6442 – Mega Byte – Hotmail vai se aposentar; substituto chega a 1 milhão de usuários em menos de um dia


O Outlook.com, substituto do Hotmail lançado ontem pela Microsoft, já chegou a 1 milhão de usuários, de acordo com uma conta no Twitter atribuída à equipe do serviço.
A Microsoft transformará o serviço de e-mails Hotmail em um renovado Outlook e deixará de fornecer o endereço @hotmail.com em um processo que porá fim progressivamente ao famoso domínio, informou nesta terça-feira a empresa.
Nos próximos meses, os usuários de Hotmail serão questionados se desejam provar o novo Outlook na versão web, que apresentou hoje o novo serviço mais simplificado que tenta concorrer com o Gmail do Google.
Quem quiser, poderá manter @hotmail.com em seu endereço, mas o objetivo é que progressivamente o pioneiro e-mail, lançado em 1996, vá desaparecendo a favor do novo Outlook, embora a Microsoft não tenha definido uma data na qual espera completar a transição.
“Criamos um novo serviço de e-mail para uma experiência de navegação moderna”, indicou em comunicado Chris Jones, chefe do Windows Live, responsável pelo Hotmail.
Graças a seu pioneirismo, o Hotmail continua sendo o primeiro serviço de e-mail com mais de 325 milhões de usuários, embora o Gmail tenha um crescimento muito mais robusto e já supere os 298 milhões de contas, enquanto o serviço do Yahoo! se situa como o terceiro.
A Microsoft quer mudar de imagem e unificar seus serviços de e-mail, lançando mão, para isso, da marca Outlook e de uma disposição de conteúdos muito mais simples e limpa, o que permitirá uma consulta mais direta das mensagens.
Além disso, o novo Outlook integra plataformas de redes sociais como Facebook, Twitter e Skype.
Além disso, o novo Outlook usa os conteúdos compartilhados na chamada computação em nuvem, algo que já faz o Gmail, serviço ao qual a Microsoft agora quer fazer frente.

6441 – Economia – Subsídios para todos?


Os países ricos gostam de ensinar ao 3° Mundo a lição da abertura de mercado, mas se reservam o direito da exceção. Na França, a agricultura só sobrevive graças à ajuda do Estado e nem assim os produtores estão satisfeitos. Em 1994, 200 mil agricultoresinvadiram Paris para exigir mais dinheiro, entre os presentes, estavam o ex-presidente Giscard D’Estaing e o prefeito parisiense Jacques Chirac. Ardorosos inimigos do protecionismo no exterior, eles fingiam ignorar que os subsídios à Agricultura haviam triplicado nos últimos anos, atingindo 1 bilhão de dólares em 1991.

Mas, que diacho é Protecionismo?
Protecionismo é a teoria que propõe um conjunto de medidas econômicas que favorecem as atividades internas em detrimento da concorrência estrangeira. O oposto desta doutrina é o livre-comércio.
Essa política contrasta com o livre comércio, onde as barreiras governamentais ao comércio e circulação de capitais são mantidos a um mínimo. Nos últimos anos, tornou-se alinhado com anti-globalização. O termo é usado principalmente no contexto da economia, onde o protecionismo refere-se a políticas ou doutrinas que proteger as empresas e os trabalhadores dentro de um país, restringindo ou regulando o comércio com nações estrangeiras.

6440 – Astronomia – A Constelação Cruzeiro do Sul


Crux, conhecida como o Cruzeiro do Sul, é uma constelação do hemisfério celestial sul. É a menor de todas 88 constelações. O genitivo é Crucis e a abreviatura é (Cru).
Apesar do seu pequeno tamanho é uma das mais notáveis constelações e disso dá conta no principio do século XVII o navegador português e fervoroso católico Pedro Fernandes de Queirós, que a assinalou e pela primeira vez a deu a conhecer ao Ocidente.
Esta constelação fica próxima do Polo Sul Celeste, além das suas estrelas principais existem vários objetos de interesse astronômico, como um notável aglomerado estelar, a Caixa de Joias, e uma nebulosa escura, a Nebulosa do Saco de Carvão.
Na falta de uma estrela polar brilhante, no hemisfério celestial austral, o eixo maior formado pelas estrelas Gacrux e Acrux indica o polo sul celeste.
O Cruzeiro do Sul é uma das constelações mais conhecidas pelos habitantes ao sul da linha do equador. Uma prova da sua popularidade é que está representada em várias bandeiras nacionais, como a do Brasil, da Austrália, da Nova Zelândia, da Papua-Nova Guiné e de Samoa e também nas bandeiras de vários estados e territórios, e está no centro do brasão de armas do Brasil e do time de futebol mineiro Cruzeiro Esporte Clube.
As constelações vizinhas são Centaurus, a norte, leste e oeste, e Musca, ao Sul que também servem para orientação.
Posicionada ao lado do Verdadeiro Cruzeiro do Sul localiza-se a Falsa Cruz, que é uma falsa constelação que se localiza nas constelações Quilha e Vela.
A Falsa Cruz é um pouco maior que o Cruzeiro do Sul, mas é menos brilhante, e embaixo do braço esquerdo da Falsa Cruz tem uma estrela intrometida chamada Eta carinae, e no Cruzeiro do Sul a estrela intrometida (ε Crucis) fica embaixo do seu braço direito.

Cruzeiro do Sul nas bandeiras

O cruzeiro do sul é a constelação mais representada em bandeiras ao redor do mundo. Seu uso está sempre associado a países austrais ou suas subdivisões. Austrália, Brasil, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné e Samoa são países que utilizam o Cruzeiro do Sul em suas bandeiras. O Mercosul também o usa em sua bandeira. Outras entidades político-administrativas que o utilizam na bandeira são os estados australianos de Victoria, Território da Capital da Austrália e Território do Norte e o estado brasileiro do Paraná.

Curioso notar que apenas na bandeira do Brasil a constelação aparece “invertida” em relação ao que vemos no céu. Isso porque nessa bandeira o céu é representado considerando um hipotético observador fora da esfera celeste (tendo a Terra por centro), e não um observador na superfície de nosso planeta.
Outra curiosidade é que o Brasil no meio a tantas nações austrais (que também possuem bandeiras com Cruzeiro do Sul) é o único preocupado com a exatidão das horas nas estrelas inseridas sobre a esfera azul.
A constelação também dá nome e serve de escudo para o Cruzeiro Esporte Clube, tradicional time de futebol de Belo Horizonte, Minas Gerais.

6439 – Mega Tour – Bariloche


O nome oficial é San Carlos de Bariloche, é uma cidade da Argentina, localizada na Província de Río Negro, junto à Cordilheira dos Andes na fronteira com o Chile. Está rodeada por lagos (Nahuel Huapi, Gutiérrez, Mascardi) e montanhas, como o Cerro Tronador (3354 m de altitude, na fronteira com o Chile), o Cerro Catedral (movimentada estação de esqui) e o Cerro López. Possui cerca de 130 mil habitantes.
O nome Bariloche provém da palavra “Vuriloche” que na língua mapuche, significa “povo de trás da montanha”. Isto porque seus primitivos habitantes, os índios mapuches, eram originários do outro lado da Cordilheira dos Andes. A altitude menor dos Andes na região de Bariloche (em alguns casos, inferior aos 1000 m, cobertos de bosques) permitiu aos mapuches migrarem há séculos do sul do Chile para a região da Patagônia argentina.
Há evidências da existência de assentamentos indígenas à beira do Lago Nahuel Huapi e na zona hoje ocupada pela cidade de Bariloche, prévios a chegada dos colonizadores brancos. Em meados do século XVII e início do século XVIII, a zona foi objeto de viagens dos missionários do Chile, entre os que se contam estão os padres: Diego Rosales, Nicolás Mascardi, Felipe Laguna e Juan José Guillelmo. O primeiro homem branco que chegou à região vindo das regiões próximas ao Atlântico foi o Dr. Francisco Pascasio Moreno, que na época tinha 23 anos.
A fundação da cidade deu-se em 1895, quando um imigrante alemão, Karl (Carlos) Wierderhold, criou ali um armazém. Em 1902, tornou-se a cidade de San Carlos de Bariloche. Sua arquitetura, principalmente na área central, lembra a de cidades alemãs e austríacas.
Bariloche está situada numa micro-zona climática e de vegetação de floresta temperada. Seu clima é temperado, influenciado pela proximidade dos Andes, e suas florestas se mantêm graças à abundância de água dos grandes lagos glaciais, como o Nahuel Huapi. No inverno (junho a agosto), as temperaturas caem abaixo de zero e a maior quantidade de neve nas montanhas mais altas dá início à temporada de esqui. Afastando-se poucos quilômetros para leste da cidade, porém, o clima se torna mais seco, surgindo a fria estepe da Patagônia, com sua vegetação de gramíneas cada vez mais esparsas, até que a paisagem se torna a de deserto.

A principal atividade econômica de Bariloche é o turismo. Além das montanhas onde se podem praticar esqui e “snowboard” (Cerros Catedral e Tronador) destacam-se o Parque Nacional Nahuel Huapi, a travessia dos lagos andinos até o Chile, a Isla Victoria (no lago Nahuel Huapi), a região de El Bolsón (ao sul da cidade), a Colonia Suiza (em meio a bosques, na qual se situa um museu que conta a imigração suíça para a região) e os percursos turísticos chamados Circuito Chico e Circuito Grande, com paradas em vários pontos de onde se têm vistas panorâmicas dos bosques e montanhas ao redor da cidade. Seu comércio voltado para o turismo é principalmente de artigos de lã, couro e chocolates. Para os interessados em turismo de aventura, há opções de “rafting”, cavalgadas, “parapente” e ciclismo de montanha.
Em anos recentes, a aquacultura especialmente de Trutas e Salmões e a criação comercial de animais silvestres como javalis e cervos têm sido atividades importantes.
Bariloche é também centro de produção de alguns vegetais de clima frio como Rosa-mosqueta e alfazema.
A produção de vinhos finos iniciou-se há cerca de 4 anos.

A cidade tem um aeroporto, o Aeroporto Internacional Teniente Luis Candelaria que está equipado para receber jatos, e opera voos domésticos e internacionais para países vizinhos. Por rodovia, fica a 1638 km ao sul da capital argentina, Buenos Aires. Liga-se ao Chile por rodovia (cerca de 130 km até a fronteira, e mais 115 km até a cidade chilena de Osorno), havendo a opção, para turistas, de travessia em percursos alternados entre barcos e ônibus, num passeio conhecido como Cruce de Lagos, até Puerto Montt.

Cenário europeu na América do Sul

6438 – Mega Techs – É possível copiar a tecnologia do Homem de Ferro?


Inspirado pelo personagem Tony Stark, um rapaz fanático pelo super-herói Homem de Ferro criou uma tecnologia semelhante àquela usada por ele em sua armadura, especificamente na luva, para atacar os inimigos.
Patrick Priebe, criou um repulsor de energia, utilizando-se de 1.000 miliwatts que, direcionado, pode acender, em três minutos, um palito de fósforo, ou até cegar uma pessoa, caso a mesma não esteja utilizando óculos de proteção. A estrutura do repulsor fica presa à mão de quem a utiliza, mas ainda não foi feito um protótipo na forma de luva, como usado pelo Tony Stark.
Ele declarou ter feito tudo sozinho e demorado apenas duas semanas para montar o seu protótipo, incluindo todo o projeto elétrico e a estrutura mecânica do repulsor.
Patrick promete que, na segunda versão do seu repulsor, ele será bem mais potente do que o primeiro. Vamos ver quando ele conseguirá criar a tecnologia a ponto de derrubar uma parede.

Armaduras de Ferro

Quem é que não ficou louco de vontade de possuir uma armadura poderosa ao ver os primeiros protótipos construídos por Tony Stark? Trata-se de armas integradas aos braços, jatos propulsores nas pernas e canhões de prótons que podem ser acessados para derrotar as monstruosas forças do mal.
A verdade é decepcionante nesse ponto. Não há tecnologia suficiente (nem previsão para isso em um futuro próximo) para a construção de uma armadura grande, pesada e resistente que permita a mobilidade e o armazenamento dos recursos existentes nas Mark (Armaduras do Homem de Ferro).

É claro que o mundo não está completamente parado em relação a isso. Os exoesqueletos mecânicos são as tecnologias reais mais próximas de uma armadura Mark. Hoje eles podem aumentar a força física dos seres humanos em aproximadamente cinco vezes, mas ainda demandam muita bateria e não dão a mobilidade necessária para combates corpo a corpo.

Exoesqueletos podem carregar armas pesadas, como metralhadoras e fuzis, sem problemas, visto que suportam grandes pesos com facilidade. Isso ainda está muito longe de armas de disparo hiper-rápido como as metralhadoras das indústrias Stark acopladas às armaduras, mas é fato que a possibilidade não está tão longe quanto muitos imaginam.
Os principais problemas dessas armas estão na dificuldade de serem criados mecanismos de controle que permitam os disparos e a movimentação do exoesqueleto sem interferências, assim como algo que não potencialize o risco de erro humano, muito comum em situações de estresse alto, como o causado pela situação de combate.

O que já existe há algum tempo e é muito utilizado pelas armas de Tony Stark são as miras automáticas. Miras de infravermelho são utilizadas para disparos noturnos até hoje, e já existem também armas com rastreamento de calor e mísseis com alvo computadorizado ou controle remoto.

Canhões de plasma

Das mãos do Homem de Ferro, além dos jatos propulsores, também saem disparos de um canhão de plasma integrado. Esses canhões permitem virtuosos ataques contra os inimigos que ousam interferir no caminho de Tony Stark ou de qualquer um que esteja próximo a ele.
Hoje, pesquisadores militares buscam formas de conseguir colocar tecnologias baseadas em plasma bélico em prática. Também são estudados projetos que consigam transformar o plasma em energia para mover motores com maior aproveitamento.

Jatos propulsores

Nas pernas e mãos da armadura de Tony Stark existem alguns jatos propulsores que, utilizando energia gerada pelo reator ARC, podem movê-lo para onde ele quiser em velocidades absurdas. O controle computadorizado permite também que Tony faça manobras muito ágeis rapidamente, mesmo no ar.
Se há alguma tecnologia semelhante a essa na atualidade, ela está nos jetpacks. As “mochilas voadoras” fazem com que seus pilotos se desloquem no ar, mas ainda por poucos metros, pois a fonte de combustíveis é muito limitada. Além disso, o controle não é muito seguro ainda, o que pode causar acidentes graves se o piloto tiver alguns segundos de descuido.

Reator particular

Para manter a energia responsável pela alimentação das armaduras do Homem de Ferro, Tony Stark criou um dispositivo que realiza fusões a frio. É o famoso reator ARC que fica no peito do herói metálico e origina todo o poder utilizado por ele para enfrentar os inimigos e também para voar pelos céus com os jatos propulsores.

Se você está pensando em construir um reator atômico e colocá-lo no seu peito para virar um super-herói, ainda é cedo demais. A fusão fria utilizada pelo elemento paládio ainda não é muito segura e a energia liberada por ela poderia causar explosões enormes em qualquer lugar que fosse utilizada.
Outro ponto que afasta os humanos reais do reator ARC é a questão legislativa. Para se fazer experimentos com fusão de elementos químicos é necessário possuir laboratórios preparados para isso. Tony Stark faz suas experiências em locais inapropriados, que nem mesmo possuem temperaturas que possibilitam estabilizações emergenciais.

Jarvis

Nas histórias em quadrinho, Jarvis é um mordomo e conselheiro de Tony Stark (muito parecido com Alfred de Bruce Wayne), mas nos cinemas ele ganhou formas eletrônicas para ser o computador pessoal do protagonista. Possuindo uma inteligência artificial incrível, Jarvis pode até mesmo raciocinar independentemente dos comandos de seu dono.
Casas com modernos sistemas de controle remoto para vários ambientes, daqueles que são utilizados para acender lareiras, ligar televisão, modificar as luzes e controlar o sistema de som, por exemplo, são os modelos reais mais próximos do “mordomo”. Já estão sendo vistos os primeiros passos de um gigante computador como Jarvis, a diferença é que neles não há inteligência artificial.

Ainda não existe uma máquina capaz de raciocinar completamente sozinha e ainda interferir na dinâmica de quem está à sua volta, como faz Jarvis. O que já existe são robôs que interagem com pessoas e desempenham funções humanas, ainda muito limitadamente. Até que um ser cibernético similar ao melhor amigo de Tony Stark seja desenvolvido ainda vão muitas décadas de pesquisa.
Após ser infectado pelo próprio reator, Tony Stark precisa desenvolver um elemento que não seja nocivo à saúde. Com a ajuda de Jarvis, ele consegue realizar o processo com o auxílio de um aparelho similar a um acelerador de partículas. Por utilizar materiais instáveis, ele acaba destruindo parte de sua mansão.

O LHC (acelerador de partículas) permite a fusão de algumas moléculas que não podem ser fundidas em condições ambientes, mesmo assim ainda há muita coisa que se limita à teoria devido à instabilidade dos elementos e a incerteza dos resultados que são gerados por isso.

O capacete

No capacete de Tony Stark, uma série de informações são colocadas à disposição, sendo projetadas diretamente no visor do herói. Esses dados dão dicas de distância dos inimigos e outros elementos, velocidade de voo, altura e vários outros dados de suma importância para o desempenho do heroísmo.
Se você pensa que isso nunca será possível, precisa imaginar o mundo fora de um capacete, nos para-brisas dos carros. Com a tecnologia atual, vários conceitos de carros já começam a ser criados com o sistema HUD (Head-up Display), o mesmo utilizado em aviões, para colocar no vidro informações que antes eram disponibilizadas no painel.

Em muitas cenas do laboratório secreto de Tony Stark, o herói aparece experimentando pedaços virtuais da armadura com o auxílio de hologramas táteis. Esse recurso permite que ele faça ajustes em tamanho, potência e design da armadura sem que seja necessário criar o material fisicamente.
Por mais que a holografia tátil esteja longe da realidade atual, já é possível utilizar aí mesmo no seu computador um recurso que o Homem de Ferro usa. Trata-se da realidade aumentada, tecnologia que surgiu há pouco e já permite que os usuários interajam com os computadores sem muita dificuldade.

6437 – Tecnologia – A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas


É o órgão responsável pela normalização técnica no Brasil, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. Trata-se de uma entidade privada e sem fins lucrativos e de utilidade pública, fundada em 1940.
A ABNT é membro fundador da International Organization for Standardization (ISO), da Comissão Panamericana de Normas Técnicas (COPANT) e da Associação Mercosul de Normalização (AMN).
A ABNT é a única e exclusiva representante no Brasil das seguintes entidades internacionais:
Organização Internacional para Padronização (ISO);
Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC).
E das entidades de normalização regional:
Comissão Panamericana de Normas Técnicas (COPANT);
Associação Mercosul de Normalização (AMN).
Mantenedora:
NBR 5410 – norma brasileira para instalações elétricas de baixa tensão;
Dicionário Brasileiro de Eletricidade.

A Consulta Nacional é uma consulta realizada inteiramente online, sem qualquer ônus, que disponibiliza a todos os segmentos da sociedade interessados no assunto a visualizar, imprimir e apresentar sugestões aos Projetos de Norma da ABNT e do Mercosul. As consultas ocorrem por prazos determinados, enquanto é possível apresentar sugestões que contribuirão para o aperfeiçoamento das Normas Brasileiras. Aquelas sugestões que se constituírem em objeções técnicas, devidamente fundamentadas, a ponto de desaconselhar a aprovação como Norma Brasileira, serão examinadas pela Comissão de Estudo, autora da ABNT, que poderá emitir uma segunda versão de projeto de norma que será posto novamente em consulta.
A finalidade de consultar os interessados é para verificar se é ou não recomendável a aprovação do Projeto como Norma Brasileira, pela Comissão de Estudo autora.
Todas as observações e objeções técnicas recebidas são analisadas pela Comissão de Estudo Autora antes que este projeto seja aprovado como Norma Brasileira e, no caso das objeções técnicas aceitas pela Comissão de Estudo autora resultarem em alterações de vulto neste Projeto, este será rejeitado, e a Comissão de Estudo autora desenvolverá um segundo Projeto para apreciação dos interessados, nas mesmas condições deste. Caso contrário, ele passará à condição de Norma Brasileira.

6436 – Física – O Vácuo


Na química, na física e na linguagem cotidiana, o vácuo é a ausência de matéria em uma certa região do espaço. O vácuo perfeito, porém, não é possível na Natureza, ainda que ocorram situações muito próximas dele (por exemplo, no espaço intergaláctico). Na física clássica, um vácuo parcial em uma certa região do espaço pode ser quantificado referindo-se à pressão naquela região (o vácuo perfeito teria pressão zero). No Sistema Internacional de Unidades (SI), a unidade para a pressão é o pascal (Pa). A pressão também pode ser expressa como uma porcentagem da pressão atmosférica usando o bar ou a escala barométrica.

Graus do vácuo ou Energia

pressão atmosférica = 760 torr ou 100 kPa
aspirador = cerca de 300 torr ou 40 kPa
bomba de vácuo mecânica = cerca de 10 millitorr ou 1.3 Pa
próximo do espaço = cerca de 10−6 torr ou 130 μPa
pressão na Lua = cerca de 10−8 torr ou 1.3 μPa
Câmara de vácuo cryopump MBE (molecular beam epitaxy) = 10−9 – 10−11 torr
espaço interestelar = cerca de 10−10 torr ou 13 nPa

Ao criar-se um vácuo parcial de energia, a matéria no volume sendo evacuada flui diferentemente sob pressões diferentes, numa forma baseada na teoria de gases rarefeitos. Inicialmente, uma bomba de vácuo pode ser usada para remover o material. Como as moléculas interagem entre si, elas empurram as suas vizinhas naquilo que se designa por fluxo viscoso. Quando a distância entre as moléculas aumenta, as moléculas interagem com as paredes da câmara mais frequentemente do que outras moléculas e a extracção por compressão já não é efectiva.
Nesta altura, o sistema entrou num estado chamado de regime molecular, onde a velocidade de cada molécula é aproximadamente aleatória. Métodos para remover o gás permanecente incluem os seguintes:
Converter as moléculas de gás ao seu estado sólido congelando-as, chamado criogênico.
Convertendo-as ao estado sólido ao combiná-las electricamente com outros materiais, chamado de compressão iónica (em inglês: ion pump/ion pumping).
Uso de outra bomba especializada. Exemplos são a bomba turbomolecular ou bomba de difusão.
A pressões extremamente baixas, a saída do gás (dessorção) do vasilhame em vácuo ocorre ao longo de algum tempo. Mesmo se um alto vácuo é gerado num contentor hermeticamente selado, não há garantia de que uma adequadamente baixa pressão irá continuar, a não ser que se assegure que haja uma saída. Esta dessorção é geralmente pior a temperaturas maiores, além de estar presente em todos os materiais, em maior ou menor grau dependendo de sua constituição física. O vapor de água é um componente de dessorção primário, mesmo em vasilhames de metal duro (tais como aço inoxidável ou titânio).
A dessorção gasosa pode ser reduzida pelo aquecimento anteriormente à produção do vácuo. Vasilhames confeccionados com um material altamente gás-permeável tal como o paládio (que é uma esponja de hidrogénio de alta capacidade) criam especiais problemas de dessorção do gás.

As flutuações quânticas no vácuo

Segundo a teoria quântica de campos, mesmo na ausência total de átomos ou de qualquer partícula elementar, o espaço não pode ser considerado totalmente vazio. A razão disso é que pares partícula-antipartícula virtuais estão sendo formados e aniquilados o tempo todo no “vácuo”, fenômeno às vezes chamado “flutuação do vácuo”. As partículas virtuais distinguem-se das “reais” por serem indetectáveis individualmente; porém, podem produzir efeitos mensuráveis, como o efeito Casimir.
O vácuo pode ser usado para fechar embalagens de produtos alimentícios, dando maior tempo de validade enquanto a embalagem estiver fechada. Usa-se muito esse processo em embalagens de pó de café.

6435 – Física – O que é a pressão?


A pressão ou tensão mecânica (símbolo: p) é a força normal (perpendicular à área) exercida por unidade de área.
Formalmente, P = F/A
Onde p é a pressão, F é a força, e A é a área.
A pressão relativa define-se como a diferença entre a pressão absoluta e a pressão atmosférica. Os aparelhos destinados a medir a pressão relativa são o manômetro e também o piezômetro.
A pressão atmosférica mede-se com um barômetro, inventado por Torricelli.
O termo pressão hidráulica (embora na origem relacionado com sistemas utilizando-se ou baseados em água) refere-se a pressões transmitidas por fluidos, como óleos, em especial, em máquinas hidráulicas, em cilindros hidráulicos (como nos macacos hidráulicos e freios hidráulicos de veículos), em fenômenos relacionados com o princípio de Pascal, etc., em que variações de pressão sofridos por um volume de um líquido são transmitidos integralmente a todos os pontos deste líquido e às paredes do recipiente onde este está contido.
Tanto na pressão arterial como na pressão sobre as vias aéreas (cm de água) temos uma simplificação para facilitar a leitura, pois de uma unidade complexa temos uma mais simples e linear de fácil interpretação.
A unidade no SI para medir a pressão é o Pascal (Pa). A pressão exercida pela atmosfera ao nível do mar corresponde a aproximadamente 101 325 Pa (pressão normal), e esse valor é normalmente associado a uma unidade chamada atmosfera padrão (símbolo atm)

Atmosfera é a pressão correspondente a 0,760 m (760 mm) de Hg de densidade 13,5951 g/cm³ e numa aceleração da gravidade de 9,80665 m/s²
Bária é a unidade de pressão no sistema c,g,s e vale uma dyn/cm²
Bar é um múltiplo da Bária: 1 bar = 106 bárias
PSI (pound per square inch), libra por polegada quadrada, é a unidade de pressão no sistema inglês/americano: 1 psi = 0,07 bar ;1 bar = 14,5 psi

Pressão atmosférica é a pressão exercida pela atmosfera num determinado ponto. É a força por unidade de área, exercida pelo ar contra uma superfície. Se a força exercida pelo ar aumenta em um determinado ponto, conseqüentemente a pressão também aumentará. A pressão atmosférica é medida por meio de um equipamento conhecido como barômetro. Essas diferenças de pressão têm uma origem térmica estando diretamente relacionadas com a radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais, como: continentalidade, maritimidade, latitude, altitude… As unidades utilizadas são: polegada ou milímetros de mercúrio (mmHg), quilopascal (kPa), atmosfera (atm), milibar (mbar) e hectopascal (hPa), sendo as três últimas, as mais utilizadas no meio científico. Outra unidade utilizada para se medir a pressão é a PSI (pounds per square inch) que em Português vem a ser libra por polegada quadrada (lb/pol²). Embora comum para medir pressão de pneumáticos e de equipamentos industriais a lb/pol² é raramente usada para medir a pressão atmosférica. Embora o ar seja extremamente leve, não é desprovido de peso. Cada pessoa tem em média uma superfície do corpo aproximadamente igual a 1 metro quadrado, quando adulto. Sabendo que ao nível do mar a pressão atmosférica é da ordem de 1 atm (definida como 101 325 Pa, ou ainda 1013,25 hPa=mbar), isso significa dizer que, neste local, uma pessoa suportaria uma força de cerca de 100 000 N relativo à pressão atmosférica. Porém, não sente nada, nem é esmagada por esta força. Isto acontece devido à presença do ar que está contido no corpo e ao equilíbrio entre a pressão que atua de fora para dentro e de dentro para fora do corpo. Qualquer variação na pressão externa se transmite integralmente a todo o corpo, atuando de dentro para fora, de acordo com o Princípio de Pascal. O peso normal do ar ao nível do mar é de 1 kgf/cm². Porém, a pressão atmosférica diminui com o aumento da altitude. De forma simplificada poder-se-á considerar que a pressão diminui 1 hPa (ou 1 mbar) a cada 8 metros que se sobe. A 3000 metros, é cerca de 0,7 kgf/cm². A 8840 metros, a pressão é de apenas 0,3 kgf/cm².

6434 – História da Iluminação Elétrica


Você está no ☻ Mega Arquivo

Consta ter sido a máquina eletromagnética de Holmes, construída em meados do século 19, sob os princípios do físico francês Jean Antoine Nollet, a percussora das aplicações industriais da luz elétrica. Após inúmeras experiências o aparelho iluminou em março de 1859, o Farol de Foreland, na Inglaterra com uma intensidade de luz equivalente a 1500 velas, seguiu-se pelo mesmo processo os faróis de Cabo Verde no estuário do Sena, em 1863, e de Gris-Nez, perto de Calais, em 1869, ambos na França.
Em 1877, foram também iluminadas por tal sistema a estação La Chapelle, em Paris. Nos EUA, a Cleveland Telegraph Company (posteriormente Brush Eletric Company) empreendeu em 1877 a industrialização do dínamo Brush e das lâmpadas de arco voltaico, iluminando no ano seguinte, por tal sistema, a frente da loja Wasnamaker, na Filadélfia. Em 1883 foram feitas as primeiras instalações de luz elétrica na Broadway em NYC. A solução total do problema chegou com a incandescência em substituição ao arco voltaico.
Isto ocorreu em 21 de outubro de 1879. Thomas Edison em seu laboratório em Menlo Park, Dearbon, Estado de Michigan, depois de experimentar nada menso que 1600 susbstâncias diferentes, conseguiu produzir com um fio de linha carbonizado, uma lâmpada incandescente que permaneceu acesa durante 40 horas. As primeiras experiências feitas com filamento de platina não deram resultado: em 3 tentativas as lâmpadas explodiram.
Convencido, porém, de que o carbono era a substância ideal para o fim alemejado, carbonizou tudo o que pudesse oferecer seção reta, até mesmo fios de barba. A substância final a ser empregado foi o papelão. Este era aquecido até o calor branco, fazendo evaporar todas as substâncias voláteis do papele, depois resfriado, o papel carbonizado era colocado em um pequeno globo de vidro, ligavam-se os fios elétricos as 2 extremidades da ferradura, extraía-se o ar atmosférico contido no globo e fechava-se. Constituía cada globo uma lâmpada elétrica, que pruduzia luz brilhanet e suave, sem intermitências e sem oscilações. Carecia, porém, de produção em grande escala. Em 1880, os acionistas da Eletric Company de Edison pediam 5 mil dólares pelas ações. Tal lâmpada, em breve substituiria o lampião de gás.

Um Pouco +

Desde o início do século XIX, vários inventores tentaram construir fontes de luz à base de energia elétrica. Humphry Davy, em 1802, construiu a primeira fonte luminosa com um filamento de platina, utilizando-se do efeito Joule, observado quando um resistor é aquecido pela passagem de uma corrente elétrica a ponto de emitir luz visível. Outros vinte e um inventores construíram lâmpadas incandescentes antes de Thomas Alva Edison, que foi primeiro a construir a primeira lâmpada incandescente comercializável em 1879, utilizando uma haste de carvão (carbono) muito fina que, aquecida acima de aproximadamente 900 K, passa a emitir luz, inicialmente bastante avermelhada e fraca, passando ao alaranjado e alcançando o amarelo, com uma intensidade luminosa bem maior, ao atingir sua temperatura final, próximo do ponto de fusão do carbono, que é de aproximadamente 3 800 K.
A haste era inserida numa ampola de vidro onde havia sido formado alto vácuo. O sistema diferia da lâmpada a arco voltaico, pois o filamento de carvão saturado em fio de algodão ficava incandescente, ao invés do centelhamento ocasionado pela passagem de corrente das lâmpadas de arco.
Como o filamento de carvão tinha pouca durabilidade, Edison começou a fazer experiências com ligas metálicas, pois a durabilidade das lâmpadas de carvão não passava de algumas horas de uso.
A lâmpada de filamento de bambu carbonizado foi a que teve melhor rendimento e durabilidade, sendo em seguida substituída pela de celulose, e finalmente a conhecida até hoje com filamento de tungsténio cuja temperatura de trabalho chega a 3000°C.

6433 – Fitness – A onda da malhação


Desde que o modo de vida esportivo saiu das academias e invadiu as cidades, não pararam de chegar no Brasil os complementos alimentares e energizantes que já fazem parte da dieta dos americanos. A busca insaciável pela boa forma, força e vigor físico é tanto que uma linha de produtos energéticos lançada há alguns anos por um laboratório curitibano já aumentou suas vendas em 30%. A medicina especializada, no entanto, não endossa as supostas propriedades revigorantes e de fortalecimento muscular apregoadas pelos complementos alimentares.

O Sedentarismo

Na antropologia evolucionária, sedentarismo é um termo aplicado à transição cultural da colonização nômade para a permanente. Na transição para o sedentarismo, as populações semi-nômades possuíam um acampamento fixo para a parte sedentária do ano. O sedentarismo se tornou possível com novas técnicas agrícolas e pecuárias. O desenvolvimento do sedentarismo aumentou a agregação populacional e levou à formação de vilas, cidades e outras formas de comunidades.

Baixa atividade física

Evolução do sedentarismo

Sedentarismo é definido como a falta, ausência e/ou diminuição de atividades físicas ou esportivas. Considerada como a doença do século, está associada ao comportamento cotidiano decorrente dos confortos da vida moderna. Pessoas que tem um gasto calórico reduzido semanalmente pela ausência da prática esportiva são consideradas sedentárias ou com hábitos sedentários.
Consequências para a saúde – Uma vida sedentária é caracterizada pela ausência de atividades físicas podendo provocar um processo de regressão funcional, perda de flexibilidade articular além de comprometer o funcionamento de vários órgãos posteriormente distinguindo-se um fenômeno associado à hipotrofia de fibras musculares, além de ser a principal causa do aumento da ocorrência de várias doenças, como a Hipertensão arterial, diabetes, obesidade, aumento do colesterol e infarto do miocárdio Podendo também ser coadjuvante direta ou indiretamente na causa de morte súbita.
Abolindo o Sedentarismo – Existem diversas indicações para que os indivíduos sedentários possam adotar uma mudança de hábitos de vida de acordo com as possibilidades ou conveniências de cada um:
A prática de atividades físicas, esportivas: caminhar, correr, pedalar, nadar, praticar ginástica, exercícios com pesos, jogar bola são propostas válidas para haver combater ao sedentarismo e melhorar sua qualidade de vida.
É recomendada a consulta a um médico e um educador físico para a orientação das melhores atividades físicas já que não são recomendadas as mesmas atividades para todas as pessoas.
São considerados problemas como hipertensão arterial, dores nas articulações (joelhos, calcanhares) e esforço físico excessivo de modo a não prejudicar a postura e a coluna vertebral.

6432 – Mega Sampa – Estão chegando os taxis elétricos


Iniciados os testes

Os carros fazem fazem parte de um projeto piloto da prefeitura da cidade, que pretende testar o uso e a viabilidade dessa tecnologia, além de estudar o comportamento de um veículo com tração elétrica pelas ruas da capital.
Até o final do ano mais oito unidades estarão nas ruas da cidade. Os táxis ficam no ponto entre a Avenida Paulista e Rua da Consolação e com uma carga de bateria podem rodar até 160 quilômetros.
São 15 pontos para recarga – cinco para carregamentos rápidos (carga em até 30 minutos), instalados pela AES Eletropaulo, e outros 10 para reabastecimento em até 8 horas, ideal para o período da noite.
O período de testes terá duração de 36 meses. Na ocasião do lançamento do projeto, o secretário de Transportes de São Paulo, Marcelo Cardinale, disse que 78% das emissões poluentes da cidade são originadas nos veículos de transporte de superfície.
Atualmente, no entanto, a implantação de uma frota de táxis elétricos encontra dificuldades como o alto investimento inicial. As unidades que fazem parte do teste foram cedidas pela montadora japonesa Nissan.

6431 – Aterro Controlado de Gramacho, no RJ, foi desativado


O fim do lixão

Durante mais de 30 anos, o Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho, na Baixada Fluminense (RJ), acumulou aproximadamente 60 milhões de toneladas de lixo. Situado às margens da Baía de Guanabara, em uma região de mangue, forneceu o sustento diário a mais de 1.600 catadores que trabalhavam em meio a montanhas de restos de todos os tipos. Em 2011, foi o cenário do documentário Lixo Extraordinário, que retratou a transformação de lixo em arte pelas mãos do artista Vik Muniz, mostrou o dia-a-dia dos catadores e foi indicado ao Oscar.
Recentemente, a história do aterro ganhou um novo capítulo: suas atividades foram encerradas. Até abril de 2011, Gramacho recebia, todos os dias, aproximadamente 9.500 mil toneladas de lixo que vinham do Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São João de Meriti, Nilópolis, Queimados e Mesquita.
Agora, todo o lixo será levado para a Central de Tratamento de Resíduos de Seropédica, aterro inaugurado.
A ideia agora é recuperar a área de 1,3 milhão de metros quadrados, o que deve levar pelo menos 15 anos. Neste mesmo período, a cidade do Rio de Janeiro demandará um investimento de R$ 2 bilhões para o tratamento adequado de todo o seu lixo.
O local abrigará uma usina de biogás. O metano (gás proveniente da decomposição do lixo e usado na produção de energia) será fornecido para a Refinaria de Duque de Caxias, da Petrobras. Parte dos recursos obtidos (18%) será destinada à recuperação ambiental do bairro de Jardim Gramacho, com pavimentação de ruas, construção de habitações, ciclovias e áreas de lazer.
Também será instalado na região um polo reciclador, onde trabalharão cerca de 400 catadores em atividades de reciclagem de lixo. Todos os que trabalhavam no aterro receberão uma indenização de R$14 mil. A maior parte inicia uma nova fase de busca por qualificação profissional e recolocação no mercado “formal” de trabalho.
A iniciativa faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída por uma lei nacional que tramitou 20 anos até ser aprovada em 2010. Entre as metas, está o fim dos lixões no Brasil até o final 2014. Hoje, são mais de 2.900 espalhados pelo país. Segundo o secretário de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro Carlos Minc, todos os lixões em municípios do entorno da Baía de Guanabara serão erradicados até o final deste ano.

6430 – Mega Sampa – Virada Sustentável


As viradas agora fazem parte de uma estratégia para cultura e lazer da população de S.Paulo de uma forma democrática, com livre acesso a toda a população.
A Virada Sustentável foi atividades culturais e educativas que trabalham o tema da sustentabilidade.
Inspirada na Virada Cultural, evento que traz 24 horas de programação cultural para a cidade, a Virada Sustentável apresentou a sua segunda edição com peças de teatro, mostras de cinema, exposições de fotos, shows, instalações, performances, oficinas, jogos universitários e outras atrações. Tudo gratuito.
No ano passado, mais de 500 mil pessoas participaram das 482 atrações distribuídas em 78 espaços. A organização do evento diz que a proposta é “inspirar o cidadão a conhecer os temas da sustentabilidade utilizando uma abordagem diferente, na qual a arte e o lúdico aparecem como principais elementos de conscientização para uma sociedade melhor”.
Coleta
Se você tem lixo eletrônico em casa (celulares que você não usa mais, cabos, aparelhos, pilhas e baterias), aproveite para fazer o descarte. A Virada contou com 46 pontos de coleta por toda a cidade. Em 2011, foram coletadas 27 toneladas de lixo eletrônico.