10.341 – Mundo dos DJs – Conhecendo a parafernália


Por Master DJ Carlos

Master DJ Carlos
Master DJ Carlos

O equipamento básico de um disc jockey, mais conhecido como DJ, é composto de dois toca-discos e um mixer – aparelho que permite que duas músicas toquem sincronizadas. O trabalho do DJ é misturar os sons das músicas nas caixas de som, passando de uma para outra sem interromper o batidão e controlando a vibe da festa. Instrumento típico das pistas de dança, foi a pickup que tirou os DJs dos estúdios de gravação e de rádio para roubar a cena das discotecas no final da década de 1970. Com o crescimento da música eletrônica, os DJs fizeram a festa misturando estilos e pedaços de canções para criar composições próprias. Até os anos 80, a discotecagem era feita apenas com discos de vinil, mas hoje já dá para fazer barulho com CDs e até arquivos MP3.

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CDJ
Nesse aparelho, o DJ toca CDs. Como faz com o vinil, ele pode rotacionar para frente e para trás rapidamente, mandando efeitos de scratch. Além de poupar o DJ de carregar um monte de vinis – um CD pode conter MP3s com músicas de vários discos -, alguns CDJs têm entrada USB para pendrives.

Pick-up
Os aparelhos mais tradicionais da discotecagem tocam os bolachões de vinil e são ligados diretamente no mixer. Além do prato para o vinil, a pickup tem o pitch: botão deslizante que regula a velocidade do disco e permite sincronizar a música que está tocando com a que vem na sequência.

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MIXER

Serve para unir os canais de som dos toca-discos e direcionar a música para as caixas de som. O DJ escolhe o que vai tocar deslizando os botões de volume de cada canal. Para abrir o som de um ou outro aparelho – ou manter os dois sons saindo juntos -, o DJ desliza o crossfader.

Pré mixer antigo, o AP2 da Tarkus
Pré mixer antigo, o AP2 da Tarkus

DECODIFICADOR

Esta placa de som, ligada a um computador, faz o DJ tocar com arquivos digitais usando uma pickup analógica. O truque acontece com o DJ manipulando um “disco branco” – sem música gravada. As “manobras” do DJ no disco interferem no jeito como o som digital é reproduzido

CONTROLADOR

Também ligado diretamente ao computador, reproduz sons padronizados ou trechinhos de música, ou samples. Para disparar esses retalhos de som, o DJ programa um aparelho chamado pad. Cada tecla do pad dispara um sample, que é reproduzido ao vivo enquanto rola a música principal.

controladora Hércules

FONE DE OUVIDO

Para controlar a música que vai entrar, o DJ usa um fone plugado numa saída separada das que vão para as caixas. Um bom fone isola o som do ambiente e tem articulações para o DJ adaptá-lo ao ouvido

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Discotecagem deu origem a vários estilos musicais

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TECHNO (anos 70)

Nascido em Detroit, o techno foi criado por DJs e produtores influenciados pelo som das bandas alemãs Kraftwerk e Tangerine Dream

HIP-HOP (anos 70)
A mistura do hip-hop com outros gêneros criou bandas como Beastie Boys e Prodigy

HOUSE (final dos anos 80)
Surgido nos EUA, o house tem várias vertentes e atualmente tem forte presença francesa, representada por artistas como Daft Punk e Mr. Oizo

Garage
Garage

DRUM & BASS (anos 90)
Popularizado na Inglaterra e tocado por nomes ainda hoje de peso, como Marky e Rony Size

TRANCE (anos 90)
Som típico das raves, é representado por nomes como Paul van Dyk, Tiësto e Armin van Buuren

10.340 – Teorias – A Teoria da criação alienígena


teorias de criação alienígena

Humanidade: A semente teria vindo do espaço.
Colonizadores do espaço sideral teriam chegado há muito tempo ao nosso planeta para criar uma espécie. Todas as vezes que as formas de vida na Terra foram aniquiladas por alguma catástrofe, esses antigos astronautas teriam retornado para criar outra, até elaborar algo que mudaria a nossa história: a humanidade.
Tais criaturas teriam sido concebidas como “deuses”.
Vejamos as etapas:
1 – Eles teriam chegado à Terra e encontrado um ambiente rico em vida. Entre as diferentes espécies, foram surpreendidos por uma das mais avançadas, os hominídeos da África, que apesar de tudo, nunca desenvolveram inteligência.
2- Capturam vários exemplares dessa espécie e os levam para as suas naves para fazerem experiências genéticas.
3- Manipulam o DNA para obter mutação.
4 – Eles conseguem implementar um programa biológico que separa os 2 hemisférios cerebrais e que teria dado capacidade ao hominídio de descobrir o fogo e inventar a linguagem falada.
5 – Tais células modificadas são implantadas em uma fêmea da espécie para dar início a uma nova raça inteligente.
6 – Finalmente, depois ed algumas gerações, esses antigos astronautas conseguem seu melhor resultado: Adão e Eva, ancestrais da população humana.
7 – A nova espécie de homens começaria então a procriar seres não inteligentes, diante disso, tais astronautas teriam dado fim na humanidade com o dilúvio. Depois disso, uma nova espécie se iniciou, resultando na espécie atual.

Fonte: The History Channel

10.339 – Gigantes também erram – 5 produtos fracassados lançados pelo Google


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O Google é uma empresa com uma cultura muito própria, que se resume pelo conceito de “cultura de beta”. A companhia está constantemente lançando serviços novos, ainda em fase de testes, e não tem medo de removê-los do ar quando vê que eles não dão os resultados esperados.
Contudo, alguns destes serviços ficaram famosos pela baixa adesão e pelos resultados extremamente fracos. São os casos dos produtos abaixo, que dão prosseguimento à nossa série de produtos fracassados das grandes empresas de tecnologia .
Google Buzz
Uma das tentativas frustradas da empresa de entrar no ramo das mídias sociais. O Buzz integrava ferramentas para compartilhamento de conteúdo ao Gmail. Imagens, links, vídeos e atualizações de status poderiam ser enviados a contatos e seguidores. Os posts eram mesclados à Caixa de Entrada do usuário.
Contudo, o recurso, por mais integrado que fosse aos serviços do Google e outras plataformas da web nunca saiu do chão, embora houvesse muita expectativa na época do seu lançamento, de que ele fosse capaz de concorrer com Facebook ou Twitter. Também houve muitos problemas de privacidade, possibilitando o vazamento de informações dos usuários, o que prejudicou a adoção do serviço. Foi descontinuado em 2011.

Google Wave
Quando foi anunciado, os convites para o Wave chegaram a ser vendidos, já que a expectativa para o serviço era muito grande. Porém, após seu lançamento, poucos sabiam de fato o que fazer. Na verdade, muitos não sabem até hoje para que servia o Google Wave.
Tratava-se de uma plataforma de comunicação e colaboração online, que nunca foi muito adiante entre 2009 e seu encerramento, em 2012. Entretanto, alguns recursos acabaram sendo aproveitados pela empresa, como a edição colaborativa de documentos do Google Docs.
O que muitos não sabem é que o Wave continua ativo, mas não é mais uma ferramenta do Google. A empresa passou o desenvolvimento do produto para a Apache Software Foundation, que possui a ferramenta chamada Apache Wave.

Google Video
Antes de o Google adquirir o YouTube, a empresa lançou sua primeira empreitada neste ramo, chamada Google Video. Tratava-se de uma ferramenta de buscas de vídeos de vários serviços na web, que posteriormente também passou a permitir o upload de material criado por usuários.
Contudo, nem é preciso dizer que não deu certo e a companhia precisou admitir a derrota ao comprar por US$ 1,65 bilhão o YouTube, serviço que hoje é um dos sites mais importantes da web. Um dos motivos pelo qual falhou foi a necessidade de uso de um tipo de arquivo proprietário, enquanto o então concorrente dava muito mais liberdade para os usuários.
Posteriormente o Google Video também tentou se embrenhar no aluguel online de vídeos, competindo contra outro monstro da internet, a Netflix. Não deu certo. Em 2012, finalmente o serviço foi aposentado e todo o conteúdo armazenado foi transferido para o YouTube. A ferramenta de busca ainda funciona, no entanto.

Google Answers
Tudo que você busca na internet mostra um resultado do Yahoo Respostas, um dos sites mais relevantes da web. Houve, no entanto, uma tentativa do Google em criar alguma coisa parecida, com o Google Answers.
A diferença é que o serviço contaria com pagamentos. Os usuários postariam perguntas e ofereceriam recompensas em dinheiro, com valores variando entre US$ 2 e US$ 200. O Google, então, receberia 25% da recompensa da pessoa que postou a resposta e US$ 0,50 por pergunta.
Porém, com tantas alternativas gratuitas, incluindo o próprio Yahoo Respostas, é fácil entender os motivos de o serviço nunca ter decolado. Foi lançado em 2002 e cancelado em 2006. Hoje em dia, é mais fácil até mesmo perguntar algo para seus seguidores no Twitter ou amigos do Facebook, sem tirar nem um tostão do bolso.
Google Lively
O Second Life do Google. Se o Second Life já foi uma bolha que acabou fracassando no longo prazo, imagine o Lively, que nunca chegou a ser popular. Era um recurso de realidade virtual para interação e bate-papo com avatares online, por meio do navegador.
O sistema era compatível com o Firefox e o Internet Explorer. As mensagens eram exibidas como balões de conversa, semelhante às histórias em quadrinhos. Era possível criar ambientes com fotos do Picasa penduradas na parede, por exemplo, e vídeos do YouTube. No entanto, tratava-se de um mundo menor que o do Second Life, e não possibilitava que usuários vendessem produtos, já que não existia conteúdo gerado por pessoas.
A adesão foi tão pouca que ele foi lançado em julho de 2008 e descontinuado em novembro do mesmo ano.

10.338 – Cultura & Artes – Festival de Paulínia divulga lista de filmes brasileiros na mostra


Entrada da escolinha de cinema de Paulínia
Entrada da escolinha de cinema de Paulínia

O festival ocorre de 22 a 27 de julho na cidade do interior de São Paulo.
Ao todo, foram anunciados nove longas-metragens e oito curtas, que serão exibidos em sessões abertas ao público e com entrada franca, sujeita a lotação do espaço. Entre os diretores selecionados estão Carolina Jabor, Fellipe Barbosa, Fernanda Machado, Juliana Rojas e Murilo Salles.
Os filmes internacionais e os exibidos na abertura e encerramento do evento, fora de competição, serão anunciados até o dia 7 de julho.
Os filmes concorrerão em 20 categorias cujos vencedores receberão, ao todo, R$ 800 mil em prêmio.
O Festival de Paulínia volta este ano com uma programação internacional, a primeira desde 2011. No ano passado, uma edição enxuta do evento aconteceu em dezembro, com seis filmes na programação e sem mostra competitiva.
Em 2012, por decisão do ex-prefeito José Pavan Júnior (PSB), que optou por investir a verba (R$ 10 milhões) em projetos sociais, o festival foi interrompido.
Confira a lista de filmes:
LONGAS-METRAGENS

“A Neblina”, de Fernanda Machado (Doc, SP);
“Aprendi a Jogar com Você”, de Murilo Salles (Doc, RJ);
“Boa Sorte”, de Carolina Jabor (Ficção, RJ);
“Casa Grande”, de Fellipe Barbosa (Ficção, RJ);
“Cássia”, de Paulo H. Fontenelle (Doc, RJ);
“Castanha”, de David Pretto (Ficção, RS);
“Infância”, de Domingos Oliveira (Ficção, RJ);
“Sangue Azul”, de Lírio Ferreira (Ficção, PE);
“Sinfonia da Necrópole”, de Juliana Rojas (Ficção, SP);

CURTAS-METRAGENS
“De Bom Tamanho”, de Alex Vidigal
“Edifício Tatuapé Mahal”, de Carolina Markowicz e Fernanda Salloum
“Jessy”, de Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge
“190”, de Germano Pereira
“O Clube”, de Allan Ribeiro
“O Bom Comportamento”, de Eva Randolph
“O Menino Que Sabia Voar”, de Douglas Alves Ferreira
“Recordação”, de Marcelo Galvão

PRÊMIOS
FILMES DE LONGA-METRAGEM
Melhor Filme: R$ 300.000
Melhor Direção: R$ 50.000
Melhor Ator: R$ 30.000
Melhor Atriz: R$ 30.000
Melhor Ator coadjuvante: R$ 15.000
Melhor Atriz coadjuvante: R$ 15.000
Melhor Roteiro: R$ 15.000
Melhor Fotografia: R$ 15.000
Melhor Montagem: R$ 15.000
Melhor Som: R$ 15.000
Melhor Direção de arte: R$ 15.000
Melhor Trilha Sonora: R$ 15.000
Melhor Figurino: R$ 15.000
Especial Júri: R$ 100.000
FILMES DE CURTA-METRAGEM

Melhor filme: R$ 30.000
Melhor Direção: R$ 20.000
Melhor Roteiro: R$ 15.000
Especial Júri: R$ 20.000

JÚRI POPULAR
Melhor longa-metragem: R$ 50.000
Melhor curta-metragem : R$ 20.000

10.337 – Mega Wise – Noções de Óptica


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Os elementos geométricos de uma lente são centos de curvatura ou das superfícies esféricas, o centro, distância focal e potência de uma lente. Centros de curvatura são os centros das superfícies esféricas que formam as faces c&c. Centro óptico é o centro geométrico da lente (o). Eixo principal é a reta que une os centros de curvatura. Eixo secundário é qualquer reta que passe pelo centro óptico. Focos são pontos onde concorrem os raios paralelos ao eixo principal depois de atravessar a lente (foco real F) ou seus prolongamentos.
Se a distância for expressa em metros, a potência será obtida em dioptrias (uma dioptria = 1/m.
Mesmo o olho humano mais perfeito tem uma série de limitações. Por isso, para poder ver objetos muito pequenos ou muito distantes, o homem recorre a ajuda de instrumentos ópticos. Os sistemas ópticos são a combinação de espelhos, prismas e lentes utilizados para ampliar os limites da observação direta. Os instrumentos ópticos mais utilizados são a lupa ou microscópio simples, o microscópio composto, a lupa binocular, as lunetas terrestres, as lunetas astronômicas e a câmera fotográfica.

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A Lupa
é um instrumento óptico munido de uma lente com capacidade de criar imagens virtuais ampliadas. É utilizada para observar com mais detalhe pequenos objetos ou superfícies.Também denominada microscópio simples – é constituída de uma única lente convergente. Para compreender como é o funcionamento da lupa, precisamos analisar tanto como a lupa conjuga imagens, como estas imagens (objetos virtuais para o nosso olho) acabam sendo projetadas na nossa retina. O olho humano só focaliza uma imagem de um objeto em sua retina se a distância entre o objeto e o olho for maior que a de um ponto específico (Ponto Próximo). Notamos facilmente que quando o objeto está mais próximo do olho que a distância do Ponto Próximo a imagem se torna desfocada. A posição do ponto próximo é variável, de pessoa para pessoa. Sendo comum essa distância ser maior em pessoas mais idosas (explicando porque algumas pessoas não conseguem ler de perto, mas esticando o braço e aumentando a distância do papel para o olho, conseguem ler sem maiores problemas). Imagine um objeto posto sobre o Ponto Próximo de um olho humano. O tamanho da imagem produzida na retina varia com o ângulo α que o objeto ocupa no campo de visão. Quando aproximamos o objeto do olho, aumentamos este ângulo. Assim aumentamos a capacidade de observar detalhes do objeto, mas como ele está numa distância menor que do ponto próximo, o vemos fora de foco, perdendo nitidez. Para fazermos com que esta imagem desfocada fique nítida novamente, colocamos uma lente convergente entre o olho e o objeto ( Importante que o objeto esteja mais próximo do olho do que o ponto focal da lente). O que o olho passa a enxergar é uma imagem virtual do objeto. Esta imagem fica mais distante do olho do que o Ponto Próximo, sendo uma imagem nítida. Apesar dessa ampliação, a lupa não serve para a observação de objetos muito pequenos como células,bactérias e insetos pequenos, pois nesses casos se faz necessário um aumento muito grande.A solução é associarmos duas ou mais lentes convergentes, como no microscópio composto.
Em 1885 foi encontrada uma lupa de quartzo nas ruínas do palácio do rei Senaqueribe (708-681 a.C.) da Assíria. Relatos do historiador Plínio (23-79 d.C.), apresentam “Vidros Queimadores”, os quais eram produzidos pelos romanos, ou seja, lentes usadas para iniciar o fogo, com auxilio da luz solar. Uma lente plano-convexa foi encontrada nas ruínas de Pompéia (Roma).Fabricando vidro desde o século VI a.C. chineses também conheciam lentes de aumento e de diminuição, usando também lentes para iniciar o fogo. Na China também já moldava lentes utilizando cristal de rocha natural, desde o século X.
No século XVIII as propriedades de uma lupa foram descritas por Roger Bacon, na Inglaterra.