11.710 – Planeta Terra – Com média de 16,61°C, julho de 2015 foi o mês mais quente da história


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Julho de 2015 foi o mês mais quente da história do planeta, informou a Noaa, agência americana que monitora condições dos oceanos e da atmosfera terrestre.
O relatório referente ao mês passado informou que o primeiro semestre do ano também bateu recorde de temperatura.
As medições são feitas desde 1880, mas especialistas afirmam que é possível concluir que as atuais médias superam as dos últimos 4.000 anos.
Julho registrou temperatura média de 16,61°C nas superfícies dos continentes e dos oceanos. Isso é 0,81°C mais quente que a média do século 20.
A expectativa da agência é de que o ano de 2015 seja o mais quente da história, em consonância com previsões das agências meteorológica do Japão e espacial dos Estados Unidos, a Nasa.
Dois dos principais fatores a explicar o aquecimento global recorde são o El Niño e o efeito estufa, provocado pela atividade humana.
O El Niño em curso é um dos mais fortes da história. Caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico na região tropical, o fenômeno tende a provocar aumentos nas temperaturas locais e globais.
A agência americana acredita que o atual El Niño possa superar em intensidade o de 1997, o mais forte da história.
“Há 90% de chance de o fenômeno sobreviver durante o inverno no hemisfério norte em 2015/2016 e 85% de chances de durar até o início da primavera em 2016”, afirmou a Noaa em comunicado.
Para evitar o fenômeno, seria preciso que os oceanos tivessem uma diminuição drástica de temperatura, mas o que tem sido visto é o contrário: o aquecimento das águas.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou, ao anunciar um plano de redução de emissão de carbono, que as mudanças climáticas são uma das maiores ameaças à humanidade.
O aumento recorde nas temperaturas globais é sentido de maneira dramática na Califórnia, que enfrenta, há quatro anos, a seca mais severa de sua história.
O Estado, localizado na costa oeste americana, teve mais de 3.400 incêndios até 15 de julho, 900 a mais que no mesmo período de 2014.
O governador da Califórnia, Jerry Brown, decretou estado de emergência em janeiro.
Restrições ao consumo de água têm sido impostas aos habitantes do Estado.

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