14.262 – Colonização da Lua


lua colonização
Como vimos num artigo anterior

Para criar uma instalação sustentável de produção de ar respirável na Lua, a Agência Espacial Europeia (ESA) lançou seu protótipo de usina de oxigênio para começar a produzir o elemento a partir de pó lunar.
O protótipo atual deverá ser aperfeiçoado, cuja temperatura de operação deverá ser reduzida e o design diminuído para criar uma versão portátil do sistema que poderia um dia ser lançado na Lua.
Verificou-se que o regolito lunar (rocha lunar) é extremamente útil para planos de colonização humana, uma vez que o elemento é composto por 40 a 45% de oxigênio.
Extração de oxigênio
No protótipo, a extração de oxigênio é feita por eletrólise de sal fundido, onde as rochas lunares são colocadas em uma cesta de metal com sal de cloreto de cálcio que é aquecido a 950 graus Celsius. Nessa temperatura, o regolito permanece sólido e se transforma em ligas de metal utilizáveis.
Os pesquisadores agora também estão explorando possíveis usos futuros para essas ligas metálicas, inclusive em impressoras 3D lunares para construir peças para bases lunares ou potencialmente até mesmo para naves espaciais.
O projeto da NASA de colonizar Marte até 2030 poderia ser muito facilitado se, antes, fosse estabelecida uma colônia na Lua, que serviria como base funcional para explorações no Planeta Vermelho. A única coisa que impede, no entanto, é o orçamento limitado da NASA para implementá-lo.

Mas, segundo afirmou o astrobiólogo Chris McKay em artigo publicado na revista Popular Science, em 2022 e com US$ 10 bilhões – mais barato do que um único porta-aviões dos Estados Unidos – a Terra já poderia criar uma pequena colônia na Lua.

“A grande vantagem é que as novas tecnologias, algumas até nem tem a ver com o espaço – como carros autônomos e banheiros de reciclagem de resíduos – serão incrivelmente úteis no espaço e estão reduzindo o custo de uma base lunar”, declarou.

McKay reforça que, além disso, uma mistura de tecnologias e parcerias, incluindo o uso de edifícios e materiais impressos em 3D, o transporte usando foguetes da SpaceX e modificações nos habitats infláveis ​​fabricados pela Bigelow Aerospace, tornariam o processo mais eficiente do que programas governamentais caros.
Local propício
Ainda de acordo com o astrobiólogo, uma estação pioneira poderia ser construída na borda externa das crateras polares do norte da Lua – que recebem luz solar praticamente durante todo o ano – permitindo assim, que equipamentos movidos a energia solar tenham energia suficiente para funcionar.
Na Lua também seria possível alimentar robôs autônomos que poderiam escavar o solo a procura de gelo afim de obter água, que seria usada por astronautas e até mesmo ser processada para produzir o combustível do foguete.

14.261 – História da Astronomia – Programa Luna


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(também conhecido como Lunik) Foi a designação de uma série de missões espaciais não-tripuladas enviadas à Lua pela União Soviética entre 1959 e 1976. Quinze naves foram bem sucedidas, cada uma projetada como um orbitador ou aterrissador, e realizaram muitas conquistas na exploração do espaço.

Executaram também muitas experiências, estudando a composição química, a gravidade, a temperatura e a radiação da Lua. Vinte e quatro naves espaciais foram designadas de Luna, embora mais fossem lançadas. Aquelas que falhavam no lançamento, ou não alcançaram a órbita da Lua por qualquer motivo, não eram reconhecidos publicamente naquele tempo, e a elas não eram atribuídos números da série “Luna” de missões.

Outra realização importante do programa Luna foi a habilidade de coletar amostras do solo lunar e de retorná-las à terra, em 1970.

As missões Apollo, entretanto, retornaram muito mais solo da lua. O programa soviético retornou 326 gramas de amostras lunares quando o programa da NASA retornou aproximadamente 480 quilogramas, algumas selecionadas no local por um geólogo. Entretanto, a exploração robótica é a moda atual da pesquisa do sistema solar. As primeiras missões do programa Luna, foram as primeiras missões avançadas desse tipo.
Luna 1
Lançada em 2 de janeiro de 1959
Passou a 6.000 km da Lua e transformou-se na primeira nave espacial a cair na órbita em torno do Sol.
Luna 2
Lançada em 12 de setembro de 1959
Transformando-se no primeiro objeto sintético a alcançar a Lua a 29,10ºN-0,00º em 14 de setembro de 1959.
Luna 3
Lançada em 4 de outubro de 1959
Fez em 10 de outubro de 1959 as primeiras fotografias do lado oculto da Lua, que não pode ser visto da Terra.
Luna 4
Lançada em 2 de abril de 1963
Passou a 8.500 km da Lua e entrou em órbita solar.
Luna 5
Lançada em 9 de maio de 1965
Destruiu-se com impacto na superfície lunar a 31ºS-8ºE.
Luna 6
Lançada em 8 de junho de 1965
Passou a 161.000 km da Lua e entrou em órbita solar.
Luna 7
Lançada em 4 de outubro de 1965
Destruiu-se com impacto na superfície lunar a 9ºN-40ºW.
Luna 8
Lançada em 3 de dezembro de 1965
Destruiu-se com impacto na superfície lunar a 9,1ºN-63,3ºW.
Luna 9
Lançada em 31 de janeiro de 1966
Aterrissou com sucesso em 3 de fevereiro a 7,08ºN-64,4ºW e enviou fotografias.
Luna 10
Lançada em 31 de março de 1966
Transformou-se o primeiro satélite artificial da lua. Orbitou numa distancia de 350 km. Manteve contato durante 460 órbitas em 2 meses.
Luna 11
Lançada em 24 de agosto de 1966
Distancia mínima da Lua 159 km. Transmitiu até 1 de outubro de 1966.
Luna 12
Lançada em 22 de outubro de 1966
Transmitiu até 19 de janeiro de 1967.
Luna 13
Lançada em 21 de dezembro de 1966
Aterrissou em 24 de dezembro de 1966 a 18,87ºN-62ºW. Estudou o solo e transmitiu até 27 de dezembro de 1966.
Luna 14
Lançada em 7 de abril de 1968
Satélite lunar. Orbitou a uma distancia mínima de 160 km.
Luna 15
Lançada em 13 de julho de 1969
Destruiu-se com impacto na superfície lunar 17ºN-60ºE em 21 de julho de 1969. Foi lançada na mesma que a Apollo 11.
Luna 16
Lançada em 12 de setembro de 1970
Aterrissou a 0,68ºS-56,30ºE em 20 de setembro de 1970. Regressou a Terra em 24 de setembro com 101g de basalto lunar.
Luna 17
Lançada em 10 de novembro de 1970
Aterrissou em 17 de novembro de 1970 transportando o Lunokhod 1 a 38,28ºN-35ºW.
Luna 18
Lançada em 2 de setembro de 1971
Destruiu-se com impacto na superfície lunar a 3,57ºN-50,50ºE.
Luna 19
Lançada em 28 de setembro de 1971
Realizou 4.000 órbitas antes de perder o contato.
Luna 20
Lançada em 14 de fevereiro de 1972
Aterrissou em 21 de fevereiro de 1972 a 3,57ºN-56,50ºE. Retornou a Terra com 30g de amostras do solo lunar em 25 de fevereiro de 1972.
Luna 21
Lançada em 8 de janeiro de 1973
Aterrissou em 16 de janeiro de 1973 a 25,85ºN-30,45ºE transportando o Lunokhod 2.
Luna 22
Lançada em 2 de junho de 1974
Transmitiu até 6 de novembro de 1975.
Luna 23
Lançada em 28 de outubro de 1974
Aterrissou no Mare Crisium. Fracassou em recolher amostras. Transmitiu até 9 de novembro de 1975.
Imagens obtidas em 2012 pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter, revelaram que a Luna-23 tombou, ficando de lado e não conseguindo assim finalizar a sua missão[1].
Luna 24
Lançada em 14 de agosto de 1976
Aterrissou em 18 de agosto de 1976 a 12,25ºN-62,20ºE, 2.3 km de distância da Luna 23. Escavou até 2 metros e regressou a Terra em 22 de agosto de 1976 com 170g de amostras do solo lunar.

14.260 – ☻ Últimas do Coronavírus em 1 de abril de 2020


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Os Estados Unidos superaram a barreira de 4 mil mortes provocadas pelo novo coronavírus nesta quarta-feira (1º), número que dobrou em apenas três dias, de acordo com o balanço da Universidade Johns Hopkins. O país registra 189.510 casos de Covid-19. Depois de minimizar em um primeiro momento o impacto da doença, o presidente Donald Trump advertiu aos americanos que as próximas duas semanas “serão muito dolorosas”.
Com um hospital de campanha funcionando no Central Park, a cidade de Nova York ultrapassou mil mortes. A doença está tendo um efeito mais devastador em certos bairros da cidade, como Brooklyn e Queens, de acordo com o departamento de saúde.
A pandemia provocada pelo novo coronavírus matou mais de 30 mil pessoas na Europa, continente mais afetado pela Covid-19 até o momento, segundo balanço da agência de notícias France Presse. Mais de dois terços dessas mortes aconteceram na Itália (mais de 12 mortos) e na Espanha (mais de 8 mil). O terceiro país mais afetado é França (mais de 3 mil).
O departamento de saúde do Reino Unido atualizou nesta manhã o número de casos na região: são 29.474 pessoas contaminadas das 152.979 que foram submetidas ao teste para detectar a presença do novo coronavírus. Dos hospitalizados com Covid-19, 2.352 morreram. Destas mortes, 563 aconteceram nas últimas 24 horas.
Nas últimas 24 horas, a Espanha registrou 864 mortes por Covid-19. Esse é o segundo dia seguido que o país tem um recorde no número de mortos.
Desde o início da epidemia, que começou em dezembro na cidade chinesa de Wuhan, mais de 885 mil casos de contágio foram registrados em 186 países ou territórios em todo o mundo. O número de casos positivos diagnosticados, no entanto, reflete apenas uma parte do número total de infecções devido às diferentes metodologias dos países para diagnosticar os casos.
China divulga número de casos assintomáticos
França tira 36 pacientes de Paris para aliviar hospitais da capital
Presidente da Argentina proíbe demissões sem justa causa por 60 dias
Itália estende bloqueio total no país até o dia 13 de abril
Alemanha também fala em manter isolamento até depois da Páscoa
Edimburgo, na Escócia, cancela seu tradicional festival de teatro
Irã passa de 3 mil mortos por Covid-19 em seu território
Fabricantes de carros anunciam ajuda ao Brasil
Japão veta a entrada de 73 países, incluindo o Brasil
Wimbledon anuncia cancelamento da edição 2020
A China anunciou pela primeira vez que o número de casos assintomáticos da Covid-19: atualmente 1.367 pessoas estão com a doença mas não têm febre ou tosse características. O país se empenha em identificar esses casos, porque eles são transmissores do novo coronavírus. Mais de 80 mil pessoas foram atingidas pelo vírus e mais de 3,3 mil pessoas morreram.
Na França
Com os hospitais de Paris operando em sua capacidade máxima, dois trens de alta velocidade vão transferir 36 pacientes da capital para o Oeste da França. Os trens estão com equipamentos médicos e farão a transferência para tentar aliviar os hospitais da cidade, de acordo com o Ministério da Saúde.
O primeiro trem, com 24 pacientes, já saiu de Austerlitz, em Paris, e foi para Saint-Brieuc e Brest, na Bretanha, região menos afetada pela pandemia. O segundo, com os outros 12, deve ir em direção a Rennes. São mais de 52 mil contaminados em território francês.
Na Argentina
Presidente da Argentina, Alberto Fernández assinou um “Decreto de Necessidade e Urgência (DNU)” que proíbe demissões sem justa causa e por motivos de falta ou diminuição de trabalho e força maior por 60 dias. Não serão reconhecidas o fim dos vínculos laborais existentes.
governo argentino também ordenou a transferências de 30 milhões de pesos para o Fundo Argentino de Garantia a fim de conceder garantias aos bancos para facilitar o acesso a empréstimos de capital de giro por micro, pequenas e médias empresas devidamente registradas. O valor pode cobrir até 100% de um empréstimo.

Pelo mundo
O bloqueio total da Itália deve continuar ao menos até o dia 13 de abril, de acordo com o ministro da saúde Roberto Speranza. Ao Senado, o ministro afirmou que não se pode confundir os primeiros sinais positivos com “tudo limpo” no país, o mais afetado pela Covid-19 na Europa. O chamado “lockdown” está em vigor na região desde o dia 9 de março.
O príncipe Charles do Reino Unido, que se recuperou depois de ser diagnosticado com coronavírus, elogiou a devoção abnegada dos agentes de saúde e disse que a nação passa por um momento estranho e angustiante. Aos 71 anos, é herdeiro do trono, saiu do auto-isolamento na segunda.
O All England Lawn Tennis and Croquet Club, local onde é realizado o torneio de Wimbledon, em Londres, anunciou que o Grand Slam não será disputado na temporada de tênis em 2020. A decisão foi tomada por conta da pandemia pelo novo coronavírus, uma vez que, na opinião dos organizadores, não haverá tempo hábil para preparar e realizar a competição, prevista para iniciar em 29 de junho.
Na tentativa de conter o avanço do coronavírus em seu território, o Japão anunciou o veto na entrada de estrangeiros de 73 países, incluindo o Brasil. O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro Shinzo Abe, que destacou o fato do país ainda não ter declarado estado de emergência. O pedido é para que os cidadãos japonês retornem e cumpram uma quarentena de duas semanas. Além do Brasil, estão na lista a maioria dos países europeus, os Estados Unidos e todas as partes da China e Coreia do Sul.
Depois de ter contato com o médico responsável pelo principal hospital de Moscou, na Rússia, o presidente Vladimir Putin vai trabalhar de sua residência, de acordo com o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. O médico foi diagnosticado com Covid-19 uma semana depois de se encontrar com Putin.
O governo federal da Alemanha, em conjunto com os 16 estados do país, vai prorrogar as medidas de isolamento social ao menos até depois do feriado de Páscoa para evitar ainda mais a disseminação do vírus no país, de acordo com a Focus Online. O isolamento deve ser mantido até 19 de abril.
Sede do parlamento escocês e segunda cidade mais populosa da Escócia, Edimburgo não irá realizar seu tradicional festival de teatro pela primeira vez em mais de 70 anos em razão da Covid-19. O festival, o maior de artes cênicas no mundo, costuma reunir no mês de agosto 25 mil artistas e 4,5 milhões de espectadores. O anúncio foi feito no site oficial do evento.
O Irã superou os 3 mil mortos pela doença, depois de registrar mais 138 mortes nas últimas 24 horas, de acordo com autoridades sanitárias do país. Segundo levantamento da universidade Johns Hopkings, são mais de 44 mil contaminados na região.

No Brasil
Seis fabricantes de veículos já anunciaram ações de combate ao coronavírus. Com todas as fábricas paradas no país, as marcas vão concentrar seus esforços em inciativas como a produção de máscaras e o reparo de respiradores quebrados.
Governador de São Paulo, João Doria anunciou que no estado a General Motors fará o reparo, a Toyota vai doar ambulâncias e álcool em gel e a Volkswagen e Hyundai vão doar máscaras.

14.259 – Mega Bloco – Aspectos culturais da sexualidade humana


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Segundo a Organização Mundial da Saúde, a sexualidade é a “energia que motiva a encontrar o amor, contato e intimidade e se expressa na forma de sentir, nos movimentos das pessoas e como estas se tocam e são tocadas”.
A sexualidade possui fortes traços da cultura. Esse aspecto fica muito evidente quando você passa um bom tempo em outro país ou quando assiste filmes ou seriados estrangeiros, como, por exemplo, no seriado Gilmore Girls. Preste atenção no próximo que você assistir.
Cabe aqui deixar claro que quando falamos de sexualidade estamos nos referindo a todos seus aspectos, a saber, biológicos, de orientação sexual, identidade sexual, de papeis dos gêneros e a prática do ato sexual em si.
Assim, a sexualidade é um fenômeno amplo e complexo e por isso tem sido objeto de estudo da biologia, fisiologia, sociologia, antropologia, história e psicologia. O que todas essas áreas têm em comum? Todas atestam que sexualidade e sexo não são sinônimos.
A palavra sexo está ligada às características biológicas (anatomia e fisiologia dos órgãos sexuais masculino e feminino), e é usada para se referir ao ato sexual. Já o conceito de sexualidade é muito mais amplo, estando ligado à qualidade e significação do que é sexual.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) entende a sexualidade como sendo influenciada pela interação de fatores biológicos, psicológicos, sociais, econômicos, políticos, culturais, legais, históricos, religiosos e espirituais.
Para os seres humanos a sexualidade envolve diferentes aspectos além do próprio ato em si, envolve sentimentos, sensações, sonhos e expectativas, experiências anteriores e aspectos culturais, familiares, físicos e espirituais e tantos outros. Podemos dizer, então, que a sexualidade envolve a emoção, o afeto e a cultura.
É tema de discussão em muitas áreas, por exemplo, biologia, medicina, história, sociologia, antropologia e psicologia.
Todas essas áreas possuem uma mesma base comum, a saber, que o respeito deve ser a base das relações, o respeito a si e ao outro. Isso implica, em última instância, que ninguém deve ser obrigado a fazer algo que não quer e/ou não concorda; e também não deve obrigar ninguém a fazê-lo.
É importante ressaltar que a afetividade não está ligada apenas a sentimentos bons ou positivos. Em todas as relações existem bons e maus momentos, sentimentos afetivos positivos e negativos. Entre os sentimentos negativos da afetividade destacamos a tristeza, medo, raiva, dúvida, entre outros.
Não é exatamente ruim, porque os maus momentos podem gerar crescimento e mudanças pessoais. Podem também estar ligados às épocas em que é importante cuidar mais das relações, consigo mesmo e com o outro – às vezes essa atenção maior se dá devido a problemas e insatisfações externas e não exatamente da relação.
Tanto o conceito de afetividade, quanto o de sexualidade são fortemente influenciados pela cultura. Por esse motivo é preciso ter sempre muito claro aquilo que você deseja para você mesmo e para aqueles que ama, e quais são suas expectativas e valores reais. É preciso evitar estigmas que desqualificam os desejos e sonhos alheios e que justificam a violência.
O respeito às diferenças e a reflexão sobre elas, pode evitar a reprodução automática e impensada de comportamentos agressivos e violentos.
Ter sempre em mente que ninguém é obrigado a fazer aquilo que não quer, não concorda, não deseja ou não entende – e que isso vale para você mesmo e para todas as outras pessoas, é uma das melhores atitudes na vida.