13.591 – A partir desta idade, você é considerado velho demais para balada


Toco2
Chegar aos 37 anos é como receber uma segunda carta de Hogwarts. Mas ao invés da mensagem da coruja ser um convite para uma escola de magia, ela traz um aviso: já está na hora de parar com essa história de cair na noitada. Antes de sair esbravejando contra a ciência, saiba que as baladas que você frequenta provavelmente estão cheias de pessoas que pensam exatamente assim – ou vão pensar algum dia.
Ter pique para continuar frequentando casas noturnas aos 37 foi considerado “trágico” para boa parte dos 5 mil entrevistados de um estudo britânico. Segundo 37% das cobaias, não há nada mais deprimente do que ter mais de 40 e permanecer rodeado de jovens de 20 em bares ou pistas de dança.
A nova pesquisa demonstrou que, de acordo com os participantes, os 31 anos são a idade perfeita para começar a deixar de lado essa ideia de curtir a noite. Nessa época, o combo filme + cobertor pareceu mais atraente que qualquer outro programa para quase metade deles.
O fato dos passeios noturnos serem caros demais foi a desculpa preferida de 6 em cada 10 entrevistados. Preocupações como arranjar um meio de transporte e uma babá para cuidar dos filhos também foram listados entre os principais motivos.
Para quase 70% deles, arranjar uma alma gêmea elimina a necessidade de se frequentar esse tipo de local. E 29% tem um porquê ainda mais prático: não tem vontade nenhuma de lidar com a ressaca do dia seguinte. Optar pelo conforto do lar, dessa forma, seria a escolha perfeita para cortar o mal pela raiz.
Matt Walburn, da Currys PC World, que trouxe à público os resultados do estudo, deu uma explicação prática para a preguiça que chega com os 30. “É quase impossível ficar entediado em casa, com todo o conforto e toda a tecnologia que podemos contar”, disse em entrevista ao NME. Para Walburn, essas vantagens normalmente costumam superar os ganhos fora de casa. “Passar um tempo nas mídias sociais, fazendo compras online ou jogando em rede com amigos pode trazer satisfação maior”.
Então, é aquela velha história. É proibido frequentar baladas depois dos 37. Mas quem quiser – e não se importar com a opinião dos outros –, pode.

10.321 – Mega Sampa Vida Noturna – A Over Night está de volta


Over Night V Olímpia
Over Night V Olímpia

Quem não se lembra da badalada Over Night? Muito conhecida na década de 80 e 90, a balada de sucesso localizada na Mooca, junto com a TOCO, na Vila Matilde, e a Contra-Mão, do Tatuapé, foi uma das responsáveis pelo boom da música eletrônica na cidade de São Paulo, agora está de volta.
Famosa por criar tendências e festas Back to the Dates, a casa está sendo reconstruída pelo DJ Badinha e vem lançando diariamente teasers na rádio Energia 97 FM, porém o endereço será outro, pois o atual dono do ponto não quis negociar. Sem data definida para a reabertura, a nova Over Night funcionará na Rua Gomes de Carvalho, 799 – Vila Olímpia.
Inaugurada em 1988, pelo empresário Carmo Cunfli, e fechada em 2004, a Over Night destacou-se na época pela sua alta tecnologia de som e iluminação e pela carência de danceterias do gênero, principalmente na Zona Leste. Com capacidade para cerca de 1.300 pessoas, o clube vivia cheio.
Para quem não sabe, por lá já passaram todos os grandes DJs brasileiros, como Marky, Mau Mau, Patife, Grace Kelly Dum, Renato Lopes e o último grande residente DJ Andy, além de astros estrangeiros como Sasha e Bad Company.

9573 – História da Discoteca – The Tramps


the tramps

Os The Trammps são uma banda americana de soul, da Filadélfia, e foram uma das primeiras bandas de discoteca.
Primeiro grande sucesso da banda foi com o 1972 versão cover de “Zing! Fui Strings of My Heart”. A primeira faixa do disco que lançou foi “Love Epidemic”, em 1973. No entanto, eles são mais conhecidos por sua música Grammy, “Disco Inferno”, originalmente lançado em 1976, tornando-se um hit pop do Reino Unido e EUA R & B hit, em seguida, re-lançado em 1978 e se tornar um hit pop dos EUA. Tema também do famoso filme de John travolta “Os Embalos de Sábado à Noite”.
Seu single ” Disco Inferno ” (1976) , que foi incluído no Prêmio Grammy Saturday Night Fever trilha sonora em 1977, alcançou # 11 na Billboard Hot 100 em maio de 1978. Outros grandes sucessos incluem “Hold Back the Night” ( 1975). No final de 1977 , os Trammps lançou a música ” A Noite das Luzes se Apagaram ” para comemorar o apagão elétrico que atingiu Nova York em 13 de julho de 1977.

Sua canção assinatura, ” Disco Inferno ” , foi regravada por Tina Turner e Cyndi Lauper . Além disso, Graham Parker coberto “Hold Back The Night” no ” The Pink Parker EP” em 1977, e alcançou a posição # 20 no UK Singles Chart, e Top 60 nos EUA.
Em 19 de setembro de 2005, do grupo ” Disco Inferno ” foi introduzido no Dance Music Hall of Fame em cerimônia realizada em Nova York.
Em 8 de março de 2012, o vocalista Jimmy Ellis morreu em uma casa de repouso em Rock Hill, Carolina do Sul, com a idade de 74. A causa da morte não foi imediatamente conhecida, mas ele sofria de doença de Alzheimer.

8479 – Música – Champangne para a sua Festa!


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Evelyn “Champagne” King (nascida em 01 de julho de 1960) é uma cantora norte-americana de R & B , Disco e pós-disco. Algumas de suas canções mais conhecidas são ” Shame “,” Love Come Down ” e I’m Love.
Nasceu no Bronx , Nova Iorque , e cresceu na Filadélfia , Pensilvânia.

Ela foi descoberta ainda jovem, enquanto trabalhava com sua mãe na Philadelphia International Registros como um produto de limpeza de escritório. Produtor Theodore T. Live a ouviu cantando em um banheiro e começou a treinar-la.
King lançou seu álbum de estréia, Liso Talk, em 1977. O álbum incluía a música ” Shame “, que é o seu único top ten no Billboard Hot 100 , alcançando a posição # 9. A canção também alcançou a posição # 7 R & B e # 8 na parada dance.
Em 1982, ela lançou o álbum, Get Loose. Ele rendeu um top vinte pop e # 1 R & B hit com o single, ” Love Come Down “. A canção também alcançou a posição # 1 nas paradas de dança e chegou a UK Singles Chart top ten, atingindo um máximo de sete por três semanas.

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Em 14 de agosto de 2007, King lançou o seu primeiro álbum de estúdio em 12 anos. Ele contou com o single “The Dance”, que alcançou a posição # 12 no Hot Dance Club Play Chart.
Em 2011, ela também colaborou com deep house DJ Miguel Migs , na faixa “Everybody”, que foi incluído no seu álbum Fora do Skyline.

Um nome forte da Disco Music, não poderia estar ausente aqui.

Por Master DJ Carlos

8391 – Mundo dos DJs – Festa eletrônica Skol Sensation reúne 40 mil baladeiros neste sábado em SP


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O Skol Sensation, festa de música eletrônica que fará sua quinta edição neste sábado (15-06-2013), no Anhembi, volta com duas novidades: um line-up maior e uma cenografia mais pomposa do que aquela mostrada em 2012.
Pano de fundo para atrair mauricinhos fãs de baladas megalomaníacas, a estrutura foi trazida da Holanda (país natal da balada) e cobrirá uma área de 80 mil metros quadrados. Terá um palco com dez metros de altura e elementos móveis como bolas gigantes que descem do teto até a altura do público. Fogos de artifício e performances de bailarinos deixam a cara da festa ainda mais circense.
Os nove DJs (três a mais do que no ano passado) vão tocar em formato “back to back”, ou seja, montando os sets em duplas.
Os brasileiros Anderson Noise e Do Santos mandam tecno, o duo holandês Sunnery James e Ryan Marciano tocam house progressivo e os britânicos Funkagenda e Michael Woods passeiam do tecno ao trance, por exemplo.
Diante dessa “salada eletrônica”, difícil é saber se existe algum “headliner”, já que não há nenhum nome internacional de grande expressão -para a tristeza dos órfãos do Skol Beats, extinto festival da mesma marca de cerveja que trouxe, no passado, lendários grupos, como Prodigy, Justice e Digitalism.
Em tempo: o “dress code”continua o mesmo. Todo mundo tem que estar vestido de branco.

8068 – História da Discoteca – Chic & Cia


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A historia do Chic começa em 1970 quando Nile Rodgers e Bernard Edwards se conhecem a acabam por formar uma banda de rock chamada The Boys que posteriormente mudou o nome para Big Apple, mas foram impedidos pelo fato de serem negros, então em 1976 eles se juntam ao ex-percussionista das bandas Labelle e Ecstacy, Passion & Pain Tony Thompson e começam a tocar inicialmente como um trio. Mas a banda precisava de um vocalista, e no mesmo ano Norma Jean entra na banda, e juntos em 1977 lançam o álbum de estréia  que foi puro sucesso trazendo canções disco como Dance Dance Dance (Yowsah Yowsah Yowsah) e Everybory Dance, o álbum rendeu a banda logo de cara um disco de ouro. Logo após o disco de estréia Nile e Bernard (os cabeças da banda) começam a preparar o disco solo de Norma, o disco foi lançado no mesmo ano com o nome de Norma Jean e trouxe o sucesso dançante Saturday. Ao sair da banda Norma indicou sua amiga Luci Martin para ser a nova vocalista, mas antes de sair da banda Norma participau do histórico disco We Are Family, do quarteto Sister Sledge, que era produzido por Nile e Bernard. Com a saída de Norma, Luci Martin foi admitida na banda, mas não como vocalista e sim como back up, pois a vocalista Alfa Anderson que havia trabalha com a banda no disco de estréia ganhou o honrado posto.
No mesmo ano de 78 a banda já com Alfa nos vocais lança um obra-prima da Disco Music, o álbum C’est Chic que ganha o disco duplo de platina e traz inesquecíveis canções como I Want Your Love e a imortal Le Freak (maior Hit da banda), o sucesso foi tanto que ate hoje o disco é o mais vendido da gravadora Atlantic (hoje Warner) com quase 7 milhões de copias na época. No ano seguinte 1979 mais um imenso sucesso, o álbum Risque que trouxe átona canções eternas como My Feet Keep Dancing, My Forbidden Lover e a grandiosa Good Times que influenciou a maioria das bandas de disco e funk da época, alem de ter servido como base para as primeiras musicas de Hip Hop.
Arranjos como estes nunca mais…!
O chic é considerada a maior e melhor banda de Disco de todos os tempos, fora seus álbuns, Nile e Bernard produziram artistas como Sister Sledge, Sheila B. Devotion, Madonna, David Bowie’s e Dianna Ross. Alem de influenciarem banda como The Smiths, e Sugar Hill Gang’s. Madonna em especial de os seus hits Holiday, Into To The Groove, Like A Virge e Erótica a dupla Nile e Bernard, alem da banda Change ser considera (Chic Jr). Nos anos’80 com a queda da Disco Music a banda lutou para manter musicas nas paradas e fazer com que seus álbuns vendesem; o fraco sucesso e as baixas vendas levaram ao fim da banda em 1985. Porém, em 1992 a banda se juntou novamente e lançam o álbum Chic-Ism com a canção Chic Mystique, aclamada por publico e critica levando a banda a uma nova turnê mundial como nos velhos tempos. No mesmo ano Nile recebeu o titulo de Top Productor World, foi incluído no hall da fama dos compositores, mas infelizmente no dia 18 de abril de 1996 seu eterno parcero Bernard Edwards morreu vitima de pneumonia aos 43 anos, mesmo sem ele o Chic continuou com os shows, em 2003 foi a vez de Thompson, vitima de câncer nos rins no dia 12 de novembro de 2003 aos 48 anos.

7883 – História da Música Eletrônica – A Batida House


Djae

O elemento comum de quase toda a house music é uma batida 4/4 gerada numa bateria eletrônica, completada com uma sólida (muitas vezes também gerada eletronicamente) linha de baixo e, em muitos casos, acréscimos de “samplers”, ou pequenas porções de voz ou de instrumentos de outras músicas. Representa, de certa forma, também uma evolução da disco music dos anos 70. A maioria dos projetos (desenvolvidos por DJs e produtores) e grupos de house music têm como origem a Itália, a Alemanha, a Bélgica, além dos Estados Unidos e Reino Unido.

Basement Jaxx – Kish Kash (XL) Importado
Não se deixe enganar pela primeira audição. O que parece apenas uma tentativa de requentar a fórmula de “Rooty” revela-se, aos poucos, um intricado mosaico de groove, complexo o suficiente para desorientar o ouvinte. “Kish Kash” desvenda uma dimensão que o álbum anterior apenas sugeria. E essa nova dimensão reverbera numa maturidade dance rara nestes dias de superstars DJs. Os vocalistas convidados mostram a amplitude da dupla: o enfant terrible do hip hop inglês, Dizzee Rascal, a soul woman Me·Shell NdegeOcello, o ·N Sync JC Chasez e a irmã morte Siouxsie Sioux. No caldeirão polirrítmico, scratches, baixos emborrachados, freakolândia sampleada e talvez as batidas mais irresistíveis de 2003.
Vista Le Vie – Don·t (F Communications) Importado
A dupla francesa Max e Gilles, aka Vista Le Vie, é a nova aposta do selo de Laurent Garnier. O duo não se contenta em fazer apenas house, apesar do gênero funcionar como guia condutor no disco – na verdade, um EP, com seis músicas. O Vista Le Vie funde um pouco de dub, timbres de piano Rhodes, guitarras retrôs e baixo acústico para criar uma espécie de ambient house com bastante personalidade. Ainda podem soar um pouco perdidos e atirando pra muitos lados ao mesmo tempo. Mas tem futuro, é claro.
Junkie XL – A Broadcast From The Computer Hell Cabin (Sum) Nacional
Tom Holkenborg, o holandês do projeto Junkie XL, parece ter achado a mina do ouro: dar vida aos mortos. Depois de Elvis, Peter Tosh volta a cantar no ragga “Don’t Wake Up Policeman”. JXL também ressuscita gente que estava no limbo, como Terry Hall (The Specials), Robert Smith (The Cure), Gary Numan e até Dave Gahan (Depeche Mode). Todas as faixas trazem a herança de seus convidados especias, o que deixa o disco sem personalidade. Talvez por isso haja um CD bônus, no qual Holkenborg mostra suas produções solo…
I:Cube – 3 (Versatille) Importado
Nem só de loops de disco coados no filtro vive a música eletrônica francesa. Ainda bem. Nicolas Chaix já tem uma série de bons serviços prestados ao dub eletrônico. Neste disco, ele continua pisando fundo no grave, mas pensando na pista, como em “Vacuum Jackers” e “Fabu”. Tem até um ensaio hip house com a participação de RZA, o cérebro do Wu Tang Clan. Shake “le” ass.

7882 – História da Música Eletrônica


Hoje, é muito fácil extrair samples, fazer um remix. Até com computadorzinho meia-boca tem mané fazendo isso em casa (e nas paradas também). Agora, é fácil porque além da tecnologia temos as receitas, as referências. Uma matriz. Por exemplo: não dá pra imaginar música eletrônica sem loops, ecos e silêncios súbitos. Ora, isso tudo já faz parte do que conhecemos como música eletrônica.
Mas as origens dessa ciência estão no final dos anos 60, quando esse mundo era uma selva e os homens tinham de fumar um leão por dia. Trabalhando com velhos gravadores de apenas duas pistas, alguns jamaicanos começaram a inventar moda com aquele negócio de ter as vozes num canal e os instrumentos na outra. De vez em quando desligavam a voz (era no botão mesmo), valorizando algumas passagens instrumentais. Ou o contrário, deixavam a voz sozinha, reluzindo. Passaram a aplicar ecos onde nunca ninguém antes havia tentado. E aquilo ficou interessante, começou a tocar nos soundsystems e foi evoluindo, evoluindo e deu liga, tornando-se o que se conhece como dub.
É duro pra muita gente aceitar que a música eletrônica moderna, tão sofisticada, tenha alguma coisa a ver com o reggae, aquele som-favela, produzido por uns maconheiros cabeludos. Mas eis a verdade cristalina: um tal de Osbourne Ruddock, mais conhecido como King Tubby, é o pioneiro nessas técnicas de manipulação criativa de bases pré-gravadas, seguido de perto por Lee ”Scratch” Perry. E desse manancial surgem Augustus Pablo, Prince Jammy e Scientist, entre poucos outros graduados do gênero. E vai desculpando as generalizações, porque nem toda música eletrônica é sofisticada e nem todo jamaicano é cabeludo.
O termo “dub” hoje é usado na maior esculhambação, para qualquer coisa que tenha lá um ou dois efeitinhos. Para reconhecer um dub genuíno, aqui vai alguma munição. A regra primeira é que seja um reggae, ou que ao menos tenha um groove de reggae – um bom baixista, portanto, é essencial. Depois, é necessário que soe grave, muito grave – um bom baixista, portanto, é duas vezes essencial. Finalmente, podem entrar efeitos, da simples supressão da voz (total ou parcial) até a inclusão de balidos de carneiro.
Apesar das origens jamaicanas, o dub agora é cidadão do mundo. Com outra cultura e outras influências musicais, muitos americanos, europeus e até japoneses.

7798 – História da Discoteca – O Village People


Vilage People

Na época das discotecas não havia certas “rotulagens” como nos dias atuais, onde as pessoas colocam o seu preconceito acima da Arte.
Num cenário então sem preconceitos na música surgiu o Village People, uma das mais consagradas bandas de Discoteca dos EUA.
Mais conhecido pelos seus mega-hits mundiais Macho Man e Y.M.C.A., ambos de 1978.
O grupo, surgido em boates gays nos Estados Unidos, foi criado entre 1976 e 1977 pelos produtores Jacques Morali e Henri Belolo. O nome originou-se do reduto gay de Nova Iorque na época, o Greenwich Village, e a banda ficou conhecida por apresentar-se com fantasias que evocavam símbolos de “masculinidade”: um policial (Victor Willis), um índio norte-americano (Felipe Rose), um cowboy (Jeff Olson), um operário (David “Scar” Hodo), um soldado (Alex Briley) e um motociclista (Glenn Hughes).
O sucesso aconteceu primeiro na Inglaterra, em 1977, com “San Francisco (You’ve Got Me)”. Nos Estados Unidos, o sucesso veio em 1978, com “Macho Man”. O grupo lançou também Y.M.C.A., In The Navy, Go West (regravada em 1993 pela dupla inglesa Pet Shop Boys) e várias outras que também alcançaram êxito. Em 1980, apareceram no filme baseado na história do grupo, chamado Can’t Stop the Music, que venceu e recebeu o troféu irônico Framboesa de Ouro, na categoria pior filme do ano.
Em 1995, Glenn Hughes foi substituído por Eric Anzalone. Os integrantes actuais do Village People são Felipe Rose (índio), Alex Briley (soldado), David “Scar” Hodo (operário), Jeff Olson (cowboy), Ray Simpson (policial, no lugar de Victor Willis) e Eric Anzalone (motociclista, no lugar de Glenn Hughes).
Em 2001, Glenn Hughes, o motociclista original do grupo, faleceu (vítima de câncer no pulmão). Jacques Morali, o fundador do grupo faleceu em 1991, vítima da AIDS. O produtor e empresário Henri Belolo continua actuando no mercado fonográfico, como um dos donos do selo francês Scorpio Music. A Black Scorpio, que nos anos 70 e 80 lançou os discos do Village People, é uma de suas afiliadas.

7006 – Música na TV – Soul Train


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Em 1974, o lendário programa da TV americana “Soul Train” apresentava grandes nomes do soul e R&B. O tema de abertura deste programa foi gravado por MFSB & The Three Degrees e seu nome era TSOP, que significa The Song of Philadelphia. Essa música chegou ao primeiro lugar na parada pop da Billboard.
Um programa de televisão musical que estreou em 2 de outubro de 1971 nos Estados Unidos, sendo finalizado apenas em 25 de março de 2006, com 35 anos de existência.No Brasil só um programa chegou perto deste, o Som na Caixa da TV Corcovado do RJ, mas que ficou pouco tempo no ar. Durante todo este tempo, o programa mostrava, basicamente, performances de grupos e cantores de soul, hip hop e R&B, ainda que grupos de jazz e gospel também fossem mostrados por vezes. Soul Train foi criado por Don Cornelius, que também foi seu primeiro apresentador e produtor executivo. A produção foi suspensa na temporada 2005-2006 mas, ainda assim, uma versão de “melhores momentos” (The Best of Soul Train) foi criada e continuou no ar por dois anos.Esse programa teve participação em um episódio de The Fresh Prince of Bel-Air

7311 – Mega Divas – Barbara Tucker


By Master DJ Carlos

A Diva da House Music
A Diva da House Music

(nascida em 19 de março de 1967) é uma cantora afro-americana de house, R&B e Soul. Seu impacto na cena musical foi sentido mais na Europa, do que em seu país de origem.
Tucker criou e se formou dentro do ambiente gospel. Se destaca por suas atuações em shows ao vivo pela sua espetacular, energía, talento e originalidade fazendo com que cada um seja um verdadeiro acontecimento com novos sons, movimentos e descobrimentos.
É co-fundadora do “The Underground Network”, uma discoteca noturna com mais história de Nova Iorque, reconhecido como símbolo da cena musical, que abriu as portas da fama ao redor do mundo. Constatemente se dedica a promover e melhorar o “Underground Network” através de passeios, eventos e produções de novos artistas, de Tóquio, Sydney, Chicago a Londres.
Barbara fez turnê e gravou com vocal de artistas como Moby, Cerrone, Pet Shop Boys, Dave Steward, Deee-Lite, Wyclef Jean, George Clinton, Reel 2 Real e Janet Jackson. Também coreografou para Shannon, C+C Music Factory, Jay Williams, Sabel, BWP, Johnny O, Jovann, Butch Quick, Soul System e Too Nice.
A cantora marcou seis canções na primeira posição na parada americana da Billboard Hot Dance Club Songs na década de 1990 e 2000, bem como vários hits na parada britânica UK Singles Chart.
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7080 – Esquentando os Pratos – O Ministry Of Sound


É uma discoteca de renome internacional localizada em Southwark, no sul de Londres. A discoteca foi fundada por Jamie Palumbo (filho de Peter Palumbo), Humphrey Waterhouse e o DJ Justin Berkmann. A Ministry of Sound edita também música electrônica tendo sido uma peça fundamental no desenvolvimento da house music, um sub-gênero de música electrônica no princípio dos anos 1990.

Sub-selos
Hed Kandi
Euphoria
Hard2Beat Records
A Ministry of Sound é a marca de música eletrônica mais famosa do mundo. Seus clubs, CDs e festas temáticas estão presentes em todos os continentes. A label é conhecida mundialmente por realizar as mais alucinantes festas e por ditar novas tendências no cenário eletrônico, sendo considerada há anos o principal pontos de referência da House Music. Em 2011 a Ministry Of Sound completa 20 anos de existência e inicia turnê mundial.

6962 – Música – Esquentando os Pratos com Company B


Um trio formado em 1986 por cubano-americano produtor Ish “Angel” Ledesma ( Foxy , Oxo ), com membros Lori L. (Ledesma), Charlotte McKinnon e Susan ( Gonzalez) Johnson.
Depois do álbum de estréia do grupo, auto-intitulado, Susan Johnson saiu e foi substituído por Sheena. Para o segundo álbum do grupo, de 1989 Gotta Dance, Sheena e Lezlee Livrano ambos deixaram o grupo e foram substituídos por Donna Huntley e Marie Julie (que também era um performer rotativo com Exposé ).

A música Facinated, lançada em 1986 criou tanta agitação nos clubes em torno de Miami que logo fez o seu caminho para as estações de rádio locais. E também em todas as grandes cidades em todo os EUA alcançou o número um sobre os EUA Hot Dance Club Play Chart e cruzou para rádio pop, atingindo o pico no número 21 na Billboard Hot 100. Hoje, ele é considerado como um clássico do freestyle dance music. O trio era mais conhecido por esta única, bem como a platina perucas que eram inicialmente uma parte da imagem do grupo. O single foi tão bem que o grupo foi assinado para fazer um álbum completo.
Confira este grande clássico da Disco-House Music:

6629 – Vida Noturna – Ta Matete Discotheque


Uma Década Inesquecível

O que John Travolta, sapatos de plataforma e globos de luz giratórios têm em comum?
Todos eles fizeram parte de um fenômeno que tomou conta do mundo na década de 1970 e arrebatou o Brasil, principalmente em 1978: a febre das discotecas ou disco fever.
Lançado apenas um ano antes, o filme Os embalos de sábado à noite (Saturday Night Fever, 1977) apresentou
o ator iniciante Travolta, que ao usar o famoso terninho branco e jogar o braço para o alto, se
tornou um símbolo incontestável da disco music. O estilo é uma fusão do pop tradicional, salsa, black
music, funk, soul e rock, marcadamente conhecida por seus arranjos elaborados e batidas fortes. Foi do termo
Discothèque nome de um clube francês dedicado ao jazz que seus criadores buscaram criar uma identidade
própria para o gênero. Uma ótima maneira de ficar por dentro dos maiores
nomes da música disco e conhecer um pouquinho dos seus clássicos é recorrer à trilha do filme Os
embalos de sábado à noite. Sucessos como Stayin Alive do Bee Gees, More Than a Woman de Tavares e Boogie Shoes de K.C. and The Sunshine Band estouraram no Brasil e impulsionaram milhares de brasileiros para
as pistas de dança. E também, ler os artigos do Mega Arquivo.

Ta Matete

Algumas boates marcaram os anos 70 e 80. Misturavam todas as tribos. Ta Matete era uma delícia, assim como o Hippo quase defronte e o Picollo Mondo, ao lado. Em uma festa beneficente de 1979 se reuniram Maria Della Costa (atriz e hoteleira, recentemente homenageada com uma grande exposição), o inesquecível festeiro Carlos Armando Forino Rodrigues (1940- 2004) e a cantora do rádio Marlene (quem morreu em 2005 foi a outra, a rival, a Emilinha).

Esquentando os Pratos
Gregão
Mixar era uma arte que ele dominava desde os longínquos anos 70. E “destruía” nas “miliduque”. Se esmerava em mixagens às vezes mais longas ou de timing exato para o crossfa order zithromaxder. antibiotics online from us pharmacies Fez questão de ensinar TUDO a todos que how to buy antibiotics online dele se aproximavam. Online Prascion | Antibiotici Onlineusa pharmacy pills Enfrentou os desafios de colocar o Disc-Jockey no patamar de respeito que hoje se vê.
Pioneiro na arte dos remixes aqui no Brasil, ele era o “Mens”. Fonte de inspiração para os DJs que hoje “ganham o pão” de cada dia simplesmente tocando, mixando, virando… Nós editores da Revista DJ Sound, entendemos que ele também é um dos responsáveis por amarmos a Dance Music.
Ricardo Guedes

O “Imperador dos Toca-Discos”. Talvez o nome mais polêmico da cena, mas sem dúvida o de técnica mais apurada entre todos. Ele mesmo dizia que tinha nascido dentro de uma pista de dança. Foi um visionário, que fez de cada uma de suas ideias um passo fundamental para o crescimento e a conquista do respeito do Disc-Jockey, dentro dos clubs, das emissoras de rádio e das gravadoras. buying clomid online
Fez da Contra-Mão um templo da Dance Music com suas mixagens incomparáveis, precisas, e um repertório que sempre surpreendia quem estava pista. vpxl male enhancementonline pharmacy diet pills Com seu jeito alegre, divertido e de um apaixonado pela música, ganhava a simpatia e admiração de todos que conviviam à sua volta. No rádio, tinha o timing perfeito até mesmo na “locução” em seus clássicos programas como o “Garagem 70”, o House Definition e o “Volume 97”.

Don Lula

Carioca de Copacabana, inaugurou a primeira discoteca do Brasil, a New York City em 1978. Inaugurou também em a boate Ipanema e também teve a honra de tocar num dos maiores templos da história da Dance Music, o Studio 54, também em NY. Em 1981 retornou para o Brasil e fixou residência em SP onde ganhou fama em clubs como a Dancing, Tamatete, Up & Down e Hippodromus.
Exímio DJ, mantinha a técnica de mixagens bem elaboradas, longas, concebida desde o início da carreira nos áureos tempos da Disco Music. Se especializou nas festas do gênero Flash Back e era, claro, muito respeitado entre os DJs por sua história e dedicação pela música nas pistas de dança.

6515 – Mega Memória Música – Os Dinossauros das Pick-ups


DJ Grego (1956-2010)
Esse tocava muito. Também conhecido como “O Mago das Mixagens” era muito conhecido do público paulista por ter trabalhado em várias emissoras de FM famosas. Foi o responsável pela fase de ouro da Antena 1 de São Paulo no início dos anos 80. Em 1980 fazia sucesso na extinta Excelcior FM 90,5; hoje CBN com o programa Classe Especial, um programa de megamixers. Estourou também na Bandeirantes FM e em seguida na Pool, onde participava do Studio 89 todas as 5°s feiras.
Mans era o seu bordão.


2010 nos tirou alguns mestres das pick-ups, Ricardo Guedes, Dom Lula e Grego. Havíamos perdido Michael Jackson em 2009, e neste ano de 2012, já perdemos a Diva Whitney Houston e a Rainha Donna Summer.
Tocou nas principais casas de São Paulo nos anos 70. Lançou um dos primeiros vinis mixados do país. Se chamava Maestro Mecânico e trazia umas dez faixas (metade de cada lado) sem interrupções. Na contracapa, fotos dele muito jovem (nem 20 anos tinha) no seu habitat natural: a cabine de som, que naquela época, significava um paredão com luzes, gravador de rolo e móvel de aço escovado.

Se nos anos 70, Grego virou rei em São Paulo, nos anos 80 seu reinado se estendeu pelo Brasil. Fazendo a transição, naquele tempo ainda rara, da cabine para o estúdio, Grego abraçou a arte da edição e do remix. Não era para os fracos: em tempos onde não existia software, os trabalhos eram fruto de pacientes horas e horas cortando e emendando pedaços de fita com gilete e fita adesiva. Logo, também passou a usar acessórios como bateria eletrônica e synths.
Seus edits viraram uma série de vinis chamados Montagens Exclusivas. Rapidamente, ele virou O cara no Brasil para reconfigurar músicas para a pista de dança.
Ippocratis Bourneli, o Gregão, começou sua carreira de DJ em 1973, e fez histórias com seus sets cheios de energia e seus projetos inovadores – foi ele o responsável pelo lançamento do primeiro disco mixado por um DJ no Brasil, Maestro Mecânico, de 77.
Se nas cabines ele era conhecidíssimo por não deixar a pista esfriar, em estúdio Gregão também era pioneiro. Se hoje é fácil fazer edits de músicas a partir de programas avançados de edição, na época o trabalho era manual, usando só gilete, fita adesiva e muito cuidado para não estragar o material.
Grego coleciona em sua longa carreira mais de 200 remixes para artistas como Mariah Carey, Fatboy Slim, Gilberto Gil, Wyclef Jean, Kid Abelha, Titãs, RPM e Jorge Ben Jor.
Assista parte de sua entrevista algum tempo antes de morrer, ele cita Big Boy e o programa Ritmos de Boate.

DJ Big Boy
Nome completo Newton Alvarenga Duarte
Nascimento 1 de junho de 1943
País Brasil
Data de morte 7 de março de 1977 (33 anos)
Ocupação disc jockey

Big Boy, pseudônimo de Newton Alvarenga Duarte (1 de junho de 1943 – São Paulo, 7 de março de 1977), foi o mais importante disc jockey de sua época, responsável por uma verdadeira revolução no rádio brasileiro.
Como locutor, introduziu uma linguagem jovem, mais próxima do público que o ouvia. Seu “hello crazy people!”, a maneira irreverente como saudava os ouvintes, tornou-se marca registrada de um estilo próprio, descontraído, diferente da voz empostada dos locutores de então. Como programador, demonstrou extrema sensibilidade ao captar o gosto do público, observando as tendências musicais ao redor do mundo e inovando a partir de idéias que modificariam todo um sistema de programação estabelecido. Uma de suas grandes influências foi o grande DJ americano Wolfman Jack.
Apaixonado por música desde a infância, iniciou uma coleção que chegou a 20 mil discos ainda adolescente, manifestando preferência pelo rock, o então novo ritmo americano que conquistou os jovens no mundo todo. Também costumava “peregrinar” na Rádio Tamoio do Rio de Janeiro – a rádio que apresentava a programação mais atualizada na época – procurando manter contato com os programadores e outros aficionados por rock em busca de informações e de uma oportunidade profissional – seu sonho desde então que procurou alcançar com obstinação. A oportunidade finalmente surgiu quando foi convidado para substituir um programador que entrara em férias. Assim, não hesitou em interromper a carreira de professor de geografia para tornar-se radialista.
Mais tarde foi convidado para participar de uma bem-sucedida tentativa de reformulação da Rádio Mundial AM, que se tornaria a rádio de maior audiência entre o público jovem do Rio de Janeiro. Foi ali que iniciou sua atuação como DJ, ganhou o apelido de Big Boy e criou o estilo inconfundível que continua até hoje influenciando locutores – inclusive das modernas rádios FM, cujas programações muitas vezes ainda seguem os moldes de seus programas. Com sua voz alegre e postura informal, complementava as músicas que tocava com informações “quentes” sobre o mundo do disco, impondo uma dinâmica irresistível ao programa; tudo isso sem perder o jeito de fã dos artistas, o que o aproximava ainda mais dos ouvintes.
Big Boy também pode ser considerado o primeiro “profissional multimídia” do show business brasileiro. Programador e radialista eclético, diversificava sua atuação mantendo a ligação da paixão pela música contemporânea nos seus diversos segmentos e movimentos. Além de manter dois programas diários na Rádio Mundial, Big Boy Show e Ritmos de Boite, um na Rádio Excelsior de São Paulo e um semanal especializado em Beatles, o Cavern Club, também na Mundial, atuava como programador, colunista em diversos jornais e revistas, produtor de discos e DJ dos Bailes da Pesada, onde mantinha um contato direto com o público que gostava especialmente de soul e black music, principalmente na Zona Norte do Rio de Janeiro. Em televisão, inovou ao apresentar em sua participação diária no Jornal Hoje da TV Globo, pela primeira vez, film clips com músicas de sucesso do momento.
Ao longo de toda sua vida profissional, Big Boy continuou ampliando sua coleção. Em diversas viagens a outros países apurou seu acervo, buscando raridades como “discos piratas” de tiragens limitadíssimas. Ao morrer havia juntado cerca de 20 mil títulos, entre LPs e compactos, na maioria importados, que abrangem diversos gêneros musicais como rock, jazz, soul music, rock progressivo, música francesa, trilhas sonoras de filmes, orquestrais, etc. Como um todo, a discoteca Big Boy constitui-se num acervo cultural importantíssimo, pois retrata vários períodos do cenário discográfico mundial e, mais do que uma coleção, trata-se da síntese do trabalho de um profissional que ousou inovar.
Morreu sufocado por um ataque de asma, num quarto de hotel em São Paulo.

6372 – Candidatos ao IgNobel – Música alta deixa a bebida mais gostosa


(Depende da música…)

O álcool fica mais docinho quando tem música alta tocando — e isso acaba fazendo você beber mais sem perceber. É o que constataram pesquisadores da Universidade de Portsmouth (Inglaterra). Segundo eles, é o primeiro estudo experimental a documentar como a música é capaz de alterar o gosto do álcool.
“Como os humanos têm uma preferência inata pela doçura, isso oferece uma explicação plausível para o fato de as pessoas consumirem mais álcool em ambientes barulhentos”, diz o líder da pesquisa, Lorenzo Stafford.
80 voluntários, homens e mulheres, participaram do estudo. A tarefa? Beber uma variedade de drinks e ir anotando num bloquinho se estavam fortes, docinhos, amargos etc., enquanto os cientistas iam mudando o volume da música ambiente.

6242 – Música – Esquentando os Pratos com Roberta Kelly


Roberta Kelly, não confundir com Roberta Flack, outra cantora famosa, nasceu em Los Angeles, em 1942 e seu maior hit foi “Trouble-Maker”, que permaneceu duas semanas na primeira colocação nos charts dos Estados Unidos.
Entre 1975 até 1983, ela também foi backing vocal de Thelma Houston e em álbuns de Donna Summer.
O hit Zodiacs estourou também aqui no Brasil, muito executado pelas emissoras de rádio e presença garantida nas pistas de dança, ainda hoje se faz presente nos bailes de flash back.

5982 – Donna Summer – Mais sobre a morte da Rainha da Disco


O presidente Barack Obama uniu-se a personalidades do mundo inteiro para lamentar a morte da cantora Donna Summer.
“Sua voz era inesquecível. A indústria musical perdeu uma lenda cedo demais”, disse em comunicado oficial o presidente dos EUA, que não tem o costume de comentar sobre a morte de artistas, mesmo daqueles que admira.
“Nossos sentimentos e orações para a família e Donna e seus fãs mais dedicados”, concluiu.
Conhecida como rainha da era das discotecas, a cantora Donna Summer morreu na última quinta (17), aos 63 anos, na Flórida. Ela sofria de câncer de pulmão, e estava preparando um novo disco.
Personalidades do mundo inteiro recorreram às redes sociais para registrar seu tributo a Donna Summer, rainha da disco nos anos 70, que morreu nesta quinta-feira após uma batalha contra o câncer.
No Twitter, o nome da cantora norte-americana foi parar nos trending topics (assuntos mais comentados) antes mesmo de a notícia se espalhar pelos portais mundo afora.
“Descanse em paz, querida Donna Summer. Sua voz foi a batida do coração e a trilha sonora de uma década”, tuitou Quincy Jones, que produziu o disco “Donna Summer” (1982), de onde saiu o hit “Love Is In Control”.
Madonna tuitou “descanse em paz”, e linkou um vídeo em que interpreta uma canção inspirada em “I Feel Love”, o maior sucesso de Donna.
Elton John também se manifestou. “Os discos dela soam bem em qualquer época”, disse. “É uma desgraça total ela nunca ter sido inclusa no Hall da Fama do Rock, especialmente quando eu vejo artistas de qualidade inferior chegando lá”.
“Todo o meu amor para o marido e as filhas dela. Vamos orar para que eles se mantenham fortes”, afirmou a cantora Dionne Warwick ao expressar sua tristeza pela morte da “querida amiga”.
Kelly Osbourne
A rainha da disco pode ter morrido, mas o legado de Donna Summer viverá para sempre! Minha última dança hoje à noite é em sua homenagem!
Gloria Estefan
Poucas cantoras impactaram a música e o mundo como Donna Summer! É o fim de uma era. Paz e orações para todos que a amaram pic.twitter.com/zRxQGvvU
Erykah Badu
“… Last dance, last chance, for love” – Donna Summer/diva”
Thalia
Obrigada por sua música maravilhosa e por sua voz incrível! Donna Summer para sempre! “She Works Hard for Money”, de Donna Summer shz.am/t358793
Kelly Rowland
Donna Summer. Ícone! Lenda! A voz dela! O espírito dela! Descanse em paz, você me inspirou de verdade! Eu te amo! instagr.am/p/KvMnmlv-TQ
Kylie Minogue
Uma das minhas primeiras inspirações, descanse em paz Donna Summer #BadGirlsParaSempre
Betty Wright
Deus tenha misericórdia. Minha irmã em canção e espírito, Donna Summer. Descanse nos braços de papai… nos reencontraremos quando Deus desejar
Ryan Seacrest
Eu me lembro de sentar ao lado da minha mãe no Toyota enquanto ela cantava “She Works Hard for the Money”, de Donna Summer. Suas músicas eram clássicos.
Moby
Muito. Muito triste. Donna Summer morreu. Palavras não conseguem expressar o impacto e a influência que ela teve na música.
La Toya Jackson
Minhas condolências à família de #Donna Summer. Sentiremos muito a falta dela. Ela era a verdadeira #Disco Queen!
Beyonce Knowles
RIP Donna Summer. Por favor, deem RT
Repercursão no Mundo dos DJs:
Erika Palomino
“Donna Summer representou uma época, era uma grande intérprete e compositora também. Seu trabalho com o produtor Giorgio Moroder definiu a sonoridade dos 70, tendo ‘I
Feel Love’ [como] um hino atemporal. Era também uma sensível voz para baladas, não apenas por seu inconfundível e único timbre de voz mas também pela verdade em seu canto. A deliciosa ironia de ‘Bad Girls’, por exemplo, faz desta música e deste álbum essenciais para aquele tempo –e talvez tenha sido um dos discos que mais ouvi na vida! Por fim, seu look vert 70’s, com o cabelão fundamento, a boca glossy e o tom de pele que todos queríamos ter!”
Sergio Scarpelli
“Hoje, exaltam-se ‘ladies gagas’ da vida, mas Donna Summer foi mais do que isso. Ela fazia o pessoal dançar com sua voz. Era na raça e no gogó. Não tinha vídeo nem internet. Era rádio e pista de dança. Tem números astronômicos com mais de 100 milhões de álbuns vendidos. Foi a rainha da pista. Pegou a chave e levou com ela.”
Mauro Borges
“É o Elvis da música eletrônica. Seu legado musical não se limitou aos anos 1970 e se reflete em praticamente toda a história da música pop. Ela e o produtor Giorgio Moroder transformaram a eletrônica em algo popular e influenciaram uma leva imensurável de artistas. Donna também forjou o padrão de cantora linda, sexy e talentosa que é perseguido pela indústria até hoje.”
Zé Pedro
“Foi uma pioneira. E, com o passar dos anos, foi se reciclando dentro da dance music. Aquela música que começava lenta e depois explodia foi muito forte para a minha geração. Estava com a voz e com tudo em cima. Era tão clássica que achei que nunca fosse morrer.”
Johnny Luxo
“O que eu posso dizer sobre essa perda? Muita mágoa! Porém ela deixou músicas inesquecíveis que certamente vão aparecer de alguma maneira no trabalho de outros artistas.”
Um pouco +
Álbum Bad Girls

Em maio de 1979, Donna Summer lançou o álbum Bad Girls. Mas a faixa-título havia sido criada dois anos antes por ela, seu marido Bruce Sudano e por integrantes da banda Brooklyn Dreams.
A música surgiu quando Nellie Presswood, sua secretária, foi abordada pela polícia quando caminhava pela Sunset Boulevard, em Los Angeles. Nellie foi confundida com uma prostituta.
Ao saber do incidente, Donna Summer ficou revoltada e, ao chegar ao estúdio, começou a escrever a letra da música. Pediu à sua banda um solo de guitarra e logo a canção estava pronta.
Donna mostrou a música para o chefe da gravadora. Ele achou “muito rock & roll” para ela. A gravação ficou esquecida nos arquivos durante dois anos até ser encontrada por um engenheiro de estúdio, que pediu a Giorgio Moroder para produzi-la. A música ganhou arranjos que acentuaram a letra impetuosa.
O disco, lançado pela Casablanca Records, foi produzido por Giorgio Moroder e Pete Bellotte. Vendeu mais de 2 milhões de cópias e chegou ao 1º lugar na parada R&B da Billboard. Destaques também para as faixas “Hot Stuff” e “Dim All The Lights”.

5964 – Música – Rainha da disco, Donna Summer morre aos 63


Depois do mundo da R & B perder Whitney Houston ainda este ano, outra baixa de peso Conhecida como rainha da era das discotecas, a cantora Donna Summer morreu nesta quinta (17), aos 63, na Flórida (EUA). A notícia foi dada pelo site “TMZ” e confirmada pela família pouco depois. A cantora sofria de câncer, mas não quis torná-la pública. Ela estava trabalhando em um novo álbum. Donna Summer, que ganhou o Grammy cinco vezes, despontou na cena disco com hits como “Last Dance, “Bad Girls” e “Hot Stuff” –que faz parte da trilha sonora da novela “Avenida Brasil”. Em 1971, como Donna Gaines, ela lançou seu primeiro single, uma cover de “Sally Go ‘Round the Roses”. Ela se casou em 1972 com o ator austríaco Helmuth Sommer, de quem adotou o sobrenome, modificado para “Summer”, e teve sua primeira filha em 1973. Pouco depois, se divorciou. Mãe de três filhos, Summer também foi casada com o músico Bruce Sudano. Ainda no início dos anos 70, cantando como backing vocal, Summer conheceu os produtores Giorgio Moroder e Pete Bellotte, nomes que ajudaram a dar forma à era disco. Em 1974, lançou seu primeiro disco, “Lady of the Night”. Em 1975, ela levou a Moroder algumas ideias para a canção que viria a se tornar seu primeiro grande hit, “Love to Love You”, lançado na Europa. A música alcançou as pistas dos EUA e do resto do mundo logo depois, como “Love to Love You Baby”. A partir daí, reinou absoluta e passou a movimentar as pistas de dança de todo o mundo até o início dos anos 80, quando tentou se lançar em outros estilos musicais. O 17º e último álbum de Donna Summer, “Crayons”, foi lançado em 2008. Numa de suas últimas vindas ao Brasil, Donna Summer fez shows em São Paulo e no Rio, em novembro de 2009.

5526 – Esquentando os Pratos – Como funciona a luz negra?


Novo bloco do ☻ Mega que traz sons, baladas, aparelhagens e música se chama “Esquentando os Pratos”:

Todo mundo já viu aquela iluminação especial em pistas de dança, que dá um fantasmagórico brilho roxo a qualquer objeto de cores claras ou fluorescentes – especialmente roupas brancas. A receita de fabricação é muito simples: basta pegar uma lâmpada fluorescente, dessas usadas em escritórios, e remover a camada de pó branco, formada por sais de fósforo. O vidro tem de ser trocado, então, por outro mais escuro, para barrar radiações claras. Na lâmpada fluorescente normal, a luz branca vem da incidência da radiação ultravioleta na tal camada de fósforo. “Com a luz negra, esse fenômeno de fosforescência muda de lugar: quando estamos num ambiente escuro, as roupas claras fazem o papel do fósforo e reemitem a luz que recebem, dando a impressão de que estão brilhando”, diz um físico su, da USP.
Criada durante a Segunda Guerra pelo inventor americano Philo Farnsworth (1906-1971) – considerado o pai da televisão –, a luz negra tinha a intenção original de melhorar a visão noturna e também costuma ser utilizada para identificar falsificações em documentos ou cédulas de dinheiro. Atualmente, a Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais, pesquisa seu uso na detecção de fungos em sementes.