12.955 – Filantropia – Johns Hopkins


hopkins
Johns Hopkins (Condado de Anne Arundel, Maryland, 19 de maio de 1795 — Baltimore, 24 de dezembro de 1873) foi um rico empreendedor, filantropo e abolicionista estadunidense.
Lembrado principalmente pela criação das instituições que ostentam seu nome, tais como a Johns Hopkins University, Johns Hopkins Hospital e Johns Hopkins School of Medicine.
Quando Hopkins morreu sem deixar descendência em 1873, sua fortuna pessoal chegava a 7 milhões de dólares, principalmente em ações. Em seu testamento, feito em 1867, ele determinou que seu legado fosse utilizado para a criação de uma universidade e de um hospital – a Universidade e o Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, Maryland. Tratava-se, na época, da maior doação privada feita nos Estados Unidos.
Muitas vezes seu nome é, erradamente, grafado “John”. O peculiar prenome de Johns Hopkins é, na origem, o sobrenome da sua bisavó, Margaret Johns, que se casou com Gerard Hopkins. O casal batizou seu filho Johns Hopkins. O mesmo nome foi dado ao neto deste – o fundador da universidade.

12.954 – MIT cria músculos artificiais de nylon para robô


Pesquisadores do MIT conseguiram usar nylon para criar músculos artificiais que podem ser usados para dar mais capacidades de mobilidade a robôs. Esses “músculos de nylon” são mais baratos e fáceis de se produzir do que as tecnologias já existentes que têm essa mesma finalidade.
De acordo com o TechCrunch, o nylon foi escolhido por ter algumas propriedades características. Mais especificamente, quando o nylon é aquecido, ele diminui de comprimento mas seu diâmetro aumenta. Aquecendo diferentes partes de um filamento de nylon em sincronia, é possível fazer com que o material realize movimentos semelhantes aos de músculos humanos.
Os pesquisadores já conseguiram criar padrões de aquecimento que permitiam que o filamento realizasse movimentos complexos, como um círculo ou um “8”. A fonte de calor, por sua vez, pode ser qualquer uma, incluindo resistências elétricas, reações químicas e a exposição do material a raios concentrados de laser. Naturalmente, cada uma dessas formas de aquecimento pode ser útil para um movimento específico do material.

Robôs mais bolados, melhores calçados
Além de ser mais baratos e simples de se produzir, os músculos artificiais de nylon também têm maior durabilidade e velocidade. De acordo com os pesquisadores, as fibras aguentaram mais de 100 mil ciclos de contração e descontração sem perder sua durabilidade, e são capazes de se contrair/descontrair até 17 vezes por segundo.
Dentre as aplicações possíveis da tecnologia estão, obviamente, robôs com musculatura mais robusta e durável, além de mais capacidades de movimento. No entanto, Ian Hunter, um dos envolvidos na pesquisa, acredita que essa tecnologia também pode ser usada em catéteres biomédicos ou outros equipamentos da área da saúde,=.
Mais que isso, Hunter também vê uma aplicação possível para esses “músculos” em roupas: com fibras de nylon móveis que se ajustam por temperatura, seria possível criar roupas e calçados que se ajustam com perfeição aos corpos de seus diferentes usuários. Ao tocar na pele, a fibra esquentaria e relaxaria; a distância do corpo, por sua vez, faria com que o material encolhesse, ajustando-se melhor.

12.953 – Comércio – Black Friday ou Black Fraude?


black-friday
Comprar produtos eletrônicos na Black Friday nem sempre pode ser a melhor coisa a ser feita se o intuito é economizar algum dinheiro. Principalmente por algumas lojas ainda insistirem em uma prática que pode ser considerada bastante desonesta com o consumidor: aumentar o preço de seus produtos antes da sexta-feira para oferecer “descontos altos” no tal dia.
Em um levantamento realizado com alguns produtos, foi possível observar que o preço mais baixo encontrado na internet variou durante as últimas duas semanas, principalmente no produtos eletrônicos bastante procurados pelos internautas.
Para realizar a comparação dos preços, foi utilizada a ferramenta de histórico de valores do site Já Cotei. Para ela fosse justa, alguns critérios foram adotados como a data limite do dia 13/11, há dez dias da data de publicação desta reportagem, para considerar o aumento. Em alguns casos isso não foi possível já que não havia registros no site, então foi considerado o preço da data posterior.
É preciso destacar também que os preços abaixo são decididos pelas próprias lojas usando como base o preço oficial indicado pelas fabricantes. Os valores quebrados geralmente significam descontos por pagamentos à vista no boleto bancário.

Alguns Exemplos:
Notebook Samsung Expert X22 – alta de 35,5% desde o dia 16/11

Preço em 16/11: R$ 1.759,99
Preço atual: R$ 2.384,99
Maior preço: R$ 2.799,99 em 11/06
Menor preço: R$ 1.759,99 em 16/11
Observação: Esse é o maior preço registrado para o produto desde o dia 20/08 quando ele estava custando a partir de R$ 2.399,00
Notebook Lenovo Ideapad 310 – alta de 20,6% desde o dia 14/11

Preço em 14/11: R$ 1.495,12
Preço atual: R$ 1.804,05
Maior preço: R$ 1.804,05 em 23/11
Menor preço: R$ 1.495,12 em 14/11
Observação: Esse é o maior preço já registrado pelo produto
Notebook HP 14-AP020 – alta de 17,6% desde o dia 13/11

Preço em 13/11: R$ 1.399,99
Preço atual: R$ 1.699,99
Maior preço: R$ 2.279,05 em 28/05
Menor preço: R$ 1.399,99 em 13/11
Observação: Esse é o preço inicial mais alto desde 20/08 quando o aparelho estava R$ 1.899,05

12.952 – Longevidade – Europeus vivem cada vez mais, mas nem sempre com boa saúde


envelhecimento
A proporção de pessoas com mais de 65 anos na UE passou de menos de 10% em 1960 para cerca de 20% em 2015, e pode chegar a 30% em 2060, de acordo com as projeções.
Em 18 estados do bloco (só um deles do leste, a Eslovênia), a esperança de vida é de mais de 80 anos. Porém, isso nem sempre é sinal de boa saúde, visto que na UE há cerca de 50 milhões de pessoas com doenças crônicas, indica o relatório.
Além disso, cerca de meio milhão de europeus em idade ativa morrem a cada ano por doenças crônicas, o que gera cerca de 115 bilhões de euros em gastos públicos.
A UE também destina 1,7% do seu PIB por ano a ajudas para as pessoas com incapacidade laboral ou que estejam de licença, um montante maior que o dos subsídios ao desemprego.
O comissário europeu de Saúde, Vytenis Andriukaitis, citado em um comunicado, lamentou que “um grande número de pessoas morram a cada ano por doenças evitáveis relacionadas com fatores de risco como o tabaco ou a obesidade”.
Na UE, uma entre cada cinco pessoas é fumante, e 16% dos adultos são obesos, em comparação com 11% em 2000.
A obesidade, junto ao consumo excessivo de álcool, são problemas “cada vez maiores” em muitos países da UE, a região onde mais se consome álcool no mundo, indica o relatório.
Os gastos de saúde na UE representaram 9,9% do PIB em 2015, em comparação com 8,7% em 2005.