14.037 – Mega Personalidades – Patrick Swayze


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(Houston, 18 de agosto de 1952 — Los Angeles, 14 de setembro de 2009) foi um ator, dançarino, cantor e compositor norte-americano.
Começou sua carreira como dançarino clássico, interrompendo-a por problemas recorrentes de lesões originadas na juventude pelo futebol americano. Decidiu então priorizar sua carreira como ator.
Estrelou filmes de sucesso como Ghost, Dirty Dancing, Donnie Darko, Point Break e Steel Dawn . Seu último trabalho foi como Charles Barker, um agente do FBI, na série The Beast. Foi nomeado em 1991, pela revista norte-americana People, como o “Homem mais sexy do mundo”.
Em Dirty Dancing desempenhou o papel de Johnny Castle, um instrutor de dança e dançarino num hotel, contracenando com Jennifer Grey. Este e Ghost foram os filmes pelos quais o ator ficou mais conhecido.
Patrick Swayze nasceu em Houston, Texas, filho de Patricia Yvonne Helen, apelidada de Patsy, uma coreógrafa e dançarina, e Jesse Wayne Swayze. Embora o sobrenome “Swayze” seja de origem francesa, é oriundo da ascendência irlandesa do artista. O irmão dele, Don Swayze, também é ator.

Até os vinte anos, Swayze vivia no bairro de Oak Forest, Houston, onde estudou em Santa Rosa de Lima, uma escola católica. Durante este tempo, desenvolveu múltiplas habilidades artísticas e desportivas, como patinação no gelo, balé clássico, e representação. Estudou ginástica na vizinha San Jacinto College, por dois anos. Em 1972, mudou-se para Nova York para completar sua formação formal de dança no Ballet Harkness e Joffrey Ballet. A escola de dança da mãe de Patrick Swayze realmente foi o amuleto da sorte do ator. Além de ter dado uma carreira de sucesso para o filho, a professora Patsy Swayze também foi a cupido da relação de Patrick com uma das suas alunas, na época com 15 anos de idade, Lisa Niemi. Casados desde o dia 12 de Junho de 1975, o casal não teve filhos. Lisa fez diversos tratamentos para engravidar, mas sofreu dois abortos espontâneos, um em 1990 e outro em 2005.
Swayze morreu em 14 de setembro de 2009, aos 57 anos, após sofrer por dois anos com um câncer pancreático. Antes de saber da doença, o ator disse que num primeiro momento pensou estar sofrendo de indigestão crônica. Quando os sintomas pioraram, procurou seu médico tendo sido feita uma biópsia e o diagnóstico foi câncer. Seu alcoolismo e excesso de consumo de cigarros, mesmo após o diagnóstico, foi apontado como causas do desenvolvimento de tumores no pâncreas, que criaram metástase para o fígado.
Sua assessora de imprensa confirmou a morte, afirmando que ele estava ao lado da família.
O seu corpo foi cremado e suas cinzas dispersas no seu rancho no Novo México.

13.794 – Curiosidades sobre a Lenda Bruce Lee


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Se ainda estivesse vivo, Bruce Lee completaria 78 anos em 2018 Mesmo com uma vida e uma carreira breves, o ator, roteirista e lutador se tornou um dos principais ícones das artes marciais no mundo.
Todo mundo sabe que Bruce Lee era forte, habilidoso e tinha golpes precisos, mas você consegue imaginar como ele se saía na escola ou quais eram seus outros hobbies?
Bruce Lee era rápido
Quem já assistiu ao menos uma cena dos clássicos estrelados pelo ator deve ter reparado que a agilidade é uma de suas principais características. No entanto, o interessante é notar que a maior parte dos filmes de artes marciais da época costumava ter cenas aceleradas para fazer com que as lutas parecessem mais rápidas.
Mas Bruce Lee era tão ágil que não era possível capturar seus incríveis movimentos com as tradicionais películas de 24 frames por segundo. Então, o lutador era filmado em 32 fps e suas cenas eram desaceleradas para que os espectadores pudessem acompanhar os movimentos.
Bruce Lee não era um bom aluno
Durante a infância, o ator frequentava o La Salle College, uma escola para falantes de inglês em Hong Kong, mas sempre se metia em confusões. Seu mau comportamento resultou em sua expulsão da instituição. E, mesmo depois de ser transferido para uma escola diferente, o jovem Bruce Lee continuou se envolvendo em brigas.
Bruce Lee também era dançarino e boxeador
Por trás das cenas, Lee cultivava dois hobbies: dançar e lutar boxe. Seu comprometimento com as duas atividades era tanto que ele chegou a ser reconhecido nas duas modalidades. Em 1958, aos 18 anos, ele ganhou o concurso de dança Hong Kong Cha Cha Championship e também venceu um campeonato de boxe. Por nocaute, é claro.
Ao contrário do que alguns podem pensar, o ator não era totalmente chinês. Mesmo tendo nascido nos Estados Unidos e passado toda sua vida como cidadão americano, o avô materno de Lee tinha ascendência alemã.
Bruce Lee era filósofo
Apesar de não ter um comportamento exemplar nos tempos de escola, Lee foi muito mais do que um lutador habilidoso. O ator frequentou a Universidade de Washington e se graduou em filosofia com ênfase nos princípios filosóficos das técnicas de artes marciais. Para conseguir bancar seus estudos, Bruce Lee dava aulas de artes marciais e abriu sua própria escola depois de concluir seus estudos.
O funeral de Bruce Lee apareceu em seu último filme
Bruce Lee faleceu aos 32 anos e os motivos que levaram à sua morte são controversos. Naquela época, ele estava no meio das filmagens de “Jogo da Morte”. O acontecimento inesperado obrigou os roteiristas a alterarem o enredo do filme, fazendo com que o personagem de Lee fingisse sua morte. Dessa maneira, as filmagens reais do funeral do ator foram utilizadas na trama, incluindo cenas em close do seu rosto embalsamado em pleno caixão.

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13.666 – Mega TV – Adam West, o Batman da TV nos anos 60 e 70


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Nascido William West Anderson (Walla Walla, 19 de setembro de 1928 – Los Angeles, 9 de junho de 2017, ator e dublador americano.
Estreou na carreira artística em 1957, no filme Voodoo Island, mas não teve seu nome creditado. Participou de inúmeros seriados de televisão, mas ficou conhecido pelo papel de Batman no seriado de mesmo nome, que foi ao ar de 1966 a 1968, em que dividiu a cena com o Robin de Burt Ward.
Ele também apareceu no filme de ficção científica Robinson Crusoe on Mars (1964) e dublou as séries animadas The Fairly OddParents, The Simpsons e Family Guy, interpretando versões fictícias de si mesmo nos três.
Aos 10 anos Adam colecionava quadrinhos e o personagem Batman o impressionou bastante. Quando sua mãe casou novamente, desta vez com Dr. Paul Flothow, mudaram-se para Seattle junto com seu irmão mais novo, John. Aos 14 anos, Adam entrou na Lakeside School e em seguida cursou o Whitman College, formando-se em Literatura e Psicologia.
Adam começou a trabalhar como DJ numa estação de rádio enquanto fazia uma pós graduação em Stanford. Dispensado do exército, passou dois anos tentando colocar uma estação de TV militar no ar – uma em San Luis Obispo, Califórnia e outra na área militar Fort Monmouth, Condado de Monmouth, Nova Jérsei.
Nesse meio tempo, viajou pelo mundo com a esposa, até que parou no Havaí onde estrelou um programa infantil chamado The Kini Popo Show in Hawaii. Nessa época divorciou e em seguida casou com uma dançarina taitiana chamada Ngatokoruaimatauaia Frisbie Dawson (ele a chamava de “Nga”), com quem teve uma filha em 1957 e um filho no ano seguinte – Jonelle e Hunter. Esse segundo casamento durou até 1962.
Em 1959, Adam foi para Hollywood, adotou o nome artístico de Adam West e conseguiu pequenos papéis em filmes de faroeste. Após sete anos em Tinseltown, ele finalmente conseguiu um papel que o levou à fama quando, em 1966, estrelou como Batman, pela rede ABC.
Em 1972 ele casou com Marcelle Tagand Lear com quem teve dois filhos; Nina em 1976 e Perrin em 1979. Em 1994 lançou uma auto biografia chamada Back to the Batcave.
Em 1985, a DC Comics homenageou West na publicação de Fifty Who Made DC, em comemoração aos 50 anos da editora.
West foi cotado para interpretar Thomas Wayne, o pai de Bruce Wayne, no Batman de Tim Burton. Originalmente, ele queria interpretar o Batman. West nunca mais apareceu em nenhuma das filmagens da franquia de Batman da década de 1960 e, até o momento, Burt Ward (Robin, da série de TV). West fez uma aparição em um episódio de 1992 de Batman: The Animated Series da Fox, mas não como Batman (cujo papel já estava sendo interpretado por Kevin Conroy). Em vez disso, ele retratou Simon Trent, um ator que costumava interpretar um super-herói em uma série de TV chamada The Grey Ghost e que estava com dificuldade em encontrar trabalhos.
O ator retomou seu papel como Batman para o curta-metragem animado CGI Batman: New Times. Ele co-estrelou com Mark Hamill, que redublou o Coringa e originalmente desempenhou o mesmo papel em Batman: The Animated Series. West também interpretou Thomas Wayne em um episódio da série Batman: The Brave and the Bold.
Na mesma série, ele interpretou o robô protótipo do Batman, chamado “Protobot”.
Adam West morreu em 9 de junho de 2017, aos 88 anos de idade, vítima de leucemia.

13.265 – Cinema – Roger Moore, ator de James Bond, morre aos 89 anos


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O ator britânico Roger Moore, que interpretou o agente “James Bond” em sete filmes, morreu, aos 89 anos, na Suíça, vítima de câncer, anunciou a família nesta terça-feira.
“Com grande pesar anunciamos que nosso querido pai, Sir Roger Moore, morreu hoje na Suíça após a uma batalha breve mas corajosa contra o câncer”, afirma a família em uma nota divulgada no Twitter.
Nascido em Londres em 1927, Moore trabalhou como modelo até o começo dos anos 1950. Depois disso assinou um contrato de sete anos com a MGM, mas suas produções iniciais não fizeram muito sucesso.
A fama só veio com seu papel como Ivanhoé, na série britânica “O Santo”, entre 1962 e 1969, e como Brett Sinclair, em “The Persuaders”.
A carreira como James Bond começou em 1973, no filme “Só Viva e Deixe Morrer”. Moore tinha a árdua missão de substituir Sean Connery, que encarnou o espião por quase uma década.
Moore encarnou o 007 em seis filmes e foi o ator a encenar o agente secreto por mais tempo: durante 12 anos.
“Ser eternamente conhecido como Bond não têm desvantagem”, afirmou Moore em 2014. “As pessoas às vezes me chamam de ‘Sr. Bond’ quando eu estou fora e eu não me importo nada com isso. Por que eu deveria?”

12.818 – Teledramarturgia – Domingos Montagner, de ‘Velho Chico’, morre aos 54 anos


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Do site G1 para o Mega

Equipes de busca localizaram o corpo do ator de 54 anos, preso nas pedras, a 18 metros de profundidade e a 320 metros da margem, perto da Usina de Xingó, na Região de Canindé de São Francisco, que fica na divisa entre Sergipe e Alagoas. Domingos deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.
Ele gravou cenas da novela na parte da manhã. Após o término da gravação, o ator almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio.
Durante o mergulho, não voltou à superfície. Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente a procura pelo ator.
A atriz descreveu o acidente para a polícia. Segundo ela, os dois foram até uma pedra e mergulharam no rio.
Depois, ela notou que havia muita correnteza e avisou Domingos. Eles nadaram de volta para a pedra, Camila chegou primeiro e tentou duas vezes segurar na mão do ator. Mas a correnteza o arrastou de volta para água.
Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores ajudaram nas buscas. Por volta das 20h40, o corpo de Domingos estava dentro de um barco na margem do rio –uma equipe do Instituto Médico Legal (IML) saiu de Aracaju rumo a Canindé de São Francisco.
Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL).
Segundo o delegado Antônio Francisco Filho, os atores queriam mergulhar em um local com privacidade. “Eles acharam que era seguro, mas na verdade era um dos mais perigosos para o banho. Esta é uma parte do rio em Canindé que não é comum ser utilizada pelos banhistas”, contou ele.
Começo no teatro e no circo
O ator paulistano começou sua carreira artística trabalhando no teatro e em circos. Ele atuou em treze programas de TV, entre séries e novelas, além de nove filmes.
Entre os papéis de destaque estão o Capitão Herculano Araújo de “Cordel Encatado” (2011) e o presidente Paulo Ventura de “O brado retumbante” (2012), seu primeiro protagonista.
Ele também chamou atenção como o Zyah de “Salve Jorge” (2012) e o João Miguel de “Sete Vidas (2015).
Montagner conta, em seu site oficial, que iniciou sua carreira no teatro, através do curso de interpretação de Myriam Muniz, e no Circo Escola Picadeiro.
Em 1997, formou o Grupo La Mínima, com Fernando Sampaio. A Noite dos Palhaços Mudos, de 2008, lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, criou o Circo Zanni, do qual foi diretor artístico.
O primeiro papel na TV foi no seriado “Mothern” (2006), do GNT, canal da TV por assinatura. A estreia na Globo foi também em seriados: “Força Tarefa”, “A Cura” e “Divã”. A primeira novela, “Cordel Encantado”, foi em 2011. No ano seguinte, estreou no cinema, com uma participação no longa “Gonzaga – de Pai Pra Filho”, de Breno Silveira.
Em entrevista a Ana Maria Braga no “Mais Você”, exibida pela TV Globo no último dia 7 de setembro, Domingos falou sobre as cenas gravadas no rio São Francisco. “Quando você chega no primeiro dia de gravação e dá um mergulho, está batizado para o resto da vida. O sertão é um lugar incrível e precisa ser conhecido”, disse Montagner.

12.684 – Teledramarturgia – O Ator Marcos Paulo


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Marcos Paulo Simões (São Paulo, 1 de março de 1951 — Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2012 ) foi um ator e diretor de televisão e cinema brasileiro.
Começou sua carreira com apenas cinco anos de idade, na TV Tupi, incentivado por seu pai adotivo, o autor de telenovelas Vicente Sesso.
Marcos Paulo foi casado seis vezes e era pai de três filhas. Sua primeira mulher foi a modelo italiana Tina Serina (1970-1971), com quem teve sua filha mais velha, Vanessa Simões, nascida em 1971. Sua segunda esposa foi a jornalista Márcia Mendes (1976-1977). Depois, ele se casou com a também jornalista Belisa Ribeiro (1978-1981). Também foi casado com a atriz Renata Sorrah (1981-1984), mãe de sua filha, Mariana Simões, nascida em 1981. Sua quinta mulher foi a também atriz Flávia Alessandra (1997-2002), com quem teve sua filha caçula, Giulia Martins, nascida em 2000. Desde 2006 Marcos Paulo estava casado com Antônia Fontenelle.
Marcos decidiu sair de cena do filme Faroeste Caboclo e foi-lhe diagnosticado um câncer de esôfago em maio de 2011. Morreu em sua casa no Rio de Janeiro no dia 11 de novembro de 2012, de embolia pulmonar.
Marcos Paulo Simões (São Paulo, 1 de março de 1951 — Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2012 ) foi um ator e diretor de televisão e cinema brasileiro.
Começou sua carreira com apenas cinco anos de idade, na TV Tupi, incentivado por seu pai adotivo, o autor de telenovelas Vicente Sesso.
Marcos Paulo foi casado seis vezes e era pai de três filhas. Sua primeira mulher foi a modelo italiana Tina Serina (1970-1971), com quem teve sua filha mais velha, Vanessa Simões, nascida em 1971. Sua segunda esposa foi a jornalista Márcia Mendes (1976-1977). Depois, ele se casou com a também jornalista Belisa Ribeiro (1978-1981). Também foi casado com a atriz Renata Sorrah (1981-1984), mãe de sua filha, Mariana Simões, nascida em 1981. Sua quinta mulher foi a também atriz Flávia Alessandra (1997-2002), com quem teve sua filha caçula, Giulia Martins, nascida em 2000. Desde 2006 Marcos Paulo estava casado com Antônia Fontenelle.
Marcos decidiu sair de cena do filme Faroeste Caboclo e foi-lhe diagnosticado um câncer de esôfago em maio de 2011. Morreu em sua casa no Rio de Janeiro no dia 11 de novembro de 2012, de embolia pulmonar.

12.683 – Teledramarturgia – O Ator Sérgio Cardoso


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Sérgio Fonseca de Mattos Cardoso, mais conhecido como Sérgio Cardoso (Belém, 15 de março de 1925 — Rio de Janeiro, 18 de agosto de 1972), foi um ator brasileiro.
Formou-se em Direito no Rio de Janeiro e sonhava com o Itamarati, queria ser diplomata. Despertou para o teatro ao conhecer o Teatro Universitário do Rio de Janeiro, e sua estreia foi no papel-título de Hamlet, de Shakespeare. O sucesso foi tão grande que contribuiu para sua decisão de seguir a carreira de ator. Foi para o Teatro Brasileiro de Comédia, de São Paulo, onde fez peças importantes, como: Entre Quatro Paredes, A Ópera dos Três Vinténs, Do Mundo Nada se Leva, Seis Personagens à Procura de um Autor, Convite ao Baile, A Falecida, A Raposa e as Uvas e A Ceia dos Cardeais.
Em 1949 fundou sua própria companhia teatral, o Teatro dos Doze, em sociedade com a atriz Nydia Lícia, com quem foi casado e teve uma filha, Silvia.
Na TV Tupi, Sérgio Cardoso fez várias telenovelas de sucesso: O Sorriso de Helena, O Cara Suja, O Preço de uma Vida, O Anjo e o Vagabundo, Somos Todos Irmãos e Antônio Maria — esta última escrita por Geraldo Vietri, na qual contracenou com Aracy Balabanian. Em 1968, atuou em O Santo Mestiço, novela sobre a vida de São Mantinho de Porres, além de aparecer no filme A Madona de Cedro, no papel do sacristão aleijado Pedro. Foi o protagonista de Os Herdeiros, filme de Cacá Diegues produzido entre 1968-1969.
A partir de 1969 participou de diversas novelas da TV Globo, dentre elas A Cabana do Pai Tomás, Pigmalião 70 e A Próxima Atração. O Primeiro Amor foi seu último trabalho: o ator faleceu devido a um ataque cardíaco a apenas 28 capítulos do desfecho da trama e seu personagem foi então interpretado por Leonardo Villar.
Mais de vinte mil pessoas acompanharam o enterro do ator em São Paulo. Após sua morte, houve rumores de que Sérgio havia sido enterrado vivo, fato enfaticamente negado por parentes e amigos.
No local onde ele fundou a companhia de teatro, no bairro da Bela Vista, hoje existe o Teatro Sérgio Cardoso

Um pouco mais:
Uma das lendas mais famosas dos anos 1970 envolveu a morte do ator Sérgio Cardoso. Um dos grandes nomes do teatro e da televisão brasileira nos anos 1950 e 1960, ele morreu em consequência de um ataque cardíaco no dia 18 de agosto de 1972, no Rio de Janeiro, aos 47 anos.
A morte do ator comoveu todo o Brasil. Mais de 15 mil pessoas, de acordo com reportagens da época, compareceram ao enterro no cemitério São João Batista. Pouco tempo depois, surgiu um boato, repercutido em toda a mídia brasileira, de que o ator sofria de catalepsia, uma doença rara que deixa os membros rígidos por horas, como se a pessoa estivesse morta. Por causa da doença, Sérgio Cardoso teria sido enterrado vivo.
A história dizia que a família teria pedido que o corpo fosse exumado. Ao abrir o caixão, Sérgio Cardoso estaria virado de bruços, com arranhões no rosto. O fato sempre foi negado pelos familiares do ator. Durante muitos anos a lenda foi contada, com diferentes versões, causando medo principalmente em familiares de pessoas vítimas de ataques cardíacos.
Além de diversos papeis marcantes no teatro, Cardoso fez muito sucesso na novela Antônio Maria, da Rede Tupi, em 1968. Na Globo, protagonizou A Cabana do Pai Tomás, em 1969; Pigmalião 70, em 1970: e A Próxima Atração, em 1971.
Quando morreu, vivia o professor viúvo Luciano em O Primeiro Amor, novela das 19h da Rede Globo. Faltavam apenas 28 capítulos para o desfecho da trama. Ele teve que ser substituído por Leonardo Villar, que entrou em cena após um texto lido por Paulo José.
Catalepsia patológica é uma doença rara em que os membros se tornam moles, mas não há contrações, embora os músculos se apresentem mais ou menos rijos, e quem passa por ela pode ficar horas nesta situação.
No passado já existiram casos de pessoas que foram enterradas vivas e na verdade estavam passando pela catalepsia patológica. Muitos especialistas, contudo, afirmam que isso não seria possível nos dias de hoje pois já existem equipamentos tecnológicos que, quando corretamente utilizados, não falham ao definir os sinais vitais e permitem atestar o óbito com precisão.
O estado de morte aparente pode surgir em casos de asfixia, intoxicação, soterramento, afogamento, enfarte fulminante ou hipotermia.
Nem a falta de respiração ou batimentos cardíacos significa, necessariamente, ausência de vida. Místicos e faquires indianos que praticam a postura Khé-chari-mudra (suspensão da respiração perceptível) permanecem muitas horas nesse estado. Também na índia, cardiologistas descobriram que certas posições iogas permitem paralisar o coração.
Um exame confiável para reduzir as chances de erro é a realização de exames com eletrocardiograma e eletroencefalograma.
No Vietnã “milhões de pessoas já foram enterradas vivas por ausência constatada dos chamados sinais vitais”, afirma o médico francês Perón Autret. Após um profundo estudo sobre a morte ele publicou na década de 70 o livro Os enterrados vivos com revelações assustadoras sobre o assunto.
Cita a estatística levantada pelo exército norte-americano durante a guerra do Vietnã. Quando os soldados mortos eram repatriados, a lei obrigava as autoridades abrirem os caixões.
Graças a isso, constatou-se que quatro por cento dos soldados aparentemente foram encaixotados vivos. Alta patente militar chegou a propor que os combatentes fossem enterrados com frascos de clorofôrmio ao alcance da mão para abreviar o sofrimento.
A causa de tanto infortúnio são ataques catalépticos mal diagnosticados.
Em séculos passados, quem “resolvesse” se levantar da tumba era tomado por vampiro e ganhava esse estigma da sociedade.
O mais célebre caso foi o de Lázaro, salvo por Jesus Cristo. Quando ele adoeceu, Jesus disse: “Esta enfermidade não é de morte”. Porém, na volta do Messias a Betânia, Lázaro, irmão de Marta e Maria, já havia sido sepultado há quatro dias. Ao saber das más notícias, pelas irmãs inconsoláveis, Jesus pediu para ser conduzido à caverna onde jazia o corpo de Lázaro. Mandou que retirassem a pedra da entrada. Gritou: “Lázaro, sai!”. E o morto saiu, ainda com as ataduras e o sudário.
Lenda urbana: Velório do ator Sérgio Cardoso
Quando se fala em casos de gente enterrada viva, o nome do ator Sérgio Cardoso está na ponta da língua. Falecido em 18 de agosto de 1972, seu corpo foi enterrado no cemitério São João Batista o enterro foi acompanhado por mais de dez mil pessoas, que choravam e gritavam.Na época surgiu uma LENDA URBANA de que Sérgio Cardoso tinha sido enterrado vivo . O boato surgiu em parte porque Sérgio Cardoso tinha “um aspecto bem disposto durante o velório”.
Segundo notícias da época, conta que Erik, o maquiador da emissora (TV GLOBO), confessou mais tarde ter caprichado em sua arte para dar vida ao rosto do falecido durante o velório.
Levantada a suspeita, nada ficou comprovado até hoje. Porém, em dezembro de 1979, uma edição do programa Fantástico colocou Sérgio Cardoso entre os exemplos dramáticos de morte aparente.
Diz ainda a LENDA URBANA, de que o corpo de Sérgio Cardoso havia sido exumado e estaria deitado de bruços no caixão. Mas uma exumação envolve uma burocracia enorme e só pode ser realizada em presença de alguém da família. Como isso foi feito e ninguém ficou sabendo?

11.582 – Cinema – Morre o ator Omar Sharif


Omar no clássico Dr Jivago
Omar no clássico Dr Jivago

(Alexandria, 10 de abril de 1932 – Cairo, 10 de julho de 2015) foi um ator egípcio.
Nascido como Michel Demitri Shalhoub, mudou seu nome quando se converteu ao Islamismo para se casar. Trabalhou em muitos filmes produzidos em Hollywood e seu papel mais conhecido é o de protagonista em “Doutor Jivago” (Doctor Zhivago) (1965). Foi indicado ao Oscar de melhor coadjuvante por “Lawrence da Arábia” (1962)
Morreu aos 83 anos num hospital no Cairo, em consequência de um ataque cardíaco
O ator egípcio Omar Sharif, que fez filmes como “Lawrence da Arábia”, “Doutor Jivago” e “Funny girl – Uma garota genial”, morreu nesta sexta-feira (10 de julho) aos 83 anos.
Em maio deste ano, o empresário do ator confirmou que ele estava com Alzheimer. “Ele está morando no Egito estes dias e está recebendo cuidados de seu filho Tarek e outros”, afirmou, na ocasião.
Sharif, nascido em Alexandria, no Egito, com o nome de Michel Shalhoub, foi uma das maiores estrelas de cinema na década de 1960 e o primeiro ator árabe a ganhar fama internacional, com uma indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante por seu papel no filme “Lawrence da Arábia”, de 1962, com Peter O’Toole. Ele é vencedor de três prêmios do Globo de Ouro.

OMAR SHARIF
Ator morreu aos 83 anos
obituário
fotos
repercussão
filmografia
Com o sucesso de “Lawrence da Arábia”, Sharif fez três filmes em 1964, incluindo “A voz do sangue” e “O Rolls-Royce Amarelo”, e três em 1965, incluindo o seu primeiro papel principal em uma produção de língua inglesa, com o personagem-título de “Doutor Jivago”.
Nos anos 60, ele também estrelou “O Ouro de Mackenna”, com Gregory Peck e Telly Savalas, e a trágica história de amor “Mayerling”, no qual fez par romântico com Catherine Deneuve.
Na década de 1980, Sharif voltou esporadicamente ao cinema egípcio. Em 2004, ganhou o prêmio Cesar de melhor ator, o equivalente francês ao Oscar, por seu papel no filme francês “Uma amizade sem fronteiras”.
Em 2007, Sharif foi condenado a dois anos de prisão, que cumpriu em liberdade condicional, e a fazer 15 sessões de terapia para controlar a raiva, por ter agredido em 2005, num estacionamento de Los Angeles, um manobrista que não aceitou que pagasse com euros.
O ator atacou e insultou com adjetivos racistas Juan Anderson, de origem guatemalteca, chamando-o de “mexicano burro” depois de o manobrista se negar a aceitar uma nota de 20 euros como pagamento.
O ator também estava entre os mais renomados jogadores de bridge do mundo e escreveu diversos livros sobre o jogo de cartas.
Em 2009, ao divulgar o filme “Al mosafer” (O viajante) no Festival de Veneza, o ator disse que teve “muitas aventuras com mulheres”, mas apenas um “grande amor” – seu casamento, que terminou em 1974.
“Eu sou o único ator no mundo que não tem um centro em sua vida. Eu morei em hotéis em toda a minha vida e comi em restaurantes – sempre. Tive uma vida feliz, não há por que chorar.”

Os principais filmes de Omar Sharif:
“Um Castelo na Itália” (2013)
“Al Mosafer” (2009)
“Mar de Fogo” (2004)
“Uma amizade sem fronteiras” (2003)
“O 13º Guerreiro” (1999)
“O Ladrão do Arco-Íris” (1990)
“Os Possessos” (1988)
“Top Secret! Superconfidencial” (1984)
“Funny Lady” (1975)
“Juggernaut – Inferno em Alto-mar” (1974)
“O Último Refúgio” (1971)
“Funny Girl – A Garota Genial” (1968)
“A Noite dos Generais” (1967)
“Felizes Para Sempre” (1967)
“Doutor Jivago” (1965)
“O Rolls-Royce Amarelo” (1964)
“A Queda do Império Romano” (1964)
“Lawrence da Arábia” (1962)

9880 – Cinema – O Ator Heath Ledger


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(Perth, 4 de abril de 1979 — Nova Iorque, 22 de janeiro de 20083 ) foi um ator australiano. Atuou inicialmente em filmes e na televisão australiana, no início da década de 1990. Em 1998 mudou-se para os Estados Unidos, onde prosseguiu com a carreira. O primeiro filme do qual participou no país foi Things I Hate About You, lançado em 1999. Nos anos seguintes atuou em dezenove filmes, incluindo The Patriot (2000), Monster’s Ball (2001), A Knight’s Tale (2001), Brokeback Mountain (2005) e The Dark Knight (2008), dirigiu videoclipes de artistas como Modest Mouse e Ben Harper e planejava seguir a carreira de diretor de cinema.
No dia 22 de janeiro de 2008, seu corpo foi encontrado em seu apartamento, sendo a causa de sua morte prematura divulgada apenas cerca de duas semanas depois, quando o serviço de medicina legal de Nova Iorque concluiu que havia ocorrido uma “intoxicação acidental por remédios prescritos”. Ledger morreu aos 28 anos de idade, poucos meses depois que havia terminado de filmar The Dark Knight e enquanto participava das gravações de The Imaginarium of Doctor Parnassus. The Dark Knight foi o último projeto que concluiu, tendo sido lançado após a sua morte, mas, como apenas metade das cenas de seu personagem em Doctor Parnassus haviam sido filmadas, o roteiro deste foi modificado para que o ator fosse substituído parcialmente.
Ledger foi reconhecido por sua interpretação no filme The Dark Knight pelo papel de Coringa / Joker em diversas premiações póstumas, como o Globo de Ouro e o Oscar, na categoria de melhor ator coadjuvante.
Entre o final de 2007 e seu falecimento em 2008, certos jornais, em diferentes oportunidades, chegaram a declarar que Ledger estaria envolvido romanticamente com as supermodelos Helena Christensen e Gemma Ward e com a atriz Mary-Kate Olsen.
Ledger constantemente se chocava com a imprensa australiana, o que o levou a se mudar para a cidade de Nova Iorque.
Em 2004, Ledger negou veementemente que teria cuspido em jornalistas presentes durante as filmagens do filme Candy em Sidney, ou que algum de seus parentes teria tido comportamento semelhante na frente de sua casa na cidade.
Segundo a empregada Teresa Solomon, ela entrou no apartamento do ator, situado no bairro de SoHo em Nova Iorque, aproximadamente às 12h30min do dia 22 de janeiro de 2008, com sua própria chave, para seu trabalho habitual. Por volta das 13h00, foi trocar uma lâmpada no quarto de Ledger e percebeu que ele ainda estava deitado; como o ouviu roncar, imaginou que não havia nada errado e deixou o quarto.
Às 14h45min, a massagista Diana Wolozin apareceu para sua sessão agendada com o ator. Como Diana e a empregada não obtiveram resposta ao bater na porta do quarto de Ledger, a massagista resolveu entrar e tentar acordar Ledger, que segundo depoimento dado a polícia, já estava frio a esta altura.
Os paramédicos chegaram minutos depois, sete após os seguranças de Olsen, e tentaram reanimá-lo, mas sem sucesso. Ele foi declarado morto às 15h36min desse dia.
A polícia trabalhou principalmente com duas hipóteses para a causa da morte prematura do ator: suicídio e overdose acidental.
Após duas semanas de investigação, o serviço de medicina legal de Nova Iorque concluiu que a causa da morte havia sido por intoxicação acidental de remédios prescritos (oxicodona, hidrocodona, diazepam, temazepam, alprazolam e doxilamina) com efeito calmante e sonífero.
O funeral de Ledger aconteceu em sua cidade natal, Perth, no dia 9 de fevereiro de 2008 . Após o funeral, que durou cerca de 90 minutos, foi realizada sua cremação, assistida apenas por dez familiares do ator. Suas cinzas foram dispersas na praia. Depois disso, seus parentes e amigos mergulharam no mar para realizar uma homenagem ao ator.

9026 – Mega Personalidades – A Morte de Cláudio Cavalcanti


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Leia sobre a vida de Cláudio Cavalcanti no Mega 5129

O ator e secretário municipal de Defesa dos Animais do Rio de Janeiro, Cláudio Cavalcanti, morreu no final da tarde deste domingo (29), informou o hospital Pró-cardíaco Botafogo, na zona sul da cidade.
O ator estava internado desde segunda-feira. O hospital não revelou a causa da morte.
Cavalcanti era carioca, tinha 73 anos e fez mais de 50 novelas, minisséries e especiais. Nos últimos anos se dedicava mais à carreira política, tendo sido vereador e, mais recentemente, secretário do governo de Eduardo Paes.
De acordo com a Prefeitura do Rio, o secretário se internou na última segunda-feira para fazer uma cirurgia na coluna e sofreu “complicações cardíacas”.
Seu último trabalho vai estrear no dia 7 de outubro na GNT. Cláudio participou da segunda temporada de “Sessão de Terapia” onde interpretou um empresário com Síndrome do Pânico.
Dirigida por Selton Mello, a série uma franquia israelense “BeTipul” e mostra o terapeuta, vivido por Zécarlos Machado, atendendo seus pacientes e também se tratando.

7531 – Cinema – Steve McQueen


Steve mcqueen

Terrence Steven McQueen, mais conhecido como Steve McQueen (Indianapolis, Indiana, 24 de março de 1930 — Ciudad Juárez, México, 7 de novembro de 1980), foi um ator americano, sempre lembrado pelos filmes de ação que protagonizou. Apelidado de “The King of Cool”. É considerado um dos maiores atores de todos os tempos. Em 1974, ele se tornou o astro de cinema mais bem pago do mundo. Ele era também um piloto ávido de motocicletas e carros. Enquanto ele estudou atuação, ele passava os finais de semana competindo em corridas de moto, e comprou sua primeira moto com seus ganhos. Ele é reconhecido também por ele próprio realizar suas cenas de ação dispensando o uso de dublês, especialmente a maioria durante as cenas de perseguição de alta velocidade. McQueen também desenhou e patenteou um assento e transbrake para carros de corrida.

Steve foi menino de fazenda, conviveu com hippies, delinquentes e transviados. Passou dois anos num reformatório da Califórnia e aos quinze anos abandonou a sua família para ser marinheiro, carregador, empregado de posto de gasolina e vendedor. A sorte chegou quando lhe calhou ganhar quinze dólares por semana para dizer um pequeno diálogo por noite num teatro off na Broadway.
Filmes como Fugindo do Inferno (The Great Escape, 1963), também de John Sturges, O Canhoneiro de Yang-Tsé (The Sand Pebbles, 1966), de Robert Wise e, principalmente, Bullitt (Bullitt, 1968), de Peter Yates, estabeleceram McQueen como o típico durão hollywoodiano, versão anos 1960, papel que ele herdou de Humphrey Bogart, John Wayne e outras lendas do passado e transmitiria a Clint Eastwood, Bruce Willis, Sylvester Stallone etc.
Na década seguinte, o sucesso continuou em diversas películas bem acolhidas pelo público, como Papillon (Papillon, 1973), de Frank J. Schaffner, e Inferno na Torre (The Towering Inferno, 1974), de John Guillermin e Irwin Allen. No entanto, McQueen era um solitário por natureza e sua insociabilidade atingiu o ápice entre 1974 e 1978, quando preferia ficar trancado em casa, bebendo cerveja e engordando. Chegou a recusar convites milionários, como atuar em Apocalypse Now, de Francis Ford Coppola ou trabalhar ao lado de Sophia Loren. Seu único interesse eram os carros e chegou ao ponto de pedir a seu mecânico para ler os roteiros que recebia e mostrar a ele apenas os mais interessantes. Finalmente, voltou ao cinema no fracassado O Inimigo do Povo (An Enemy of the People, 1978), de George Schaefer, drama adaptado da peça de Henrik Ibsen. Sua última atuação foi no thriller Caçador Implacável (The Hunter, 1980), de Buzz Kulik, já debilitado pela doença que o levaria à morte.
McQueen casou-se três vezes, a primeira com a cantora e dançarina Neile Adams (1956-1972), com quem teve seus dois filhos, depois com a atriz Ali MacGraw (1973-1978), que conheceu durante as filmagens de Os Implacáveis (The Getaway, 1972), de Sam Peckinpah, e por último com Barbara Minty (Janeiro a Novembro de 1980). Os dois primeiros terminaram em divórcio.
O ator foi vítima de um mesotelioma, câncer na membrana que envolve os pulmões e é por vezes chamado de “a doença do amianto”, aos cinquenta anos de idade. Quando faleceu possuía sua própria empresa cinematográfica, a Solar, e era um dos mais populares astros norte-americanos.

Veja abaixo sua extensa filmografia:
1956 Marcado Pela Sarjeta (Somebody Up There Likes Me); não creditado
1957 Império de um Gangster (Never Love a Stranger)
1958 A Bolha Assassina (The Blob)
1958 O Grande Roubo de St. Louis (The Great St. Louis Bank Robbery)
1959 Quando Explodem as Paixões (Never So Few)
1960 Sete Homens e um Destino (The Magnificent Seven)
1961 A Máquina do Casamento (The Honeymoon Machine)
1962 O Inferno É Para os Heróis (Hell Is for Heroes)
1962 O Amante da Guerra (The War Lover)
1963 Fugindo do Inferno (The Great Escape)
1963 Quanto Vale um Homem (Soldier in the Rain)
1963 O Preço de um Prazer (Love with the Proper Stranger)
1964 O Gênio do Mal (Baby, the Rain Must Fall)
1965 A Mesa do Diabo (The Cincinnati Kid)
1965 Nevada Smith (Nevada Smith)
1966 O Canhoneiro do Yang-Tsé (The Sand Pebbles)
1968 Crown, O Magnífico (The Thomas Crown Affair)
1968 Bullitt (Bullitt)
1969 Os Rebeldes (The Reivers)
1971 As 24 Horas de Le Mans (Le Mans)
1972 Dez Segundos de Perigo (Junior Bonner)
1972 Os Implacáveis (The Getaway)
1973 Papillon (Papillon)
1974 Inferno na Torre (The Towering Inferno)
1978 O Inimigo do Povo (An Enemy of the People)
1980 Tom Horn (Tom Horn)
1980 Caçador Implacável (The Hunter)

4445 – Mega Atores – Jonatham Harris


Oh dor!!! Jargão do Dr Smith

Harris nasceu Jonathan Charasuchin no Bronx em Nova York, em 6 de novembro de 1914, filho de uma família de imigrantes judeus russos, e morreu em 3 de novembro de 2002 em Encino, Califórnia, EUA. Ficou mundiamente conhecido e consagrado como o Dr. Zachary Smith do seriado de TV Perdidos no Espaço.
Ele participou também de diversos outros seriados, tais como Zorro, Agente 86, A Feiticeira e Terra de Gigantes, mas foi com o papel do Doutor Smith de “Perdidos no Espaço” que Jonathan Harris marcou sua passagem pela TV. O Dr Smith era um vilão trapalhão, que sempre colocava a tripulação do Júpiter 2 em apuros. Sua frase inesquecível foi: “Nada tema, com Smith não há problema”, originalmente “Never fear, Smith is here”. Recentemente ele emprestava sua voz para dublar diversos personagens dos desenhos animados da Disney/Pixar.
Harris se tornou um ator em 1942, depois de tentar ser farmacêutico.
Durante a Segunda Guerra Mundial, atuou em espetáculos para tropas estacionadas no Pacífico.
Depois da guerra, voltou para Nova York e começou a trabalhar no teatro e na TV.
Conseguiu seu primeiro grande papel no seriado da década de 1950 “The Third Man”.
Mas foi no papel do falante e megalomaníaco doutor Smith de “Perdidos no Espaço” que Harris escreveu seu nome na história das artes dramáticas.
Em “Perdidos no Espaço”, o covarde vilão sabotava a nave Júpiter 2, da família Robinson, e todos -inclusive o doutor Smith- acabavam em um distante planeta inabitado.
Veiculado na década de 60, o seriado dividia com “Terra de Gigantes” e “Túnel do Tempo” a preferência da garotada da época. Nos últimos anos, Harris trabalhou com os estúdios de animação Pixar, emprestando sua voz única ao mágico Manny de “Vida de Inseto” e ao “médico” de bonecos em “Toy Story 2”
Em 1998, o diretor Stephen Hopkins fez uma adaptação da série para o cinema, mas o projeto acabou revelando-se um fiasco, especialmente por desagradar aos fãs do programa original de televisão.
O papel de Harris foi interpretado por Gary Oldman. Mas nada tinha a ver com o Dr Smith original.
Harris, ao visitar o Brasil na década de 60, afirmou:
“É a primeira vez que venho ao Brasil. Observei que aqui me dublaram na série Perdidos no Espaço, com voz fina, coisa que não tenho.
Na Alemanha, França e Inglaterra, a dublagem saiu quase perfeita. Gostaria muito de conhecer a pessoa que me dublou no Brasil.” Mostrou-se muito simpático, quando compareceu ao programa do Capitão Aza (Wilson Vianna), na TV Tupi, para que a criançada o conhecesse de perto.
Com suas brincadeiras, o desprezível Dr. Smith chegou a cativar a meninada.
Mesmo com 60 anos na época, seu aspecto era jovial e o bom humor, contagiante.
Jonathan, acompanhado de sua esposa, Dorothy foi também entrevistado no programa “Hebe”, depois de assistir, na cabina de projeção da Record, a um filme dublado da série Perdidos no Espaço.
Seu comentário: “Acho que o meu dublador é um grande artista. Se outros filmes meus forem exibidos no Brasil, quero que ele faça a minha voz.
Ele bateu um papo com Borges de Barros, o mendigo milionário da “Praça É Nossa” e dublador de sua voz em “Perdidos no Espaço”. Harris faleceu aos 87 anos, em 3 de novembro de 2002.

Causa da morte: Coágulo de sangue no coração.

Sepultamento:
Westwood Memorial Park.
Los Angeles – Califórnia, EUA.
Local: Santuário de Devoção.