10.672 – Cientistas divulgam primeira fotografia de um organismo extraterrestre e provam a existência de vida fora da Terra


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Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Sheffield e do Centro de Astrobiologia da Universidade de Buckingham, no Reino Unido, revelou para o mundo uma fotografia inquietante de um organismo misterioso. Ele teria sido submetido a várias análises, que o indicaram como o primeiro indício inequívoco da existência de vida extraterrestre. Trata-se de uma pequena estrutura denominada “partícula do dragão”, com um comprimento que não passa de 10 micrometros e que, segundo seus descobridores, representa uma “entidade biológica”, composta por carbono e oxigênio, elementos primordiais para a vida.
Eles chegaram à partícula por meio de um balão aerostático, que foi enviado à estratosfera, a 27 km acima da atmosfera terrestre, com o objetivo de coletar substâncias espaciais durante uma chuva de meteoros. Os especialistas descartam qualquer possibilidade de esta partícula ter chegado ao espaço através de nosso planeta. Eles acreditam que ela tenha surgido em algum outro lugar do universo.
Milton Wainwright, um dos responsáveis pela pesquisa, afirmou que essa descoberta não apenas prova a existência de formas de vida de outros planetas, mas também que organismos alienígenas caem bastante sobre nosso planeta. “A análise científica da estrutura mostra que ela é feita de carbono e oxigênio e não há possibilidades de ser um detrito cósmico ou vulcânico ”, disse Wainwright, que, no entanto, ainda tem dúvidas se este é um organismo singular ou se é parte de outro organismo maior. “Essas descobertas poderiam alterar para sempre nossa percepção da vida e da evolução da Terra. Será necessário reescrever nossos livros de biologia”.

10.671 – Lugares Misteriosos – Insurgentes 300


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É um edifício da Cidade do México que entrou em guerra com as forças da natureza. Embora esteja tecnicamente em pé, não se pode dizer que venceu a batalha. Do lado de fora, o prédio parece estar se deteriorando, mas por trás do vidro quebrado há todos os tipos de profissões que o tornam útil. Prostitutas, advogados e contadores de traficante dividem o Insurgentes 300 com professores da dança e vendedores. O antigo prédio de 420 escritórios agora é habitado parcialmente, mas convive com uma inclinação de 10 graus devido a danos estruturais causados por um terremoto em 1985. As autoridades ordenaram que fosse evacuado, mas os ocupantes não quiseram deixar o local e até hoje lutam por uma restauração. Em vez de receber manutenção, eles foram apenas processados.

10.670 – Meio Ambiente – Misteriosas bolinhas verdes infestam praia na Austrália


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Pequenas bolas verdes infestam a praia de Dee Why, que fica perto de Sydney, na Austrália. O fenômeno intrigou o mundo da ciência e moradores do local.
De acordo com o site Smithsonian Mag, as esferas são do tamanho de bolas de golfe. Acredita-se que elas seriam exemplares de uma rara forma de alga existente nos oceanos, chamada pelos japoneses de marimo.
Os marimos foram descobertos por volta de 1820. Segundo cientistas, eles já infestaram praias na Escócia, Estônia, Islândia e Japão.
No caso australiano, o mais provável é que a combinação de muito sol e fortes correntes marítimas nas últimas semanas tenha gerado a invasão de marimos.

10.669 – Astrofísica – A Constelação de Gêmeos


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O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Geminorum. As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são Lynx, Auriga, Taurus, Orion, Monoceros, Canis Minor e Cancer. O planeta-anão Plutão foi descoberto próximo a Wasat, δ Gem, em 1930, por Clyde Tombaugh.
Em Gemini se encontra M35, um aglomerado aberto de magnitude aparente 5,5 que fica próximo à fronteira das constelações de Gemini, Orion e Taurus. Em Gemini encontram-se também Geminga, uma estrela de nêutrons, e a Nebulosa do Esquimó (NGC 2392), uma nebulosa planetária.
A maneira mais fácil para localizar a constelação é encontrar suas duas estrelas mais brilhantes, Castor e Pólux a partir do prolongamento de uma linha imaginária saindo do cinturão de Órion e passando por Betelgeuse. Outra maneira de localizar a constelação é traçar uma linha a partir do aglomerado das Plêiades até a estrela mais brilhante de Leão, Regulus. Ao fazer essa projeção, a referida linha imaginária estará relativamente próxima à eclíptica que cruza, aproximadamente no meio, a constelação dos Gêmeos. A linha tracejada vermelha no mapa da constelação é uma representação gráfica da eclíptica.
O ícone da constelação é ♊ e tem origem no ideograma acadiano correspondente ao mês Kas, quando o Sol entrava em Gemini. Também pode ter vindo do algarismo romano correspondente a dois. A constelação de Gemini representa Castor (α) e Pólux (β), irmãos de Helena de Troia, na mitologia grega.
Certa feita, Zeus havia se apaixonado por Leda, esposa do rei de Esparta, Tíndaro. Para se aproximar dela, Zeus se transformou em um belo cisne. Dessa paixão foram gerados os gêmeos Castor e Pollux.
Os dois tiveram os melhores tutores da época. Castor se transformou num excepcional cavalheiro; o seu irmão Pollux em um verdadeiro guerreiro. Porém, certa vez os irmãos desafiaram dois jovens para um duelo pela mão de duas jovens que já estavam prometidas. Nessa batalha Castor foi morto. Desesperado pela perda do irmão, Pollux tentou se matar para encontrar o irmão, mas era imortal e não conseguia. O drama foi então imortalizado nos céus, onde os gêmeos aparecem abraçados.
No entanto, existe uma corrente mística que dá à constelação um simbolismo mais rico: os dois rapazes seriam, na verdade, Apolo, brilho e luz, e Hércules, força e coragem. É assim que, em muitos tratados, um dos gêmeos aparece segurando arco, flecha e lira, enquanto o outro aparece com uma clava.
Os egípcios faziam ali a representação do deus Hórus, sendo um o Hórus velho e o outro o Hórus novo.
Existem outros mitos concernentes aos gêmeos, e um deles teria dado origem ao mito do gado de Gerião, que constitui um dos Doze Trabalhos de Hércules.