9098 – Dopping – Cuidado com o “dequinha”!


DecaDurabolin

Este esteroide, também encontrado no Brasil, originalmente foi desenvolvido pela Organon na década de 60, mas atualmente diversos outros laboratórios produzem este esteroide, como o Extraboline da Grécia e o Dynabolon da Itália que é uma variação do decanoato de nandrolone sendo mais androgênico do que a Deca original. A Deca em sua forma original é moderadamente androgênico com boas propriedades anabólica, sendo utilizado para ganho de massa muscular e pré-competição, porém, alguns atletas tendem a reter muito líquido com esta droga. A Deca é muito usada como uma droga de base para todo ciclo de esteroide (desde que fora de temporada) por evitar inflamações e dores articulares que podem ocorrer devido a realização de treinamento pesado. A diferença da Deca produzida no Brasil é que esta vem com a concentração de 25mg/ml ou 50mg/ml, enquanto no exterior existe concentração de 100mg/ml.

Apresentação: Ampolas de 25 ou 50mg/ml. É produzido no Brasil pela ORGANON.
A nandrolona, também comercializada com o nome Deca, é um anabolizante derivado da testosterona, hormona produzida pelos testículos que é a responsável pela voz grave do homem, desenho facial, tendências mais agressivas, ereção do órgão sexual, entre outras. A nandrolona é comercializada na forma de éster do ácido decanoico.

Efeitos Colaterais
Um dos mais comuns é a retenção de líquidos vindo a causar a hipertensão; o mau funcionamento do fígado; perda de peso; aumento da próstata; marcas irreversíveis na pele como acne; calvície prematura e o crescimento das glândulas mamarias.
O atrofio dos testículos pode ser o efeito mais grave para os homens. Com o consumo da nandrolona o organismo do homem pode perder sua função mais importante que é a produção da testosterona, ele deixa de produzir espermatozoides chegando até a esterilidade, mas para isto poderá ser feita uma aplicação de hormônio.
Nas mulheres, registra-se um aumento de características masculinas, aumento de pelos e problemas de ovulação(Atraso na Menstruação) porém o principal problema se dá na voz,laboratórios clandestinos de fabricação de Deca principalmente paraguaios (LanderLan,Miuti..) usam alta concentração de Nandrolona aprox.70% provocando assim inchaço muscular e sérios problemas androgênicos.

Uso no atletismo
Em alguns indivíduos a massa muscular pode aumentar até 16% a 20%, o peso mais ou menos entre cinco e nove kg e sua resistência física. No caso dos atletas ela melhora a contração muscular e quanto maior a energia acumulada, melhor será o desempenho nos exercícios físicos e se tornará mais fácil a recuperação física. Nos últimos anos o consumo deste produto por atletas tem crescido assustadoramente, com o desenvolvimento de substâncias equivalentes à nandrolona, que apenas são detectáveis até dois dias depois de consumidas.
Geralmente mais utilizadas no atletismo, natação, basquetebol e levantamento de peso. No MMA, o caso mais famoso foi o do ex-campeão Royce Gracie.

A nandrolona é encontrada no organismo através de exame de urina, mas será detectada somente se fizer o teste pouco tempo depois de ser ingerida, caso contrário não.

9097 – Por que os planetas têm forma esférica?


Os planetas e, em geral, os demais corpos celestes são quase esféricos devido à gravidades, que se distribui igualmente em todas as direções, como Isaac Newton (1643-1727) explicou na sua Teoria da Gravitação Universal. Ao se esfregar massa de modelar entre as mãos, por exemplo, a massa toma naturalmente uma forma arredondada, porque está sob a ação de forças praticamente iguais e uniformes em todas as direções. No caso dos planetas, essa tendência teria sido acentuada pela rotação causada por forças liberadas no Big Bang, a grande explosão que teria dado origem ao Universo.

9096 – Atletismo – Oxigênio não ganha jogo


É cada vez mais freqüente nos Estados Unidos um atleta receber oxigênio puro nos intervalos das competições, na esperança de recuperar-se rapidamente da fadiga. Pura perda de tempo descobriram os médicos. Eles pediram aos integrantes de um time de futebol que se exercitassem até a exaustão. Depois, metade do time recebeu oxigênio puro durante quatro minutos, enquanto a outra metade aspirou pela mascara o próprio ar ambiente. Analisando em uns e outros a freqüência cardíaca e as taxas sanguíneas de ácido lático – o sinal químico dos músculos cansados -, os pesquisadores verificaram que não havia nenhuma diferença.
“A capacidade de absorver o gás limita no organismo, daí não adianta receber doses extras”, explica um fisiologista do Comitê Olímpico Internacional. Segundo ele, os americanos reeditaram um modismo dos anos 50, quando os vestiários de estádios como o Maracanã foram equipados com balões de oxigênio puro. Mais tarde, foram desativados ao se perceber que os jogadores se recuperavam da mesma maneira simplesmente caminhando em volta do campo.

9095 – Bioquímica – Anticongelante Natural


Mesmo quando nadam nas águas glaciais dos mares antárticos, os peixes não se congelam. Isso porque então protegidos por um anticongelante natural formado por compostos de proteína e açúcar: quando a temperatura cai abaixo de zero, esses compostos se prendem aos cristais de gelo que se formam nos fluidos do organismo, como o sangue, e retardam a sua solidificação. Essa descoberta de uma equipe de pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, já despertou o interesse, quem diria, de fabricantes de sorvete.
Explica-se: eles gostariam de impedir a formação de cristais em sorvetes recongelados depois de derretidos. Mas a principal aplicação da descoberta pode estar na área de transplantes. Normalmente, as temperaturas baixas que mantém os órgãos a serem implantados também provocam a deterioração do fluido intercelular. Se o mecanismo dos peixes puder ser utilizado para guardar órgãos humanos descongelados, mas ainda submetidos a baixas temperaturas, eles poderão ser conservados por muito tempo.

9094 – Odontologia – Placa bacteriana cresce no Espaço


Como os especialistas da NASA bem sabem, longas temporadas no espaço podem trazer conseqüências desagradáveis à saúde dos astronautas. São conhecidos os relatos de americanos e soviéticos que mencionam enjôos, vertigens, atrofia muscular e até irregularidades cardíacas. Como se isso não bastasse, o odontólogo americano John Suzuki, da Universidade de Maryland, constatou que os astronautas sofrem mais do que na Terra de doenças periodontais causadas pela placa bacteriana formada entre a gengiva e os dentes. Suzuki, que participou do XIII Congresso Internacional de Odontologia do Rio de Janeiro, explicou o problema pela ausência de gravidade, “que diminui a circulação sanguínea e conseqüentemente a capacidade imunológica, deixando o organismo assim mais exposto a doenças causadas por bactérias”.

9093 – Astronomia – Pesquisadores encontram fragmento de cometa que atingiu a Terra há 28 milhões de anos


cometa

Há 28 milhões de anos, um cometa adentrou a atmosfera terrestre, acima da região que viria a ser conhecida como Egito. Ao entrar em contato com o ar, o cometa explodiu, espalhando uma enorme onda de fogo que destruiu todas as formas de vida em seu caminho. O calor produzido foi tão alto que transformou o solo do deserto em vidro. Nesta quinta-feira, pesquisadores da Universidade de Witts, na África do Sul, anunciaram em uma palestra que identificaram um pedaço do cometa responsável por toda essa destruição.
O pequeno pedaço de rocha preta é a primeira prova material encontrada por cientistas de um cometa que atingiu a Terra. Formados em regiões distantes do Sistema Solar, a partir de gelo e poeira, eles normalmente se desintegram quando entram em contato com a atmosfera. “Os cometas são bolas de neve sujas de poeira que sempre passam pelos nossos céus, mas nunca havíamos encontrado o material de que eles são feitos na superfície terrestre”, afirma David Block, pesquisador da Universidade de Wits e um dos responsáveis pela descoberta.
Em seu estudo, os pesquisadores realizaram uma análise das propriedades químicas e físicas de uma pequena e brilhante rocha negra que havia sido encontrada por geólogos no sudoeste do Egito. Dura e angular, a pedra foi nomeada pelos cientistas de Hipátia, em homenagem à mais antiga filósofa, astrônoma e matemática de que se tem notícia: Hipátia de Alexandria.
A análise dos pesquisadores mostrou que ela era composta principalmente por carbono, com diamantes microscópicos espalhados ao longo de sua massa. “Os diamantes são produzidos a partir do carbono. Normalmente eles se formam no fundo da terra, onde a pressão é muito alta, mas também podem ser gerados a partir de um impacto muito forte”.
As análises dos isótopos encontrados na rocha mostraram que o material deveria ter origem extraterrestre, possivelmente fazendo parte do núcleo de um cometa. A pesquisa descrevendo a análise será publicada em novembro na revista Earth and Planetary Science Letters.
Um dos fatores que levou os cientistas a relacionar o pedaço de rocha extraterrestre com o cometa que atingiu o Egito há 28 milhões de anos foi o local onde a pedra estava, no meio de uma área de 6.000 quilômetros quadrados no deserto do Saara. Nesse lugar são encontrados, desde os tempos antigos, pequenos fragmentos de vidro amarelado.
Segundo os pesquisadores, esses fragmentos foram produzidos justamente pelo impacto do cometa, quando o calor de até 2.000 graus Célsius transformou a areia que cobria o solo em vidro. Um desses pedaços — polido — foi parar em um pingente utilizado por Tutankhamon há mais de 3.000 anos.
Os cientistas afirmam que é extremamente raro encontrar material de cometas na superfície da Terra. Os únicos fragmentos descobertos até agora eram microscópicos, achados em meio à poeira flutuando na alta atmosfera ou no gelo antártico. A Hipátia só não teve o mesmo destino porque seu impacto com a Terra teria resultado na formação de um material mais resistente às intempéries.
A descoberta de material presente em cometas é de alto interesse científico, pois esses astros foram formados em regiões distantes, no início do Sistema Solar. “Os cometas contêm os segredos para desvendarmos a própria formação do Sistema Solar e esta descoberta fornece uma oportunidade sem precedentes de estudos”, disse Block. “A NASA e a Agência Espacial Europeia gastam bilhões de dólares coletando algumas microgramas de material de cometa no espaço e trazendo-o de volta à Terra. Agora, nós temos uma possibilidade nova de estudar esse material, sem gastar tanto dinheiro para coletá-lo”.

9092 – Mega de Olho no Nobel 2013 – Pesquisadores que revelaram mecanismo de transporte celular ganham Nobel de Medicina


Cada célula do corpo humano funciona como uma fábrica, que produz uma série de moléculas e as distribui para o resto do corpo. Algumas células, por exemplo, são responsáveis por produzir a insulina e a liberar na corrente sanguínea. Entre o processo de fabricação e entrega da substância, no entanto, existe um mecanismo de transporte extremamente preciso, que garante que a carga seja liberada na hora e no local exatos. O Prêmio Nobel de Medicina de 2013 foi entregue nesta segunda-feira, em Estocolmo, para três cientistas que revelaram como, exatamente, esse complexo mecanismo de transporte funciona.
O pesquisador americano Randy Schekman descobriu quais genes são necessários para que o mecanismo funcione corretamente. James Rothman, outro americano, revelou como funcionam as proteínas que fazem com que as moléculas sejam entregues em seus alvos exatos. E o alemão Thomas Südhof mostrou quais os sinais químicos que induzem as cargas a serem liberadas no momento certo, com a precisão de um relógio. Juntos, revelaram a complexa maquinaria que faz com que as células cumpram sua função no corpo humano.
Os pesquisadores costumam comparar o interior da célula com um porto grande e muito movimentado, onde uma série de cargas é transportada de um lado para outro e precisam ser entregues nos contêineres e barcos corretos. Para que isso ocorra, é necessário um sistema de transportes milimetricamente planejado, do contrário as cargas são enviadas nas direções erradas ou simplesmente ficam paradas, acumulando-se indefinidamente. Do mesmo modo, as células são compostas por uma série de componentes diferentes, chamados organelas, que precisam produzir e receber moléculas em momentos exatos. O transporte dessas moléculas é realizado por pequenas estruturas em formato de bolha — chamadas de vesículas — que são capazes de se fundir com as diversas organelas no interior da célula, liberando a carga.
Se a entrega não for feita na localização e no tempo precisos, isso pode dar origem a uma série de disfunções, como o diabetes, doenças neurológicas ou distúrbios imunológicos. Os neurônios, por exemplo, produzem moléculas chamadas neurotransmissores, que são usadas para se comunicar com outras células nervosas e transmitir seus sinais adiante. Se eles não conseguirem realizar essa transmissão no momento certo, não conseguem cumprir com sua própria razão de existir.
ames Rothman realizou suas pesquisas nas décadas seguintes, durantes os anos 1980 e 1990. Ele estudava o transporte dentro das células de mamíferos e, mais precisamente, o mecanismo pelo qual as vesículas realizavam a entrega de suas cargas. Os pesquisadores já sabiam que, para fazer isso, elas precisavam se fundir com seus alvos, fossem eles outras organelas no interior da célula ou a própria membrana exterior. O que Rothman descobriu foi a existência de um grande complexo de proteínas que permite essa fusão, fazendo com que as duas membranas se juntassem como uma espécie de zíper.
Ele também revelou que o fato de existirem muitas organelas diferentes no interior da célula, cada uma com membrana diferente, fazia com as vesículas possuíssem diversas cadeias de proteínas, garantindo que elas só se fundissem em combinações específicas, e as cargas fossem entregues somente nos locais planejados. Os pesquisadores ficaram surpresos ao entender que as proteínas descobertas por Rothman eram criadas, justamente, por alguns dos genes revelados por Schekman, mostrando que o sistema de transporte intracelular tem uma origem extremamente antiga, anterior tanto ao homem quanto às leveduras.
O alemão Thomas Südhof estudava o mecanismo pelo qual as células nervosas se comunicavam umas com as outras. Ele sabia que os neurotransmissores eram produzidos no interior das células e carregados pelas vesículas, que se fundiam com a membrana no exterior do neurônio usando o mecanismo descrito por Rothman e Schekman. O que o fascinava, no entanto, era o fato de os neurotransmissores só serem liberados no momento exato em que o neurônio desejava passar seu sinal para o vizinho. Se a transmissão acontecesse antes ou depois, a comunicação enfrentaria sérias dificuldades.
Nos anos 1990, os pesquisadores já sabiam que íons de cálcio estavam, de alguma forma envolvidos nesse processo, o que levou Südhof a procurar no interior das células por proteínas que fossem sensíveis ao cálcio. Assim, ele acabou encontrando mecanismos moleculares que respondiam de forma imediata ao aumento de íons de cálcio dentro dos neurônios, levando rapidamente à fusão das vesículas com a membrana no exterior da célula. Desse modo, conseguiu explicar como os neurônios fazem com que seus neurotransmissores sejam entregues no momento exato em que precisam se comunicar.
Juntos, os três pesquisadores agraciados com o Nobel de Medicina descreveram o mecanismo extremamente preciso de transporte celular, que permite que as moléculas sejam carregadas no interior das células e entregues nos locais certos, nos momentos certos. Sem o sistema descrito, as células entrariam em colapso, e a existência do homem seria impossível.

JAMES ROTHMAN
James E. Rothman nasceu em 1950 na cidade de Haverhill , nos Estados Unidos. Ele recebeu seu PhD na Faculdade de Medicina de Harvard em 1976, mas iniciou as pesquisas que levariam ao Nobel na Universidade de Stanford em 1978. Em 2008 , Rothman passou a lecionar na Universidade de Yale, onde é diretor do Departamento de Biologia Celular .

RANDY SCHEKMAN
Randy W. Schekman nasceu 1948, em St Paul , nos Estados Unidos. Ele obteve seu doutorado na Universidade de Stanford em 1974, sob a supervisão de Arthur Kornberg (vencedor do Prêmio Nobel de 1959), no mesmo departamento em que Rothman se juntou alguns anos mais tarde . Em 1976, Schekman se transferiu para o corpo docente da Universidade da Califórnia, em Berkeley, onde atualmente é professor do Departamento de Biologia Molecular e Celular.

THOMAS SUDHOF
Thomas C. Südhof nasceu em 1955 em Gotinga, na Alemanha. Ele estudou na Universidade de Gotinga, onde recebeu o doutorado em 1982. Após se mudar para os Estados Unidos, Südhof se tornou pesquisador do Instituto Médico Howard Hughes em 1991 e foi nomeado professor de Fisiologia Molecular e Celular da Universidade de Stanford em 2008.

9091 – Mega Notícias – Vem aí o porco transgênico


Ele se chama, apenas, “porco 26”. É branquelo, esfomeado, gordo, idêntico a um porco comum. Exceto em seu âmago: o DNA. O animal é o primeiro porco geneticamente modificado do mundo. Ele nasceu no Instituto Roslin, no Reino Unido, a mesma instituição que em 1996 criou a ovelha clonada Dolly, e tem uma característica especial entre os porcos – é imune à febre suína africana. Essa doença, que é causada por um vírus altamente letal, surgiu na África, onde os animais acabaram criando resistência a ela. Mas, no resto do mundo, os porquinhos não têm imunidade – e, por isso, a febre suína vive causando estragos na criação suína (desde 2007, houve surtos em países como Rússia, Armênia e Irã).
Os cientistas usaram uma nova técnica para “editar” um gene do porco 26, que graças a isso ganhou resistência à doença. Eles pegaram um óvulo fecundado e injetaram nele substâncias que cortam e emendam o DNA em pontos extremamente específicos. O procedimento não envolve clonagem, e tem taxa de sucesso de 10% a 15%. Ou seja: em cada ninhada de dez porcos, pelo menos um ganha a mutação correta, que será transferida aos seus descendentes, produzindo uma geração imune à doença.
A técnica mostra, pela primeira vez, que é possível eliminar uma doença suína sem alimentar os animais com antibióticos, uma prática polêmica, mas comum na criação de suínos.

9090 – Civilizações Antigas – Conhecimento Oculto


Nossos ancestrais viviam em grupos de 100, 200 indivíduos. Bastava andar algumas dezenas de quilômetros para ir parar em “terra estrangeira”, povoada por inimigos mortais que falavam uma língua bem diferente da sua. Resultado: cada grupinho desenvolveu sua própria cultura. Única e peculiar. Alguns grupos ainda vivem como os nossos antepassados da Idade da Pedra. É o que acontece na ilha da Nova Guiné, por exemplo. Os povos tradicionais de lá foram os que ficaram mais tempo isolados da civilização, então o lugar abriga mais de mil línguas diferentes num território pouco maior que o de Minas Gerais. E a diversidade linguística é só parte da equação. Junto com ela vem uma incrível variedade de usos e costumes.
A situação das crianças entre muitos povos de caçadores-coletores ou de agricultores primitivos é paradoxal. Grosso modo, dá para dizer que os pequenos são muito mais mimados do que os nossos bebês em várias dessas sociedades – e, ao mesmo tempo, ficam muito mais ao deus-dará do que qualquer mamãe brasileira normal acharia seguro. Começando pela parte fofa da coisa: entre as sociedades de caçadores-coletores mais bem estudadas pelos antropólogos – gente como os Hadza, da Tanzânia, os Agta, das Filipinas, e os !Kung (o ponto de exclamação representa um som feito ao estalar a língua), da Namíbia e de Botsuana -, a idade média para desmamar os pequenos fica em torno dos três anos. E as mamadas podem continuar por ainda mais tempo (depois dos quatro anos de idade, no caso dos !Kung) se um irmãozinho não aparecer para cortar o barato da criança. Entre os pigmeus Bofi e Aka, da África Central, o desmame é feito de forma gradual e, muitas vezes, espera-se que o filho tome a iniciativa de largar o peito.
Dá-se de mamar ao bebê sempre que ele quiser, mesmo no meio da noite – por isso, os nenês dormem junto com a mãe, podendo achar o peito sem necessariamente acordá-la. Não são apenas os seios da mãe que ficam à disposição da criança 24 horas por dia. O normal é que os bebês, até os dois ou três anos de idade, estejam quase sempre em contato físico muito próximo com um adulto. São carregados para lá e para cá no colo sem medo de que a criança “fique folgada” ou, então, passam o dia em “bolsas de canguru” ou trouxinhas amarradas ao adulto.
Diferentemente dos nossos “cangurus”, no entanto, toma-se sempre o cuidado de colocar a criança numa posição voltada para a frente, de maneira que ela tenha o mesmo campo visual da mãe diante de si, o que parece ter algumas vantagens para o desenvolvimento neurológico do pequerrucho.

Desrespeito ao idoso
Jared Diamond conta que, certa vez, passou vergonha ao bater um papo com um nativo de Viti Levu, uma das ilhas do arquipélago de Fiji, no Pacífico. O sujeito tinha visitado os EUA anos antes e acusou: “Vocês jogam seus idosos, e até seus próprios pais, no lixo!”.Em Fiji, os filhos chegam a pré-mastigar a comida dos pais idosos e desdentados, o que provavelmente explica a indignação do nativo com o fato de alguns velhinhos americanos serem esquecidos em lares para idosos, sem receber visitas da família. De fato, o respeito cerimonioso com os mais velhos é comum entre sociedades tradicionais.
Mas, como acontece no caso das crianças, nem tudo são flores. Em situações de privação, muitas tribos de caçadores-coletores acabam “sugerindo” que os velhinhos façam o favor de bater as botas – ou praticam uma forma de eutanásia forçada (digamos) quando isso falha. Esse tipo de prática se torna mais comum em dois contextos, diz Diamond: quando a tribo precisa mudar de acampamento com frequência, o que dificulta a presença de pessoas com mobilidade reduzida; ou quando o grupo habita ambientes nos quais a falta de recursos acontece de maneira cíclica (como os desertos e o Ártico).

Dieta
Diamond lembra que, quando começou a trabalhar na Nova Guiné, na década de 1960, obesos ou mesmo gente um pouco acima do peso pareciam simplesmente não existir na ilha. Musculosos, esbeltos e cheios de fôlego, os nativos eram capazes de carregar pesos enormes no lombo durante o dia inteiro sem se cansar. Problemas cardíacos, pressão alta, diabetes e câncer mal eram registrados por lá – os idosos da Nova Guiné de então raramente eram afetados por esses males.
Hoje, porém, uma das maiores incidências de diabetes do mundo (37% da população) ocorre justamente entre os Wanigela, da Nova Guiné. A conclusão parece ser óbvia: a dieta moderna, cheia de açúcar refinado, farinha e sal conseguiu estragar a saúde deles. Os dados obtidos com os povos tradicionais mostram como o nosso organismo poderia ser diferente se ainda seguíssemos uma dieta parecida com a deles.
Veja o caso dos ianomâmis, por exemplo. A dieta dos índios, cuja base é a banana, contém apenas 50 miligramas de sal por dia. Isso significa que um único Big Mac equivale a um mês inteiro do consumo de sal deles. A vantagem disso é, claro, a diminuição do risco de pressão alta e de todos os problemas cardiovasculares, como enfartos e derrames, que podem vir do consumo excessivo de sal. Se o número mágico “12 por 8” vale como indicativo de pressão arterial saudável para nós, é porque não estamos acostumados ao padrão ianomâmi: 9 por 6.
Logo atrás deles, numa amostragem de 52 populações mundo afora, vêm os índios do Xingu e os nativos do vale Asaro, na Nova Guiné, com 10 por 6. Esses grupos, além disso, não mostram uma tendência de aumento da pressão conforme a idade avança, diferentemente do que se vê entre nós.

9089 – Lei e Direito – A Liberdade Condicional


Símbolo da Justiça

Trata-se de liberdade antecipada, concedida mediante certas condições, conferida ao condenado que já cumpriu uma parte da pena imposta.
O instituto da liberdade condicional não deve ser confundido com o sursis, no qual a pena deixa de ser aplicada, e o condenado sequer a inicia o cumprimento da pena privativa de liberdade. No livramento condicional, o indivíduo só alcança esse benefício no curso da execução, após ter cumprido uma parcela da pena. É importante mencionar ainda que o livramento é concedido pelo juízo da execução, cabendo de sua decisão o recurso de agravo de execução. Já o sursis, em regra é concedido na sentença e o recurso cabível é a apelação.
O livramento condicional será concedido a partir do preenchimento de uma série de requisitos objetivos e subjetivos. O primeiro grupo corresponde à pena imposta e a reparação do dano. O segundo se concentra no lado pessoal do condenado, o aspecto subjetivo.

Requisitos objetivos:
A pena deve ser privativa de liberdade: reclusão, detenção ou prisão simples.
A pena concreta deve ser igual ou superior a dois anos de prisão, mesmo no caso de contravenção penal. As penas de infrações diversas devem ser somadas, mesmo em processos distintos, para efeito da concessão de benefícios.
É necessário o cumprimento de mais da metade da pena, se o condenado for reincidente em crime doloso, e de um terço se não for reincidente em crime doloso e tiver bom antecedente (caso de livramento condicional especial).
Reparação do dano causado pela infração, quando possível (na prática, muito raro)
Requisitos subjetivos:
Comportamento carcerário satisfatório. Diversos fatores caracterizam tal conduta, como o atestado de conduta carcerária, laudo criminológico, etc;
Bom desempenho em trabalho atribuído. Em caso de deficiência nas instalações do presídio, onde nenhum trabalho seja programado aos detentos, este requisito fica prejudicado.
Aptidão para prover a própria subsistência mediante trabalho honesto.
Constatação de condições pessoais que façam presumir que o preso não voltará a delinquir. Este requisito é atribuído somente aos crimes dolosos, cometidos com violência ou grave ameaça à pessoa (estupro, roubo, homicídio), não sendo previsto aos demais crimes.
O pedido é dirigido ao juízo de execução, podendo ser impetrado pelo sentenciado, parente, cônjuge, diretor do estabelecimento penal e conselho penitenciário, sendo dispensável a atuação de advogado.
Expirando o prazo do livramento sem revogação ou prorrogação, considera-se extinta a pena privativa de liberdade, tornando-se meramente declaratória a decisão que decreta a extinção da pena. Antes de decretar a extinção o juiz deverá ouvir o Ministério Público.

9088 – Instituições de Ensino – O SENAI


Senai_logo_old

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) é uma instituição privada brasileira de interesse público, sem fins lucrativos(?), com personalidade jurídica de direito privado, está fora da Administração Pública. Compõe o chamado Terceiro Setor. É denominado ente paraestatal e é conceituado na categoria de Serviços Sociais Autônomos – SSA (a exemplo de SESI, SESC, SENAC, SEBRAE, SENAR, SENAT, APEX-BRASIL, ABDI, etc). Seu principal objetivo é apoiar 28 áreas industriais por meio da formação de recursos humanos e da prestação de serviços técnicos e tecnológicos. Os programas de capacitação profissional são viabilizados por meio das modalidades de aprendizagem, habilitação, qualificação, aperfeiçoamento, técnico, superior e pós-graduação. Também presta serviço tecnológico – assessoria, consultoria, pesquisa aplicada, design, serviço laboratorial, informação tecnológica. Muitos cursos são ministrados de forma presencial ou a distância.
O SENAI foi criado pelo decreto-lei 4.0482 de 22 de janeiro de 1942. No início a arrecadação do SENAI era de dois mil réis mensais por empregado das empresas filiadas à Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse sistema foi alterado em 5 de fevereiro de 1944 quando a arrecadação passou a corresponder a 1% do valor total da folha de pagamento das indústrias (decreto-lei n° 6.246). Apenas em 3 de agosto de 1942, o SENAI Nacional começou a funcionar no Rio de Janeiro.3 Atualmente está localizado em Brasília
Mas a Formação Profissional no Brasil tem seu primeiro registro em 1874 quando o presidente da província de Pernambuco Henrique Pereira de Lucena obrigou as fábricas nacionais a se encarregarem do preparo do seu pessoal, levando as empresas a fundarem o SENAI.
Já em 4 de julho de 1934 foi criado o antigo Centro Ferroviário de Ensino e Seleção Profissional (CFESP) por Armando de Salles Oliveira, na época interventor federal no estado de São Paulo e pelo engenheiro Roberto Mange, professor da Escola Politécnica de São Paulo. O Centro Ferroviário, como era conhecido o Geisson, é considerado marco inicial na evolução de conceitos e métodos da formação profissional no SENAI.
O SENAI de São Paulo começou a funcionar em 28 de agosto de 1942, sob a direção de Roberto Mange. Em 3 de novembro de 1943, é instalada em caráter provisório em um pavilhão da IV Feira Nacional da Indústria, a escola SENAI da Barra Funda, atual Escola SENAI “Horácio Augusto da Silveira”. Em 22 de setembro de 1945, a escola SENAI da Barra Funda foi instalada em prédio próprio (o primeiro de toda a rede SENAI do Estado de São Paulo), localizado na rua Tagipuru.
Dois líderes industriais da época foram determinantes na fundação do SENAI: Euvaldo Lodi e Roberto Simonsen, presidentes da CNI e da FIESP, respectivamente. Era o início da confirmação do compromisso da CNI junto as suas federações em assumir a responsabilidade pela organização e direção de um organismo próprio, que pudesse desenvolver um sistema de educação profissional no Brasil. A ideia foi acolhida pelo governo na gestão do presidente Getúlio Vargas.
Existem 738 unidades operacionais e 320 kits didáticos de educação profissional (que funcionam como oficinas móveis) em 25 diferentes ocupações. O SENAI está presente em todo o território brasileiro, oito países e três organismos internacionais.
O SENAI Nacional, também chamado de SENAI Departamento Nacional (DN), integra o Sistema CNI (Confederação Nacional da Indústria) e tem as suas ações subordinadas ao Conselho Nacional do SENAI. Em cada unidade da federação o SENAI possui um Departamento Regional (DR) onde o seu diretor é nomeado pelo presidente da Federação Industrial local. A rede SENAI é formada por 27 DRs, além do CETIQT formando o maior complexo de educação profissional e tecnológica da América Latina.
O SENAI, através do Programa de Transformação do Sistema CNI, possui um setor chamado Área Compartilhada de Informação e Documentação (ACIND) que é responsável por coordenar as ações de informação e documentação referentes às 4 entidades nacionais do Sistema CNI e a interagir, sob demanda, com as Entidades Regionais do Sistema Indústria.
Possui mais de 150 Unidades espalhados pelo Brasil, podendo ser considerada a maior rede de bibliotecas privada do país (somando com o SESI 134, as Federações 13 e o IEL 5, são 302 unidades).
Para atender a centenas de comunidades desassistidas, nos mais distantes pontos do Brasil, o programa transforma exclusão social e desemprego em cidadania e empreendedorismo. Por meio de cursos rápidos, o programa capacita profissionais nas mais diferentes áreas de ensino.
Com o objetivo de sistematizar e estimular a oferta dos cursos a distância, o SENAI criou, em 2004, uma rede que apresenta mais de 250 cursos de educação profissional a distância, distribuídos em mais de 20 áreas tecnológicas. São usadas diferentes tecnologias educacionais que dão suporte para cursos técnicos, de pós-graduação, de formação profissional e de educação continuada, sendo alguns totalmente a distância e outros com momentos presenciais (blended learning).

9087 – Indústria Eletrônica – A Philips


philips

A Royal Philips Electronics (NYSE: PHG, AEX: PHI), mais conhecida como Philips, é uma empresa Holandesa e líder global em cuidados com a saúde, iluminação e produtos de consumo e estilo de vida, oferecendo inovações, serviços e soluções por meio da sua promessa de marca sense and simplicity. Com sede nos Países Baixos, a Philips possui aproximadamente, cerca de 120 mil funcionários em mais de sessenta países. Com um volume de vendas de 27 000 000 000 de euros em 2007, a empresa é líder de mercado em equipamento para diagnóstico médico por imagem e monitoramento de pacientes, soluções em iluminação com base na eficiência enérgica, produtos de cuidados pessoais e para a casa, bem como eletrônicos de consumo.
A Philips do Brasil é uma subsidiária da Royal Philips Electronics dos Países Baixos e atua no país há 83 anos. Líder dos mercados locais de eletroeletrônicos, eletrodomésticos portáteis, produtos para cuidados pessoais e iluminação, a Philips do Brasil atua ainda nos setores de telecomunicações, informática e equipamentos médico-hospitalares.
A Philips do Brasil também atua com a marca Walita, que é a divisão da Philips para produtos eletroportáteis, tais como liquidificadores, batedeiras, espremedores de frutas, etc.
Os alicerces daquela que viria a tornar-se uma das maiores empresas de eletrônica de todo o mundo foram lançados em Eindhoven, nos Países Baixos, em 1891. A Philips começou produzindo lâmpadas de filamento de carbono e, na virada do século, já era um dos maiores fabricantes da Europa.
Como o desenvolvimento das novas tecnologias de iluminação incentio de pesquisa destinado a estudar fenômenos físicos e químicos e ao estimular a inovação dos produtos.
Já tinham sido criadas empresas de marketing nos Estados Unidos e na França, antes da Primeira Guerra Mundial, assim como na Bélgica, em 1919. Na década de 1920, assistiu-se a uma explosão no número de empresas desta área.
Nessa altura, a Philips começou a proteger suas inovações com patentes em áreas como os raios-X e a recepção de rádio, fato que marcou o início da diversificação da sua gama de produtos. Tendo introduzido um tubo de raios-X em 1918, a Philips envolveu-se nas primeiras experiências de televisão em 1925.
Começou a produzir rádios em 1927 e, em 1932, já tinha atingido 1 000 000 de unidades vendidas. Um ano mais tarde, a produção de válvulas de rádio chegou aos 100 000 000, tendo também iniciado a produção de equipamento médico de raios-X nos Estados Unidos.
O primeiro barbeador elétrico da Philips foi lançada em 1939, momento em que a empresa já tinha 45 000 empregados em todo o mundo e um volume de vendas de 152 000 000 de florins. A ciência e a tecnologia sofreram uma enorme evolução nas décadas de 1940 e 1950, tendo a divisão de Pesquisa da Philips inventado as cabeças rotativas que conduziram ao desenvolvimento do barbeador elétrico Philishave, dando início a um extenso trabalho que, hoje, inclui o desenvolvimento dos transistores e circuitos integrados.
Nos anos 1960, estes progressos deram origem a importantes descobertas, tais como os CCDs (charge-coupled devices – dispositivos para acoplamento de cargas) e LOCOS (local oxidation of silicon – oxidação local de silício).
A Philips também teve uma contribuição muito importante no desenvolvimento da gravação, transmissão e reprodução de imagens televisivas, tendo o seu trabalho na área da pesquisa conduzido ao desenvolvimento do tubo de câmara de tevê Plumbicon, bem como ao aperfeiçoamento das substâncias fosforescentes destinadas a permitir imagem de melhor qualidade. Em 1963, introduziu o cassete de áudio compacto e, em 1965, produziu os seus primeiros circuitos integrados.
Ao longo da década de 1970, continuaram a ser apresentados novos produtos e ideias de grande relevância. A pesquisa na área da iluminação contribuiu para o aparecimento das novas lâmpadas PL e SL, que se destacam pela economia de energia. Ao mesmo tempo, o Philips Research lançou outras importantes novidades no processamento, armazenamento e transmissão de imagens, som e dados. Isso levou às invenções do disco óptico LaserVision, do CD e dos sistemas ópticos de telecomunicações.
Em 1972, a Philips criou a gravadora Polygram. Em 1974, adquiriu a Magnavox e em 1975 a Signetic, nos Estados Unidos. Nos anos 1980, as aquisições incluíram a empresa televisiva GTE Sylvania e a empresa de lâmpadas Westinghouse. Em 1983, a empresa fixou um marco tecnológico: a criação do CD. Outros marcos de referência foram, em 1984, os 100 milhões de unidades de televisores Philips produzidos e, em 1985, os 300 milhões de aparelhos elétricos de barbear Philishave.
A década de 1990 trouxe alterações significativas para a Philips. A empresa levou a cabo um importante programa de reestruturação, com o objetivo de reconquistar uma posição forte.

Pioneirismo Sempre
1891, Philips é fundada quando o engenheiro físico Gerard Philips junto com seu irmão Anton e seu pai Benjamin Frederik David, primo irmão de Karl Marx, com formação comercial, se dispõe a produzir lâmpadas incandescentes na zona de Eindhoven, província de Brabante do Norte nos Países Baixos.
1918, como o negócio funcionou graças a qualidade de suas lâmpadas e a habilidade comercial de Anton, em poucos anos introduziram um tubo de raios X médico e um serviço de reparação de aparelhos radiográficos: surgindo assim a divisão de sistemas médicos.
1925, primeiros experimentos da companhia com a televisão.
1927, se inicia a produção de rádios, sistemas combinados e outros pequenos electrodomésticos.
1940, quando começou a Segunda Guerra Mundial, as fábricas do país foram destruídas pelos bombardeios realizados pela Luftwaffe. A empresa se instalou na Bélgica, nos Estados Unidos e na Inglaterra.
1950, foi fundada a Philips Records.
1965, produziu seu primeiro circuito integrado experimental e começou a lançar equipamentos electrônicos transistorizados.
1972 Philips fundou a gravadora PolyGram.
1978, introduziu seu primeiro aparelho VHS fabricado no Reino Unido e começou a produzir em massa seus radiogravadores transistorizados.
1983, fruto do trabalho conjunto com a Sony, lançou o CD (compact disc).
1995, o DVD, desenvolvido pela Philips em conjunção com a Sony e a Toshiba, foi lançado.
1998, a Philips Royal Electronics vendeu a gravadora PolyGram para a Seagram, que fundiu a PolyGram com a MCA, formando a Universal Music Group.
2001, Philips lançou a cafeteira Senseo.
2001, a Philips e a LG iniciaram uma joint venture para produção de monitores LG Philips.
2001, a sede da Philips foi transferida de Eindhoven para Amsterdã.
2007, a Philips trouxe, para o Brasil, o televisor Aurea, com a nova tecnologia Ambilight Spectra, que aumentava a tela.
2007, Philips e GoGear lançaram a linha de MP3 e MP4 players no Brasil.
2008, a Philips trouxe para o Brasil a linha de tevês Design Collection.
2009, a linha Design Collection passou por mudanças estéticas e ganhou novas funções, como conversor digital e Full HD.
2009, entrou em produção a primeira lâmpada com tecnologia LED da Philips. Seu consumo era setenta por cento menor que o das lâmpadas fluorescentes.
2010, a Philips introduziu, no mercado, a linha de tevês Image Collection, com tecnologia LED e Ambilight Spectra II.
2010, chegou no mercado a primeira tevê LED 3D da Philips.
2011, a Philips renovou sua linha de cafeteiras Senseo, agora com novo design.
A Philips desempenha um papel relevante na criação de um mundo de eletrônica digital, trazendo até as pessoas inovações de grande importância. Muitas dessas inovações encontram as suas raízes nos laboratórios da Philips Research.
Fundada em Eindhoven, nos Países Baixos, em 1914, a Philips Research é, hoje, uma das maiores organizações mundiais privadas de pesquisa e investigação, com laboratórios nos Países Baixos, na Bélgica, na Inglaterra, na Alemanha, nos Estados Unidos, na China e na Índia, empregando 2 100 profissionais.
A sua pesquisa está centrada nas áreas estratégicas da Philips: cuidados com a saúde, estilo de vida e tecnologia.