10.379 – Antropologia – O Homo Sapiens


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A aventura começou há 200 mil anos, na África, quando surgiu o Homo sapiens – a primeira espécie anatomicamente parecida com a gente. Durante 75% desse tempo, a maior façanha do homem primitivo foi simplesmente sobreviver. As ferramentas eram rudimentares e havia sempre um crocodilo gigante à espreita.
Por volta de 80000 a.C., a população humana não passava de 2 mil. Ou seja: a espécie toda caberia num teatro de hoje. Nossos ancestrais vagavam pelo continente africano em grupos isolados, se virando para enfrentar uma Era Glacial. Estiveram à beira da extinção. Foi quando caiu uma ficha fundamental: o jeito era “botar o pé na estrada” e procurar uma vida melhor em outros cantos do mundo.
A expansão começou 60 mil anos atrás, quando nossos antepassados começaram a experimentar uma revolução no modo de pensar. Como diz o geneticista e antropólogo americano Spencer Wells, nessa época o homem se transformou numa “máquina de inovação”. Inovar, neste caso, significava duas coisas: primeiro, ter uma ideia; depois, convencer o grupo a executá-la. Foi assim que os humanos passaram a fabricar ferramentas mais precisas, construir instrumentos de caça mais eficientes… Enfim, começaram a desenvolver tecnologias.
Para muitos antropólogos, essa transformação só foi possível graças ao aprimoramento da linguagem. Também naquela época, nossos ancestrais elaboraram formas mais complexas de comunicação, ampliando sua capacidade de trocar informações e experiências. Hoje em dia, parece algo banal, mas representava um avanço e tanto àquela altura. A vida em sociedade começava a ganhar sofisticação. Era o início de um processo que ajudaria a moldar o comportamento moderno da espécie humana. Mas que, naquele momento, provavelmente levou-a a concluir que a vida poderia ser bem melhor – ou pelo menos diferente – fora da África.
Alguns grupos de Homo sapiens cruzaram o continente africano e chegaram ao Oriente Médio. Outros povoaram a Europa. Houve ainda os que avançaram Ásia adentro e colonizaram a Austrália, usando barcos pela primeira vez.
Aqueles que alcançaram a Sibéria descobriram por lá uma fonte tentadora de comida: mamutes. Passaram a caçar esses enormes animais usando microlitos (pedras lascadas e bem afiadas, fixadas na ponta de uma lança). Do mamute abatido não se tirava apenas a carne. Com o couro e os ossos, esses siberianos primitivos faziam roupas e abrigos graças a uma invenção tão simples quanto genial: a agulha de costura. Foram seus descendentes que provavelmente cruzaram o estreito de Bering, há cerca de 15 mil anos, e dali conquistaram as Américas.
Enquanto se espalhavam pelo mundo, nossos ancestrais expandiam não apenas seu horizonte geográfico, mas também o intelectual. Figuras gravadas na pedra deram lugar a pinturas. Ao mesmo tempo, sepultamentos e rituais funerários tornaram-se práticas cada vez mais comuns, indicando que o homem já caminhava em direção ao pensamento metafísico. Com tecnologias de caça aprimoradas e raciocínio cada vez mais apurado, ele foi ocupando o mundo inteiro, do Japão à Patagônia.
Quando terminou a última Era Glacial, há cerca de 12 mil anos, a Terra ficou bem mais hospitaleira e nossos antepassados mudaram de vida novamente. Deixaram a caça e a coleta de frutos para se dedicar à agricultura. Surgiram, assim, os primeiros povoados, em torno dos quais produziam- se alimentos e domesticavam-se animais. Agora, o homem não precisava mais ir de um lugar para o outro a fim de garantir sua sobrevivência. Podia se estabelecer definitivamente aqui ou ali, para sempre. Estava criado o ambiente propício ao surgimento das primeiras civilizações.
Os primeiros habitantes do Egito e da Mesopotâmia cultuavam a fertilidade. Assim, criaram uma espécie de religião agrária para honrar a “deusa-mãe”, que garantia boas colheitas. Mais tarde, passaram a adorar um deus masculino também: o “princípio fecundador” (foto). E esse casal divino serviria de base para os mitos da criação do mundo de vários povos, como gregos e romanos. Lendas sumérias e egípcias falavam ainda de uma “árvore da vida”, situada num paraíso terrestre – algo parecido com o Jardim do Éden descrito na Bíblia.

10.378 – Cidades – Seres humanos são seres urbanos


Eles entraram para os livros de história como fundadores da primeira civilização. Os sumérios converteram aldeias de agricultores, fixadas entre os rios Tigre e Eufrates desde 5000 a.C., em cidades-Estado planejadas e bem organizadas. Como a população desses inéditos centros urbanos não parava de crescer, seus líderes acabaram criando um modelo primitivo de monarquia, como forma de centralizar o poder e impor ordem à coletividade. Ergueram muralhas para se proteger das intempéries – tanto as climáticas quanto as representadas por invasores. Mas não se isolaram do resto do mundo. Ao contrário: trataram de fomentar o comércio com povos de outras regiões.
Do planalto iraniano, os sumérios importavam pedras preciosas e semipreciosas. No Líbano, compravam a madeira que virava material de construção, móveis ou veículos de transporte. E buscavam no Cáucaso os metais – cobre, ouro e prata – que seriam transformados numa variedade de artefatos (de armas e ferramentas a jóias e objetos de decoração). As transações comerciais precisavam ser registradas de alguma forma. E foi aí que eles deram um salto espetacular, verdadeiro marco civilizatório: elaboraram os primeiros documentos escritos.
A roda pode ter sido criada pelos sumérios
Ninguém sabe ao certo quem inventou a roda. A representação mais antiga desse revolucionário objeto data de aproximadamente 3500 a.C.: o desenho de uma carroça feito numa placa de argila. Como o artefato arqueológico foi encontrado nas ruínas da cidade de Ur (atual Iraque), é possível que a roda tenha sido inventada pelos sumérios.

10.377 – Civilizações Antigas – Uruk: a primeira cidade


uruk-gilgamesh

Alguns arqueólogos garantem que o título de primeira cidade do mundo deveria ser atribuído a Eridu, também na Suméria. Mas de uma coisa ninguém discorda: foi em Uruk que a civilização tornou-se urbana de fato. As duas não passavam de meros assentamentos por volta de 4000 a.C. Cerca de 500 anos mais tarde, no entanto, Uruk tomou a dianteira e se converteu num modelo de urbanização para toda a Mesopotâmia.
A cidade tinha templos, bairros residenciais, praças, estabelecimentos comerciais, exército e um sistema de administração pública. Ou seja: seu povo pode ser considerado o inventor da burocracia. Em 3300 a.C., a população chegava a 40 mil habitantes – 4 vezes mais que a das vizinhas Eridu e Larak. No auge de seu poder, lá pelo ano de 2800 a.C., já passava dos 80 mil. A infl uência regional que Uruk exercia era tamanha que acabou atravessando os tempos, dando origem ao nome do país que hoje ocupa aquela região: Iraque.
O canal artificial Nil ligava Uruk ao rio Eufrates e dividia a cidade em dois distritos: Anu (acima do canal nesta ilustração) e Eanna.
O Templo Branco, no topo de um zigurate dedicado ao deus Na, tinha 22 metros de altura e era coberto com uma argamassa que brilhava sob o sol. Simbolizava o poder político hegemônico exercido pela cidade.
No distrito de Eanna, várias construções eram enfeitadas com mosaicos coloridos e entalhes. São os primeiros sinais de preocupação estética na arquitetura urbana.
Quando este prédio foi descoberto por arqueólogos, pensava-se que fosse um templo. Hoje, acredita-se que tenha sido um edifício de uso comunitário.
Uma muralha com 9,5 km de extensão cercava toda a cidade. Teria sido construída pelo rei mitológico Gilgamesh, governante da primeira dinastia de Uruk.
A escrita surgiu por volta de 3400 a.C. para resolver um problema de natureza bem prática dos sumérios: contar mercadorias. No início, eles esculpiam placas de argila com símbolos que representavam vacas, grãos e outras “commodities” daquela época. Queriam dizer: “Isto aqui é meu, não seu”. Depois, sentiram a necessidade de se explicar um pouco melhor: “Aquela vaca pertencia a fulano, que pagara tributos ao rei”. Os desenhos, então, foram evoluindo até que começaram a representar sons, com os quais foi possível formar palavras. Como essa forma de escrita era talhada com instrumentos em forma de cunha , ela ganhou o nome de cuneiforme.
3500 a.C.
ÁSIA E OCEANIA
• Surgem as primeiras cidades muradas em território chinês.

ÁFRICA E O.MÉDIO
• O forno de queimar cerâmica é inventado na Mesopotâmia.

3425 a.C.
AMÉRICAS
• Algodão começa a ser cultivado nos Andes, para tecer redes e roupas.

3350 a.C.
EUROPA
• Desenvolvem-se os primeiros povoados nas ilhas no mar Egeu.
ÁFRICA E O.MÉDIO
• Os egípcios constroem suas primeiras cidades fortificadas: Hierakonpolis e Naqada.

3275 a.C.
EUROPA
• Na Irlanda, começa a construção de Newgrange, um dos monumentos de pedra mais antigos da Terra.

3200 a.C.
Hieroglifos egípcios
Símbolos sagrados e decifrados por poucos
Na mesma época em que os sumérios inventaram a escrita cuneiforme, os egípcios também começaram a escrever usando símbolos – os hieroglifos, que tinham caráter sagrado e só eram decifrados por um seleto grupo de escribas. Alguns desses símbolos inspiraram outras formas de escrita que surgiram mais tarde.

10.376 – História da Humanidade – Vikings, os eternos injustiçados


viking

Ao longo do século 7, povos do extremo norte da Europa (Dinamarca, Noruega e Suécia) se organizaram numa sociedade extremamente complexa e bem organizada, que acabaria dando origem aos vikings. Eles entraram para a história como guerreiros impiedosos. Mas também foram hábeis metalúrgicos, agricultores e comerciantes. Como havia poucas terras cultiváveis na Escandinávia, viram- se obrigados a conquistá-las em outros lugares. E assim os vikings chegaram a regiões tão distantes quanto o Canadá, na América do Norte, e o mar Cáspio, na Ásia Central.

A civilização maia estava atingindo o ponto máximo de seu esplendor. Suas cidades, espalhadas pelos territórios que hoje correspondem a México, Belize, Guatemala e Honduras, jamais se submeteram a um poder central. Ao contrário: de tão independentes, viviam guerreando entre si. Herdeiros da tradição olmeca e de outras culturas pré-colombianas, os maias desenvolveram um sistema próprio de escrita e foram brilhantes artistas, matemáticos, astrônomos e arquitetos.

ESCRITA
Semelhante à egípcia, a escrita maia era uma combinação de signos fonéticos e ideogramas.

ARTE
Mestres na fabricação de cerâmicas, os maias também produziam joias de ouro e prata.

MATEMÁTICA
A civilização maia foi a primeira a usar o número zero e a incorporar os conceitos matemáticos de fração e infinito.

ASTRONOMIA
Os maias descreveram trajetórias de corpos celestes com exatidão e elaboraram o mais preciso calendário solar entre todas as civilizações pré-colombianas.
ARQUITETURA
Pirâmides e outros edifícios de construção complexa foram erguidos em áreas terraplenadas.

Tecnologia naval
Ninguém fazia barcos de guerra tão bons quanto os vikings

VELA
Içada sempre que era preciso navegar mais rápido, garantia velocidade superior a 10 km/h.

ESCUDOS
Protegiam os remadores de lanças e flechas atiradas pelo inimigo durante uma batalha.

REMOS
Tinham 5,5 metros de comprimento e eram capazes de impulsionar a embarcação a 4 km/h.

MASTRO
Era destacável e retrátil, permitindo que fosse facilmente recolhido durante tempestades.

CARRANCA
Cabeças de dragão e outros monstros eram entalhadas na proa, para espantar maus espíritos.

CASCO
A parte que ficava abaixo da linha d´água era chata, permitindo navegação em águas rasas.

600
EUROPA
• Engenheiros bizantinos aprimoram máquinas de cerco desenvolvidas pelos romanos.

ÁFRICA E O.MÉDIO
• O profeta Maomé começa a pregar a crença em um único deus – Alá.

640
ÁSIA E OCEANIA
• A religião budista chega ao Tibete.
• A dinastia Tang assume o poder na China, dando início a um período de expansão territorial, desenvolvimento artístico e grandes invenções.

AMÉRICAS
• A cidade maia de Copán (atual Honduras) atinge seu apogeu.
• Astrônomos de várias civilizações pré-colombianas se reúnem em Teotihuacan, no México, para sincronizar seus calendários.

680
ÁSIA E OCEANIA
• O Império Chinês atinge sua maior extensão territorial.

EUROPA
• Búlgaros se estabelecem ao sul do rio Danúbio, fundando seu primeiro reino.

ÁFRICA E O.MÉDIO
• O Domo da Rocha, um dos templos mais sagrados do islã, é construído em Jerusalém.

710
ÁFRICA E O.MÉDIO
• Muçulmanos invadem a Espanha depois de conquistarem o norte da África.

AMÉRICAS
• No Peru, as civilizações moche e nazca entram em colapso.

Vestimenta Viking
ELMO
Era de ferro e, ao contrário do que geralmente se vê no cinema, não tinha chifres.
ESPADA
Tinha quase 1 metro de comprimento e sua lâmina de ferro extremamente cortante era afiada dos dois lados.
MACHADINHA
Usada para partir o escudo – e muitas vezes a cabeça também – dos adversários.
LANÇA
Podia ser de dois tipos: curta e pesada, para o combate corpo a corpo, ou leve e mais longa, para ser atirada a distância.
TRAMA
Metálica, ela protegia o guerreiro contra golpes de espada desferidos pelos oponentes. 6. ESCUDO_ Tinha cerca de 1 metro de diâmetro e era de madeira, com pelo menos uma cunha metálica no centro, para proteger a mão.

10.375 – Copa de 2014 chega ao fim – Com gol na prorrogação, Alemanha bate Argentina e conquista o tetra


alemanha-argentina-2014

A Copa do Mundo no Brasil foi decidida com uma canhota, e não foi a de Messi e nem em favor de Messi. A perna esquerda de Mario Götze deu à Alemanha seu quarto título mundial, na tarde deste domingo (13 de julho), no Maracanã, na vitória de 1 a 0 na prorrogação.
É a primeira vez que uma seleção europeia vence um Mundial disputado na América -na mão inversa, apenas o Brasil conseguiu tal façanha, em 1958. Com a quarta conquista, a Alemanha tem o mesmo número de títulos que a Itália e um a menos que o Brasil. Os alemães ganharam também em 1954, 1974 e 1990.
A Alemanha tem agora o mesmo número de troféus que a Itália, um a menos que os cinco do Brasil. A Europa se descolou da América do Sul no duelo histórico: leva vantagem de 11 a 9.
A Argentina sofreu sua terceira derrota em finais de Copa, a segunda diante dos alemães. O jejum do país vai se alongar agora a 32 anos. Em campo, o time nem ficou olhando a equipe alemã receber a taça. Caminhou de costas para saudar a torcida neste momento. Os jogadores argentinos também não permaneceram no gramado para sentir o cheiro de pólvora dos fogos de artifício –entraram no vestiário antes de os alemães desfilaram com o troféu pelo Maracanã.
Fora de campo, e depois de muito provocar os brasileiros, os argentinos tiveram de ouvir gritos de “vice-campeão” e viram Messi, eleito o melhor jogador da Copa, disputar seu terceiro Mundial sem conquistar o título que Maradona conseguiu.
Se em 1950, na outra edição disputada no Brasil, a Copa foi decidida numa arrancada do uruguaio Ghiggia pela direita, em 2014 o lance definidor saiu pela esquerda, um cruzamento que alcançou Götze na área. Atacante do Bayern de Munique e reserva da seleção alemã, o jogador de 22 anos aproveitou a bobeada de Demichelis na marcação e marcou o único gol da decisão da Copa, aos 8 min da segunda etapa da prorrogação.
Foi a senha para a explosão dos alemães num Maracanã que vinha alternando momentos de euforia e de silêncio na tarde deste domingo (13). A aparente dominação numérica dos argentinos na arquibancada não se traduziu em predomínio na torcida –os gritos de “Deutschland, Deutschland” se fizeram notar com clareza. Na tribuna estavam a presidente Dilma Rousseff e a chanceler alemã, Angela Merkel. A presidente argentina, Cristina Kirchner, não veio para a final.
O público vaiou quando Dilma e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, apareceram no telão após o jogo. Os torcedores também ofenderam com palavrão a presidente brasileira momentos antes de ela entregar a taça ao capitão alemão, Phillipp Lahm.
A final demarcou a oitava prorrogação desta Copa, igualando o recorde estabelecido na Itália, em 1990. Foi a sétima decisão de Mundial com prorrogação, a terceira consecutiva.
Mas não foi por falta de oportunidade que o gol não saiu no tempo normal.
A torcida argentina até pôde gritar gol no primeiro tempo, graças a Higuaín, que mandou a bola para a rede. Graças a ele, também, o grito durou apenas alguns segundos. O técnico Alejandro Sabella percebeu rápido e sinalizou com o dedo para o banco argentino: Higuaín havia dado um passo a mais e estava impedido quando receber a bola.
Já Messi deu trabalho para os alemães, mas também perdeu uma chance limpa, no começo do segundo tempo.
O astro argentino, aliás, deixou o vestiário rumo ao campo mascando chiclete, enquanto a Alemanha já engolia ali mesmo um problema de última hora, a perda de um jogador. Khedira, que estava na escalação divulgada uma hora antes do início, sentiu a panturrilha durante o aquecimento. No lugar dele entrou Kramer, 23, um dos mais inexperientes da Alemanha –estreou na seleção num amistoso contra a Polônia em maio passado. E o substituto do contundido também se machucou, numa disputa de bola, e deixou o campo ainda no primeiro tempo.
Isso não mudou a determinação alemã em reter a bola. Deixou isso bem claro já antes do jogo: no aquecimento, não só entrou em campo antes e saiu depois como já pisou no gramado aquecida –os jogadores começaram imediatamente a bater bola ao sair do túnel, enquanto os argentinos foram primeiro correr. No intervalo, os reservas ficaram em campo batendo bola; os argentinos foram todos para o vestiário. A Alemanha voltou antes para o campo.
Os alemães tiveram muito mais a bola: 60% do tempo, número que chegou a 63% na primeira etapa. Nem o tique-taque espanhol teve tamanho comando do jogo na final da Copa de 2010 (a posse de bola da Espanha foi de 57%).
A Argentina fez uma escolha bem diferente da do Brasil no jogo em que foi goleado por 7 a 1 pelos alemães. Postou-se atrás e apostou em atacar seguidamente pelo lado direito, em cima de Höwedes.
Foi um jogo duro, sobretudo na prorrogação. Schweinsteiger entrou em campo com o cabelo arrumado pelo gel e saiu com uma marca sangue no rosto, depois de uma disputa de bola na prorrogação com Agüero pouco antes do gol.
Schweinsteiger abraçou Messi depois do jogo. O argentino mal conseguiu acenar em retribuição. Depois do gol alemão, ele teve uma chance de fazer sua perna esquerda brilhar, cobrando uma falta já nos acréscimos da prorrogação. Chutou longe, muito longe.

Titans do duelo
Titans do duelo