9302 – Ciência & Filosofia – Renomado cientista afirma que existe vida depois da morte


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Esta afirmação parte das recentes declarações públicas do renomado cientista norte-americano Robert Lanza, que sustenta a hipótese de que a morte nada mais é do que um ilusão da nossa consciência que, por sua vez, se encarrega de determinar a forma e o tamanho de todos os objetos do Universo. De acordo com Lanza, que trabalha como professor na Universidade de Medicina de Wake Forest, na Carolina do Norte, “a vida é… apenas a atividade de carbono e uma mistura de moléculas; vivemos durante um certo tempo e depois apodrecemos sob a terra”.
No entanto, a morte, segundo o pesquisador, apenas existe para nós, porque os humanos anteriores “nos ensinaram a acreditar que morremos”. Neste sentido, a morte não seria nada mais do que uma teoria sem fundamentos e que não pode ser comprovada. Sua teoria sobre o biocentrismo propõe que não existem razões para acreditar que a morte deva ser tão terminal como se acredita. E a biologia, ou seja, a vida, cria a realidade do Universo, e não vice-versa. Desta maneira, a morte, como um corte terminal, não pode existir. Apesar disso, Lanza admite que o corpo morre, o que é irrefutável. Porém, isso não é suficiente para explicar a existência da morte. Se realmente o espaço e o tempo são ferramentas na nossa mente, coordenadas pela nossa consciência, então a imortalidade existe de fato em um mundo sem limites de espaço e tempo. Esta possibilidade é tratada em teorias da física, pelas ideias de “multiversos”, ou seja, múltiplos universos possíveis, em que diversas situações ocorrem de maneira simultânea. Se tudo o que pode acontecer, acontece em alguns destes planos, então, explica Lanza, a ideia da morte não tem sentido de maneira real. Mas então o que acontece quando o nosso corpo morre? “Simplesmente, nossa vida de transforma em uma flor constante que volta a florescer no Universo”.

9301 -Cientistas “comprovam” a existência de Deus com matemática e um simples notebook


Dois cientistas formalizaram um teorema sobre a existência de Deus, escrito pelo renomado matemático tcheco Kurt Gödel (1906-1978). O nome de Gödel pode não significar muito para alguns, mas entre os cientistas ele possui reputação semelhante a de Albert Einstein – de quem era um amigo próximo. Os cientistas da Universidade Livre de Berlim, Christoph Benzmüller e Bruno Woltzenlogel Paleo, realizaram um trabalho que teve como base o argumento ontológico (ciência do ser em geral) de Kurt Gödel, que propôs um teorema matemático para a existência de Deus. Por conta disso, a notícia foi veiculada, na última semana, pelo diário alemão Die Welt, sob a manchete “Cientistas provam a existência de Deus” . Obviamente, uma ressalva significativa deve ser feita sobre a afirmação. Na verdade, o que os pesquisadores em questão dizem ter realmente comprovado não é a existência de um “Ser Supremo” em si, mas como o uso de uma “tecnologia superior” pode resultar em avanços em vários campos científicos.
Quando Gödel morreu, em 1978, ele deixou uma teoria tentadora baseada nos princípios da lógica modal – que um ser superior deve existir. Os detalhes da matemática envolvidos na prova ontológica de Gödel são complicados, mas, na essência, o matemático argumentou que, por definição, Deus é aquele para o qual não poderia ser concebido um ser maior. E, enquanto Deus existe conceitualmente falando, ele poderia ser concebido como “o maior”, se ele existisse na realidade. Portanto, para Gödel, Deus deveria existir. Apesar desta argumentação não ser exatamente nova na época que foi formulada pelo matemático, ele inovou ao escrever teoremas – pressupostos que não podem ser comprovados – como equações matemáticas sobre o assunto. E, a partir daí, isso poderia ser comprovado. Aí entram Christoph Benzmüller e Bruno Woltzenlogel Paleo. Com o uso de um MacBook comum, eles mostraram que a prova de Gödel está correta – pelo menos em um nível matemático – por meio da lógica modal superior. Sua apresentação inicial, na publicação científica arXiv.org, recebeu o título de “Formalização, mecanização e automação de prova da existência de Deus de Gödel”. E, a partir do fato que um teorema complicado foi comprovado com uso de um equipamento tecnológico de acesso ao público, isso abre “todos os tipos de possibilidades”, declarou Benzmüller ao jornal Spiegel. “É totalmente incrível que, a partir deste argumento liderado por Gödel, tudo isso pode ser provado automaticamente em poucos segundos, ou até menos em um notebook padrão”.

9300 – Revelado o segredo da inteligência de Albert Einstein


Jornal noticia a morte de Albert Einstein em abril de 1955
Jornal noticia a morte de Albert Einstein em abril de 1955

O cérebro de Albert Einstein, um dos homens mais brilhantes do século XX e, talvez, da história da humanidade, segue como objeto de investigação da ciência, que busca compreender melhor os mecanismos da sua inteligência. Esta obsessão pelo cérebro do cientista começou assim que ele morreu, em 18 de abril de 1955, nos Estados Unidos. O órgão foi conservado, seccionado e fotografado. Depois de anos de estudos, pesquisadores da Universidade Normal do Leste da China afirmam ter encontrado o segredo da sua inteligência: os hemisférios do seu cérebro estavam extraordinariamente bem conectados, algo considerado fora do comum.O corpo caloso do cérebro (formado por fibras nervosas que unem os lados) era maior do que o normal. De acordo com o estudo, publicado pela revista de neurologia “Brain”, a conclusão foi obtida pela comparação do cérebro do pesquisador com o de outros 67 homens e destros (15 tinham em torno de 70 anos e os outros 52 estavam na faixa dos 20). Sem levar a idade em consideração, o corpo caloso do cérebro de Einstein mostrou ser maior do que os demais.
Tal pesquisa começa a responder a pergunta sobre as razões da extraordinária inteligência de Einstein e também coloca em questão uma tradicional caracterização do cérebro, em que cada um dos seus dois hemisférios estaria destinado a um tipo de inteligência distinta. Uma vez mais, Einstein mostra sua importância para a ciência, nem mesmo que seja pelo estudo de funcionamento do seu próprio cérebro.

9299 – Quais são os sintomas da labirintite?


A labirintite é uma desordem que afeta o labirinto, parte interna do ouvido que é responsável pelo equilíbrio.
O sintoma mais comum é a vertigem, acompanhada ou não de zumbido, perda de audição ou ouvido tapado.
Segundo a otorrinolaringologista Tanit Ganz Sanchez, não basta tomar medicamentos para amenizar a tontura, mas achar os gatilhos para o problema. Algumas das causas mais fáceis de tratar são as alimentares (jejum prolongado, ingestão de doces ou consumo em excesso de cafeína); as ligadas à mastigação e ao pescoço; o estresse e a ansiedade e também as alterações hormonais.
O primeiro passo é procurar um otorrinolaringologista para fazer essa investigação.

9298 – Mega Listas – Todos os Papas, 2ª Parte


Papa João IV
Papa João IV

Continuando com os 20 séculos de papado, segue a lista com os papas:

Papa Pontificado
61° – João III 17 jul 561 a 13 jul 574
62° – Bento I 2 jun de 575 a 30 jul 579
63° – Pelágio III 29 de nov de 579 a 7 fev dec 590
64° – São Gregório I 3 set de 590 a 12 mar 604
65° – Sabiniano 13 set de 604 a 22 fev de 606
66° – Bonifácio III 19 de fev de 607 a 12 nov de 607
67°- São Bonifácio IV 25 de ago de 608 a 8 mai de 605
68°- Santo Aldeodato I 19 de out de 615 a 8 nov de 618 Aldeodatus
69° – Bonifácio V 23 de Nov de 619 a 25 de Out de 625
70° – Honório I 27 de Out de 625 a 12 de Out de 638 Honorius
71°- Severino Out de 638 a 2 de Ago de 640 Severinus
72°- João IV 24 de Dez de 640 a 12 de Out de 642 Ioannes Quartus
73°- Teodoro I 24 de Nov de 642 a 14 de Mai de 649 Theodorus
74°- São Martinho I Jul de 649 a 16 de Set de 654 Martinus Canonizado.
75°- Santo Eugénio I 10 de Ago de 654 a 2 de Jun de 657 Eugenius Canonizado.
76º- São Vitaliano 30 de Jul de 657 a 27 de Janeiro de 672 Vitalianus Canonizado.
77°- Adeodato II 11 de Abr de 672 a 17 de Jun de 676 Adeodatus Secundus
78°- Dono 2 de Nov de 676 a 11 de Abril de 678 Donus
79° – Santo Agatão 27 de Jun de 678 a 10 de Jan de 681 Agatho Canonizado.
80°- São Leão II Dez de 681 a 3 de Julho de 683 Leo Secundus Canonizado.
81°- São Bento II 26 de Jun de 684 a 8 de Mai de 685 Benedictus Secundus Canonizado.
82°- João V 12 de Jul de 685 a 2 de Ago de 686 Ioannes Quintus
83° – Cónon 21 de Out de 686 a 22 de Set de 687 Conon
84°- São Sérgio I 15 de Dez de 687 a 8 de Set de 701 Sergius Canonizado.
85°- João VI 30 de Out de 701 a 11 de Jan de 705 Ioannes Sextus
86°- João VII 1 de Mar de 705 a 18 de Out de 707 Ioannes Septimus
87°- Sisínio 15 de Janeiro de 708 a 4 de Fevereiro de 708 Sisinnius
88°- Constantino 25 de Mar de 708 a 9 de Abril de 715 Constantinus
89°-São Gregório II 19 de Mai de 715 a 11 de Fev de 731 Gregorius Secundus Canonizado.
90°- Gregório III 18 de Mar de 731 a 28 de Nov de 741 Gregorius Tertius
91°- São Zacarias 3 de Dez de 741a 22 de Mar de 752 Zacharias Canonizado
92°- Papa eleito Estêvão (II) 23 de Mar de 752 a 26 de Mar de 752 Papa Electus
93°- São Paulo I 29 de Mai de 757 a 28 de Jun de 767 Paulus Canonizado.
94°- Estêvão III (IV) 7 de Ago de 767 a 24 de Jan de 772 Stephanus Tertius
95°-Adriano I 1 de Fev de 772 a 26 de Dez de 795 Hadrianus
96°- São Leão III 26 de Dez de 795 a 12 de Jun de 816 Leo Tertius
97°-Estêvão IV (V) 12 de Jun de 816 a 24 de Jan de 817 Stephanus Quartus (Quintus)
98°-São Pascoal I 25 de Jan de 81 a 11 de Fev de 824 Paschalis Canonizado.
99°-Eugénio II 8 de Mai de 824 a Ago de 827 Eugenius Secundus
100°-Valentino Ago de 827 a Set de 827

9297 – Física – O Plasma


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Estamos habituados a três estados físicos da matéria: sólido, líquido e gasoso. Porém sob certas condições podemos induzir gases a alcançar o que pode ser considerado o quarto estado da matéria: o plasma. E este é o estado da matéria mais comum no Universo.
O calor é a energia transferida entre dois corpos. Já temperatura é a medida da agitação das partículas que constituem este corpo. O calor transferido para um corpo produz o aumento da sua temperatura (exceto quando ocorre mudança de fase). Um objeto em estado sólido possui forma e volume definidos. Isto ocorre porque a pequena agitação das suas moléculas não possui energia suficiente para mudar a organização em que se encontram. Ao aplicarmos calor, a energia cinética das moléculas aumenta até o ponto em que a ordem é rompida levando o objeto ao estado líquido. No estado líquido, o volume é definido mas a forma não. O líquido assume a forma do recipiente que o contém.
Em nossa experiência hipotética continuamos aplicando calor ao líquido. A agitação das moléculas é insuficiente para que a distância média entre elas seja modificada com facilidade, por isso o volume para uma certa temperatura é constante. Conforme a energia cinética das moléculas aumenta ocorre a ebulição e o líquido transforma-se em gás. Agora forma e volume são indefinidos e podem variar bastante de acordo com o recipiente e a pressão exercida sobre o gás. A média de velocidade das moléculas é tão alta que o objeto se transforma em uma porção de matéria fluida e disforme.
E se aumentarmos a temperatura ainda mais? Ao aplicar mais energia, a agitação das partículas que constituem o gás aumenta tanto que as moléculas começam a se romper, formando íons. A substância torna-se condutora e as constantes troca de elétrons entre os íons produzem uma brilho com diversas cores. Este novo estado da matéria é chamado de plasma.
Os cientistas estimam que 99 % da matéria existente no Universo esteja no estado de plasma. Eles são caracterizados por sua temperatura absoluta (Kelvin) e pela densidade de número que é definida como a quantidade de partículas carregadas por metro cúbico. A abundância de plasma no universo pode ser explicada por que o material intergalático é considerado um tipo de plasma. As estrelas também são compostas por plasma extremamente quente e denso.
Alguns exemplos de plasmas que encontramos comumente na natureza são as chamas, as descargas atmosféricas (raios), as auroras boreais e o fogo fátuo (chama de origem orgânica comum em pântanos e brejos).
Os plasmas são bastante sensíveis a campos magnéticos, podendo ter sua forma alterada de acordo com a influência destes campos. Algumas tecnologias baseadas em plasmas são:
Lâmpadas – diferentes tipos de lâmpada utilizam a excitação elétrica de gases para produzir luz visível. Podemos destacar as lâmpadas fluorescentes, as lâmpadas de neon e as lâmpadas de plasma.
TVs – a partir da produção de plasma em recipientes microscópicos transparente é possível gerar pontos de cor. Este é o princípio de funcionamento da TV de plasma, tecnologia que está sendo substituída pelas TVs de LCD e LED.

9296 – Mega Byte – Supercomputador chinês mantém posto de mais poderoso do mundo


33 quadrilhões de cálculos por segundo
33 quadrilhões de cálculos por segundo

O supercomputador Tianhe-2, desenvolvido pela Universidade Nacional de Defesa e Tecnologia, na China, manteve a liderança no ranking de computadores mais poderosos do mundo, realizado por professores das universidades de Mannheim, na Alemanha, e do Tennessee, nos Estados Unidos, e também por pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, órgão do governo americano. O Tianhe-2 é capaz de processar 33,86 petaflops — cada petaflop equivale a 1 quadrilhão de cálculos por segundo — graças a seus processadores: são dois Xeon Ivy Bridge e três Xeon Phi, todos da fabricante Intel.
As máquinas que aparecem na lista não foram desenvolvidas para o uso doméstico. Um dos computadores listados, por exemplo, é responsável pelas previsões do tempo do Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos. Outras são usadas em atividades como gerenciamento de bancos, mapeamento de genoma, desenvolvimento de medicamentos ou ainda no cálculo de algoritmos complexos.
Segundo o ranking, não foram observadas mudanças nas primeiras cinco posições da lista divulgada em junho. Titan, utilizado no Departamento de Energia do Laboratório Nacional de Oak Ridge, nos Estados Unidos, é o segundo computador mais poderoso do mundo, à frente do Sequoia, desenvolvido pela IBM e instalado no Departamento de Energia do Laboratório Nacional de Lawrence Livermore. O supercomputador Riken, quarto no ranking, foi projetado pela Fujitsu, no Japão, e aparece à frente do Mira, também desenvolvido pela IBM para o Laboratório Nacional Argonne, nos EUA.

9295 – Saúde – Catapora em adultos (?)


A doença, causada pelo vírus Varicela-zoster e, por isso, também chamada varicela, é mais rara em adultos. Cerca de 90% das pessoas têm a catapora ainda na infância, entre 2 e 8 anos, conta a pediatra Mônica Levi, do setor de vacinação da Clínica Especializada em Doenças Infecciosas e Parasitárias e em Imunizações, a Cedipi, em São Paulo. Aliás, segundo a especialista, como a doença às vezes é assintomática, muitos adultos nem desconfiam que tiveram o problema quando pequenos. As feridinhas poderiam ser confundidas com picadas de inseto e a febre, considerada apenas ocasional.
Mas os médicos constatam que, ao se manifestar no indivíduo adulto, o vírus consegue causar mais complicações. Ao comparar com a catapora na criança, observamos que nos adultos aparecem mais lesões, diz Mônica. Além das feridinhas espalhadas pelo corpo, outros sintomas que acometem os pequenos, como febre alta, fadiga, falta de apetite e dor de garganta, também dão as caras nos mais velhos. Num quadro de varicela, o organismo também se torna alvo fácil de outros microorganismos, sobretudo das bactérias. Elas podem ser responsáveis por infecções de pele, além de otites e sinusites.
As complicações mais sérias, no entanto, ocorrem quando o Varicela-zoster migra para órgãos estratégicos como os pulmões ou o cérebro. Pneumonias aparecem como decorrência da catapora por duas razões: ou o vírus venceu a resistência e invadiu o pulmão ou, como o corpo está mais suscetível, bactérias conseguem desencadear a infecção. A ameaça ao cérebro é gravíssima. Embora seja mais difícil de acontecer, o vírus pode atacar o encéfalo causando dores de cabeça, febres, vômitos e convulsões sintomas parecidos com os da meningite.
E esse perigoso ataque ao cérebro é capaz de deixar sequelas, já que as lesões causam paralisias e distúrbios motores. A lista de encrencas derivadas da doença é grande. Entre as complicações mais raras, dá para destacar hepatites, pancreatites e até infecções na retina. Nos imunodeficientes, como portadores de HIV ou pessoas com câncer, a varicela deve acionar todos os alertas.

9294 Microbiologia – Vírus = Veneno


Vírus significa veneno em latim, constituindo os menores seres vivos até então conhecidos, o da pólio por exemplo tem um diâmetro de 10 ângstrons, onde um ângstron corresponde a 1 bilionésimo de mm.
Estima-se que em uma única célula possam se instalar confortavelmente 20 mil vírus. Sua estrutura é a mais simples possível, compõe-se de ácido nucleico, envolto por uma capa protetora de proteína.
Os vírus destroem os elementos fundamentais dos seres vivos, as células. Os genes das células se reproduzem graças a mecanismos sintetizadores destas. Os vírus por sua vez, não possuem tais mecanismos e por isso, para se reproduzirem invadem as células e as forçam a trabalhar para eles.