14.163 – O gigantesco avião que transporta naves espaciais da Nasa


super guppy
O Super Guppy tem 143 metros de comprimento e 47 metros de largura. Só a distância da ponta da calda do avião até o solo é de 16 metros
No começo desta semana, a NASA utilizou seu avião Super Guppy para levar a cápsula Orion a testes preliminares nos Estados Unidos. O cargueiro – que possui formato parecido com uma “baleia” – viajou do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, para a Estação Plum Book, localizada em Ohio.
A aeronave foi adquirida pela agência espacial norte-americana no ano de 1997, com o objetivo de substituir um modelo semelhante, o qual serviu a entidade por mais de 30 anos. Confira uma imagem do avião.
De acordo com a NASA, o Super Guppy é um dos únicos transportes do tipo a contar com essas dimensões internas. No entanto, outras naves conseguem aguentar peso superior a esse cargueiro.
A intenção da NASA é avaliar as condições térmicas e a compatibilidade eletromagnética da cápsula Orion, para utilizá-la durante a futura missão Artemis 1, com destino à Lua. Ela deverá passar pelas provas, a fim de garantir que sobreviverá a situações extremas quando for ao espaço.
Após essa fase, a sonda deverá ser levada de volta ao Centro Espacial Kennedy, de onde começará a ser integrada ao foguete Space Launch System – também nos planos da agência espacial para a missão lunar.

14.162 – Economia – Renda média per capita no Sudeste vai a R$ 1.639, o dobro do recebido no Nordeste


desemprego no Brasil
O rendimento médio mensal real domiciliar per capita, considerando todas as fontes de renda, subiu de R$ 1.285 em 2017 para R$ 1.337 em 2018. No entanto, o valor caía a pouco mais da metade da média nacional nas regiões mais pobres do País: no Nordeste, era de R$ 815 em 2018; e no Norte, R$ 886. Na Região Sudeste, o rendimento médio mensal domiciliar per capita foi de R$ 1.639, mais que o dobro do recebido pelos nordestinos.
Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice de Gini da renda domiciliar per capita de todas as fontes – medida de desigualdade de renda numa escala de 0 a 1, em que quanto mais perto de 1 maior é a desigualdade – teve o pior desempenho em 2018 na região Norte, 0,551, seguido pelo Nordeste, 0,545, e Sudeste, 0,533. No Centro-Oeste, o resultado foi de 0,513. O menor valor foi o do Sul, 0,473. Na média nacional, o Índice de Gini alcançou o recorde de 0,545 dentro da série histórica da pesquisa. Ainda considerando todas as fontes de renda, a região Sudeste concentrou mais da metade da massa de rendimentos do País, R$ 143,7 bilhões de um total de R$ 277,7 bilhões. As fatias das demais regiões foram de R$ 47,7 bilhões para o Sul, R$ 46,1 bilhões para o Nordeste, R$ 24,4 bilhões para o Centro-Oeste, e R$ 15,8 bilhões para o Norte.