8073 – Física – Massa e Peso


física

Define-se peso de um como a força exercida sobre ele pela ação gravitacional da Terra, na direção vertical e para o seu centro. Como o peso é uma força, ele produz uma aceleração que se manifesta integralmente sobre corpos quando eles caem livremente, ou seja, na ausência de atmosfera.
A aceleração da gravidade, igual para todos os corpos, é representada pela letra g. Seu valor é de 9,8m/s², próximo a superfície da Terra.
Levando-se em conta que o valor de uma força é o produto de uma massa multiplicado por uma aceleração, f = m.a, no caso particular do peso de um corpo será P = m.g, ou seja:
O peso de um corpo é o produto de sua massa pela aceleração da gravidade.
A unidade de peso no SI é a unidade de força, o Newton (N). A região do espaço onde se exerce a força de atração da Terra chama-se campo gravitacional terrestre. Seu valor é o quociente entre a força gravitacional e a massa de um corpo sobre o qual ela atua e define-se a partir da expressão de Newton:
A medida que um corpo se afasta da Terra, o valor da distância aumenta e portanto, o valor da distância aumenta e, portanto, o valor de g, diminui. Tais equações são válidas para qualquer planeta. Assim, a gravidade na superfície da Lua é:
g: G.M/R²
Onde M é a massa da Lua e R, seu raio, o valor da gravidade lunar é 1,6m/s².

8072 – Sociedade – Um Brasil Grisalho


Em 1960 vivia-se em média 52 anos. Hoje a expectativa de vida está em torno dos 70 anos. Contudo, os velhos brasileiros chegam exauridos na 3ª idade e em geral pobres, tendo como única fonte de renda as minguadas pensões. Alguns tentam voltar ao mercado de trabalho, mas esbarram em portas fechadas pelo preconceito.
A população brasileira envelheceu rapidamente nos últimos anos, hoje a probabilidade de vida é de 67/68 anos, e deverá atingir 74 anos em 2020, esperança de vida atual dos países desenvolvidos. E analisando a população brasileira, através de vários dados, é que chegamos à conclusão de que estamos nos tornando um país jovem de cabelos esbranquiçados. Todas as estatísticas demográficas do IBGE apontam para um contingente de aproximadamente 32 milhões de idosos no Brasil, por volta do ano 2025.
Os cidadãos da terceira idade, que muito contribuíram para a história do país,não podem ser relegados a segundo plano e nem serem considerados improdutivos. Devem ser aceitos e auxiliados por profissionais qualificados em recuperar e aprimorar habilidades gerais, capacidade de se relacionar, competência em variadas funções , enfim, contribuir para o bem-estar desses cidadãos em seu envelhecimento e a partir daí, leva-los a redescobrir suas possibilidades, investir em novos desafios, permitir-se a momentos de prazer, de alegria e de espontaneidade, afinal, só tornam-se idosos os preferidos pela vida.
Estes cidadãos estão na feliz idade de iniciar novos caminhos, novas conquistas, compartilhar experiências dos caminhos já percorridos. Os caminhos continuam, porém há um novo brilho de novas possibilidades, novas amizades, e novos e felizes momentos. É mais uma etapa da vida a ser cumprida, sem medos ou receios, buscando nos novos momentos os encantos e as maravilhas de haver vivido, adicionando mais vida à nova idade.

Os cidadãos da terceira idade são pessoas ricas em sabedoria, em conhecimento da vida, em amor que deram aos filhos, em abstenção a muitos prazeres em troca da doação. Eu me lembro de meu pai, que pedia à mamãe, virar os colarinhos já gastos de sua camisa para aproveitá-la mais e assim economizar para poder enfrentar as despesas da família e não faltar nada aos seus filhos. Hoje, relembrando aquele passado, reconheço o sacrifício que faziam para nos dar educação. É preciso olhar para trás e mais ainda para adiante. Os idosos precisam de toda a nossa solidariedade, apoio, proteção, diálogo e amor.
Um testamento de um idoso :
Não deixo bens, pois ao plantar sementes o solo árido as destruiu.
Não colhi frutos, pois o frio matou a plantação, e minhas mãos calejadas pelo trabalho ficaram vazias.
Deixo apenas os meus olhos, pois quando jovem eram muito bonitos, e por isso ainda são bastante expressivos. Leve-os e doe-os a alguém que poderá enxergar através dos meus sonhos.
Mas, o coração… Deixem-no enterrado em um lugar desconhecido. Não importa o lugar, nem o espaço, pois lá brotarão flores e voarão muitas borboletas coloridas, que representarão a extensão do meu amor pela vida e a confiança de que não vivi em vão, pois pintei na tela da minha vida as várias nuances do amor.

8071 – Curiosidades – Briga de galo tem fôlego de gato


Infelizmente para os galos. Uma “paixão nacional” para alguns, a crueldade com esses e outros animais sobrevive há quase um século na clandestinidade, já que tal prática foi proibida.
Para que aconteça basta ter galos de raça combatente, a rinha (uma espécie de ringue), o juiz e os apostadores. A tradição é antiga: os primeiros registros, encontrados na Índia, são do ano 1 400 a.C.. A cultura ganhou força na Grécia antiga, por estimular o espírito de combate dos guerreiros. A partir daí, se espalhou pela Europa e, depois, pelo mundo, por meio dos colonizadores. Veio ao Brasil no século 17 com os espanhóis, e ganhou adeptos. Em 1961, foi proibida pelo então presidente Jânio Quadros. Um ano depois, voltou a ser legal por ordem de Tancredo Neves. E em 1998 foi considerada crime ambiental. EUA, Argentina e Inglaterra, entre outros países, também proíbem a briga de galo.
Desde pequenos, os galos são treinados para enfrentar, sem medo, o seu adversário

Raio X
São da espécie Gallus gallus, que são mais selvagens e ariscos. As principais variações utilizadas nas rinhas são: shamo (japonês), que possui pescoço mais resistente e golpes fortes; aseel (indiano), valente e resistente; e bankivas (espanhóis e ingleses), que são mais leves na revoada e possuem penas mais fartas.
Alimentação
A dieta deve incluir proteínas e cereais. No cardápio: milho, cevada, girassol, verduras e muita água, além de suplementos vitamínicos e minerais com aminoácido, que melhoram o rendimento da ave nos treinamentos diários – que começam quando o galo completa 12 meses de idade e se intensificam até o dia da luta;
Tosa
Não é uma regra, mas muitos criadores costumam aparar as penas dos galos, principalmente quando as brigas são realizadas em locais muito quentes. É comum tosar as plumas do baixo ventre, do exterior da coxa e da parte interna das asas. Segundo os criadores, a tosa facilita massagens e o controle de parasitas;

Aposta
Existem dois tipos de apostas: a central, feita entre os proprietários dos galos, e a periférica, feita entre os apostadores. Geralmente, a aposta central é fechada antes da luta, enquanto os espectadores podem apostar entre si durante a briga. Não existe nenhum tipo de documento para validar o acordo, a aposta é selada por meio de gestos e gritos;

Juiz
É a autoridade máxima da rinha. É sua obrigação analisar os galos, controlar o tempo das lutas e definir vencedor e perdedor. O juiz também define os rounds, que sempre variam entre rinhas. A luta pode ser de dois rounds – com 20 e 25 minutos, respectivamente – ou de três rounds, somando 55 minutos – sendo os dois primeiros com 20 minutos e o último com 15 minutos;
Acessórios
Os galos também têm apetrechos: a biqueira, um bico postiço de metal que é colocado sobre o natural como proteção, e as esporas, que têm 2,5 cm de comprimento e servem como armas. Feitas de plástico, elas são fixadas sobre as esporas naturais do galo, geralmente, com esparadrapos;

Ringue
Também chamado de rinha, não tem um formato definido: pode ser quadrado, octogonal, hexagonal ou em forma circular. Eles são feitos de acordo com o terreno e as condições dos proprietários. Os mais sofisticados têm duas arenas: a maior é chamada de tambor e é onde acontecem a lutas principais; a menor, conhecida como rebolo, abriga as lutas mais acirradas;

Inscrição
É feita por ordem de chegada. Os galos são medidos e pesados pela comissão da rinha, que coloca uma anilha (uma pulseira para identificação) no tornozelo da ave. As informações são lançadas em um programa de computador que faz o emparelhamento dos galos. Assim a briga rola entre aves do mesmo tamanho e peso. Com os combates definidos, os donos dos galos combinam o preço da luta;
Resultado
No nocaute, o juiz abre uma contagem de tempo. Se a ave não se levantar durante os 10 segundos, perde a luta. O combate pode ser interrompido, caso o juiz perceba que um dos galos está sem condições de continuar – é o nocaute técnico. Se um galo parar de lutar, ele perde por desistência. O empate ocorre quando não houver decisão no tempo regular da briga;

Tecno galo
Na Tailândia as rinhas são mais sofisticadas. Os galos usam sensores nos pés, enviando sinais para um painel que faz a contagem eletrônica de pontos;

• Com a ilegalidade, organizar rinhas improvisadas em celeiros é comum. A estrutura é temporária e pode ser removida rapidamente
• A taxa de inscrição do galo em uma rinha pode variar de R$ 100 a R$ 500
• Após cada seção de exercícios, a ave recebe massagens com loções
• As esporas são fornecidas pela própria rinha, para que as aves lutem com as mesmas armas
• No nocaute, o treinador pode ajudar a reanimar o galo durante a contagem

Treinamento
A preparação do galo pode durar de 30 a 90 dias, dependendo do rendimento. O treino inclui, basicamente, três exercícios:

Bater asa
Com as batidas de asa, o galo trabalha os músculos peitorais e aumenta a capacidade respiratória
A mesa giratória trabalha os músculos da coxas. A rotação aumenta gradualmente
Impulsionar o galo para cima exercita asas e coxa. A altura do salto aumenta de acordo com a evolução

8070 – Por que o navio flutua?


Navio de guerra

Porque o navio é mais leve que a água. Absurdo? Em parte, sim. O problema é que ninguém aceita muito bem essa explicação tão simplista. Afinal, todo mundo sabe que um punhado do aço inox que forma a carcaça de qualquer barco pesa muito mais que o mesmo punhado de água. Onde está o segredo, então? Está no tamanho do navio, e não no seu peso. Para entender isso melhor, vamos usar uma pessoa como exemplo. Imagine se ela resolve dar uma de messias e tenta andar sobre a água. Não vai funcionar, claro, e ela acabará afundando. Mas essa mesma pessoa, deitada, e não em pé na água, consegue boiar sem grandes problemas. E o peso do corpo é exatamente igual nas duas situações. A diferença está na concentração desse peso. No primeiro exemplo, ele fica todo concentrado nos pés da pessoa. Já no segundo é distribuído por toda a área do corpo. Aí, é como se você ficasse mais leve, pelo menos do ponto de vista da água que o ampara. Para os barcos, vale exatamente a mesma regra.
O segredo de tudo isso está na quantidade de água deslocada por cada material, seja o corpo de uma pessoa ou um navio. Se o volume de um material – o espaço ocupado por sua massa – for grande, mais água será tirada do lugar, certo? E o líquido reage tentando ocupar novamente esse espaço. Quanto mais água é tirada do lugar, maior é a reação. Essa força contrária é que tem o poder de sustentar um material volumoso mergulhado na água. “É justamente seu volume que permite isso”, diz um engenheiro naval da Universidade de São Paulo (USP). Se o volume for bem razoável, a quantidade de líquido deslocado por ele terá poder suficiente para manter um corpo de peso enorme flutuando. É esse princípio que está por trás da navegabilidade de todos os barcos desenvolvidos pelo homem, das primeiras e relativamente leves galeras do Egito antigo aos modernos porta-aviões nucleares, verdadeiras máquinas navais de guerra, que podem pesar aproximadamente 100 mil toneladas.

Como os barcos evoluíram nos últimos 5 mil anos:
Movidas por dezenas de remadores, às vezes auxiliados por uma vela rudimentar, as galeras foram os barcos mais importantes da Antiguidade. Versões primitivas começaram a surgir por volta do ano 3000 a.C., no Egito. Eram usadas no comércio e, principalmente, na guerra, por serem mais manobráveis que barcos movidos apenas a vela. Só desapareceram de vez no século 16 da era cristã.

O uso de velas paralelas ao casco, capazes de aproveitar os ventos laterais como propulsão, deu autonomia aos barcos, permitindo viagens mais longas. Navios mercantes leves, como as caravelas portuguesas, com 60 toneladas e 20 metros de comprimento, podiam ir da Europa à América em um mês. Nas guerras, reinavam os galeões espanhóis, alguns com mais de 700 toneladas.
Na segunda metade do século 18, estrearam os barcos com motores movidos a vapor. Os primeiros, lentos e com pás giratórias, ficaram famosos ao cruzar o rio Mississipi, nos Estados Unidos. O primeiro transatlântico assim surgiu em 1838, na Inglaterra. Como essas embarcações eram pesadas demais para a madeira, surgiram os cascos de ferro. Por volta de 1860, as rodas com pás foram trocadas por hélices.
Os primeiros porta-aviões surgiram na década de 1920. Durante a Segunda Guerra (1939-1945), eles se consolidaram como os mais temidos navios de combate. Mas a grande revolução tecnológica veio mesmo nos anos 60, com a estréia dos porta-aviões nucleares. Movidos por reatores, eles não precisam parar para reabastecer. Uma máquina moderna dessas carrega em torno de 70 aeronaves.
Com o comércio crescendo entre países distantes, foi preciso aumentar a velocidade das embarcações. Por isso surgiram as escunas, barcos com casco estreito, para diminuir o atrito com a água, e velas muito grandes. Navios assim, principalmente os ingleses e os americanos, batiam recordes sem parar. Um deles foi de Boston, nos Estados Unidos, a Liverpool, na Inglaterra, em apenas 12 dias.
A água deslocada pela embarcação irá sustentá-la.
Se um barco tem mil toneladas, seu volume tem que ser grande o suficiente para deslocar o mesmo peso de água. O líquido reagirá então com uma força equivalente às mil toneladas, só que na direção oposta à do peso do navio. Essa força de sustentação contrária equilibra as coisas e faz o barco flutuar.

8069 – Medicina – Como se formam os cálulos biliares


É um processo semelhante ao da formação de pérolas, que se consolidam em torno de grão de areia dentro das ostras. Começam com pequenos objetos, como bactérias, imitando a vesícula.
Cálculos biliares são pequenas pedras que se formam na vesícula biliar, órgão localizado no lobo inferior direito do fígado onde a bile se concentra e de onde é lançada sob a influência de um hormônio intestinal.
A bile produzida no fígado consiste na mistura de várias substâncias, entre elas o colesterol, responsável por cerca de 75% dos casos de formação de cálculos. Alguns deles se alojam na vesícula biliar e não causam sintomas. Outros ficam presos no duto biliar e bloqueiam o fluxo da bile para o intestino. Essa obstrução provoca a cólica biliar que se caracteriza por dor intensa no lado direito superior do abdome ou nas costas, na região entre as omoplatas.
A crise de cólica persiste enquanto a pedra permanecer no duto. No entanto, muitas podem voltar para a vesícula ou ser empurradas para o intestino. Quando isso ocorre, a crise dolorosa diminui.
Sintomas
Alguns cálculos na vesícula podem ser assintomáticos, mas outros provocam dor intensa do lado direito superior do abdome que se irradia para a parte de cima da caixa torácica ou para as costelas. A dor normalmente aparece meia hora após uma refeição, atinge um pico de intensidade e diminui depois. Pode vir ou não acompanhada de febre, náuseas e vômitos.
Causas
Muitos fatores podem alterar a composição da bile e acionar o gatilho de formação dos cálculos na vesícula. Alguns fatores que aumentam o risco são:
* Dieta rica em gorduras e carboidratos e pobre em fibras;
* Vida sedentária que eleva o LDL (mau colesterol) e diminui o HDL (bom colesterol);
* Diabetes;
* Obesidade;
* Hipertensão (pressão alta);
* Fumo;
* Uso prolongado de anticoncepcionais;
* Elevação do nível de estrogênio o que explica a incidência maior de cálculos biliares nas mulheres;
* Predisposição genética.
Tratamento
O tratamento pode ser feito à base de medicamentos que diluem o cálculo se ele for constituído apenas por colesterol. Nos outros casos, a cirurgia por laparoscopia, que requer poucos dias de internação hospitalar, é a conduta mais indicada. Tratamento por ondas de choque para fragmentar o cálculo representa também uma possibilidade terapêutica.
Recomendações
* Faça uma dieta rica em fibras e com pouca gordura. Alimentos gordurosos podem elevar o nível do colesterol;
* Procure manter o peso ideal para seu tipo físico. Isso ajuda a controlar o nível do colesterol e a prevenir diabetes e hipertensão;
* Largue o cigarro;
* Discuta com seu médico a conveniência de tomar pílulas anticoncepcionais ou fazer reposição hormonal, se você tem histórico familiar de cálculo na vesícula.
Consulte um médico se os sintomas dolorosos de cálculo biliar se manifestarem e, especialmente, se forem seguidos de febre, náuseas e vômitos.

8068 – História da Discoteca – Chic & Cia


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A historia do Chic começa em 1970 quando Nile Rodgers e Bernard Edwards se conhecem a acabam por formar uma banda de rock chamada The Boys que posteriormente mudou o nome para Big Apple, mas foram impedidos pelo fato de serem negros, então em 1976 eles se juntam ao ex-percussionista das bandas Labelle e Ecstacy, Passion & Pain Tony Thompson e começam a tocar inicialmente como um trio. Mas a banda precisava de um vocalista, e no mesmo ano Norma Jean entra na banda, e juntos em 1977 lançam o álbum de estréia  que foi puro sucesso trazendo canções disco como Dance Dance Dance (Yowsah Yowsah Yowsah) e Everybory Dance, o álbum rendeu a banda logo de cara um disco de ouro. Logo após o disco de estréia Nile e Bernard (os cabeças da banda) começam a preparar o disco solo de Norma, o disco foi lançado no mesmo ano com o nome de Norma Jean e trouxe o sucesso dançante Saturday. Ao sair da banda Norma indicou sua amiga Luci Martin para ser a nova vocalista, mas antes de sair da banda Norma participau do histórico disco We Are Family, do quarteto Sister Sledge, que era produzido por Nile e Bernard. Com a saída de Norma, Luci Martin foi admitida na banda, mas não como vocalista e sim como back up, pois a vocalista Alfa Anderson que havia trabalha com a banda no disco de estréia ganhou o honrado posto.
No mesmo ano de 78 a banda já com Alfa nos vocais lança um obra-prima da Disco Music, o álbum C’est Chic que ganha o disco duplo de platina e traz inesquecíveis canções como I Want Your Love e a imortal Le Freak (maior Hit da banda), o sucesso foi tanto que ate hoje o disco é o mais vendido da gravadora Atlantic (hoje Warner) com quase 7 milhões de copias na época. No ano seguinte 1979 mais um imenso sucesso, o álbum Risque que trouxe átona canções eternas como My Feet Keep Dancing, My Forbidden Lover e a grandiosa Good Times que influenciou a maioria das bandas de disco e funk da época, alem de ter servido como base para as primeiras musicas de Hip Hop.
Arranjos como estes nunca mais…!
O chic é considerada a maior e melhor banda de Disco de todos os tempos, fora seus álbuns, Nile e Bernard produziram artistas como Sister Sledge, Sheila B. Devotion, Madonna, David Bowie’s e Dianna Ross. Alem de influenciarem banda como The Smiths, e Sugar Hill Gang’s. Madonna em especial de os seus hits Holiday, Into To The Groove, Like A Virge e Erótica a dupla Nile e Bernard, alem da banda Change ser considera (Chic Jr). Nos anos’80 com a queda da Disco Music a banda lutou para manter musicas nas paradas e fazer com que seus álbuns vendesem; o fraco sucesso e as baixas vendas levaram ao fim da banda em 1985. Porém, em 1992 a banda se juntou novamente e lançam o álbum Chic-Ism com a canção Chic Mystique, aclamada por publico e critica levando a banda a uma nova turnê mundial como nos velhos tempos. No mesmo ano Nile recebeu o titulo de Top Productor World, foi incluído no hall da fama dos compositores, mas infelizmente no dia 18 de abril de 1996 seu eterno parcero Bernard Edwards morreu vitima de pneumonia aos 43 anos, mesmo sem ele o Chic continuou com os shows, em 2003 foi a vez de Thompson, vitima de câncer nos rins no dia 12 de novembro de 2003 aos 48 anos.