-históricos. Os habitantes plantam e criam a própria comida, embora a quantidade de peixes esteja diminuindo, mas a Ilha de Búzios possui dois mercados. Falta água potável e os habitantes urinam e defecam na vegetação.
A Ilha de São Sebastião – onde fica a área urbana do município – está localizada defronte aos municípios de São Sebastião a noroeste e Caraguatatuba a norte. Com 337,5 km², a Ilha de São Sebastião é a segunda maior ilha marítima do Brasil, superada apenas pela de Santa Catarina, que abriga a maior parte do município de Florianópolis, a capital de Santa Catarina. Em sua orla – com cerca de 130 quilômetros extensão – o relevo desenha reentrâncias e mergulhos, com 45 praias principais e outra dezena de pequeninas praias situadas, irregularmente, ao pé das escarpas.
A ilha possui duas faces distintas: a face voltada para o continente é a mais urbanizada e populosa cujas praias são mais calmas, badaladas e poluídas. Já a face voltada para o oceano aberto é pouco habitada, sendo que a maioria dos habitantes dessa face está na Praia de Castelhanos, a única praia do lado oceânico acessível de carro (embora só jipes possam fazer o trajeto até o local). Pelas praias dessa face estarem voltadas todas para o oceano, possuem ondas mais fortes que atraem surfistas.Uma das características marcantes de Ilhabela é a predominância da Mata Atlântica, sendo a Serra de Ilhabela coberta pela floresta latifoliada tropical úmida de encosta. Dentre todos os municípios abrangidos pela Mata Atlântica, Ilhabela foi aquele que mais preservou a floresta no período compreendido entre os anos de 1995 a 2000, graças a um programa de contenção da expansão urbana desordenada que é desenvolvido pela administração municipal na área de entorno do Parque Estadual de Ilhabela (PEI), criado em 20 de janeiro de 1977 pelo decreto estadual nº 9414, com área de 27,025 hectares correspondente a cerca de 78% do território abrangido pelo arquipélago.O clima é tropical litorâneo úmido ou tropical atlântico, classificado como Aw. Possui um clima quente e úmido, com temperatura média anual de 23 °C e precipitação de 1 646 mm/ano, mais concentrados nos meses de verão. O mês mais quente é fevereiro, com temperatura máxima de 30 °C e o mais frio é julho com mínima de 15 °C. No entanto, devido às diferenças altimétricas, é possível a ocorrência de diferentes climas em Ilhabela, como o tropical de altitude ou mesmo subtropical nas áreas montanhosas e nos picos. Áreas muito elevadas (acima de 1.000 m) tendem a apresentar temperaturas bastante inferiores às da parte que fica ao nível do mar.

formação geologica ilha bela
Formação geológica da ilha

13.267 – Tour da Muamba – Ciudad del Este


Ciudad-del-este
A Grande Ciudad del Este é a segunda maior aglomeração urbana do Paraguai seja em relação a população ou superfície, sendo a aglomeração da Grande Assunção a maior do país. É uma das zonas do Paraguai com maior crescimento urbano nos últimos tempos. Possui uma área de 1017 km² pertencente aos quatro municípios, sendo apenas 120 km² de fato conurbados.
No distrito de Minga Guazú, encontra-se o Aeroporto Internacional Guaraní, o segundo mais importante do país. Este terminal aéreo tem apenas como destinos as cidades de Assunção, Montevidéu e São Paulo.
O Terminal de Ônibus de Ciudad del Este está localizado próximo do Estádio Antonio Oddone Sarubbi. Este terminal oferece serviços para muitas cidades do Paraguai e também a nível Internacional.
A cidade foi fundada através de decreto em 3 de fevereiro de 1957 com o nome Puerto Flor de Lis. Logo, teve seu nome alterado para Puerto Presidente Stroessner, em homenagem ao ditador Alfredo Stroessner. Após o golpe de estado que depôs o ditador em 3 de fevereiro de 1989, o comando revolucionário utilizou o nome Ciudad del Este. Nos dias posteriores, através de plebiscito, os cidadãos elegeram e confirmaram o nome de Ciudad del Este.
A cidade faz parte de um triângulo internacional conhecido na região como Tríplice Fronteira, que envolve também Foz do Iguaçu, no estado brasileiro do Paraná, e Puerto Iguazú, na província argentina de Misiones. As três cidades são separadas umas das outras pelo Rio Paraná e pelo Rio Iguaçu.
Com uma aglomeração urbana de 387 mil habitantes (2010), Ciudad del Leste é a segunda cidade mais populosa do Paraguai, ficando apenas atrás da capital Assunção, que tem 742 mil habitantes. Inúmeros brasileiros trabalham ilegalmente nessa cidadeː quase 50 mil.
A cidade é responsável por 10% do produto interno bruto paraguaio, que é de 3 bilhões de dólares estadunidenses. É a terceira maior zona franca de comércio do mundo (após Miami e Hong Kong). Seus clientes são, na maioria, brasileiros, paraguaios e coreanos atraídos pelos baixos preços dos produtos ali vendidos. Além disso, a cidade é o quartel-general da Itaipu Binacional, juntamente com Foz do Iguaçu, no Brasil. A venda de eletricidade da usina hidrelétrica de Itaipu para o Brasil gera mais de trezentos milhões de dólares estadunidenses de renda anual para o país.
O turismo de Ciudad del Este é caracterizado pelo turismo de compras, porém a cidade possui, também, atrativos turísticos que fogem a este padrão. A 20 quilômetros ao norte, em Hernandarias, se encontra a represa de Itaipú, que pode ser contemplada pelo lado paraguaio. A 8 quilômetros ao sul, se encontram os Saltos del Monday. A 26 quilômetros ao sul, está localizado o Monumento Científico Moisés Bertoni. O parque de Acaray oferece hospedagem aos visitantes. O lago de la República, que se encontra no centro da cidade, é um espaço de recreação rodeado pela vegetação. A Catedral de San Blás assemelha-se à forma de um barco e foi construída em 1964 com esculturas de pedra. O museu “El Mensú” foi o primeiro espaço destinado para reunir os mais diversos objetos que representam a história, cultura e tradição da cidade, tendo peças da época da fundação da cidade e utensílios de indígenas da região.
A temperatura média anual é de 21 °C, a máxima atinge 38 °C, e a mínima 0 °C. O maior montante anual de precipitação ocorre na região do Alto Paraná, terra do nevoeiro, do orvalho e do inverno permanente. Ciudad del Este tem um clima subtropical continental. No inverno de 1982, nevou pela segunda vez no Paraguai. Em novembro-dezembro de 2009, ocorreram quatro princípios de tornados, mas nunca estabelecidos em sua totalidade (é normal ver vórtices menores sobre o rio Paraná).

13.255 – Santos ganha 1º ônibus sustentável movido a energia elétrica e diesel


Santos ingressou para o seleto grupo de cidades do País a contar com ônibus híbrido, que funciona com um motor elétrico e outro a diesel. Um veículo do tipo entrou em operação na tarde desta terça-feira (16) na linha 20, que liga o Centro ao Gonzaga. Além da economia de combustível, o modelo reduz a emissão de poluentes e a geração de ruído.
O novo veículo chama a atenção pelo design moderno e é mais alongado que o ônibus convencional, com 12,40 metros de comprimento – o outro tem 11 metros -, oferecendo 36 assentos. Dispõe de ar-condicionado e acessibilidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Ao acompanhar a entrega do veículo na Praça Mauá, o prefeito Paulo Alexandre Barbosa destacou que um dos tópicos do plano de melhorias do transporte coletivo é a modernização do sistema e a chegada do ônibus híbrido é mais um avanço.
“Estamos sempre buscando novas tecnologias”, disse o prefeito. Ele lembrou que hoje quase metade da frota está climatizada e 100% opera com wi-fi, além de o usuário contar com o aplicativo ‘Quanto Tempo Falta’, que informa o horário de chegada do ônibus no ponto.
A Viação Piracicaba informou que houve treinamento especial para os motoristas que vão trabalhar com o novo veículo adquirido pela empresa. A operação do híbrido deve atender as normas do fabricante, inclusive para que ocorra a recarga da bateria do motor elétrico.

Bateria elétrica
Os dois motores do ônibus híbrido funcionam de forma paralela ou independente. Quando o veículo está parado ou em velocidade de até 20km/h, é movido pela energia elétrica. Nas velocidades mais altas, entra em operação o sistema a diesel.
A bateria do motor elétrico é recarregada durante as frenagens. O veículo não emite ruído no arranque e fica silencioso quando parado em semáforos e nos pontos de embarque e desembarque de passageiros, momentos em que o motor a diesel permanece totalmente desligado.
Segundo a Volvo, fabricante do veículo, o híbrido gera economia de até 35% de combustível em relação ao veículo convencional e, por consequência, emite também 35% menos gás carbônico.

Saiba mais
No Brasil, há 41 unidades em circulação no momento. São 30 em Curitiba, cinco no Parque Nacional de Foz do Iguaçu, onde atende turistas, um em linha turística em São Paulo (onde há outros três em teste), além de um também em teste em Caxias do Sul e mais o de Santos. No mundo, são 3,3 mil veículos do tipo circulando em 21 países.

Cidades Sustentáveis

13.246 – Mega Sampa – Rua 24 de Maio


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Rua tradicinal do centro de São Paulo e que já teve lojas famosas como a Ultralar e a Mesbla, uma danceteria famosa dos anos 70 e popular galeria da 24 de maio onde há artigos para surfistas, vinil importado para djs, tatuadores e etc. Para jovens e mais velhos a galeria da não perdeu espaço mesmo com a vinda dos Shoppings.

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Lado obscuro
Com 450 lojas divididas por sete andares, a Galeria do Rock, na Rua 24 de Maio, é um centro conhecido na cidade pela concentração de lojas de roupa e de disco. Tão antigo quanto a tradição do endereço nessa área é o problema da venda de drogas nas suas imediações. “Na década de 80, era mais maconha, na sombra da noite”, lembra Manoel Camassa, de 73 anos, delegado aposentado e síndico do complexo na época.
Hoje, o comércio envolve também cocaína, LSD e outras substâncias mais pesadas.
A atuação dos marginais amedronta os lojistas, que reclamam da intimidação da clientela do prédio, frequentado por 25 000 pessoas diariamente. “Eles formam uma verdadeira barreira na entrada, precisamos escoltar alguns jovens até o metrô porque eles se sentem inseguros”, diz Antonio de Souza Neto, administrador da galeria. Há na vizinhança alguns prédios residenciais. Os moradores, como o representante comercial Alberto Gattoni, também relatam temor. “Meus irmãos e sobrinhos têm pavor daqui e evitam me visitar”, afirma ele.

A repressão da polícia existe, mas parece insuficiente para pôr ordem na região. Imagens de 16 de fevereiro mostram um homem de camiseta cinza sendo abordado por um PM, em diálogo que dura aproximadamente sete minutos. Ele é revistado e, em seguida, liberado. Seis dias depois, as câmeras mostram a mesma pessoa de novo no lugar, repassando a clientes pequenos pacotes. O suspeito é mais uma vez revistado por um guarda e solto na sequência. No outro dia, volta ao expediente na rua, usando a mesma bermuda quadriculada da véspera, e fica um tempo de bate-papo com Puro Ódio, o apelido do traficante mais conhecido da área.
A polícia diz que está atenta ao movimento. “Nós fazemos de quatro a cinco flagrantes de tráfico por mês na 24 de Maio, que é uma zona de preocupação, pois os registros são maiores que nas outras vias”, afirma o tenente-coronel Francisco Cangerana, do 7º Batalhão da PM. “Mas, quando tiramos alguns deles de circulação, logo surgem outros para ocupar o espaço”, diz Cangerana.
De acordo com as estatísticas do 3º Distrito Policial, responsável pela área, as ocorrências de venda e porte de drogas aumentaram de 46 para 267 casos entre o primeiro bimestre de 2015 e o mesmo período deste ano (uma evolução de 480%). Em dezembro, foram apreendidos 20 quilos de cocaína, avaliados em 200 000 reais, que abasteceriam a Rua 24 de Maio e as redondezas. “As investigações estão em andamento para identificarmos os chefes do crime organizado”, garante Luis Roberto Hellmeister, titular do 3º DP. Enquanto isso não acontece, a feira da droga continua na porta da Galeria do Rock.

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13.186 – Mega Cidades – Estocomo


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É a sede do governo sueco, representado na figura do Riksdagen, o parlamento nacional do país, além de ser a residência oficial dos membros da monarquia sueca. Em 2008, a área metropolitana de Estocolmo era o lar de cerca de 21% da população da Suécia e contribuía com mais de 1/3 do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Segundo dados de 2010, a cidade de Estocolmo propriamente dita tinha uma população de 807 311 habitantes, enquanto que a área urbana (em sueco tätort) tinha cerca de 1,3 milhão de moradores, e sua região metropolitana, a maior aglomeração urbana do país, que engloba as demais cidades periféricas ou próximas de Estocolmo, além dela própria, cerca de 2 milhões.
Estocolmo é o maior e mais importante centro urbano, cultural, político, financeiro, comercial e administrativo da Suécia desde o século XIII. Sua localização estratégica sobre 14 ilhas no centro-sul da costa leste da Suécia, ao longo do lago Mälaren, tem sido historicamente importante. Uma vez que a capital sueca está situada sobre ilhas conhecidas por sua beleza, a cidade é destino de turistas de todo o mundo, tendo sido apelidada nos últimos anos de “Veneza do Norte”. Estocolmo é conhecida pelos seus edifícios e monumentos extremamente bem preservados, por seus arborizados parques, por sua riquíssima vida cultural e gastronômica, e pela gigantesca qualidade de vida que oferece a seus moradores.
Há décadas, Estocolmo figura como uma das cidades mais visitadas dos países nórdicos, com mais de um milhão de turistas internacionais anualmente.
O nome Stockholm nasce da junção de dois nomes; a primeira parte, stock, que significa literalmente “tronco de madeira”, pode ser relacionado com uma palavra do antigo alemão (Stock), que significa “fortificação”, enquanto que a segunda parte, holm significa ilha, referindo-se à ilhota de Helgeandsholmen na zona central de Estocolmo, de onde a cidade surgiu.
No século XVII a Suécia atingiu grande prosperidade e respeito por parte dos países europeus, reflectindo-se no desenvolvimento de Estocolmo. Desde 1610 até 1680, a população multiplicou-se seis vezes. Em 1634, a cidade tornou-se na capital oficial do Império Sueco. Foram aprovadas leis que deram a Estocolmo o monopólio do comércio da Suécia e dos territórios escandinavos.
Estocolmo fica na parte da costa oriental da Suécia. Está situada num arquipélago de catorze ilhas e ilhotas, unidas por 53 pontes, na região onde o lago Mälaren encontra o mar Báltico. A fisiografia da cidade é muito homogénea, sendo que predominam as planícies, chegando no máximo a 200 m de altitude em alguns pontos. Cerca de 30% da cidade está coberta de canais e outros 30% são ocupados por parques e zonas verdes, proporcionando à cidade um clima mais favorável do que se deveria esperar, principalmente devido à elevada latitude no contexto europeu.
A cidade de Estocolmo tem um clima continental. Devido à latitude da capital sueca, o clima deveria ser mais frio, no entanto é ameno devido à influência da Corrente do Golfo. A duração do dia, em média, varia entre 18 horas, no Verão, e 6 horas no Inverno, sendo que a cidade desfruta de 1821 horas de sol anualmente.
O município de Estocolmo é uma unidade administrativa com limites geográficos bem definidos. Está dividido em distritos municipais que têm ao seu cargo a gestão das escolas, dos serviços sociais, culturais e de lazer da respectiva zona. Estes por sua vez estão divididos em bairros. A cidade está dividida em três partes: Estocolmo Central (Innerstaden), Estocolmo Meridional (Söderort) e Estocolmo Ocidental (Västerort). Os distritos municipais e respectivos bairros de cada uma dessas três fracções são:
Estocolmo Central:

Kungsholmen – Fredhäll, Kristineberg, Kungsholmen, Lilla Essingen, Marieberg, Stadshagen e Stora Essingen
Norrmalm – Norrmalm, Skeppsholmen, Vasastaden e Östermalm
Södermalm – Långholmen, Reimersholme, Södermalm e Södra Hammarbyhamnen
Östermalm – Djurgården, Hjorthagen, Ladugårdsgärdet, Norra Djurgården e Östermalm
Estocolmo Meridional:

Enskede-Årsta-Vantör – Enskedefältet, Enskede Gård, Gamla Enskede, Johanneshov, Stureby, Årsta, Östberga, Bandhagen, Högdalen, Örby, Rågsved e Hagsätra.
Farsta – Fagersjö, Farsta, Farstanäset, Farsta Strand, Gubbängen, Hökarängen, Larsboda, Sköndal, Svedmyra e Tallkrogen
Hägersten-Liljeholmen – Fruängen, Hägersten, Hägerstensåsen, Mälarhöjden, Västertorp, Liljeholmen, Aspudden, Gröndal, Midsommarkransen e Västberga
Skarpnäck – Hammarbyhöjden, Björkhagen, Enskededalen, Kärrtorp, Bagarmossen, Skarpnäcks gård, Flaten, Orhem e Skrubba
Skärholmen – Bredäng, Sätra, Skärholmen e Vårberg
Älvsjö – Herrängen, Långbro, Långsjö, Älvsjö, Solberga, Örby Slott e Liseberg
Estocolmo Ocidental:

Bromma – Abrahamsberg, Alvik, Beckomberga, Blackeberg, Bromma Kyrka, Bällsta, Eneby, Höglandet, Lunda, Mariehäll, Nockeby, Nockebyhov, Norra Ängby, Olovslund, Riksby, Smedslätten, Stora Mossen, Södra Ängby, Traneberg, Ulvsunda, Ulvsunda industriområde, Åkeshov, Åkeslund, Ålsten e Äppelviken
Hässelby-Vällingby – Hässelby gård, Hässelby strand, Hässelby villastad, Grimsta, Kälvesta, Nälsta, Råcksta, Vinsta e Vällingby
Rinkeby-Kista – Rinkeby, Akalla, Husby, Kista e Hansta
Spånga-Tensta – Bromsten, Flysta, Solhem, Lunda, Sundby e Tensta
A grande maioria dos habitantes de Estocolmo trabalham no sector dos serviços, que representa aproximadamente oitenta e cinco por cento dos empregados da cidade. A quase total ausência de indústria pesada na cidade faz com que esta seja uma das mais limpas da Europa e do Mundo. Na última década geraram-se muitos postos de trabalho na capital sueca, principalmente na área da alta tecnologia, devido ao desenvolvimento caseiro de empresas dessa natureza tal como a fixação de companhias multi-nacionais desse género. A IBM, Ericsson e Electrolux têm assento na cidade.

Estocolmo é o centro financeiro da Suécia; na cidade encontram-se sediados os maiores bancos do país, tais como o Swedbank, o Handelsbanken, e o Skandinaviska Enskilda Banken, e também muitas companhias de seguros, como por exemplo a Skandia e Trygg-Hansa. Os principais índices bolsistas suecos estão representados na Bolsa de Estocolmo (Stockholmsbörsen). Também estão instaladas na cidade as principais sedes de lojas de venda a retalho tal como a H&M.

O sector do turismo representa também uma importante fatia na economia local. Entre 1991 e 2004 o número de visitantes da cidade, por ano, aumentou de quatro milhões para sete milhões e meio.
Em Estocolmo o ensino é até os 18 anos, e as crianças aprendem 4 línguas diferentes, para os imigrantes que vivem no município e tem filhos, tem o direito de aprender a língua materna.Um costume nas escolas de Estocolmo é que precisa tirar o sapato para entrar.

Estocolmo é mais conhecida pela cerimônia de entrega do Prémio Nobel que ocorre todos os anos, mas a cidade é também sede da maior concentração de universidades e de instituições de ensino superior isoladas da Suécia. Entre elas estão as seguintes:

Universidade de Estocolmo (Stockholms Universitet)
Real Instituto de Tecnologia (Kungliga Tekniska Högskolan ou “KTH”)
Escola de Economia de Estocolmo (Handelshögskolan i Stockholm ou “Handels”)
Instituto Karolinska (Karolinska Institutet ou ‘”KI”‘)
Escola Real de Belas Artes (Kungliga Konsthögskolan ou “Mejan”)
Escola Real de Música (Kungliga Musikhögskolan)
Universidade-Escola de Artes, Desenho e Design (Konstfack)
Universidade-Escola de Ópera (Operahögskolan)
Universidade-Escola de Educação Musical (Kungliga Musikhögskolan)
Universidade-Escola de Dança (Danshögskolan)
Universidade-Escola do Sul de Estocolmo (Södertörns Högskola)
A cidade de Estocolmo têm um amplo sistema de transporte público. Consiste no Metropolitano de Estocolmo; três sistemas ferroviários regionais ou suburbanos:Trem urbano (Pendeltåg), Roslagsbanan e Saltsjöbanan; um grande número de linhas de ônibus e uma linha de barca na cidade. Todo o setor de transporte público da cidade de Estocolmo, com exceção dos autocarros de aeroporto, são organizados pelo Storstockholms Lokaltrafik. Para a operação e manutenção dos serviços públicos de transporte são delegadas várias empreiteiras. O tráfego de barco do arquipélago é manipulado pelo Waxholmsbolaget.

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Aeroporto de Estocomo

13.151 – Desabamento – Prédio antigo desaba e atinge carros no centro de Teresina


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Um casarão antigo desabou no cruzamento das ruas Areolino de Abreu com a rua Barroso, no centro de Teresina. O local está congestionado e o trecho foi interditado desde a rua 13 de maio. O Corpo de Bombeiros foi acionado e está no local fazendo a vistoria do prédio, pois há risco de novos desabamentos.
As paredes do imóvel atingiram dois carros que estavam parados no sinal de trânsito. Um dos veículos é um Sandero, que ficou bastante destruído e com o teto amassado. O outro, um Pálio, foi atingido principalmente na lateral. Em cada um dos carros havia apenas os motoristas, que sofreram ferimentos leves.
Para evitar que um prédio antigo desabasse, seria necessário fazer manutenção e análise periódica na estrutura – de dois em dois anos.
A Prefeitura de Teresina informou que o imóvel está contemplado num decreto de preservação do município, e ressaltou que a realização de vistorias e de reformas nos imóveis é de responsabilidade exclusiva dos proprietários.
Ainda segundo a PMT, os prédios históricos, que devem ser preservados, são isentos do pagamento de IPTU e da taxa de construção, que é cobrada sempre que se realizam reformas em imóveis. A medida é uma espécie de incentivo para que os proprietários façam periodicamente os reparos necessários à conservação dos prédios.
Quanto à fiscalização, a Prefeitura informou que ela é dificultada em casos de imóveis particulares que não estão sendo utilizados e permanecem fechados, uma vez que só é possível entrar em propriedades privadas com a autorização do dono ou com uma ordem judicial.

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13.134-Emirados Árabes querem ir a Marte e construir uma ‘Dubai’ por lá até 2117


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Os Emirados Árabes, que já ergueram o prédio mais alto do mundo, com 163 andares, estão mirando um bocadinho mais alto: Marte.
O país já havia anunciado que tinha planos de enviar uma missão não tripulada ao planeta vermelho em 2021, coincidindo com o aniversário de 50 anos da união entre os ricos principados do Golfo.
Mas, no último mês, Mohammed bin Rashid Al Maktoum, premiê dos Emirados, adicionou um outro objetivo ao programa espacial: construir uma cidade em Marte em 2117, daqui a um século.
São metas ousadas, como foi também o rápido desenvolvimento de Dubai e Abu Dhabi a partir dos anos 1970, em uma região desértica.
Os Emirados planejam também erguer uma cidade climatizada no Golfo, uma região cuja sensação térmica pode passar dos 50º C.
Há dúvidas sobre a viabilidade da viagem a Marte. Não há detalhes técnicos de como essas missões seriam feitas. Mas o importante, como no clichê, não é a chegada, mas a viagem em si, diz à Folha Mohammed al-Ahbabi, diretor-geral da agência espacial dos Emirados Árabes.
“Esse não é um projeto sobre o destino final, mas sobre ampliar os nossos conhecimentos e incentivar os nossos jovens”, afirma Ahbabi.
A agência espacial, criada em 2014, regula um dos setores industriais escolhidos pelo governo dos Emirados para impulsionar sua economia quando o petróleo –hoje seu principal recurso– secar.
Mas, quando esse dia chegar, também terão secado os fundos soberanos que por ora gestionam as rendas milionárias do petróleo.
O país investiu quase R$ 20 bilhões em seu programa espacial nas últimas duas décadas, incluindo o desenvolvimento de tecnologias de comunicação. Os Emirados devem lançar um satélite neste ano para a cobertura da América Latina e, em especial, do Brasil.
Os investimentos no setor espacial podem também, diz, transformar a reputação dos Emirados, hoje lembrados pela indústria petroquímica, mas não como um expoente para outras tecnologias.
Uma das metas da agência é portanto, segundo Ahbabi, incentivar jovens a pensar em carreiras que não estejam apenas ligadas ao petróleo.
Um sintoma da urgência desse objetivo foi a dificuldade que a agência encontrou para recrutar 200 jovens para a missão a Marte. Faltavam engenheiros qualificados.
A média de idade dos membros é de 33 anos. Um terço deles são mulheres.
Os recrutas são enviados para estudar em outros países, em parcerias científicas, e os Emirados criaram também três centros de pesquisa espacial nos últimos anos.

NASA E SPACEX
Elon Musk, dono e projetista-chefe da SpaceX, apresentou no ano passado o que seria o objetivo maior da empresa: promover a colonização de Marte. E disse que uma passagem para o planeta vermelho teria de custar pelo menos US$ 200 mil. para viabilizar o plano.
Já o projeto Journey to Mars da Nasa está congelado. A ideia era mandar uma missão tripulada ao planeta por volta de 2030, mas os programas espaciais estão mudando a chave e se concentrando em reavivar a exploração lunar.

13.095 – Obra de Arte – Os Candangos de Brasília


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Guerreiros, mais conhecida como Os Candangos, está localizada na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Erguida em 1959, a escultura de Bruno Giorgi é uma homenagem aos 80 mil trabalhadores responsáveis pela construção da capital. A obra mede oito metros de altura e é toda feita em bronze. Em 1987, foi restaurada pelo artista Zeno Zani.
Escultor e pintor, Bruno Giorgi nasceu em Mococa (SP). Em 1911 mudou-se com a família para Roma. No início da década de 20 estudou desenho e escultura. Após cumprir quatro anos de pena por conspiração contra o regime fascista, foi extraditado para o Brasil em 1935. Morou também em Paris, onde frequentou as academias La Grande Chaumière e Ranson e conheceu Aristide Maillol, que passou a orientá-lo.
As duas figuras que erguem longas hastes homenageiam os que derramaram suor e sangue para realizar o sonho de Juscelino Kubitschek de interiorizar a capital do Brasil.

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O que é candango?
Antes de se tornar cidade, o cerrado foi uma oportunidade de trabalho para os candangos, como ficaram conhecidos os trabalhadores que ergueram a cidade planejada por Oscar Niemayer e Lúcio Costa, inaugurada com pouco mais de três anos de obras, em 21 de abril, de 1960, há 50 anos.
De acordo com o antropólogo James Holston, antes da construção de Brasília, a palavra “candango” era depreciativa. Este era o termo pelo qual os africanos se referiam, pejorativamente, aos colonizadores portugueses.
“A palavra tornou-se o termo geral usado para as pessoas do interior em oposição às do litoral, e especialmente, para os trabalhadores itinerantes pobres que o interior produziu em grande quantidade. Com esses trabalhadores o termo chegou a Brasília”, descreveu no livro “A cidade modernista, uma crítica de Brasília e sua utopia” (1993).
Os imigrantes eram oriundos de vários estados brasileiros, principalmente da região Nordeste, que sofria com a seca que teve seu auge em 1958, fato que motivou até mesmo a fundação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), naquele mesmo ano.
Parecia que a nova cidade já havia começado a atingir o seu objetivo principal de distribuir o desenvolvimento nacional de forma igualitária. Mas não. Aquelas pessoas trabalhavam em condições inóspitas e tratamento desumano.
Os funcionários da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) moravam em tendas e barracas de madeira e trabalhavam em regimes de oito horas diárias, se revezando durante a madrugada, para que o trabalho nunca parasse.
Com o avanço das obras, aumentava o número de trabalhadores e com isso, os problemas. O contingente que em 1957 chegava a 2.500 homens saltou para 65 mil em dois anos, tendo chegado a 80 mil.
Mesmo havendo um hospital improvisado, as grávidas não recebiam atendimento. A unidade era voltada para primeiros-socorros e atendimento de operários acidentados. Como as cidades mais próximas estavam a uma hora dali (quando havia transporte disponível) as mulheres contavam apenas com a sorte, antes da chegada da enfermeira Cassilda Bertone, que acompanhava o marido em 1957.
O primeiro parto foi de uma vizinha. Levando tudo o que precisava na bolsa, até mesmo a água quente, Cassilda realizou mais de 800 partos em três anos.
Segundo conta o pioneiro no movimento sindical em Brasília, Geraldo Campos, que trabalhava na estatal responsável por fiscalizar para as empreiteiras, na época, “serviam comida estragada, as pessoas não tinham um tratamento digno, como ser humano, era aquela montoeira de gente em alojamentos de tábua”.
Mas nada se comparou ao que aconteceu durante o Carnaval de 1959, como mostra o filme “Conterrâneos velhos de guerra” (1986), do diretor Vladimir Carvalho. Era fevereiro e haviam cortado a água dos canteiros de obras espalhados no domingo de Carnaval, para impedir que os operários saíssem para se divertir.
De acordo com Geraldo Campos – em entrevista à rádio CBN –, no por-do-sol daquele dia, uma caminhonete cheia de soldados chegou ao acampamento que estava construindo o Palácio do Planalto e, pelo que eles os trabalhadores lhe contaram, “houve muita violência, pancada, tiroteio”.
Mortos e feridos graves teriam sido colocados em um basculante (parte móvel de veículos de carga) e enterrados em algum lugar de Brasília. Mas a história oficial da cidade não diz quantos morreram naquele massacre.
A partir daí, a palavra “candango” mudou novamente de significado, de acordo com o estudo de James Holston, tornando-se sinônimo de pioneiro, desbravador, brasileiro comum e operário de Brasília.
“A palavra evocava os valores da coragem, da ousadia, da perseverança, da fé, da dedicação ao trabalho. Resumia, enfim, todas as boas qualidades do brasileiro, os aspectos positivos da identidade nacional”.

13.088 – Mega Sampa – Esse ano tem o tradicional bolo do Bixiga


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Em uma bacana iniciativa, a forte e dedicada comunidade do Bixiga, se une para resgatar a tradição do Bolo de aniversário da cidade de São Paulo. Uma verdadeira lição de união, amor e tradição.
O tradicional Bolo do Bixiga, que era servido todo dia 25 de janeiro em comemoração ao aniversário de São Paulo, vai voltar. A guloseima gigante teve sua história interrompida em 2008 após o programa Pânico na TV incentivar uma guerra de bolo com as crianças. A ação prejudicou a imagem do evento que perdeu patrocínios e, desde então, são servidos apenas bolos industrializados aos participantes. Para alegria geral, este evento volta agora este ano, com a força da comunidade local. Como um verdadeiro resgate da história, convocam cada morador do tradicional bairro a levar um bolo para juntos montarem novamente um grande tapetão doce para os 463 anos da cidade. Vale para não moradores locais também, só não vale dar o bolo na festa!
A festa em torno do bolo mais famoso de São Paulo tornou-se um evento concorrido e disputado, entrando para o Guinness Book como o maior bolo de aniversário do mundo, sendo também homenageado no Museu do Futebol. Em 2015 o evento entrou para o calendário oficial da cidade através da aprovação da lei: Festa do Bolo do Bixiga – 16.144/2015. A história do Bolo do Bixiga começou em 1986, quando São Paulo completou 432 anos. Idealizado por Armandinho Puglisi, inicialmente a festa era feita pela comunidade do bairro e cada morador levava um bolo. A ideia era que a cada ano o bolo igualasse em metros a idade da cidade. Desde 1996, dois anos após a morte de Armandinho, seu amigo Walter Taverna, presidente da Sodepro, organiza a festa do Bolo do Bixiga. Walter é uma figura especial, realmente um festeiro, incansável defensor do bairro e suas tradições. Primo querido, sobrinho do meu avó, dos alto de seus 80 anos continua na atividade. Pode ser encontrado todos os dias na sua cantina ou no Centro da Memória do Bixiga, que mantém com todo carinho e dedicação.

Aniversário de São Paulo – Bolo do Bixiga
Dia 25 de janeiro – quarta-feira – a partir das 9h00
Rua Rui Barbosa, altura do número 300 Bixiga – São Paulo

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o famoso bolo do Bixiga

13.021 – Geografia – Cidade de Paramaribo


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É a capital e maior cidade do Suriname, com uma população de cerca de 250 mil habitantes. A cidade está localizada adjacente ao Rio Suriname, 5°52′ Norte e 55°10′ Oeste, distando aproximadamente 15 km do Oceano Atlântico. Bauxita, cana-de-açúcar, arroz, cacau, café, rum, e madeiras tropicais são exportados de Paramaribo. A cidade também manufatura cimento, tinta, e cerveja.
Sua área foi dominada pela Grã-Bretanha em 1630, e em 1650, a cidade tornou-se a capital da mais nova colônia inglesa. O território foi então disputado entre os britânicos e os holandeses, embora tendo estado sob domínio holandês desde 1815 até a independência do Suriname em 1975. Seus cidadãos são formados principalmente de indianos, indígenas, javaneses, africanos e descendentes de holandeses.
Paramaribo tem um museu, uma catedral, fortes e canais, remanescentes da época holandesa.
Em janeiro de 1821, um incêndio no centro da cidade destruiu mais de 400 casas e outras construções. Um segundo incêndio, ocorrido em setembro de 1832, destruiu outras 46 casas na zona oeste de ‘Waterkant’.
A área, um posto comercial iniciado pelos holandeses, foi tomada pelos ingleses em 1630, e em 1650 a cidade se tornou a capital da nova colônia inglesa. A área mudou de mãos muitas vezes entre ingleses e holandeses, mas ficou nas mãos holandesas novamente em 1667, sob domínio holandês a partir de 1815 até a independência do Suriname em 1975.
Em janeiro de 1821, um incêndio no centro da cidade destruiu mais de 400 casas e outros edifícios.
Um incêndio em setembro de 1832 destruiu outras 46 casas na parte ocidental de Waterkant.
Em 7 de julho de 1989, o Aeroporto Internacional Johan Adolf Pengel(cerca de 30 km ao sul de Paramaribo) se tornou o local do acidente do Douglas DC-8 que realizava o voo 764 da Surinam Airways. Este avião caiu na aproximação à pista, matando 176 dos 178 passageiros e 9 tripulantes.
Os cidadãos locais são principalmente de ascendência da Ásia, da Índia, da África, indígena e holandesa.

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12.935 – Marketing – O Outdoor


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É a designação popular de um painel de mídia exterior, de grandes dimensões, sobretudo em placas modulares, disposto em locais de grande visibilidade, como à beira de rodovias ou nas empenas de edifícios nas cidades.
A palavra outdoor é de origem inglesa e, em inglês, tem sentido totalmente diverso do seu significado em português. Billboard ou hoarding (hoarding é billboard em ingles britânico) são as palavras inglesas para qualquer propaganda (painel, letreiro luminoso, letreiro em parede, muro etc.) exposta ao ar livre ou à margem das vias públicas. Contudo é importante ressaltar que existem padrões, e nem toda mídia exterior é comercialmente chamada de outdoor. Painéis rodoviários, empenas, bandeiras, lonas, frontlights, backlights e totens, são outros exemplos de mídia exterior, popular e erroneamente chamadas de outdoor.
Pode-se dizer que antigamente, pela falta de tecnologia, o outdoor foi um dos primeiros modos de divulgação de produtos, idéias e serviços. Por exemplo, na Mesopotâmia os comerciantes de vinho anunciavam em axones pedras talhadas em relevo. Já os gregos gravavam suas mensagens em rolos de madeira.
Na Roma Antiga, a propaganda já era mais próxima do nosso atual cartaz mural: retângulos divididos por tiras de metal eram instalados sobre muros e pintados de cores claras, onde qualquer interessado poderia escrever – com carvão – mensagens de venda, compra ou troca de mercadorias.
O padrão do outdoor de hoje: tipo de mídia exterior constituído por uma placa de madeira ou metal, cuja medida mais comum são de 9 X 3 metros, que fica colocado na horizontal em áreas de grande circulação de carros e/ou transeuntes.
A impressão é feita por impressoras especiais, que dividem a imagem do outdoor em trinta e duas, dezesseis, oito partes ou seis, conhecido como L32, L16, L8 e L6 respectivamente, na qual cada uma constitui uma folha diferente a ser impressa e colada. A colagem se dá por meio de uma mistura de cola, fixador e água, em que profissionais treinados colam com cuidado as folhas de forma que não haja erro e o conteúdo fique bem definido, não aparentando emendas. Existe ainda a possibilidade de aplicação de lona, com o mesmo padrão de tamanho. Diferentemente do papel sua fixação é feita através de abraçadeiras plasticas em ilhoses aplicados na lona, e não cola.
O outdoor limitava-se no interior da área de 9 x 3 m mas a partir de 1980 com a DPZ e o produto Chancy da Nestlé, surgiu o primeiro outdoor brasileiro usando aplique (colagem de elemento fora do retangulo de 3×9) feito em madeira, ou PVC. (fonte: Grandes Nomes da Brasileira)
O período de veiculação de um outdoor também é padronizado são 14 dias chamados de “Bi-Semanas”, com data inicial e final já estabelecidas seguindo um calendário anual. Este calendário pode ser encontrado em diversos sites de veiculadoras, e a entidade que rege e organiza esse calendário é a “Central de Outdoor” (www.outdoor.org.br).
Embora seja muito utilizado, o outdoor gera críticas de muitos analistas por contribuir com uma parcela da chamada poluição visual, que aflige principalmente cidades grandes.
Os outdoors também podem contar com apêndices, chamados apliques, cujo valor se dá em metros quadrados. Esses apliques constituem imagens, objetos e outros elementos gráficos que exteriorizem a imagem do outdoor, que faça o trabalho sair de suas limitações espaciais e ganhar inclusive volume.
Há diversos prêmios no mundo que levam em consideração a mídia outdoor.
Hoje já são comuns nas grandes cidades os outdoors revestidos em lona, que são chamados “lonados ou envelopados” e podem ou não ter iluminação.
Fora do formato 9 x 3, o outdoor se chama frontlight, se tiver iluminação dianteira, e quando a luz vem de sua parte traseira, usando principalmente da transparência do material utilizado, se chama backlight. O formato do frontlight e do backlight é variado, mas o mais comum é o de 12 x 4. Também existe o top sight, cujo visual é mais sintético e limpo, com o formato de 3,5 x 5.
Em Janeiro de 2007 a prefeitura da cidade de São Paulo criou uma lei proibindo qualquer tipo de outdoor. A lei começou a valer em Março de 2007, mas judicialmente várias empresas publicitárias foram autorizadas a prorrogar o prazo de retirada até Abril de 2007.

12.520 – Geologia – Suécia está trocando uma cidade inteira de lugar para evitar que ela afunde


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A cidade de Kiruna foi fundada em 1900 pela mineradora estatal Luossavaara-Kiirunavaara AB, ao norte do Círculo Polar Ártico. A população sempre viveu em função da mina nas redondezas, que produz o minério de ferro mais puro do mundo. Mas, em 2004 a LKAB avisou à prefeitura que a extração de ferro teria continuar embaixo da cidade – e, com isso, o chão ia afundar.
Foi nessa época que Kiruna abriu uma competição entre empresas de arquitetura. A prefeitura queria saber qual delas apresentaria a melhor solução para um projeto nunca feito antes: mudar uma cidade inteira de lugar. A White Architects venceu em 2012 e abraçou o projeto, que vai, no mínimo, até 2040.
A etapa inicial é mover o “centro” de Kiruna que, na realidade, fica na parte oeste da cidade. O lugar onde a região fica agora vai ter afundado completamente até 2050 – segundo a empresa, já dá para ver alguns buracos se formando e a estação de trem já precisou ser fechada. O novo centro vai ser reinstalado a 3,2 quilômetros do extremo leste da cidade, o mais distante possível da mina de ferro.

Algumas das construções da cidade vão ser erguidas por guindastes e transportadas peça por peça. É o caso da Igreja de Kiruna, inaugurada em 1912 e eleita a construção mais bonita de toda a Suécia. O relógio da cidade também vai ser rebocado da forma como está para o outro lado do município.
Esse esforço todo é uma tentativa de manter a identidade da cidade, apesar da mudança radical. A prefeitura contratou até mesmo uma antropóloga social, que funciona como mediadora entre a população e os arquitetos e engenheiros. O objetivo é fazer a transformação urbana mais democrática do mundo.

É claro que nem todos os prédios vão ser realocados da forma como estão. A LKBA, que está financiando toda a mudança, oferece duas opções aos moradores: compram a casa em que moram pelo valor de mercado + 25% ou oferecem uma casa de mesmo valor na área expandida na cidade. Todo esse custo só consegue ser bancado porque a LKBA é a maior exportadora de ferro da Europa – ou seja, é mais barato mover toda essa gente do que fechar a mina.
Os arquitetos da nova Kiruna não querem apenas replicar a cidade em uma região segura, mas melhorar a forma como ela é distribuída. Kiruna é hoje o segundo maior município do mundo em área: são 21 mil km2, onde vivem só 20 mil pessoas. Isso é o equivalente a 122 estádios do Maracanã para cada habitante. A equipe quer tornar a cidade bem mais densa, além de aproveitar o espaço extra para aumentar o contato dos moradores com a natureza, misturando áreas rurais e de floresta ao centro urbano.
Mesmo depois de completar a primeira parte do projeto, a prefeitura espera que a forma final de Kiruna só fique pronta no fim do século. A planta futura da cidade, bem mais compacta, tem novos setores a norte, sul e leste, a uma distância bem grande da atividade da mina. Se tudo correr como planejado, Kiruna pode virar uma atração de turismo arquitetônico – quer dizer, para quem se aventurar a enfrentar um mês e meio em que o Sol não se põe no verão e outros 30 dias em que ele não nasce no inverno.

12.513 – Mega Cidades – Tóquio


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É a capital e uma das 47 províncias do Japão.
Situa-se em Honshu, a maior ilha do arquipélago. Tóquio possui 9 790 000 habitantes, cerca de 10% da população do país, e a Região Metropolitana de Tóquio possui mais de 37 milhões de habitantes, o que torna a aglomeração de Tóquio, independentemente de como se define, como a área urbana mais populosa do mundo. Um de seus monumentos mais famosos é a Torre de Tóquio. Foi fundada em 1457, com o nome de Edo ou Yedo. Tornou-se a capital do Império em 1868 com a atual designação. Sofreu grande destruição duas vezes; uma em 1923, quando foi atingida por um terremoto; e outra em 1944 e 1945, quando bombardeios americanos destruíram grande parte da cidade, sendo que no total foi destruída 51% de sua área e mataram mais de 150 mil pessoas.
Embora Tóquio seja considerada o maior e mais importante centro financeiro do mundo (ao lado de Nova York e Londres), e uma “Cidade Global Alfa++”, ela não é, tecnicamente, uma cidade.
Também fazem parte de Tóquio pequenas ilhas no Oceano Pacífico, localizadas a mais de 1000 km para sul, nos subtrópicos.
Mais de oito milhões de pessoas vivem dentro dos 23 distritos autônomos que constituem a parte central de Tóquio. Estes 23 distritos definem a “Cidade de Tóquio”, na opinião da maioria dos especialistas e outras pessoas, possuindo 8 340 000 habitantes. A população de Tóquio aumenta em 2,5 milhões ao longo do dia, devido aos estudantes e trabalhadores de prefeituras vizinhas, que vão à Tóquio para estudar e trabalhar.
Tóquio é o principal centro político, financeiro, comercial, educacional e cultural do Japão. Assim sendo, Tóquio possui a maior concentração de sedes de empresas comerciais, instituições de ensino superior, teatros e outros estabelecimentos comerciais e culturais do país. Tóquio também possui um sistema de transporte público altamente desenvolvido, com numerosas linhas de trens, metrô e de ônibus, bem como o Aeroporto Internacional de Tóquio.
Em 1914 inaugurou-se a Estação de Tóquio e em 1927 inaugurou o primeiro metrô subterrâneo na Linha Ginza. O Grande terremoto de Kanto (関東大震災, Kantō daishinsai?) golpeou Tóquio em 1923, com um saldo de aproximadamente 140.000 pessoas mortas e desaparecidas, 300 mil residências destruídas chegando a 3,4 milhões o número de vítimas do desastre em toda a Região de Kanto.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Tóquio foi intensamente bombardeada a partir de 1942 até 1945. A causa disto, em 1945 a população de Tóquio era a metade que em 1940. Os bombardeios mais pesados atingiram Tóquio em 1944 e 1945, destruindo aproximadamente um terço da cidade, e matando aproximadamente 150 mil pessoas. Milhões de pessoas decidiram abandonar Tóquio. Esta tinha cerca de 7,3 milhões de habitantes em 1940; no final da guerra, a população havia caído pela metade, para cerca de 3,5 milhões. Ao terminar a guerra, em setembro de 1945, Tóquio foi ocupada militarmente e passou a ser governada pelas Forças Aliadas.
Tóquio está localizada na margem noroeste da Baía de Tóquio. Limita-se com a província de Chiba a leste, Yamanashi a oeste, Kanagawa ao sul e Saitama ao norte. Fazem também parte de Tóquio ilhas que estão espalhadas no Oceano Pacífico. A mais distante delas, Okinotorishima, está a dois mil quilômetros de da costa de Tóquio.
Na atualidade, Tóquio é um dos mais importantes centros urbanos do planeta. É um dos principais centros financeiros e a capital política do Japão. A cidade tem menos arranha-céus em comparação com outras cidades da sua magnitude, principalmente devido ao risco de terremotos. É por isso que a maior parte dos seus edifícios não tem mais de 10 andares. Tóquio também tem o terceiro sistema metropolitano mais extenso do mundo depois dos metropolitanos de Londres e Nova York.
Tóquio tem adotado uma medida de redução de gases estufa. O governador Shintaro Ishihara pôs em prática um sistema com o objetivo de reduzir em 25 por cento o nível de emissões de gases em 2020 a partir de 2000.
Tóquio possui mais postos de trabalho e locais de recreação cultural do que qualquer outra cidade do Japão, atraindo muitas pessoas do resto do país (especialmente jovens). Sua densidade populacional é extremamente alta, de 14 mil pessoas por quilômetro quadrado, mais densa que Nova Iorque e o dobro da densidade populacional de São Paulo.
97% da imensa população da província são descendentes de japoneses. Os dois maiores grupos étnicos minoritários de Tóquio são chineses e coreanos, cada um responsável por menos de 1% da população da província. Há também pessoas de outras nacionalidades: filipinos, brasileiros, peruanos, americanos, europeus de diversas origens, iranianos, paquistaneses etc.
A religião em Tóquio mostra padrões semelhantes ao do resto do país, onde convivem o Budismo, o Xintoísmo e outros credos. Existe um sincretismo constante, onde é comum as pessoas integrarem duas ou mais religiões na sua prática diária. Das mais de nove mil organizações religiosas na prefeitura, 38% são budistas, 21% xintoístas, e há também 13% de igrejas cristãs.
A imensa população de Tóquio cria uma altíssima demanda por residências. No passado, a maioria dos habitantes da província vivia em casas de um ou dois andares, feitas de madeira, cada uma com seu próprio jardim, quintal e capela religiosa. À medida que a população de Tóquio foi crescendo, tais casas foram demolidas, e no seu lugar, edifícios de apartamentos foram construídos. Atualmente, o tamanho médio das residências em Tóquio é de 63m². De acordo com uma classificação de 2007 feito pelo grupo imobiliário Knight Frank e do Citi Private Bank, subsidiária do Citigroup, Tóquio é a quinta cidade mais cara do mundo quanto ao preço dos imóveis residenciais de luxo: 17 600 euros por metro quadrado.
Mesmo assim, a procura por residências continuou a ser mais alta do que a oferta, aumentando preços do terreno e do aluguel – especialmente dentro dos 23 distritos da província. Como resultado, a partir da década de 1970, mais pessoas abandonaram a região dos 23 distritos, mudando-se para Tama (parte da província de Tóquio), ou mesmo para outras cidades vizinhas mais distantes. Em Tama, o governo provincial de Tóquio criou um projeto de residenciamento barato, para famílias de baixa renda. Porém, estas residências estão localizadas muito longe dos principais centros comerciais e industriais, e muitos destes trabalhadores de baixa renda são obrigados a usar o transporte público, e passam por vezes mais de quatro horas somente dentro de algum meio de transporte público.
Sua tecnologia aliada aos recursos naturais deram ao Japão acesso à água potável e tratamento de esgoto em quase todo o território nacional. Devido à rápida urbanização de suas grandes cidades, ocorreu a degradação ambiental que causou enchentes, aridez e piora da qualidade da água. Para atenuar os danos causados por esses problemas, foram implantadas medidas para melhorar os mecanismos de coordenação sobre o uso da água e prevenir a sua contaminação.
Tóquio não é tecnicamente uma cidade, mas sim, uma das 47 províncias do Japão.
A polícia em Tóquio é administrada pelo Departamento Metropolitano de Polícia de Tóquio, o qual se encarrega de manter a ordem cidadã dentro de toda a metrópole, resguardando a segurança de 12 milhões de pessoas por dia.
Tóquio é a cidade com maior produto interno bruto (PIB) (medido pelo seu poder de compra) do mundo, calculado em 2008 em US$1,4 trilhão; Se fosse um país independente, a Tóquio seria, efetivamente, a 12a maior economia do mundo, a frente de países como Espanha, Canadá e Austrália.
Hoje, como um centro financeiro de alcance global , a capital japonesa possui um grande centro internacional de finanças, escritórios centrais de diversas companhias, bancos e seguradoras, e vários pontos de conexão de companhias de transporte, publicações e difusão do Japão.
O turismo é uma das principais fontes de renda de Tóquio. Milhões de turistas, boa parte deles estrangeiros, visitam Tóquio anualmente. Além de suas muitas atrações turísticas, a cidade também sedia alguns grandes eventos anuais, como a parada dos bombeiros de Tóquio, em 6 de janeiro, ou o Festival de Sanja, na terceira semana de maio.
Muitas das maiores companhias de eletrônica do Japão fabricam seus produtos em Tóquio, que em sua maioria exportam-se para outros países. Entre elas, destacam a Sony, Toshiba e Hitachi. A imprensa também é uma das principais indústrias da cidade. A maioria das empresas de imprensa e publicação do Japão estam radicadas em Tóquio, assim como a maior parte das revistas e periódicos publicados na prefeitura. Outras indústrias importantes são a petroquímica, fabricação de automóveis, madeireira e telefones movéis. Outros grandes centros industriais localizados na região metropolitana de Tóquio são Yokohama e Kawasaki, ambas grandes produtoras de navios, produtos petroquímicos, automóveis e produtos do ferro e do aço.

Tóquio possui muitos pontos de interesse. As mais conhecidas são:

A Torre de Tóquio: uma torre de 333 metros de altura, localizada ao sul do Palácio Imperial.
O Palácio Imperial do Japão: a residência oficial do imperador do Japão. Porém, está aberta ao público apenas duas vezes ao ano, todo 2 de janeiro e no dia do aniversário do imperador. Nesses dias, atrai milhares de japoneses.
Os vários templos budistas de Tóquio atraem milhões de turistas e religiosos todo ano. Os templos mais famosos são o Templo Meiji em Yoyogi e o templo Sensoji em Asakusa.
Os belos jardins e parques de Tóquio atraem muitas pessoas. Um dos parques mais populares de Tóquio é o Parque Ueno, famoso pelas suas raras espécies de flores. O Parque Yoyogi também atrai muitos visitantes.
Possui o terceiro aeroporto mais movimentado do mundo, e que atende principalmente a voos domésticos. Passaram pelo aeroporto 66.735.587 passageiros em 2008.
A maior parte da população de Tóquio é budista, e, assim sendo, centenas de templos budistas estão localizados na província, embora muitos dos habitantes de Tóquio vão à estes templos apenas em cerimônias especiais como casamentos e funerais, por exemplo, preferindo praticar seus atos religiosos em casa.
Tóquio tem dezenas de museus da arte, história, ciência e tecnologia. O museu mais importante do Japão é o Museu Nacional de Tóquio.

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12.321- Mega Sampa – Megacondomínio será erguido em terreno de antiga rodoviária de SP


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Em alguns anos, a paisagem de uma região histórica e hoje degradada do centro de São Paulo terá uma importante mudança. Um conjunto de habitação de interesse social e de mercado popular com 1.200 apartamentos será erguido no terreno onde ficava o antigo terminal rodoviário da capital paulista.
O terreno de 18 mil m² fica entre a praça Júlio Prestes e a alameda Barão de Piracicaba. Inaugurada no dia do aniversário da cidade em 1961, a rodoviária funcionou no local até 1982, mas depois foi substituída pelo Terminal Rodoviário Tietê, na zona norte.
As obras do empreendimento devem começar assim que o projeto receber a autorização de órgãos de tombamento, como o Condephaat, órgão estadual de patrimônio, e da Prefeitura de São Paulo, que também integra a parceria público-privada. A previsão para a conclusão da obra é de dois anos e meio.
Segundo o projeto da Secretaria de Estado da Habitação, serão construídos 1.200 apartamentos –de um dormitório (36 m² e 40 m²) e de dois (50 m² e 54 m²). Do total, 90% serão habitações de interesse social, para famílias com renda de até seis salários mínimos mensais (R$ 6.000).
Os outros 10% serão para o mercado popular, para famílias com renda de até dez salários (R$ 10 mil).
Para o secretário estadual da Habitação, Rodrigo Garcia, o empreendimento imobiliário será fundamental para a revitalização da área e ajudará a cidade em outros aspectos. “Os equipamentos culturais, como a Sala São Paulo, ajudaram a revitalizar o centro, mas eles já cumpriram o seu papel. Acho que só moradia vai resolver a nossa questão a partir de agora.”
Segundo o secretário, como a maioria das habitações é voltada para quem trabalha no centro mas mora nos bairros, o projeto vai contribuir para melhorar a mobilidade.
As inscrições já estão abertas. É possível se inscrever no site http://www.habitacao.sp.gov.br até 24 de julho. Para participar, é preciso ter ao menos uma pessoa da família que trabalhe no centro e estar dentro das faixas de renda estabelecidas pelo programa.

O diretor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie, Valter Caldana, concorda que só habitação pode ajudar a revitalizar o centro, mas defende que apenas construir prédios não vai resolver essa questão.
“Trata-se de uma área estratégica para a cidade. Mas não adianta sair fazendo prédio. Deve-se projetar a ‘cidade-resultante’. Devemos discutir, por exemplo, a otimização do espaço do terminal Princesa Isabel, que fica a cerca de 80 metros dali e hoje está rigorosamente destinado ao uso do ônibus”.

HISTÓRIA DO TERRENO
1961 – Passa a funcionar o Terminal Rodoviário da Luz, o 1º da cidade. O empreendimento foi iniciativa de Carlos Caldeira Filho e Octavio Frias de Oliveira, que comprariam a Folha em 1962
1982 – Substituída pelo Terminal Rodoviário Tietê, na zona norte, a estação fecha suas portas durante a gestão do então governador Paulo Maluf
1988 – O terreno é vendido para um grupo de empresários, que o transforma em um shopping popular, o Fashion Center Luz
2005 – Um projeto de revitalização da região da Luz é anunciado pela prefeitura
2007 – O então governador José Serra (PSDB) anuncia a desapropriação do shopping para a construção de um complexo cultural que seria o maior da América Latina. As obras eram consideradas peça-chave na revitalização da cracolândia
2009 – É apresentado o projeto. Desenhado pelos suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron, que idealizaram o Tate Modern, museu de Londres, o espaço teria 3 salas de apresentações e escola de dança e música
2010 – O prédio que abrigou a rodoviária e o shopping é demolido para dar lugar ao futuro Complexo Cultural Luz. Abandonado, o terreno passa a ser ocupado por usuários de drogas da região
2012 – Já na gestão Geraldo Alckmin (PSDB), o prazo para o início da construção do espaço, com custo previsto de R$ 500 milhões, é estendido para o 1º semestre de 2013
2014 – O governador manda congelar o projeto por achá-lo caro demais. O Estado já havia desembolsado R$ 118 milhões com arquitetos, consultores e desapropriações
2015 – A Justiça declara nulo o contrato firmado entre a Secretaria da Cultura e o escritório Herzog & de Meuron, responsável pelo projeto. O governo desiste de levar a ideia na região adiante
2016 – O governo do Estado anuncia a construção de moradias populares no terreno e a construtora Canopus vence a licitação.

12.295 – Sociedade – Uma cidade que não tem políticos nem classe social


Um lugar em que a política é feita do povo e para o povo, em que não há religião oficial e o dinheiro é mero detalhe. Parece utopia, mas essa é uma boa descrição da comunidade indiana de Auroville.
Oficialmente reconhecida como cidade pelo governo da Índia e pela Unesco, Auroville foi fundada em 1968 pelo casal Sri Aurobindo e Mirra Alfassa, ele indiano e ela francesa. No dia da inauguração da comunidade, pessoas de todos os cantos do mundo levaram terra de seus países nativos para simbolizar a união de todas as nações.
Hoje, cerca de duas mil pessoas moram na cidade, quem tem capacidade de receber até 50 mil moradores. A maioria dos habitantes de Auroville é indiana, mas há gente da França, da Alemanha, de Israel, dos Estados Unidos, da Rússia e até do Brasil.
Completamente autossustentável, a cidade tem campos cultiváveis, pequenas fábricas, restaurantes, padarias, hospitais, escolas e cinemas, além de um pequeno jornal local, tudo alimentado por energia solar. E não há escassez de profissionais! Lá, moram arquitetos, cientistas, médicos e artistas de todos os tipos, de escritores e poetas a escultores e pintores.
Todos os moradores recebem um salário mensal de R$ 405, valor suficiente para os gastos médios e para guardar um pouquinho para qualquer emergência. Mesmo que alguém acumule muito dinheiro, tocando um negócio, não há muito o que comprar, evitando assim a criação de uma sociedade de classes. Carros? Não existem em Auroville. Os cidadãos se locomovem com suas bicicletas.
A política também depende da comunidade. Não existem prefeitos, governadores ou secretários em Auroville. Sempre que surge um problema, uma assembleia é convocada e os cidadãos da comunidade elegem um conselho que remediará o problema.
Também não há religião oficial. Os residentes em Auroville são livres para exercer seus rituais e acreditar no que quiserem, desde que não incomodem ou tentem pregar suas crenças aos concidadãos.
Qualquer um é bem-vindo em Auroville. Para morar lá, o interessado precisa apenas comprar uma casa. As residências não ultrapassam o preço de 3 mil dólares – cerca de R$12 mil. Caso o novato não tenha condições de comprar a casa, pode conversar com a comunidade e realizar trabalhos extras para abater o preço.
Todo mundo precisa ter um trabalho oficial na cidade, mas pode contribuir em outras funções e produzir sua própria arte, que é remunerada. Portanto, quando chega na cidade, o novo morador descreve suas aptidões e recebe sugestões de funções que pode exercer.
No primeiro ano que passa na cidade, o novato é observado e avaliado pela comunidade. Depois de uma ano, período que eles chamam de “estágio”, os cidadãos de Auroville decidem se a pessoa pode ou não permanecer entre eles. Caso o pedido seja negado, o valor investido na compra da casa é devolvido integralmente.

E aí, ficou com vontade de se mudar para Auroville? Confira algumas fotos da cidade:

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12.138 – Cidades – Dentre as 20 cidades mais desenvolvidas do Brasil, nenhuma é capital


IFDM
O estado mais rico da federação é também o que congrega o maior número de cidades com um elevado índice de desenvolvimento, segundo revela um estudo do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) divulgado no final do ano passado com dados de 2013.
Dos 431 municípios que possuem um desenvolvimento considerado alto, quase metade está em São Paulo.
Mas é de uma cidade de pouco mais de 30 mil habitantes no sudoeste de Minas Gerais o título de cidade mais desenvolvida do Brasil, segundo o índice.
Em menos de uma década, Extrema (MG) pulou da 569ª posição para o primeiro posto do ranking graças a uma série de avanços nas áreas de Educação e Saúde.
Para se ter uma ideia, a cidade possui um mercado de trabalho com capacidade para empregar 65,7% de sua população em idade ativa ? o dobro da proporção média do país. Mas não é só isso. Extrema também erradicou o abandono escolar no Ensino Fundamental e possui um IDEB médio de 6,1 ? enquanto a média do país é de 4,5.

Do método
O Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal varia de 0 a 1: quanto mais próximo de 1, melhor é o desenvolvimento da cidade.
A nota é calculada segundo a análise de três conjuntos de indicadores.
Em Emprego e Renda, o índice leva em conta o quanto a cidade gera de empregos formais, sua capacidade de absorver a mão de obra local, quanto de renda formal é gerada, os salários médios e a desigualdade social.
Já em Educação, a Firjan analisa o número de matrículas na educação infantil, a proporção de estudantes que abandonam o ensino fundamental, além da distorção idade-série, o número de professores com ensino superior, a média de aulas diárias e o resultado do Ideb no ensino fundamental.
O índice Saúde é calculado, por sua vez, com base no número de consultas pré-natal, óbitos por causas mal definidas, óbitos infantis por causas evitáveis e número de internações sensíveis à atenção básica (ISAB).
Em 2013, o IFDM Emprego e Renda recuou 4,3% e ficou com 0,7023 pontos, a menor nota desde a crise de 2009. Já a área de Educação avançou 2,8% com relação a 2012 e ficou em 0,7615. Os indicadores ligados à Saúde ficaram em 0,7684 – um crescimento de 1,9% em relação ao ano anterior.
Cerca de 60,3% das cidades analisadas tiveram um desempenho considerado moderado no ranking. Apenas 431 municípios possuem um índice de desenvolvimento considerado elevado pelo estudo ? ou o equivalente a 7,8% do total analisado.

12.088-Sufoco na China


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O Aeroporto Internacional de Pequim cancelou 83 voos e adiou outros 143 devido aos elevados níveis de poluição atmosférica que atingem desde esta manhã a capital chinesa, informou a televisão estatal.
O governo municipal decretou o alerta laranja (o segundo mais alto de uma escala com quatro níveis). A poluição atinge um nível 20 vezes superior ao máximo recomendado pela Organização Mundial de Saúde.
Desde as 6h locais, Pequim regista uma concentração de partículas PM2.5 – as mais finas e suscetíveis de se infiltrarem nos pulmões – superior a 500 microgramas por metro cúbico.

Uma nuvem de poluição cobre grande parte do nordeste da China há várias semanas, numa situação “normal” para a época, visto que a ativação do aquecimento central implica o aumento da queima de carvão, a principal fonte de energia no país.
Quase meia centena de cidades e duas províncias emitiram alertas por poluição.