13.502 – Física – A Bomba de Antimatéria


antimateria
O mundo foi testemunha do terrível poder destrutivo das bombas nucleares durante a Segunda Guerra Mundial, quando os Estados Unidos as utilizaram sobre Hiroshima e Nagasaki. Até hoje, mais de 70 anos depois, as consequências dessas bombas continuam se manifestando.
Mas nesse meio tempo, as potências nucleares criaram artefatos centenas de vezes mais poderosos. A Rússia, por exemplo, tem em seu poder a Tsar, cujo poder destrutivo é três mil vezes maior que o da bomba de Hiroshima.
Ainda assim, a Tsar parece fichinha perto desta que, se fosse produzida, chegaria a ser cinco vezes mais poderosa que a russa. A bomba em questão utilizaria a “antimatéria”, que, assim como a matéria, teve sua origem no Big Bang. São partículas com propriedades exatamente contrárias à matéria. Sabe-se que, quando uma partícula e uma antipartícula interagem, é causada uma destruição entre elas e ambas são aniquiladas.
Se os cientistas conseguirem criar e conservar átomos de antimatéria nas condições necessárias para ser utilizadas, seus efeitos seriam catastróficos para a vida do planeta Terra. Felizmente, as complicações para criar essa bomba são muitas, e a primeira é o seu valor: acredita-se que para obter 1 g de antimatéria seriam necessários algo em torno de 62,5 trilhões de dólares.

13.501 – Rede mesh: esta tecnologia pode melhorar o Wi-Fi da sua casa


A rede Mesh pode ser entendida como um Wi-fi inteligente distribuído de forma automatizada. Enquanto uma rede tradicional é composta por um roteador ao qual os usuários devem se conectar para trafegar, a rede Mesh é composta por diversos equipamentos similares aos roteadores que, unidos, funcionam como uma única rede. O usuário então pode se conectar a qualquer um dos pontos de acesso sem qualquer distinção…
Assim, o usuário conectado a uma rede Mesh pode se locomover no espaço entre os diferentes pontos de acesso sem perde a conexão ou sequer perceber qualquer mudança. Mas, mais do que isso, o grande trunfo das redes Mesh está na sua capacidade de roteamento automático do sinal.
O sistema faz uma análise instantânea das diversas possibilidades de rotas para o fluxo de informações. O algoritmo se responsabiliza por definir o melhor caminho para chegar até o usuário; sempre da forma mais rápida e com a menor perda de pacotes possível. Esta varredura é feita diversas vezes por segundo.
Há quem confunda a funcionalidade das redes Mesh com os já populares repetidores de sinal Wi-Fi. A história é outra: enquanto os repetidores apenas captam o sinal do roteador principal, amplificam e propagam este sinal, uma rede Mesh é capaz de cobrir uma cidade inteira. Outra diferença dos roteadores tradicionais é a capacidade de dispositivos conectados simultaneamente em uma mesma rede; na Mesh, até 100 equipamentos podem se conectar ao mesmo tempo com igual qualidade de navegação.
De pouco tempo para cá, o poder de processamento dos equipamentos que formam uma rede Mesh evoluiu bastante – o que tornou a solução ainda mais interessante não só para grandes empresas como para usuários domésticos também. Mais do que isso, a queda no preço desses equipamentos foi o que culminou com essa grande visibilidade das redes Mesh atualmente. Hoje, é possível, por exemplo, começar uma rede Mesh doméstica a partir de 500 reais. Ainda é mais caro que um roteador normal, mas as possibilidades de melhoria fazem o custo benefício ser bastante atraente.