13.343 – Livros do século 19 podem ser levados pra casa em biblioteca da Assembleia Legislativa


livros
Andar entre os estreitos corredores da biblioteca do terceiro andar da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) é uma pequena viagem no tempo. Nas prateleiras, há volumes com mais de cem anos, como a série “Costumes, Usos e Trajos de Todos os Povos do Mundo”, de Augusto Wahlen, em edição de 1878. No corredor ao lado, há um conjunto com a obra completa de Shakespeare (1564-1616) impressa em Paris, em 1904.
Outra coleção de destaque por lá é a Brasiliana, série de cerca de 400 livros publicados a partir de 1930 que traz estudos e visões sobre o Brasil a partir de várias áreas do conhecimento, como história e biologia.
Antes restrito aos funcionários da Alesp e a pedidos de empréstimo de outras instituições, esse acervo pode ser consultado e emprestado por qualquer pessoa desde o começo deste mês. O cadastro exige RG e comprovante de endereço e permite levar até três livros por vez, com devolução em 15 dias.
A maior parte dos 9.000 volumes trata das várias áreas do direito. “Temos projetos de lei e discursos feitos desde o tempo do Império, alguns deles anotados à mão”, diz o deputado Cauê Macris (PSDB), presidente da Alesp, que busca atrair mais público para a casa, sediada no Palácio 9 de Julho, edifício de 1948, em frente ao parque Ibirapuera. “Queremos que as pessoas não venham apenas para os debates, mas que usem mais o prédio.”
Outra prateleira que vale prestar atenção é a que contém volumes sobre a história paulista, com livros escritos em várias décadas. Lá estão os volumes publicados nos anos 1920 pelo historiador Affonso d’Escragnole Taunay (1876-1958) e também o recente “A Capital da Solidão”, de Roberto Pompeu de Toledo.
Além da biblioteca, a instituição também abre ao público seu acervo histórico, com cerca de 150 mil fotografias e outros milhares de itens, como medalhas, mapas e cartas.
Uma delas, de 1901, veio de Paris. Santos Dumont (1873-1932) escrevia ao então Congresso de São Paulo para contar as novidades de seus planos de voar.

Livros de Destaque
Série “Costumes, Usos e Trajos de Todos os Povos do Mundo”, de Augusto Wahlen, de 1878.
Obras Completas de William Shakespeare, em francês, editadas em 1904.
“São Paulo nos Primeiros Anos”, de Affonso d’Escragnole Taunay, em edição da década de 1920.
Coleção Brasiliana, com mais de 300 volumes publicados a partir de 1930.
“História dos Bairros de São Paulo”, série publicada em 1988.

13.057 – A Biblioteca da Universidade Harvard


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Fundada em 1636 pela Assembleia Estadual de Massachusetts e logo depois nomeada em homenagem a John Harvard (seu primeiro benfeitor), Harvard é a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos.
Hoje em dia, a universidade dispõe de várias instituições acadêmicas e tem muitos ex-alunos de destaque. Está organizada em onze unidades acadêmicas diferentes — dez faculdades e do Instituto Radcliffe de Estudos Avançados — com campi em toda a área metropolitana de Boston.
Oito presidentes dos Estados Unidos formaram-se nessa universidade e cerca de 150 ganhadores do Prêmios Nobel foram filiados como estudantes, professores ou funcionários da instituição. Harvard também é a alma mater de sessenta e dois bilionários que vivem, em sua maioria, nos Estados Unidos.
A Biblioteca da Universidade de Harvard é também a maior biblioteca acadêmica dos Estados Unidos e uma das maiores do mundo. O Harvard Crimson compete em 42 esportes intercolegiais na primeira divisão da National Collegiate Athletic Association (NCAA) da Ivy League. Harvard tem o maior orçamento do que o de qualquer outra instituição acadêmica do mundo, situando-se em cerca de 30 bilhões de dólares em setembro de 2012.
Harvard é a universidade privada com a maior dotação financeira do mundo: no ano de 2009, a soma foi de 25,9 bilhões de dólares.
O custo anual para um estudante de graduação em Harvard no ano letivo é de cerca de US$75.000.
A universidade é lar da quarta maior coleção de livros do mundo, com mais de 150,5 milhões de títulos, estando atrás apenas da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos (Library of Congress), em Washington, DC, da Biblioteca Britânica, em Londres, e da Biblioteca Nacional da França, em Paris.
Harvard, além de ser a mais rica, é também considerada a melhor universidade do mundo. O ranking anual feito pela Shanghai Jiao Tong University, o Academic Ranking of World Universities, coloca a Universidade de Stanford em segundo lugar.
Sete presidentes dos Estados Unidos graduaram-se em Harvard: John Adams, John Quincy Adams, Rutherford B. Hayes, John F. Kennedy, Franklin Delano Roosevelt , Theodore Roosevelt e Barack Obama. Além disso, Bill Gates, ex-presidente da Microsoft, e Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, também foram alunos da universidade.

10.821 – Mega Cult – Uma Mega Biblioteca


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Bibliotecas definitivamente não são apenas edifícios construídos para abrigar livros. Em termos práticos, elas podem até ter essa finalidade, mas a verdade é que são algo muito mais especial do que isso. Há algo de mágico no ar das bibliotecas. É como se as incontáveis obras literárias que repousam serenas em suas prateleiras concedessem sacralidade ao lugar. Penso nos livros como materializações empoeiradas das ideias de seres humanos que deixaram este mundo há muito tempo. Ou, em alguns casos, de autores que ainda vivem – todos se encontram na biblioteca. É ali, naquele templo democrático do saber, que o conhecimento da humanidade se condensa dentro de miolos e lombadas, tornando-se eterno e maravilhosamente acessível.
Muitas bibliotecas não são belas apenas no aspecto simbólico: várias delas são construções majestosas que contribuem ainda mais para o ar sagrado que domina o ambiente. É o caso do Clementinum, que fica em Praga, na República Tcheca. Ele foi eleito pelo site Bored Panda como a biblioteca mais bonita do mundo. Construído em 1722, o edifício é uma pérola da arquitetura barroca. O Clementinum abriga cerca de 20 mil livros e foi por muito tempo considerado como o terceiro maior colégio jesuíta do mundo. O teto é repleto de afrescos do pintor Jan Hiebl.

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11.316 – Mega Memória – Fundada a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos em 24-04-1800


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A Biblioteca do Congresso (Library of Congress) dos Estados Unidos, situada em Washington DC, foi fundada em 24 de abril de 1800 e é uma das maiores bibliotecas do mundo. Conta com mais de 134 milhões de volumes em mais de 460 línguas entre os que destaca uma pequena tábua de pedra do ano 2040 a.C.. Na prática, é a Biblioteca Nacional dos Estados Unidos. A estrutura está organizada em salas de leitura, vinte e nove no total, uma destas é a Sala Hispânica de Leitura, criada em 1939 e chamada assim em homenagem à influente Hispanic Society of America. A Biblioteca do Congresso é a entidade cultural mais antiga nos Estados Unidos e serve como instituição de pesquisa para o Congresso. Conserva uma coleção universal de 95 milhões de mapas, manuscritos, fotografias, filmes, gravações de áudio, gravuras e desenhos.