12.358 – Cidades Industriais


Gráfico6

 

Cidades do século 19 como Londres ou Paris, cresceram sem planejamento, operários e burgueses não dividiam a mesma vizinhança, trabalhadores moravam junto as fábricas enquanto os patrões moravam nos subúrbios arborizados. As casas dos operários eram pequenas, miseráveis e grudadas umas as outras. O trabalho nas fábricas consumia 15 horas por dia de homens, mulheres e crianças.

12.356 – Água, um recurso muito caro


Gráfico4

Para chegar em nossas torneiras o caminho é bem complicado, um conjunto de poderosas bombas retira a água do manancial e leva até a estação de tratamento e lá recebe uma série de processos até que fique potável e finalmente é distribuída. Mas isso consome tempo e dinheiro, por isso, em países desenvolvidos, o reaproveitamento da água e a proteção dos mananciais tem se tornado uma regra.

 

12.354 – Mega Gráficos – Biologia


Grafico2

 

Quando não compensa ser original

Borboletas imitadoras não são um caso isolado na natureza; o colorido brilhante da cobra coral é quase sempre suficiente para afastar inimigos. Quando isso não funciona, se fingem de mortas. Moscas parecidas com vespas fazem os predadores se afastarem em busca de alimentos menos picantes.

A Arte do disfarce

Borboletas são conhecidas por possuírem desenhos nas asas que lembram um grande par de olhos. Pousadas em um galho, dão impressão de serem animais muito maiores.

O louva deus se disfarça de galhos. Tais formas de autoproteção são conhecidas como camuflagem. As listras da zebra por exemplo, são muito mais úteis na sombra de uma árvore, a leoa pode ter dificuldade em vê-la, já alguns animais como o camaleão, alteram a cor.

 

12.352 – Como Surge um Iceberg?


IcebergTotal
Iceberg,apenas uma fração está na superfície

Eles são criados pelas geleiras que escorregam no interior do continente antártico.
A água evapora dos mares e se acumula na forma de nuvens carregadas de cristais de gelo, no inverno esses cristais caem na forma de flocos de neve e cobrem a superfície do continente.
A neve endurece e forma placas que escorregam para o mar, cobrindo o litoral. Tais placas se acumulam e no calor derretem, são partidas pelas ondas e seus pedaços flutuam soltos no mar.
Assim nascem os icebergs, que podem levar anos para derreter virando água que evapora e o ciclo recomeça.
Do iceberg aproximadamente um décimo de seu volume total fica visível, deste modo, estas gélidas massas são um perigo para a navegação, visto que podem alcançar grandes dimensões. Exemplo disto é o que aconteceu ao famoso transatlântico Titanic, que afundou no dia 14 de abril de 1912.
O iceberg não procede da água marinha porque o gelo que se forma na superfície do Oceano Ártico, por exemplo, nunca chega a ter uma grande espessura, já que a pressão que a água recebe a vários metros de profundidade é suficientemente grande para impedir que ela congele. O gelo é menos denso do que a água, por isso flutua e, também por este motivo, o gelo não pode formar-se a certa profundidade.

12.351 – Mais um grande passo para a cura da AIDS


hiv-teste-positivo-_jarun_ontakrai-shutterstock
Cientistas da Universidade Temple, nos EUA, conseguiram remover o genoma do HIV das células imunológicas de um paciente com o vírus da AIDS.
Para atingir esse grande feito, eles usaram a revolucionária técnica de edição genética chamada CRIPSR/Cas9. Com ela, nunca antes os cientistas puderam, com tanta facilidade, editar ou remover partes específicas do DNA. Isso permitiu direcionar mutações particulares, dando esperança de cura para certas doenças hereditárias e, agora, atacar por uma outra frente o vírus HIV.
Os cientistas usaram a impressionante precisão da técnica CRIPSR/Cas9 para localizar e remover as partes derivadas do DNA de células T infectadas (que são os glóbulos brancos). Eles removeram todo o genoma do HIV sem quaisquer outros efeitos secundários sobre as células hospedeiras, que continuaram a crescer e se dividiram normalmente. Não só isso, mas as células T, agora sem o HIV, ficaram, inclusive, imunes a uma nova infecção.
“Os resultados são importantes em vários níveis”, disse o geneticista Kamel Khalili, líder da equipe de pesquisadores responsável pelo experimento.
“Eles (resultados) demonstram a eficácia do nosso sistema de edição de genes na eliminação do HIV a partir do DNA das células T e, através da introdução de mutações no genoma viral, inativação de forma permanente a sua replicação. Além disso, eles mostram que o sistema pode proteger as células de reinfecção e de que a tecnologia é segura para as células, sem efeitos tóxicos. ”
Os pesquisadores realizaram as experiências utilizando células T obtidas de pacientes infectados pelo HIV e, em seguida, cultivadas em laboratório, o que permite esperar que a técnica possa ser melhorada mediante determinando nível que os médicos não terão somente que cuidar da infecção de células, mas poderão oferecer tratamentos para, finalmente, curar as pessoas.