13.590 – Automobilismo – Mistério sobre estado de Schumacher só aumenta


shumaker

Em dezembro de 2013 que o maior vencedor da história da categoria, Michael Schumacher, sofreu um grave acidente de esqui.
O alemão teve uma lesão traumática cerebral ao bater a cabeça em uma rocha enquanto esquiava com o filho Mick e um grupo de amigos, na região de Grenoble, perto da fronteira entre a França e a Suíça.
Schumacher ficou em coma induzido por seis meses, até ser liberado para voltar para casa, em setembro de 2014. Desde então, está em tratamento em sua casa nos arredores de Genebra, na Suíça.
Apenas os amigos mais próximos estiveram com Schumacher nestes quatro anos, e eles evitam falar sobre o assunto. Mesmo nos bastidores da Fórmula 1 não se comenta sobre a situação médica do ex-piloto.
Embora seja grande o esforço da família e da agente de Schumacher, Sabine Kehm, para manter o sigilo sobre a situação do alemão, muito já foi dito -e uma das tentativas de furar este bloqueio acabou até em morte, quando um homem acusado de ter roubado o prontuário médico e tentado vendê-lo a publicações europeias cometeu suicídio na prisão.
A última informação falsa é da existência de um vídeo que teria registrado o momento do acidente. As imagens foram postadas nas mídias sociais e estão sendo usadas para direcionar os usuários a anúncios virais.
Na imprensa, cada vez menos boatos sobre Schumacher são ventilados, até em função do cerco fechado da família, que processou publicações especialmente na Alemanha. Na última onda de notícias, comentava-se sobre uma possível transferência para os Estados Unidos, em um centro especializado em traumas cerebrais no Texas, o que nunca foi confirmado.
Tentando manter-se longe das especulações, a família oficializou recentemente a criação de uma iniciativa sem fins lucrativos para “usar o espírito de luta de Michael para inspirar pessoas”. Para começar, os fãs podem escolher imagens para criar um mosaico de uma foto do GP do Japão de 2001, quando o alemão conquistou seu primeiro título pela Ferrari.
A fundação tem como base uma frase do próprio Schumacher, de 2007. “Sempre acreditei que você jamais deveria desistir e que deveria continuar lutando mesmo que houvesse apenas uma chance mínima”.
Aos poucos, enquanto progride em sua carreira no automobilismo, seu filho Mick também tem aparecido com mais frequência na mídia. Ele marcou presença no paddock da Fórmula 1 no GP da Bélgica deste ano, em uma homenagem ao pai, dando uma volta no circuito de Spa-Francorchamps com a Benetton com a qual Michael conquistou sua primeira vitória na categoria, em 1992. (Folhapress)

12.875-Em caso de acidente, carro autônomo da Mercedes já sabe a quem sacrificar


carro-inteligente
Um dos dilemas mais antigos em torno da tecnologia de carros que dirigem sozinhos ganhou uma resposta da Mercedes. No caso de um possível acidente em que o veículo precisa decidir se atropela alguém na rua ou sacrifica o seu ocupante, qual dos dois ele deve “matar”?
O dilema é complexo porque, até hoje, nenhuma empresa quis se manifestar a respeito. Se o carro for programado para sacrificar o ocupante, a fabricante ganha má reputação. Mas se for programado para proteger o ocupante e matar qualquer um na rua, ganha má reputação do mesmo jeito. Qualquer que seja a decisão do carro, alguém vai morrer. E como você responsabiliza uma máquina por um homicídio?
Christoph von Hugo, gerente de tecnologias de assistência artificial a motoristas da Mercedes – ou seja, o responsável por projetos de caros autônomos na empresa – deu sua opinião sobre o tema, em entrevista ao site Car and Driver durante a Paris Motor Show, popular evento para o mercado automobilístico na França.
“Um carro autônomo identifica um grupo de crianças correndo para o meio da rua. Não há tempo para frear. Desviar delas fará com que o carro bata de frente com um caminhão de um lado ou caia de um precipício do outro lado, matando a todos os ocupantes”. Essa foi a situação apresentada a von Hugo, que hesitou, mas acabou respondendo o que os veículos da sua empresa fariam.
“Se você sabe que pode salvar ao menos uma pessoa, ao menos salve uma. Salve a pessoa dentro do carro. Se tudo o que você sabe com certeza é que pelo menos uma morte pode ser evitada, então essa é a sua prioridade”, disse o executivo.
Em outras palavras, os carros da Mercedes preferem sacrificar quem estiver na rua do que os seus ocupantes. Resta saber como os veículos de outras empresas, como Uber e Google, lidariam com a mesma situação, e qual, com o passar do tempo, se tornará a norma para esse tipo de caso.

9918 – O que acontece no corpo durante um afogamento?


A pessoa aspira muita água, que encharca os pulmões, causando asfixia, inconsciência e até a morte. O afogamento é a quarta causa de morte acidental em adultos e uma das três principais em crianças. Por ano, acontecem 500 mil afogamentos no mundo. Entre os adultos, metade dos acidentes está relacionada ao consumo de bebida alcoólica, enquanto na infância o afogamento ocorre por falta de vigilância dos pais. Falta de conhecimento do local de mergulho, excesso de confiança e exaustão ao nadar são outros motivos que provocam esse tipo de acidente.
No início do afogamento, a pessoa se debate, tentando se manter na superfície. Ela prende a respiração o quanto pode e aspira, sem querer, pequenas quantidades de água, o que provoca o fechamento da laringe, órgão situado entre a traqueia e a base da língua. Esse é um mecanismo de defesa do nosso corpo para que a água não inunde os pulmões.
Depois de alguns minutos, a laringe relaxa e a pessoa involuntariamente respira debaixo d’água, aspirando e engolindo grande quantidade de água. Parte do líquido vai para o estômago e o restante segue o mesmo caminho do ar: percorre a traqueia e chega aos pulmões, passando por brônquios, bronquíolos e alvéolos.
Com o pulmão encharcado, a troca gasosa (entrada de oxigênio e saída de gás carbônico) não funciona mais. A redução da taxa de oxigênio causa danos em todos os tecidos, principalmente nos que precisam de mais ar, como as células nervosas. O cérebro é gravemente lesionado e a pessoa fica inconsciente.
Depois de chegar aos alvéolos, a água entra no sangue e penetra nos glóbulos vermelhos, destruindo-os. Com isso, o potássio presente nessas células vaza para o plasma sanguíneo. Em concentração elevada, o potássio é fatal: ele acaba com a diferença de carga dentro e fora da célula, impedindo a transmissão dos impulsos nervosos e, assim, a contração muscular. Com isso, o coração pode parar de bater.

2196-Acidente – Estrutura obsoleta


Uma ponte de metal que cruzava o rio Mississippi, em Minneapolis, caiu na noite de 1º de agosto deste ano. Pelo menos sete pessoas morreram quando cerca de 50 carros caíram no rio ou se misturaram aos escombros 19 metros abaixo do nível da ponte. O acidente deixou mais de 80 feridos. Vai demorar um tempo para saber o que, exatamente, fez a ponte ruir. Construída em 1967, ela se assentava sobre um arco estrutural de metal. Seu desenho não é mais usado há décadas, porque uma única falha pode fazer com que a ponte inteira venha a baixo. Ela foi classificada como “estruturalmente deficiente”, condição que afeta 11% das pontes de metal do país. Por conta disso, ela passava por inspeções anuais desde 1993. No ano passado, sua estrutura foi classificada como em “condição ruim”. Está longe de ser a pior categoria. Numa escala que vai de zero a nove, recebeu nota quatro. Um zero acarretaria o fechamento da ponte. A famosa ponte do Brooklyn, em Nova York, também tem sua estrutura classificada como em “condição ruim”.

1481-Mega Memória – Acidente aéreo em Buenos Aires em 1998


Em pouco mais de um minuto, o Boeing 737-200 da Lapa acelerou na pista do Aeroparque de Buenos Aires, não conseguiu completar a decolagem completar a decolagem e espatifou-se contra um pequeno monte, explodindo em seguida.
A 250 km/h, o avião que deveria decolar, subiu alguns metros e voltou a pista. A turbina esquerda estava em chamas. O piloto tentou frear mas não conseguiu.
O avião seguiu por terra, quebrou a grade do aeroporto, passou por cima de um ponto de ônibus e de 3 carros que estavam na avenida.
Do outro lado da rua, o jato atravessou o estacionamento de um clube de golfe, invadiu o campo, batendo em duas máquinas de terraplanagem, perdeu velocidade e o fogo se alastrou.
O avião parou ao bater numa pequena elevação do campo de golfe. 37 das 100 pessoas a bordo conseguiram escapar pela fuselagem quebrada ou pela porta traseira, a única que abriu. Minutos depois o Boeing virou cinzas.

Sociedade – Desarmamento


A cada 7 horas ocorre no Brasil 1 acidente com arma de fogo que acaba em morte, de acordo com uma pesquisa da ONU publicada em 1998. As crianças são as maiores vítimas. Tal tragédia não se restringe a uma única classe social, atingindo ricos e pobres. Mas o problema é definido como negligência e não acidente, já que é uma situação de risco previsível. As armas dão falsa sensação de segurança. Segundo estudos estatísticos, quem está armado corre risco 56% maior em relação a quem está desarmado. A chance de um indivíduo inábil e sem treinamento, armado, evitar um roubo sem sair ferido é muito pequena. Estimativas das autoridades apontam para cerca de 4 milhões de armas ilegais só no estado de São Paulo, mesmo com uma recente campanha do governo para que se entregasse as armas recebendo indenização.

Crianças – Acidentes e Incidentes


As causas são as mais diversas como: pais cansados e irritadiços, mal estar da mãe em época de menstruação; pressa nas tarefas caseiras; criança cuidada por pessoa sem responsabilidade; em caso de viagem ou mudança, a criança pode ficar em estado de excitamento; tensão emocional e ansiedade.
Axfixiamento – Obstrução das vias respiratórias por corpos estranhos sólidos ou líquidos, espasmo da glote, choque elétrico, asma, falta de oxigênio por intoxicação por gases. O primeiro cuidado é aplicar imediatamente a respiração boca a boca.
Batidas na caneça: manter a criança em repouso uns 2 ou 3 dias sob observação. Se ela perder a conciência, chamar ajuda médica. A aplicação de gelo é trabalhosa e inoperante.
Choque elétrico – Tirar a criança da corrente elétrica com qualquer objeto não condutor jamais usando as mãos nuas.
Desidratação – O calor é propício ás infecções gastro intestinais. Higiene e aplicação de soro caseiro são os cuidados recomenados.
Envenenamento – O primeiro cuidado é diluir o veneno fazendo com que a criança ingira água ou leite para depois fazê-la vomitar para remover o veneno do estômago. Mas tal medida não se aplica nas seguintes substâncias: Soda, potassa, ácidos, derivados de petróleo, cânfora, veneno para rato, inseticida, loção após barba, esmalte, tinta de caneta, perfume, álcool, gel, água oxigenada, aspirina, laxativos, iodo, colírio, tranquilizantes, vitaminas, remédios para emagrecer, remédio de coração, elixir paregórico, tinat ed cabelo. No caso de vômito as substâncias citadas constituem perigo de perfuração das mucosas.
Outros incidentes comuns são: ferimentos leves, fraturas, hemorragias, insolação, mordida animal. No caso de cobra venenosa , trabalhar rapidamente. Fazer um torniquete e levar a criança imediatamente ao hospital.

Mega Memória – Astronáutica – Acidente com a Challenger



O programa espacial americano sofreu baixas fatais em vôo de 28 de janeiro de 1986, o mesmo ano do lançamento da estação russa Mir e do acidente nuclear de Tchernobyl; 7 membros da lançadeira espacial Challenger foram mortos em consequência da explosão de um tanque de combustível, 73 segundos após a decolagem. Antes do acidente, o programa havia completado 24 missões, incluindo uma em janeiro de 1986. A ainda URSS lançara 2 sondas não tripuladas, Vega 1 e Vega 2, para observar o Cometa de Halley em março de 1986 e a Sonda Voyager 2, da NASA, enviou fantásticas fotos de Urano e seus anéis e satélites. Os EUA colocaram em órbita em 1985 e 1986; doze satélites de comunicações comerciais, um dos quais precisou de um reparo, efetuado em um dos últimos vôos. Cosmonautas soviéticos estiveram durante 5 meses, ainda em 1985, na Estação Espacial Salyut 7, mas retornaram à Terra porque um tripulante adoeceu. O 1 vôo de uma lançadeira em 1985 realizou-se de 24 a 27 de janeiro. Era uma missão secreta com a Discovery. Voou novamente entre 19 dse abril e colocou em órbita uma carga comercia: 2 satélites de comunicação. O Spacelab 3 foi levado ao espaço em 29 de abril de 1985, no compartimento de carga da Challenger para ser usado em extensas pesquisas científicas sobre a vida no espaço, a serem realizadas pelos seus 7 tripulantes, entre eles, um especialista em medição de energia; regressou à Terra em 6 de maio. O Leadsat 3, que desde abril girava em órbita sem funcionar , foi reparado por James Van Hofteme e William Fisher, durante um vôo da Discovery. Caminharam no espaço para reparar a fiação do satélite e ligar mecanismos que não estavam funcionando automaticamente. A lançadeira Atlantis, estreiou no espaço com uma missão do Departamento de Defesa dos EUA de 7 a 8 de outubro com uma tripulação de 5 pessoas, entra elas, um especialista em carga útil da Força Aérea americana. Nenhum dos dados telemétricos da Challenger monitorados na sala de lançamento do Centro Espacial Kennedy, na Flórida e no centro de controle da missão em Houston, Texas acusava qualquer falha quando a nave decolou no complexo de lançamento 39-B a 28 de janeiro de 1986. Cerca de 73 segundos após a partida, contudo, o tanque externo de combustível explodiu, formando uma bola de gás inflamado. No momento seguinte, a Challenger estava em pedaços e toda a tripulação morta. Após uma análise de várias semanas de destroços recuperados, os funcionários da NASA declararam que a provável causa teria sido uma falha na junta inferior do foguete auxiliar de combustível sólido da direita. Quando a junta cedeu, o foguete propulsor direito se desprendeu e rompeu o enorme tanque externo de combustível, carregado de oxigênio e hidrogênio líquidos que são extremamente voláteis. O tanque explodiu e a própria Challenger, despedaçada, caía no Oceano Atlântico, a 14,3 km da costa. Os técnicos fabricantes dos foguetes propulsores haviam advertido que as vedações poderiam falhar, em particular com o frio intenso e suas advertências haviam sido desprezadas.

Acidente Aéreo – Pegue carona na cauda do Comet



Ele foi o primeiro jato comercial da história, o Comet, fabricado em 1949 pela Havilland e que veio para resolver os problemas de conforto privacidade e segurança de seus antecessores de hélice. Com 4 turbinas e o comprimento de um Boeing 737 atual, o Comet causaria um impacto que só seria igualado ao Concorde, o supersônico lançado na década de 1970. O Comet, assim como o Concorde, foi aposentado por causa de acidentes. O Concorde pegou fogo na decolagem em 2000 na França e os modelos Comet se desintegravam em pleno ar a luz do dia, em perfeitas condições meteorológicas. Após longa investigação constatou-se que a culpa era das janelas panorâmicas. Vidro e metal reagem diferente as pressões aerodinâmicas, fazendo com que o avião se desintegrasse. Em 1991, um Boeing 767 da Lauda Air caiu na Tailândia depois que, sem explicação aparente, os reversos se abriram em pleno vôo. A investigação mostrou que o avião perdeu altitude em uma turbulência e o computador interpretou o fenômeno como um pouso acionado por freios.

Acidente em Congonhas – Airbus 320-Cronologia


Cronologia 17h16- O vôo JJ 3054 da TAM decola do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, em uma aeronave Airbus A320. 18h50 – A aeronave não consegue realizar a manobra na pista e derrapa.
O avião atravessa a avenida Washington Luis, colide com o depósito de cargas da TAM e provoca um incêndio no local. 19h13 – Os Bombeiros chegam ao local para tentar controlar o fogo. 19h20 – A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirma que 176 pessoas estavam a bordo.- 20h14 – TAM divulga nota oficial sobre o acidente. 20h23 – Familiares que estavam no Aeroporto Salgado Filho a espera de informações se desesperam e segurança precisa ser reforçada. 20h24 – Os bombeiros retiram o primeiro corpo do local. 20h25 – Aeronáutica começa a apuração das causas do acidente. 20h37 – Seis vítimas são retiradas com vida do local. Elas apresentam queimaduras graves. 20h40 – Surge a suspeita de que um deputado do Rio Grande do Sul estaria no vôo. 20h45 – Um controlador da torre de Congonhas informa que os pilotos receberam um aviso sobre as condições da pista do aeroporto, que estava escorregadia devido à chuva. 20h50 – O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, chega ao local do acidente. 20h55 – Três vítimas que estavam no prédio da TAM são atendidas em hospital. 21h03 – Testemunha afirma que avião teria pousado com a asa inclinada. 21h14 – A Secretaria estadual de Saúde confirma que oito vítimas foram socorridas com vida. 21h19 – TAM divulga segunda nota sobre o acidente. 21h25 – A Polícia Militar afirma que ainda há riscos de explosões na área do acidente. 21h29 – O governador do Estado de São Paulo, José Serra, chega ao local do acidente. 21h37 – TAM confirma que o Airbus A320 levava 176 . 22h01 – Os agentes do Instituto Médico Legal (IML) começam a fazer a retirada dos corpos e alguns carros do IML estão deixando o local do acidente. 22h17 – Quinze homens da Tropa de Choque da Polícia Militar chegam ao Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, para reforçar a segurança do local. Familiares tentaram invadir três vezes o setor de informações da empresa. 22h20 – O comandante da Aeronática, brigadeiro Juniti Saito chega ao Aeroporto de Congonhas. 22h25 – Quatro hospitais se mobilizam para atender as vítimas. 22h46 – TAM divulga terceiro comunicado oficial dizendo que informará o nome das vítimas primeiro para as famílias. 22h46 – O governador de São Paulo, José Serra, afirma que as chances de sobreviventes é quase zero. 23h02 – O presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, chega ao aeroporto de Congonhas. 23h03 – Serra diz que os bombeiros informaram que a temperatura do avião teria chegado a 1.000º C. 23h15 – Seis corpos estão no Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo. Quinze legistas foram acionados para ajudar os funcionários do instituto na identificação dos corpos. 23h25 – O governador de São Paulo afirma que a tragédia era anunciada, poderia ser imaginado com antecedência. 23h25 – O governo federal decreta três dias de luto oficial pelas vítimas do acidente. 23h29 – O incêndio continua. 23h41 – Trinta corpos carbonizados são retirados do edifício atingido pelo avião. 23h42 – O deputado Júlio Redecker é confirmado como um dos mortos no acidente. 23h42 – A Justiça de Porto Alegre está tentando uma medida para obrigar a TAM a liberar a lista de nomes dos passageiros do vôo JJ 3054. 23h49- Começa a remoção de corpos no local do acidente. Os bombeiros entram nos locais onde estão boa parte das ferragens do avião. 0h13 – Chegaram ao local do acidente o Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Ronaldo Marzagão, e o chefe da Polícia Civil, Mário Jordão de Toledo Leme. 0h16 – O coordenador da Defesa Civil de São Paulo, Jair Paca de Lima, afirmou que 27 residências foram interditadas em um raio de dois mil metros do local do acidente. 0h24 – O capitão do Corpo de Bombeiros Mauro Lopes disse que foram retirados de dentro do avião 25 corpos carbonizados. 0h31 – A Secretaria de Segurança de São Paulo divulgou o número oficial de 40 mortos. 0h42 – A TAM divulga os nomes das pessoas que estavam no avião. 0h58 – Familiares em Porto Alegre se revoltam com falta de informações. 1h11 – Familiares pedem TV para acompanhar a divulgação dos nomes por uma emissora de TV já que a TAM não divulga oficialmente a lista para os parentes. 1h14 – Novo risco de desabamento no prédio da TAM preocupa bombeiros. 1h18 – Um oficial de Justiça chega ao Aeroporto Salgado Filho com uma liminar para exigir a liberação da lista dos passageiros. 1h20 – O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), chega ao aeroporto. 1h44 – TAM divulga a lista completa das pessoas que estavam a bordo do Airbus A320. 1h47 – O capitão do Corpo de Bombeiros confirmou o número oficial de 39 corpos retirados da aeronave. 2h38 – A TAM vai disponibilizar suporte necessário para que as famílias dos passageiros do vôo JJ 3054 viajem de Porto Alegre a São Paulo para agilizar. 2h59 – A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) divulgou nota na madrugada desta quarta-feira lamentando o acidente com o Airbus da TAM. 3h50 – A caixa-preta do avião é encontrada.

Mega Catástrofes – Acidente em Congonhas


Mega Catástrofes – Acidente em Congonhas

•31-10-1996 – O Fokker 100 da Tam que fazia o vôo 402 entre SP e RJ, caiu no Jabaquara após decolar em Congonhas. O total de vítimas fatais foi 99. Foram também atingidos prédios e casas.
•5-11-1996 – As primeiras indenizações começaram a ser pagas pelo Unibanco Seguros.
•2-11-1996 – Foi aberta a caixa preta, que mostrou que o reverso direito, que é uma espécie de ré da turbina, usado como freio nos pousos, estava destravado desde que o avião ligou os motores.
•06-07-1997 – A Aeronáutica reconheceu pela primeira vez a falha no projeto do Fokker. O acionamento do reverso possibilitou a falha que colaborou com a queda do avião.
•11-12-1997 – A Aeronáutica divulgou oficialmente um relatório isentando a Tam de responsabilidade e apontando o principal responsável como sendo a fábrica holandesa Fokker, por deficiências no projeto do Avião. O piloto também teria falhado. A partir daí, a Tam vem sendo condenada a pagar diversas outras indenizações.

Aviação–Conhecendo o Airbus A320 do acidente de Congonhas


A 320 da Tam

É um terceiro filho no consórcio multinacional Airbus Indústrie, cujos A300 e A310 transportam 200 mil passageiros por dia com mil decolagens a cada 70 segundos pelo mundo afora. Ao contrário do supersônico francês, o Concorde, descrito como o maior fiasco da indústria ocidental, o A320 foi o aparelho que mais encomendas teve, antes mesmo de levantar vôo. Nele, dúzias de painéis, com mostradores rotativos foram eliminados e apresenta painéis com telas onde a informação aparece de maneira clara e em cores vivas. Parte de seu material é de fibra de carbono, reduzindo 18% do peso e economizando 600 mil dólares emj cada aparelho. O pesado aparato mecânico foi trocado por um afiado sistema de controle eletrônico. O projeto fora dividido em 5 fatias principais, cada uma desenvolvida por uma das 5 associadas. Uma infinidade de cálculos, ajustes e correções antecedeu o sinal verde para a construção do protótipo, que foi testado em vôo real, sem simulador.

A Maior Explosão Antes da Era Atômica


Em 6 de dezembro de 1917, um acidente quebrou a rotina da cidade de halifax, no Canadá. As 8h45, dois cargueiros colidiram. O francês Mont Blanc carregava mais de 2500 toneladas de explosivos. Um incêndio ocorreu no convés e o navio queimou por 20 minutos e depois explodiu como uma imensa granada. Fragmentos incandescentes voaram em todas as direções, destruindo 1630 casas e matando 1700 pessoas. A explosão foi estudada pelo físico americano JR Openheimer, que mais tarde contribuiria para fabricar uma explosão ainda maior: a da primeira bomba atômica.

Mega Memória -Festejos – Acidentes com fogos de artifício


Que faz mal para o bolso, já se sabia. Na virada do milênio, a praia de Copacabana no RJ foi palco da maior festa de reveilon no Brasil. Ano vem, ano vai e tudo ficava na mesma, mas dessa vez, depois do caso “bateau Much” em 1989, do qual ainda falaremos, uma explosão deixou 39 feridos numa multidão de mais de 2 milhões de pessoas que assistiram ao espetáculo pirotécnico. Uma das bombas explodiu a 2 metros do chão, com efeito devastador de uma granada. Um mecânico teve queimaduras e a traquéia perfurada. Foi medicado com pomada e liberado. Morreu do dia 1° no Hospital Miguel Couto. Em São Paulo huve pancadaria para variar. Os inquéritos policiais acabam dando em nada.

Mega Memória – Acidente


Uma ponte de metal que cruzava o rio Mississippi, em Minneapolis, caiu na noite de 1º de agosto deste ano. Pelo menos sete pessoas morreram quando cerca de 50 carros caíram no rio ou se misturaram aos escombros 19 metros abaixo do nível da ponte. O acidente deixou mais de 80 feridos. Vai demorar um tempo para saber o que, exatamente, fez a ponte ruir. Construída em 1967, ela se assentava sobre um arco estrutural de metal. Seu desenho não é mais usado há décadas, porque uma única falha pode fazer com que a ponte inteira venha a baixo. Ela foi classificada como “estruturalmente deficiente”, condição que afeta 11% das pontes de metal do país. Por conta disso, ela passava por inspeções anuais desde 1993. No ano passado, sua estrutura foi classificada como em “condição ruim”. Está longe de ser a pior categoria. Numa escala que vai de zero a nove, recebeu nota quatro. Um zero acarretaria o fechamento da ponte. A famosa ponte do Brooklyn, em Nova York, também tem sua estrutura classificada como em “condição ruim”.