12.118-Sexologia – A Libido


sigmund freud
Tem coisa que nem Freud explica

A palavra libido é de origem latina e significa desejo ou anseio. A libido é caracterizada como uma energia aproveitável para os instintos de vida. Segundo os estudos de Freud o ser humano possui uma fonte de energia distinta para cada um dos instintos gerais. Para Freud, a produção, o aumento, a diminuição, a distribuição ou o deslocamento da libido proporciona a possibilidade de se explicar os fenômenos psicossexuais.
A mobilidade é uma característica importante da libido, entendida como a facilidade de alternação de uma área de atenção para outra. Na área do desejo sexual a libido vincula-se a aspectos psicológicos e emocionais.
Ao estudar o desejo humano o filósofo Santo Agostinho classificou a libido em três categorias distintas: a libido sciendi, desejo de conhecimento, a libido sentiendi, desejo sensual, e a libido dominendi, o desejo de dominar.
A energia relativa aos instintos de agressão ou de morte não possuem uma denominação específica como a libido (instinto da vida). Essa energia supostamente tem os mesmos atributos da libido, porém Freud não chegou a elucidar essa questão.
Ao estudar e definir o conceito de libido Freud também definiu a catexia. Segundo ele a catexia é o processo por meio do qual a energia libidinal contida na psique é relacionada ou aplicada na representação mental de um indivíduo, coisa ou idéia. Uma libido catexizada perde a mobilidade original, não podendo mais se mover em direção a novos objetos, uma vez que torna-se enraizada na parte da psique que a atraiu e a segurou.
Como exemplo da relação entre libido e catexia pode-se dizer que: sendo a libido uma quantidade em dinheiro, a catexia é ato de se investir esse dinheiro. Se uma parcela do dinheiro (libido) foi investida (catexizada) e permaneceu nessa hipotética aplicação, ficando uma quantia menor no montante original para que possa ser investido em outro lugar. Outro exemplo pode ser encontrado nos estudos psicanalíticos sobre o luto ao se interpretar o desinteresse da pessoa enlutada em suas ocupações normais e a grande preocupação com o recente finado. Isso pode ser interpretado como uma retirada de libido dos relacionamentos habituais e uma extrema catexia na pessoa perdida, dessa forma a teoria psicanalítica se dispõe a compreender como a libido foi catexizada de forma inadequada.
Freud defendia que a libido era amadurecida através da troca do objeto ou objetivo, argumentando que os homens são “polimorficamente perversos”, querendo dizer que existe uma enorme variedade de objetos que podem tornar-se uma fonte de prazer. Ao mesmo tempo em que as pessoas se desenvolvem, elas também se fixam em diferentes objetos de acordo com a etapa de desenvolvimento: a etapa oral (prazer dos bebês na lactação); a etapa anal (prazer das crianças no controle da defecação); e a etapa fálica (prazer genital). Na concepção freudiana cada fase é uma progressão visando o amadurecimento sexual, caracterizada por um forte Eu e a capacidade de retardar o desejo por recompensas.

12.117-Descoberta a causa da esclerose lateral amiotrófica


A esclerose lateral amiotrófica, conhecida pela sigla ELA, ficou bem conhecida em 2014, graças ao desafio do gelo. Vários famosos (e anônimos) tomaram banhos gelados e postaram os vídeos nas redes sociais. A brincadeira, com uma intenção bem séria, arrecadou mais de US$ 100 milhões para pesquisas. E essas pesquisas estão dando resultados.
Um grupo de cientistas da Universidade da Carolina do Norte descobriu a causa da ELA, que provoca a morte dos neurônios motores (as células nervosas responsáveis por todos os movimentos do corpo) – e que tem definhado Stephen Hawking nas últimas décadas. Até agora, a doença não tem cura nem tratamento.
Os pesquisadores estudaram casos da ELA ligados a mutações numa proteína chamada SOD1 e perceberam que a SOD1 cria um aglomerado temporário de três moléculas – chamado de trímero. Esse trímero é muito tóxico para os neurônios motores, o que leva à morte dessas células.
Agora, o próximo passo é descobrir um remédio que impeça a formação dos aglomerados. A expectativa é que essa droga comece a ser testada daqui a dois anos. Mas ainda tem muito chão pela frente: os testes podem levar até cinco anos para serem realizados.
A descoberta também pode abrir caminho para o tratamento de outras doenças neurodegenerativas, como o Parkinson e o Alzheimer.
Também chamada de “doença de Lou Gehrig”, a esclerose lateral amiotrófica destrói gradualmente células do cérebro e da medula espinhal que controlam os músculos. Com o tempo, o cérebro vai perdendo a capacidade de controlar os movimentos, até levar à paralisia. Trata-se de uma condição progressiva que, por enquanto, não tem cura.
O diagnóstico não é sinônimo de derrota. Stephen Hawking recebeu a notícia de que sofria com a ELA aos 21 anos. Cinco décadas depois, ele ainda é um dos físicos mais importantes do mundo. Depois da ELA, Hawking completou seu doutorado em cosmologia e se tornou professor na prestigiada Cátedra Lucasiana em Cambridge, que pertenceu a Isaac Newton. Mas o cientista é uma exceção. Com a deterioração do cérebro, a expectativa de vida é de três anos.

12.116 -Medicina – História da Anestesia


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A descoberta da anestesia foi uma das inovações clínicas que revolucionaram a cirurgia. A anestesia com éter foi descoberta em Boston na década de 1840. Anos antes, em 1831, o clorofórmio havia sido elaborado. O médico escocês Sir James Simpson de Edimburgo foi o primeiro a usá-lo como anestésico em 1847, mas só foi largamente aceito na medicina por volta de 1853.
A única anestesia conhecida até o momento era feita à base de álcool e pólvora, aplicada no paciente por via oral. Normalmente ele era segurado pelos assistentes enquanto mordia algo para não gritar, até que a operação terminasse. Geralmente eram feitas desta forma amputações, consideradas na época como “grandes cirurgias”.
Embora os pacientes aguentassem dores extraordinárias, havia uma busca urgente por analgésicos. Para aliviar a dor, eram combinadas várias substâncias, a maior parte delas extraída de plantas “medicinais”. Às vezes, a mistura ficava muito forte e o paciente morria por overdose.
Nos anos 1800, boa parte das pessoas buscava na religião, ou nelas mesma, a força para suportar a dor, que era vista como uma punição de Deus para os perversos e como purificadora da alma para os bons.
A anestesia com éter foi introduzida nos EUA em 1846, e com clorofórmio, no Reino Unido, em 1847. A inalação dos vapores desses compostos não apenas colocava as pessoas para “dormir”, tornando-as insensíveis à dor, mas seu uso significava que os pacientes se “tornaram inconscientes à tortura”. Assistir a um filme antigo de guerra é, de fato, presenciar tortura a sangue frio.
Essa grande invenção na história da medicina não só beneficiou os pacientes, como também tornou mais fácil a vida dos cirurgiões, que não tinham mais que lidar com pacientes desesperados contorcendo-se de dor na mesa de cirurgia durante uma amputação, ou com uma fuga precipitada.

12.115 – O que é um Harém?


The harem dance, oil on canvas, 65 x 115 cm
The harem dance, oil on canvas, 65 x 115 cm

A palavra Harém deriva da palavra árabe “haram”, que significa “lugar proibido; sacrossanto”, que por sua vez é vem da palavra “ḥarīm”, que é um lugar inviolável para os membros femininos da família, proibido aos homens. Os haréms são compostos por esposas e, muitas vezes, por escravas sexuais conhecidas como concubinas.
O isolamento feminino do Islã enfatiza a proibição da quebra ilegal da privacidade de um harém. Este, por sua vez, não é necessariamente formado apenas por mulheres com as quais o patriarca da família mantém relações sexuais, mas também podem ser formados por filhas jovens, outras parentes mulheres etc.
O Harém Imperial dos sultões otomanos, costumava alojar muitas dezenas de mulheres ao mesmo tempo, incluindo esposas. Ele também abrigava a mãe do sultão, as filhas e outras parentes, bem como eunucos e escravas, que serviam as outras mulheres. Os filhos dos sultões também viviam no Harem, até que completassem 16 anos de idade. Algumas mulheres do harém otomano, especialmente esposas, mães e irmãs de sultões, desempenharam papéis políticos importantes na história do império, sendo, por muitas vezes, mencionado que o império era governado de um harém. Hürrem Sultan (esposa de Suleiman, o Magnífico, mãe de Selim II) e Kösem Sultan (mãe de Murad IV) foram as duas mulheres mais poderosas da história do Império Otomano.
A palavra harém é comumente aplicada apenas a famílias muçulmanas, mas o sistema era comum para a maioria das comunidades orientais antigas, principalmente onde a poligamia era permitida. Fora da cultura islâmica, é sabido que os Faraós egípcios demandavam constantemente que governadores das províncias lhes enviassem servas de bela aparência. Na América precolombina, o governante asteca Montezuma II, matinha 4.000 concubinas. Na cultura asteca, a todos os membros da nobreza era permitido ter quantas amantes conseguissem sustentar.
A instituição do harém criou um certo fascínio no imaginário ocidental, especialmente durante a Era do Romantismo, e foi um tópico central do orientalismo nas artes, em parte devido aos escritos do aventureiro Richard Burton. Muitos ocidentais imaginavam um harém como um bordel formado por muitas jovens sensuais, com o único propósito de agradar a um homem poderoso. Muito desse pensamento ficou registrado na arte a partir desse período, geralmente retratando grupos de mulheres atraentes deitadas nuas em piscinas.

12.114-Audiotecnologia – História da gravação do som


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O homem só recentemente conseguiu dominar a tecnologia de registrar o fenômeno sonoro. Apesar de haverem vários registros na história de estudiosos que se debateram com o problema, só no século XIX, o som seria registrado de maneira satisfatória.
No ano de 1877, o inventor norte-americano Thomas Edison desenvolve o primeiro aparelho prático de gravação sonora, onde o som era registrado por meio de uma agulha que riscava um cilindro de cera. Nesse sistema, os sulcos feitos pela agulha, quando novamente percorridos, revelavam a gravação feita. Tal agulha era ainda ligada a um diafragma que tinha como função amplificar o som gravado, indo este escoar através de uma corneta, que o ampliava ainda mais, fazendo-o audível.
No vídeo abaixo pode-se ouvir a primeira gravação de Thomas Edison (e possívelmente a primeira gravação de som do mundo), descoberta recentemente.

Edison patenteou este sistema pioneiro no ano seguinte ao desenvolvê-lo, sendo que outras companias o seguiram, produzindo cilindros e aparelhos fonográficos gravados ou “virgens”, prontos para receberem uma gravação. A gravação e reprodução sonora por meio dos cilindros de cera permaneceu popular entre os consumidores em geral até cerca de 1910.
Apesar dos cilindros terem uma boa sonoridade, logo surgem os discos de goma-laca (posteriormente conhecidos como discos de 78 rotações ou discos de gramofone), técnica desenvolvida por outro norte-americano, Emile Berliner, em 1889. Seu sistema de discos, cujo som era reproduzido a partir de uma agulha que percorria seus sulcos, teve patente registrada com o nome dado por Berliner, “gramofone”. Os discos de gramofone eram mais simples de se fabricar, mais fáceis de serem estocados, transportados, eram mais duráveis (apesar de serem também frágeis) e possuíam uma qualidade sonora levemente melhor, além do fato de poderem armazenar duas canções, em detrimento do cilindro, que trazia apenas uma. Seu predomínio entre o público consumidor se deu de modo bastante lento, pois a produção regular de discos se iniciou apenas dez anos após a patente de Berliner, e além desse período continuou disputando o mercado consumidor nascente das gravações sonoras com o cilindro de Edison por cerca de uma década ainda.
Os discos nem mesmo possuíam um padrão, levando algum tempo para as empresas definirem-se por um formato que agradava ao consumidor. Haviam várias velocidades, indo de 76 rotações por minuto até 82; as dimensões também variavam, indo de 15 cm de diâmetro até 30 cm, e a duração das gravações também variavam, cerca de 2 a 5 minutos cada face. O mercado acabou por aceitar tacitamente o modelo de disco manufaturado pela empresa Victor (depois RCA Victor, atualmente parte da Universal Music Group), que produzia discos de 25 cm e 30 cm (dedicados a óperas e obras de maior duração), que rodavam a 78 rotações por minuto e armazenavam aproximadamente três minutos de música em cada face. No meio da década de 20, o tradicional sistema mecânico de gravação é substituído pela tecnologia da gravação elétrica, lançado pela gravadora Columbia (atual Sony Music) que aumenta em muito a qualidade das gravações realizadas.
A próxima inovação dentro da tecnologia de gravação viria com o surgimento do LP (Long Playing), em 1948, também obra da Columbia. Executado a 33 1/3 rotações por minuto, feito de vinil flexível, mais resistente que os antigos discos para gramofone, este logo se estabelece como padrão.
Logo depois surge a tecnologia da gravação por fita magnética, que, na década de 60 irá evoluir para a fita cassete. Tal tecnologia permite ao público uma maior distribuição de música livre do controle rígido exercido pelas gravadoras, proliferando a partir daí a prática da “pirataria” musical, até hoje amplamente cultivada.
Em 1978 é desenvolvido o CD, “Compact Disc”, que em pouco tempo substitui a tecnologia do disco executado a partir de um meio físico, no caso, a agulha. Agora, a reprodução sonora se dá por meio da leitura óptica do disco através de emissões a laser. Segue em 1995 o melhoramento desta tecnologia, o DVD, e logo, em 2001, surge o Blu-Ray, que utilizava um espectro de cor azulada do laser para obter resultados superiores aos do CD e do DVD.
Depois viriam as gravações digitais, graças aos recursos da informática, no formato mp3, wave, wma e outros.

12.113 – Mega Curiosidades – Ponte sobre o mar mais longa do mundo


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A China sempre foi conhecida por suas grandes construções. O país, com a maior população do mundo, apresenta grandes obras que foram construídas ao longo dos séculos. Um exemplo destes feitos é A Grande Muralha da China, feita durante o período da China Imperial e que apresenta 8.850 km.
Outra grande estrutura, inaugurada no dia 30 de junho de 2011, é a ponte Qingdao Haiwan, que apresenta 42 quilômetros de extensão e faz a ligação do porto leste de Qingdao com a ilha de Huangdao. A ponte começou a ser construída no ano de 2007 e custou 14,8 bilhões de yuans, aproximadamente de R$ 3,6 bilhões, aos cofres chineses.
A construção da ponte Qingdao Haiwan teve por objetivo diminuir a viagem entre a parte central da cidade e o subúrbio de Huangdao em 30 km. Com isso, o tempo de deslocamento entre os dois pontos caiu de 40 minutos para 20 minutos. Porém, além da melhora no transporte, esta também foi uma forma encontrada pela China de demonstrar seu poder econômico, já que, no século XXI, o país tem obtido um dos maiores desenvolvimentos do mundo, sendo considerado o sucessor dos Estados Unidos como maior potência mundial. Não é por acaso que, antes da construção da ponte chinesa, a maior ponte do mundo era a Ponte do Lago Pontchartrain, localizada em Luisiana (E.U.A.).
Além disso, outras características que valorizam a construção são de proteção. A ponte chinesa foi planejada para aguentar grandes desastres naturais como terremotos e pode suportar até mesmo uma batida de um navio de até 300 mil toneladas. Isso se deve à sua estrutura, com apresenta mais de 5.200 colunas de sustentação.
A construção da ponte deu-se em meio a uma leva de grandes obras no país. Este projeto foi completado com a inauguração do gasoduto mais longo do mundo. Percorrendo 8.700 quilômetros, o gasoduto é capaz de distribuir gás natural desde o Turcomenistão, localizado na Ásia Central, até a China. A finalização destas obras coincidiu com o 90º aniversário do Partido Comunista da China, que teve sua fundação no dia primeiro de julho de 1921.
Outra grande ponte da China é a da baía de Hangzhou, que apresenta 36 quilômetros, conectando as cidades de Jiaxing e Ningbo na província de Zhejiang, leste da China. Fora isso, há várias pontes sobre terra mais longas no mundo. As três primeiras também estão na China, sendo que a maior delas é um lance elevado do trem de alta velocidade Pequim-Xangai, que totaliza 164,8 km.

12.112 – Educação – Velocidade da internet em escolas públicas é apenas 3% da adequada


inclusão digital
A velocidade média da internet em escolas da rede pública em áreas urbanas do país se limita a 3% do que seria considerado adequado.
Ela é de 2,3 megabits por segundo, contra 78 megabits do ideal, de acordo com o próprio governo federal.
A situação levou o Ministério da Educação a adaptar seu site ao pedir sugestões para o currículo da educação básica, que está em discussão.
Diretores e docentes da rede pública podem baixar e consultar o conteúdo sem a necessidade de manter navegação permanente na web.
Os dados se referem às unidades públicas atingidas pelo programa federal Banda Larga nas Escolas, lançado em 2008 e que visa justamente “conectar todas as escolas públicas urbanas à internet, por meio de tecnologias que propiciem qualidade, velocidade e serviços para incrementar o ensino público”.
Atualmente, a iniciativa atinge cerca de 90% da rede pública em áreas urbanas do país (quase 70 mil colégios, incluindo as redes municipal e estadual), mas a velocidade da internet está longe de ser a adequada para a atividade de professores em sala de aula.
“Os dados mostram o que não corresponde à realidade brasileira. O laboratório [de informática] é uma sala sem climatização e equipamentos defasados, não tem profissional qualificado e a internet não tem boa qualidade”, disse Nilce Rosa da Costa, secretária-executiva do Consed (conselho de secretários estaduais de educação).
A deficiência é reconhecida pelo governo federal. “Nós temos em geral uma banda lerda. A gente deve discutir isso com prioridade, se quisermos fazer uma escola de qualidade”, afirmou o ministro Aloizio Mercadante (Educação) ao abordar o assunto no Congresso Nacional.
Em 2016, o Ministério das Comunicações pretende lançar um novo programa, em que o governo federal vai subsidiar o investimento privado no cabeamento de banda larga em locais mais distantes, assim como na instalação de redes dentro dos municípios.
“Está planejado um subsidio para cobrir entre 1.400 e 1.500 municípios com banda larga de altíssima velocidade. Com isso a gente atenderia, num prazo de quatro anos, 40 mil escolas com fibra ótica, levando velocidades que vão a 100, 200 megabits por segundo”, explicou o diretor da pasta.
O chamado Banda Larga para Todos é uma promessa da campanha da presidente Dilma Rousseff (PT).
O Ministério das Comunicações diz que o objetivo do programa lançado em 2008 foi “massificar o acesso à internet nas escolas públicas”. “É preciso lembrar que, à época de lançamento do programa, poucas escolas possuíam algum acesso. Assim, o objetivo de massificação do acesso à internet nas escolas públicas urbanas foi alcançado.”
Em nota, o ministério diz ainda que “a aplicação de plataforma virtual ao ensino pode ocorrer utilizando diferentes níveis de velocidade”.
Para o MEC, o programa é importante para ampliar o número de alunos com acesso à internet. Hoje, a iniciativa atinge 71% das matrículas públicas –28,9 milhões.

TABLETS
Em 2012, o MEC lançou edital para comprar tablets para professores da rede pública, como forma de estimular o uso de novas tecnologias no ensino. Passados três anos, os aparelhos ainda são motivo de controvérsia entre docentes.
“A proposta é até bonita. Se funcionasse seria perfeito. Aqui, as escolas não têm internet banda larga de alta velocidade. Não tem como conectar o tablet para fazer pesquisa”, diz Mauro Borges, 50, professor de educação física em Belém (PA).
Ele pondera, por exemplo, que a banda larga na escola permitiria o uso do tablet para o controle de presença dos alunos, num diário de classe online. Esse trabalho, afirma, é feito em seu notebook, quando chega em casa.
Ao todo, o MEC comprou 497.860 tablets, ao custo de R$ 152 milhões.
Profissionais da educação, no entanto, ponderam que o aparelho pode ser usado pelo docente fora do ambiente escolar e destacam que o MEC disponibilizou conteúdo para ser baixado no tablet.
Para Waleska Gonçalves de Lima, da secretaria de Educação de Mato Grosso, a qualidade do acesso à internet em cada escola também influencia o uso dos aparelhos por professores.
Ela explica que a secretaria destina verba para a rede estadual contratar serviço de internet, por isso em algumas unidades o uso do aparelho é recorrente.

12.111 – Mega Byte – Veja quais são os países com mais hotspots WiFi por habitante


A empresa de WiFi comercial iPass pesquisou, em diversos países, a quantidade de hotspots WiFi comerciais por mil habitantes. O país com maior número de hotspots por pessoa foi a França, com cerca de 200 pontos de acesso para cada mil habitantes, ou um para cada cinco.
Atrás da França, aparecem Bélgica (com cerca de 180 hotspots por mil habitantes) e, em terceiro lugar, Holanda (cerca de 120 por mil). O Brasil ainda aparece em nona posição, com aproximadamente 10 pontos de acesso comerciais por mil habitantes – ou para cada cem. O gráfico montado pela Goldman Sachs pode ser visto abaixo:

wifi pontos

Vale lembrar que o gráfico pondera duas variáveis bastante diferentes: número de pontos comerciais de acesso a redes sem fio e população. Sob essa perspectiva, faz sentido que Bélgica e Holanda estejam tão bem colocados, já que são países com população pequena. Isso também ajudaria a explicar a posição relativamente baixa da China e a ausência da Índia, países com populações enormes.

12.110 – Uma Baixa para a R&B – Natalie Cole


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O ano de 2016 mal começou e a R&B já tem uma baixa.
Natalie Cole, cantora e filha de Nat King Cole, morre aos 65 anos
Segundo o TMZ, cantora morreu de insuficiência cardíaca congestiva.
Ela ficou conhecida por interpretar ‘This will be’ e ‘Unforgettable’.
A cantora e compositora norte-americana Natalie Cole morreu aos 65 anos, segundo o site TMZ, em um hospital de Los Angeles de insuficiência cardíaca congestiva causa por complicações de um transplante de rim e hepatite C. Assessora de Natalie, Maureen O’Connor afirmou à agência Associated Press que a cantora morreu na noite de quinta-feira 31 de dezembro de 2015.
Ganhadora de nada menos que nove prêmios Grammy, Natalie ficou conhecida por interpretar músicas como “This will be” e “Unforgettable”, esta famosa pelo dueto “virtual” entre a artista e seu pai, o também cantor e compositor Nat King Cole (1919-1965).
A versão de “Unforgettable” cantada por Natalie junto com uma gravação antiga da voz do seu pai foi lançada no disco “Unforgettable… With Love”, em 1991, quando ela tinha 41 anos. No ano seguinte, a faixa rendeu quatro prêmios Grammy. A versão original havia sido lançada por Nat King Cole em 1951.
A cantora havia ficado doente recentemente, cancelando várias datas de sua turnê no fim de dezembro, incluindo um show na virada de Ano Novo no Disney Hall, em Los Angeles. Ela também cancelou um próximo show que aconteceria em fevereiro deste ano devido à doença.
Natalie lutou contra abuso de cocaína, heroína e álcool, e sofria de problemas de saúde, como doença hepática em 2008, que ela disse que provavelmente contraiu devido ao uso de drogas mais de 30 anos atrás. No ano seguinte, ela recebeu um rim novo. Ela também contraiu hepatite C, para a qual foi submetida à quimioterapia. Ela se casou 3 vezes e teve um filho.

Casamentos
Marvin Yancy entre 1976 e 1980, divorciados, com 1 filho
Andre Fischer entre 1989 e 1995, divorciados
Kenneth H. Dupree desde 12 de outubro de 2001 (em processo de divórcio).

Família
Filha de Nat King Cole e Maria Cole (n. 1922, escreveu em 1971 o livro “Nat King Cole: An Intimate Biography” com Louis Robinson). Seus irmãos eram Carol Cole (n. 1944, atriz) e Nat Kelly Cole (n. 1959 – m. 1995, ator, adotado). Seus tios eram Freddy Cole (n. 1931, músico), Eddie Cole (n. 1910 – m. 1970, ator) e Evelyn Cole.

GRAMMY Awards
Foram oito prêmios GRAMMY Awards:
1975:
Melhor cantora de R&B por This Will Be
Melhor cantora estreante
1976: Melhor cantora de R&B por Sophisticated Lady (She’s A Different Lady)
1991
Melhor performance pop por Unforgettable (com Nat King Cole)
Álbum do Ano por Unforgettable With Love
Música do Ano também por Unforgettable
1993: Melhor cantora de jazz por Take A Look
1996: Melhor composição pop com vocais por When I Fall In Love (com Nat King Cole)
American Music Awards[editar | editar código-fonte]
Foram três prêmios da American Music Awards:

1977: Artista Feminina Favorita – Soul / Rhythm & Blues
1978: Artista Feminina Favorita – Soul / Rhythm & Blues
1991: Artista Feminina Favorita – Adult Contemporary
Outros prêmios[editar | editar código-fonte]
Foram mais três prêmios diversos:

1999: Salão da Fama dos Compositores – Categoria “Hitmaker”
2000: NAACP Image Award – Melhor atriz na categoria “Filme para televisão, minisséries ou especial de drama”
2002: NAACP Image Award – Melhor artista de jazz

Discografia
1975: Inseparable
1976: Natalie
1977: Thankful
1977: Unpredictable
1978: Natalie Live!
1979: I Love You So
1979: We’re the Best of Friends (com Peabo Bryson)
1980: Don’t Look Back
1981: Happy Love
1983: I’m Ready
1985: Dangerous
1987: Everlasting
1989: Good to Be Back
1991: Unforgettable… with Love
1993: Take a Look
1994: Holly & Ivy
1995: A Celebration of Christmas (com José Carreras e Plácido Domingo)
1997: Stardust
1998: Christmas with You
1999: Snowfall on the Sahara
1999: The Magic of Christmas
2000: Greatest Hits: Vol. 1
2002: Ask a Woman Who Knows
2006: Leavin’