10.067 – Cinema – Dr Jivago


Dr.Jivago

Omar Shariff

Julie Christie, Lara, hoje com 72
Julie Christie, Lara, hoje com 72

Dirigido por David Lean
Com Omar Sharif, Julie Christie, Geraldine Chaplin
Gênero Drama , Guerra , Histórico , Romance
Nacionalidade EUA
Sinopse
O filme conta sobre os anos que antecederam, durante e após a Revolução Russa pela ótica de Yuri Zhivago (Omar Sharif), um médico e poeta. Yuri fica órfão ainda criança e vai para Moscou, onde é criado. Já adulto se casa com a aristocrática Tonya (Geraldine Chaplin), mas tem um envolvimento com Lara (Julie Christie), uma enfermeira que se torna a grande paixão da sua vida. Lara antes da revolução tinha sido estuprada por Victor Komarovsky (Rod Steiger), um político sem escrúpulos que já tinha se envolvido com a mãe de Lara, e se casou com Pasha Strelnikoff (Tom Courtenay), que se torna um vingativo revolucionário. A história é narrada em flashback por Yevgraf de Zhivago (Alec Guiness), o meio-irmão de Yuri que procura a sua sobrinha, que seria filha de Jivago com Lara. Enquanto Strelnikoff representa o “mal”, Yevgraf representa o “bom” elemento da Revolução Bolchevique.

10.066 – Terapia com estímulo elétrico ajuda paraplégicos a ficar em pé


Três anos atrás, médicos relataram que um homem paraplégico conseguiu ficar em pé, andar na esteira e mover quadril, joelhos, tornozelos e dedos dos pés depois de receber estimulação elétrica na medula espinhal. O caso foi descrito em um artigo publicado no periódico “Lancet”.
Agora, outros três pacientes tiveram o mesmo sucesso com o tratamento, o que mostra que o sucesso anterior não foi mero acaso.
Especialistas afirmam que o tratamento é promissor, mas alertam para o fato de que não se trata de cura. Quando o eletrodo, implantado nas costas dos pacientes, foi ligado a um aparelho de estimulação controlado pelos médicos, os homens puderam mexer os dedos dos pés, levantar as pernas e ficar em pé brevemente, mas não puderam andar e ainda usam a cadeira de rodas para se locomover.
Assim que o aparelho emite um sinal, a rede neural da medula, junto com a resposta sensorial das pernas, é capaz de orientar a articulação e os músculos necessários para que o paciente possa ficar em pé e andar na esteira.
Em um novo estudo publicado na revista científica “Brain”, pesquisadores atualizaram informações sobre Rob Summers, o primeiro paciente a receber o tratamento, em 2011, e descreveram os resultados bem-sucedidos dos outros três pacientes. Todos estavam paralisados do pescoço para baixo há pelo menos dois anos por causa de lesão medular.
Dustin Shillcox, 29, do Estado de Wyoming, nos EUA, ficou gravemente ferido em um acidente de carro em 2010. No ano passado, o eletrodo foi implantado nas suas costas e, cinco dias depois, ele mexeu os dedos do pé e mexeu um dos pés pela primeira vez desde então. Ele agora pratica movimentos com as pernas durante uma hora por dia e faz também fisioterapia.
Os outros dois participantes do estudo – Kent Stephenson, do Texas, e Andrew Meãs, de Kentucky-tiveram resultados similares.
O estudo foi pago pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA e pela Fundação Christopher e Dana Reeve, entre outros.
Médicos dizem que o aprimoramento de estimuladores elétricos para pessoas com paralisia podem trazer benefícios a mais pessoas no futuro. Ainda que as pessoas não consigam andar de novo após o tratamento, poderiam ficar em pé sem ajuda ou dar alguns passos.

10.065 – Brasil terá £ 27 milhões de fundo britânico para ciência e inovação


O governo britânico anuncia hoje a inclusão do Brasil entre os países que receberão cotas do Fundo Newton de apoio à ciência em países em desenvolvimento.
Programas brasileiros receberão um investimento de até £ 27 milhões (R$ 100 milhões), condicionado a um depósito de igual valor por parte de instituições nacionais. Um terço do valor já está assegurado por acordo com o Confap (Conselho Nacional de Fundações de Apoio à Pesquisa).
O dinheiro deverá ser repassado ao Brasil ao longo de três anos e será destinado a três diferentes fins: capacitação de profissionais, projetos de pesquisa e apoio à inovação.
O fundo pode bancar programas em qualquer área da ciência, mas prioriza temas ligados ao desenvolvimento, segundo Caroline Cowan, diretora de ciência e inovação da embaixada do Reino Unido. Ela cita bioeconomia, biodiversidade, segurança alimentar, mudanças climáticas, doenças negligenciadas e urbanismo como focos de interesse. O lançamento do fundo será hoje às 11h na reitoria da USP, com presença de George Osborne, ministro britânico de Finanças.