12.811 – Teorias de Conspiração sobre o 11/9


torres-gemeas
A Torre 7: o edifício anexo às Torres Gêmeas foi derrubado às 17:20 do dia 11 de setembro de 2001, devido aos efeitos combinados dos escombros provenientes dos edifícios atacados e dos vários incêndios que o fogo vizinho desencadeou no seu interior. Os amantes da conspiração afirmam que se tratou de um colapso controlado, causado por bombas incendiárias e explosivos.
O voo 93: o quarto avião sequestrado durante a trágica manhã caiu sobre a pequena cidade de Shanksville, na Pensilvânia, depois que os passageiros deram início a uma rebelião no seu interior para impedir que os terroristas cumprissem sua missão. Embora não haja nenhuma prova sobre isso, circulam na internet vários boatos de que o voo foi derrubado por um míssil do exército norte-americano.
Ataque ao Pentágono: Há duas teorias conspiratórias em torno do ataque ao Pentágono. A primeira sugere que não foi um avião comercial que se chocou contra a sede do Departamento de Defesa dos EUA, mas um míssil ou um voo não tripulado. A segunda afirma que o atentado foi feito pelo próprio Pentágono e não pela Al-Qaeda, como diz a versão oficial.
A queda das Torres Gêmeas: A teoria mais difundida entre os que duvidam da veracidade do relato oficial sugere que as Torres Gêmeas não caíram por causa do impacto dos aviões, mas devido a diversos explosivos que teriam sido colocados no interior do complexo em cumplicidade com o governo Bush. Todavia, não existe nenhuma prova sobre isso.
Cumplicidade militar: Há muitos boatos de que, para realizar um ataque com a grandeza do ocorrido no 11 de setembro, os terroristas contaram com o apoio secreto do exército dos EUA. Diz-se que uma força militar tão poderosa quanto a norte-americana teria sido capaz de derrubar os aviões sequestrados. No entanto, há provas de que os atentados pegaram as forças armadas de surpresa e por isso elas não foram capazes de impedir as colisões.

9582 – Terrorismo


WTC

O urso é um animal forte o suficiente para não temer ataques frontais de nenhum predador. Em seu ambiente, os únicos seres vivos que o derrubam são organismos microscópicos, como bactérias e vírus, ou uma planta que injete veneno nele. Desde 11 de setembro, essas lições da natureza foram transferidas para o campo geopolítico. Os Estados Unidos, que não temem ataques diretos de nenhum país, assustam-se diante dos danos localizados, mas aterrorizantes, do terrorismo de destruição de massa. Depois de perder dois de seus maiores prédios, os americanos agora temem que os terroristas ataquem com as mesmas estratégias capazes de derrubar os ursos: armas químicas e biológicas. A essa dupla, soma-se o perigo nuclear.
A vida dos terroristas ficaria muito mais fácil se alguma nação se dispusesse a ajudá-los. O Paquistão, por exemplo, possui entre 20 e 50 armas nucleares, e países como o Iraque talvez tenham um estoque de poderosos artefatos químicos e biológicos. As organizações poderiam também contar com o apoio de especialistas em armamentos das antigas repúblicas soviéticas, muitos desempregados ou com o paradeiro desconhecido. “As possibilidades são muitas. Cedo ou tarde eles desenvolverão armas de destruição de massa”, afirma Ackerman. Por enquanto, os ataques são suficientes para cumprir pelo menos um dos objetivos terroristas: espalhar o pânico.
Atenta aos riscos, a Organização Mundial de Saúde recomendou a todos os países que se preparem para atentados químicos e biológicos. As medidas incluem melhorar o sistema de saúde, aumentar a vigilância, traçar planos de emergência para uma resposta rápida, com a cooperação de diversas nações. Se cumprirmos essas metas, estaremos protegidos não só dos grupos extremistas, mas também contra as nossas próprias catástrofes naturais. Isso é algo que o urso não pode fazer por si mesmo.

9578 – Números Paradoxais: Menos atentados, mais mortes


Em 1998, o mundo registrou dois recordes. Foi o ano em que houve menos atentados terroristas internacionais desde que o Departamento de Estado americano começou a colecionar estatísticas. Mas não houve motivos para comemorar. Aquele mesmo ano registrou o maior número de mortes em atentados desse tipo em toda a história. Esse fato sinalizou uma tendência: há cada vez menos atentados (na década de 80, eram pelo menos 600 a cada ano) e morre cada vez mais gente (nos anos 80, as vítimas raramente passavam de algumas centenas). Em 1999 e 2000, o mundo suspirou aliviado com a expectativa de que a tendência tivesse se revertido: houve um número significativamente mais baixo de mortes. Mas 2001 com certeza acabou com o otimismo. Só em 11 de setembro, morreu quase tanta gente quanto em 1998 inteiro.

3922 – 11 de Setembro – O dia que a Terra Parou


Da Folha para o ☻Mega e de NYC para o mundo

2.606 pessoas que estavam nas duas torres do World Trade Center morreram nos atentados. Veja mais números do 11 de Setembro

11h28 A torre norte do WTC desmorona após pegar fogo por 1h40min

11h24 A FAA, autoridade aérea dos EUA, redireciona todos os voos chegando do exterior para o Canadá

Presidente Bush lançou “guerra ao terror” após ataques de 11/09. Leia mais

11h22 Em Washington, os departamentos de Estado e de Justiça são esvaziados

Militar que estava no Pentágono diz em entrevista à Folha que EUA não estavam preparados para os atentados.Leia a reportagem

Reforma do Pentágono após os ataques custou US$ 500 milhões. Leia mais

11h15 O anel E do Pentágono, área atingida pelo voo 77, desmorona

11h13 A sede da ONU é esvaziada

11h08 Agentes da CIA armam-se e preparam-se para proteger a Casa Branca
11h03 O voo 93 cai em um campo aberto em Shanksville, Somerset County, na Pensilvânia, depois de os passageiros tentarem retomar o controle do avião dos sequestradores

O desabamento da torre sul do World Trade Center durou dez segundos

11h00 O outro sequestrador responde: “Sim, derrube, derrube”

11h00 Percebendo que não conseguiriam continuar com o controle do voo 93 da United Airlines, o terrorista que pilota a aeronave pergunta: “É isso? Vamos acabar com tudo?”

10h59 A torre sul do WTC desaba, após pegar fogo por 56 minutos

A estrutura da torre sul começa a ruir

10h57 Os passageiros do voo 93 lutam contra os terroristas para tentar retomar o controle da aeronave

Bush assiste à TV enquanto fala ao telefone com o prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, e com o governador George Pataki, a bordo do avião presidencial Air Force One

10h54 O presidente Bush deixa a Flórida

A temperatura nos incêndios do World Trade Center chegou a 1.260 ºC

10h52 A Agência de Segurança Nacional intercepta ligação telefônica entre alguém ligado a Osama bin Laden, no Afeganistão, e uma pessoa na República da Geórgia informando que tinha boas notícias e que outro alvo ainda seria atingido; foi o primeiro indício de participação de Bin Laden nos ataques

430 empresas estavam sediadas nas torres atingidas do World Trade Center

10h45 O Congresso americano e a Casa Branca são esvaziados

10h42 A Administração Federal da Aeronáutica dos EUA (FAA, na sigla em inglês) fecha o espaço aéreo dos EUA e determina que as 4.500 aeronaves em voo pousem no aeroporto mais próximo

10h41 O fotógrafo Richard Drew, da Associated Press, registra a queda de um homem da torre norte do WTC, na fotografia “The Falling Man”, que ficaria conhecida em todo o mundo

125 pessoas que estavam no Pentágono morreram com a colisão do voo 77

10h39 O então presidente George W. Bush convoca uma reunião com membros do gabinete de segurança nacional, com a presença do vice-presidente, Dick Cheney, e do governador do Estado de Nova York, George Pataki
10h37 O voo 77 da American Airlines colide com o Pentágono 10h36 Agentes do serviço secreto retiram o vice-presidente Dick Cheney e seus assessores de seu gabinete e o levam para um bunker da época da Guerra Fria, no subsolo da Casa Branca

10h35 Bush sai da escola em Sarasota, na Flórida, e segue para o aeroporto

10h34 O serviço secreto é informado de que uma aeronave estava voando em direção à Casa Branca

10h00 Peter Hanson, no voo 175, fala novamente com o pai: “O avião está fazendo movimentos bruscos. Acho que eles querem ir para Chicago ou algum lugar e jogar o avião contra um prédio. Não se preocupe, pai. Se isso acontecer, vai ser muito rápido. Meu Deus, meu Deus!”

10h00 Todas as pontes e túneis de Manhattan são fechados

10h00 A American Airlines cancela todas as outras decolagens da companhia

9h46 O voo 11 se choca com a torre norte do World Trade Center, entre os andares 93 e 99, a aproximadamente 790 km/h

9h44 A aeromoça Betty Ong, do voo 11, entra em contato com o centro de controle: “Alguma coisa está errada. Estamos descendo rapidamente. Estamos voando baixo. Estamos voando muito, muito baixo. Estamos voando baixo demais. Oh, meu Deus, estamos voando baixo demais”

Em algum momento entre 9h42 e 9h46, os terroristas iniciam os ataques no voo 175, com facas e spray de pimenta; os dois pilotos são assassinados

Quatro terroristas estavam no voo 93

9h42 O voo 93 da United Airlines, um Boeing 757 com 44 pessoas a bordo, decola de Nova Jersey com destino a São Francisco

9h38 A Administração Federal da Aeronáutica dos EUA (FAA, na sigla em inglês) notifica ao Comando de Defesa Aérea da América do Norte que existe uma suspeita de sequestro do voo 11

Leia a história dos atentados contada em quadrinhos a pedido da Folha

9h26 Após voar de forma descontrolada, a aeronave do voo 11 muda de rumo

9h24 Em uma tentativa de se comunicar com a cabine do voo 11, o sequestrador Mohammed Atta entra em contato por engano com o centro de controle aéreo e diz: “Temos alguns aviões. Apenas fiquem quietos e vocês ficarão bem. Estamos voltando para o aeroporto”

9h20 O voo 77 da American Airlines, um Boeing 757 com 64 pessoas a bordo, decola do aeroporto de Dulles, em Washington, em direção a Los Angeles

Gravações revelam drama da aeromoça Betty Ong no voo 11

9h19 A aeromoça Betty Ong, do voo 11, alerta a American Airlines via AirPhone: “A cabine não responde. Alguém foi esfaqueado na classe executiva. Acho que estamos sendo sequestrados”

9h14 No voo 11, os terroristas começam o sequestro do avião

9h14 O voo 175 da United Airlines, um Boeing 767 com 65 pessoas a bordo, entre elas cinco terroristas, decola de Boston com destino a Los Angeles

3703 – Mega Personalidades – John Fitzgerald Kennedy


Presidente John Fitzgerald Kennedy, deu nome ao Aeroporto Internacional de N. York

(Brookline, 29 de maio de 1917 — Dallas, 22 de novembro de 1963) foi um político norte-americano, o 35° presidente de seu país (1961–1963) e uma das grandes personalidades do século XX. Sua morte violenta, no auge da carreira política, abalou o mundo inteiro, desencadeando um extenso período de turbulência na política e na sociedade norte-americana.
Sua família era de ascendência irlandesa e tradicionalmente católica. Kennedy era filho de Joseph P. Kennedy. Formou-se em Relações Internacionais na Universidade de Harvard em 1940. Serviu na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial, sendo ferido na Batalha de Guadalcanal em 1943. Condecorado por bravura, afastou-se do serviço militar por problemas na coluna vertebral. Ainda quando jovem, participou do Movimento Escoteiro.
Vida e carreira política
Em 1946, foi eleito pelo Partido Democrata como deputado federal pelo estado de Massachusetts. Reeleito em 1948 e 1950. Em 1952, ganhou de Henry Cabot Lodge Jr., do Partido Republicano, a vaga de seu estado no Senado Federal.
Kennedy casou-se em 12 de setembro de 1953 com Jacqueline Bouvier com quem teve 4 filhos, Caroline, John F. Kennedy, Jr., uma filha nati-morta e outro que morreu com dois dias de vida. Nessa época, sofreu duas cirurgias para correção de problemas na coluna vertebral, vindo a quase falecer, recebendo duas vezes o ritual de extrema-unção.No início de 1960, Kennedy declarou-se candidato democrata às eleições presidenciais daquele ano. Vencedor de todas as primárias, Kennedy foi designado pelo Partido Democrata como candidato à Presidência, escolhendo para compor sua chapa o senador Lyndon B. Johnson, do Texas. O oponente republicano era o então vice-presidente, Richard Nixon. A 8 de novembro de 1960, após uma disputadíssima campanha, Kennedy vence por uma diferença de 112 881 votos, numa das eleições mais apertadas da história americana: 0,2% dos votos. Muitos atribuem a vitória de Kennedy a forma como aparecia na recente televisão, o carisma e a jovialidade eram passados com convicção. Kennedy foi o primeiro presidente dos Estados Unidos nascido no século XX.
Tão logo assumiu a presidência, teve que enfrentar uma crise causada pela invasão de Cuba por exilados cubanos com o auxílio da CIA. Assumiu a responsabilidade pelo fracasso, mas manteve a popularidade. Em junho teve seu primeiro encontro com o premier soviético, Nikita Krushchev, em Viena. Dois meses depois o Muro de Berlim foi construído. 1962 foi um ano turbulento. A crise dos Mísseis em Cuba quase levou o mundo a um conflito nuclear, mas Kennedy já mais entrosado com o poder, agiu com firmeza e ganhou admiração mundial. O conflito no Vietnã começou a se agravar e Kennedy enviou consultores militares para o sudeste asiático.
Foi um dos principais líderes mundiais do século XX e seus discursos gravados até hoje causam emoção ao serem vistos. Sabia utilizar a mídia e tinha o dom da oratória.
Kennedy foi o presidente dos Estados Unidos que lançou o desafio de chegar a Lua em uma década, que resultou no Projeto Apollo. No famoso discurso em 1961 Kennedy lançou o desafio de “enviar homens a Lua e trazê-los de volta a salvo”.
Morte
No verão de 1963, Kennedy preparava-se para iniciar a sua campanha para uma eventual reeleição nas eleições de 1964. As perspectivas eram boas, visto que o candidato republicano deveria ser o senador Barry Goldwater, um conservador bastante extremista e impopular. Porém, no estado do Texas, que era de fundamental importância, a administração estava perdendo popularidade para os republicanos. Foi então programada uma visita do presidente às principais cidades do estado em 21 e 22 de novembro.
Tendo visitado San Antonio, Houston e Fort Worth, Kennedy vai a Dallas, desfila em carro aberto, e encontra uma multidão entusiasmada. Ao meio-dia e meia do dia 22 de novembro, passando pela Dealey Plaza, Kennedy é atingido por dois tiros, um no pescoço (que também atinge o Governador do Texas John Connally) e outro fatal na cabeça. Jackie Kennedy que estava ao seu lado, sobe em desespero na traseira do carro em movimento. Kennedy morreu em menos de trinta minutos depois do atentado. Um ex-fuzileiro naval, Lee Harvey Oswald, de 24 anos, que trabalhava num depósito de onde foram vistos os disparos, foi detido e acusado pelo homicídio de Kennedy. No dia 24, quando Oswald seria transferido para outra prisão, acabou por ser também assassinado por Jack Ruby, ligado à Máfia americana e portador de uma doença terminal. Ele está sepultado no Cemitério Nacional de Arlington, ao lado da esposa Jacqueline Kennedy Onassis.

África – O assassinato de um ditador no Congo


Laurente Kabila não deixou saudade. Ele foi morto a tiros num misterioso ataque ao palácio presidencial em Kinshasa, a capital do país. O governo tentou esconder o fato. Primeiro se limitou a anunciar que fora apenas ferido num atentado. Só 2 dias depois a TV estatal anunciou a morte do dirigente. A história do Congo é uma história de pilhagem. Primeiro pelos balgas, depois pelos próprios africanos. Por 30 anos, o país rebatizado de Zaire foi roubado por Mobutu. O governo do finado Kabila controla a metade sudoeste e grupos rebeldes são donos de outra metade. Acordos de paz não são cumpridos. A carnificina já custou a vida de pelo menos 1,7 milhão de pessoas, além do êxodo de refugiados. 52 Milhões de congoleses vivem na miséria absoluta, fruto de décadas de exploração das elites e corrupção sistemática das autoridades. Em 1998, a renda per capita era de 110 dólares ou 2,5% a do índice brasileiro. Já falamos de epidemias de AIDS e ebola, ainda sem controle. A expectativa média de vida na região é de 52 anos. Suspeita-se que Kabila tenha sido morto por guarda-costas. Ele chegara ao poder em 1997 e se transformou numa vesão vulgarizada de Mobutu, que já citamos, este, canalizava os lucros das estatais diretamente para suas contas no exterior e permitia, as vezes, que militares revoltados com soldos baixos, saqueassem as próprias ciadades do Congo. Ele foi deposto e morreu no exílio no Marrocos em 1997. Kabila era um pacato comerciante de ouro, quando foi escolhido para liderar uma campanha militar. Guerrilheiro maoísta, teve um breve contato com Che Guevara. O líder cubano não teve boa impressão. “Nada leva a crer que Kabila seja o homem certo”, escreveu em suas memórias. Ele gostava demais de bebidas e mulheres. Após assumir, baniu os partidos políticos, nomeando familiares e amigos para os cargos de comando.

WTC – O que aconteceu no dia dos atentados


Em S. Francisco, a Ponte Golden Gate foi cercada pela polícia e o tráfico foi imterrompido. Em Los Angeles a cidade entrou em estado de alerta máximo, com toque de recolher. A Academia Nacional de Artes Gravadas e Ciências cancelou a entrega do Grammy Latino Americano. Os Parques Disney da Califórnia e Flórida também foram evacuados, a Casa Branca e Washington também, por meio de carros blindados, embaixadas idem. Pela primeira vez na história, todo o espaço aéreo americano foi fechado e todos os vôos cancelados. Na Flórida, a NASA fechou o Centro Espacial, o metrô de NYC também parou. Estima-se que viviam 300 mil brasileiros em NYC.
Desmoronamento do WTC – Prejuízo Monumental
Rombo de 20 bilhões de dólares para as seguradoras – Somemente com indenizações com o WTC foram 1,5 bilhão de dólares. As maiores cifras até então foram a explosão da plataforma Piper Alpha, no Reino Unido em 1988, 3 Bilhões. O prejuízo causado pelo Furacão Andrew em 1992 foi de 20 bilhões. As cifras registradas após o conflito racial em Los Angeles no mesmo ano alcançaram 775 milhões. Com isso, as taxas cobradas para a renovação das apólices subiram.
Mais sobre o atentado ao WTC – Recessão Detonada?
Mais miséria e recessão? Era só o que faltava, mas o temor dos especialistas felizmente não se concretizou.

•No Chile, o pregão da bolsa paralisou, ficando -1,59. No Canadá a bolsa de Toronto ficou em -4,03, Buenos Aires -5,18, México -5,55, S. Paulo -9,17; Lisboa -4,35; em Frankfurt a bolsa fechou 45 minutos antes de seu horário normal devido a informações de que haveria bomba no local. Mesmo sem a elevação do preço do petróleo, a economia mundial era vulnerável e as condiçãoes do mercado preocupantes, entretando, não houveram danos mais graves na economia brasileira.
☻Mega Opinião – Uma guerra ao abstrato
Os EUA pretendiam capturar Osama Bin Laden, o suspeito n°1 pelos atentados, ainda foragido, mas é óbvio que essa medida por si só não vai solucionar o problema do terrorismo, cujas causas são bem profundas. As ações terroristas são de difícil combate, já que trata-se de desconhecidos que planejam e agem secretamente.

Mega Massacre – Negligência no mundo desenvolvido permitiu genocídio na África


Em 1994 os presidentes Hutus de Ruanda e de Burundi foram mortos por um míssil que atingiu o avião que viajavam. Apesar da autoria do ataque ser desconhecida, o governo ruandês identificou seu inimigo e lançou uma intensa campanha de acirramento de ódio racial que culminou em 7 de abril com a conclamação da população em dizimar seus rivais étnicos, os tutsis, e os hutus moderados que se opunham ao uso da violência. Cerca de 1 milhão de pessoas foram mortas, a maioria a golpes de facões e clavas desferidos por civis. Há indícios que os principais governos mundiais sabiam da iminência do conflito, mas não tomaram providências.