12.149 – Stephen Hawking dá conselho para quem tem depressão


Stephen Hawking pode ter solucionado o paradoxo sobre os buracos negros.
O paradoxo veio novamente à tona durante uma palestra de Hawking no Royal Institute, em Londres, na Inglaterra. O físico, no entanto, acrescentou uma nova abordagem, relacionando os buracos negros com a depressão.
Hawking, que completou 74 anos no dia seguinte à palestra, descobriu que tinha esclerose lateral amiotrófica aos 21 anos. A condição fez com que os músculos de seu corpo fossem paralisados sem afetar as funções cerebrais.
Lucy, uma das filhas do físico, estava presente no Royal Institute e, segundo o Iflscience, afirmou que, para seu pai, a saúde mental é muito importante. “Ele tem um desejo invejável de continuar sua jornada e de concentrar suas energias e foco mental para continuar vivendo. Não só pelo propósito de sobrevivência, mas para transcendê-la pela produção de seus trabalhos extraordinários – escrevendo livros, dando palestras e inspirando outras pessoas com várias condições de saúde”, disse.

12.148 – Museus – O Museu do Amanhã, novo símbolo do Rio de Janeiro


museu amanha
O Museu do Amanhã, inaugurado no Rio de Janeiro em dezembro de 2015, foi projetado para ser um novo cartão postal da cidade. Mais do que um lugar para visitar, ele é, por concepção, uma paisagem para fotografar e compartilhar. Já vem até com hashtag: o letreiro “#cidadeolimpica” foi planejado em lugar estratégico para aparecer nas fotos de quem clicar do alto do vizinho Museu de Arte do Rio (MAR).
O museu será um prédio-símbolo do novo bairro que o Rio está criando em seu centro histórico: o Porto Maravilha. O bairro surgiu na antiga região portuária da cidade após a demolição da Perimetral, a avenida suspensa que, como tantas outras avenidas suspensas mundo afora, levou toda a área à decadência. Inspirado pelo bairro de Barceloneta, criado em Barcelona por ocasião das Olimpíadas de 1992, o Porto Maravilha terá muitas torres comerciais, como a Trump Tower. Os museus darão uma pátina cultural. Os VLT (veículos leves sobre trilhos) elétricos ainda não começaram a funcionar, mas já estão no local.
O prédio, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, foi erguido ao lado da Praça Mauá, na zona portuária (mais precisamente no Píer Mauá). Sua construção teve o apoio da Fundação Roberto Marinho e teve o custo total de cerca de 230 milhões de reais. O edifício foi inaugurado em 17 de dezembro de 2015 com a presença da presidente Dilma Rousseff e recebeu cerca de 25 mil visitantes em seu primeiro final de semana de funcionamento.
A proposta da instituição é ser um museu de artes e ciências, além de contar com mostras que alertam sobre os perigos das mudanças climáticas, da degradação ambiental e do colapso social. O edifício conta com espinhas solares que se movem ao longo da claraboia, projetada para adaptar-se às mudanças das condições ambientais. A exposição principal é majoritariamente digital e foca em ideias ao invés de objetos.
O museu tem parcerias com importantes universidades brasileiras, instituições científicas globais e coleta de dados em tempo real sobre o clima e a população de agências espaciais e das Nações Unidas. A instituição também tem consultores de várias áreas, como astronautas, cientistas sociais e climatologistas.
Como uma das âncoras do projeto de revitalização urbana chamado Porto Maravilha,o museu recebeu em 2015, como doação antes de sua inauguração, a escultura Puffed Star II, do renomado artista norte-americano Frank Stella. O trabalho consiste de uma estrela de vinte pontas e seis metros de diâmetro que foi instalado no espelho d’água do museu, em frente à Baía de Guanabara. A escultura metálica, antes da doação para acervo permanente a céu aberto do museu, esteve em exposição na cidade de Nova York.

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12.147 -Mega Byte – Internet estaria aumentando a desigualdade social (?)


internet
Dados divulgados pelo Banco Mundial mostram que a ideia de que a internet está democratizando o acesso à informação pode estar errada. De acordo com o órgão, a rede pode, na verdade, estar aumentando a desigualdade no mundo.
Um documento divulgado afirma que as mudanças tecnológicas trazidas pela internet não melhoraram o acesso a serviços públicos ou o aumento das oportunidades econômicas, como era previsto. “As tecnologias digitais estão se espalhando rapidamente, mas os dividendos do crescimento digitais, empregos e serviços têm ficado para trás”, afirma o banco.
O relatório mostra que as pessoas que possuem alto grau de educação e situação financeira conseguem aproveitar mais a internet do que pessoas que não possuem as mesmas condições. Em alguns países, as mulheres são desencorajadas a usar a rede e 20% da população ainda é analfabeta, o que torna a tecnologia quase completamente inútil para eles. No total, 60% da população mundial ainda permanece offline.

Sem mudanças
Em lugares onde o acesso à rede é fácil e a tecnologia está em expansão, os índices não apresentaram mudanças nos últimos anos: em países desenvolvidos, a tecnologia emprega apenas 3% a 5% da população. Em países em desenvolvimento, o valor cai para 1%.
A pesquisa revela ainda que ampliar o acesso à internet não séra capaz de reverter a situação. Para o Banco Mundial, é preciso investir em programas que ajudem os cidadãos a desenvolverem novas habilidades de tecnologia, garantir a forte concorrência entre as empresas e modernizar as próprias instituições do governo.