9288 – Mega Personalidades – México de Luto com morte de uma atriz famosa


Alvarez no auge de sua beleza
Alvarez no auge de sua beleza

Karla Mercedes Álvarez Báez (Cidade do México, no México em 15 de outubro de 1972 – 15 de novembro de 2013 ) foi uma atriz mexicana. Karla Álvarez começou sua carreira como atriz aos 20 anos, co-protagonizando a bem-sucedida telenovela María Mercedes, ao lado de Thalía, em 1992.
Ela é graduada como uma bailarina profissional na “Escola Nacional de Dança Contemporânea e Clássica (INBA)” e ingressou a partir das fileiras do “Centro de Artes Educação (CEA)” da Televisa, se caracterizou pela força das suas personagens, principalmente antagônicas, que realizou juntamente ao lado das atrizes Kate del Castillo, Laura León, Elsa Aguirre, Chantal Andere e Gabriela Spanic, entre outras.
A longa lista de telenovelas e séries que tenha Karla, incluem Buscando Paraíso, Agujetas de color de rosa, Prisonera de amor, Acapulco, cuerpo y alma, Mi querida Isabel, La Mentira, Cuento de Navidad, Alma rebelde, Mujeres engañadas, La Intrusa e ¡Vivan los niños!.
Em 2002, Karla levou o terceiro crédito da peça La Casa de los Líos, tendo trabalhado nas peças La Cenicienta e Engáñame si puedes.

No entanto, em 2003, Karla participou do reality show Big Brother VIP, onde permaneceu pouco mais de 50 dias, após protagonizar um romance com o George ‘El Burro’ Van Rankin.
A morte precoce da atriz mexicana Karla Álvarez, conhecida por ter atuado em novelas como “Agujetas de color de rosa” e “Maria Mercedes”, esta última transmitida no Brasil pelo SBT, comoveu o México.
A notícia sobre o falecimento da atriz foi dada por sua irmã em um programa de televisão do país.
Momentos depois, o jornalista mexicano Gustavo Adolfo Infan confirmou a a informação por meio de sua conta no Twitter.
O serviço em espanhol da BBC, no México, Alberto Nájar, disse que, oficialmente, a Promotoria Geral do Distrito Federal (PGJDF), responsável pelas investigações, não informou a causa da morte de Karla, embora rumores indiquem que a atriz tenha sofrido uma parada cardiorrespiratória.

9287 – Mega Curiosidades – Gelatina


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Trata-se de uma substância translúcida, incolor ou amarelada, praticamente insípida e inodora, que se pode obter fervendo certos produtos animais, como ossos, pele e outras partes com tecido conectivo. É muito utilizada em alimentos, medicina e certas indústrias.
É uma proteína derivada da hidrólise parcial do colágeno, em que as ligações moleculares naturais entre fibras separadas de colageno são quebradas, permitindo o seu rearranjo. A gelatina funde com o calor e solidifica quando o calor cessa. Misturada com água a gelatina forma uma solução coloidal.
Exemplos de alimentos com gelatina são as sobremesas de gelatina, o aspic, as gomas. A gelatina pode também ser usada como estabilizante ou espessante de sorvete, geleia, iogurte, queijo, margarina, etc.
Algumas utilizações industriais da gelatina incluem:
A cobertura das cápsulas de produtos farmacêuticos;
A emulsão fotográfica (apesar de se terem tentado outros produtos sintéticos, ainda não foi encontrado um substituto com a estabilidade e baixo preço da gelatina),
No fabrico de cabeças de fósforos e de lixa;
Alguns cosméticos contêm uma variedade de gelatina que não gelifica.
Em alternativa à gelatina de origem animal, existem gelatinas vegetais, à base de polissacarídeos extraídos de algas. O ágar-ágar é a forma mais simples de venda destas gelatinas e pode ser preparado com sumos de fruta, resultando numa gelatina parecida com as de supermercado. Mas existem gelatinas de supermercado, algumas com base em ágar-ágar, outras com base em carragenina, que se preparam de forma idêntica às de origem animal, sem necessidade de adição de mais ingredientes.

9286 – Mega Memória – Cadê a minha geleia de mocotó?


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A marca Colombo pertencia a Arisco. Quem não se lembra da conhecida Geleia de Mocotó?
Com o fechamento das empresas a tradicional geleia de mocotó acabou ficando na saudade.
O Colágeno
É produzido naturalmente no nosso organismo, entretanto com o passar da idade a deficiência de colágeno começa a ser notada. Percebemos assim a diminuição da elasticidade da pele e o aumento da fragilidade de articulações e ossos.
O envelhecimento da pele é notado graças a perda de elasticidade e luminosidade, surgindo as rugas e a flacidez. Varios são os fatores que levam ao envelhecimento desse órgão. O estresse, o fumo, a radiação solar, influenciam e aceleram o envelhecimento da pele, dando-lhe um aspecto manchado, aspero e rugoso.
As principais alterações sofrida na pele são quanto ao tecido conjuntivo, que atua como alicerce estrutural para epiderme. As modificações na estrutura do colágeno ao longo da vida, levando a alterações na espessura da pele e suas propriedade viscoelásticas (firmeza). As fibras elasticas constituintes da pele se rompem ou afrouxam-se com o passar da idade, ainda há diminuição das fibras colágeno.
Para retarda os efeitos do envelhecimento alguams pessoas se utilizam da alimentação. Consomem, então, produtos que acreditam ter o poder de reestabelecer o colágeno perido com o tempo.
Alimentos que contém o colágeno podem ser hidrolisados de formar a ser precursor de novo colágeno. Entretanto, o colágeno não é uma boa fonte de proteínas, uma vez que não oferece todos os aminoácidos essenciais para uma boa nutrição de acordo com o padrão FAO.

Arisco é uma marca brasileira de produtos alimentícios, pertencente à multinacional anglo-holandesa Unilever.
Entre os anos de 1969 e 2000, a Arisco foi uma grande empresa brasileira atuante no setor de gêneros alimentícios, produtos de higiene pessoal e limpeza.
Foi fundada em 1969, com uma produção de tempero em pasta (sal temperado). Desde então, no início da década de 1970, além da pasta, a Arisco entrou em franca expansão, comprando outras empresas da área de alimentos.
Nas décadas de 1980 e 1990, a marca já em visão nacional, passou a fabricar atomatados, caldos e sopas, amido de milho, pó para refresco, achocolatado, maionese, mostarda, catchup e macarrão instantâneo. Nesta época, a linha Arisco começou a ser exportada para vários países.
Neste período, a Arisco Industrial, seu nome empresarial na época, realizou as seguintes aquisições:
• 1992 – Colombo (indústria e marca de geléias de mocotó).
 • 1993 – Rabechi & Cia (produtos de limpeza Biju).
 • 1993 – Beira Alta (marca de molhos e conservas).
 • 1994 – Kinoko (marca de conservas finas).
 • 1995 – Inbasa (marca de geléias de mocotó).
 • 1996 – Pardelli & Cia (fabricante e então detentora das marcas Assolan e Pertuto).
 • 1997 – Copisi (Argentina, possuia três fábricas de alimentos no seu país).
A Arisco, enquanto empresa (1969 – 2000), foi dona de várias marcas de bens de consumo, como Mágico (achocolatado), Frisco (refrescos em pó), Assolan (esponjas de aço e de limpeza) e Biju (Lava roupas e produtos de limpeza). Devido ao desinteresse de sua nova controladora, Unilever, pelos tais mercados, a primeira foi revendida para a Pepsico, fabricante de Toddy. A segunda, foi vendida em 2009 ao grupo potiguar Santa Clara, fabricante dos cafés Santa Clara e Três Corações. Já a terceira foi revendida para João Alves de Queiroz Filho, antigo controlador da extinta empresa Arisco, no ano de 2002, o que tornou-se o embrião da atual Hypermarcas, que foi até o final de 2011 uma das maiores concorrentes da Unilever no país, e a quarta marca foi extinta.

9285 – Quem foram os Antipapas?


Um Antipapa é uma pessoa que reclama o título de Papa, em oposição a um Papa legitimamente eleito, ou durante algum período no qual o título estava vago. Antipapa não é necessariamente sinal de doutrina contrária à fé ensinada pela Igreja. No passado, antipapas eram geralmente apoiados por uma facção significativa de cardeais e reinos.
Hipólito de Roma († 235) é geralmente considerado o primeiro antipapa, como ele protestou contra o Papa Calisto I e dirigiu um grupo distinto dentro da Igreja em Roma. Hipólito foi posteriormente reconciliado com o segundo sucessor de Calisto, o Papa Ponciano, quando ambos condenaram a ilha de Sardenha. Porém se realmente Hipólito declarou-se bispo de Roma permanece incerto, especialmente pelo fato de que esta afirmação não tem sido citada nos escritos atribuídos a ele. Hipólito foi posteriormente canonizado pela Igreja.

Igreja tem 36 antipapas reconhecidos
Além dos 264 pontífices que ocuparam o trono de Pedro ao longo de 2.000 anos de história do catolicismo, existem outros 36 antipapas “reconhecidos” pela Igreja Católica. Antipapa é aquele que, elevado ao papado de modo não-canônico, atribui a si mesmo a dignidade e a autoridade papal.
Apesar de estes personagens não terem alcançado a dignidade pontifícia, a igreja considera oportuno conservá-los na memória, porque em torno deles houve momentos e movimentos que marcaram seu caminho.
Isto aconteceu por exemplo com a eleição em 20 de setembro de 1378 do antipapa Clemente 7º, frente a Urbano 6º, que deu origem à Grande Cisão do Ocidente de 1378 a 1417.
O fenômeno dos antipapas começou a tomar corpo a partir do ano 200 e esteve muito presente até o ano 1000, diminuindo gradualmente até mediados de 1400.
Vários inclusive foram eleitos legitimamente papas e alguns se tornaram santos, como o sacerdote romano Hipólito, antipapa de 217 a 235, o primeiro da história a se tornar um legítimo chefe da Igreja Católica, assumindo o nome da Calixto por motivos doutrinais.
O último antipapa foi um expoente da Casa de Sabóia, Félix 5º, eleito no Concílio da Basiléia contra Eugênio 4º, em 24 de julho de 1440. Depois foi deposto nesse mesmo concílio. Submeteu-se ao papa Nicolau 5º, sendo nomeado cardeal.
Além da lista dos 36 antipapas “autênticos” existiram outros sete “duvidosos”, nove indevidamente chamados assim e dois que nem sequer são reconhecidos como tais.

João XXIII foi também o nome utilizado por um antipapa entre 1410 e 1415.
De acordo com a estrutura hierárquica da Igreja Católica, os homens que ocupam a posição mais elevada são conhecidos como papa ou Supremo Pontífice. Este líder do cristianismo católico é reconhecido em todo o mundo e seu posto remete a uma tradição iniciada com o apóstolo Pedro, considerado o primeiro papa da história. Entretanto, a função de papa é também um posto político dotado de muita competição para atingi-lo. Em diversos momentos da história do catolicismo, o papa eleito pelo Conclave, reunião de cardeais para eleger o novo Supremo Pontífice, não foi reconhecido por reis e grupos religiosos dentro da Igreja Católica. Como resultado da não aceitação de alguns papas eleitos pelo Conclave e refletindo a autoridade que alguns reis demonstraram, foram indicados outros papas para representa-los. Esses papas que não foram eleitos pelo Conclave, mas sim por vontade de grupos religiosos e políticos distintos, são chamados de antipapas. Eles exercem a mesma função do papa em vigência, porém representando uma oposição. Ou seja, dois papas que se declaram legítimos simultaneamente, um rejeitando a existência do outro.
Baldessare Cossa seria um exemplo de antipapa. Nascido por volta de 1370 na cidade de Nápoles, foi corsário em sua juventude e, mais tarde, tornou-se aluno na Universidade de Bolonha. Entrou para a vida religiosa após se formar e, em 1402, recebeu o título de cardeal. Seus serviços com a Igreja Católica teve início durante o papado de Gregório XII. Na ocasião, havia outro antipapa em atividade, Alexandre V. Este foi o primeiro papa cismático em Pisa e, quando faleceu, abriu-se o processo de escolha para seu sucessor. Nesta jogada entrou Baldessare Cossa, que foi eleito em Bolonha no ano de 1410. O cardeal assumiu como nome papal João XXIII. Porém, destaca-se, que este era um antipapa, representava o cisma vigente na Igreja Católica e era reconhecido apenas pela França, pela Inglaterra e parte da Itália e da Alemanha.
Muitos acreditam que a ascensão de João XXIII se deu por influência do rei Luís II, afoito por controlar o poder dos papas. De toda forma, o momento já era conturbado o suficiente para o cristianismo, que enfrentava um grave cisma que chegou a contar com a existência de três papas simultâneos, dois deles antipapas (Gregório XII, João XXIII e Bento XIII, respectivamente).
João XXIII não foi um papa legítimo, era reconhecido apenas por seus seguidores que representavam um grupo de cismáticos. O verdadeiro papa João XXIII, reconhecido pela Igreja Católica, exerceu seu papado muitos séculos depois e é reconhecido como um dos papas mais importantes da história do cristianismo. Depois de sofrer muita recriminação, o próprio antipapa João XXIII reconheceu seu erro e submeteu-se ao Concílio de Constança, o qual colocou fim a Grande Cisma do Ocidente. João XXIII foi deposto e aprisionado em 1415, recuperando a liberdade apenas em 1418, quando voltou a viver dignamente como cardeal.
Fora da prisão e novamente reconhecido por seu nome de batismo, Baldessare Cossa, faleceu em 1419 e foi sepultado com respeito em Florença.

Continue no ☻ Mega, voltaremos com a lista dos 36 antipapas

9284 – História do Papado -☻Mega lista com o nome de todos os Papas


São Pedro teria sido o 1° Papa
São Pedro teria sido o 1° Papa

Não existe uma lista oficial de papas, mas o Anuário Pontifício, publicado anualmente pelo Vaticano, contém uma lista que é geralmente considerada a mais correta. Em 2001 foi feito um estudo rigoroso pela Igreja Católica sobre a história do papado.
Também é utilizada como fonte a Lista de papas da Enciclopédia Católica.
Nunca houve um Papa João XX, nem um Papa Martinho II ou III (ainda que sejam assim designados por vezes os Papas Marinho I e II). Para a numeração dos papas com nome Estêvão, consulte Papa Estêvão.
A numeração dos papas de nome Félix foi posteriormente corrigida para omitir o Antipapa Félix II. No entanto, a maioria das listas ainda nomeiam os últimos dois papas de nome Félix como Papa Félix III e Papa Félix IV. Adicionalmente, ainda houve um Antipapa Félix V.
Os nomes mais comuns são João (último: XXIII, embora não tenha havido João XX e João XVI tenha sido um antipapa), Gregório (XVI), Bento (XVI, embora Bento X tenha sido um antipapa), Clemente (XIV), Inocêncio e Leão (XIII).
O título de papa passou a ser utilizado a partir do século III.
Os antipapas não estão incluídos.

1° – São Pedro – Pontificado – de 30 a 67 – Petrus
2° – São Lino – Pontificado – 67 a 76 – Linus
3° – Santo Anacleto – Pontificado – 76 a 88 – Anacletus
4°- São Clemente I – Pontificado – 88 a 97 – Clemens
5° – Santo Evaristo – Pontificado – 97 a 107 – Evaristus
6°- Santo Alexandre I – Pontificado – 105 a 116 -Alexander
7°- São Sisto I – Pontificado – 116 a 125 – Xystus
8°- São Telésforo – Pontificado – 125 a 138 – Telesphorus
9° – São Higino – 138 a 142 – Hyginus
10° – São Pio I – 142 a 155 – Pius
11° – Santo Aniceto – 155 a 166 – Anicetus
12°- São Sotero – 166 a 175 – Soterius
13°- Santo Eleutério – 175 a 189 – Eleutherius
14° – São Vítor I – 189 a 199 – Victor
15°- São Zeferino – 199 a 20 de Dez de 217 – Zephirinus
16° – São Calisto I – 217 a 223 – Callistus
17° – Santo Urbano – 223 a 230 – Urbanus
18º – São Ponciano – 21 de Julho de 230 a 28 de set de 235 – Pontianus
19° – Santo Antero – 10 de jan de 235 a 3 de jan de 236 – Anterus
20°- São Fabiano – 10 de jan de 236 a 20 de jan de 250 – Fabianus
21° – São Cornélio – 6 de mar de 251 a junho de 253 – Cornelius
22° – São Lúcio I – 25 de junho de 253 a 5 de março de 254 – Lucius
23° – Santo Estevão I – 12 de maio de 254 a 2 de ago de 257 – Sthephanus
24° – São Sisto II – 31 de ago 257 a 6 de ago de 258 – Xystos Secundos
25° – São Dionísio – 22 de julho de 259 – 26 de dez de 268- Dionysius
26° – São Félix I – 5 de jan de 269 a 30 de dez de 274 – Felix
27° – Santo Eutiquiano – 4 de jan de 275 a 7 de dez de 283 – Eutichianus
28° – São Caio – 17 de dez de 283 a 22 de abril de 296 – Caius
29° – São Marcelino – 30 de jun de 296 a 1° de abril de 304 – Marcellinus
30° – São Marcelo I – 27 de maio de 308 a 16 de junho de 309 – Marcellus
31° – Santo Eusébio – 18 de abr de 309 a 31 de dez de 310 – Eusebius
32° – São Melquíades – 2 de julho de 311 a 10 jan de 314 – Miltiades
33° – São Silvestre I – 31 de jan de 314 a 31 de dez de 335 – Silvester
34° – São Marcos – 18 de jan de 336 a 7 de ou de 336 – Marcus
35° – São Júlio I – 6 de fev de 337 a 12 de abr de 352 – Julius
36° – Libério – 17 de maio de 352 a 24 set de 366 – Liberius
37° – São Dâmaso I – 1 de out de 366 a 11 de dez de 384 – Damasus
38° – São Sirício – 11 dez de 384 a 26 nov de 399 – Siricius
39° – Santo Anastácio I – 26 de noc de 399 a 19 dez de 401 – Anastasius
40° – Santo Inocêncio I – 22 de dez de 401 a 12 mar de 417 – Innocentius
41° – São Zózimo – 18 de mar 417 a 26 dez de 418 – Zosimus
42°- São Bonifácio I – 29 dez de 418 a 4 de set de 422 – Bonifacius
43° – São Celestino I – 10 de set de 422 a 27 de julho de 432 – Coelestinus
44° – São Sisto III – 31 julho de 432 a ago 440 – Xystus Tercius
45° – São Leão I – 29 set 440 a 10 nov de 461 – O Grande I Leo Magnus
46° – Santo Hilário – 19 de nov de 461 a 29 fev de 468 – Hilarius
47° – São Simplício – 3 mar de 468 a 10 mar 483 – Simplicius
48° – São Félix III – 13 mar de 483 1 mar 492 – Felix Tertius
49° – São Gelásio I – 1 mar 492 a 21 nov de 496 – Gelasius
50° – Anastácio II – 24 nov de 496 a 19 nov de 498 – Anastasius Secundus
51° – São Símaco – 22 nov de 498 a 19 de julho de 514 – Summachus
52° – Santo Hormidas – 20 jul 514 a 19 jul 523 – Hormisdus
53° – São João I – 13 ago 523 a 18 maio 526 – loannes
54° – São Félix IV – 13 julho 526 a 22 set 530 – Felix Quartus
55° – Bonifácio II – 22 set 530 a 17 out 532 – Bonifacius Secundus
56° – João II – 2 jan de 533 a 8 mai 535 – Loannes Secundus
57° – Santo Agapito I – 13 maio 535 a 22 abr 536 – Agapetus
58° – São Silvério – 1 jun 536 a 11 nov 537 – Silvérius
59° – Vigílio – 29 mar 537 a 7 jun 555 – Vigilius
60º Pelágio I – 16 abr 556 a 4 mar 561 – Pelagius

A lista é longa, continuaremos com os mais de 20 séculos de Papado em um próximo capítulo.

9283 – História do Papado – O Papa Eutiquiano


Foi o 27º papa da história da Igreja Católica.
Nascido em Luni, na Itália, em 240, Eutiquiano viveu uma época em que os católicos começavam a conquistar um pouco de liberdade para seu culto e suas ações. De todo modo, ainda não gozavam de plena aceitação ou de reconhecimento oficial, o que significa dizer que os cristãos ainda sofriam perseguições impostas pelos pagãos da época. Não se conhece praticamente nada sobre a vida de Eutiquiano, além do fato de ter chegado ao principal posto da Igreja Católica em meio a situações tão conturbadas para a fé cristã. Ele se tornou papa no dia quatro de janeiro de 275 para suceder o Papa Félix I.
O Papa Eutiquiano ordenou ações que seriam muito marcantes para os cristãos da época, e, de certo modo, seriam confrontadoras da lógica estabelecida. Ele ordenou, por exemplo, que os mártires fossem cobertos pela dalmática, um manto que era parecido com o dos imperadores romanos. Uma afronta para a época. Alguns anos mais tarde, o Papa Silvestre I adotaria a mesma dalmática como traje dos clérigos encarregados de ler a epístola e o evangelho nas missas solenes. O que ajudou a solidificar a tradição que chega aos nossos dias. Os diáconos celebram todas suas missas vestindo suas dalmáticas específicas para cada situação.
Além de iniciar uma conduta que marcaria profundamente a tradição das celebrações católicas, o Papa Eutiquiano também instituiu a benção da colheita nos campos, um ritual religioso puramente simbólico. Ele proibiu ainda que se entregasse a comunhão aos enfermos. O Papa Eutiquiano queria evitar que o Santíssimo Sacramento fosse profanado e acreditava que proibir que mulheres ou leigos simplesmente portassem a comunhão a um enfermo já seria uma inibição.
Não se conhece muito da vida e dos oito anos em que o Papa Eutiquiano esteve à frente da Igreja Católica. Acredita-se que ele tenha sido martirizado porque a Igreja celebra seu suposto dia de martírio. Sabe-se, contudo, que ele morreu no dia sete de dezembro de 283 e foi o último papa a ser sepultado na cripta dos papas. Seu sucessor foi o Papa Caio.

9282 – A Ciência Política


(Será que vai sair coisa boa dessa mistura?)
Trata-se do estudo da política, das estruturas e dos processos de governo.
O estudo da política surgiu na Grécia Antiga, quando Aristóteles se dedicou a compreender e a definir as diferentes formas de governo. Desde então, a política entrou em pauta e recebeu grande atenção de governantes e das respectivas sociedades, pois a política está presente em toda relação humana. Destacá-las fez com que ganhasse especial atenção para análises. Mas, embora a atenção tenha sido reforçada sobre a política, a Ciência Política propriamente dita só se constituiu muito mais tarde. Ela reuniu filosofia moral, filosofia política, política econômica e história, por exemplo, para compor análises sobre o Estado, sobre o governo e suas funções. A Ciência Política surgiu no decorrer do século XIX, reconhecido por ser o século de surgimento das Ciências Humanas, como Sociologia, Antropologia e História. Surgiria nessa época algo diferente da Filosofia Política praticada pelos gregos antigos.
O termo Ciência Política foi cunhado por Herbert Baxter Adamn, Professor de História na Universidade Johns Hopkins (EUA), em 1880. O termo hoje se aplica à teoria e à prática da política, assim como envolve descrições e análises dos sistemas políticos e dos comportamentos políticos. Como ciência de estudo da política, dedica-se aos sistemas políticos, às organizações e aos processos políticos. Atenta-se também para o estudo das estruturas e das mudanças nas estruturas, assim como análises de governo. Entre os focos de atenção dos cientistas políticos podem estar empresas, sindicatos, igrejas e vários outros tipos de organização dotados de estruturas e processos que se aproximem de um governo.
A Ciência Política abrange campos como a teoria e a filosofia políticas, os sistemas políticos, as ideologias, a economia política, a geopolítica, a geografia política, as políticas públicas, as relações internacionais, a administração pública e outros. Em sua prática há o emprego de diversos tipos de metodologia como o estruturalismo, o behaviorismo, o racionalismo, o realismo, o pluralismo e o institucionalismo. Assim, os métodos e as técnicas podem envolver fontes primárias e secundárias. Há, contudo, uma discussão interna na Ciência Política sobre seu objeto de estudo, pois alguns acreditam que o foco central é o Estado e outros acreditam que o poder. A maioria dos cientistas políticos defende o segundo, pois é mais abrangente que o primeiro.
Embora a Ciência Política tenha raízes muito antigas e tenha se consolidado há muito tempo na Europa e nos Estados Unidos, constituindo departamentos próprios de estudos nas universidades, no Brasil ela é relativamente recente ainda. Fruto de um processo que começou a se desenvolver em meados da década de 1960.

9281 – Medicina – O Esporo do Tétano


O esporo aparece com frequência no solo, no esterco e geralmente se introduz no organismo através de um ferimento. Há casos provocados por cárie dentária palitada pelo paciente com farpas de madeira, grampos ou objetos estranhos. As vítimas podem ser tratadas administrando penicilina, que mata os micróbios do tétano no tecido e apesar da vacinação, milhares de pessoas ainda morrem de tétano no Brasil.

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O Clostridium tetani, bacilo gram-positivo esporulado, anaeróbico, morfologicamente
semelhante a um alfinete de cabeça, com 4 a 10μ de comprimento. Produz esporos que lhe
permitem sobreviver no meio ambiente por vários anos.
É encontrado na natureza na pele e no trato intestinal de animais como o cavalo, sem causar doença, e no reino vegetal, em águas putrefatas e instrumentos perfurocortantes enferrujados, poeira das ruas e etc.
O período para o esporo germinar e elaborar toxinas, conhecido como período de incubação é de 21 dias.
A doença gera espasmos em músculos voluntários e produz rigidez muscular. O pescoço é geralmente o local mais agredido. Os músculos do sistema respiratório também ficam vulneráveis a esta agressão e pode até mesmo ocorrer, por exemplo, morte por asfixia.
A bactéria pode provocar rigidez muscular em todo o corpo. A região do pescoço costuma ser, entretanto, a mais agredida. Espasmos nos músculos da face são frequentes e facilmente notados. Diante de quaisquer sintomas deve-se logo procurar por um médico para o diagnóstico e o início de um tratamento adequado. Na grande maioria dos casos, quanto antes for realizado o diagnóstico mais eficiente será o tratamento.

9280 – Geologia – Escarpas não são Serras


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Uma escarpa, em geomorfologia, é uma forma de relevo que é uma área de transição entre diferentes províncias fisiogeográficas que envolve uma elevação aguda (superior a 49º), caracterizada pela formação de um penhasco ou uma encosta íngreme. O termo vem do chines scarpa. A superfície desta encosta íngreme é chamada de rosto da escarpa.
As escarpas geralmente são formadas pela erosão diferencial de rochas cristalinas ou pelo movimento vertical da crosta terrestre ao longo de uma falha geológica. Em outras palavras rampasacliveis que surgem nas bordas de planaltos.
A Serra do Mar, em São Paulo, é na realidade, um conjunto de escarpas.

9279 – Ciências Biológicas – O Vapor D’água


Em seu ciclo biogeoquímico, a água (H2O) passa pelos três estados da matéria: sólido, líquido e gasoso. Ao atingir o estado gasoso, essa substância forma o vapor d’água, um dos principais componentes do ar atmosférico, invisível, de forma e volume variáveis.
A água líquida passa para o estado de vapor através de dois processos diferentes: evaporação e ebulição. A primeira consiste numa vaporização lenta, sem agitação do líquido nem surgimentos de bolhas, ocorrendo na superfície do líquido. Já a ebulição, ao contrário, se trata de uma vaporização rápida, com agitação do líquido e surgimento de bolhas. Para iniciar o processo de ebulição, a água deve ser submetida a uma temperatura de 100 °C. Tais mudanças de estado ocorrem porque, ao fornecer energia térmica, aumentam-se o grau de agitação das partículas e a pressão interna, tornando as ligações mais instáveis entras as moléculas de água.
O vapor d’água é fundamental à manutenção das mais diversas formas de vida da Terra. Em primeiro lugar, a substância atua diretamente na regulação da temperatura da atmosfera do planeta, atenuando a incidência de raios infravermelhos na superfície. Além disso, o vapor d’água também é responsável pela precipitação das chuvas: a água dos rios, lagos, geleiras e oceanos evapora através da ação do sol, condensa-se (passa do estado gasoso para o líquido) nas camadas mais altas da atmosfera e dá origem às nuvens, que depois se precipitam em forma de chuva.
A quantidade de vapor d’água presente no ar atmosférico influi diretamente nas condições de saúde humana. A umidade relativa do ar, fator que varia conforme a presença de vapor d’água na atmosfera, atua diretamente na hidratação do aparelho respiratório e dos olhos, logo, baixos valores dessa substância pode causar alergias, ressecamento da pele e mucosas, epistaxe (sangramentos pelo nariz), crises de bronquite, asma, entre outras complicações.
Em contrapartida, quantidades muito elevadas de vapor d’água no ar podem causar mal estar em seres humanos. Isso ocorre porque, o organismo, para regular a sua temperatura, realiza a transpiração, que é um processo de perda de água para a atmosfera. Em dias de altos valores de vapor d’água na atmosfera, o suor produzido pela transpiração não evapora (pois o ar já está saturado), não havendo perda de calor para o ambiente.
Industrialmente, o vapor d’água é muito utilizado como meio de geração de energia. Isso porque, além de ser uma substância abundante e de baixo custo, a água em forma de vapor apresenta um elevado valor de energia por unidade de massa. Estão entre as principais aplicações do vapor d’água: reatores químicos, ferros de passar roupa, trocadores de calor, saunas, secadores industriais, etc.
Atividades que fazem uso de vapor d’água devem ser desenvolvidas com muito cuidado devido à alta suscetibilidade a queimaduras. Isso se deve ao elevado calor latente de vaporização da água, ou seja, a quantidade de calor que uma unidade de massa dessa substância necessita para passar do estado líquido para o estado gasoso. Daí o fato de queimaduras com vapor d’água serem mais danosas do que com a água líquida quente.

9278 – Madrugada com chuva… de meteoros


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As madrugadas do domingo e segunda-feira, dias 17 e 18 de novembro, nos reservam a chuva periódica de meteoros conhecida como Leônidas (Leonids) que terá sua radiante na constelação de Leão. Seu auge está previsto para 3h30 da madrugada do dia 17. Esta chuva é conhecida pelo seu belo espetáculo, contudo, este ano, ela terá uma rival que poderá ofuscar o seu brilho: a Lua. Nosso satélite, que está na sua fase cheia, contará com 99,6% do seu brilho neste dia. Contudo, pelo histórico dos anos anteriores, a Leônidas poderá surpreender, já que a taxa de “estrelas cadentes” apresenta, às vezes, uma imprevisível variação. Para o pico da chuva estão previstos, aproximadamente, 15 meteoros por hora, mas algumas estimativas apontam que esta taxa poderá ser de mais de 100 a cada hora. Estes meteoros são muito rápidos, com velocidades em torno de 71 km/s, e estão associados ao cometa 55P/Tempel-Tuttle. Em seu histórico, há a incrível taxa de 1000 a 2000 meteoros por hora, como foi relatado em alguns lugares da Terra, em 1998. Como escrito anteriormente, a imprevisibilidade e variação são grandes, pois, entre 2003 e 2005, a taxa horária ficou entre 20 a 40 meteoros. Contudo, só prestando bastante atenção no céu, em um lugar longe das luzes da cidade, para saber o que esta chuva nos reserva. Para encontrar a constelação do Leão, tente localizar a brilhante estrela Regulus, de cor azulada. Na alta madrugada, essa constelação pode ser observada surgindo no horizonte leste. Ela também estará próxima ao planeta Marte.