13.180 – Como impedir que o cabo do seu celular estrague


Enquanto a tecnologia de carregamento sem fio ainda não chega aos principais smartphones do mercado, os consumidores precisam se virar com os tão odiados cabos. Na maioria das vezes, esses acessórios são frágeis e caros.

Use uma mola
A maioria dos defeitos acontece nas extremidades do acessório, que acabam sofrendo muita pressão para algum dos lados. Para evitar que o cabo se dobre, o melhor a fazer é utilizar uma pequena mola (daquelas encontradas dentro de canetas) para envolvê-lo.

mola

 

Misture amido de milho com silicone
Parece algo bizarro, mas um vídeo no YouTube ensina como fazer uma mistura envolvendo amido de milho e silicone para criar uma massa flexível que vai proteger a extremidade dos cabos. A aparência não fica das melhores, mas em temos de usabilidade o método parece bem eficiente.

Protetores de cabo
Uma opção mais barata e bonita são os protetores de cabo. É possível encontrá-los facilmente na internet, principalmente em sites como o Mercado Livre. O preço varia de acordo com o modelo, mas conseguimos encontrar alguns deles custando R$ 1.

Envolva com fita isolante
Se a proteção emborrachada que protege os fios já estiver desgastada, é melhor envolvê-la com fita isolante para evitar que os fios fiquem expostos. O problema é que a fita isolante não é tão protetora e, por isso, é aconselhável que se combine esse método com o da mola.

Utilize um tubo termo retrátil
O produto é encontrado por preços entre R$ 10 e R$ 25 na internet e, além de proteger, deixa o cabo até com um visual bacana. O problema é que a aplicação não é tão fácil e exige que o cabo seja aquecido usando um isqueiro.

13.179 -Veneno de peixe do Pacífico pode ajudar a criar analgésico


Pequenos peixes da espécie Meiacanthus grammistes, que habita os recifes de corais do oceano Pacífico, possuem um veneno incomum que poderia ser usado como matéria-prima para um novo tipo de analgésico, afirmaram cientistas britânicos e australianos.
O veneno desses peixes, que têm de quatro a sete centímetros de comprimento, paralisa os predadores, sem causar dor, segundo um estudo publicado na revista “Current Biology”.
Uma análise mostrou que o veneno tinha três componentes: um neuropeptídeo encontrado no veneno de caracóis, uma enzima similar à do veneno de escorpião, e um composto opiáceo.
Os cientistas estimam que o neuropeptídeo e o componente opiáceo poderiam provocar uma queda repentina na pressão arterial. “O veneno faz com que o peixe mordido se mova mais lentamente e fique desorientado, ao agir sobre seus receptores opioides”.
Experimentos com ratos de laboratório revelaram que os roedores não mostraram nenhum sinal de dor quando foram injetados com o veneno do peixe. Fry disse que o veneno é “quimicamente único”, e que esta espécie é “a mais interessante”.
Seu comportamento também é intrigante, disse, devido à maneira como eles parecem não ter medo de predadores e lutam por territórios com peixes do mesmo tamanho.
O pesquisador afirma que as descobertas reforçam a necessidade de proteger a Grande Barreira de Corais australiana e outros ecossistemas frágeis.