9256 – História – A Religião na Alemanha Nazista


Em 1933, Adolf Hitler chegou ao poder na Alemanha. Junto com ele, chegava também uma ideologia totalitarista que instalaria no país um regime autoritário e doutrinador, o Nazismo. Foram criados diversos órgãos para disseminar a nova ideologia e garantir o seu funcionamento. No centro de sua argumentação, estava a ideia de purificar a Alemanha, limpando-a de raças julgadas inferiores, com especial aversão aos judeus.
A Alemanha era formada principalmente por católicos e protestantes na década de 1930. Adolf Hitler e Joseph Goebbels, um dos principais responsáveis pelo extermínio de judeus, eram católicos, porém já haviam abandonado suas congregações antes da ascensão ao poder em 1933. Eles não haviam negado a Igreja e nem deixaram de cumprir suas obrigações como fieis, mas passaram a conceder especial atenção ao projeto Nazista. É difícil definir a posição que as igrejas protestantes assumiram em relação ao Nazismo porque elas são muito mais livres em relação à Igreja Católica. Cada congregação tem liberdade para escolher suas posições. Sabe-se, contudo, que grande parte das congregações era contrária ao Nazismo. De modo que sempre havia tensão para com alguns grupos.
A relação com a Igreja Católica, na verdade, não era muito diferente. Ela variava entre tolerância e agressão, apesar das origens católicas de Hitler e Goebbels. Grande parte dos nazistas tinha aversão ao clero em suas vidas pública e privada e a situação ficava ainda mais intensa pelo próprio fato da simbologia Nazista fazer tanta referência ao paganismo. Por fim, tanto Hitler como Mussolini eram contrários ao clero, todavia sabiam que um choque afetaria seus planos ideológicos, retardando-os. A Igreja Católica, por sua vez, era declaradamente contrária a ideologia nazista antes desta chegar ao poder. Mas, a partir de 1933, a associação deixou de ser proibida e buscaram-se meios para trabalhar em parceria. Em 1937, o Papa Pio IX condenou a ideologia nazista e o totalitarismo, dando início a uma caçada aos dissidentes políticos na Alemanha. Padres foram perseguidos, presos e enviados a campos de concentração. Com medo, muitos religiosos encorajaram orações em defesa de Hitler e evitaram falar sobre antissemitismo. Em 1941, a Alemanha Nazista decretou a dissolução de todos os monastérios e abadias em seu território, abrindo espaço para a ocupação da SS, organização militar de elite dos nazistas comandada por Himmler. Mas Hitler abafou a operação com receio de que os católicos alemães pudessem protestar contra as medidas e criar problemas paralelos em tempos de guerra.
Em suma, a Alemanha Nazista expandia sua ideologia totalitarista e, como tal, pretendia superar e controlar questões religiosas. Católicos e protestantes tiveram relacionamento tenso com os nazistas, mas, devido ao fato de a grande maioria da população ser adepta dessas duas vertentes religiosas, o embate direto não foi tão explícito, embora Hitler não simpatizasse com nenhuma das duas. Entretanto, um grupo religioso em específico, além dos judeus, estava entre os principais perseguidos pelo governo nazista, as Testemunhas de Jeová. Seus adeptos somavam cerca de 25 mil fieis na Alemanha. Quando presos, recebiam um triangulo roxo para identificação. Eles receberam o desgosto dos nazistas pela recusa de servir ao exército alemão e ao governo. Mas eram dos poucos prisioneiros que podiam deixar os campos de concentração com vida. Bastava assinar um documento renunciando a sua religião que eles estavam aptos a voltar a ser cidadãos alemães. Só que, para os seguidores dessa religião, a fé vinha em primeiro lugar, o que causou ódio aos nazistas e a morte de milhares de fieis.

9255 – Matemática e Ciência – A Física Computacional


O desenvolvimento da ciência permite a criação de tecnologias cada vez mais avançadas. No último século assistimos o surgimento da tecnologia eletrônica e digital que continua evoluindo a passos largos em nosso século. A Ciência influencia o surgimento de novas tecnologias que dão novas ferramentas para o avanço do conhecimento científico, fechando um ciclo virtuoso de criatividade e progresso.
Para os Físicos, as leis que regem o Universo podem ser descritas matematicamente. Sendo assim os primeiros pensadores que desenvolveram a Ciência como conhecemos hoje utilizam a matemática para descrever a realidade. No entanto Kurt Gödel constatou que não seria possível descrever toda a realidade matematicamente, uma vez que qualquer sistema lógico não pode ser simultaneamente completo e consistente.
Em 1945 os Estados Unidos iniciaram o uso do primeiro computador eletrônico. Alguns anos mais tarde, este tipo de máquina permitiria a realização de muitos cálculos por segundo, algo impensável para um ser humano. Desse modo, mesmo que a teoria matemática não pudesse descrever toda a realidade, seria possível aprofundar o conhecimento sobre alguns setores desta realidade. Atualmente alguns supercomputadores instalados em centros de pesquisa são capazes de realizar dezenas de petaflops, ou seja, quadrilhões de operações por segundo. Com tal velocidade é possível simular fenômenos subatômicos, meteorológicos e até galáticos. Para desenvolver este tipo de simulação são necessários conhecimentos de Física e de Computação, formando uma nova disciplina interdisciplinar conhecida como Física Computacional. Algumas universidades brasileiras chegam a oferecer o bacharelado em Física Computacional. Uma delas é a Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Segundo o site da instituição, “o curso tem ênfase na modelagem de problemas físicos para que possam ser resolvidos com o auxílio de computação”.
Certos problemas não podem ser solucionados através da aplicação direta da teorias. Um exemplo bem simples é a descoberta de números primos. Não existe uma teoria matemática para listar todos os números primos ou prever se um número grande será primo ou não. Porém, com o auxílio de computadores é possível realizar longas contagens e testar se um número é primo. É impossível prever com grande antecedência a ocorrência de fenômenos meteorológicos, por exemplo. Porém, a partir de dados obtidos de instrumentos no mundo inteiro, supercomputadores são capazes de simular ocorrências atmosféricas com antecedência e precisão cada vez maiores. Para isso, é necessário desenvolver modelos computacionais a partir do conhecimento teórico disponível. Esses modelos são executados em computadores como o Tupã, capaz de realizar 258 teraflops, equivalente a 258 trilhões de cálculos de ponto-flutuante por segundo. Tupã é o computador mais rápido do hemisfério sul e está instalado no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o INPE, em São Paulo.
A aplicação de computadores para aumentar o conhecimento sobre a natureza permite a ciência explorar fenômenos extremos, como as colisões de partículas subatômicas. Este conhecimento influencia diretamente o desenvolvimento de novas tecnologias que inspirarão os supercomputadores em um futuro próximo. Os modelos desenvolvidos a partir da física computacional vêm sendo empregadas nos campos da biologia, química, engenharia, medicina, novos materiais, dispositivos eletrônicos, nanotecnologia e até mesmo no estudo de mercados financeiros. Princípios e métodos originais da física são usados para gerar avanços em computação, com novos algoritmos e aplicações em computação quântica.

9254 – História – A Idade do Ferro


As sociedades pré-históricas, ou seja, aquelas anteriores ao surgimento da escrita, são classificadas de acordo um Sistema de Três Idades. A primeira delas é conhecida Idade da Pedra, na qual os humanos começaram a fazer uso de pequenas ferramentas feitas de pedra que foram fundamentais para o desenvolvimento da caça e da agricultura. A segunda etapa é a Idade do Bronze, marcada pelo manuseio e pelo desenvolvimento de ligas metálicas resultantes da mistura do cobre com estanho. E, por fim, houve o desenvolvimento da metalurgia do ferro na chamada Idade do Ferro.
Esse período tem início, duração e contexto variados no mundo, mas o primeiro surgimento de sociedades com esse tipo de técnica ocorreu no século XII a.C. no Oriente Próximo, na Índia Antiga e nas civilizações védicas e grega. Objetos feitos de ferro fundido começaram a aparecer ainda na Idade do Bronze, no entanto a produção sistemática e o uso de utensílios feitos de ferro começaram marcadamente na Anatólia, por volta de 2000 a.C.. Ainda assim, o bronze permaneceu presente e mais evidente nas sociedades durante muito tempo. Acredita-se que a escassez deste material tenha levado à procura de novos metais, concedendo ao ferro a preferência na produção de armas e ferramentas. Como o ferro é mais resistente e leve que o cobre, permitia grandes vantagens tecnológicas para as civilizações que o adotavam. Como já citado, contudo, o ferro não foi uma descoberta única no mundo, foi absorvido por diversas civilizações em momentos diferentes da história.
Um dos primeiros artefatos de ferro que se tem conhecimento é datado de 2500 a.C. e foi encontrado em uma tumba na Anatólia. As armas de ferro se difundiram rapidamente e ganharam o lugar do bronze no Oriente. A utilização do ferro naquela região foi importada através da emigração de tribos indo-europeias que chegaram à Europa Ocidental. Ao chegar no continente europeu, o manuseio do ferro ocorreu em diferentes momentos da história desse continente. Costuma-se, todavia, dividir a Idade do Ferro na Europa em dois períodos. O primeiro, chamado de Cultura de Hallstatt, foi a cultura predominante na região central durante a Idade do Bronze e que deu origem à Idade do Ferro. O segundo período, conhecido como Cultura de la Tène, foi nomeado e é caracterizado pelos artefatos variados feitos de ferro encontrados no norte da atual Suíça.

9253 – Mega Notícias – Planta que brilha no escuro gera polêmica


Você gostaria de ter uma planta que brilha no escuro? Mais de 8 mil pessoas disseram que sim – e doaram dinheiro para o Glowing Plant Project, um projeto que quer criar e vender uma planta capaz de emitir luz. Uma versão modificada da Arabidopsis thaliana, que receberá genes de alguma criatura produtora de luz, como uma libélula. Isso é considerado tecnicamente plausível. Mas a possibilidade gerou protestos de cientistas. Há receio de que a planta possa se multiplicar de forma descontrolada, interferir com outras espécies e causar problemas ecológicos.

9252 – Mega Curtíssima – Prender adolescentes não reduz crime


Uma análise feita nos EUA com 35 mil adolescentes infratores constatou que a prisão reduz a chance de que um jovem conclua os estudos – e aumenta em 41% a probabilidade de que venha a cometer crimes quando adulto. Quando a prisão é substituída por outro tipo de pena, o risco de reincidência cai pela metade.

9251 – Geografia e Geopolítica – EUA são país que mais compra terra dos outros


QUEM MAIS COMPRA (País – Quantidade de terra)
1º – EUA (8.016.874 hectares)
2º – Malásia (3.319.339 hectares)
3º – Emirados Árabes (2.848.731 hectares)
4º – Reino Unido (2.102.333 hectares)
5º – Índia (1.828.779 hectares)

QUEM MAIS VENDE (País – Quantidade de terra)
1º – Sudão do Sul (4.091.313 hectares)
2º – Papua Nova Guiné (3.906.132 hectares)
3º – Indonésia (2.928.281 hectares)
4º – Congo (2.666.397 hectares)
5º – Sudão (2.018.627 hectares)

9250 – Mega Projeções – E se o cão não fosse o melhor amigo do homem?


cão enfermeiro

É provável que os gatos fossem os bichos mais populares entre os humanos. Mas eles não substituiriam cachorros, pois não preenchem as mesmas funções sociais dos cães. Gatos respondem com mais dificuldade a gestos de comunicação, não percebem alterações de humor e, como todo dono de gato sabe, não são facilmente adestráveis. Enquanto isso, os cães viveriam a vida louca da selva. Na verdade, eles seriam lobos, já que os cachorros como conhecemos, dos vira-latas aos pugs sem focinho, só foram possíveis graças ao convívio com o homem.
Tudo começou 15 mil anos atrás, quando descobrimos que poderíamos plantar alimentos em vez de vagar pelo mundo em busca de comida. Lobos viram nos nossos dejetos uma oportunidade, mas se assustavam com a presença humana e fugiam. Os que tinham mais fome e menos medo ficavam – e acabaram desenvolvendo estratégias para ganhar comida desse macaco pelado. Além de ficarem mais fofos e dóceis, passaram a digerir amido, o que não acontecia entre lobos, segundo um estudo da Universidade de Uppsala, na Suécia. E nós também vimos vantagem nesses animais: poderiam ser bons caçadores, condutores de rebanho, companhias fiéis.
Sem essa amizade, a história da civilização poderia ser um pouco diferente. A saída do homem da Terra poderia ter atrasado caso a cadela Laika não estivesse disponível para ser o primeiro ser terráqueo a orbitar o planeta – a simpática cadelinha morreu torrada sete horas depois do lançamento, um sacrifício difícil de pedir a um humano. Cachorros eram os melhores passageiros porque possuem inteligência e disciplina para aguentar o confinamento. Sem eles, os estudos de como seres vivos se comportam no espaço estariam comprometidos. Assim como o cinema. Um pastor alemão salvou um dos maiores estúdios da história da bancarrota. Sem os 26 filmes de sucesso de Rin Tin Tin, a Warner Bros não seria mais do que o sonho de quatro irmãos poloneses querendo dar certo na vida.
Ainda mais importante, nosso conhecimento sobre política, filosofia, arte, literatura, astronomia e física seria muito diferente caso o valente cão Péritas não tivesse salvo Alexandre, o Grande, de ser esmagado por um elefante. No episódio histórico, o cachorro investiu contra o paquiderme durante um ataque na decisiva Batalha de Gaugamela, que deu a Alexandre o título de imperador persa. Assim, Alexandre tornou possível o contato da cultura grega com a romana, criando a cultura helenística, base para grande parte do conhecimento ocidental.

9249 – Dinheiro compra felicidade?


Não compra, mas ajuda! É por isso que muita gente vive angustiada pensando em quando terá dinheiro suficiente para não precisar se preocupar com ele. Afinal, não só de pão vive o homem. Quem não precisa de bem-estar, conforto e até uma graninha extra para gastar com bobeiras? “São elementos que, quando incertos, nos colocam em situação de estresse. Quando já temos tudo isso garantido, somos mais livres para fazer só aquilo que queremos.” Imagine poder viajar para qualquer lugar do mundo sem ter que ficar meses economizando e pesquisando pacotes promocionais.
Por outro lado, ter a carteira recheada não garante uma amizade verdadeira e o amor, que são elementos essenciais para o ser humano se sentir completo. E estar feliz traz muitas coisas boas e, segundo pesquisas, atrai até dinheiro. “A pessoa que se sente feliz é mais otimista, ou seja, capaz de olhar os problemas e pensar numa maneira de solucionar. Dessa forma, ela acredita mais e consegue arriscar mais, facilitando a prosperidade”. Já as pessoas que sofrem de miséria material, que afeta os princípios básicos de felicidade, como ter onde morar ou comer, estão longe do tão sonhado final feliz.
Um dos sinais de que dinheiro não tem tanto a ver com felicidade é o índice de suicídios por países. O suicídio está mais ligado aos sentimentos depressivos de solidão das pessoas. Entre os países com alto índice de suicídio estão os Estados Unidos e a França, com cerca de 460 a 500 pessoas para cada 100 mil habitantes, enquanto no Brasil e no México (relativamente mais pobres) este número fica entre 80 a 160.

9248 – Mega Personalidades – Christina Onassis, muito dinheiro e pouca felicidade


christinha

Christina Onassis (em grego Χριστίνα Ωνάση; Nova Iorque, 11 de dezembro de 1950 — Buenos Aires, 19 de novembro de 1988) foi a filha e herdeira do bilionário Aristóteles Onassis e de sua primeira esposa, Athina Livanos.
Ela tinha um irmão, Alexander Onassis (1948–1973), que morreu num acidente aéreo. No começo dos anos 80, ela se juntou à Fundação Alexander Onassis como presidente do grupo de caridade formado em memória de seu falecido irmão.
Christina era, na infância, uma criança desajeitada. Aos dezessete anos, Christina fez uma cirurgia plástica para encolher seu nariz e para remover os anéis negros abaixo de seus olhos.
Aos dois anos, em Hamburgo, Christina, nos braços do pai, quebrou a garrafa de champanhe que batizou o maior barco cargueiro de todos os tempos, o “Tina Onassis”. E aos cinco, assistiu ao casamento da atriz Grace Kelly com o príncipe Rainier III de Mônaco.
Quando seu pai se casou com Jacqueline Kennedy, viúva do Presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, Onassis evitava ficar perto de sua madrasta e passava a maior parte do tempo viajando e fazendo compras. Então ela se mudou para Londres e frequentou Queen’s College, onde estudou moda. Ela terminaria sua educação poucos meses mais tarde, aos dezenove anos.
Christina teve quatro casamentos, e todos terminaram em divórcio. Os primeiros três maridos foram: Joseph Bolker, Alexandros Andreadis e Sergei Kauzov. Joseph Bolker era um corretor de imóveis, vinte e sete anos mais velho do que ela. O primeiro casamento, ocorrido em 27 de julho de 1971, só durou nove meses. Para melhorar sua identidade e conquistar aprovação da mídia, Christina trabalhou na sede de seu pai em Mônaco; primeiro como secretária e depois como uma empresária, pois revelou ser inteligente e competente no mundo dos negócios.
Em 22 de julho de 1975, Christina casou-se com Alexandros Andreadis. Eles se divorciaram em 1977. No dia 1° de agosto de 1978, em Moscou, ela desposou o russo Sergei Kauzov, mas o terceiro relacionamento também durou pouco.
Foi com seu quarto e último marido, Thierry Roussel, que ela teve sua única filha, Athina Roussel, nomeada a partir de sua mãe. Christina submeteu-se a um tratamento contra infertilidade para engravidar. Quando ela descobriu que Thierry estava tendo um caso com a modelo sueca Marianne “Gaby” Landhage, que tinha acabado de dar à luz um menino, ela não pediu o divórcio imediatamente. Aos invés disso, ela oferecia dinheiro para que Roussel não a abandonasse. Naquele tempo, Athina Roussel tinha apenas seis meses de vida. Dois anos depois, nasceu a filha de Gaby e Thierry, Sandrine. Embora o divórcio tivesse ocorrido em 1987, Christina insistia em pagar cem mil dólares para ter relações sexuais com Thierry.
Outros motivos para o divórcio, mas não tão significativos, foram as constantes discussões sobre o que seria melhor para Athina; Christina achava que fornecer uma atmosfera estável a sua filha comprando presentes, brinquedos e roupas era a maneira correta. Uma vez ela disse:”Eu moverei o céu e a Terra para parar minha infelicidade continuando com Athina”. Divorciada, ela passava o tempo morando entre Paris e Sankt-Moritz.
Nos anos 70, Christina Onassis perdeu toda sua família. A saúde de seu pai começou a deteriorar após a morte de Alexandros (ou Alexander) em 1973, e sua mãe cometeu suicídio em 1974 – algo que ela própria faria catorze anos mais tarde. Aristóteles morreu em março de 1975. Naquele tempo, Christina praticamente afundou na depressão e começou a usar uma variedade de drogas, entre anfetaminas e barbitúricos. Ela também começou a beber muito.
Christina morreu de edema pulmonar, aos trinta e sete anos. Seu corpo foi encontrado na banheira do quarto de hotel em que estava, em Buenos Aires, na Argentina. Especialistas dizem que sua prematura morte foi causada por constante uso de drogas e por dramáticas mudanças de peso. Seu corpo está enterrado no cemitério da ilha de Skorpios. O cantor espanhol Joaquín Sabina dedicou a Onassis a canção Pobre Cristina, incluída em seu disco Mentiras Piadosas (1990).
Em abril de 2008, foi anunciado que parte da coleção de jóias deixadas por Christina à sua filha Athina iria a leilão em 11 de junho, na Christie’s. São aproximadamente quarenta jóias, entre anéis, brincos e colares de diamante, cujo mercado tem estado mais forte nos últimos anos. Um diamente em forma de pêra de 38 quilates que pertenceu à Christina está avaliado em 2,2 milhões de libras esterlinas.

9247 – Curas Milagrosas – A Religião Desafia a Ciência?


Em maio de 1990, uma garotinha de 4 anos chegou no hospital entre a vida e a morte. Internada em coma, o diagnóstico foi desanimador: insuficiência hepática grave, insuficiência renal aguda, intoxicação, broncopneumonia, além de parada cardio respiratória; segundo os médicos, só restava rezar pela meninia, e foi o que os familiares fizeram.
Menos de um mês depois ela saía do hospital curada e sem nenhuma sequela. Ninguém conseguiu explicar o que aconteceu. Mas, para o Mosteiro da Luz em SP, trata-se de um milagre, inclusive reconhecido pelo Vaticano. Mas há outros casos em diversas outras religiões. Em comum, os doentes enxergam na fé uma salvação concreta para o seu mal. A doença pode fazer a pesso levantar questões como qual o sentido e o por que do sofrimento e dor.
Relatos de curas atribuídas a fé intrigam o ser humano há séculos. Escritos de 3000 aC já apontavam no Egito e Mesopotâmia os responsáveis pelo tratamento como sacerdotes. Segundo o Novo Testamento, Cristo não só curava os enfermos como também orientava os apóstolos a fazer o mesmo.
Para a maioria das religiões não é só o corpo que adoece mas sim o espírito. Portanto, nada adianta cuidar de um se o outro vai mal. A doença seria o reflexo do mundo interior do ser humano. Mas nem todos que buscam a salvação divina conseguem ser curados. Jesus perguntava sempre “Você quer ser curado”?
Do Budismo ao Neopentecostalismo, todos acreditam nas curas milagrosas.

O que diz a Medicina:
A cura pela fé é controversa, uma vez que não há estudos científicos conclusivos à respeito. A maioria dos médicos admitem, porém, que crer é um fator fundamental no tratamento e aqueles que cultivam a religiosidade têm mais força para enfrentar a doença e por isso, ficam bons mais rápido.