10.241 – Marketing Terrorista – Oportunistas marketeitos fazem campanhas difundindo falsas ideias


Se você não lê, fica desinformado e cai na conversa dos marketeiros....
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É verdade que os problemas sociais no Brasil e no mundo não foram resolvidos, e talvez jamais o sejam. Mas houveram avanços e hoje o grupo de indivíduos que passam fome no Brasil já é minoritário. Se limitam a casos de regiões distantes do norte e nordeste ou de pedintes marginalizados nas áreas metropolitanas, em geral usuários de crack, esses sim estão se expandindo de forma alarmante, mesmo apesar de diversas tentativas das autoridades locais de minimizar o problema.
Mas vejamos qual é o verdadeiro problema relacionado a alimentação:

Obesidade já mata mais gente do que fome
Um trabalho gigantesco, produzido por 500 cientistas de 300 instituições – que analisaram 187 países ao longo das últimas quatro décadas. É o Global Burden of Disease (“Peso Global das Doenças”), que acaba de ser publicado e é o maior estudo já realizado sobre a saúde da humanidade. Ele traz duas grandes conclusões. A boa é que a expectativa de vida aumentou em praticamente todo o mundo, e as mortes relacionadas à subnutrição caíram de 3,4 milhões, em 1990, para 1,4 milhão em 2010, último ano analisado pelo estudo. Em 1990, a subnutrição era a doença com maior “peso”, ou seja, aquela que mais tirava anos de vida saudável da humanidade. Agora, ela despencou para oitavo lugar. Mas a obesidade, eis a má notícia, subiu de décimo para sexto – e a má alimentação, com uma dieta pobre em nutrientes, aparece em quinto (os quatro maiores fatores de risco são pressão alta, tabagismo, uso de álcool e poluição). “As dietas pobres em frutas, verduras e grãos integrais têm impacto surpreendente”, escrevem os autores do estudo.
A pesquisa constatou que, entre 1990 e 2010, a expectativa de vida global dos homens subiu de 62,8 para 67,5 anos, e a das mulheres subiu de 68,1 para 73,3. Ou seja: as mulheres ampliaram em seis meses a vantagem que levam sobre os homens.
Mas nem todos os países evoluíram. Na Bielorússia, os homens perderam 1,4 ano por causa do aumento no consumo de álcool. E Lesoto, na África, viu sua expectativa de vida desabar – regrediu 12,2 anos entre os homens e 14,7 entre as mulheres – devido à epidemia de Aids.

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