11.723 – A neurociência dos egoístas


egoismo
A maioria de nós segue algumas regras: se alguém nos ajuda, por exemplo, nós retribuímos o favor. Só que existe uma minoria que não liga muito para essas regras. Informalmente, nós os chamamos de egoístas, mas a psicologia os chama de maquiavélicos.
A palavra ‘maquiavélico’ vem de Nicolau Maquiavel, historiador, filósofo e poeta italiano que viveu no renascentismo. Ficou famoso por escrever ‘O Príncipe’, livro que reúne algumas opiniões contraditórias sobre política, poder e sucesso – inspirando o uso do seu nome como adjetivo.
Na psicologia, o maquiavelismo faz parte da ‘tríade negra da personalidade’, juntamente com a psicopatia e o narcisismo. Pessoas com alto ‘score’ em maquiavelismo têm uma tendência maior a concordar com frases como: ‘é inteligente elogiar pessoas poderosas’ e ‘a melhor forma de lidar com pessoas é dizer a ela o que elas querem ouvir’. Mas nada disso seria genuíno – a gentileza esconderia propósitos egoístas.
Recentemente, pesquisadores da Universidade de Pécs, na Hungria, analisaram o cérebro de pessoas com uma alta pontuação de maquiavelismo enquanto elas faziam uma atividade que dependida de confiança. O resultado? O cérebro delas entrava em um ciclo de atividade acelerada (e basicamente dava ‘pane’) quando elas encontravam um parceiro no jogo que se comportava de forma justa.
Explicamos: a atividade incluía quatro estágios. Neles, pessoas com alta pontuação em maquiavelismo e pessoas com scores normais jogavam com parceiros diferentes. No primeiro estágio, os participantes ganhavam cerca de 5 dólares e deveriam decidir quanto investir no seu parceiro. Qualquer quantia era triplicada ao ser passara para seu parceiro. Então o parceiro decidia quanto devolver para a primeira pessoa. Só que o parceiro era um programa de computador (sem que os participantes soubessem), programado para devolver uma quantia justa ou uma quantia completamente injusta (um terço do valor investido).
Depois os papéis eram invertidos e a pessoa deveria decidir quanto devolver par ao computador – permitindo que ela fosse justa caso o computador tivesse sido justo ou que o castigasse por ter sido injusto anteriormente.
Como você pode imaginar, os maquiavélicos acabaram com mais dinheiro no fim do jogo – isso porque, mesmo que o computador tivesse sido honesto com eles, eles não davam a quantidade justa em troca. Ou seja, a norma social de reciprocidade era quebrada.
O curioso foi que, quando eram tratados de forma justa, o cérebro dos maquiavélicos teve uma atividade maior do que a de não-maquiavélicos. Já no caso dos não-maquiavélicos, a atividade maior acontecia quando o parceiro era injusto. Quando eram tratadas de forma justa, pessoas não-maquiavélicas permaneciam com a atividade neural normal, porque já esperavam ser tratadas dessa forma.
Quando os pesquisadores analisaram as áreas cerebrais mais ativas nos maquiavélicos, perceberam que eram regiões envolvidas com a inibição e com a criatividade. Os cientistas interpretaram isso como evidências que essas pessoas estavam inibindo o instinto humano de reciprocidade.
Resumindo: quando você é injusto com alguém egoísta, o cérebro dessa pessoa permanece funcionando da mesma forma, já egoísmo é o que ele espera dos outros. Mas quando gentileza e cooperação é mostrada a eles, o cérebro deles acelera, enquanto ele pensa em como tirar vantagem da situação.

11.722 – Ufologia – Porque ainda não achamos ETs?


dança do et
No universo todo, existem, no mínimo, outras 175 bilhões de galáxias, cada uma com mais ou menos 100 bilhões de estrelas.
De todas essas estrelas, de todas essas galáxias, estima-se que 500 bilhões de bilhões (olha só o tamanho do número: 500.000.000.000.000.000.000) sejam parecidas com o Sol. E, dessas, calcula-se que até metade seja orbitada por planetas parecidos com a Terra. Ou seja: podem existir até 250 bilhões de bilhões (250.000.000.000.000.000.000) de “Terras” espalhadas por aí. Que podem, possivelmente, também abrigar a vida.
Diante de toda essa imensidão, é quase inconcebível imaginar que nós estamos absolutamente sozinhos no Universo, certo? Afinal, se temos centros especializados em procurar vida fora da Terra, já fomos à Lua, mandamos sondas para Marte, Plutão e diversos outros lugares, por que raios ainda não encontramos ninguém? Por que ninguém tentou fazer contato?
Eles já estiveram por aqui?
A Terra tem 4,54 bilhões de anos. E nós estamos nela há 200 mil. Isso quer dizer que durante esse tempão alguém pode muito bem ter vindo aqui, ter dado um oi para o que quer que seja que tenha encontrado e ter ido embora. Ou pode até ser que os nossos ancestrais mais primitivos também tenham tomado um susto com os ET’s, mas como não temos registros dessa época, é uma dúvida quase impossível de solucionar. Eles podem ter deixado a boa e velha Terra simplesmente porque não encontraram nada de interessante ou porque estão esperando a hora certa para voltar.

Nossos vizinhos não são amigáveis
Alguns cientistas até defendem que há vida fora da Terra, só que esses habitantes não teriam o melhor dos humores e nem mandariam mensagens para nós. É que mandar um oi para o restante do universo ofereceria uma boa pista sobre a localização desse pessoal – e esse é um risco que os caras lá fora não querem correr.
Se você duvida da possibilidade de que isso possa ser um problema real, basta lembrar o que disse o físico Stephen Hawking. Ele não apoia a ideia de enviar mensagens para o lado de lá justamente porque não sabemos o que esperar de seres extraterrestres. “Se eles nos visitassem, eu acho que o resultado seria semelhante ao que aconteceu quando Cristóvão Colombo chegou à América, o que não foi nada bom para os americanos nativos”, afirmou Hawking.

A Primeira Diretriz é mesmo lei
Os fãs de Jornada nas Estrelas já devem estar familiarizados com a ideia. Entre as regras principais que orientam a conduta da Frota Estelar, a primeiríssima, acima de todas, é esta: não se deve interferir no desenvolvimento normal de uma cultura ou sociedade alienígena. E a Hipótese do Zoológico tem a ver com isso.
A ideia principal é que os ETs existem e que nos observam à distância, sem se meter nos nossos assuntos. Eles fazem isso para uma espécie de experimento científico em que somos cobaias? Gostam de espiar o que fazemos para se divertir? Não se sabe. A proposta, feita pelo astrônomo John Ball, só indica que eles estão de olho e não querem ser notados.

Nós somos primitivos demais para conseguir captar qualquer sinal
Imagine uma formiga. Ela nunca vai conseguir ter consciência de tudo que a cerca porque é um ser muito primitivo e com capacidade mental extremamente limitada. Os nossos satélites, sondas e naves podem ser tão toscos que seria como se uma formiga em São Paulo tentasse fazer contato com o Barack Obama através de uma folhinha que ela pegou por aí. E nós podemos ser as formigas do universo. Sim, essa possibilidade é triste para uma humanidade que tanto se gaba de sua inteligência.

Matrix dos aliens
Eles podem ser tão desenvolvidos que simplesmente cansaram da realidade e resolveram criar o seu próprio mundo utópico e virtual. Não se preocupe: nessa teoria, nós estamos vivendo no mundo de verdade, e quem está na “Matrix” são eles. Por isso, não conseguimos fazer contato. De todas as teorias, essa parece a menos plausível. Pelo menos, dá um bom roteiro de filme.

A nossa Matrix
A outra teoria diz que nós não escapamos da Matrix. Pode ser que a nossa realidade seja na verdade uma simulação criada por aliens superdesenvolvidos que criaram a nossa ilusão de vida, planeta e cotidiano. Essa teoria foi defendida pelo cientista Rich Terrile, da NASA.
Mas isso não quer dizer que o órgão inteiro acreditou em Terrile e nem que ele tenha sido tachado de louco. É só mais uma entre as várias possibilidades levantada por pesquisadores.

11.721 – Geofísica – Partículas fantasmas são provenientes do centro da Terra


geoneutrini
Com a utilização de um laboratório subterrâneo, na Itália, foi encontrada a primeira evidência sólida de que as partículas subatômicas neutras são produzidas sob a crosta terrestre. A pesquisa poderia ajudar a revelar quais elementos radioativos se encontram no interior do planeta e os processos radioativos geradores de calor no interior da Terra. Os dados foram relatados na revista Physical Review D.
Neutrinos são gerados por reações nucleares que envolvem o decaimento de átomos instáveis e são frequentemente descritos como “fantasmagóricos”, por serem muito pequenos. Eles são cerca de 500 mil vezes mais leves do que o elétron, de acordo com o portal Live Science. Como não possuem carga e raramente interagem com outras partículas, não costumam atacar átomos. Mas, quando o fazem, um flash de luz é criado, que já foi gravado anteriormente por cientistas como prova de sua existência.
Porém, foram detectados neutrinos vindos do interior da Terra. Tais “geoneutrinos” dão um vislumbre físico sobre o núcleo de nosso planeta. Os especialistas, agora, podem identificar isótopos radioativos individuais no interior da Terra e descobrir como seu calor afeta a atividade geológica de, por exemplo, vulcões e terremotos.
A BBC informou que o interior da Terra gera 20 vezes mais calor que todas as estações de energia do planeta. Embora a maioria de seu calor seja perdido, outras fontes vêm do decaimento de elementos radioativos. Até agora, ninguém foi capaz de arriscar um palpite sobre sua quantidade.
Os cientistas no Laboratório Nacional de Gran Sasso, na Itália, que está localizado 1,5 km abaixo dos Apeninos, usou o detector de neutrinos Borexino para estudar as partículas fantasmas. O instrumento usa 2.200 sensores para detectar raros lampejos de luz emitidos quando neutrinos interagem com 200 toneladas de um óleo especial, alojado no interior de uma esfera. Assim, 24 geoneutrinos foram identificados, dentro de 2.056 dias. Onze vieram do manto da Terra e 13 de sua crosta.
Esses geoneutrinos sugerem que cerca de 70% do calor presente no interior da Terra é criado por radioatividade, mas o número ainda é incerto. “Há 98% de certeza, o que significa que ainda há uma pequena probabilidade de que não exista nenhum sinal do manto”, disse Aldo Ianni, um físico de partículas experimental do laboratório, em entrevista à BBC. Esses 2% de chance de erro são muito grandes para a pesquisa ser definida como uma “descoberta”, de acordo com as regras da física de partículas.
De acordo com Ianni, a fim de obter um número mais preciso, a equipe internacional precisará reunir dados por cerca de 17 anos. No futuro, os peritos podem instalar mais detectores de geoneutrinos em locais diferentes, ao redor do mundo, para analisar como os elementos radioativos são distribuídos do interior do nosso planeta.

11.720 – Biologia – Canto dos galos antes do amanhecer intriga cientistas


Qual seria o relógio biológico tão cronometrado do animal e qual o motivo? Ainda bem que a ciência existe para desvendar essas dúvidas. Ou ao menos tentar.
Liderados pelo professor Takashi Yoshimura, vários experimentos foram realizados, como colocar várias espécies do animal em ambientes distintos para analisar suas reações individuais. O intuito era diferenciá-los em condições bem distintas, como incidência de luzes, sons e outras interferências.
A conclusão do estudo mostrou que os galos cantam várias vezes ao longo do dia, não apenas pela manhã, e são influenciados por fatores externos. Por exemplo: sons e luzes mais intensas representam uma ameaça para o galo, que solta a voz para mostrar imposição. Isso ocorre sempre que ele acreditar estar correndo algum tipo de perigo.
Por conta disso, acredita-se que eles cantam ao amanhecer devido à alteração de luz, de escuro, para claro. Mas, então, por que isso acontece sempre duas horas antes da luz incidir, de fato?
Os cientistas, após a análise, acreditam que o canto adiantado pela manhã sirva como forma de demarcação territorial. Ou seja, eles tentam mostrar quem manda no grito.
“Nossos dados preliminares sugerem que o galo mais qualificado tem prioridade em cantar pela manhã, e o menos qualificado é paciente o suficiente para esperar e segui-lo todos os dias”.

11.719 – Cons(ciência) – 40% dos adultos no mundo são ″analfabetos climáticos″


Mega Humor
☻Mega Humor

A mudança climática é uma ameaça para a humanidade e os ecossistemas naturais, mas um estudo recente publicado na revista Nature Climate Change revela que a consciência pública sobre o problema não é geral. Nada menos do que 40% dos adultos do mundo nunca ouviram falar de mudanças climáticas, segundo a pesquisa.
O contraste na percepção entre os países desenvolvidos e os em desenvolvimento é outro dado que impressiona: na América do Norte, Europa e Japão, mais de 90% do público está ciente da mudança climática, ao passo que em muitos países em desenvolvimento, relativamente poucos estão cientes do problema. No Egito, Bangladesh e Índia, o “analfabetismo climático” chega a atingir 65% da população adulta.
A equipe de pesquisadores também constatou que o nível de educação tende a ser o fator que mais predispõe uma pessoa a desenvolver consciência sobre a mudança climática. No entanto, há diferenças acentuadas entre os países.
Nos Estados Unidos, os preditores chave são o engajamento cívico, acesso à comunicação e educação. Além disso, as opiniões dos americanos também são fortemente afetadas pela política partidária. Mas há poucos dados globais sobre a ideologia política e seu efeito sobre a visão da mudança climática, disseram os pesquisadores.
Enquanto isso, na China, a consciência sobre o problema está mais associada à educação, a proximidade de áreas urbanas e renda familiar. Em geral, observam os pesquisadores, as pessoas na maioria dos países em desenvolvimento percebem as alterações climáticas como uma ameaça muito maior do que as pessoas nos países desenvolvidos.
A pesquisa destaca, ainda, que “melhorar a educação básica, a alfabetização climática e a compreensão do público sobre as dimensões locais da mudança climática são vitais para a participação e apoio social às ações de combate às mudanças climáticas”.
Mais do que falar sobre os riscos mundiais, para sensibilizar a opinião pública é preciso destacar os riscos que as mudanças climáticas representam para um país e até mesmo para as cidades.
Para realizar este estudo, os pesquisadores utilizaram dados de uma pesquisa da Gallup World Poll, com 119 países, feita entre 2007 a 2008.

11.718 – História da Astronomia – O Grande Engodo da Lua


vida na lua
Em 25 de agosto de 1835, a primeira de uma série de seis matérias anunciando a suposta descoberta de vida da Lua é veiculada no jornal New York Sun
Conhecidas conjuntamente como “O Grande Engodo da Lua”, as matérias foram supostamente reproduzidas de artigos do Journal of Science de Edimburgo, assinados pelo Dr. Andrew Grant, descrito como um colega de Sir John Herschel, um famoso astrônomo da época. Na verdade, Herschel havia viajado para a Cidade do Cabo, na África do Sul, em janeiro de 1834, para construir um observatório com um novo e poderoso telescópio. Conforme o relato de Grant, Herschel havia encontrado sinais de vida na Lua, incluindo animais fantásticos como unicórnios, castores peludos e de duas pernas e humanoides alados que pareciam com morcegos. Os textos também faziam descrições vívidas da geografia da Lua, mencionando crateras massivas, enormes cristais de ametistas, rios de águas torrenciais e vegetação exuberante.
O New York Sun, fundado em 1833, era um dos jornais “penny press” (tabloides que custavam um centavo de dólar) que atraíam um público maior com um preço barato e um estilo mais narrativo de jornalismo. A partir do primeiro dia em que a matéria do engodo da Lua foi lançada, as vendas do jornal aumentaram consideravelmente. Era algo excitante e os leitores engoliram. O único problema é que nada disso era verdade. O Journal of Science de Edimburgo havia cessado suas publicações alguns anos antes e Grant era um personagem fictício. Os artigos foram provavelmente escritos por Richard Adams Locke, um repórter do Sun formado pela Universidade de Cambridge. Com o objetivo de ser uma sátira, eles foram concebidos para zombar de especulações sérias sobre a vida extraterrestre, especialmente as do Reverendo Thomas Dick, um popular escritor de assuntos científicos, que afirmou em seus livros best-sellers que a Lua possuía 4,2 bilhões de habitantes.
Entretanto, os leitores embarcaram completamente na história e não conseguiram identificá-la como uma sátira. A loucura em torno das supostas descobertas de Herschel chegou até mesmo a enganar um comitê de cientistas de Yale, que viajou até Nova York à procura dos artigos do jornal de Edimburgo. Depois que os funcionários do Sun os enviaram para lá e para cá, entre os escritórios editoriais e de impressão, na esperança de desencorajá-los, os cientistas retornaram a New Haven sem perceber que tinham sido enganados.
Em 16 de setembro de 1835, o Sun admitiu que as matérias tinham sido uma fraude. Mas as pessoas se divertiram com a história toda e as vendas do jornal não sofreram queda. O Sun continuou a existir até 1950, quando se fundiu com o New York World-Telegram – porém, a fusão só foi concretizada em 1967. Um novo New York Sun foi criado em 2002, mas não possui nenhuma relação com o original.

11.717 – Drone desenvolvido pela Sony é um avião em miniatura


drone sony
Em julho deste ano, a Sony anunciou uma parceria com a empresa de robótica japonesa ZMP Inc. para construir drones comerciais. Um mês depois, a nova empresa, batizada de Aerosense, divulgou vídeos de dois protótipos, chamaos AS-DTO1-E e AS-MCO1-P.
O primeiro modelo, AS-DTO1-E, se parece bastante com um avião em miniatura. A diferença é a possibilidade de pousar e decolar na vertical. De acordo com a Aerosense, a mini aeronave será capaz de transportar objetos de até 10 quilos e poderá voar a até 170 km/h.
O segundo motelo, AS-MCO1-P, é menor e mais leve. Ele conta com uma câmera e um sistema de navegação. A empresa não informou se os dois drones terão as mesmas funções e características.
Os dispositivos devem automatizar uma série de processos, como medição, topografia, controle e observação de áreas de difícil acesso. A Aerosense deve lançar os drones em 2016.

11.716 – ‘Vacina universal’ contra gripe está próxima


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Após testes promissores em animais, cientistas afirmam estar próximos de desenvolver uma vacina de longa duração que proteja contra qualquer tipo de gripe.
Duas equipes norte-americanas, que trabalham separadamente, tiveram sucesso ao atacar uma parte estável do vírus da gripe.
Isso poderia eliminar o principal problema das atuais vacinas contra a doença, que devem ser tomadas anualmente porque atacam partes mutantes do vírus.
A prova de conceito (estudo para comprovar uma teoria) da pesquisa foi publicada na revista científica “Nature Medicine”. Agora, serão necessários novos estudos para confirmar se o método irá funcionar em humanos.
Enquanto isso, especialistas afirmam que as pessoas devem continuar recebendo suas doses anuais contra a gripe, uma vez que a vacinação ainda é a melhor maneira de se proteger contra uma infecção pela doença.
A injeção convencional da vacina mira moléculas que estão na superfície dos vírus –e que mudam constantemente. Imagine que o vírus da gripe é uma bola com vários pirulitos, dotados de hastes, espetados do lado de fora.

Esses pirulitos mudam todos os anos, mas as hastes permanecem as mesmas. São elas o novo foco dos cientistas na busca por uma vacina universal.
Várias equipes diferentes de pesquisadores vêm testando potenciais candidatas, mas tem sido um desafio desenvolver algo que possa ser usado numa vacina sem que isso envolva a “cabeça” do pirulito da molécula hemaglutinina (proteína do vírus).
Segundo John Oxford, especialista em gripe da Universidade de Londres, esse trabalho recente parece particularmente promissor. Ele chama os resultados de um grande dia para ciência.
“É um salto adiante quando comparado com tudo o que foi realizado recentemente. Eles têm bons dados de testes em animais, não só em ratos, mas também em furões e em macacos. E conseguiram isso com o vírus da gripe aviária H5N1”, afirmou.
“É um ótimo trampolim. Enfim, a esperança é alcançar uma vacina que abrangerá todo o vírus pandêmico.”
Sarah Gilbert, professor de vacinologia da Universidade de Oxford, pondera: “É um avanço incrível, mas as novas vacinas agora precisam passar por testes clínicos para vermos o quão bem elas funcionam em humanos”.
“Esse será o próximo estágio da pesquisa, que deve levar vários anos. Então, ainda há um bom caminho antes de termos melhores vacinas contra a gripe”, acrescentou.

11.715 – Acredite se Quiser – Homem é preso pelo FBI por viajar no tempo


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Esta história já tem 10 anos, porém de tempos em tempos é bom trazê-la à tona, principalmente pelo fato de que ela tem sido deixada de lado, e é constantemente abafada pelo FBI.
Também, não era para menos, afinal não é todo dia que se prende uma pessoa por viajar no tempo e coisas como estas, de fato, as autoridades preferem esconder de cidadãos comuns no intuito de evitar um caos mundial.
Acompanhe nas linhas abaixo este intrigante caso e tire suas próprias conclusões sobre o ocorrido. Aliás, espero que consigam ver este artigo antes que seja removido, como tantos outros o foram ao longo desta década que se passou.
Viajante do tempo preso por trapacear na bolsa de valores
Tudo começou em 2005, quando a polícia federal dos Estados Unidos (FBI) caçou e prendeu um homem por trapacear na bolsa de valores. Até aí nada demais, afinal, todos os dias milhares de especuladores criam formas de ganhar alguns dólares extras na bolsa.
Porém, o que chamou a atenção neste caso é que o tal trapaceiro, 3 meses antes de ser preso, disse em um fórum da internet que era um viajante do futuro e, para comprovar isso, iria ganhar milhões de dólares na bolsa, nos próximos dias.
A princípio ninguém acreditou, até que um cidadão fez seu primeiro investimento de 800 dólares. A partir daí, apenas 90 dias depois, ele já havia multiplicado seu investimento 43.750 vezes!
Ou seja, em um período de 3 meses o homem transformou 800 dólares em 35 milhões. E fez isso investindo pesado em ações de alto risco, mas sem nunca perder nenhum centavo. Todas as ações que ele comprava, subiam surpreendentemente.
Quando a receita federal norte-americana ficou sabendo do caso logo colocaram o FBI atrás do homem, e é aí que a história começa a se tornar ainda mais interessante.

FBI prende viajante do tempo
Quando indagado pelos investigadores sobre como ele havia feito para saber, exatamente, quais ações iriam subir e cair ao longo do dia, a resposta obtida foi convicta: “Sou um viajante do tempo, vim do ano de 2256, por isso acertei tudo”.
Obviamente, em um primeiro momento, a polícia não acreditou nesta história e manteve o homem preso por quase um ano, submetendo-o a uma sessão de perguntas a cada 15 dias.
Porém, em todos os 24 interrogatórios, a história era sempre mesma. Contada pelo cidadão com riqueza de detalhes e sem nunca entrar em contradição. No intuito de comprovar o que dizia, o homem deu algumas informações como o paradeiro do Osama Bin Laden e quando os Estados Unidos conseguiriam, finalmente, captura-lo.
Na época, também, o homem revelou o que parecia ser uma piada de mal gosto: Em menos de uma década os EUA, bem conhecidos pelo seu preconceito impregnado pela Ku Klux Klan, teria seu primeiro presidente negro.
Como o FBI não acreditou em nada disso, a investigação foi mais a fundo e os policiais finalmente descobriram que, na realidade, eles não sabiam de nada: Não havia nada sobre o homem, nenhum registro, documento, nem mesmo uma única digital.
Como alguém com 40 anos de idade, não teria uma única impressão digital registrada pelo governo norte-americano?
Cada dia que se passava da investigação, o caso ia ficando mais e mais intrigante. Tanto que a posição do FBI ante a mídia mudou radicalmente, quando o homem revelou o paradeiro de sua máquina do tempo.
Até então, o porta-voz da instituição se dirigia ao público sorrindo, afirmando que o rapaz era lunático e dono de uma sorte muito grande. Mas, quando o paradeiro da tal máquina capaz de viajar no tempo foi revelado, o FBI mudou sua tática.
Agora, para imprensa, só restava a resposta padrão para este tipo de questão “Não iremos mais comentar”.

Aonde está o viajante do tempo que foi preso pelo FBI?
Esta é a pergunta que não quer calar. Pois, poucas semanas depois, toda a mídia mundial que estava alvoroçada em cima do tal viajante, de repente, perdeu completamente o interesse e – desde então – o caso vem sendo fortemente abafado.
Quanto ao homem que diz ter vindo do futuro, não se tem mais notícias dele e o FBI mesmo alega que ele jamais existiu! Pois é, mesmo com as milhares de reportagens da época, os vídeos do porta-voz dando explicações sobre o caso, o FBI diz que isso nunca aconteceu.
E, desta forma, o paradeiro do suposto viajante, de sua suposta máquina ou mesmo a conclusão deste caso que é de importância mundial para a humanidade foi apagado da fraca memória da nossa mídia e jogado em um arquivo secreto de alguma agência de inteligência.
Do homem, a única coisa que nos resta é seu nome: Andrew Carlssin.