13.728 – Atualidades – Principais Avanços Científicos


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Vários avanços foram feitos na última década no que se refere à interface cérebro-máquina, abrindo caminho para ajudar pessoas com deficiências, paralisias ou que sofreram amputações a recuperar os movimentos. Em 2009, Pierpaolo Petruzziello, italiano que vive no Brasil, conseguiu controlar um braço robótico usando a própria mente, com eletrodos conectados ao sistema nervoso. Ele foi o primeiro paciente a fazer movimentos complexos com as mãos, como pegar objetos, com o pensamento.

Plutão rebaixado (2005)
Em janeiro de 2005, uma equipe coordenada pelo astrônomo Mike Brown, do Observatório Palomar, na Califórnia, descobriu o planeta anão Eris, com 27% mais massa que Plutão e bem próximo dele, numa região conhecida como cinturão de Kuiper. O achado trouxe uma consequência: no ano seguinte, a União Astronômica Internacional entendeu que a probabilidade de encontrar outros corpos rochosos gelados com aquelas dimensões na região era tão alta (como se confirmou depois), que a definição do pobre Plutão não fazia mais sentido. O resultado? Ele foi rebaixado para “planeta anão”.

Células reprogramadas (2007)
Células-tronco são a grande promessa da ciência para revolucionar a medicina, já que podem se transformar em qualquer outra célula do corpo, e não há nada igual às embrionárias nesse aspecto. Mas a utilização desse recurso envolve questões éticas. Pesquisadores apresentaram uma alternativa bastante promissora ao conseguir reprogramar células adultas de pele humana para que se tornassem capazes de se diferenciar em vários tecidos. Dois grupos independentes — um liderado por James Thomson, da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA, e outro por Shinya Yamanaka, da Universidade de Kyoto, no Japão — demonstraram em 2007 a eficácia de um método que já tinha sido usado com sucesso em camundongos um ano antes. Yamanaka até recebeu o Nobel, em 2012, por suas pesquisas. Só em 2014, no entanto, é que foi feito o primeiro teste em humanos com células iPS. Uma mulher de 70 anos, no Japão, , recebeu um implante para tratar uma doença ocular que causa cegueira. Apesar dos avanços, que já tem feito cientistas recriarem tecidos de órgãos e até neurônios, ainda há um longo caminho pela frente para confirmar se as iPS são mesmo o futuro da medicina.

Água puxada para fora do ar
Pesquisadores do Insituto de Tecnologia de Massachussets e a Universidade da Califórnia em Berkeley, Estados Unidos, inventaram um dispositivo que literalmente tira a água do ar. Ele é alimentado por energia solar e usa uma estrutura de zircônio e fumarato para coletar o vapor de água. O protótipo foi capaz de puxar três quartos de água do ar em apenas 12 horas. A umidade chegou ao equivalente entre 20 e 30%.

Três planetas semelhantes à Terra
O sistema solar TRAPPIST-1 está localizado a cerca de 40 anos-luz da Terra. A NASA acabou de descobrir que este sistema tem três planetas neste sistema estelar que orbitam a zona habitável, o que poderia fornecer condições adequadas para a existência de água e vida extraterrestre.

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Célula voltaica que funciona com ácidos do estômago
Uma pequena célula voltaica que funciona com fluídos estomacais foi inventada por pesquisadores do Insituto de Tecnologia de Massachussets e da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos. A célula poderia alimentar sensores colocados no trato gastrointestinal durante um longo período de tempo e ser usada para monitorar sinais vitais e ajudar em tratamentos médicos.

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