11.559 – Aeronáutica – A turbulência dos aviões é perigosa?


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Se você é um passageiro frequente, certamente já passou por uma turbulência.
Há algumas histórias por aí de turbuências fortes, que machucam passageiros e a tripulação. E dizem que as mudanças climáticas podem aumentar a ocorrência delas. Mas, de acordo com o Gizmodo, elas realmente não são uma grande ameaça – a não ser que você não esteja usando o cinto de segurança.
O que pode acontecer é um dano na aeronave – mas é muito raro. Um dos casos mais conhecidos aconteceu lá em 1966, quando uma turbulência ‘rasgou’ um Boeing 707 perto do Monte Fuji, no Japão. Com ventos a uma velocidade de 225 km/h, ninguém sobreviveu. Mas a engenharia das aeronaves evoluiu bastante desde lá – os cascos são mais resistentes, as asas conseguem dobrar em até 90 graus em testes e alguns aviões possuem sensores que já detectam as turbulências. Então, hoje, acidentes relacionados a turbulências são relacionados a outros fatores, como malfuncionamento ou um erro do piloto.
No máximo, e ainda assim é um evento raro, a turbulência forte faz com que os pilotos desviem da rota planejada e pousem em outro aeroporto. E, normalmente, isso é feito por risco das pessoas se machucarem dentro do avião, não porque a aeronave não aguentaria o impacto.

É difícil que um piloto entre em uma área de turbulência desavisado – quando isso acontece, normalmente é porque desviar a rota gastaria mais tempo e combustível e a turbulência não é uma preocupação tão grande.
Existe, no entanto, a turbulência de ar limpo – quando ocorre a trepidação mesmo em um tempo limpo e sem nenhum sinal do radar. Como os pilotos não prevêem a turbulência, ela pode causar alguns machucados na tripulação. Foi o que motivou um voo da American Airlines a pousar em Tóquio, em uma rota de Seul para Dallas. Por causa de uma turbulência imprevisível, bebidas quentes do serviço de bordo voaram pelo avião machucando uma dúzia de passageiros. Mas vale lembrar que esses eventos são extremamente raros.
A probabilidade de uma turbulência considerada severa é de um em milhão. E, sabendo da zona de turbulência, os pilotos fazem o possível para desviar delas. A dica é ficar sempre de cinto afivelado – mesmo se os avisos estiverem desligados.

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