9921 – Física – Qual a temperatura mais elevada criada em laboratório pelo homem?


Nada menos que 4 trilhões de graus Celsius, temperatura 80 mil vezes maior do que a encontrada no interior do Sol! Esse calorão todo foi obtido num experimento realizado com um acelerador de partículas dos Estados Unidos conhecido pela sigla RHIC, iniciais em inglês de Colisor Relativístico de Íons Pesados, localizado no Laboratório Nacional de Brookhaven, próximo a Nova York. Os cientistas conseguiram a proeza de reproduzir condições semelhantes às existentes 1 microssegundo após o big-bang, a explosão primordial ocorrida há 13 bilhões de anos que deu origem ao Universo. Com essa elevada temperatura, partículas como prótons e nêutrons, que compõem o núcleo dos átomos, se descolaram umas das outras formando o que os cientistas chamam de plasma de quarks e glúons. O objetivo dos pesquisadores é estudar a fundo as propriedades e o comportamento dessa sopa tórrida de partículas atômicas para compreender como foi que elas se agruparam depois do big-bang dando início a tudo que existe hoje.

9920 – Urologia – Não, mexe com o que está quieto…Existe cirurgia para aumentar o tamanho do pênis?


Existem dois tipos de operação com esse objetivo: uma para aumentar o comprimento e outra para incrementar o diâmetro do órgão. Na primeira, o cirurgião faz o pênis crescer expondo um pedaço dele que normalmente fica escondido na pélvis. Na outra cirurgia, o médico enxerta algum material entre a pele e o interior do pênis, “inflando” o dito-cujo. São procedimentos simples: levam menos de uma hora e só requerem anestesia local. Mas o paciente deve avaliar com cuidado as conseqüências antes de encarar o bisturi. Nas duas cirurgias, os riscos envolvidos são consideráveis. E é justamente essa a causa da acalorada polêmica entre os médicos sobre o assunto. No Brasil, onde cirurgias assim são feitas desde o início da década de 90, o Conselho Federal de Medicina (CFM) acabou proibindo-as parcialmente em 1997, alegando insegurança e ineficácia. Muitos especialistas condenam a operação. “Essas cirurgias são anedóticas.
Têm resultados péssimos”, diz o urologista Joaquim de Almeida Claro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os médicos contrários à técnica também insistem que os homens que buscam o aumento do pênis deveriam procurar primeiro aconselhamento psicológico, pois a maior parte deles tem órgãos com tamanhos considerados normais. Mas, como o tema é controverso, os cirurgiões que praticam a operação discordam dessas avaliações: “O homem que sofre com isso questiona sua performance sexual o tempo todo. O desconforto que ele sente com o próprio corpo é enorme. Eu nunca vi psicólogo resolver isso”, diz o cirurgião vascular Márcio Dantas de Menezes, da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual. De qualquer forma, é bom frisar que o CFM, principal entidade médica do país, só autoriza a operação para homens com micropênis (órgão com menos de 2 centímetros) ou na reconstrução de tecidos para mutilados em acidentes.

Como é a cirurgia: Após fazer uma abertura de 3 centímetros na pele acima da pélvis, o cirurgião corta os ligamentos que prendem a base interna do pênis aos ossos da bacia. Essa parte interna do órgão, então, projeta-se para fora, aumentando o tamanho do pênis em cerca de 2 centímetros. Esse procedimento dura aproximadamente 45 minutos.
Os perigos: Depois da cirurgia, o paciente não deve fazer sexo por um mês. A operação pode trazer efeitos colaterais indesejados, como o risco da diminuição do ângulo de ereção e a retração do pênis se o órgão não cicatrizar bem. Também há perigo de infecções e queloides (grandes cicatrizes permanentes).

Aumento do diâmetro
O médico pode injetar em volta do pênis gordura (retirada do corpo do paciente), placas de colágeno (emprestadas de porcos) ou materiais sintéticos, como um gel derivado do petróleo. Essas substâncias expandem o tecido entre a pele do pênis e a albugínea, que envolve o interior do órgão. A cirurgia dura cerca de meia hora.

Os perigos: O paciente pode fazer sexo 36 horas após a cirurgia, mas deve continuar usando um aparelho de fisioterapia (uma armação em torno do pênis) até que o material do enxerto se distribua por completo – o que pode durar cerca de 3 meses. Um risco da operação é o pênis absorver mal o que foi injetado, o que pode torná-lo fino novamente ou disforme.

9919 – Os matemáticos mais importantes da história


RENÉ DESCARTES

NACIONALIDADE Francês

GRANDE FEITO Criou a geometria analítica no século 17

Responsável por representar os números naquele gráfico com eixos x e y, batizado de cartesiano em sua homenagem. A geometria analítica revolucionou a matemática, tornando mais fácil “enxergar” relações entre números e compreender conceitos abstratos. Descartes morreu de pneumonia no castelo da rainha Cristina da Suécia, que o contratou como professor de filosofia.

HENRI POINCARÉ

NACIONALIDADE Francês

GRANDE FEITO Inventou a topologia algébrica no século 19

A partir dele, passou-se a classificar sólidos imaginários como cubos, esferas e cones por meio de teoremas. Com a topologia algébrica, é possível demonstrar, por exemplo, como uma caneca é a deformação da metade de um aro – seja lá o que isso quer dizer… A conjectura (hipótese não comprovada) que ele propôs em 1904 só foi resolvida em 2006.

EUCLIDES

NACIONALIDADE Grego

GRANDE FEITO Fundamentou a geometria no século 3 a.C.

Seu livro Elementos, com os fundamentos da geometria clássica, ainda é leitura obrigatória entre os matemáticos. Na obra de 23 séculos atrás estão compilados seus axiomas – verdades lógicas que valem até hoje. Um exemplo de axioma é “pode-se traçar uma única reta ligando quaisquer dois pontos”. A obra- prima de Euclides é o segundo livro mais traduzido da história, atrás apenas da Bíblia.

AL-KHWARIZMI

NACIONALIDADE Persa

GRANDE FEITO Criou bases teóricas para a álgebra moderna no século 8

Ele fundamentou a matemática ocidental. Sua obra descreve métodos para resolver equações lineares e quadráticas, como ensinam na escola até hoje. O italiano Fibonacci levou os ensinamentos de Khwarizmi para a Europa, propagando o uso de numerais arábicos e dos algarismos de 0 a 9 para representá-los.

ARQUIMEDES

NACIONALIDADE Grego

GRANDE FEITO Aplicou a geometria na prática no século 3 a.C.

O principal matemático da Antiguidade uniu o mundo abstrato dos números com o mundo real. É considerado pai da mecânica por estudar forças, alavancas e densidade de materiais. Foi o primeiro

a notar a relação constante entre o diâmetro e o raio de qualquer circunferência: o número π (pi). Arquimedes também era inventor. Entre seus trabalhos estão o parafuso de Arquimedes, usado para tirar água de dentro de navios, e o aperfeiçoamento da catapulta.

ISAAC NEWTON

NACIONALIDADE Inglês

GRANDE FEITO Criou o cálculo no século 17

Responsável por avanços científicos que mudaram a humanidade, como a lei da gravitação universal, Newton também era um matemático notável, considerado um dos inventores do cálculo – disciplina avançada da matemática, ensinada em cursos superiores específicos. Sem o cálculo seria impossível medir precisamente o volume de objetos curvos ou calcular a velocidade de objetos em aceleração.

GOTTFRIED LEIBNIZ

NACIONALIDADE Alemão

GRANDE FEITO Criou o cálculo no século 17

Não era popular como Newton, mas quem o conheceu compara seu gênio ao de Da Vinci. Leibniz aprofundou o conceito de grandezas infinitesimais, ou seja, infinitamente pequenas – que pelo nome podem até não parecer, mas são muito relevantes na matemática. Newton acusou Leibniz de plágio, mas ficou comprovado que ambos desenvolveram estudos sobre o cálculo ao mesmo tempo, chegando às mesmas conclusões

ÉVARISTE GALOIS

NACIONALIDADE Francês

GRANDE FEITO Criou as estruturas algébricas no século 19

Rebelde e genial, é o único grande matemático cuja obra não tem erros, talvez por ser muito curta. Seu principal trabalho foi em polinômios e estruturas algébricas, o que o levou a solucionar problemas matemáticos em aberto desde a Antiguidade. Especialistas acreditam que se não tivesse morrido aos 21 anos – em um duelo -, seria o número um da nossa lista.

CARL GAUSS

NACIONALIDADE Alemão

GRANDE FEITO Mais completo matemático da primeira metade do século 19

O “príncipe dos matemáticos” publicou, aos 21 anos, sua obra-prima sobre teoria dos números. Morreu aos 77 anos como o maior generalista da matemática, contribuindo em áreas como estatística, análise, geometria diferencial e geodésia, para citar poucas. A extinta nota de dez marcos alemã trazia um retrato do matemático com uma de suas “invenções”: a curva de Gauss, que sempre aparece em gráficos estatísticos.

LEONHARD EULER

NACIONALIDADE Suíço

GRANDE FEITO Revolucionou quase toda a matemática no século 18

Seus quase 800 livros fundamentaram campos que seriam estudados futuramente, como topologia, e revolucionou quase todos os que já estavam em voga, como cálculo e funções. Ao solucionar um problema que envolvia sete pontes que ligavam duas ilhas na cidade de Königsberg, antiga Prússia, fundou a teoria dos grafos, que possibilitou o surgimento da topologia e é usada hoje, por exemplo, para montar as tabelas do Campeonato Brasileiro! Euler ficou cego aos 50 anos e passou a ditar seus textos ao filho. Muitos matemáticos avaliam que seu trabalho ficou mais rico após perder a visão.
– O matemático francês François Arago declarou que Euler calculava sem esforço, “como os homens respiram e as águias mantêm-se no ar”.

Faltou falar de Charles Babbage, você le sobre ele em outro capítulo do ☻ Mega

Charles Babbage, um dos pioneioros da computação moderna
Charles Babbage, um dos pioneioros da computação moderna

9918 – O que acontece no corpo durante um afogamento?


A pessoa aspira muita água, que encharca os pulmões, causando asfixia, inconsciência e até a morte. O afogamento é a quarta causa de morte acidental em adultos e uma das três principais em crianças. Por ano, acontecem 500 mil afogamentos no mundo. Entre os adultos, metade dos acidentes está relacionada ao consumo de bebida alcoólica, enquanto na infância o afogamento ocorre por falta de vigilância dos pais. Falta de conhecimento do local de mergulho, excesso de confiança e exaustão ao nadar são outros motivos que provocam esse tipo de acidente.
No início do afogamento, a pessoa se debate, tentando se manter na superfície. Ela prende a respiração o quanto pode e aspira, sem querer, pequenas quantidades de água, o que provoca o fechamento da laringe, órgão situado entre a traqueia e a base da língua. Esse é um mecanismo de defesa do nosso corpo para que a água não inunde os pulmões.
Depois de alguns minutos, a laringe relaxa e a pessoa involuntariamente respira debaixo d’água, aspirando e engolindo grande quantidade de água. Parte do líquido vai para o estômago e o restante segue o mesmo caminho do ar: percorre a traqueia e chega aos pulmões, passando por brônquios, bronquíolos e alvéolos.
Com o pulmão encharcado, a troca gasosa (entrada de oxigênio e saída de gás carbônico) não funciona mais. A redução da taxa de oxigênio causa danos em todos os tecidos, principalmente nos que precisam de mais ar, como as células nervosas. O cérebro é gravemente lesionado e a pessoa fica inconsciente.
Depois de chegar aos alvéolos, a água entra no sangue e penetra nos glóbulos vermelhos, destruindo-os. Com isso, o potássio presente nessas células vaza para o plasma sanguíneo. Em concentração elevada, o potássio é fatal: ele acaba com a diferença de carga dentro e fora da célula, impedindo a transmissão dos impulsos nervosos e, assim, a contração muscular. Com isso, o coração pode parar de bater.

9917 – Caduquice, não! Exame de sangue pode prever quem terá Alzheimer


Pesquisadores desenvolveram um exame de sangue capaz de prever o risco de pessoas saudáveis terem Alzheimer até três anos antes de os primeiros sintomas surgirem. Em estudo publicado o teste, que consiste em procurar por dez tipos específicos de gordura no sangue de um paciente, ofereceu resultados com mais de 90% de precisão.
Não há previsão para que o exame passe a ser comercializado e usado na prática clínica. A possibilidade de detectar uma doença como o Alzheimer antes de ela se manifestar é um importante debate da medicina atual. Isso porque ainda não existem remédios capazes de evitar a condição, mas sim de controlar o seu avanço. Portanto, um diagnóstico que diz ao paciente que ele terá Alzheimer no futuro apenas causaria preocupação. Por outro lado, saber quais mecanismos estão associados ao Alzheimer ajuda os cientistas a entender melhor a doença e pode acelerar outros estudos que tentam descobrir formas de impedir que ela apareça ou até curá-la.
A nova pesquisa, feita na Universidade Georgetown, nos Estados Unidos, e publicada na revista Nature Medicine, envolveu 525 pacientes saudáveis de 70 anos ou mais. Os autores coletaram amostras de sangue dos participantes diversas vezes ao longo de cinco anos. Quando a pesquisa acabou, 74 voluntários haviam sido diagnosticados com Alzheimer ou comprometimento cognitivo leve, um estágio que fica entre o envelhecimento normal e a demência e que é caracterizado por problemas de memória, raciocínio e outras funções mentais.
Durante o estudo, os especialistas compararam o sangue de pessoas com e sem Alzheimer ou comprometimento cognitivo. Eles descobriram que os participantes com algum desses problemas apresentavam dez tipos de gordura que parecem romper a composição de membranas que envolvem os neurônios. A descoberta foi confirmada em outras comparações e análises.
Segundo os resultados, a precisão de mais de 90% do teste vale tanto para descobrir se um paciente terá comprometimento cognitivo ou Alzheimer nos próximos três anos quanto para definir se uma pessoa permanecerá livre desses problemas.
Essa é a primeira vez em que uma pesquisa define biomarcadores (substâncias que indicam a presença de uma doença) no sangue de uma pessoa para o Alzheimer. “O nosso novo exame de sangue pode mudar como pacientes, suas famílias e os médicos planejam lidar com a doença”, diz o coordenador da pesquisa, Howard Federoff, professor de neurologia e vice-presidente executivo de ciências médicas do Centro Médico da Universidade Georgetown. “Biomarcadores que identificam o período assintomático da doença são essenciais para o desenvolvimento e aplicação de tratamentos capazes de prevenir o Alzheimer.”
Segundo Federoff, ele e sua equipe planejam realizar um estudo clínico que usa o exame de sangue para testar um agente terapêutico para atrasar o impedir que o Alzheimer se manifeste em pessoas com maior risco.

9916 – Música – Maureen McGovern


Vocal Afinado
Vocal Afinado

Maureen McGovern é uma cantora norte-americana nascida em 27 de julho de 1949, premiada com o Oscar por “The Morning After” do filme 1972 The Poseidon Adventure e ” We May Never Love Like This Mais uma vez “de O Inferno na Torre, o clássico filme de 1974.
McGovern nasceu em Youngstown, Ohio, filha de James Terrence McGovern e Maria Rita ( née Welsh).
É descendente de irlandeses. Começou a cantar aos 3 anos de idade. O contrato de McGovern com a 20th Century terminou durante 1976, o que fez sua carreira declinar.
Mas, sua carreira explodiu novamente com o tema romântico de Superman, em 1978, Can You Read My Mind. No finalzinho da década de 70 ainda no embalo emplacava outro sucesso: Diferent Worlds.
Na década de 1980, parou de cantar e fez carreira na Broadway. Em meados dos anos 80 voltou a cantar, mas não obtendo o mesmo sucesso.
A partir da década de 1990 até o século 21, McGovern continuou seus carreira no teatro musical, atuando em concertos e gravação de álbuns, e ela ocasionalmente fez aparições na televisão.
Fora do mundo artístico, McGovern também continua seu trabalho com a Associação de Distrofia Muscular , onde ela aparece anualmente no Jerry Lewis MDA Telethon.

9915 – Mundo dos DJs – O Universo Hip Hop


hip hop

Hip hop é um gênero musical, com uma subcultura iniciada durante a década de 1970, nas áreas centrais de comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas da cidade de Nova Iorque. Afrika Bambaataa, reconhecido como o criador oficial do movimento, estabeleceu quatro pilares essenciais na cultura hip hop: o rap, o DJing, a breakdance e o graffiti.Outros elementos incluem a moda hip hop e as gírias.
Desde quando emergiu primeiramente no South Bronx, a cultura hip hop se espalhou por todo o mundo. No momento em que o hip hop surgiu, a base concentrava-se nos disc jockeys que criavam batidas rítmicas para pausas “loop” (pequenos trechos de música com ênfase em repetições) em dois turntables, que atualmente é referido como sampling. Posteriormente, foi acompanhada pelo rap e identificado como um estilo musical de ritmo e poesia, com uma técnica vocal diferente para utilizar dos efeitos dos DJs. Junto com isto, surgiram formas diferentes de danças improvisadas, como a breakdance, o popping e o locking.
A relação entre o grafite e a cultura hip hop surgiu quando novas formas de pintura foram sendo realizadas em áreas onde a prática dos outros três pilares do hip hop eram frequentes, com uma forte sobreposição entre escritores de grafite e de quem praticava os outros elementos.
O termo “hip” é usado no Inglês vernáculo afro-americano (AAVE) desde 1898, onde significa algo atual, que está acontecendo no momento; e “hop” refere-se ao movimento de dança. Keith “Cowboy” Wiggins e Grandmaster Flash são creditados com a primeira aplicação do termo hip hop, em 1978, ao mesmo tempo que Flash provocava um amigo que acabava de ingressar ao Exército dos Estados Unidos, proferindo as palavras “hip/hop/hip/hop”, imitando a cadência rítmica dos soldados.8 Mais tarde, Cowboy classificou a cadência uma das atividades para um MC fazer no palco.9 Como os grupos frequentemente eram compostos por um DJ e um rapper, os artistas foram chamados de “hip-hoppers”. O nome originalmente foi concebido como um sinal de desrespeito, mas logo veio a identificar-se com esta nova forma de música e cultura.
As canções “Rapper’s Delight”, do grupo Sugarhill Gang e “Superrappin”, de Grandmaster Flash foram lançadas em 1979 e obtiveram um alto sucesso. Dois anos depois, Lovebug Starski, DJ do Bronx, lançou um single intitulado “The Positive Life”, com referências a rappers. Então, DJ Hollywood utilizou o termo para se referir a um novo estilo de música, chamado rap. O pioneiro do hip hop Afrika Bambaataa reconhece Starski como a primeira pessoa a utilizar o termo “hip hop”, para se referir a esta cultura.

https://www.youtube.com/watch?v=WZ-1DYwaxrE

9914 – História da Fórmula 1 – Patrick Deppailer


Patrick Depailer

Patrick Depailler, nascido em (Clermont-Ferrand, 9 de agosto de 1944 – Hockenheim, 1 de agosto de 1980) foi um piloto francês.
Talentoso e carismático, Depailler nunca obteve o tipo de equipamento que seu talento merecia. Depois de disputar um grande prêmio em 1972 pela Tyrrell, na França, Depailler juntou-se em definitivo à equipe em 1974, substituindo François Cévert, que havia falecido em acidente no ano anterior. Todavia, a equipe já estava entrando em um longo e vagaroso declínio, o que lhe impediu de obter bons resultados com mais frequência. Sua primeira vitória veio apenas em 1978, em Mônaco. No ano seguinte, mudou-se para a Ligier. A equipe francesa tinha um bom carro, e logo Depailler viu-se entre os postulantes ao título, depois de obter um segundo lugar no Brasil e uma vitória na Espanha. Contudo, após o Grande Prêmio de Mônaco, Depailler sofreu um grave acidente com uma asa-delta na França, que lhe causou várias fraturas, impondo-lhe um afastamento pelo resto da temporada. Em razão disso, Guy Ligier não renovou seu contrato, e Depailler mudou-se para a Alfa Romeo em 1980. Neste último time, o francês trabalhava para desenvolver o carro, sendo que, em uma sessão de testes privados realizada em Hockenheim em 1 de agosto de 1980, a quebra da suspensão traseira arremessou seu bólido, em alta velocidade, contra o muro de proteção da Ost Kurve; com o choque, o carro decolou sobre uma barreira de concreto, e Depailler faleceu em função de ferimentos fatais em sua cabeça, coincidentemente na mesma data em que, em 1959, morreu também em um acidente seu ídolo Behra.
Ele venceu duas corridas, obteve uma pole position, atingindo 19 pódios, e fez um total de 141 pontos no campeonato.