13.650 – Acústica – Se é pequena, como pode ter pressão?


Alguns modelos surpreendem com a relação entre o tamanho e a sonoridade

quasar-qc-404-caixas-de-som

 

A caixa acústica permite ao alto-falante trabalhar em condições ideais, reproduzindo sons com eficiência e qualidade, sem riscos de danos por excesso de excursão.
Uma caixa acústica corretamente calculada e construída, realça a performance do woofer/subwoofer, aumentando a intensidade do som, a potência aplicável e a resposta de transientes.
A Caixa acústica isola a parte dianteira da parte traseira de um alto-falante. Toda fonte de áudio emite radiação sonora para frente e para trás, simultaneamente, mas com polaridades diferentes, isto é, a onde que sai por trás do falante é inversa à onda que sai da frente do falante ou simplificando, defasagem de 180 graus. Portanto como as polaridades das propagações são opostas, fica impossível, sem a caixa, evitar o cancelamento de ondas.
Nas baixas freqüências, o cancelamento de ondas é ainda mais prejudicial à qualidade final do áudio porque a propagação das ondas é extremamente difusa, superior a 180 graus. Portanto é o volume da caixa que determina a frequência de sintonia do sistema “caixa-falante”. Uma caixa acústica pequena demais jopga a frequência de sintonia para cima, deformando a resposta fazendo o sistema gerar distorções e aumentando o risco de o falante queimar.
O cálculo da caixa acústica deve levar em conta os parâmetros Thiele Small do alto-falante, bem como o resultado final que se deseja. Se você está procurando graves bem pronunciados e até um pouco retumbantes, o tipo e o tamanho da caixa acústica e sua sintonia são diferentes do que os adequados a uma resposta de graves potente porém mais bem definida.
Além disso a performance de uma caixa acústica instalada dentro de um veículo, difere substancialmente de seu comportamento em uma sala residencial. Por este motivo, caixas acústicas calculadas utilizando softwares convencionais, apresentam resultados bastante diferentes dos esperados, quando instaladas dentro de um veículo.
O interior de um automóvel pode ser considerado como um campo de pressão, cuja tendência é de reforçar os sons graves, sendo este reforço tanto maior, quanto menores forem o volume interno do veículo e a frequência reproduzida.
Para o cálculo do volume da caixa acústica, será preciso dos:
Parâmetros Thielle-Small.
A eficiência é medida pelo cálculo DB/Watt/metro e deve estar acima de 90.
Os tweeters são alto-falantes de agudos, e são sempre os menores falantes de uma caixa de som. A maioria tem resposta de freqüência a partir de 5KHz. Existem diversos tipos de tweeters:
Piezoelétricos. Fabricados no Brasil pela LeSon e Motorola e alguns outros fabricantes. Os piezoelétricos não têm ímãs como os outros alto-falantes, mas sim um cristal que vibra quando por ele passa a corrente elétrica vinda do amplificador. O timbre é razoável, um pouco “estridente”, “metálico”, como dizem alguns. Os piezoelétricos têm uma grande vantagem: são extremamente baratos, valor próximo a R$ 15,00 . A eficiência é boa, em geral vai de 100 a 108 dB SPL/ 1 W / 1 metro. São utilizados em mercado automotivo, sistemas de baixo custo e até sonorização ao vivo de pequeno porte. Bons exemplos são os famosos Le Son TLC e TLX, encontrados em qualquer eletrônica do Brasil.
Cone de papel. São tweeters que se parecem com pequenos woofers, tendo cone, bobina, ímã; aparentemente tudo igual, só que de dimensões bem menores. Outra característica é que a parte traseira é do cone é fechada (vedada). Em geral tem tamanho de 1″ a 3″. A eficiência é baixa, comparável aos woofers bass-reflex. O timbre é muito mais agradável que os piezoelétricos, mas a maioria desses tweeters não conseguem falar muita coisa acima de 10KHz. São utilizados em sistemas residenciais, sistemas de baixo custo e sonorização ambiente. Também são de baixo custo, entre 10 a 30 reais, dependendo da potência, que em geral não é muita.
Domo. São tweeters (piezoelétricos ou de cone de papel) com uma pequena redoma (que pode vir protegida ou não). É como se fosse um cone, só que invertido, para fora em vez de para dentro, e completamente arredondada. Os tweeters tipo domo apresentam uma excelente dispersão sonora, ou seja, os agudos são muito bens espalhados pelo ambiente (próximo a 180ºx180º). Utilizado em sistemas residenciais, por audiófilos, ou em caixas de referência para estúdios. O timbre é muito bom, com agudos claríssimos em alguns modelos baseados em ímas ou apenas razoável, se piezoelétrico.
Supertweeter. Invenção da JBL no ano de 1956. Um diafragma acoplado a uma pequena corneta. O timbre é muito bom (o melhor de todos os tweeters), a eficiência é alta (graças à corneta), variando de 102 a até 110 dB/ 1 W / 1 metro. É o tweeter utilizado em sistemas profissionais, e o mais caro de todos (a partir de R$ 30,00) A maioria pode ser desmontado e ter a bobina e o diafragma trocados através de reparos disponibilizados pelos fabricantes, em caso de necessidade (queima/defeito).
Em caixas com woofer pequenos (10″ ou menos), estes conseguem responder relativamente bem aos sons médios. Daí ser comum encontrarmos caixas de apenas duas vias, um woofer (graves e médios) e um tweeter (agudos). Mas o que fazer quando o woofer é grande (12”, 15”, 18”) e tem pouca resposta de médios? Nesse caso, precisamos de falantes exclusivos para os médios. São os mid-range (ou simplesmente “médios” mesmo), formando sistemas de 3 vias (graves, médio e agudos). A resposta de frequência típica é entre 500Hz a até 8 ou 9KHz. Os médio podem ser:

a) Piezoelétricos. Existem alguns modelos de tweeters piezoelétricos que conseguem responder a partir de 2KHz (como se fossem mid-tweeter). Apesar disso, são pouco utilizados, pois a qualidade do timbre é inferior.

b) Cone de papel. São pequenos woofers, mesmo! Em geral, de 6″, 5″ ou 4″, com a característica da parte traseira ser vedada. Apesar de existirem mid-range específicos, muitas caixas de som são montadas com woofers de 6” ou 4” (os mid-bass), como resultados semelhantes. A eficiência é baixa, comparável aos woofers bass-reflex. É mais utilizado em sistemas residenciais, mas existem caixas profissionais com esse tipo de mid-range (as caixas Ciclotron Titanium 1100 e 700 utilizam woofers de 6” na função de mid-range). Em geral tem pouca potência, por isso é mais usado em sistemas residenciais.

c) Drivers de compressão (ou simplesmente chamados de drivers) Drivers são um tipo de alto-falante sem cone, que são rosqueados em uma corneta (comprime-se o som em uma corneta, daí o nome). Em geral tem resposta de freqüência desde 500Hz até próximo a 8KHz, alta sensibilidade (entre 102 e 109 dB/ 1 watt / 1 metro, por causa da corneta) e um timbre muito bom. É o mais utilizado em sonorização profissional no papel de mid-range em sistemas de 3 vias.
São também chamados de drivers fenólicos, dada a características de construção de seu diafragma (a peça que vibra, equivalente ao cone dos woofers), feitos de resina de fenol (um produto químico).

d) Drivers Mid-Tweeters. Existem alguns modelos de drivers fenólicos que, devido à sua construção, tem resposta de agudos estendida, conseguindo responder a até 15KHz, alguns até 20KHz. Tem bom timbre mas os drivers fenólicos “puxam” mais para os médios que para os agudos. Usados por alguns fabricantes de caixas profissionais.

Falante de médios E agudos: o Driver Titânio
Guarde essa palavra: driver titânio. Quando você ouvir, vai se apaixonar! No final da década passada surgiram os drivers com diafragma fabricando em titânio. Externamente, iguais aos drivers já existentes. Internamente… uma revolução. Esse tipo de driver consegue falar tanto agudos quanto médios, perfeitamente. O timbre é excelente, muitas vezes melhor que um conjunto mid + tweeter, seja de qual tipo for. O sistema woofer + driver titânio é cada vez mais adotado em caixas de som profissionais no mundo todo. Só que, infelizmente, o driver ainda é caríssimo (titânio é caro), com valores quase sempre acima de R$ 100,00. Um conjunto de supertweeter e um driver vão custar metade disso. Mas a excelente sonoridade compensa o gasto!

12.150 – Velho e Obsoleto – Fones de ouvido de hoje usam tecnologia do século 19


tecnologia-mp3-musica
Desde o começo do ano, rumores apontam que a Apple pode aposentar os fones de ouvido de 3,5 milímetros, com o objetivo de tornar o smartphone ainda mais fino. A novidade desagradou muita gente e gerou até uma petição, assinada por 200 mil pessoas, pedindo que a empresa não aposente os fones tradicionais. O que pouca gente sabe, no entanto, é que os plugues usados nos fones são bem antigos, datados do século 19.
Conhecido como um conector TRS (do inglês Tip, Ring, Sleeve, ou ponta-anel-capa), o plugue conta com três partes: a ponta transfere o áudio para o fone da esquerda de um dispositivo estéreo, o anel transfere para a direita e capa serve para aterramento do circuito.

História
Criados em 1878, os plugues, na verdade, possuíam 6,35 milímetros de espessura e eram usados por operadores em mesas de controle de telefones, estúdios e guitarras. “Precisava ser algo que pudesse ser inserido e removido muito facilmente, mas ainda fizesse uma conexão segura”, conta Charlie Slee, membro da Audio Engineering Society. Com a modernização e popularização dos equipamentos de aúdio, foi preciso desenvolver uma versão menor, com 3,5 milímetros.

Mudanças
Especialistas classificam a reação dos consumidores como uma “tempestade em copo d’água”. “Na geração anterior de celulares, em telefones Nokia, por exemplo, era preciso usar de adaptador. Se você quiser conectar fones de ouvido a equipamento profissional, você também precisá de adaptador”, explica diz Horace Dediu, especialista na tecnologia da Apple.

11.768 – Audiotecnologia – Caixa acústica da Samsung reproduz áudio em 360 graus


caixa acustica
A Samsung anunciou nessa quinta-feira, 10, o Wireless Audio 360, uma caixa acústica sem fio que projeta seu som em 360 graus, o que permite que o usuário tenha uma experiência completa do som independente de sua localização em relação ao produto.
Para obter essa característica 360°, a empresa sul-coreana usou uma tecnologia chamada Ring Radiator, que propaga o som em todas as direções com equilíbrio entre tons agudos e graves.
O aparelho também tem a capacidade de se conectar com dispositivos móveis ou televisões por meio de Wi-Fi ou Bluetooth, permitindo a reprodução de serviços de streaming de música.

caixa2

10.699 – Mega Memória – Mini Disc Sony


Tecnologia é no ☻Mega
Tecnologia é no ☻Mega

Não Colou…Normalmente a Sony vai na contramão dos outros fabricantes, talvez seja esse o motivo
Tratava-se um disco baseado em armazenamento de dados. Armazenando, então, algum tipo de informações, normalmente audio. A tecnologia foi anunciada pela Sony em 1991 e introduzida em 12 de Janeiro de 1992. Com o tempo, a Philips e a Matsushita, mais conhecida como Panasonic, também aderiram a tecnologia Digital Compact Cassette (DCC) system. O MiniDisc tinha como objetivo repassar o áudio de analógico, como é armazenado num cassete (tape) para o sistema digital de alta fidelidade.
MD Data, uma versão para armazenar dados de computador foi anunciada pela Sony em 1993, mas isso nunca obteve um grande significado, então, hoje os MDs são usados primariamente para armazenar áudio.
Com a necessidade de se impor no mercado e devido ao fracasso do formato DAT, a Sony lançou o Mini Disk (MD), que não é mais que um mini CD regravável, dentro de uma caixa protectora.
Embora o MiniDisc tenha tido certo sucesso, ele não surpreendeu muito nos EUA e na Europa como a Sony esperava, porém, no Japão era um sucesso absoluto, sendo muito popular. O pouco sucesso também era devido ao alto custo na produção de álbuns em MD, alguns álbuns foram realizados pela própria Sony, mas com o tempo houve uma descontinuidade do processo. O produto (MD) foi licenciado para outras companhias produzirem também, como: JVC, Sharp, Pioneer, Panasonic entre outras.
O disco é permanentemente guardado em um cartucho de 68×72×5 mm com um clip deslizante que só abre quando o disco é inserido no aparelho, sendo similar a um disquete 3″½. O disco é regravável; quando está sendo gravado algo no MD, é usada à forma magnética-óptica. O laser queima um lado do disco para fazê-lo suscetível a forma magnética para então gravar os dados. Uma cabeça magnética do outro lado do MD altera a polaridade da área “queimada”, gravando os dados digitalmente no MD. Quando for feita a leitura dos dados armazenados, a luz do laser identifica o local alterado magneticamente e assim interpreta os dados como 1 ou 0 na linguagem digital. De acordo com a Sony, MDs regraváveis podem ser regravados até 1 milhão de vezes. A partir de Maio de 2005, são lançados MDs de 74 minutos e 80 minutos. Os MDs de 60 minutos, até então populares, tiveram a produção interrompida, tornando-se raro encontrar algum. Os MDs possuem um processo de leitura óptica do qual a qualidade se aproxima aos CDs, sendo o MD fisicamente diferente.
MiniDiscs usam sistema regravável por meio de magnetismo-optico para armazenar os dados. Diferente de Cassete ou analógico Compact Audio Cassette, o MD é acessível aleatoriamente, tornando o acesso às músicas muito rápido. No começo do MD é gravada uma faixa que contém todas as informações sobre as posições de todas as tracks (faixas), pois quando somente algumas músicas são apagadas e outras são gravadas no lugar, será gravado nessa faixa inicial a posição dessas novas músicas, mesmo que tenham sido armazenadas em grupos diferentes.
É importante dizer também que já existe o Hi-MD da Sony, ele pode armazenar até 45 horas de músicas no formato ATRACplus3 em 1 Gb de espaço para armazenamento.
O audio num MD é comprimido no formato ATRAC (Adaptive Transform Acoustic Coding). Um CD tem uma descompressão de 16 bits stereo linear PCM audio. A descompressão do codec ATRAC não terá a mesma qualidade que a música tinha antes de ser comprimida, mesmo que ao ouvir a música pareça igual. A última versão da Sony é o ATRAC3plus, Sharp, Panasonic, Sanyo e Pioneer tem seus próprios formatos, porém eles são interpolados, diferente do princípio do Codec da Sony. Atualmente não são mais fabricados,muitas radios usam para suas gravação de propaganda.

Sony_Hi-MD_back

10.515 – Audiotecnologia – o que é o Hi FI?


sansui vu
Qualquer gravação perde qualidade ao ser transferida para formatos que permitirão ouvi-la. Só ao vivo se percebe todas as nuances de uma música, como a superposição de um instrumento ao outro. Um trompete nunca soará limpo como em seu mágico sopro original.
No vinil conserva-se 70% da fidelidade. Criado em 1894, o gramofone, derivado do fonógrafo. Uma gravação artesanal, onde a original, feita em estúdio é usada como base e o sinais elétricos são replicados no vinil por meio de sulcos.
O hi-fi do inglês, é a reprodução de áudio feita por um aparelho de som com a maior fidelidade possível ao som real. Para tal, deseja-se minimizar os efeitos de ruídos e distorções. Tais equipamentos de som fazem uso da estereofonia na reprodução do áudio. Entusiastas da alta-fidelidade são chamados de audiófilos, e sistemas em que a fidelidade é o único compromisso são conhecidos pelo termo em inglês high-end.
Os aparelhos de som de alta fidelidade utilizam o conceito minimalista em que se acredita que quanto menos estágios tiver entre o som captado, gravado, reproduzido e amplificado, menos interferências ele vai ter em relação ao original e maior será a fidelidade.
Amplificadores de alta fidelidade utilizam válvulas eletrônicas ou transistores de estado sólido. Técnicamente os transistores são mais lineares, porém muitos acreditam que a suavidade da amplificação valvulada deixe a música mais emotiva, e não existe consenso entre qual tipo é melhor. Amplificadores também são encontrados em mono-blocos, isto é, amplificadores separados para cada canal para evitar interferências entre os canais.
Apesar de alta fidelidade muitas vezes ser associada somente a um aparelho de som high-end e ambientes tratados acusticamente, geralmente não se sabe que as gravações também divergem muito em sua qualidade de gravação e tem enorme importância no resultado final. Em alta fidelidade as gravações são feitas sempre ao vivo, sem efeitos de som e são usados equipamentos especiais de captação e gravação.
Assim, os tipos de música encontrados com mais freqüência na discografia classificada como “audiófila” são a música clássica, o jazz e o blues. Tais gravações tentam capturar exatamente a sensação de se estar ouvindo a música no ambiente ao vivo, podendo ser recriada a imagem do palco sonoro com precisão. Nestas gravações é possível identificar a localização de cada músico não só em largura no palco, mas também em profundidade, altura e até a distância em relação ao microfone usado na gravação. A ambientação é capturada em estereofonia e todas as reverberações e respostas acústicas do ambiente são fielmente capturadas, aumentando ainda mais a imersão na reprodução (ver: efeito binaural).
Como este tipo de gravação exige conhecimento técnico e equipamentos específicos diferentes dos usados em estúdios de gravação convencionais, existem gravadoras que se especializaram na produção de álbuns de alta fidelidade. Entre os nomes mais fortes neste segmento estão a Opus3 Records, Chesky Records e compilações feitas pelos principais vendedores de equipamentos de alta fidelidade, como B&W (Bowers & Wilkins, fabricante de caixas acústicas), McIntosh e Marantz (fabricantes de amplificadores).
O teste de audição cega é atualmente um procedimento padrão para quase todos os profissionais de respeito. Para propósitos comerciais, alguns poucos fabricantes de equipamentos caros de som disputam a necessidade deste teste. Também é comumente usada uma melhoria deste teste, chamada de comparação ABX, em que dois sistemas A e B conhecidos são escolhidos aleatoriamente sem que os participantes saibam.
Sob outro ponto de vista, este tipo de teste é criticado por ser muito estressante, e por causa disso ele seja incapaz de distinguir as finas sutilezas de um equipamente de ponta, que somente a audição a longo prazo pode perceber os detalhes do som verdadeiro. A réplica é que tais pequenas diferenças são desacreditadas e são puramente auto-ilusórias e vítimas de uma expectativa da marca. Além disso, ouvintes que pagaram um alto valor pelo seu sistema tendem a ter uma tendência sub-consciente em favorecê-lo. Por isso que a maioria dos testes de audição profissionais usam métodos de audição cega.

10.104 – O que é e para que serve um Crossover?


crossover

Serve para separar (dividir) as frequencias a fim de ajustar a qual frequencia ira cortar. E pra dividir e cortar as frequencias emitadas pelas vias sonoras. Permite um ajuste de acordo com o gosto e a necessidade de cada proprietario.
Você já procurou saber a real importância do uso do CROSSOVER?
O crossover é um equipamento utilizado para filtrar e dividir frequência, entre grave, médio e agudo. Hoje em dia, o mercado do som automotivo tem crescido gradativamente e a busca pela qualidade sonora tem sido cada vez mais rigososa.
Com certeza, a maioria dos amantes do som automotivo, já passaram pela seguinte situação: “toda vez que aumenta o som, ele distorce, e o cabeção já vai metendo a lenha no equipamento de CD player ou nas cornetas”. Adistorção ocorre quando há uma passagem de frequencias indevidas para um determinado equipamento. Ex: quando se passa frequencia baixa (GRAVE) para uma corneta.
Um crossover é um circuito que filtra sinais baseado na frequência.
High Pass
Um crossover do tipo passa alta (“high pass”) é um filtro que permite que frequências acima de um certo valor passem sem serem filtradas, e as abaixo do mesmo ponto continuam a passar pelo filtro, mas são atenuadas de acordo com a curva do crossover.
Low Pass
Um crossover do tipo passa baixa (“low pass”) é justamente o oposto, as baixas frequências passam, mas as altas são atenuadas
Crossover não é apenas um ítem a mais no som, o crossover te proporciona uma qualidade melhor no seu som, em qualquer aparelho, seja ele Pioneer, Hbuster, Sony (claro que existe diferença de qualidade entre eles)…você consegue ter uma boa qualidade de som, e nunca esquecendo o seguinte: o uso do crossover não inutiliza os capacitores das cornetas e tweeters, pois, se ouver um problema ou erro no crossover, os capacitores te proporciona a proteção dos equipamentos, evitando que eles venham a queimar devido a esta falha no crossover.

8277 – Mega memória Áudio – A Revista Som Três de Dezembro de 1980 já antecipava o CD


Apesar de comprovadamente o som digital não ter sido “tudo aquilo que foi alardeado”, e há quem prefira discos de vinil,executados em um bom sistema de áudio; é interessante acompanhar a visão que se tinha desse novíssimo sistema – Tão recente, que fazia menos de um ano que tinha sido “inventado”, e nesta época a industria recém havia saído da fase de “prancheta” e dos protótipos, para lançar os primeiros modelos voltados ao mercado consumidor. No Brasil, o CD ainda levaria mais 7 anos para chegar aos consumidores, de forma tímida.. E pelo menos 14 anos até tornar-se mais “popular” (1994).
O som em formato digital do CD seria um pré-cursor do formato mp3, um sistema revolucionário que viria a desbancar tecnologias que predominavam absolutas há décadas. Mas, como dissemos, pra esquentar essa mega polêmica, há quem prefira o vinil e também quem prefira o som dos amplificadores valvulados.

somtres-dez80-p1

somtres-dez80-p2

somtres-dez80-p3

somtres-dez80-p4

8010 – Áudio – O timbre da voz muda ao ser gravada


A voz humana alcança entre 100 e 10 mil hertz e a maioria dos aparelhos de gravação não capta todas as frequências, fazendo mudar o timbre da voz.
Mas alguns gravadores digitais e profissionais conseguem uma fidelidade de som bem melhor, nos referimos as gravações analógicas em fita, que deixavam muito a desejar.

Antigo rádio-gravador da Aiko
Antigo rádio-gravador da Aiko

A Velha Fita K7
Com fôlego de gato, ainda é utilizada por alguns audiófilos.
A fita cassete ou compact cassette é um padrão de fita magnética para gravação de áudio lançado oficialmente em 1963, invenção da empresa holandesa Philips.
O cassete era constituído basicamente por 2 carretéis, a fita magnética e todo o mecanismo de movimento da fita alojados em uma caixa plástica, isto facilitava o manuseio e a utilização permitindo que a fita fosse colocada ou retirada em qualquer ponto da reprodução ou gravação sem a necessidade de ser rebobinada como as fitas de rolo. Com um tamanho de 10 cm x 7 cm, a caixa plástica permitia uma enorme economia de espaço e um excelente manuseio em relação às fitas tradicionais.
O audiocassete ou fita cassete foi uma revolução difundindo tremendamente a possibilidade de se gravar e se reproduzir som. No início, a pequena largura da fita e a velocidade reduzida (para permitir uma duração de pelo menos 30 minutos por lado) comprometiam a qualidade do som, mas recursos tecnológicos foram sendo incorporados ao longo do tempo tornando a qualidade bastante razoável. Recursos como: novas camadas magnéticas (Low Noise, Cromo, Ferro Puro e Metal), cabeças de gravação e reprodução de melhor qualidade nos aparelhos e filtros (Dolby Noise Reduction) para redução de ruídos.
Os primeiros gravadores com áudio cassete da Philips já eram portáteis, mas no final dos anos 70 com a invenção do walkman pela Sony, um reprodutor cassete super compacto de bolso com fones de ouvido, houve a explosão do som individual.

No início deixava a desejar…
Previstos originalmente como meio para ditado e uso como gravador de som prático e portátil, a qualidade dos primeiros reprodutores não era muito adequada para música, além disto os primeiros modelos tinham falhas na mecânica. Porém rapidamente as falhas foram sanadas, diversos modelos produzidos, alguns foram incorporados aos receptores portáteis de rádio. Assim as melhoras na qualidade de som fizeram com que o cassete suplantasse a gravação da fita de rolo na maioria de seus usos domésticos e profissionais. É preciso lembrar também que na metade da década de ’60 o consumo da música explodiu, logo uma forma prática de se gravar e ouvir música foi o ideal para um público jovem.

A produção em massa dos cassetes compactos de áudio começou em 1964, em Hannover, Alemanha. Os cassetes de música pregravada, também conhecidos comercialmente como “musicassetes” (MC), foram lançados na Europa no final de 1965. Nos Estados Unidos, em 1966, com uma oferta inicial de 49 títulos pela Mercury Record Company, uma filial norte-americana da Philips.
Em 1971, a empresa Advent Corporation introduziu seu modelo 201, que combinou a redução de ruídos Dolby tipo B com uma fita de dióxido de cromo (CrO2) cuja [coercitividade] (capacidade de reter a informação magnética) era muito maior que o óxido de ferro resultando em um som com menos chiado de fundo (hiss). O resultado tornava o cassete mais apto para o uso musical e o começo da era dos cassetes e reprodutores de alta fidelidade.

Anos Dourados:
Previstos originalmente como meio para ditado e uso como gravador de som prático e portátil, a qualidade dos primeiros reprodutores não era muito adequada para música, além disto os primeiros modelos tinham falhas na mecânica. Porém rapidamente as falhas foram sanadas, diversos modelos produzidos, alguns foram incorporados aos receptores portáteis de rádio. Assim as melhoras na qualidade de som fizeram com que o cassete suplantasse a gravação da fita de rolo na maioria de seus usos domésticos e profissionais. É preciso lembrar também que na metade da década de ’60 o consumo da música explodiu, logo uma forma prática de se gravar e ouvir música foi o ideal para um público jovem.

A produção em massa dos cassetes compactos de áudio começou em 1964, em Hannover, Alemanha. Os cassetes de música pregravada, também conhecidos comercialmente como “musicassetes” (MC), foram lançados na Europa no final de 1965. Nos Estados Unidos, em 1966, com uma oferta inicial de 49 títulos pela Mercury Record Company, uma filial norte-americana da Philips.
Em 1971, a empresa Advent Corporation introduziu seu modelo 201, que combinou a redução de ruídos Dolby tipo B com uma fita de dióxido de cromo (CrO2) cuja [coercitividade] (capacidade de reter a informação magnética) era muito maior que o óxido de ferro resultando em um som com menos chiado de fundo (hiss). O resultado tornava o cassete mais apto para o uso musical e o começo da era dos cassetes e reprodutores de alta fidelidade.
Entre a década de 1970 e os meados da década de 1990, o cassete era um dos dois formatos mais comuns para a música pregravada, junto aos discos de vinil (compactos e LPs). A venda de conjuntos integrados (no Brasil 3 em 1) com receptor FM, toca-discos para vinil e gravador cassete fizeram com que houvesse uma tremenda difusão nas fitas gravadas domésticamente, cada um podia fazer a sua seleção de músicas das rádios ou dos discos.

Durante a década de 1980, a popularidade do cassete se manteve como resultado dos gravadores portáteis de bolso e os reprodutores pessoais como o Walkman da Sony, cujo tamanho não era muito maior do que o do próprio cassete e que permitia a música ser levada “dentro do seu bolso”. À parte dos avanços puramente técnicos dos cassetes, estes também serviram como catalisadores para o câmbio social. Sua durabilidade e facilidade de cópia ajudaram na difusão da música underground e alternativa bem como no intercâmbio musical entre o então “Ocidente” e a “Cortina de Ferro” (países socialistas) trazendo a música underground rock e punk e levando o rock ocidental.
Importante notar que o áudiocassete é um suporte analógico, ainda que mais tarde a Philips desenvolveu um sucessor compatível e digital (o Digital Compact Cassette, o DCC) bem como outros desenvolveram outros formatos digitais baseados em fita, como a Digital Audio Tape (DAT).

Decadência e morte honrosa
Embora como dissemos ainda seja utilizada por alguns audiófililos, as fitas k7 de alta fifelidade, cromo e metal já não são mais fabricadas há uma década.
Em muitos países ocidentais, o mercado de cassetes entrou em sério declive desde o seu auge no final da década de 1980. Isto notou-se particularmente com os cassetes pregravados, cujas vendas foram superadas pela dos CDs durante a década de 1990.

Sony Metal-SR Tape

Em 2001, os cassetes constituíram somente 4% de toda a música vendida nos Estados Unidos. Não obstante, no final da década de 2000, os cassetes virgens standart ainda estavam sendo produzidos.

Muitas companhias fabricantes do áudiocassete deixaram de produzi-lo no final da década de 2000, já que este tem sido fortemente desbancado pelos meios digitais com os reprodutores de Mp3, cuja mídia pode ser um CD, cartão de memória ou DVD com um qualidade de som superior e maior duração.

Apesar da disponibilidade ampla dos meios de alta fidelidade, os cassetes também seguem sendo populares para usos específicos incluindo áudio para carro e outros ambientes difíceis em países em desenvolvimento. Os reprodutores de cassetes são tipicamente mais resistentes a poeira, calor e choques do que a maioria dos meios digitais (principalmente CDs). Ainda que os gravadores digitais de voz atualmente sejam mais populares, os gravadores de cassete (e até mesmo microcassete) tendem a ser mais baratos e de qualidade suficiente para tomar notas em palestras, aulas, reuniões, etc. Ainda vendem-se em cassete audiolivros, mensagens religiosas e outros materiais falados. Sua fidelidade mais baixa não é considerada uma desvantagem para tal conteúdo. Enquanto que a maioria dos editores vendem audiolivros em CD, geralmente também oferecem uma versão em cassete a um preço mais baixo. Além disto a produção dos cassetes continua em nichos musicais específicos, como músicos alternativos (“indies”) e progressistas e para ensino de idioma em países como Coréia do Sul.
O cassete, dependendo do comprimento da fita, permite diversas durações de gravação. Precisamente, o nome da fita já indica a duração da mesma, como C-60 (60 minutos, 30 para cada lado) Quanto maior o comprimento, mais fina é a fita, a fim de que ocupem o mesmo espaço do cartucho que as de menor comprimento. Quanto mais finas as fitas, pior é a adaptação às da própria caixa, o que pode provocar um mau contato cabeçote-fita, que pode fazer com que a fita se enrosque, podendo danificar o toca fitas.

Os fabricantes desaconselham energicamente o uso das C-120 e, em menor escala, as C-90.

As fitas que estão (ou estiveram) disponíveis no mercado são:

C-5 (usada mais como fita de demonstração);
C-7 (idem)
C-46;
C-60 (mais usada até hoje);
C-74;
C-90 (outra mais usada, porém em menor escala);
C-100;
C-110;
C-120.

Por material magnético
Utilizam-se diversos tipos de material magnético para os cassetes. Cada um deles tem diferentes requisitos de polarização (bias) e equalização. Segundo este critério, podem-se distinguir quarto tipos de fitas:

Fita IEC type I (normal): estão baseadas em óxido férrico (Fe2O3) e foi o tipo original de fitas. Usam uma equalização de 120 µs;
Fita IEC type II: Por volta de 1970, a empresa Basf introduziu o dióxido de cromo (CrO2). Esse tipo de fita requer uma equalização de 70 µs;
Fitas IEC type III: A Sony desenvolveu uma fita de camada dupla, utilizando ao mesmo tempo óxido férrico e dióxido de cromo. Chamou-se “ferrichrome” (FeCr). Estas fitas só estiveram disponíveis por um curto período de tempo na década de 1970;
Fitas IEC type IV (metal): Também utilizam equalização de 70 µs e proporcionam novos avanços e melhoras na qualidade de som, assim como mais resistência ao desgaste.
A qualidade se reflete normalmente no preço, sendo as mais baratas as de type I. As fitas type II se consideram como de qualidade de som de CD e as de type IV com qualidade superior à do CD.

Cuidados com as fitas cassete

Não exponha a fita a poeira e umidade;
Não exponha a fita a temperaturas extremas (ambientes muito quentes ou muito frios);
Mantenha a fita afastada de geradores de campos magnéticos, como ímãs, altofalantes, televisores, etc;
Quando a fita não estiver em uso, conserve-a dentro da capa plástica;
Para evitar desgravações acidentais, quebre as linguetas de gravação. Caso queira apagar uma fita com linguetas já quebradas,basta cobrir as aberturas deixadas pelas mesmas.
Seguindo estes cuidados, a durabilidade da fita cassete pode ser de 40 anos ou mais.

7863 – Mega Notícias – Um Radinho Enfezado


Cansado de carregar 50 quilos de CDs para ouvir no carro em suas viagens de férias? Seus problemas acabaram! Com o Ominifi Mobile Digital Media Player, é possível escutar qualquer música sem a necessidade de um único disco. Esse monstrinho tecnológico é capaz de acessar, via wi-fi (comunicação sem fio), o som armazenado no computador de sua casa enquanto você presta atenção nas curvas.
• 599 dólares, mas deve baixar
Para os coreanos da Vonia, fone de ouvido já era. Eles trabalham com uma tecnologia que transmite os impulsos sonoros pelos ossos da cabeça. No EZ-500P/S20, os alto-falantes ficam presos às têmporas do usuário. A vantagem, segundo o fabricante, é a redução dos danos ao aparelho auditivo.
• 99 mil wons coreanos (R$ 244,50)
Computador de pulso
O ponteiro pequeno marca as horas, o ponteiro grande marca os minutos e um pequeno HD armazena até 256 MB em dados. Esse é o diferencial do relógio Laks 256 MB USB 2.0, mas o mostrador analógico não é um mero disfarce: o mecanismo é elaborado por relojoeiros suíços.
• 165 euros (580 reais)

7760 – Áudio – Como funciona um microfone?


transdutor1

Todos os sons diferentes que ouvimos são causados por diferenças de pressão mínimas no ar que nos rodeia. O que impressiona é o fato de o ar transmitir essas mudanças de pressão tão bem e com tanta precisão ao longo de distâncias relativamente grandes.
Todos os microfones modernos tentam atingir o mesmo objetivo do original, mas fazem isso de forma eletrônica e não mecânica. Um microfone pega as ondas de pressão variável no ar e converte-as em sinais elétricos variáveis. Há cinco tecnologias diferentes usadas comumente para obter esta conversão:

Microfones a carvão – o microfone mais antigo e mais simples usava pó de carvão. Esta era a tecnologia usada nos primeiros telefones e ainda em alguns telefones de hoje. O pó de carvão apresenta um fino diafragma metálico ou plástico em um lado. Conforme as ondas sonoras atingem o diafragma, elas comprimem o pó de carvão, que muda sua resistência. Por meio da passagem de uma corrente através do carvão, a mudança da resistência altera a quantidade de corrente que flui.
Microfones dinâmicos – um microfone dinâmico se aproveita dos efeitos de um eletromagneto. Quando um magneto passa próximo a um fio (ou a uma bobina), o magneto induz o fluxo de uma corrente no fio. Em um microfone dinâmico, o diafragma move um magneto ou uma bobina quando as ondas sonoras atingem o diafragma e o movimento cria uma pequena corrente.

Microfones de fita – em um microfone de fita, uma fita de pequena espessura é suspensa em um campo magnético. As ondas sonoras movem a fita, o que altera a corrente que flui através dela.

Microfones a condensador – um microfone a condensador é, essencialmente, um capacitor, em que uma placa se move em resposta às ondas sonoras. O movimento altera a capacitância do capacitor e estas alterações são amplificadas para criar um sinal mensurável. Os microfones a condensador geralmente precisam de uma pequena bateria para fornecer voltagem através do capacitor.

transdutor2

Microfones a cristal – certos cristais alteram suas propriedades elétricas conforme mudam de formato. Prendendo um diafragma a um cristal, este criará um sinal quando as ondas sonoras atingirem o diafragma.
Como você pode ver, quase toda tecnologia imaginável já foi utilizada para converter as ondas sonoras em sinais elétricos. A única coisa que todas têm em comum é o diafragma, que coleta as ondas sonoras e cria movimento em qualquer tecnologia utilizada para gerar o sinal.

7539 – Tecnologias – Era bom, mas não colou – Digital Compact Cassete


digital audio tape dat

Cansados de esperar pelo sucesso do Digital Audio Tape (DAT), uma fita pequena e de alta performance – que nunca emplacou devido ao preço exorbitante da aparelhagem capaz de reproduzi-la -, as empresas resolveram criar o Digital Compact Cassete (DCC). Mais barato e muito semelhante à fita cassete comum, o DCC tem uma diferença básica: em vez de gravar e interpretar oscilações magnéticas, ele registra na fita milhares de bits de informação, tal qual fazem os computadores nos disquetes.
Isso garantia a qualidade do som por muito tempo, ao contrário das tradicionais fitas analógicas que, depois de serem tocadas muitas vezes, se desmagnetizam e perdem alguns dos sons, sobretudo os agudos. O sistema DCC foi lançado no Brasil, em abril de 1993, pela Basf, fabricante do cassete digital, e pela Philips, fabricante do aparelho de som e também não emplacou. Embora bom, foi um fiasco nas vendas. Ninguém precisaria jogar suas fitas comuns no lixo. “O equipamento também reproduzia os cassetes tradicionais analógicos.

6843 – Museu do Som – O Micro System da Aiko


A Evadin Indústrias Amazônia S/A é uma das empresas do grupo empresarial Evadin.
Há mais de trinta anos no mercado, iniciou suas operações em 1.967 como importadora e distribuidora exclusiva dos produtos da empresa japonesa Mitsubishi Electric no Brasil.
Foi pioneira na Zona Franca de Manaus, onde inaugurou sua indústria em 1.972, produzindo eletrônicos com a marca própria Aiko. À partir de 1979, passou a fabricar, distribuir e garantir em todo o território nacional, Televisores e Videocassetes com a marca e tecnologia Mitsubishi.
Em 1994, a Evadin começou a montar os telefones celulares Motorola e, no ano seguinte, recarregadores de baterias.
No ano 2.000 a Evadin ingressou no segmento de informática, passando a desenvolver, industrializar, distribuir e garantir microcomputadores e monitores de vídeo com a marca PCI, bem como monitores de vídeo para a AOC.
Em 2.003 a Evadin reiniciou a fabricação e distribuição de telefones celulares, agora com sua marca Aiko.
Hoje a Evadin ocupa um lugar de destaque entre as empresas do ramo eletrônico, resultado de seu contínuo aperfeiçoamento de tecnologia, vocação para produtos de alta qualidade e dedicação ao mercado brasileiro.
Sua fábrica, uma das mais modernas da Zona Franca de Manaus, localiza-se em uma área construída de 50.000 m², e seus produtos estão presentes em cerca de 6.000 pontos de vendas em todo o Brasil, sendo 2.500 só em São Paulo.
A administração central, estrutura de apoio e central de atendimento ao consumidor e ao revendedor estão na capital de São Paulo, em um prédio próprio com 25.000m² de área construída.

Veja ele aqui com o equalizador da Tarkus

O Micro System da Aiko foi lançado em 1982, era um sistema compacto de alta potência e qualidade e que competia com sistemas residenciais modulados bem maiores. O produto foi um sucesso de vendas. Consistia em um amplificador, um tuner digital e um tape deck, todos independentes, que eram conectados entre si atraves de um plug dim ou Philips, ao contrário dos demais que usavam plug RCA.
Um dos melhores equipamentos portáteis já fabricados no Brasil.
A tarkus desenvolveu um equalizador de tamanho reduzido que podia ser adaptado ao conjunto.

O conjunto original

Amplificador PA-3000

Potência de saída por canal
20W RMS (? Ohms, 1% THD, 20Hz – 20kHz)
40W RMS (? Ohms, ? THD, ? Hz – ? kHz)
Resposta de Freqüência
20Hz – 20kHz (+/-0,2dB)
Relação Sinal/Ruído
46dB (Phono)

71dB (Line)
Sensibilidade e Impedâncias
0,6mV / 47k ohms (Phono)

35mV (Tuner/Auxiliar)

64mV (Tape)
Phono Overload
150mV (1kHz) / 47k Ohms
Equalização Phono (curva RIAA)
20Hz – 20kHz (+/-0,5dB)
Controle de tonalidade
-9dB / +8dB a 100Hz (Graves)

-9dB / +8dB a 10kHz (Agudos)
Loudness
+5dB a 100Hz, +5dB a 10kHz
Alimentação
117/220V (60Hz)
Consumo
100W (máx. sinal)
Dimensões
210 x 67 x 173 mm

Tuner DT-3000 (digital)
Especificações Técnicas

Faixa de sintonia FM
88 – 108mHz
Sensibilidade útil
3,16uV (15dBf)
Faixa de sintonia AM
525 – 1650kHz
Sensibilidade útil
398uV/m
Resposta de Freqüência
30Hz – 15kHz (-0,5dB)
Relação Sinal/Ruído
60dB
Separação entre canais
40dB (1kHz)
Saídas de Audio
560mV (FM), 250mV (AM)
Alimentação
117/220V (60Hz)
Consumo

Dimensões
210 x 67 x 173 mm (LxAxP)
Peso
2,1 Kg

Tapr Deck TD-3000
Especificações Técnicas

Fitas compatíveis
Norm / FeCr / CrO2
Velocidade da Fita
4,75 cm/s
Resposta de Freqüência
40Hz – 12,5kHz (Norm) -3dB

40Hz – 14kHz (CrO2) -3dB
Distorção Harmônica Total (THD)
1,5%
Relação Sinal/Ruído
50dB (NR off)
Wow & Flutter
0,2% (wRMS)
Separação entre canais
45dB (1 kHz)
Nível de entrada
60mV
Impedância de entrada
47 k Ohms
Nível de saída
500mV
impedância de saída
2k2 Ohms
Alimentação
117/220V (60Hz)
Consumo
10W
Dimensões
210 x 138 x 173 mm (LxAxP)
Peso
2,5 Kg

6153 – Como funciona um Alto-Falante?


A Figura 1 mostra dois tipos de alto-falantes usados em sistemas eletrônicos.
A Figura 1a mostra como opera um alto-falante dinâmico. Seu funcionamento é baseado no fato de que, quando uma corrente flui através de um condutor ou uma bobina, produz-se um campo magnético. Se fluir uma corrente de áudio através da bobina, o campo magnético variável da bobina reagirá com o campo do ímã permanente. Isso faz com que o cone do alto-falante se desloque para trás e para frente produzindo alterações na pressão do ar. As mudanças resultantes na pressão do ar são as ondas sonoras que produzem o som em seu ouvido.

A Figura 1b mostra os componentes de um alto-falante eletrostático. Este alto-falante é formado por duas placas semelhantes às placas de um capacitor. Uma das placas é fixa e a outra está livre. Quando for aplicada uma tensão de áudio aos terminais do alto-falante, as duas placas são carregadas com polaridades diferentes. A placa móvel é atraída para a placa fixa, já que cargas opostas se atraem. As linhas pontilhadas mostram a posição da placa móvel durante os valores de picos da tensão. O cone volta para a posição original quando a tensão estiver em seu valor mínimo.

Quando for aplicada uma tensão de áudio, o cone se desloca para trás e para frente e produz as ondas sonoras.
Resumo
Os transdutores piezoelétricos convertem uma força ou uma pressão em tensão.
Os transdutores fotoelétricos convertem a intensidade luminosa em tensão.
Os transdutores eletromagnéticos convertem o movimento em tensão.
Os transdutores termoelétricos convertem o calor em tensão.
Um microfone pode ser um transdutor passivo ou ativo.
Um alto-falante é um transdutor passivo.

5639 – Mega Tecs Áudio – Caixas Acústicas Lando


A Lando banca 5 anos de garantia

Com fôlego de gato este fabricante já está no mercado de som profissional há décadas e conseguiu subsistir em um mercado cheio de concorrência e mudaças econômicas e que fizeram por sucumbir grandes marcas famosas das quais nos referimos em capítulos anteriores, como Gradiente, Polyvox, Quasar e Cygnus.
A empresa LANDO High Fidelity Ltda, foi fundada em 1977 para fabricar as caixas acústica HI-FI da marca Lando.
As caixas acústicas LANDO são produtos fabricados com tecnologia alemã de alto nivel. Devido a fabricação 100% nacional, a LANDO compete no mercado brasileiro com preços adequados ao poder aquisitivo nacional. Seguindo esta mentalidade de excelente relação custo beneficio oferecida pelos produtos LANDO, a empresa conseguiu estabelecer-se no mercado dentro de poucos anos e garante sua posição de fabricante de alta tecnologia até hoje.
A LANDO recebeu o “Prêmio Quality Brasil” que tem como objetivo reconheçer, distinguir e premiar a gestão de empresas e instituições que se destacam no mercado brasileiro, cuja excelência na qualidade de seus produtos ou serviços contribuem efetivamente para o desenvolvimento sócio econômico do país, valorizando o produto nacional.

4225 – Mega Memória – Audiotecnologia – Cassete Digital, um tiro na água


Uma onda que não colou
Cansados de esperar pelo sucesso do Digital Audio Tape (DAT), uma fita pequena e de alta performance – que nunca emplacou devido ao preço exorbitante da aparelhagem capaz de reproduzi-la -, as empresas resolveram criar o Digital Compact Cassete (DCC). Mais barato e muito semelhante à fita cassete comum, o DCC tem uma diferença básica: em vez de gravar e interpretar oscilações magnéticas, ele registra na fita milhares de bits de informação, tal qual fazem os computadores nos disquetes.
Mas, boicotado, o invento acabou não colando.
Ao contrário das tradicionais fitas analógicas que, depois de serem tocadas muitas vezes, se desmagnetizam e perdem alguns dos sons, sobretudo os agudos,o sistema mantinha a qualidade. Outra vantagem era que ninguém precisaria jogar suas fitas comuns no lixo. O equipamento também reproduz os cassetes tradicionais analógicos. Mas acabou fazendo companhia para outras tecnologias que não colaram, como o vídeo laser e o vídeo k7 Sony Betamax.

4203 – Museu do Som – A Quasar


Marca bem conhecida dos audiófilos e DJs, essa indústria brasileira tinha a sua fábrica na Rua Altino Arantes, bairro V.Mariana, em S.Paulo.
Falar da excelencia da qualidade dos equipamentos da Quasar é muito difícil, só testando com os sentidos, ouvido o som e tocando nos materiais. Equipamentos com 5 anos de garantia e a assistência técnica era feita na própria fábrica.
A Quasar definitivamente não era uma empresa qualquer. Não nasceu com intenções de ser “mais um fabricante” apenas. Ela procurou ser “O” Fabricante. E se tornou mesmo. Tinha como diretrizes fabricar equipamentos que realmente possuíam em seus projetos qualidade, robustez, flexibilidade, especificações e recursos condizentes com aplicações tanto de alta fidelidade como profissionais. Suas utilizações e aplicações eram as mais vastas imagináveis.
É inútil tentar descrever a qualidade dos equipamentos, você tem mesmo que ouvir. Alguns equipamentos ainda podem ser encontrados em lojas de som usado na região da Santa Ifigênia em São Paulo e no bairro do Ipiranga, na Rua Silva Bueno. Houve uma sucessora que não logrou muito êxito, de nome EES-Equipamentos Eletrônicos e Sistemas. Dizem que foi conduzida por algumas pessoas que eram da própria Quasar.

4013 – Museu do Som – Qual o conjunto de som mais potente já fabricado para uso doméstico?


O System One da Grandiente continua imbatível com seus 920 Watts IHF, tanto na potência quanto na qualidade. Um projeto importado, com peças 100% importadas e que apenas era montado no Brasil, na zona franca de Manaus.
O System era totalmente modulado, podia ser vendido junto ou separado por módulos, que alías, era muito difícil encontrar uma loja aqui em S.Paulo onde se pudesse achar todos os seus componentes disponíveis para venda. As extintas lojas Mappin, a PróSom, a Áudio eram algumas das lojas onde era possível encontrar o System One. Adquirí-lo não era para qualquer um: custava muito caro, cerca de 10 mil dólares o conjunto todo.
O sonho de consumo dos audiófilos do final da década de 1970 era o System I da Gradiente, que possuía como principal atração o amplificador AI com 720 WRMS ou 920 WIHF, na época o mais potente amplificador produzido para uso doméstico e que inclusive podia ser usado para uso profissional. Ele trazia o nome gradiente, mas a tecnologia e projeto era todo importado da JVC. Era composto também pelo pré PI , pelo tuner o TI e o excelente Tape Deck CDI metal e todas as peças importadas. A pick-up era a D35 , Direct drive (tração direta) e com luz estroboscópica, além do pitch (ajuste fino de rotação). As caixas do conjunto eram as Master 220, e tinham que ser usadas 4 .
Até meados da década de 1980 só haviam duas maneiras de medir os Watts: em RMS que é a potência real contínua de um amplificador e a potência musical em IHF, a sigla do instituto que a introduziu. Com a potência em IHF se aumentava nominalmente a potência de um amplificador em 40% sem precisar gastar um tostão. Não satisfeitos ainda, alguns fabricantes criaram a potência em PMPO que é absurdamente enganosa e é até ironizada pelos vendedores de som. A disparidade é da ordem dos 1000% ou seja um amplificador com apenas 10 WRMS, passa a ter 100 W PMPO, um de 100 passa a ter 1000 e assim por diante.
A realidade da década de 90 – Quem queria qualidade, partia para som profissional. O que havia ha poucos anos no mercado de som doméstico eram aparelhos cheios de luzinhas, mas sem nenhum recurso útil como o saudoso Loudness. Além de marcarem a potência em Watts PMPO e os alto falantes eram subwoofers cuja maioria não ultrapassava 6 polegadas de diâmetro. Uma saída alternativa para não se gastar muito e ter qualidade seria comprar som antigo em bom estado em algum sebo da vida. Os sons modulados antigos têm também a vantagem de poder ser acoplados ao módulos profissionais, por isso não se gasta tanto.
Atualmente, com a tecnologia digital se conseguiu reduzir muito o tamanho dos equipamentos de som e compactar o tamanho das coleções com os sistemas digitais de compactação de arquivos. Também, se conseguiu desenvolver novos materiais e tecnologias para a fabricação de sonofletores domésticos, fazendo com que uma pequena caixa subwoofwer possa reproduzir um bass forte e de boa qualidade.
Mas, quanto á potência, embora se compactou muito os Circuitos Integrados, a transferência da potência é realizada ainda por transformadores, o que torna um aparelho com muitos Watts pesadíssimo. Isso significa que com a atual tecnologia, é impossível um aparelho leve ter uma potência de milhares de Watts, conforme apregoam alguns fabricantes. Diante da impossibilidade técnica, criou-se fórmulas falsas para se medir a potência e enganar os consumidores.

3806 – Tecnologias – O CD e o CDRW


A diferença entre os dois está na composição e sofrem diferentes processos para posibilitar a gravação. Nos 2 tipos de CDs, a leitura é feita através da reflexão de raios laser, emitidospelo leitor de CD. Na composição do CDr existe uma camada de reflexão de alumínio, que reflete o raio laser e uma camada de gravação ou tintura, da qual são criados pequenos sulcos ou buracos, chamados de trilhas. No processo de leitura, o laser indentifica cada fase com buraquinhos e cada fase sem , como os zeros e uns do código binário. Cada 8 conjunto de 0 e 1 formam uma letra ou byte. Como os buraquinhos da gravação não podem ser desfeitos,o CDR só pode ser gravado uma vez.
Já no CDRW, há um processo chamado mudança de fase, na camada de gravação. Em vez de criar buraquinhos, como no CDR, ele deixa algumas regiões foscas, que são lidas no aparelho do mesmo modo que as trilhas. Outras regiões permanecem reflexivas: na hora da leitura, ele não reflete o fosco, entendendo isso como zero e quando está brilhante interpreta como 1. Na regravação, algumas áreas foscas se tornarão novamente reflexivas e as brilhantes e tornarão foscas. Com isso, o fosco faz o papel da trilha, sem danificar o CD. Com isso, o processo pode ser repetido milhares de vezes. O único inconveniente é que alguns leitores antigos não compreendiam a área fosca como buraquinho e com isso, não faziam a leitura. Isso aos poucos foi sendo resolvido com a substituição “obrigatória” dos CD players antigos, já que o tempo de vida útil de um CD player é relativamente baixa.

3692 – Audiotecnologia – O cartão de memória deve substituir os atuais CDs


Em breve não haverá mais CDs nas lojas. No seu lugar haverá cartões onde o consumidor compra e grava os próprio programa. O sistema já existe na forma de protótipo. As gravações serão em mp3 ou MPEG, uma tecnologia criada para a indústria do cinema. O som é equivalente ao do CD convencional, apesar do sinal digital ser comprimido a 1/8 do normal. Um aparelho um poucomenor que uma carta de baralho toca os cartões. O grande obstáculo que era o custo, foi drásticamente reduzido. Um cartão de memória só com 32 megabytes chegou a custar 2 mil dólares. Cartões pré-gravados como os atuais CDs teriam preços insignificantes. O próximo passo agora é convencer as gravadoras a aderir o sistema abastecendo os computadores cujos terminais gravariam os cartões nas lojas.
Como funciona o cartão de memória
Trata-se de um dispositivo de armazenamento de dados com memória flash utilizado em videogames, câmeras digitais, telefones celulares, palms/PDAs, MP3 players, computadores e outros aparelhos eletrônicos. Podem ser regravados várias vezes, não necessitam de eletricidade para manter os dados armazenados, são portáteis e suportam condições de uso e armazenamento mais rigorosos que outros dispositivos baseados em peças móveis.

Do tamanho de uma moeda

Com advento dos jogos distribuídos em discos óticos os consoles de video game adotaram como solução de armazenamento de dados os cartões de memória, conhecidos como memory cards (no Brasil) – apesar de ter sido adotado também no console NeoGeo em 1990 para troca de dados entre as versões doméstica e arcade.
As capacidades listadas entre parênteses se referem aos cartões originais.
Microsoft Xbox:
Xbox Memory Unit (8 MB)
Xbox 360 Memory Unit (64MB, versão 256MB anunciada)
Nintendo:
Nintendo 64 Controller Pak (256 KB, dividido em 123 páginas)
Nintendo GameCube Memory Card (versões com 59, 251 e 1019 blocos)
Pode utilizar também cartões Secure Digital com um adaptador
Nintendo Wii compatível com memory cards do GameCube Memory Card e cartões Secure Digital
Sega Dreamcast Visual Memory Unit (VMU) (128 KB divididos em 200 blocos)
Teve também uma versão sem LCD e capacidade quatro vezes maior (dividido em quatro partes de 200 blocos/128 KB)
Sony PlayStation:
PlayStation Memory Card (1 MB/128 KB dividido em 15 blocos)
O PocketStation pode ser usado como um cartão de memória PlayStation
PlayStation 2 Memory Card (8 MB)
PlayStation Portable: cartões Memory Stick Duo e Memory Stick Duo Pro (cartão de 32 MB incluído nas versões mais baratas; cartão de 1GB incluído nos pacotes Giga e Entertainment).
Cartões de memória flash removíveis
Enquanto o sistema BIOS do seu computador continua sendo a forma mais comum de memória flash, os aparelhos com armazenamento de dados removíveis estão se tornando cada vez mais populares. Os cartões SmartMedia, Secure Digital Card (SD) e CompactFlash são bastante conhecidos como “filmes eletrônicos” para câmeras digitais. Outros produtos de memória flash removíveis incluem o Memory Stick, da Sony, os cartões de memória PCMCIA e cartões de memória para sistemas de videogame como o PlayStation da Sony. Iremos nos concentrar no SmartMedia e no CompactFlash. Porém, a idéia principal de cada um desses produtos é a mesma: todos são simples formas de memória flash.
Há muitas razões para se usar memória flash em vez de um disco rígido:
a memória flash é silenciosa;
permite acesso rápido;
é pequena em tamanho;
é leve;
não tem partes removíveis.
Então, por que não usamos a memória flash para tudo? Porque o custo por megabyte para um disco rígido é muito mais barato e a capacidade é muito maior.
cartão flexível de estado sólido (SSFDC), mais conhecido como SmartMedia, foi originalmente desenvolvido pela Toshiba.
O cartão SmartMedia está disponível em capacidades que variam de 2 MB a 128 MB. Ele é muito pequeno, aproximadamente 45 mm de comprimento, 37 mm de largura e menos de 1 mm de espessura.
Como mostrado abaixo, o cartão SmartMedia é distinto em sua simplicidade. Um eletrodo plano é ligado ao chip de memória flash por condutores elétricos. O chip de memória flash, o eletrodo plano e os condutores elétricos são incrustados em uma resina, usando uma técnica chamada over-molded thin package (OMTP). Isso permite que tudo seja integrado a um único pacote, sem precisar ser soldado.Em setembro de 2006, a Samsung anunciou o desenvolvimento da PRAM (phase-change random access memory). Este novo tipo de memória é necessário para combinar a rápida velocidade de processamento de dados da RAM com as funções não-voláteis da memória flash, tendo a expressão “RAM perfeita” como apelido. A PRAM supostamente será uma memória 30 vezes mais rápida do que a memória flash convencional e terá vida útil 10 vezes maior. A Samsung tem planos de fazer o primeiro chip PRAM entrar no mercado em 2010, com capacidade de 512 Mb. Eles provavelmente serão usados em telefones celulares e outros aparelhos móveis.

3645 – Audiotecnologia – Como funciona um iPod?


IPod, essa onda pegou!

1. Cabo USB
O cabo suga as músicas do computador a uma velocidade de até 480 Mbps – mais ou menos 15 músicas por segundo. Já em micros ultrapassados, que trazem conectores USB mais lentos, essa velocidade é 40 vezes menor.
2. Disco rígido
As músicas ficam guardadas aqui. Dá para colocar 240 canções de 4 minutos em cada gigabyte do disco rígido. Quer dizer: um iPod top de linha, de 60 GB, agüenta 14 400 músicas. Nos tocadores que reproduzem vídeo, essa capacidade dá para 75 filmes de 2 horas – ou para todos os episódios de Os Simpsons feitos até hoje.
3. Chip de memória
Quando você escolhe a música e aperta play, o iPod copia o arquivo digital guardado no disco rígido para um chip de memória – se ele tocasse a música direto do hd, seus movimentos fariam a música pular.
4. Descompressor
Um microprocessador puxa a canção do chip de memória e a descomprime. É que uma música armazenada em mp3 ocupa 10 vezes menos espaço que o normal. Mas na hora de tocar ela tem de voltar ao tamanho que tinha quando estava num cd – cerca de 40 MB.
5. Conversor
Uma música em formato digital nada mais é do que uma fileira de números (320 milhões de zeros e uns, em média). Como ninguém é tão nerd a ponto de ouvir números, esse chip está aqui para transformar o bolo de informação digital em ondas sonoras de verdade.
6. Amplificador
O sinal de áudio sai fraquinho do conversor. Mas aí entra o nosso amigo aqui. Ele dá uma turbinada nas ondas sonoras, tornando-as fortes o bastante para mover a película do fone de ouvido. Seus tímpanos fazem o resto do trabalho – eles nem precisam de bateria para funcionar.