7697 – Geo-Política – Quando foi criada a União Européia?


Diapositivo5

Trata-se de uma união econômica e política de 27 Estados-membros independentes que estão localizados principalmente na Europa. A UE tem as suas origens na Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) e na Comunidade Econômica Europeia (CEE), formadas por seis países em 1958. Nos anos de intervenção a UE cresceu em dimensão com a adesão de novos Estados-membros e em poder, por meio da adição de domínios políticos nas suas competências. O Tratado de Maastricht estabeleceu a União Europeia com o seu nome atual em 1993. A última alteração ao fundamento constitucional da UE, o Tratado de Lisboa, entrou em vigor em 2009.
A UE opera através de um sistema híbrido de instituições supranacionais independentes e de decisões intergovernamentais feitas e negociadas pelos Estados-membros. As mais importantes instituições da UE são a Comissão Europeia, o Conselho da União Europeia, o Conselho Europeu, o Tribunal de Justiça da União Europeia e o Banco Central Europeu. O Parlamento Europeu é eleito a cada cinco anos pelos cidadãos da UE.
A UE tem desenvolvido um mercado comum através de um sistema padronizado de leis que se aplicam a todos os Estados-membros. No Espaço Schengen (que inclui membros e não membros da UE) os controlos de passaporte foram abolidos.[12] As políticas da UE têm por objetivo assegurar a livre circulação de pessoas, bens, serviços e capitais, legislar assuntos comuns na justiça e manter políticas comuns de comércio, agricultura, pesca e desenvolvimento regional. A união monetária, a Zona Euro, foi criada em 1999 e é atualmente composta por 17 Estados-membros. Através da Política Externa e de Segurança Comum, a UE desenvolveu um papel limitado nas relações externas e de defesa. Missões diplomáticas permanentes foram estabelecidas em todo o mundo e a UE é representada nas Nações Unidas, na Organização Mundial do Comércio (OMC), no G8 e no G-20.
Em 2012, a União Europeia foi laureada com o Nobel da Paz, entregue pelo Comite Nobel norueguês “por mais de seis décadas contribuindo para o avanço da paz e da reconciliação, democracia e direitos humanos na Europa”. No anúncio do prêmio, o Comite referiu que «o terrível sofrimento durante a Segunda Guerra Mundial provou a necessidade de uma nova Europa.
Com uma população total de mais de 500 milhões de pessoas, o que representa 7,3% da população mundial, a UE gerou um produto interno bruto (PIB) de 12,2 mil milhões * de euros em 2010, o que representa cerca de 20% do PIB global, medido em termos de paridade do poder de compra.

Após o fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a Europa encontrava-se arruinada. A Alemanha estava destruída, em termos de vida humana e danos materiais. A França e Reino Unido, embora vencedoras frente à Alemanha no conflito, também tiveram perdas (menores que a Alemanha) que afetaram gravemente suas economias e seus prestígios a nível mundial. A declaração de guerra da França e do Reino Unido à Alemanha Nazista ocorreu em setembro de 1939.
Em anos posteriores, os ressentimentos e a desconfiança entre as nações europeias dificultavam uma reconciliação. Nesse contexto, o ministro francês das Relações Exteriores, Robert Schuman, defendeu decididamente a criação da Alemanha Ocidental, resultando na união de três zonas de ocupação controladas pelas democracias ocidentais, deixando de lado a zona ocupada pela União Soviética. Schuman, de origem germano-luxemburguesa, possuía três nacionalidades (francesa, alemã e luxemburguesa) durante diferentes momentos de sua vida. Isso lhe fez compreender a complexidade dos conflitos europeus e o desenvolvimento pronto de um interesse pela unificação europeia.
No dia 9 de maio de 1950, cinco anos após a rendição do regime nazista, Schuman lançou um apelo à Alemanha Ocidental e aos países europeus que desejassem para que se submetessem a uma única autoridade comum em manejo de suas respectivas produções de aço e carvão.
A proposta de Robert Schuman foi acolhida de forma entusiasta pelo chanceler da República Federal da Alemanha, Konrad Adenauer. Na primavera de 1951, foi firmado em Paris o tratado que criava a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA), concretizando a proposta de Schuman. Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos (conhecidos como a Europa dos Seis) conseguiram um entendimento que favoreceu o intercâmbio de matérias-primas necessárias para a siderurgia, acelerando desta forma a dinâmica econômica, com o fim de dotar a Europa de uma capacidade de produção autônoma.
Em 1º de maio de 2004 ocorreu a maior ampliação que tem se dado na União Europeia, com a entrada de dez novos países-membros (Estónia, Letónia, Lituânia, Polónia, República Checa, Hungria, Eslováquia, Eslovénia, Malta e Chipre). Posteriormente, em 1º de janeiro de 2007, dois novos países passaram a fazer parte do bloco (Bulgária e Romênia).
Os Estados-membros da UE cobrem uma área de 4 423 147 quilómetros quadrados. Se fosse uma nação única, a UE teria a sétima maior área territorial do mundo e o seu pico mais elevado, o Mont Blanc, nos Alpes Graios, está a 4 810,45 metros acima do nível do mar. O ponto mais baixo na UE é Zuidplaspolder, nos Países Baixos, a sete metros abaixo do nível do mar. A paisagem, clima e economia da UE são influenciados pelo seu litoral, que tem um total de 65 993 quilómetros de comprimento. O bloco tem a segunda maior costa do mundo, após a do Canadá. Os Estados-membros combinados compartilham fronteiras terrestres com 19 Estados não membros, totalizando 12 441 quilômetros de comprimento, a quinta maior fronteira do mundo.

European_Union_enlargement

O Tratado de Roma, assinado a 25 de março de 1957, que instituiu a Comunidade Económica Europeia (habitualmente designada por CEE) e a Comunidade Europeia da Energia Atômica (habitualmente designada por Tratado Euratom).
O Tratado de Maastricht, assinado a 7 de fevereiro de 1992, que institui a União Europeia (habitualmente designado por Tratado de Maastricht ou Tratado da União Europeia – TUE).

Membros
A União Europeia é composta por 27 Estados soberanos: Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, República Checa, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Suécia e Reino Unido.
Os países da União Europeia, no seu conjunto, constituem a grande potência mundial no que diz respeito ao desenvolvimento e aplicação de energias renováveis. A promoção das energias renováveis tem um papel muito importante, tanto em termos de reduzir a dependência externa de abastecimento energético da UE, como nas ações a serem tomadas em relação ao combate das alterações climáticas. Mas a Alemanha é o único membro da UE que está no caminho certo para alcançar as metas estabelecidas no Protocolo de Quioto sobre as alterações climáticas, que irá terminar em 2012.
Além de muitas grandes cidades, o bloco europeu também inclui várias regiões densamente povoadas, que não têm núcleo único, mas surgiram a partir da conexão de várias cidades e agora abrangem grande áreas metropolitanas.
Ao todo, são sete instituições:
Parlamento Europeu − é a assembleia parlamentar, eleita por sufrágio universal direto pelos cidadãos da União Europeia.
Comissão Europeia – representa e defende os interesses da União como um todo, propõe legislação, políticas e programas de ação, e é responsável pela execução das decisões do Parlamento e do Conselho da UE. É o órgão com poder executivo e de iniciativa.
Conselho da União Europeia − anteriormente denominado Conselho de Ministros, é o principal órgão legislativo e de tomada de decisão na UE. Representa os Governos dos Estados-membros.
Conselho Europeu – é composto pelos Chefes de Estado ou de Governo dos países-membros da União, juntamente com o Presidente da Comissão Europeia.
Tribunal de Justiça da União Europeia – garante a conformidade com a legislação da União, uma vez que os Estados-membros estão sujeitos judicialmente a este.
Tribunal de Contas Europeu – controla a legalidade e a regularidade da gestão do orçamento da UE.
Banco Central Europeu – é responsável pela moeda única da Zona Euro e a sua principal missão é preservar o poder de compra do euro, assegurando assim a estabilidade de preços na respetiva zona.
A Comunidade Europeia de Ajuda Humanitária, ou ECHO, prevê ajuda humanitária da UE para países em desenvolvimento. Em 2006, o seu orçamento ascendeu a € 671 milhões, 48% dos quais foram para os países de África, das Caraíbas e do Pacífico.
A União Europeia estabeleceu um mercado único em todo o território de todos os seus membros. Uma união monetária, a zona euro, usando uma moeda única é composta por 17 Estados-membros. Em 2010, a UE gerou uma estimativa cerca de 26% (16.242 milhões de dólares internacionais) do produto interno bruto (PIB) global, tornando-se a maior economia o mundo. O bloco é o maior exportador e importador de bens e serviços, além de ser o maior parceiro comercial de vários grandes países como a China, Índia e Estados Unidos.

content_euro

7696 – Livro – Esquizofrenia de Ideias


Titio Darwin
Titio Darwin

Charles Darwin (1809-1882) era um homem profundamente religioso, o que não o impediu de propor que, ao contrário do que dizia a Bíblia, as espécies não surgiram na criação, mas evoluíram lentamente de um ancestral comum. Essa contradição fez dele um sujeito atormentado, relutante em publicar suas teorias e talvez tenha sido a causa psicossomática da misteriosa doença que consumiu boa parte de seus dias. O tormento do evolucionista é o assunto principal da monumental biografia Darwin (Geração Editorial), dos historiadores da ciência Adrian Desmond e James Moore, a melhor e mais completa obra já escrita sobre o inglês – só a bibliografia ocupa mais de 30 das 800 páginas do livro. Desmond e Morris narram, em ordem cronológica – o que torna o livro fácil de consultar –, as aventuras de Darwin no carnaval da Bahia, sua visita a Abrolhos e ao Pão de Açúcar, o casamento com a prima Emma e os bastidores dos estudos sobre a Teoria da Evolução.

7695 – Livro – Biografia de Isaac Newton


Sir Isaac Newton
Sir Isaac Newton

Uma obra sobre o cientista que revolucionou nossa visão da realidade física ao desvendar os segredos dos movimentos e da atração gravitacional. Isaac Newton (1642-1727) costuma ser visto como um homem profundamente racional, um pioneiro do modo de pensar lógico e científico. Pois, segundo o jornalista Michael White, ele gastou mais tempo trabalhando em tratados de alquimia e ciências ocultas do que com fórmulas de Física. White, que escreveu boas obras sobre as vidas de Stephen Hawking e Charles Darwin, é o autor de Isaac Newton – O Último Feiticeiro (Record), uma biografia polêmica, que mostra o genial físico como um ser anti-social envolvido com magia negra, bem ao contrário do homem perfeito e racional dos livros de história da ciência. Ele aponta um Newton brilhante, sim, mas também vingativo e obcecado pelo poder – que o diga o alemão Gottfried Leibniz, que teve a má sorte de se envolver numa briga com o físico e, por isso, foi perseguido por ele até a morte. No final do livro, fica o retrato de um homem às vezes crápula, às vezes herói, mas sempre mais interessante do que o simples (e inanimado) dono das fórmulas escolares.

7694 – Mega Polêmica – Vacina Assassina (?)


Vejamos a opinião de Fernando Travi que é fundador da Sociedade Biogênica Brasileira:

Nadando contra a corrente das ideias predominantes na medicina tradicional, quero erguer minha voz contra o que considero uma imposição impiedosa e indefensável no mundo moderno: as vacinas. Nascido numa família de médicos e profissional da área da saúde há 30 anos, durante muito tempo relutei em ponderar sobre esse assunto, ante o medo irracional dos micróbios e suas doenças. Depois de muitos estudos, posso afirmar que as vacinas não só não evitam complicações de saúde, como podem até matar. Tenho quatro filhos, nunca os vacinei e eles, na faixa dos 4 aos 17 anos, são bastante saudáveis.
Como biogenista sei que a saúde não é conseqüência da administração de medicamentos e vacinas. A biogenia vê a saúde como fruto de hábitos saudáveis e da obediência às leis naturais – uma fórmula baseada em água pura, ar puro, alimentos puros. A doença, por sua vez, é fruto da transgressão aos padrões da natureza. Além de não colaborarem na preservação da saúde, as vacinas podem causar inúmeros problemas ao organismo.
Vacinas são poções constituídas de microorganismos mortos ou atenuados que, introduzidas no corpo humano, estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos contra um invasor. O nome, originário da expressão latina materia vaccinia, lembra a experiência pioneira do médico inglês Edward Jenner, que, em 1796, inoculou, numa criança, soro de varíola bovina, supostamente imunizando-a contra o mal. Segundo a teoria predominante, a vacina gera uma memória reativa que permite ao organismo defender-se do agente patológico. O que poucos sabem é que esta é uma teoria não comprovada que, portanto, não goza de um fundamento científico sustentável.
A crença nas imunizações apóia-se, sobretudo, na “teoria dos germes” de Louis Pasteur, o famoso químico francês do século XIX. Pasteur acreditava que a limpeza reina em nossas células e que todos os micróbios responsáveis pelas doenças procedem do exterior. Deduziu, então, que a um germe específico corresponderia uma única doença, cuja prevenção seria possível mediante a aplicação de uma vacina. Um raciocínio perfeito, não fosse a oposição dos fatos.
A ciência atual demonstra que apenas uma parte dos indivíduos que entram em contato com germes adoecem, o que ressalta a evidência de outros fatores por trás dos sintomas das moléstias. Micróbios vindos de fora têm baixa capacidade reprodutiva, estão inativos e são inócuos. Dificilmente seriam a causa principal de desordens orgânicas. Sabe-se também que o ser humano possui dez vezes mais bactérias do que células, fato que, em vez de anomalia, parece ter origem no sábio equilíbrio da natureza. Afinal, bactérias alimentam-se de matéria em decomposição, toxinas, e cumprem, no interior de nosso corpo, a função de “limpadoras” especializadas. Sem elas, certamente morreríamos.
Um fato histórico, ocorrido em 1890, ilustra de modo irrefutável o que aqui expomos. Naquele ano, em Munique, Alemanha, o Prêmio Nobel de Medicina Robert Koch debatia com o cientista Max Pettenkofer a respeito da ação dos germes quando, subitamente, este último arrancou das mãos de Koch a proveta na qual o médico exibia uma cultura da bactéria do cólera. “Vosso bacilo não é nada, o que conta é o organismo”, disse Pettenkofer. Em seguida, diante da platéia horrorizada, sorveu até a última gota o conteúdo mortal do tubo. “Se a vossa teoria estiver certa, em 24 horas serei um homem morto”, completou o desafiante. Pettenkofer ainda viveu muito tempo após o episódio e Koch, ironicamente, foi o único a adoecer.
O sonho da imunização por meio de vacinas é uma afronta aos direitos individuais. Antes do final da Segunda Guerra Mundial não havia campanhas amplas de vacinação e, muito menos, obrigatoriedade da aplicação de certas vacinas. Surpreende que tudo isso ocorra na atualidade, apesar de os cientistas continuarem sem saber como as vacinas funcionam e sequer haver um padrão científico para produzi-las.
Há três anos, a Associação Francesa de Poliomielite constatou que a quase totalidade dos casos de poliomielite nos Estados Unidos surgiram em crianças que receberam a vacina oral. Outras vacinas predispõem ao diabete e à síndrome da morte súbita (choques alérgicos fatais). Ao exaurirem e intoxicarem o organismo, elas podem contribuir para casos de encefalite, câncer e Aids. É compreensível: todas elas contêm substâncias tóxicas, como o mercúrio, DNA de animais doentes, pus e outros produtos usados para ativar a produção de anticorpos.
Aos defensores das vacinas deixo aqui um desafio: continuem se expondo a dezenas dessas poções e mantenham-se saudáveis – se puderem.

Nota do ☻ Mega
* Nossa opinião é contrária

7693 – Lançado o Satélite que Vigiará os Asteroides


satelite vigia

O primeiro telescópio espacial especificamente dedicado à busca de asteroides foi lançado nesta segunda (25-02-2013) com sucesso.
Do tamanho de uma mala grande e batizado de NEOSSat (Satélite de Vigilância de Objetos Próximos à Terra, na sigla em inglês), o aparelho foi desenvolvido pela Agência Espacial do Canadá e custou cerca de R$ 50 milhões.
O satélite circulará a Terra cada cem minutos e será posicionado a 800 km do planeta. Por sua localização, ele conseguirá vasculhar uma área bem próxima ao Sol, até cerca de 45º. Essa região é de difícil observação pelos telescópios terrestres, que atualmente fazem o grosso do monitoramento.
Uma outra vantagem é que, diferentemente dos em solo, o espacial vai operar o dia inteiro. Os de solo só funcionam durante a noite.
Além dos bólidos, o satélite canadense também vai prestar atenção ao lixo espacial –como resto de satélites e foguetes. O objetivo é evitar que eles colidam com algum satélite operacional.
O dispositivo tirará centenas de imagens por dia, que serão enviadas para pesquisadores no Canadá. São eles que vão determinar se o asteroide é novo ou já catalogado, além de sua trajetória e o potencial risco de colisão.
Os criadores do satélite deixam claro, no entanto, que o objetivo não é apenas encontrar bólidos que possam ser perigosos. Eles querem entender melhor do que são feitos e como se comportam asteroides que ficam inteiramente, ou durante boa parte do tempo, na órbita da Terra.
Isso poderia contribuir para futuras pesquisas científicas ou para a mineração.
O dispositivo conseguirá identificar asteroides entre 50 milhões e 100 milhões de quilômetros de distância.

asteroides

O telescópio foi elaborado para achar grandes objetos, com mais de algumas centenas de diâmetro. Asteroides pequenos, como o de 17 metros que explodiu sobre a Rússia há pouco mais de uma semana, não serão detectados pelo aparelho.
Na opinião de Scott Hubbard, professor da universidade Stanford e um dos diretores da Fundação B612, ONG que reúne cientistas e astronautas e alerta para o perigo da colisão de asteroides, o grande problema hoje são os pequenos objetos.
“A Nasa está fazendo um bom trabalho de monitoramento e localização dos grandes asteroides. O que falta mesmo é prestar atenção aos pequenos corpos
Sua fundação pretende construir e lançar um satélite bem maior que o canadense, batizado de Sentinela, para identificar também esses objetos menores.
Segundo o cientista, o ideal é localizar os asteroides com muito tempo de antecedência, para que haja tempo para decidir o que fazer.
Umas das possibilidades deverá ser testada em 2022 por americanos e europeus para desviar o asteroide Didymos. Trata-se de um sistema binário com um objeto menor que orbita o maior. O objetivo dos cientistas é lançar o menor sobre o maior, alterando o sistema e desviando sua trajetória.