14.119 – Cinema – A Volta do Homem de Ferro


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Quando Homem de Ferro estreou em 2008 o público não tinha ideia que era o início de um fenômeno da cultura pop que o mundo do entretenimento nunca havia visto antes. Desde então, o MCU ganhou vários novos personagens, expandiu para as vastidões do espaço e se espalhou nas diferentes plataformas de mídia.
Agora que o mundo aguarda a chegada da altamente antecipada “Fase 3” dos estúdios Marvel e Capitão América: Guerra Civil, o homem que começou tudo poderá retornar para Homem de Ferro 4.
Robert Downey Jr., conhecido como Tony Stark, é a base para o MCU, e sem dúvida, o ator mais popular em todo o Universo, então não é de se admirar que o estúdio o traga de volta mais uma vez.
Infelizmente, está quarta filmagem não acontecera tão cedo.
A super programação original dos estúdios Marvel apresenta três filmes sem nome depois das duas grandes partes de Vingadores: Guerra Infinita, e enquanto os Inumanos, aparentemente, ficaram com o local remanescente de 2019, Mr. Stark pode ter que se apossar de uma das outras vagas. Isso significa que o público não veja outro filme solo do Homem de Ferro até 2020.
Enquanto certamente não faltarão filmes da Marvel, entretanto, isso será em quatro anos a partir de agora, e muito pode acontecer em quatro anos.
Incluindo uma potencial reformulação de elenco.
O contrato de Downey com os estúdios Marvel acaba após a Guerra infinita, então os fãs não precisam se preocupar em perder o verdadeiro Tony Stark por enquanto. Mas o que acontece depois que Thanos é derrotado? Existem milhares de heróis no grande Universo da Marvel, de modo que o estúdio poderia aposentar o personagem e seguir com outros personagens.
A “Fase 3” deve introduzir novos heróis as telonas, então a Guerra Infinita talvez sirva para inaugurar a “nova geração” de heróis nos cinemas. No entanto, alguns têm especulado que, em vez de se desfazer do personagem, o estúdio possa fazer um recasting do elenco ou um reboot.
Após sua última aparição em Vingadores: A Era de Ultron, Downey pediu um belo aumento de salário que iria aumentar potencialmente seu salário em Homem de Ferro 4 para a gritante quantia de $ 150 milhões. Apenas isso é motivo suficiente para o estúdio considerar outra pessoa para a roupa de ferro.
Nada foi confirmado ainda, então temos que esperar e ver o que acontece.
Os fãs podem ver Robert vestir seu traje icônico pela sexta vez para enfrentar Chris Evans em Capitão América: Guerra Civil, que estreia nos cinemas 6 de maio deste ano.

14.118 – Mitologia – Pégasus, o Cavalo Alado


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Pégaso era um cavalo voador na mitologia grega, geralmente descrito como de cor branca. Seu pai era Poseidon e sua mãe era o Gorgon Medusa; ele nasceu junto com seu irmão Chrysaor quando Medusa foi decapitado por Perseus.
Ele foi capturado e domesticado pelo herói grego Belerofonte e ajudou-o em suas lutas contra a Chimera e as amazonas.
Mais tarde, continuou Belerofonte montando Pégaso em seu caminho para o Monte Olimpo, mas Zeus desmontou ele no caminho; Pégaso continuou a viagem e chegou a Monte Olimpo.
Na mitologia grega, Pégaso era um cavalo com asas, filho de Poseidon, deus dos oceanos, e de Medusa, uma das terríveis górgonas (monstros com asas de ouro, cabelos de serpentes e dentes de javali).
Diz a lenda que o cavalo saiu do corpo de Medusa quando a monstra foi decapitada pelo herói Perseu.
está ligado às tempestades, à água, é ele quem traz o trovão e os raios. É também o símbolo da criatividade do espírito, dos poetas e da imaginação.
O herói Belerofonte capturou o cavalo enquanto ele bebia água de um poço. Para isso, usou um bridão de ouro, presente da deusa Atena (a capital da Grécia se chama Atenas em homenagem a essa deusa!).
Foi montado em Pégaso que Belerofonte conseguiu matar o horrível monstro Quimera. Mas, quando o herói tentou montar o cavalo de novo, ele corcoveou, atirou Belerofonte longe e subiu para os céus, onde virou uma constelação.
rocure um mapa do céu em um livro de Astronomia: você vai ver, lá, o conjunto de estrelas que forma o desenho de Pégaso, o cavalo alado.

Animal Mitológico
Na mitologia grega era um cavalo alado, que segundo o mito nascido do sangue da Medusa, após ser esta decapitada por Perseu. Atena domesticou o cavalo alado e ofereceu-o ao herói grego, o arqueiro mitológico Belerofonte, para que combatesse a Quimera. Belerofonte tentou usá-lo para aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que ele corcoveasse e derrubasse seu cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde então ao serviço de rei do Olimpo.
Com um de seus coices, fez nascer a fonte de Hipocrene, que se acreditava ser a fonte de inspiração dos poetas. Com o tempo suahistória tornou-se um dos temas preferidos da literatura e das artes plásticas gregas e sua figura destacou-se na literatura clássica com numerosas alusões às fontes de inspiração.
O cavalo comum é um símbolo tradicional do desejo carnal. Os centauros, metade homens, metade cavalos, são monstros que representam a identificação do ser humano aos instintos animalescos.
O cavalo alado, ao contrário, é símbolo da sublimação e da imaginação criadora.
Pégaso, segundo a mitologia grega, nasceu do sangue da Medusa, após ser esta decapitada por Perseu.
Atena domesticou o cavalo alado e ofereceu-o ao herói grego Belerofonte, para que combatesse a Quimera.
Com ele, Belerofonte tentou aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que Pégaso corcoveasse, provocando a queda do cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde então ao serviço de Zeus.
Pégaso vivia no Parnaso, no Hélicon, no Pindo e na Piéria, lugares frequentados pelas Musas, filhas de Zeus e Mnemósine, e onde o cavalo alado costumava pastar. Com um de seus coices, fez nascer a fonte de Hipocrene, que se acreditava ser a fonte de inspiração dos poetas. Na literatura clássica há numerosas alusões às fontes de inspiração.
A história de Pégaso tornou-se um dos temas preferidos da literatura e das artes plásticas gregas.

Origem
Pégaso é um cavalo alado símbolo da imortalidade. Sua figura é originária da mitologia grega, presente no mito de Perseu e Medusa (mitologia).
Pégaso nasceu do sangue de Medusa quando esta foi decapitada por Perseu. Havendo feito brotar com uma patada a fonte Hipocrene, tornou-se o símbolo da inspiração poética.
Belerofonte matou a poderosa Quimera, montando Pégaso após domá-lo com ajuda de Atena e da rédea de ouro, que em seguida tentou usá-lo para chegar ao Olimpo.
Mas Zeus fez com que ele derrubasse seu cavaleiro, que morreu devido à grande altura.
Zeus o recompensou transformando-o na constelação de pégasus, de onde deveria dali em diante ficar à serviço do deus dos deuses.
Conta à mitologia que Medusa, antes uma bela mulher, havia envolvido-se com Poseidon (o Deus dos Mares) e dele havia engravidado, sendo que apenas conceberia após a sua morte; o que ocorreu quando Perseu cortou-lhe a cabeça.
Do sangue jorrado pela Medusa nasceu Pégasus, o cavalo alado.
A Medusa diferentemente de suas irmãs Esteno e Euríale era mortal, apenas foi transformada em um horrendo monstro por Atena pois ousou competir sua beleza com a da Deusa.
Após seu nascimento o cavalo alado serviu de montaria a Perseu em algumas de suas expedições, inclusive naquela em que o guerreiro libertou Andrômeda. Foi também apresentado por Atena às Musas, passando ele a ser o cavalo delas, e a estar a serviço dos poetas.
Mais tarde fora encontrado por Belerofonte quando bebia em Pirene na Acrópole de Corinto, que jogou sobre sua cabeça uma rédea de ouro, presente de Atena.
Dessa forma fez Belerofonte vencer as amazonas e a Quimera, um poderoso monstro com corpo de cabra, cabeça de leão e cauda de serpente, que assolava os reinos da Cária e da Lícia com o fogo que lançava pela boca (compare com a figura dos dragões orientais). Entretanto, o sucesso obtido nos dois grandes embates fez com que o guerreiro acabasse sendo dominado pelo orgulho e pela vaidade, e por isso um dia ele se valeu do cavalo alado para tentar alcançar o Olimpo, a morada dos Deuses, pretendendo unir-se a eles.
Zeus não concordando com isso, fez com que o corcel alado derrubasse o ambicioso cavaleiro e o deixasse cair de grande altura para morrer, segundo alguns autores, ou para ficar coxo e cego, segundo outros, mas permitiu, ao mesmo tempo, que o animal continuasse a subir cada vez mais alto, e passasse desde então a viver entre as estrelas, onde acabou sendo transformado numa constelação do hemisfério celestial norte batizada com o seu nome.
Pégaso surgiu do interior do pescoço de Medusa quando foi morta pelo herói Perseu. Pouco depois de seu nascimento, o corcel mágico bateu os cascos do chão do Monte Helicon e no local brotou uma fonte, Hipocrene, que mais tarde se tornou sagrada para as Musas e se acreditou ser uma fonte de inspiração poética.
Todos tentaram em vão capturar e domesticar o animal e isto tornou-se a obsessão de Belerofonte, príncipe de Corinto. Seguindo o conselho de um vidente, Belerofonte permaneceu uma noite no templo da deusa Atena.
Assim que adormeceu, a deusa apareceu a ele com um freio dourado e contou-lhe que ele o capacitaria a capturar Pégaso.
Quando Belerofonte despertou, ele encontrou o freio dourado ao lado dele, e com ele facilmente capturou e domesticou o cavalo alado.
Em seguida, Pégaso provou ser uma grande ajuda a Belerofonte e auxiliou o herói em suas aventuras contra as Amazonas e a Quimera. Entretanto, Belerofonte foi sobrepujado pelo próprio orgulho.
Quando tentou voar ao topo do Olimpo e unir-se aos deuses, o sábio cavalo derrubou-o, deixando Belerofonte cair no espaço. Pégaso encontrou abrigo nos estábulos do Olimpo.
Lenda
Nas lendas gregas, Pégaso, o cavalo ala­do, relaciona-se muito freqüentemente com a água: ele seria filho de Posêidon e da Górgona; seu nome se aproxima da palavra fonte (pege); ele teria nascido nas fontes do Oceano; Belerofonte o teria encontrado bebendo na fonte Pirene; com um golpe dos cascos sobre uma montanha, Pégaso fez brotar uma fonte; ele está ligado às tempestades, trazendo o trovão e o raio por conta do prudente Zeus. Uniu fonte alada.
A significação simbólica de Pégaso deve levar em conta essa relação: fecundidade-elevação, que poderia ser­vir de eixo à interpretação do mito. Nuvem portadora da água fecunda.
O cavalo representa tradicionalmente a impetuosidade dos desejos.
Quando o homem faz um só corpo com o cavalo, ele não é mais que um monstro mítico, o centauro: ele se identificou com os instintos intimais. O cavalo alado, ao contrário, re­presenta a imaginação criadora e sua elevação real.. . as qualidades espirituais e sublimes (capazes de elevar o homem) acima do perigo da perversão.
Com efeito, é leva­do por Pégaso que Belerofonte triunfa so­bre a Quimera.
Pégaso aparece assim co­mo o símbolo da imaginação sublimada.. . a imaginação objetivada, que eleva o ho­mem às regiões sublimes.
Encontram-se unidos nessa interpretação os dois sentidos da fonte e das asas: a criatividade espiritual.
Ele se transformou correntemente no símbolo da inspiração poética. Meu Péga­so, diz Heinrich Heine, não obedece senão a seu capricho, seja no galope, seja no trote, ou no vôo ao reino das fábulas. Não é uma égua virtuosa e útil da estrebaria burguesa, menos ainda um cavalo de batalha que sabe bater a poeira e relinchar pateticamente no combate dos partidos. Não! os pés de meu corcel alado são ferrados com ouro, suas rédeas são colares de pérolas e eu as deixo flutuar alegremente.
o cavalo alado da mitologia grega, está representado no céu por uma das maiores constelações de toda a esfera celeste.

Graças ao seu enorme quadrado, desenhado por quatro estrelas brilhantes, é muito fácil de reconhecer, até porque, nestas noites de Outono, fica praticamente no nosso zénite cerca das 21.00. Cada lado do quadrado tem cerca de 15º, ou seja, 30 «luas cheias» lado a lado.
O fato de ser tão fácil de encontrar facilita a localização da constelação de Andrómeda e da famosa galáxia com o mesmo nome.
Segundo a mitologia grega, o cavalo alado seria filho de Medusa.
Esta, na sua juventude, tinha sido muito bela e tinha um cabelo magnífico.
Muitos admiradores a terão procurado, mas apenas Posídon, o deus dos mares e dos cavalos, conseguiu conquistar os seus favores.
A relação íntima entre ambos terá ocorrido no templo de Atena. A deusa, enfurecida, castigou Medusa transformando-a num monstro, com cobras no lugar dos cabelos, e cujo olhar transformava os homens em pedra.
Quando Perseu decapitou Medusa, do corpo desta saíram o Pégaso e o guerreiro Crisaor.
O nome Pégaso provirá da palavra grega pegai, que significa fontes, enquanto o do irmão significa espada de ouro, pois traria uma consigo logo quando nasceu. Pégaso voou até ao Monte Helicon, onde residiam as musas, e, para lhes agradar, fez jorrar água da rocha.
Entretanto, o rei da Lícia (na Anatólia) confiou a Belerofonte a missão de matar Quimera, um terrível monstro que devastava o país.
Belerofonte encontrou o cavalo alado e domou-o com um bridão de ouro oferecido por Atena. Viajando pelos ares, desceu sobre Quimera, a quem matou com uma lança. Depois deste feito, o herói decidiu voar no cavalo alado até aos céus.
Caiu ingloriamente e Pégaso prosseguiu até ao Olimpo, onde serviu Zeus.
Como recompensa, foi colocado no céu como constelação. Nas representações clássicas apenas era visível a parte dianteira do cavalo, como acontece nas constelações do Touro e do Potro.
Com um pequeno telescópio, ou com um binóculo, na área do céu ocupada pelo Pégaso pode observar-se o enxame globular M15, um belo aglomerado de muitos milhares de estrelas.

14.117 – História – O Que a Cerveja Tem a ver com o Conhecimento Humano?


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Em 2016, pesquisadores britânicos descobriram uma placa com símbolos cuneiformes — uma das primeiras técnicas de escrita desenvolvidas pela humanidade — em uma região do Iraque onde viveu a civilização Assíria há mais de 5 mil anos. O objeto arqueológico revelava uma particularidade curiosa: na placa estavam registradas as palavras equivalentes a “cerveja” e a “holerite”, o que levou os cientistas à conclusão de que a bebida alcoólica era o pagamento dos trabalhadores da época.

Nada como um happy hour animado após um dia duro de labuta. Mais do que uma ode às alegrias (e às tragédias) vividas pela humanidade, entender a relação das primeiras civilizações com a cerveja é também uma maneira de estudar como o conhecimento humano foi capaz de desenvolver tecnologias que solidificaram as relações econômicas, sociais e culturais ao longo da História.
Obtido por meio da fermentação de açúcares, o álcool etílico acompanha a humanidade há pelo menos 10 mil anos: pesquisadores descobriram vestígios da bebida em jarros encontrados no Irã. A data coincide com o advento da agricultura, quando a humanidade passou a dominar a terra e conseguir produzir em larga escala as matérias-primas que dariam origem a alimentos como o pão e à cerveja.

No Egito Antigo, consumir o “pão líquido” era uma questão de pura necessidade. De acordo com o especialista Michael Klutstein, da Universidade de Jerusalém, todos bebiam cerveja, até mesmo as crianças. “A água era contaminada e imprópria para consumo. Cada pessoa ingeria entre 3 e 6 litros de cerveja por dia na época”.
Klutstein faz parte da equipe israelense que recriou a “cerveja dos Faraós”, de 5 mil anos de idade. O feito foi possível porque os pesquisadores descobriram uma levedura da época utilizada no processo de fermentação da bebida, o que lhes permitiu atingir um resultado parecido com a gelada feita no passado. “Degustadores profissionais descreveram o gosto como ‘frutado’ e ‘caseoso’”, conta.
Para quem não está acostumado com a linguagem gourmet, caseoso significa uma aparência ou um gosto similar ao de um queijo (e você pensando que as cervejas artesanais diferentonas eram exclusividade do século 21). Klutstein também explica que a produção de cervejas era vital para a sociedade egípcia daquele período, mais importante até que a fabricação de pães.

Tal particularidade, entretanto, não era exclusiva dos povos que viviam naquela região do planeta. Um time de arqueólogos dos Estados Unidos publicou, no início de 2019, um estudo que revela a importância do consumo da bebida local, conhecida como chicha, para o fortalecimento de traços culturais e a estabilidade política do império Tiauanaco-Huari. Esse povo viveu nas montanhas de Cerro Baúl, ao sul do Peru, estabelecendo seu poder na região entre 500 d.C e 1000 d.C. De acordo com as análises realizadas, as mulheres da elite local eram responsáveis pela preparação da bebida — que provavelmente só era consumida por pessoas da mesma classe social e em comemorações.
Segredo medieval
Enquanto ditava costumes e castigava os fiéis que fugiam da retidão moral apregoada durante a Idade Média, a Igreja Católica produzia litros e mais litros de cerveja em suas abadias na Europa. Detentores do conhecimento, os monges eram responsáveis por criar receitas para a produção de cervejas de boa qualidade (a bebida era considerada mais segura do que a água infectada dos castelos e vilarejos).

A tradição se manteve com o passar dos séculos (veja abaixo). Em maio de 2019, monges de uma abadia na Bélgica encontraram um caderno recheado de receitas para fermentação alcoólica. Segundo Michael Parker-McCrory, porta-voz da abadia, os registros foram escondidos por padres em 1798, quando o templo foi incendiado.
Encontrar o livro motivou os membros da cervejaria belga Grimbergen a lançar uma edição especial da bebida dos monges, que será vendida em uma rede de mercados na Europa. “A nova microcervejaria apresentará a fabricação de cervejas de volta ao seu ponto de partida medieval”, relatou McCrory. A ideia, diz, é “combinar a tradição com técnicas modernas”. Isso porque, sem a utilização de ingredientes contemporâneos, o sabor da cerveja seria literalmente parecido com o de um “pão líquido”. Afinal de contas, nem sempre aquilo que é retrô é necessariamente gostoso.

Cervejarias antigas que ainda estão na ativa

WEIHENSTEPHAN
Fundada em 1040 em um mosteiro alemão na região da Baviera. É considerada a cervejaria mais antiga do mundo ainda em operação.

WELTENBURG
Instalados em um convento alemão desde o século 7, os monges iniciaram a produção da cerveja em 1050.

AUGUSTINER-BRÄU
É a cervejaria mais antiga da cidade de Munique: foi fundada em 1328 na terra do Oktoberfest.

GROLSCH
Cervejaria criada em 1615 na cidade holandesa de Groenlo, passou pelo controle de diferentes famílias e hoje faz parte do grupo japonês Asahi.

SMITHWICK’S
Fundada na Irlanda em 1710, utiliza uma receita típica da região para produzir uma cerveja mais “encorpada” em relação ao gosto brasileiro.