11.488 – Mega Byte – Vírus no Facebook posta conteúdo pornográfico; saiba removê-lo


virus face
Um vírus chamado “Amazonaws” tem atrapalhado alguns usuários do Facebook. Sem o consentimento do usuário, ele publica vídeos de conteúdo pornográfico em perfis do site social, marcando diversas pessoas nas postagens, e se aloca no computador na forma de uma barra de busca.
O vírus se espalha através de anexos de e-mails, páginas comprometidas da internet ou mesmo através dos posts maliciosos do Facebook. Por isso, caso você receba uma notificação dizendo que um amigo seu disse que esteve com “você e mais 19 pessoas”, é melhor não clicar no link.
Como remover?
Para remover o vírus, é necessário vasculhar seus aplicativos do Facebook e extensões de navegador em busca de algo estranho. Veja como fazer isso abaixo:
No Facebook, vá até “Configurações” (a opção aparece sob uma lista do lado direito da barra superior). Em seguida, clique em “Aplicativos” (a primeira opção da última aba, à esquerda). Quando a lista aparecer, clique em “Mostrar todos”, veja se há algum aplicativo de aparência maliciosa associado à sua conta e remova-o (aproveite para remover os aplicativos inúteis que acabam se associando à sua conta).
Em seguida, é necessário verificar as extensões do navegador. No Chrome, clique no ícone com três barrinhas horizontais, à direita na barra superior do navegador, e vá em “Configurações”. Na tela que se abre, do lado esquerdo, há um ítem chamado “Extensões”: clique nele. Você verá então uma lista com todas as extensões associadas ao seu navegador. Se alguma lhe parecer estranha, delete-a clicando no lixinho ao lado dela.
No Firefox, o procedimento é semelhante: basta clicar na opção “Complementos” para ver a lista de complementos que seu navegador está usando, e apagar qualquer um que seja suspeito. No Internet Explorer, por sua vez, clique em “Gerenciar complementos” e depois em “Barra de ferramentas e extensões”.
Caso essas opções não funcionem, pode ser necessário desinstalar o navegador e reinstalá-lo de novo em seguida. De qualquer maneira, após removido o programa malicioso, vale a pena fazer uma varredura com algum programa antivírus para garantir que nenhum outro arquivo nocivo foi instalado no computador durante o período de vulnerabilidade.

11.487 – Sonda Philae, que aterrissou em cometa, envia sinais após 7 meses


sonda no cometa
Depois de sete meses, o módulo Philae despertou de sua hibernação sobre um cometa e se comunicou com o planeta Terra com mais de um minuto, disse a Agência Espacial Europeia neste domingo (14 de junho).
Trata-se do primeiro artefato espacial a pousar num cometa, quando tocou na superfície gelada do 67P/Churyumov-Gerasimenko em novembro. O pouso foi considerado o fato científico do ano em 2014 pela revista “Science”.
Logo depois de seu pouso histórico, transmitido inclusive por uma conta própria no Twitter, a Philae fez experimentos e enviou dados para a Terra por cerca de 60 horas antes de suas baterias solares descarregarem e ela ser forçada a hibernar até voltar a ter alguma exposição ao sol.
O Centro Aeroespacial Alemão, que opera o Philae, disse que a sonda retomou as comunicações às 22h28 locais de sábado (17n28 no Brasil). Ela enviou cerca de 300 pacotes de dados até a Terra por meio de sua nave-mãe Rosetta, que orbita o cometa.
“O módulo ficou tão escondido que nem mesmo imagens feitas a poucos quilômetros de distância pela sonda orbitadora Rosetta (que segue operando normalmente ao redor do Churyumov-Gerasimenko) conseguiram identificar com precisão sua posição. Outro problema decorrente disso é que ele recebia luz solar em apenas um dos paineis e mesmo assim por pouco tempo, o que o impedia de recarregar suas baterias e continuar seu trabalho. Por isso ele entrou em hibernação”.

11.485 – Mega Biografia – Anne Frank (12-06-1929 – 12-03-1945)


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Origem: Alemanha, Holanda
Nascida em 12 de junho de 1929, em Frankfurt, Alemanha, Anne Frank morou em Amsterdã durante a Segunda Guerra Mundial. Fugindo da perseguição nazista aos judeus, a família se escondeu por dois anos. Durante essa época, Frank escreveu sobre suas experiências e desejos. Ela tinha 15 anos quando sua família foi encontrada e enviada ao campo de concentração, onde ela morreu. Sua obra “O Diário de Anne Frank”, já foi lida por milhões de pessoas.
A vítima do Holocausto Anne Frank nasceu Annelies Marie Frank em 12 de junho de 1929, em Frankfurt, Alemanha. Sua mãe foi Edith Frank e seu pai, Otto Frank, um tenente do exército alemão durante a Primeira Guerra, tornando-se depois um homem de negócios na Alemanha e na Holanda. Frank também teve uma irmã chamada Margot, três anos mais velha.
Os Frank eram uma família de classe média alta que morava em um bairro quieto e religioso de Frankfurt. Porém, Anne nasceu em uma época de mudanças na sociedade alemã, que logo iriam interromper a felicidade e a tranquilidade de sua família e de todos os judeus alemães.
No início dos anos 20, a economia da Alemanha estava em péssimas condições, devido ao Tratado de Versalhes, que pôs fim à Primeira Guerra Mundial e impôs muitas sanções ao país. Em 1933, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, antissemita e liderado por Adolph Hitler, tomou o controle do governo.
A família de Anne Frank se mudou para Amsterdã em 1933, e seu pai se tornou o diretor da Dutch Opekta Company. Lá, eles se sentiram novamente livres. Durante o resto da década de 30, Anne viveu uma infância relativamente normal, com muitos amigos, de diversas etnias e religiões.
Mas isso iria mudar em 1º de setembro de 1939, quando a Alemanha nazista invadiu a Polônia, iniciando a Segunda Guerra Mundial. Em 10 de maio de 1940, o exército alemão invadiu a Holanda, derrotando as forças holandesas apenas após alguns dias de combate. Os holandeses renderam-se em 15 de maio de 1940, e Anne escreveria em seu diário: “Após maio de 1940, os bons momentos eram raros; primeiro tinha a guerra, depois a rendição e então a chegada dos alemães, que foi quando os problemas começaram para os judeus”.
No começo de outubro de 1940, os ocupantes nazistas impuseram medidas antissemitas na Holanda. Os judeus eram obrigados a usar uma estrela amarela de Davi o tempo todo e obedecer a um toque de recolher. Eles também foram proibidos de serem donos de negócios, por isso Otto deu o controle de sua empresa a dois sócios cristãos. Frank e sua irmã foram transferidas a uma escola judia.
Em 12 de junho de 1942, Anne ganhou um diário pelo seu aniversário de 13 anos, e ela escreveu suas primeiras palavras do texto, endereçadas a uma amiga imaginária chamada Kitty: “Espero que eu possa confiar tudo a você, como eu nuca confiei a ninguém, e eu espero que você seja uma fonte de conforto e apoio”.
Semanas depois, em 5 de julho de 1942, Margot recebeu uma convocação para se reportar a um campo nazista na Alemanha. No dia seguinte, toda a família foi se esconder em quartos improvisados em um espaço vazio atrás da empresa de Otto. Eles foram acompanhados do sócio de Otto Hermann van Pels, sua esposa, Auguste, e seu filho, Peter. Alguns empregados de Otto se encarregavam da comida e de levar informações sobre o mundo exterior.
As famílias passaram dois anos escondidas, sem pisar os pés para fora do local. Para passar o tempo, Anne escrevia textos extensos em seu diário. Em alguns, ela colocava para fora todo o seu desespero de estar confinada. “Cheguei ao ponto no qual eu não me importo em viver ou morrer”, ela escreveu em 3 de fevereiro de 1944. “O mundo irá continuar girando sem mim, e eu não posso fazer nada para mudar os acontecimentos”.
Além do diário, Anne tinha um caderno no qual anotava citações de seus atores favoritos, histórias originais e o começo de um romance sobre o seu tempo na Secret Annex, como chamavam o local do esconderijo.
Ida ao campo de concentração
Em 4 de agosto de 1944, um oficial da polícia secreta alemã acompanhado por quatro nazistas holandeses arrombaram o Secret Annex, prendendo todos que ali estavam escondidos. Eles foram denunciados anonimamente e até hoje a identidade do traidor permanece desconhecida. Todos foram encaminhados ao campo de concentração Westerbork, em 8 de agosto de 1944. Após, foram transferidos para Auschwitz, na Polônia, no meio da noite de 3 de setembro de 1944. Quando chegaram, mulheres e homens foram separados, e foi a última vez que Otto viu sua mulher e filhas.

Morte por tifo
Após meses de trabalho duro, Anne e Margot foram transferidas para o campo de concentração Bergen-Belsen, na Alemanha. Sua mãe não foi autorizada a ir junto e, um tempo depois, adoeceu e morreu, em 6 de janeiro de 1945. No campo, a comida era escassa e a higiene péssima. Tanto Anne quanto sua irmã contraíram tifo e morreram com um dia de diferença, em março de 1945. Ela tinha apenas 15 anos, e foi apenas uma das mais de um milhão de crianças judias que morreram no Holocausto.
Otto Frank foi o único membro da família a sobreviver. Ao final da guerra, ele retornou para sua casa em Amstedã, procurando desesperadamente por notícias de sua família. Em 18 de julho de 1945, ele encontrou duas irmãs que conviveram com Anne e Margot em Bergen-Belsen e que repassaram a trágica notícia.

Diário encontrado
Quando Otto retornou para Amsterdã, ele encontrou o diário de Anne, que foi guardado pela sua amiga Miep Gies. Ele teve forças para lê-lo e ficou surpreso com o que descobriu. “Foi-me revelada uma Anne completamente diferente da filha que eu perdi”, ele escreveu em uma carta para sua mãe. “Eu não tinha ideia da profundidade de seus pensamentos e sentimentos”.
Ele publicou, em 1947, algumas seleções do diário da filha em um livro chamado “The Secret Annex: Diary Letters from June 14, 1942 to August 1, 1944”. “O Diário de Anne Frank”, como foi intitulado depois, já foi publicado em 67 línguas. Incontáveis edições, assim como adaptações para o teatro e o cinema, foram realizadas ao redor do mundo, e o livro permanece um dos mais lidos sobre a experiência dos judeus durante o Holocausto.
Apesar de ser uma história trágica, o livro é também uma história de fé, esperança e amor. Em uma passagem, ela escreve: “Eu vejo o mundo sendo transformado em uma selva; eu ouço a chegada de um trovão que, um dia, irá nos destruir também. Eu sinto o sofrimento de milhões. Ainda assim, quando eu olho para o céu, eu sinto que, de alguma forma, tudo irá mudar para melhor, que essa crueldade irá acabar e que a paz e a tranquilidade irão retornar”.
Em 2009, o Anne Frank Center USA lançou uma iniciativa chamada “Sapling Project”, plantando mudas de uma árvore de castanha de 170 anos que Anne amava, em 11 nações do mundo.

11.484 – Boeing patenteia campo de força para ser usado em campos de batalha


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O que parecia ser uma coisa fictícia da série Star Wars agora virou patente da Boeing, que simplesmente patenteou um campo de força. Tecnicamente, a patente é para um “método e sistema para atenuação de ondas de choques via um arco eletromagnético”. Isso nos permite imaginar um cenário completamente futurista como o uso de campos de força de proteção que poderiam ser usados em campos de batalha em um futuro distante (ou não?).
O dispositivo patenteado apenas protege contra a onda de choque de uma explosão, mas a maioria dos veículos montados já são blindados o suficiente para proteger as pessoas no seu interior dos estilhaços da explosão de uma bomba.
O conceito utiliza um sensor para detectar uma explosão na água ou no ar e, em seguida, calcula a hora e o local da explosão. Em seguida, o sinal do sensor aciona um laser (ou uma explosão de energia eléctrica ou de energia de microondas) que aquece uma quantidade de ar ou de água, criando um escudo de plasma entre a explosão e o veículo. A temperatura e a densidade do plasma ajudam a desviar e a absorver as ondas de choque da explosão.
Na ilustração apresentada pela Boeing para a patente, o campo de força protege um veículo militar HMMWV, mas o projeto é escrito de forma suficientemente ampla que pode potencialmente proteger tudo, desde navios, submarinos, plataformas no alto mar, veículos terrestres, edifícios e até seres humanos.
Para explosões de diferentes magnitudes, calcular o tamanho e a intensidade do campo de força pode ser complicado. Por exemplo, um veículo blindado leve, como um HMMWV, pode usar o campo de força contra uma pequena explosão, enquanto tanques blindados e mais pesados como MRAPs (resistentes a minas e explosivos) poderiam usar suas explosões de plasma apenas para ameaças maiores. O sistema prevê um banco de dados de tipos explosões de bombas para saber qual estratégia será usada.
De fato, a patente no papel promete muito, mas é preciso esperar os teste para afirmar se este campo de força será mesmo usado em combates no futuro ou não passa de ficção científica.

11.483 – Tecnologia – Capa da invisibilidade será apresentada na conferência CLEO 2015


Cientistas conseguiram desenvolver a primeira capa portátil de invisibilidade da história, que, ao contrário das anteriores, faz desaparecer objetos grandes à plena luz do dia, sem utilizar nenhum equipamento adicional. A novidade foi produzida por uma equipe alemã do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe (KIT, na sigla em alemão), responsável por inventar uma capa capaz de tornar objetos grandes invisíveis à nossa vista, sem a necessidade de qualquer tipo de equipamento adicional. Ela será apresentada na próxima conferência sobre lasers e electro-óptica (CLEO 2015), que acontecerá na Califórnia.
Foram vários os cientistas que, anteriormente, apresentaram dispositivos capazes de fazer desaparecer objetos muito pequenos, cobrindo-os para que não fossem detectados com ondas de luz de alcance muito curto, praticamente imperceptíveis para o olho humano. O caso dos pesquisadores alemães, sob o comando de Robert Schittny, no entanto, é muito diferente: eles conseguiram desenvolver um dispositivo que torna invisíveis objetos maiores e em condições normais de luz.
Os cientistas tiveram que resolver um problema maior: para que um objeto fique invisível, é necessário desviar a luz em torno dele, o que significa que a luz tem que realizar um percurso maior e mais rápido, o que é virtualmente impossível, já que, para a ciência atual, é impossível superar a velocidade da luz.
O que eles conseguiram fazer foi diminuir a velocidade da luz para depois acelerá-la (ou deixar de freá-la) até sua velocidade normal. Isso foi feito ao colocar um objeto cilíndrico metálico, coberto de pintura acrílica, que reflete a luz de forma difusa. O tubo cilíndrico, por sua vez, foi colocado dentro de um bloco de polímero orgânico, à base de silício e de partículas de dióxido de titânio, com a propriedade especial de dispersar as ondas de luz e, consequentemente, diminuir sua velocidade. Em outras palavras, o material inicialmente freia a velocidade da luz, que depois acelera e cobre o objeto, tornando-o invisível.

11.482 – Genética – Japoneses afirmam: veremos mamutes em 4 anos!


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Desde os anos 90 que eles fazem tentativas, mas não obtiveram sucesso. Nada disso foi suficiente para desanimar o professor Akira Iritani, da Universidade de Kyoto, que está com planos de fazer “rebanhos” de mamutes pelo planeta.
Um de seus colegas, o doutor Teruhiko Wakayama, foi um dos motivos pelo qual o professor Iritani voltou a sonhar. Wakayama fez uma experiência inédita: conseguiu fazer clonagem de ratos que foram mantidos por 16 anos congelados, utilizando uma técnica que conseguiu identificar as partes danificadas do DNA pelo congelamento, selecionando-os.
Iritani precisa de uma boa amostra de tecido mole de algum mamute para alcançar seu objetivo. O professor afirma que usará elefantas como “mães de aluguel” para gerar o mamute. Ele explica que antigamente, para se conseguir sucesso em uma técnica de clonagem, eram necessários centenas, muitas vezes milhares de tentativas, para poder conseguir que um óvulo desenvolve-se. Hoje, a porcentagem de sucesso chega a 30%, algo muito significativo.
O professor disse à imprensa e foi categórico: precisarei apenas de 2 anos para conseguir um embrião saudável e viável ao implante e mais 600 dias para vermos vários mamutes andando no nosso planeta.
Sua obstinação é tanta, que Iritani já está se organizando para ir pessoalmente procurar essa amostra na Rússia, na região da Sibéria. Certamente ele conseguirá encontrar, devido ao grande número de mamutes que já foi encontrado embaixo do gelo deste estado russo. Especialistas afirmaram que o local é muito promissor, especialmente próximo do Rio Yakut Aldan, conhecido como “Montanha dos Mamutes”, local reconhecido por ter grande concentração de restos mortais de mamutes, rinocerontes pré-históricos e muitas outras espécies extintas.
Na Universidade de Manitoba, no Canadá, o biólogo Kevin Campbell com parceria com o Centro Australiano para DNA conseguiu recriar de forma perfeita a hemoglobina (molécula protéica com um átomo de ferro em seu centro, responsável por dar cor vermelha às células sanguíneas e pelo transporte de oxigênio) de um mamute. Tudo foi possível graças à bactéria E. coli, que foi usada para produzir a hemoglobina, através de genes de um mamute congelado, que teria morrido a 43 mil anos na Sibéria.
Uma das descobertas incríveis foi que, a molécula da hemoglobina do mamute, possuía propriedades anticongelantes, o que era de grande ajuda devido ao ambiente inóspito de baixas temperaturas que estes animais viviam. Com essa propriedade, eles poderiam regular melhor sua própria temperatura. Os mamutes foram completamente extintos da Terra a cerca de 3.500 anos. A equipe agora planeja estudar o DNA e a hemoglobina de Neanderthais para verificar se eles possuíam a mesma propriedade anticongelante dos mamutes.

11.481 – Biologia – Os pulgões e suas armas químicas de defesa


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Uma nova pesquisa da instituição Imperial College, de Londres, vem demonstrando uma forma inusitada dos pulgões de se defenderem dos predadores.
Utilizando uma “bomba” química, o óleo de mostarda. Isso ocorre quando seus inimigos naturais, como as joaninhas, tentam comê-los ou oferecem alguma ameaça real para a colônia.
Os pulgões que vivem e se alimentam de alguns vegetais como os repolhos em grandes plantações, acabam consumindo um derivado químico de alguns agrotóxicos: os glucosinolatos. Estas substâncias não são metabolizadas e liberadas por seu organismo, sendo acumuladas no sangue, o que provoca a reação com uma enzima chamada mirosinase, resultando numa “explosão”, produzindo instantaneamente o óleo mostarda.
Um grande inconveniente surge desta defesa pois grande parte dos indivíduos morrem por não suportarem a reação química dentro do seu organismo. Mas, pelo bem da comunidade, esta prática está se tornando comum, já que outros predadores ao observar o acontecido, costumam não chegar próximo daquela colônia. Apenas os pulgões ápteros utilizam esta forma de defesa. Outras espécies que desenvolvem asas acabam degradando os glicosinolatos.

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