12.888 – Música Dance – O vocalista do Black Box era um Travesti?


Black Box foi um projeto musical formado no final da década de 1980, na Itália, pelos produtores Daniele Davoli, Mirko Limoni, Valerio Semplici, firmando-se como um dos principais projetos de Italo House, ou Italo Disco. Os produtores também usavam diversos monikers, ou nomes diferentes, como: Starlight e Groove Groove Melody.
O primeiro single “Ride on Time” foi o seu maior sucesso, não só na Itália, mas no mundo inteiro. Foi o single mais vendido na Grâ-Bretanha em 1989. Por seis semanas seguidas ficou no número 1. Ainda hoje, figura entre os Top 100 singles mais vendidos na Europa.
Uma das maiores particularidades do Black Box foi o fato dos produtores usarem uma modelo para aparições em programas de TV e videoclipes. A modelo era a belga Katrin Quinol que dublava os vocais sampleados da música “Love Sensation” de (1979), sucesso da era disco na voz de Loleatta Holloway e produzido por Dan Hartman. Mesmo com o sucesso do single, o Black Box acabou perdendo muito dinheiro, pois foi processado por Loleatta Holloway por usar seus vocais sem a devida autorização.
Em 1990, o Black Box lançou o álbum “Dreamland”, que continha outros grandes sucessos, como “Everybody, Everybody” e “Strike it up”, que também usavam vocais sampleados, dessa vez de Martha Wash, outra diva da era Disco, essa sim, recebeu os devidos créditos.
O Álbum contava ainda com uma versão de “Fantasy” da banda funk Earth, Wind and Fire.
O Blackbox foi um dos poucos grupos da italo disco a chegar ao sucesso mundialmente. “Dreamland” ganhou disco de ouro nos EUA e Grã-Bretanha. Conseguindo emplacar seis hits, tanto nos charts comerciais, como no de clubs.

Marta Whash nos vocais
O clip da música Strike it up mostrava uma outra cantora dublando a voz da Diva Wash, a cantora em questão era a bela modelo negra Katrin Quinol vocalista do Blackbox que na verdade não cantava apenas dublava , com o escândalo veio a tona outra polémica que Katrin Quinol possivelmente seria um travesti. O escândalo em torno da verdadeira voz por trás da música do Blackbox só foi possível, porque Martha Wash indignada com a situação moveu um processo contra o grupo(fato que na época se tornou um marco, pois era comum usar vozes de outros cantores sem pagar direitos autorais devidos) e ganhou a causa com uma boa quantia em dinheiro e reconhecimentos do público.

12.887 – Cientologia: os segredos obscuros da religião dos famosos


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O documentário “Going Clear: Scientology and the Prison of Belief”, do diretor norte-americano Alex Gibney, revela segredos macabros sobre a controversa religião adotada por famosos.
A Cientologia é um sistema de crenças criado nos EUA na década de 50. Após duras batalhas judiciais, a Igreja da Cientologia conseguiu receber o status de religião em vários países do mundo, como os EUA, Reino Unido, Itália e Espanha, enquanto em outros ela é considerada um culto ou até mesmo uma empresa.
Seus seguidores, entre os quais estão celebridades como Tom Cruise e John Travolta, acreditam que a raça humana foi trazida à Terra pelo ditador extraterrestre Xenu e que é necessário lembrar e curar os traumas de sucessivas encarnações para chegar à paz interior e, finalmente, à paz mundial.
No documentário, ex-integrantes da igreja contam como foram maltratados, humilhados e ameaçados durante sua passagem pela instituição. Entre as acusações, está a de usar a violência física e psicológica para evitar que os membros abandonem o culto. Além disso, é revelada uma rede complexa de corrupção, pela qual a Cientologia pôde ser considerada uma religião (e, consequentemente, não pagar impostos) nos EUA.
A crença exige que seus adeptos se submetam a uma série de sessões terapêuticas pagas. Quem investe mais dinheiro, alcança os graus elevados de “sabedoria espiritual” mais rápido. A organização movimenta centenas de milhões de dólares em todo o mundo.

12.886 – Nutrição – Dieta: como ela age no seu mundo


Frutas-Para-Dietas
Você pode não prestar atenção no que come, mas há um setor inteiro da economia que analisa e dialoga com nosso constante desejo e eterna dificuldade de emagrecer. Não há estimativas do tamanho do mercado de dietas no Brasil, mas nos EUA, onde 69% da população adulta está acima do peso, ele movimenta US$ 58 bilhões por ano – US$ 14 bilhões a mais que o mercado de calçados e só US$ 10 bilhões a menos que o gasto do governo americano com saúde.
O número leva em conta o faturamento de setores variados, como mercado editorial, refeições prontas e shakes, todo tipo de comidas e bebidas diet, light e zero, adoçantes, vídeos de fitness, sites de consultoria nutricional (afiliados ou não a uma dieta específica), remédios para emagrecer, spas.
Um passeio por qualquer livraria revela os milagres prometidos para todos os gostos, propósitos e crenças. Alguns títulos no Brasil são: Viva Melhor com a Dieta do Tipo Sanguíneo (seu tipo de sangue determina o que você vai comer), Emagreça Naturalmente com a Dieta da Lua (quando a lua muda, você só ingere líquidos por 24 horas), A Dieta do Abdome (programa de seis semanas, foca em 11 alimentos que magicamente tiram gordura só da barriga), A Dieta da Zona Ayurvédica (baseada em princípios da medicina milenar indiana), A Dieta do Mel (duas colheres de mel antes de dormir queimam gordura). Se você prestou atenção até aqui, já sabe que é picaretagem.
A variedade de títulos vem no embalo dos best-sellers do gênero. Os sete livros do cardiologista americano Robert Atkins emplacaram, desde 1972, 30 milhões de cópias. A edição revisada do primeiro livro encabeçou a lista de mais vendidos do New York Times por 300 semanas seguidas entre 1999 e 2004. Já a série da Dieta de South Beach, lançada em 2003, vendeu 22 milhões de cópias. Uma piadinha do meio diz que a indústria da dieta anda em muito melhor forma que seus consumidores.
O fato é que nós também fazemos nossa parte nesse jogo de me-engana-que-eu-gosto. Trocamos o açúcar da caipirinha por adoçante para beber sem culpa um copão de pinga supercalórica. Pagamos a academia para não ir, mas sentir que já demos o primeiro passo. Seguimos as dietas das revistas porque preferimos comprar motivação a encarar um esforço consciente e de longo prazo. “É mais fácil entrar numa dieta com a esperança de que ela fará você se sentir melhor do que tentar entender a sua ansiedade”.
A Dieta de Atkins, por exemplo. Seu pulo do gato seria um processo chamado cetose, que ocorre quando o corpo não tem seu combustível preferido, a glicose, e é forçado a se manter basicamente convertendo as reservas de gordura em energia. De brinde, a cetose ainda libera cetonas, substâncias que tirariam o apetite. Mas estudos já mostraram que essa excreção de calorias pode ser muito baixa, cerca de 100 por dia. O fato é que a Dieta de Atkins costuma emagrecer rápido no começo porque boa parte do peso que se perde é músculo e água – sem falar que o cardápio é monótono. Atkins também se equivocou ao dizer que carboidratos não dão saciedade, apenas gorduras e proteínas.
Outra confusão que virou lei é comer de 3 em 3 horas, o que manteria o organismo gastando energia. Ok, nutricionistas e endocrinologistas concedem: comer mais vezes pode ajudar a controlar a fome. Mas não acelera o metabolismo e, a longo prazo, dificilmente emagrece. Aliás, essa prática incentiva o consumo de snacks calóricos e as compulsões alimentares.
As dietas que liberam os líquidos são igualmente problemáticas. Sim, mesmo os sucos naturalíssimos, repletos de vitaminas. “Nosso organismo não tem a mesma capacidade de identificação de saciedade com líquidos e sólidos”, diz Patrícia Jaime. Compare um suco de maçã e uma maçã, por exemplo. A maçã tem fibras (o que manda sinais de saciedade) e você a mastiga (o que manda sinais de saciedade também). No suco, as fibras foram perdidas, ao extrair o sumo da polpa você tem um concentrado de açúcar de várias maçãs (é mais calórico). Apesar das calorias, a bebida ainda vai deixar bastante espaço para a comida.

Nas prateleiras
A indústria alimentícia é outro ator central desse jogo. Para a OMS, há evidências de que o aumento da obesidade é influenciado pelo marketing agressivo das cadeias de fast food – lembra-se do ambiente obesogênico, contribuindo sutilmente para engordar?
Outros vilões são os alimentos de alta densidade energética. Normalmente industrializados, eles concentram muitas calorias em pouco volume e confundem nosso corpo, que vai engordando sem nos avisar para parar. Quem já mandou um pacote de biscoitos recheados para dentro sabe bem.
Por outro lado, as prateleiras são inundadas com opções que protegem contra aumento de peso. Como os alimentos adicionados de fibras e com selo de “baixo índice glicêmico” piscando no rótulo. Estamos exagerando no açúcar? Nos dão versão diet. Precisa-se de Ômega-3? Compre margarinas enriquecidas dele. Muita gordura? Vá de livres de trans. É acender uma vela para Deus e outra para o Diabo.
Quer exemplos? Dois gigantes do mercado de refeições light, as multinacionais Jenny Craig e Slim-Fast (o carro-chefe são os shakes, também vendidos no Brasil), foram comprados pela Nestlé e pela Unilever (dona da marca Kibon), respectivamente. Já a multinacional Heinz, famosa pelas mostardas de grife, é também a dona do negócio de refeições prontas dos Vigilantes do Peso.
Por fraqueza sua ou astúcia dela, a indústria da dieta está aí, firme e forte, enquanto a gente está aqui, inseguro e guloso.

Mitos

1. “Comer de 3 em 3 horas ajuda”
Ajuda a comer menos nas refeições. Mas daí a acelerar o metabolismo vai uma distância. Para a OMS, não há evidências de que fracionar as refeições diminua o risco de engordar. Ao contrário: o hábito faz com que você perca o controle nas refeições intermediárias.

2. “Remédio para emagrecer funciona”
Além de efeitos colaterais, como irritação, insônia, taquicardia, quando você para de tomar o remédio, o apetite aumenta. Outro caso são os remédios irresponsavelmente prescritos que causam disfunções na tireoide, glândula que regula o metabolismo.

3. “Carboidrato não sacia”
“Mentira. Todos os alimentos dão saciedade”, diz o endocrinologista Márcio Mancini. Os carboidratos têm sido vilanizados porque se conclui que os do tipo simples (pão e arroz branco, batata, açúcar) desequilibram o organismo. Mas basta consumi-los com moderação.

12.885- 48 novos vulcões são encontrados em lua de Júpiter


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Muitos vulcões podem ser vistos em nosso Sistema Solar, desde as variações geladas nos planetas anões até as grandes cúpulas em Vênus. Mas na lua Io, do planeta Júpiter, o tamanho e aparência de 48 novos vulcões são impressionantes.
Piscinas de lava do tamanho de cidades e “vulcões escudo” gigantescos concentram um material superaquecido que surge das profundezas de oceanos de magma. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos anunciaram a descoberta nesta semana em artigo publicado no periódico Icarus.
Na pesquisa, os cientistas relatam ainda a descoberta de um lago de lava de 200 quilômetros. Ele foi chamado de Loki Patera e produz ondas enormes.
Os dados de imagens térmicas talvez tenham sido a revelação mais marcante de todas: eles sugerem que a erupção de um desses vulcões provoca uma reação em cadeia e vulcões próximos passam a entrar em erupção também — o mesmo pode acontecer com alguns mais distantes, até 500 quilômetros. Por enquanto não está claro para os pesquisadores como este fenômeno é possível.
“É natural que este processo ocorra em Io e não na Terra, talvez por diferenças na crosta ou na canalização dos vulcões”, opiniou Katherine de Kleer, autora principal do estudo, em entrevista ao IFLScience.
Todos esses pontos foram vistos na “lateral” da lua e em mais nenhum lugar. Modelos térmicos sugerem que a saída vulcânica de Io deveria existir nos polos ou no equador, mas várias evidências mostram que este não é o caso. Mais estudos serão necessários para descobrir o motivo.

12.884 -Ataque hacker pode ter causado ‘blecaute’ na internet dos EUA


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Quem mora nos Estados Unidos está tendo problemas sérios para acessar alguns dos principais sites da internet nesta sexta-feira, 21. Um provável ataque hacker atingiu o servidor que hospeda páginas como Twitter, Spotify e Reddit, afetando milhões de usuários.
A lista de sites que ficaram fora do ar ou instáveis conta ainda com diversas páginas de notícias, como a CNN e o Business Insider, serviços de streaming como o HBO Now, redes sociais como o Pinterest e muitos outros. O “blecaute” pode ser sentido também fora dos EUA, especialmente na Europa.
De acordo com a imprensa norte-americana, a causa para esse “apagão” foi um ataque DDoS sofrido pelos servidores do Dyn, um dos maiores provedores de hospedagem DNS dos EUA. A empresa admitiu o ataque e disse que está trabalhando para reduzir os danos causados pelos hackers.