12.450 -Religião – A Teoria do Carma


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Ação e Reação

Na lei do carma cada um colhe o que planta.
Quem realiza o bem recebe o bem. Se fizer o mal, cedo ou tarde colherá os amargos frutos.
Está presente no hinduísmo, Budismo e Espiritismo. Tal conceito nasceu entre os hindus e é como a lei de Newton, a lei de ação e reação.
O carma positivo ou negativo seria o resultado de todo a qualquer ação cometida nessa vida ou em outra.
“Quer você goste ou não, tudo o que está acontecendo neste momento é o resultado de escolhas feitas no passado (uma vez que o carma define o nosso destino). Infelizmente, muitos fazem escolhas inconscientes e, por isso, acham que não são escolhas. Mas, são !

Se eu o insulto, é provável que você escolha se ofender. Se eu lhe faço um cumprimento, é provável que você escolha sentir-se grato e envaidecido. Pense bem: É sempre uma escolha.

Eu posso insulta-lo e ofende-lo e você escolher não se ofender. Da mesma maneira, posso lhe fazer um cumprimento e você escolher não se sentir envaidecido.
Em outras palavras, toda pessoa constitui – mesmo sendo um escolhedor infinito – um feixe de reflexos condicionados. Eles são disparados, constantemente, por circunstâncias e por pessoas, resultando em comportamentos previsíveis. Esses reflexos condicionados são iguais são iguais ao condicionamento pavloviano. Pavlov é conhecido por demonstrar que um cão, ao receber comida sempre que se fizer soar uma campainha, começará a salivar sempre que ouvir a campainha. Ou seja, o animal desenvolve um reflexo condicionado, ao associar um estímulo (comida) ao outro (som da campainha).
Também nós, devido ao condicionamento, temos respostas repetitivas e previsíveis aos estímulos do ambiente. Nossas reações parecem ser disparadas automaticamente por pessoas e por circunstâncias. No entanto, esquecemos um fato: Essas reações são ,também, escolhas que fazemos a todo momento. Simplesmente, estamos escolhendo inconscientemente.
Se você parar um pouco e começar a observar suas escolhas no momento em que elas ocorrem, mudará esse aspecto de inconsciência. O simples ato de observá-las transfere todo o processo do terreno do inconsciente para o terreno do consciente. Esse procedimento – escolher e observar conscientemente – é muito enriquecedor.
Quando você faz uma escolha – qualquer uma – pergunte-se duas coisas: Primeira, “Quais serão as conseqüências da escolha que estou fazendo ?”; Segunda, “Essa escolha trará felicidade a mim e aos outros ao meu redor ?” A resposta à primeira questão você sentirá no seu coração e saberá imediatamente quais serão as conseqüências. Quanto à segunda questão, se a resposta for sim, então persista nessa escolha. Se for não, escolha outra coisa.”

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